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A MAIS LINDA AURORA DE TODOS OS TEMPOS
Antônio Herrero Portilho
A
coruja cheia de preguiça, esticou a asa e a perninha esquerda, ensaiou um
alongamento, ficou acordada a noite inteira como de costume, trocava o dia pela
noite, este costume dessas aves noturnas que só começa no sono durante o dia,
quando chega à tardinha sai pelos campos com voos rasantes a poucos metros dos
capinzais, emitindo aqueles gritos horripilantes, causando arrepios a quem
ousar expor os ouvidos a estes sons.
Aquelas
nuvens brancas que a pouco estava iluminada pela lua, agora ganha os reflexos
dos primeiros raios solares, pouco mais já começa surgir a cor alaranjado no
horizonte, tudo indica que hoje será mais um dia de intenso calor, apesar desta
madrugada trazer essa brisa refrescante devido esse chuvisqueiro molhar essa
relva que agora exala um cheiro de terra molhada.
As
corujas junto aos morcegos voaram em direção do paredão de rochas exposta ali
as margens do rio, eles adentram por entres as aberturas nas junções que existe
entre as pedras sobrepostas e acabam por se acomodar em uma pequena caverna que
abrigam todos estes bichos que permaneceram acordados durante a noite.
Enquanto
isso, surge os ruídos da natureza, as folhas que caem, os animais de pequeno
porte começam a transitarem por entre as trilhas, coelhos e até os barulhentos
chipanzés apanhando as frutas silvestres disputando espaço com as araras e
outras aves trepadeiras.
O
grande ipê amarelo já dispensou quase todas as flores douradas, os galhos além
de grosso e forte está com pouca folhagem quase seco e a cerca que divide as
pastagens passa por ali até pregada ao tronco, fixado com alguns grampos nesta
madeira densa e firme.
O
sol amarelo acabou de despontar, está pouco acima das estacas da cerca vistas
pelos níveis de nossos olhos.
Nessa
manhã encantadora, exibindo como se fosse uma pintura das mais bem elaborada,
feita pelo maior pintor de todos os tempos; o pai da natureza, cria este quadro
de beleza incomparável.
Como
um mistério divino, a passarada parece que já sabia que surgiria este lindo
amanhecer, aos poucos deixavam suas acomodações e voavam em direção do
horizonte, iam em bandos, der repente o céu ficou repleto de aves que sobrevoam
estas paisagens, cheias de nuanças além do rosa cintilante que os raios do
astro rei refletia como fundo dessa paisagem maravilhosa, também variadas cores
de plumagens que contrastava em uma nuança esplendorosa.
As
corujas noturnas e os morcegos não estavam lá para apreciar este acontecimento
memorável, foram repousar, trocar o dia pela noite, perdeu esse maior evento da
natureza.
As
garças brancas nem precisou desloucar de seus lugares, pois a arquibancada
desse espetáculo eram mesmo ali onde elas já haviam passado a noite.
Quando
o sol colocou todo seu círculo fora da linha do horizonte, demostrou toda
sua exuberância mostrando-se ser dono dessa figura linda admirada por todos os
seres viventes, a partir desse momento começou um novo dia, aquelas centenas de
aves permaneciam sentadas com os olhos fixo neste acontecimento, como um
aplauso fenomenal começaram a bater as asas, primeiro começou com uma depois
outra, logo estava todas batendo as asas como se estivesse contemplando esse
acontecimento mais sublime da natureza, vibravam, faziam apresentações como uma
torcida de futebol em um momento de um gol.
Aí
isso tudo ficou marcado nos anais da história como o dia mais lindo do ano.
(Antherport)
22/10/2013.
AUTO AJUDA Nº 15
Busque sempre o diálogo de entendimento, faça valer a palavra frente a persuasão, as desavenças só levarão para o desvio de ideias, siga sempre em sua meta, persistindo sem se cansar, o som das palavras, quando de boas intenções e sinceridade dará bons retornos.
Mentalize seus projetos, construa essas suas edificações, os resultados virão nas revoadas, como as aves que buscam o verão para se procriarem, ‘as aves’, imagine um ninhal feito com milhares de postura de células vivas ensaiando voos, batendo asas em seguida decolando gerando novos ideais, prontas para porem em práticas.
Existe uma tela em branco em sua mente, tome posse desse material de trabalho, carregue esses pinceis, escolham as nuances que você tem mente, faça a prosperidade alçar voo em sua vida, pinte a magia que ainda existe em sua prancheta de coloridas tintas cheio de brilhos.
Antonio Herrero Portilho
IA
Pontuação e Fluidez: A divisão de períodos longos e o uso de travessões (—) ajudaram a organizar os pensamentos da professora Magnólia e os diálogos, facilitando a leitura sem perder o ritmo literário.
Concordância Verbal e Nominal: Ajustes em trechos como "formados a engenheiro" para "formados em engenharia", e "desobedecendo as leis" para "desobedecendo às leis".
Ortografia e Crase: Correção de pequenos desvios de concordância de plural (ex: "exemplares reprodutores", "raças de bovinos") e crases obrigatórias (ex: em direção à reeleição).
Se quiser que eu revise outras partes da crônica ou os demais artigos do blog, é só avisar!
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O ENGRAXATE DE SAPATOS
Ele morava em uma casa muito simples, de natureza
muito pobre, fixava residência em uma daquelas vilas da periferia dessa cidade
interiorana, Homero era assim, a idade que contaria a evolução desse
personagem, mudando da fase infantil para adolescente, depois adulto, não houve
essa progressão nesse desenvolvimento da personalidade desse individuo, ele
parou no tempo, ainda aparenta catorze a quinze anos de uma idade que contaria
em documentos vinte e três anos, como se fosse um vídeo pausado, mesmo assim fazia
dessa situação motivos de alegrias, não se tratava de uma doença incurável e
nem transtorno mental, a professora Magnólia conhecia muito bem a vida de
Homero, ela pensava lá com seus botões e jalecos. - Homero ainda se
parece com aquele adolescente que formei em minha classe de aula, não evoluiu
em nada, mas porem eu não acho um caso perdido, só falta ele assumir uma
posição ser homem, ali naquela formação desse personagem só falta acionar um
gatilho mental, assim ele se despertará para a realidade da vida, eu sei como
curar esse rapaz, aguardem e verão.
Seus amigos de classe daquela época, já se
casaram, construíram famílias, alguns deles se estabeleceram nessa praça como
comerciantes, lojistas, outros se formaram a engenheiro civil, advogados,
políticos, e até professor nessas classes dos estabelecimentos de ensinos, dona
Magnólia ensinou para esses alunos hoje encaminhado para a vida, eles receberam
instruções de como evoluir no tempo, mas, Homero não aprendeu essas lições,
como passar essas etapas, para a vida adulto.
Seu Brandão era muito amigo do prefeito da cidade,
apesar de ambos serem de posições diferente, sempre estavam juntos nas
negociações, Brandão até já vendeu alguns exemplares reprodutores de suas raças
de bovino, tanto o prefeito como senhor Brandão era criadores da raça dos
búfalos.
Esses dois homens viviam disputando para ver quem
possuía mais unidades desse gado, e quais seriam os melhores de raça, essas
duas criaturas em tudo se divergiam, seu Brandão era um torcedor fiel do
Palmeiras, e veja lá para quem aquele prefeito torcia; para o Corinthians, eles
eram dois briguentos, mas todos os dias estavam juntos, pareciam gatos e
cachorro, para piorar mais essa guerra de futricas, um era filiado no partido
de esquerda, e o outro no partido de direita, nem tudo está perfeito, eles são
dois grandes amigos, mas sempre estão se divergindo.
Já estamos no finalzinho do mês de agosto, esse é
um ano eleitoral, antecipando as campanhas, senhor Olegário já está com os pés
nessa estrada em direção de uma reeleição para prefeito desse município, a
panfletagem já começou bem antes do período de campanha, senhor Olegário,
prefeito dessa cidade já colocou seu bloco na rua, isso não é certo, ele
está desobedecendo as leis eleitoral, lógico que o senhor Olegário não deixaria
de fazer um convite para senhor Brandão fazer parte da chapa que concorre ao cargo
da prefeitura de Sendas de Nova Aurora, mas com se previa, Brandão se negou a
ser candidato a vice prefeito, Brandão sempre foi oposição, apesar desses dois
estarem sempre juntos como dois amigos, na verdade Brandão não apoiará a
candidatura de Olegário, apesar de haver uma grande movimentação em favor
dessa reeleição. Seu Olegário já convenceu muitos eleitores a participar de sua
campanha, nesse momento Olegário conseguiu uma grande adesão a sua campanha,
Homero será um ótimo cabo eleitoral, apesar daquele jeitão de fanfarrão,
Olegário viu nele um grande personagem de fácil aproximação dos eleitores da
periferia, o povo mais simples gostava muito de Homero, apesar de um pouco
infantilóide, mas, muito conhecido na cidade devido essa personalidade meia
estapafúrdia de ideias desconectas.
Dois acontecimentos festivos estão para acontecer
nessa ordeira cidade de localização entre o norte e o leste grafado no mapa do
nosso país, a festa da padroeira e esse pleito eleitoral, Brandão já conversava
muito poco com Homero, imagine agora com tanta guerra política, mas a
professora dona Magnólia ainda precisava dos serviços desse desatento rapaz, A
professora dona Magnólia sabia através de sua formação acadêmica que Homero era
um casto rapaz, um moço donzelo, sem nenhum apego sexual mas porem por onde ele
passa todas garotas que vestia de publicidade da campanha do prefeito Olegário,
fazia presença marcante aos agarras com Homero, tudo isso já fazia parte da
campanha para o cargo de prefeito dessa cidade, as cores amarelas daquela
camisetas saltavam aos olhos daqueles possíveis eleitores, assim sendo Homero
estava lá pronto para vender seus peixes em favor de Olegário para prefeito
dessa cidade, por enquanto tudo é moleza, o adversário de Olegário ainda não se
pronúncio concorrente para esse cargo à prefeitura, porem Olegário aproveitando
da máquina pública já está gastando dinheiro aos tubos, imaginem vocês de onde
está saindo esse dinheiro da campanha de Olegário, pela fama de corrupto que
ele deixa as vistas de todos contribuinte munícipe, podem investigar as origens
dessas fortunas que Olegário acumula, mas não tem problema não, certeza o povo
de voto em mãos irão vingar nas urnas com certeza.
Hoje está nascendo uma nova aurora para todos esses
munícipes dessa cidade que por coincidência é chamado de Sendas da nova Aurora,
as vidas que respiram, estão fervilhando nos acontecimentos, já foi
oficializado e deram a largada para essa corrida em busca da vitória nessa
competição frente as urnas, a candidatura de Olegário batendo de frente a chapa
esquerdista de Justino... ele e sua família passeavam em férias pela Europa,
mas quando ficou sabendo que Olegário se candidataria para a reeleição, Justino
veio correndo para usar de suas forças nessa disputa.
Os donos de seus títulos eleitoral estão prestando
atenção no que se dizem em campanha, futuro para governar esse pequeno
município, o dia da decisão está aí próximo, basta acordar mais alguns dias e
pronto, aí todos fazendo valer seus votos, Homero o cabo eleitoral de Olegário
está em uma luta intensa ganhando votos para seu candidato, muitos até trava
discursões com Homero por ele ser tão insistente com seu prefeito candidato a
reeleição, mas Homero apenas responde dizendo. – só estou trabalhando,
ganhando meu dinheirinho, meu patrão agora é o senhor Olegário, só falo em
favor dele apesar de ser de direita e toda minha vida me demostrei de esquerda,
senhor Brandão briga muito com Homero por ele estar trabalhando para seu
inimigo político, mas esse inocente rapaz dizia que depois da eleição tudo
voltaria como antes, ele retornaria para o partido de esquerda, posição
que ele nunca arredou o pé, no momento só estava vivendo essa farsa, que não
assumiu nenhuma afiliação a direita nessa política, seu Olegário prometeu que
daria uma casa toda documentada, escritura em cartório, caso ele seja eleito,
assim o jovem Homero se mudaria para uma residência muito melhor, mais
confortada, doada por senhor Olegário a seu cabo eleitoral, dizia e prometia, o
prefeito Olegário para Homero morar.
A movimentação do povo desse lugarejo, estavam em
alvoroço, já iniciava um grande corre-corre, mesmo que foram encerradas a
panfletagem, muitas brincadeiras e gozação já acontecia por aquelas ruas da
localidade sobre esse tema de eleição para prefeito. Nessa manhã muitas
estampas de valhas e achincalhes a esse comandante do município, escreviam nas
estampas de publicidades que o prefeito Olegário não sabia administrar, um
eleitor da esquerda na calada da noite de posse de um jumentinho, amarrou no
concreto bem de frente com a prefeitura com um cartaz dizendo: - Não vote em
Olegário, além de burro, é também um político ladrão e corrupto.
O candidato Justino não estava tão mau na
preferencia dos votos para prefeito dessa cidade, a competição estará acirrada,
não se sabem direito que poderá assumir esse cargo, pelos barulhos do boca a
boca se percebem que a esquerda ainda continua muito viva nessa cidade, os
operários das usinas de álcool e açúcar estão firmes nessa preferência dizia
com convicção; Justino para prefeito, nas pesquisas feitas pelos populares já
de mostrava que a posição desses candidatos estão possivelmente empatada.
Brandão era uma grande personalidade dessa cidade,
empresário dono da maior usina suco alcooleiro, era um bom patrão, sempre
tratou muito bem seus colaboradores, como se diz os especialistas no assunto;
empregado que trabalha satisfeito com o patrão, sempre rende mais às empresas,
sendo assim esses trabalhadores estão com seus votos reservados para o
candidato Justino para prefeito.
Brandão sempre foi um personagem muito sério, como
já foi dito, muito difícil esse senhor relaxar suas conversas em piadinhas ou
sorriso desnecessário, como se dizem, todas as regras tem exceção, dessa
vez foi além das contas, enquanto Homero engraxava aqueles bastante pares de
sapatos da família de seu Brandão, Homero tinha um grande interesse por ganhar
dinheiros, agora que já acabou a campanha, ele ainda não se descansou de seus
intensos trabalhos, quando ele pensa que agora já pode folgar, mas não, se enganou,
aparece esses quase dez pares de sapatos engraxar, da família de Brandão e
professora Magnólia.
Seu Brandão em uma passagem pelo serviço que
Homero, como raramente ele faz, mas dessa vez saiu com essa brincadeira
apostando com esse engraxate.
-- Quero fazer uma aposta, sei que você Homero, é
uma pessoa muito inteligente e sabe analisar os fatos que acontece no dia a dia
dessa comarca, quero lhe fazer uma aposta, eu aposto com você que o candidato
Justino ganha essa eleição para prefeito, ponho em jogo oitenta mil reais, caso
seu candidato vencer essas eleições eu fico com tudo isso que você vai ganhar
do senhor Olegário, casa terreno e esse dinheirinho que esse candidato a
reeleição lhes recompensaria. Combinado seu engraxate, eu aposto na vitória de
Justino, e você na de Olegário, pode ser assim? você confirma?
-- Confirmo, deixa rolar a bola, na parte da tarde
veremos no que vai dar.
--Pense bem garoto, você poderá perder tudo, ou até
ganhar oitenta mil reais. (Brandão)
-- sim, eu topo. Disse Homero
-- Pense bem, hein!!!, depois não quero choro de
perdedor. Você vai perder tudo que Olegário te prometeu disso, não vou ter dó.
(Brandão)
Logo passa por ali onde o menino moço estava
prestando serviço para esse casal, professora Magnólia e senhor Brandão, em
conversa de marido e mulher, Brandão pergunta a sua esposa.
-- Onde vai logo cedo, ainda mais, dia de eleição.
Pergunta Brandão.
-- Preciso dar uma chegadinha até lá no sítio, acho
que os animais estão precisando de ração, vou aproveitar e trazer uns cinco
litros de leite tirado das vacas búfalas, eu volto eu volto logo.
Você precisa de uma pessoa para
descarregar essas sacas de rações, acho que fica pesado demais para você.
No momento o casal estava ar retirado uns trinta
metros do engraxate, Brandão deu um alerta para sua esposa professorinha.
-- muito cuidado minha querida, você sozinha por
essas estradas nessa caminhoneta Toyota, você e esse seu amigo por essas
estradas, já estou começando a sentir ciúme, outra coisa, muito cuidado com
esse tipo de gente que você busca companhia, uma hora dessas esse pião dá uma
recaída, você bem sabe, um mulherão como você desperta interesse até nos homens
afeminados e assexuados, não quero minha esposinha desviando da rota, lembre-se
eu sou seu marido, não divido se quer um fio se quer de cabelo seu, eu sou todo
seu e você é toda minha, como a consoante e a vogal, sem uma das duas não forma
nenhuma frase.
--Não se preocupe meu marido, Homero é uma pessoa
totalmente inofensivo, jamais ele tentaria algum atrevimento comigo, ele tem
muito respeito comigo, volto logo, ainda estarei para o almoço, já cumpri com a
minha obrigação de patriota, logo pela manhã já visitei minha sessão, depositei
meu voto (digitei), Homero idem, já estamos livres para todo esse dia. Só vai
ser um bate volta, logo reafirmo para você não ficar preocupado, estarei por
aqui, a tarde saberemos do resultado dessa eleição, Homero está com uma enorme
expectativa, aposta que seu candidato será o vencedor, aguardaremos até as
dezessete horas.
O engraxate comprou pilhas novas, dês das dezesseis
horas está sentado debaixo do tronco do pé de mangueira, radio ligado e muito
agitado aguardando as apurações, os comentários do pessoal da imprensa fazendo
o maior barulho com suas locuções adivinhando o resultado, até arriscando um
palpite, Homero ouvia e não gostava de nada de que seus ouvidos escutava, mas
apesar de tudo muito confiante, está certo que ganhará esse dinheiro do Brandão
e o premio maior do candidato em disputa, senhor Olegário.
Pronto!!! Já são dezessete horas, o rádio de pilhas
de Homero já começa divulgar os primeiros resultados, Homero
começou sentir umas tremedeira nas pernas, até essas cinquentas por cento dessa
apuração, os resultados das urnas fica cada vez mas emocionante, as apurações
continua num emocionante perde e ganha, mesmo assim, nada ficará tão fácil,
essas apurações, o candidato Olegário está tentando aplicar um golpe, caso ele
venha a perder, está vindo em primeira mão pela imprensa local que está
chegando e descarregando um frota de ônibus, estão descarregando uma multidão
de eleitores, tudo votos que Olegário conseguiu colhendo nos campos e fazenda
de propriedade desse candidato a reeleição que acontece nesse momento, muito se
sabem que o transporte de eleitores no dia da eleição é proibido, as leis
eleitorais punirá o candidato faltoso, Homero de rádio ligado ouvindo tudo
essas notícias, apostando que nessa reta final seu candidato venha vencer,
apesar desses empates nas apurações, o menino engraxate continua abraçado com
seu velho radinho de pilha aguardando a totalização dos votos, as rádios
anunciarão simultaneamente os resultados dos componentes para a câmara dos
vereadores e quem será o chefe do executivo por mais quatro anos.
Todas as notícias que percorre pelos veículos de
comunicação dessa cidade, já confirma, as apurações terminaram, disse o locutor
oficial do cartório eleitoral
– Os trabalhos de apurações já terminaram, estamos
com o resultado da contagem geral dos votos, a cidade de Nova Aurora já tem seu
próximo administrador por mais quatro anos, foi um resultado meio apertado na
soma desses votos, mas agora está confirmado.
Homero não suportava mais de tanta enrolação por
parte desse comunicador, fazia suspense de mais esse resultado só ficaram
sabendo na contagem dos últimos votos, o pequeno engraxate ainda não dava conta
do vitorioso desse pleito eleitoral, ansioso para ganhar o prêmio de oitenta
mil pela aposta, e mais alguns imóveis prometido pelo prefeito, atual candidato
nessa disputa para prefeito¸ enquanto esse apresentador dava um show de
suspense uma mocinha dessas que trabalharam nessa apuração, chegou bem próximo
do pedestal do microfone, falou aos ouvidos desse profissional da imprensa,
essa boca sagrada dessa loirinha pronúncio em alto e bom som, até parece que
ela trabalhava na campanha desse ganhador, se enchendo de alegria e muita
euforia, a boca abençoada, mas muito beijada, solta o som.
Homero se espedaçava de tanta expectativa, torcendo
para que Olegário saudasse vitorioso, sendo assim a recompensa de Homero seria
muito satisfatório pelos trabalhos prestados como cabo eleitoral nessa campanha
de muita luta travada, com certeza ele tiraria sua mãe das péssimas condições
de pobreza que vivia.
Nunca se vê isso, aliás acho até proibido por lei
esses trabalhadores da apuração fazer tanta festa e comemorações em divulgar
esse resultado, parece que todos as autoridades que participaram dessa apuração
estavam engajados na campanha desse candidato, a moça saltava e fazia
dancinhas, como se estivesse vibrando de alegria pela vitória desse candidato,
voltou até o pedestal do microfone e disse em alto e bom som, a partir do
próximo ano não estaremos de prefeito novo, a cidade de Nova Aurora continuará
com o mesmo prefeito, Olegário foi reeleito prefeito dessa cidade, agora só nos
resta comemorar, peço que aguardem o pronunciamento.
Dona Genoveva saiu um pouco, foi lá para os fundo
onde estava seu filho Homero sentado debaixo da mangueira ouvindo o resultado
das apurações, Homero estava repleto de alegria, griva alto e festejava muito,
abraçava sua mãe e rodopiava de braços aberto, ele se empolgou tanto que que no
ponto mais alto de sua euforia que sem pensar mais em nada remeou se velho
rádio contra o tronco da árvore, seu pequeno aparelho que tantas alegria deste,
agora se reduziu em centena de pedacinhos, a voz do candidato que pronunciava,
felicitando pela vitória, foi interrompida instantaneamente no ato do impacto
contra o tronco da árvore.
Dona Genoveva perguntou muito assustada;
-- Porque você fez isso menino Homero, você está
ficando louco, é?
-- fiz isso porquê meu candidato ganhou, nós
vencemos, nós ganhamos, nós ganhamos... viva o nosso prefeito Olegário, agora
reeleito, ganhamos, ganhamos.
SEGUNDA PARTE
.
--Ganhamos, ganhamos, agora sim!... Somos
vitoriosos, eles perderam de lavada, fio das éguas, certeza, no futuro bem
próximo, nós vamos governar esse país, o perdedor que se lasque. Disse o Plebeu
Homero, arfando de alegria, já contando com a vitória, logo antes do jogo
acabar, mesmo antes que o juiz trilar o apito.
Brandão; um homem muito sério, não gosta dessas
galhofadas, seus dentes sempre protegidos das intemperes, a língua que o diz,
nunca solta uma palavra mau dita, além disso ele era um torcedor que havia
perdido esse jogo, na verdade nesse momento estava torcendo os bigodes de raiva
por ter perdido esse jogo, ainda para agravar esse estresse ouvir essa vaia de
um sujeito como Homero que dizia; um zero à esquerda.
A personalidade de seu Brandão totalmente
oposta a de sua esposa dona Magnólia, possuíam ali nas divisas da zona urbana
com a rural uns pequenos empreendimentos, criava alguns animais para comércio,
o rebanho de vacas búfalas da dona Magnólia, ela não precisava dessa pequena
renda, não necessitava disso, mas separava um pouco do leite de seus animais
para o consumo diário, a outra parte que ultrapassava as medidas, os empregados
da casa levava para suas necessidades diária do casal, assim esses trabalhadores
eram agraciados.
Brandão e Magnólia era considerada pessoas ricas,
filho mais velho cuidava de tudo, organizava toda as finanças do pai, filho
muito honesto, nunca subtraiu se quer uma moeda das contas de seu pai, quando
precisava de algumas cifras, ele avisava seu pai que faria uma pequena
retirada, seu Brandão nem dizia uma pequena palavra permitindo esse saque,
mostrava um sinal de positivo ou balançava a cabeça dando sinal verde, depois
Brandão conferiria os extratos bancários.
Na cidade de Nova Aurora, quase todos habitantes,
conheciam todos, esse povo trabalhava no campo, havia muitos parreirais de
cultivo de frutas, quase todos os dias partiam para os grandes comércios da
capital, caminhões de engradado de frutas, nos entornos daquela cidade havia
atividades de variados ramos, até dona Magnólia que não precisava dessas coisas
poucas, se ocupava com esse seus trabalhos, essa senhora uma pessoa cheia de
vitalidade, apesar de seu posto nessa cidade, ela sujava suas roupas do suor de
seu trabalho, mas, porém a partir das catorze horas estava limpinha de banho
tomado, pronta para arrebanhar aqueles adolescentes barulhentos com suas falas
insistentes, ela fazia esses meninos e meninas se sentarem frente ao quadro
negro, a meu ver essa senhora deveria ser canonizada, se tornar santa
protetoras desses adolescentes, pergunto, só adolescentes? Ou todas idades que
bastasse precisar de uma ajuda, era uma professora das mais queridas desse
lugarejo, uma pessoa fenomenal, só passa por esse mundo raras vezes, esses
aprendizes alunos se reuniam quase toda a semana para fazerem surpresas na sala
de aula, aliás nem surpresa era mais, dizia em coro as vezes vestidos de jogral
– Professora Magnólia, nós amamos você, em seguida cantavam músicas
dedicando esses aplausos a tão querida mestre, que acompanham por todo o ano,
lado a lado nesses lugares na sala de aula. Depois desses apupos e rasgação de
sedas.
Homero era um pobre menino
adulto, apesar de seus vinte e tantos anos, tinha a mentalidade de uma criança
crescida, dês de que nasceu, mora nessa cidade, seu Brandão e dona Magnólia sua
esposa, gostavam de ajudar Homero na dura luta da vida, seu Brandão era assíduo
participante do clube da cidade, até ocupava de um cargo na diretoria dessa
agremiação, muitas vezes seu Brandão até pagava alguns trocados para
Homero, fazer uma faxina no clube recolhendo os papéis caído no chão, passar um
pano nas cadeiras e até trocar a água da piscina do clube, uns troquinhos aqui,
outros ali, somando com as engraxadas de sapatos. um engraxate muito
caprichoso, deixava tudo brilhando, naquela cidade todos seus fregueses de
mostravam satisfeitos do trato habilidoso de Homero.
Continua/10 de outubro de 2.026
No dia dezoito de agosto no ano que transcorria, a
cidadezinha de Nova Aurora estava em pavoroso, a santa padroeira desse povo
fazia aniversário, a quermesse já estava marcada para acontecer, aquele povo
ordeiro envolvido com suas rezas e celebrações estavam todos apostos a esse
grande acontecimento, a Paróquia de Nossa Senhora das Acácias se vestia dessa
santidade, o prefeito da cidade, em respeito aquele povo devoto, concedia três
dias de feriado, dessa vez essa comemoração será muito intensa.
Nos céus da cidade percebia uma salva de
tiros, os rojões explodiam fazendo um barulho ensurdecedor, parece que nunca
aconteceu uma comemoração tão festiva, prefeito da cidade, um político muito
afamado, mais da metade daquela população o bajulava aquele chefe executivo,
nas portas dessa prefeitura, faziam filas daqueles povo simplório, todos de
línguas afiadas, não para terem uma boa prosa com esse chefe do município,
reivindicar obras e benefícios para esse povo, eles usavam suas línguas somente
para lamber as botas desse prefeito desordeiro, corrupto e ladrão do dinheiro
público.
Dava vergonha de ver aquele povo puxa-saco com
tanta bajulação, na verdade faltava de tudo nessa cidade, esse município estava
jogado as traças, e esse administrador se preocupava com suas propriedades na
Zona Rural, deixando a cidade no maior abandono, mas há de se dizer, muita
gente boa não apoiava dessa administração, começando pelos os mais simples
cidadão desse município, apesar de suas simplicidades, Homero era um sujeito
que vivia fazendo seus protestos exibindo cartaz mostrando o desleixo com as
estradas do município, toda cheia de buracos, quase intransitável.
Seus correligionários deram a esse político seus
aval, atestando a permissão pra governar esse município, depositaram seus votos
em favor de um mau político de nome Olegário, ele trabalhava se dizendo o
executivo do município, mas na verdade ele estava mesmo frente a seus negócios,
possuía um considerado rebanho de gado da raça búfalas, nem pensem vocês pobres
mortais que o prefeito tirava de seu bolso o dinheiro para essa sua boiada de
raça de confinamento, para começar aquela enorme represa construída para o
trato desses animais aquáticos, foram construídos com as máquinas da
prefeitura, incluindo mão de obra, combustivo, e até danificou a natureza
desviando curso d’água, quase secando as nascentes por total, praticando esse
crime ambiental.
13/10/26, continua
O salão Paroquial estava repleto de
bandeirola, o padre anunciava que hoje seria o último dia da novena rezada para
a santa padroeira, repetiu para ficar bem claro, logo após daríamos início a
grandiosa quermesse, para terminar os festejos comemorativos dessa data tão
festiva, hoje será o dia maior, dentre os três dias, o aniversário da santa
será nesse momento, depois da salva de fogos o povo reúna em torno desse ato
sagrado.
muita música de todos os gêneros, o baile
está todo dançante, do outro lado do salão Paroquial, foi servido o jantar de
gala, com muitas variedades de comidas, inclusive os saborosos pratos da comida
nordestina.
Os comes e bebes já estava terminando, o jantar já
foi servido, todos se dispersaram, passaram para o outro da quermesse, dessa
vez se reuniram todos para o leilão, muitas prendas estava para ser leiloada, o
candidato vitorioso doou para a igreja um montante de vinte e cinco mil para as
reformas e assistência social, Seu Brandão doou em nome de Brandão e Magnólia
um veículo para serviço da comunidade, uma perua comb em perfeitas condições de
uso, os agraciados ficaram muito satisfeitos por essa oferta
Logo estaciona em frente da igreja o carro do
senhor Olegário, disse que veio agradecer pelos votos recebidos nas últimas
eleições, quando o conjunto musical terminou uma seleção de música dançante,
Olegário toma o microfone e começa um discurso, nesse momento o povo
demostraram pouco interesse naquele falatório, muitos que estavam por ali,
viram as costas e saíram de fininho, senhor Olegário ficou quase sozinho
pregando ao deserto.
Quando Olegário estava saindo da igreja, Homero foi
ao encontro do prefeito, se cumprimentaram cordialmente, agradeceu pela ajuda
que o menino engraxate prestou quando na época da eleição, Olegário, agora
prefeito fez algumas perguntas para seu es colaborador.
-- Você está sempre trabalhando para a família do
senhor Brandão, te pergunto, você é registrado em carteira, isso é trabalho
oficializado, é tudo direitinho. Homero? Perguntou senhor Olegário.
-- Não sou remunerado, faço os mandados para a
professora e alguns bicos para senhor Brandão. Disse Homero.
-- Eu vou te tirar dessa escravidão, vou de dar
casa e trabalho com um salariozinho bem confortado para suas necessidades, vá
até aos meus escritórios, leve sua carteira de trabalho, você vai trabalhar em
minha fazendinha, tenho minhas criações, aves, caprinos, meus cavalos, um casal
de bovinos de raça Holandesa, Você vai cuidar desse meus bichos, serviço
leve, muito tranquilo, basta abastecer o cercado de comida e água fresca, se
você aceitar já pode começar amanhã mesmo, dali de sua casa até a sede de minha
fazendinha é pertinho, de a pé ou de bicicleta você chega lá sem cansar.
-- Sim aceito sim, estarei lá bem de manhã, quero
trabalhar nesse seu serviço, pode confirmar, estou de acordo.
Antônio Herrero – 17/10/26
IA
Principais Alterações Feitas:
1. Pontuação e Fluidez: A divisão de períodos longos e
o uso de travessões (—) ajudaram a organizar os
pensamentos da professora Magnólia e os diálogos, facilitando a leitura sem
perder o ritmo literário.
2. Concordância Verbal e Nominal: Ajustes em trechos como "formados
a engenheiro" para "formados em engenharia", e "desobedecendo
as leis" para "desobedecendo às leis".
3. Ortografia e Crase: Correção de pequenos desvios de
concordância de plural (ex: "exemplares reprodutores", "raças
de bovinos") e crases obrigatórias (ex: em direção à reeleição).
Se quiser que eu revise outras
partes da crônica ou os demais artigos do blog, é só avisar!
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NAS
TRILHAS DO TERROR.
Antônio
Herrero Portilho
Quando aproximava mais
ou menos as dez horas da manhã, trafegava por aquela estrada, uma carroça
puxada à cavalo, conduzida pelo senhor Cirilo; morador do campo,
dirigia se para cidade a fim de encontrar com sua sobrinha que chegaria na
carruagem das quatorze horas, aproveitaria a ocasião e compraria
alguns mantimentos para o consumo do dia a dia, necessidades principais.
Ninguém daquelas redondezas gostava de caminhar por aquelas
estradas, atravessava por terrenos alagadiços, parece que aflorava do solo um
gás muito mal odoroso, hora até que se assemelhava com
chorumes, assombrosamente escorria pelos barrancos daquele leito carroçável
um pouco profundo, mais ou menos uns oito metros de profundidades, aquela via
quase tomada pelo pântano passava bem lá em baixo, os animais que
arrastava essa pequena carruagem até suava as narinas e relinchava ao perceber
esse ambiente sinistro.
Cada margem dessa estrada corria um fio d'água podre; o
cheiro era mesmo de carnes estragadas, senhor Cirilo teria somente aquela
trilha para chegar até a cidade, a gruta da assembleia do mau situava bem ali
perto, certeza que toda esta podridão se originava dali da gruta dos vampiros,
do lugar mais alto desse terreno nessa estradinha dava para enxergar lá à baixo
a gruta de pedra no pé da montanha, ao lado um pouco de terra fofa onde
começava o pântano local onde era desovado os cadáveres das vítimas dos
vampiros, à vista, mais destacado a velha igreja e o castelo do conde Fredy, a
arte dessa arquitetura foi desenhada pelos maçons, isso quando a maçonaria
caminhava juntamente com a igreja católica no início deste século.
Der repente os animais que puxava a carroça ficaram assustados, parece que algo
estranho estava acontecendo por ali, e logo constatou que havia uma urna
funerária bem nas margens da estrada, um grande caixão para defuntos, estava
aberto e vazio e a tampa afastada alguns metros jogado, e mais a diante caído o
corpo do defunto, um cenário meio que de terror, era mesmo de dar medo, os
animais desviaram do corpo, mas as rodas da pequena carruagem acertou em cheio
o caixão fúnebre.
O senhor Cirilo
conseguiu atravessar aquele pedaço de mau caminho, mas ainda se preocupava com
a hora de voltar, desta vez senhor Cirilo estaria acompanhado de sua sobrinha
que a qual ficaria por alguns tempos morando com a família dos tios.
Eram três as diligências que chegaria do sul, mas
todas estavam atrasadas, uma delas sofreu um assalto e levaram todas as joias e
pequenas posses dos passageiros, ainda mais, os ladrões soltaram os cavalos e
assassinaram o cocheiro a golpes de espadas. Nesta emboscada morreram oito
soldados gladiadores que também viajava em direção da cidadezinha de Santo
Lázaro, Emily seguia viagem na carruagem da frente, escapou de ser vítima, mas
os passageiros que restaram desse embate tentavam ajudar e até colocar os
cavalos novamente a puxar este transporte de passageiros, devido os transtornos
as carruagens chegaram aos dezessete e quinze minutos, próximo do escurecer da
noite.
Emily
depois que chegou, seu tio senhor Cirilo a recepcionou, senhor Cirilo apressava
Emily para que tomasse a viagem de volta, queria passar por aquele trecho de
caminho ainda de dia ao claro do sol, pois este cenário era mesmo de arrepiar e
que metia medo, mas essa sobrinha ainda permaneceu alguns minutos visitando as
lojas dos mercadores da pequena localidade.
Nessa
hora o sol já descambava começando se esconder no horizonte de
montanhas.
A
pequena embarcação do senhor Cirilo pega a estrada quando tudo começa a
escurecer, só os cavalos enxergavam aqueles caminhos, lugar muito perigoso para
essa moça e seu Tio senhor Cirilo trafegar nestas horas, havia muitos monstros,
vampiros, e a atmosfera estava carregado de espírito maligno, os relâmpagos
clareava o caminho e as imagens de terror apareciam no claro das luzes.
A
frente dos animais que no momento ficavam assustados empinando e relinchando
evitando passar por aquele determinado trajeto. Do lado direito os clarão
mostravam o castelo do conde sanguinário, do outro lado à velha igreja frente a
uma esplanada de um terreno como pátio de concentração, mas adiante ficava a
gruta da assembleia do mau, ali na altura desse trecho de caminhos demarcava o
limite de zona urbana com zona rural, senhor Cirilo e sobrinha Emily, cada vez
mais aprofundavam em meio a esse terror escurecido e entediante, agora inicia
as revoadas de morcegos fazendo rasante perturbando os animais que movimentava
com agitação, se desesperavam com as ameaças de ataques desses morcegos
sanguinários. Senhor Cirilo gritava com os animais para que eles
corressem e avançasse com mais urgências, e o cenário ficava cada vez mais
tenebroso. A urna funerária que estava no caminho quando senhor Cirilo passou
quando ia, agora estava lá novamente, a lua cheia se encarregou de iluminar
tudo, dava pra ver tudo perfeitamente, Emily agarrou a seu tio procurando
amparo como se estivesse se defendendo dessas imagens horrendas, ela percebeu
que aquele corpo que se movia se tratava daquele defunto que estava próximo do
caixão, e logo em seguida ficou de pé, nesta noite clara tudo ficava a vista,
dava para perceber claramente as unhas, a capa preta por fora e vermelha pelo
lado de dentro, os caninos pontiagudos, Emily percebeu quando esse vampiro se
aproximou e agarrou com força e cravou os dentes fortes em seu pescoço, assim perdeu
suas forças quase por completa, lhe foi sugado todo seu sangue, ficou branca
como um papel, o vampiro saboreou todo o líquido da vida dado a um mortal, o senhor
Cirilo lutou bastante para defender a sobrinha, mas tudo foi em vão, o monstro
a levou nos braços em direção da gruta da assembleia do mau, Emily será presa
em uma jaula e logo mais a algumas horas será servida como banquete para
vampiros, depois da reunião entre comes e bebes, a carne de Emily será servida
em pratos de refeições, por costume seria anunciado como jantar da meia noite,
servidos para todos seres sobrenatural dessa associação,
Naquelas
horas já aproximando da meia noite dessa sexta feira, a cidadezinha de nome
Santo Lázaro dos Eternos mergulhava num silêncio sombrio, o frio obrigava as
pessoas daquelas ruas estreitas, sofrer com esse clima gélido, se apegavam cada
vez mais a seus abrigos de clima frio, segurava com mais força seus casacos
para se defender do clima gelado que soprava do norte, o vento trazia o cheiro
do mar que bem perto dali murmurava entres os rochedos, faixa do litoral que
até impedia a ancoragem de qualquer tipo de embarcação marítima, diziam que os
espirito malignos sobrevoavam por ali, os velhos feiticeiros testemunhavam essas
verdades, mas permaneciam com suas identidades ocultas, devido as caças bruxas,
se escondiam temendo as represarias dos soldados do imperador.
Um
ser meio humano, meio imortal se apressava com as passadas, ia em direção da
gruta das assembleias, todas as segundas sextas feiras de cada mês todos os
adeptos desta falange teriam que prestar contas de todos os atos em favor desta
religião do mau. Já faltavam quase alguns quarentas metros quando o relógio da
matriz começou a badalar as doze pancadas, Betão teria que chegar a tempo e
assim foi, quando assinalou as dozes pancadas, Betão já estava fechando a
porta por dentro, terminando essa palestra começará a refeição, será servida a
carne humana acompanhada de taças de sangue, Emily será relacionada na lista
dos desaparecidos, seus restos mortais será lançada à represa que acondiciona
as ossadas das vítimas dos vampiros sanguinários.
*03/04/2018*
AS CINZAS DO MAIS
PERVERSO DOS VAMPIROS
Nesse
dia de pouco sol passeiam por aquelas vielas seres extra mundo... momento de
muita nebulosa quase ocultando corpos transfigurado de odores intragáveis de
ares purulentos, mas, logo a noite há de vir.
Nesse escuro a festa dos pirilampos,
finalmente alguns misero raios de luzes. Nesse terreno pedregoso as rochas
choram como vivente, alguns gemidos tenebrosos é a morte cutucando com um
tridente os poucos podres carnes hora já humanas. A cima dali como o estouro de uma manada, uma
avalanche de mostrando como será o seu novo mundo, agora as portas dos infernos
se abriram para Fredy, as dores e sofrimentos se confirmará em uma rotina, ele,
criatura exclusa de todos benesses do divino, nessa eternidade, longos dias
perturbará sua existência, você foi expulso em forma de morte, desse mundo real
de brilho solar. nesse momento você estará sendo assistido pelos zumbis, bruxa,
lobisomem sobre o mando de seu superior, o primeiro na hierarquia na ordem dos
vampiros; seu superior, o maior dos vampiros existentes nesse além das
catacumbas.
Enquanto
isso meu blog: (UM DIA SIM, OUTRO TAMBÉM) estará te monitorando, seguindo suas
etapas nessa sobre vida antes que seus ossos virem pó e sua carne pestilenta
transformam em chorumes infectantes.
Antônio Herrero Portilho
O senhor das sombras em
busca de sangue.
O relógio da matriz batia meia noite, as luzes
da rua apesar dos pinheiros plantado ali rente ao muro, os raios luminosos
focavam aquelas artes de concreto e mármores nesse lado de cá dessas divisas. A
cruz fixada ali na cabeceira do túmulo, naquela hora da noite fazia qualquer
ser mortal delirar de horrores, colada sobre as duas linhas cruzadas,
uma
chapinha ovalada de bronze lustroso, a escrita dizia: Perpétua, logo a baixo
dessa pauta uma linha descrevia em poucas palavras algumas informações sobre o
Jaz destes restos mortais. Conde Fredy'riks - viveu de mil oitocentos e oito
até nesses dias de atuais de mil oitocentos e setenta e dois, não te assuste se
as sombras da eternidade apagar todas as luzes de seus caminhos, quanto as suas
dores e sofrimentos serão resultados daquelas sementes que você mesmo plantou
nesse terreno pantanoso, passa logo, na eternidade tudo transcorre na
velocidade da luz, apesar de você estar nesses caminhos sombrios e sem o claro
divino, tudo encerrará como um piscar de olhos, aí outra vez assaltando
inocentes nessas espreitas demoníacas.
Sobre
a velha catedral em formato de morcego, aparecerá novamente e as badaladas do
velho relógio estará ali debaixo de seus pés onde ninguém o alcançará,
logo
aparecerá a primeira vítima, uma inocente transeunte estará caminhando como uma
presa fácil. transbordando de sangue jovem e cheio de vitalidade. Fredy está de
volta, muitas vidas pagaram com seu próprio sangue.
A ESTAGIARIA DO CASTELO
A escrava do Vampiro do castelo.
Bernadete
saiu essa madrugada para o trabalho no castelo, acho que ela tem um estomago
muito forte para trabalhar em um lugar como aquele, exala nesses ares mau
cheiro de podridão, carne humana em estado de decomposição, muitas pessoas
morrem nas mãos daqueles seres diabólicos, tudo leva a crer que esses restos
mortais são descartados ali bem perto, Berna, não sei se volta, nessas
condições acho já mais, morte confirmada.
Ali
é um local de sumiços de pessoas, principalmente quando se trata do sexo
feminino, não dura muito tempo que logo é considerada desaparecida, essa noite
foi a simpática senhorita Bernadete, patrão vampiro a chamava de Berna,
Muito
responsável em seu trabalho, sempre aposta com suas obrigações nesse castelo,
Fred na falta de uma taça de sangue fez dela sua vítima, foi sugada até que
suas carnes se tornassem brancas como um peixe fora d'água por algumas horas,
Fred aproveitou até a última gota de seu sangue, assim foi o fim dessa meiga
senhorita, esse vampiro lhe embebeu seu líquido essencial para a vida.
Zuleica
avó de Berna morava em uma casa de origens medieval, arquitetura simples
nivelada entre as montanhas quase escondida nas encostas, de acessos
dificultoso entre as rochas e caminhos que levava a uma via de margens mais
larga, a qual usava-se para o tráfego de carruagens ou carroças.
Zuleica
mãe de Berna; a mesma que hoje jaz, pessoa meio esquisita muita entendida em
assunto de bruxaria vampírica, percebia que o sumiço de sua filha Bernadete foi
obra de Fredy o Vampiro mais tenebroso desses tempos, nada pode fazer, Zuleica
e Fredy; ambos de formações sinistras sobrenatural, também vivia nesses mundo
dos horrores, sempre praticavam essas feitiçarias, ela também tinha suas
artimanhas e truques para adentrar nesse mundo das trevas, havia a necessidade
de manter essa sua identidade secreta, os homens da santa inquisição apesar de
outros tempos, ainda exerciam o trabalho de fiscalizar e exterminar todos que
praticavam trabalhos secretos de magias e misticismo nesse começo do século
quatorze, estavam decapitando essas
pessoas que praticavam esses cultos que os quais dizia ser aos diabos, Zuleica
transformava em mariposa, assim sempre se livrava das garras do soldados dos
religiosos, essa negra borboleta de hábitos noturnos pousavam em paredes
residenciais, tronco de árvores que confundia com a textura da casca da
madeira, mimetizava pela cor e luz. Muito difícil ser aprisionada, nada a
alcançava para leva-la para a fogueira santa, assim diziam os soldados do
apocalipse.
Morava
sozinha, só algumas visitas de sua neta Malvina que vinha das distantes terras
de um outro reinado, essa neta nesses ditos finais de semestres estaria sendo
diplomada na categoria de Bruxa classificada como especialista em ato de
vampírica, seguia a vocação de sua avó Zuleica.
Hoje
Zuleica recebe uma visita, sua neta que vivia em outro povoado, outro reinado,
veio para morar com sua avó Zuleica, a neta Malvina ficou órfã, seu pai e sua
mãe foram mortos a espada a mando do rei, suspeitava de trabalhos em
feitiçaria, mas apesar de Malvina ser uma formada em assuntos vampiros, não foi
decapitada, vivia em segredo, sendo assim só restava a companhia de sua avó
Zuleica, assim Malvina arrumou um teto, dentro de poucos dias teria que fazer
uma viajem, ficaria por ali até sua volta.
Quando
o sol já estava se escondendo por completo, a noite avançava a passos largos,
devido clima muito frio, a casa estava com portas e janelas fechadas, em
situação repentina, Malvina passa a sentir falta de sua avó, procurou por todos
os lugares aí ela sentiu que havia perdido de vista, sabendo dessas atividades,
malvina não se preocupou em nada, já sabia de suas peripécias ligada a esse
sobrenatural, aproveitou aquele começo de noite para conferir sua bagagem, em
seguida procurou seu leito de dormir, assim fez, embrenhou noite a dentro,
tinha certeza que sua avó logo viria.
Hoje levantou-se antes dos primeiros raios do
sol, quando procurava pela sua avó não a encontrou, conferiu todos os cômodos
dessa casa e já ficou confirmado, Zuleica sua avó, não estava em casa ou fazia
presença de uma outra forma.
Logo deparou com algo estranho frente aos seus
olhos, percebeu uma enorme borboleta preta de hábito noturno, estava pousada na
parede, confundia a visão, quase imperceptível conforme a coloração das rochas
que formava esses divisórios entre a cozinha e o quarto de dormir, de aspecto
diabólico, se observasse bem poderia perceber a nítida figura de uma bruxa
naquelas asas desse inseto aterrorizador, Malvina sabia que sua avó possuía
aquele poder de se transformar em mariposa para driblar os caçadores de bruxas,
por isso não quis enxota-la, deixe ela pousada lá.
-
Já estou imaginando que algo inesperado poderá acontecer, ela previu
antecipada. Disse a neta sabedora desses feitiços, mas porem precisava guardar
em segredo devido essas perseguições a essas atividades, tal qual a sua avó
exercia. Malvina esperava o dia amanhecer por totalidade para dirigir-se até o
velho castelo, buscava se empregar como auxiliar de assunto vampiresco; essa é
sua formação, inclusive seu futuro patrão, o velho vampiro Fredy a esperava
para sua contratação como estagiaria nesses variados serviços, certeza que
Malvina estaria contratada, seu perfil confere em tudo que o senhor Fredy
precisa para ajuda a esses afazeres não muito normal, difícil alguém preencher
essa vaga, tipo de profissão quase extinta, Malvina era a pessoa certa para essas
atividade, apreciava e admirava esse ramo de atividade.
A
neta de dona Zuleica percebeu um trotear de cavalos que pisava ali em frente da
porta de dona Malvina, a moça abriu a porta e logo percebeu, era dois
cavaleiros do rei que vieram buscar Zuleica:
-
Estamos aqui em busca de Zuleica, o que você é dela? Perguntou o soldado em tom
de voz com austeridade, Deixou Malvina muito preocupada, mas respondeu dizendo
que sua avó não morava mais lá, que havia se mudado para muito longe dali, que
a busca seria em vão.
Mesmo
assim os soldados foram conferir, reviram todos os pertences, deixaram a casa
de cabeça para baixo, mas não encontraram nada, os soldados se sentiram
frustrados e disseram:
- Essa busca ainda não acabou, nós voltaremos
a qualquer hora.
- Sinta-se à vontade, estou dizendo que minha
avó não pertence mais a esse reinado, foi embora para bem distante daqui. Disse
Malvina ainda meio amedrontada desviando os interesses desses cavaleiros do
rei, até que os soldados batessem em retirada.
-
Eles já se foram, posso voltar ao meu normal? Respondeu Malvina - sim não tem
mais ninguém para nos incomodar, mas me diga onde você está que não estou te
vendo? Perguntou Malvina exigindo resposta.
-
Aqui oh... não está vendo essa mariposa aqui no alto da parede, sou eu. Não se
preocupe, dessa estamos livres, mas logo estarei indo embora daqui.
Houve
um fenômeno na natureza, o céu escureceu tamanha era a revoada de mariposas que
saía da velha caverna desabitada que ficava a uns quatrocentos metros retirado
dali. Em um momento espetaculoso em que a dança de horrores acontecia nesses
ares e se deslocavam em direção do horizonte, ainda em forma de mariposa,
despediu de sua neta fazendo recomendações para que cuidasse bem da casa e
fique morando até sua volta a um dia qualquer, partiu comovida por deixar tudo
para trás, nesse clima de tristeza, mas evitando qualquer situação de morte em
fogueira, morriam queimadas em praças públicas, Zuleica alça voo e ainda
consegue alcançar no final daquela fileira de borboletas noturnas, se infiltrou
no bando e seguiu viagem para bem longe dali pelo menos uma mariposa naquele
bando era diferente, tinha vida, era humana, enquanto que Malvina é contratada
para os trabalhos extra ordinário no castelo do conde Fredy, ficaria a cargo de
acompanhar e atender as necessidade desse velho Vampiro ainda perigoso e
sanguinário, agora na condição
de
estagiaria desses horrores que ocupa a vaga de sua tia Bernadete; Berna como
dizia Fredy.
A ESCRAVA DO VAMPIRO
O
vampiro Fredy se movia com dificuldade, mesmo que ansioso procurava por todos
compartimentos daquele castelo, chamava com a voz alta e retumbante causando
eco por todas as alas que existia naquele velho Castelo, exigia a atenção com
insistência de sua ajudante em assuntos especiais.
urgente,
se estiver me ouvindo compareça lá na capela do castelo, isso é urgente, rápido
Berna. Espero você lá. (poderia se dizer o velho vampiro, estava perdendo as
forças e seu envelhecimento avançava a cada hora que passava).
Nesse
momento nosso ser vampiresco necessita urgentemente de algumas poções de
sangue, caso houvesse alguma longa demora, Fredy poderia entrar em um processo
de deterioração total; o corpo desse vampiro desaparecerá em uma poça de
espécie de chorume, toda sua carne se desmanchará levando ao fim transformando
em um esqueleto, sem volta a vida.
Rapidinho
aparece Berna que irá providenciar tudo que senhor Fredy necessitava
-
Traga urgente, eu preciso é pra já (Fredy disse a sua criada exigindo pressa),
não estou nem conseguindo me movimentar.
-
Sim, sim!... já estou a caminho, vou arranjar esse seu sangue urgente, para já.
Berna
encontrou com sua superior Sofia quando descia as escadarias; morada desses
seres maléficos...Sofia; outra personalidade ligada às feitiçarias e bruxarias,
parceira número um da criatura das trevas... perguntou com exigência de
resposta:
-
Onde vai toda às pressas com essa enorme seringa em mãos, não venha me dizer
que Fredy está em crise outra vez.
-
Vou tentar colher alguns ml de alguém por aí, sei que hoje não está fácil, mas
terei que voltar com missão cumprida, caso não consiga, nem sei em que vai se
dar isso (disse Berna em tempo de pressa e apavoramento, ainda conseguiu dar um
tchau a sua amiga de serviço naquele castelo.)
Berna
saiu pelas ruas quase deserta, estava desesperada e com urgência de coletar um
pouco de sangue, seu patrão e vampiro estava em fortes crises, só um pouco
desse líquido vermelho enrubescido poderia salvar desse transtorno final, Berna
teria que trazer essa seringa completa desse líquido, para senhor Fredy o único
recurso, e ainda mais; urgente, antes que aquele ser diabólico se desmanche
entre carne e ossos.
Infelizmente,
Berna não conseguiu coletar esse sangue, voltou para o castelo de seringa
vazia, muito decepcionada por não ter ajudado seu patrão, agora o que teria
como resposta a sua de salvar a vida de seu mestre, só se dizer que não
encontrou ninguém por aquelas ruelas, foi um resultado muito sinistro para
Berna, teve que pagar com seu próprio sangue, Fredy já estava quase
desmoronando de tanta fraqueza, ainda mais, certo que não conseguiu voltar com
a seringa cheia, no momento que Berna estava acertando as contas com esse
vampiro, as serviçais do castelo, Sofia com a ajuda de uma terceira pessoa
surpreendeu Berna por trás e aplicou um golpe de mata leão, a moça ficou
imobilizada, caída ao chão frente a esse Vampiro, com muita dificuldade
conseguiu se movimentar de seu trono enquanto se valia de suas últimas reservas
de energia, abaixou onde ela estava estendida, quase batendo com seus nariz ao
chão, até com a posição meio em falso, mas conseguiu cravar suas duas presas no
pescoço de Berna, no momento que ele sugava esse sangue, ia se fortalecendo
gradualmente enquanto a levantava nos
braços, em seguida o corpo de Berna se transformou em uma Múmia branca sem
nenhuma gota desse líquido que irriga todo aquele corpo e que dá origem a vida.
Fredy
se saciou daquele alimento, para ele sagrado até que sua boca ficou toda
manchada de vermelho de mostrando uma cena de horror.
Nesses
dias atuais já não se encontra mais com a capacidade de ir à caça de suas
vítimas, anda devagar e suas proteções espirituais já o abandonaram, não
consegue mais pousar na torre da igreja para visualizar suas vítimas, não
consegue mais a metamorfose de se transformar em morcego, a velhice o alcançou
e já está quase lhe aplicando uma rasteira.
Nesses
próximos dias ele estará deixando esse plano espiritual, viajando para a
eternidade, quer dizer, eternidade, eternidade não sei não, o mundo dos
vampiros é muito transformador, pode até ser que logo ele estará na pele de um
outro vampiro mais novo e mais diabólico, assim como Drácula, aí não precisará
que os serviçais do Castelo saiam com seringas em mãos para tratar seu
patrãozinho vampiros envelhecido.
Berna
também estará de volta em uma missão vampiresca. Em breve Fredy e Berna
atacando os passageiros das noites nessas ruas sombrias dessa cidadezinha.
Antônio Herrero Portilho/01/6/22.
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