domingo, 8 de março de 2026

Mirela - sonho sonhado

 


                 

                  

                MIRELA, VIVENDO SONHOS

                        Para adultos 

 


        Petra havia saído pela manhã, carregou para dentro da caçamba do pequeno veículo utilitário do mesmo ano de  fabricação,  servia para o transporte da produção da chácara, dona Petra mãe de Mirela tinha essa função, quando não era Petra, Mirela dirigia esse veículo carregado de caixote das frutas, verduras e legumes, entregas naqueles pontos de comércio estabelecidos ali nas ruas para exposição de feirantes, o dinheirinho das negociação era certo, quando não Petra, Mirela também fazia o mesmo trabalho, hoje Mirela ficou em casa tomando conta da chácara.

Ela vendo que estava sozinha, e poderia agir como quisesse, se achava dona da casa, foi logo tomando em mãos se telefone móvel, acessou algumas páginas de sua agenda, procurando o número do aparelho de um daqueles namorados, entra em contato desse escolhido sortudo, chama o até aqui paras namoradinhas daquelas calhente, foi a conta de desligar o celular lá estava Beto em seu portão, ele até morava longe, é que se locomovia de Bike ( bicicleta), o rapaz pediu para colocar a bicicleta para dentro do quintal, ela disse, que poderia ficar à vontade.

Ela não deixou o rapaz entrar para dentro de casa, foram lá pros fundos, andaram uns cinquentas metros a dentro, chegaram até o mangueirão dos porcos, tinha um banco que servia para alcançar as alturas do cercados facilitador de jogar os alimentos para dentro do cercado, Mirela e Beto se sentaram ali e fizeram umas preliminares, muitos beijos entre abraços, amasso cheio de loucura, Beto escanceou todo o desenho do corpo de Mirela, roubando as palavras da pocilga ali existente nas proximidades, Mirela foi fuçada e servida como a comida dos suínos preso no cercado, também há de que se dizer, ali não era um ambiente completo de sujeira, dona Petra sempre limpava esse chiqueiro, mas porem sempre fica algumas sujeirinhas espalhadas por ali, sabem-se como é; porco é porco, devido o cenário tão romântico de cheiros e fedores, eles fizeram amor com a maior enlouquecia, praticaram os atos de maiores insanidades, imaginem o pano de fundo era uma pocilga exalando cheiro de urina e fezes de porco.

Nesses dados momentos, Mirela ouviu os grunhidos dos cães de guarda dando boas-vindas a alguém que vinha chegando, era dona Petra mãe de Mirela que já entrava pelo portão da garagem, ela ainda depois que desligou o seu veículo, se espreguiçou esticando os braços e pernas, bocejou comprimindo o ar da respiração, pensou em voz alta:

– Ainda bem, foi um bom faturamento, vendemos bem essa pequena colheita produzidas por nossas terras, mais dinheiro na conta, continua em pensamento. – onde estará Mirela, a casa está toda sozinha, parece casa abandonada, mapeou o quintal para localizar Mirela, logo dona Petra avistou lá do lado do mangueirão dos porcos, Mirela estava vestindo a calcinha, do lado de Mirela, Beto no momento urinando tal qual um cavalo quando termina a trepada, dona Petra presenciando tudo, percebeu que aquele ato desse drama sexual já havia terminado, o casal de jovens peraltas já estavam se arrumado, vestidos, as cortinas desse palco cheio de odores e fedores já estavam se fechando, Mirela ficou assustada quando ouviu a mães chamando, e perguntando.

-- você pode me dizer de quem é essa bicicleta que está aqui? Perguntou Petra.

-- É de meu namorado, ele está aqui comigo.

--Já entendi. – outra vez?

 

                    SEGUNDA PARTE

        Mirela estava muito inspirada, e o rapaz idem, Mirela não era uma iniciante nos tratos do amor e sexo, sabia como fazer agradar qualquer parceiro, morava no fim da rua da vila daquela cidade, já trocou de namorado por várias vezes, ela conheceu a fundo esses meia dúzia de namorados, nesses dias ela está sozinha, quer dizer, não está namorando ninguém, sua mãe sempre pergunta,

--por onde anda esses seus namorados.

ela sempre responde que no momento não está namorando ninguém, dispensei esses namorados frangote adolescente, esses novinhos não me apetecem mais, quero conhecer um senhor que me demostre uns quarentas ou cinquentas, aquele homem que conheci a três anos, sim, gostei muito dele, ele me fez sentir mulher de verdade, mas esses outros que vieram não me supriu mas minhas necessidades sexual, não vou me entregar para qualquer um, agora vou escolher a dedo o homem quem eu quero ficar, nem que for casado, mas que seja um homem de verdade, nada desses novinhos fuleiros.

Disse Mirela à sua mãe, ela sempre conversou assim com sua filha, franca e objetiva, dona Petra nunca foi aquela mãe que prende a filha sem dar a chance de curtir a vida lá fora, levava tudo com um papo amigável, ela é sempre criada na liberdade para fazer o que quiser, morava naquele endereço que tinha como fundos uma chácara de propriedade de seus pais, frente do portão da casa dessa moça, e  do outro lado da rua, tinha ali plantado umas sombrosas árvores, nas tardes ela se sentava ali em um banquinho para usufruir daquela sombra refrescante, enquanto tratava da unhas se penteava, as vezes até fazia maquiagem enquanto ouvia algumas músicas no celular.

Alguns rapazes amigos dela passaram por ali e pararam para uma boa conversa, mas porem ela estava focada em mudar a maneira de proceder, opção pelos mais experientes, coroas de cabelos brancos talvez, esses rapazinhos pegaram suas bicicletas e bateram em retirada, pois nada foram concedidos.

Depois de muitas horas ali sentada, resolve se recolher, quando ia pegar o banquinho que estava sentada, percebeu uma grande movimentação de máquinas de terraplenagem, os operadores de tratores estacionaram bem ali perto da casa de Mirela, ainda ouviu pelas bocas desses homens que no dia seguinte estaria começando os trabalhos de duplicação da avenida que cruzava com a rua que morava, aproveitaram a sombra das árvores para estacionar as máquinas ali, ficava bem próximo da casa dessa mocinha sonhadora, deu boas vindas para aqueles homens, irão construir outra pista de rolagem bem ali nas divisas da chácara da família dessa moça, em frente do portão, do outro lado da rua ficou estacionado uma pá carregadeira sempre operada pelo senhor Geraldo, um senhor louro com traços Europeu, Geraldo não era daqueles velhos caindo aos pedaços, pelo contrário, uns trinta e cinco anos, morava em outra cidade muito distante desse município, empregado da firma companhia de tratores e terraplanagens, Mirela nem dormiu direito essa noite, tal era a expectativa dos homens trabalhando ali bem pertinho da meiga menina muito esperançosa de dias bons, quando não está com sono se apropria do celular ficando acordada até mais tarde, acabou indo dormir lá pelas tantas da noite, até dormiu um sono muito prazeroso, prazeroso só até daí a pouco, pois tudo começou acontecer como nos próximos dias, as máquinas dos amigos desse operador farão aquela terra tremer, e a mocinha sentirá em breve, é só aguardar..

Ela teve um pesadelo durante essas horas de sonolências, sonhou que quando ia pela rua uma daquelas máquinas a perseguia, em sonho por mais que ela tentava desviar dessa perseguição, a máquina ia pra cima dela, corria a frente desse trator pá carregadeira, enquanto os amigos desse operador gritavam como se estivesse em uma torcida de um jogo e diziam.

-- Pega ela Geraldão, pega ela Geraldão. Enquanto ela gritava alto bem apavorada, aquela lâmina da frente daquela máquina que colhe a terra dos aterros quando está em operação, esse trator perseguia a menina, isso em sonho, quase alcançando, quando aquela espécie de concha tocou em sonho no traseiro de Mirela, acordou muito assustada, sentiu que tudo isso não passou de um pesadelo, mesmo acordada ela ficou com o som daquela plateia gritando alto em meio as supostas torcidas.

 – Pega ela Geraldão, pega ela Geraldão enquanto aquele trator fazia aquelas manobras, Mirela ficou com o som daqueles risos e gargalhadas de deboches, ainda bem que quando levantou pela manhã, já estava curada daquele pesadelo, foi até a cozinha pegou uma xícara de café, tomou com algumas iguarias, são cinco horas dessa manhã, volta para a cama e novamente começa um bom sono, só que por poucas horas, porque as oito da manhã acordou assustada com os barulhos das máquinas, esses trabalhadores operadores das gigantes máquinas ligavam os motores e acelerava para que os lubrificantes espalhassem pelos motores e engrenagens, Mirela acordou sobressaltada, mas de bem, ela correu a frente do portão para ver e conferir quem seria esse senhor Geraldão, conferiu e depois pensou com seus elásticos e botões.

 –Ah é esse o tal Geraldão, o motorista da pá carregadeira, que passe as horas, que venha os dias, mas logo teremos uma conversinha de acertos de contas... certeza ele vai gostar dos sons de minhas palavras.

08/3/26

 

Logo a vida nesse local que Mirela morava começava a desenvolver, e mostrar o progresso nessa rua que Mirela morava, transcorrendo nessas longas horas, desse mais um dia.   

Enquanto isso, Petra, sua mãe sempre apostas em seus trabalhos nesses dias a dia, nessa propriedade de tamanho grande, quase chegando às condições de sítio, a pequena família vivia do sustento de uma renda de valores até satisfatórios, além do que produzia na chácara, comercializam frutas animais dos pequenos portes; porcos aves e um pequeno rebanho de caprinos, além de uma conta bancária com um saldo confortável, Mirela e sua mãe e um pai sempre ausente, aparecia lá alguns dias da semana, dizia ser corretor de imóveis, certeza que havia alguns  trambiques ocultos na vida desse homem pai de Mirela, certeza, ele tinha uma segunda família, a noite ele se escondia em alguma residência por aí em meio essas mais de setentas mil casas, contagem feitas pelas estatísticas do governo federal (IBGE) que o recebia para uma vida extra conjugal, esse era o pai de Mirela. Nessa manhã ela sai a frente da casa, as máquinas da terraplanagem ainda estavam de motores funcionando, logo esses operadores darão início a jornada de trabalho, estão aguardando os engenheiros dar ordem para os trabalhos, nesse instante chega o encarregado dessa obra, logo após algumas conversações foram dadas a largada, as máquinas saíram uma a uma, cada delas tinha seus setores de atuação, mas a pá carregadeira ficou por último.

                                                                                     Geraldão seu operador saltou das alturas da cabine com um cantil térmico onde ele tinha sempre ali perto no assoalho de seu veículo de serviços pesados, enquanto trocava os passos dirigiu até a casa de Mirela, no momento recolhia as folhas das árvores que havia caído durante essa noite, Geraldão de frente a mocinha Mirela, pedindo atenção disse se ela poderia arrumar um pouco de água para encher seu cantil, ela o atendeu com muita simpatia e delicadeza, Mirela ainda abasteceu aquele vasilhame com águas bem geladinha tirada de um dos três frízeres ligado para conservar os produtos daquele sítio, ela foi até o portão e entregou para Geraldão, ele ainda se desculpou.

-- Oh menina, não precisava dessa trabalheira toda, podia ser da torneira mesmo, tudo isso para quê?

eu até acho que não haveria necessidade. Você foi muito gentil... a proposito, como você se chama mesmo?

Ela respondeu com muita dedicação às palavras.

--Me chamo Mirela, o senhor é o motorista daquela máquina que tem uma coisa parecida com uma concha para catar terra?

--Sim! Sou eu.

Geraldão ainda achou graça como ela descreveu sua máquina; coisa que parece uma concha, deu algumas risadinhas.

 --É uma lâmina de fazer aterro, fiquei por último porque não há necessidade para começar, só entro em ação depois de algumas horas desserviços, agora não tem terra para carregar, ainda é início da obra. (Geraldão)

-- Em outras ocasiões observava uma máquina dessas sua a trabalhar, confesso que também fiquei com vontade de dirigir um tratore iguais esse aí. Disse a mocinha coberta de ingenuidade.

--Não é coisa de outro mundo, nos dias atuais, já se pode presenciar muitas mulheres no comando dessas máquinas pesadas, tanto na área de agricultura, dirigir carretas e até nos substituindo nesses trabalhos de terraplanagem, no comando de grandes caminhões basculantes, operar uma dessas máquinas para uma mulher por mais delicada que fora, é muito simples, nesses dias os comandos de um veículo como esses, eles são hidráulicos, muito leve o manuseio. (Geraldão encompridando o papo com Mirela) 

 --Qualquer dia desse vou lá na sua cabine para você me ensinar como move esses comandos.

Ainda em conversa com aquele homem operador, ele me dizia que é mais ou menos os controles de um vídeo Games; joguinhos eletrônicos, se for igual eu vou me dar bem, sou boa nesses jogos.

-- Estou te esperando lá, no aguardo. Disse Geraldo todo cheio de má intenção.

09 de 3 de 2026

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TERCEIRA PARTE

 

Petra tomou a prancheta e caneta foi até a dispense conferir como estava o abastecimento das rações dos animais, apontou que havia pouca comida para as aves, gatos e cachorros, incumbiu Mirela quer fosse até o comércio no endereço da casa de rações, comprar uns cinco sacos da marca que esses bichos consumiam. Mirela estava debruçada na mureta do portão da frente observando o movimento da rua, distraída com seu telefone móvel, sua mãe chegou até onde ela estava e foi logo falando.

--Preciso que você vá logo a rua comprar ração para os animais.

--Porque não comprou ontem, ontem foi a rua. Mirela respondeu assim para sua mãe.

--Estive no centro expondo nossos produtos, mas, porém, em posição diferente, ficava mais perto voltar para casa, certa que não ia faltar nada por esses cincos dias, me enganei, vai faltar sim, caso não repõe hoje, tome a chave, pega a caminhoneta e vá lá na casa de rações, precisamos repor o que já fora gasto.

 

Era num dia de sábado, mas esses tipos de comércio funcionam até as dezoitos horas, ela seguiu a rua em direção ao mandado de sua mãe, chegou ao endereço marcado estacionou o veículo perfilando a sarjeta, desse mesmo lado da rua, por coincidência havia um pequeno hotel... dos mais populares, bem próximo às portas do comércio que Mirela entraria para a compra de alimentação dos bichos da chácara.  

Mas quando Mirela dirige os olhares em seus redores, veja quem estava lá sentado em uma dessas cadeiras de áreas, ainda mais, atrapalhando a quem passaria por ali, Mirela pediu licença para movimentar seus passos, Geraldão cedeu aos pedido da moça, afastou a cadeira para o outro lugar nessa mesma calçada, dando passagem a linda Mirela que quando prestou atenção com quem estava conversando, ficou muita surpresa com esse já conhecido persona, Mirela já bateu longos papos com esse operador de máquinas pesadas.

Ele estava se descansando dessa trabalheira que aconteceu nesse meio período do sábado naquela obra, na cadeira quase deitado, camisa desabotoada, chinelão Rider de bermuda tipo esportiva, ela trocou algumas palavras em cumprimentos, nesse momento ela percebeu o mais a mais do senhor Geraldo, quando ia saindo para entrar na casa de rações, ela perguntando em tom de brincadeira.

--Ah... então é aí que você mora? Descobri seu esconderijo, agora não consegues esconder de mim (Mirela).

-- é verdade, você descobriu a minha segunda residência, enquanto estou trabalhando sou um nômade, vivo de cidade em cidade, de obra em obra, minha esposa não se importa com minha vida, não liga pra mim, acredita cegamente na minha fidelidade conjugal, se ela soubesse das tantas namoradas que arrumo nessas praças que chego para trabalhar, ela pediria o divórcio, certeza.

Depois que Mirela fez aquela compra, despediu do senhor Geraldo, carga acondicionada na caçamba tudo pronto para partir, dirigia rua à baixo enquanto ia revirando aquela memória recente, a cabeça daquela mocinha estava parecendo com um vasilhame de macarrão instantâneo, mexendo, mexendo com o talher e temperando com uma porção de pensamentos sujos sexualmente falando, parece que esses dois vai dar transa, tudo transcorre para esses finalmentes, Mirela quer e Geraldão também quer, quando dois querem, dois não briga, mas esses corpos acabam em abraços e beijos, em amassos e muito mais que há de vir pela frente, ou talvez retaguardas.

Tudo indica que essa pá carregadeira ainda vai pavimentar essa alameda que levará Geraldão até o coração de Mirela, quer dizer, nem só coração, coração, e outros órgãos adjacentes feito para o prazer, mas, ainda terá que atravessar pontes, declives e lugares obscuros feitos para as intimidades femininas,

Se é que estão me entendendo.

11/3/26

SEGUE PARA O EPÍLOGO.

Mirela chegou do centro da cidade trazendo os alimentos dos bichos da chácara, já havia passado da hora de tratar dos suínos, Petra deixou passar da hora dos bichos comer, faziam um barulho enorme, mas Petra estava ocupada com outros afazeres, aguardava que Mirela fizesse essa tarefa, Mirela ajudava sua mãe em tudo nesses trabalhos nessa propriedade, ela sempre obediente com sua mãe foi atender os pedidos de dona Petra, já havia ali bem perto do mangueirão um balaio cheio da comidinha para os suínos, muita macaxeira, aboboras, farelo e até coalho de leite, os animais que povoam esse sitio são muito bem tratado, disso dona Petra pode se gabar, crescem rápidos e logo terminam em uma grande panela fervente de saborosa e crocante pururucas, e latas de vinte litros de gordura para o consumo humano, dona Petra sempre dizia com sigo.

– Fico com pena deles, mas fazer o quê? É assim que funciona a cadeia alimentar, é os grandes comendo os pequenos em todos os sentidos da palavra.

Agora só restava Mirela Tomar um belo banho, tirar de sua pele aquele cheiro de chiqueiro, adicionando uns cheirinhos de cosméticos muito aromático para amanhã bem cedinho se apresentar para seu namorado Geraldão, que virá na manhã de segunda feira pronto para pegar no batente.

Naquela manhã desse segundo dia da semana, a menina acordou bem cedinho, logo foi ao encontro de seu grande amigo, levou um copo de café e um pedaço de bolo muito saboroso, Geraldo estava do outro lado da máquina aferindo o óleo lubrificante da máquina, ficava em um ponto estratégico, era no final da rua, não havia moradores nessas imediações além da casa de dona Petra e Mirela, pode ter certeza, não havia nenhum curioso que esticasse o pescoço para observar o que acontecia com Mirela e Geraldão, a menina deixou a pequena bandeja bem ali em cima do pneu da máquina pá carregadeira, deu a volta pela frente desse trator e aproximou sorrateiramente de seu tão querido suposto namorado, Geraldo estava de pé com a vareta de medir o lubrificante da máquina em mãos, quando recebeu um caloroso abraço pela cintura, aquele calor feminino juntamente com aquele aroma gostoso de mulher, fez surpreender aquele operador dessas máquinas pesadas, o senhor Geraldo acelerou a respiração, não que Mirela usava de atrevimentos, percebeu que seu macho em gestos e acenos dava permissão para esses atos intencional de carícias próprias de mulher, com bastante habilidade, desceu a mão tateando toda aquela geografia desse terreno (corpo) de Geraldo, certa que um dia a terra há de comer.

        A menina soltou os cintos que segurava a roupa de seu homem nesse momento, baixou as calças de seu macho, tomou em mãos aquele pinto másculo e vigoroso, saltitante como um peixe fora d’água, sentia em sua mão as pulsação daquele órgão vivo de desejos urgentes, ela como se fosse proclamar um discurso, nem fez o teste oral, alo,  acertou o instrumento para bem próximo de sua boca, Geraldo quando começou a sentir as vibrações daqueles gestos de mudas palavras acabou por desviar a atenção para o conteúdo do discurso, agora o foco de Geraldão era somente Mirela, vivendo os mais intensos prazeroso devaneios, até que se calasse para Geraldo, mas porem aquele discurso de mudas palavras foram mudadas o posicionamento nos campos das ideias, Mirela levantou-se de onde estava de cócoras servindo seu mestre e senhor, ofereceu suas entranhas enrubescida, cheia de excitação, Geraldo tomou os controles dessa verdadeira máquina de fazer amor de nome Mirela, ela recebeu aquela ferramenta vermelha e abrasiva,  se relaxou por completa aquele corpo lindo e jovial, ele mostrou para que veio, foi uma penetração vagarosa, Mirela se sentiu preenchida do que se diz sexo, ele era um homem muito habilidoso nesse jogo de fazer amor, ela nunca havia chegado a esse estágio da fornicação, além de tudo nunca havia tido tantos longos momentos, depois de uns quarentas minutos Geraldo se dá por vencido, sentiu um esvaziamento, não consigo mais ir a diante, acho que é bom a gente deixar um pouco para amanhã, Mirela rasgou o verbo e disse com palavras próprias de tratador de porcos.

--- Te confesso essas minhas verdades, eu nunca fui fodida assim como nós fizemos hoje, você está de parabéns senhor Geraldo, sendo assim, gostaria de repetir muitas outras vezes, você topa ser só meu? Geraldão, sempre que você quiser pode se achegar, dou-lhe boas vindas, Geraldo completou a fala de Mirela com emoldurados elogios por aqueles momentos tão memoráveis. Entre as preliminares e atos, ela brincou com as fantasias de Geraldo, entre herói e mocinha, ela abusou intensamente desse bandido costa larga de pistola em mãos, se pronunciava em jogo de palavras ele dizia.

 -- Ainda no que você está dizendo eu acrescento mais alguns parágrafos, não sou eu que sou bom nessas transas, é você que me inspira esse enorme Tesão, agora vou tomar meu café que você me trouxe, estou enfraquecido, onde está a bandeja a qual você me deu?

Quando Mirela foi apresentar a comidinha dessa manhã a seu macho competente operador de máquinas pesadas, veja lá o que aconteceu, um cachorro de rua alcançou os dois pedaços de bolos e o pão com mortadela que Mirela havia feito cuidadosamente para seu homem tão querido Geraldo, mas nem tudo está perdido, o cachorro não mexeu na caneca de café, mas porem já estava frio, ele demorou para beber esse que até quando foi trazido, estava quente, foram longos minutos de safadeza que o café até esfriou, As orgias foram quentes, mas o café se esfriou na espera de ser degustado em presente pela tão amável Mirela, nessa solidão foi esquecida essa bebida saborosa.

 

De onde a menina e sua mãe morava dava para ouvir toda a zoada das máquinas trabalhando, havia alguns outros tratores pás carregadeiras no exercício desse serviço, outros senhores Geraldo operadores dessas máquinas ali vendia suas horas à aquela empresa de construção.

 O namorado de Mirela viajou para o nordeste para matar a saudade de abraçar suas crianças, mas não será por muitos tempos, dez a trezes dias mais ou menos.

O marido de Vânia chegou, era as nove horas dessa manhã, foi uma longa viaje, por pura brincadeira para surpreender sua esposa, com ar de fanfarrice, de mochila com a alça cruzada ao peito, ousou em bater palmas no portão, mas sua esposinha não estava lá nessas horas, havia saído para ver a lavoura.

 

Ele demostrando até alguns quilos de roupas sujas, cheio de sacrifício trabalhoso à sua esposinha que de tantos dias fora de casa, até esqueceu que tinha um marido, trabalhava fora e visitava sua companheira raras vezes por ano, isso quando acontecia essas visitas, se quando chegava se apresentava barbudo e cabelos despenteados, já dentro de casa, caminhava até o tanque de lavar roupas e despejava esvaziando aquele saco cheio de roupas sujas, Geraldo abraçou seus filhotes concebidos de uma outra visita, para fazer filhos, Geraldo era super eficiente, qualquer deitadinha com sua companheira, engravidava com certeza, e logo no passar de quase um ano, lá estava despejando aquele bucho trazendo ao mundo outro barrigudinho pedindo comidinha, ela já contava com três molecotes.

Vânia naquele momento trabalhava no roçado, havia chovido bastante esses dias, ela aproveitou esse tempo bom para plantar algumas macaxeiras, milho, abobora e até melancias.

 Geraldo manda que o filho mais velho vá chamar a mãe e dizer a ela que painho chegou.

O filho de Vania saiu correndo pelos trilhos, atravessando cercas de arames farpados até que chega até a barra da saia de sua Mainha, nem consegue falar direito, de olhos estatelados diz:

 

-- Mainha, Mainha, tem um homem barbudo lá em casa, diz que é meu pai, falou para você ir lá rapidinho, ele disse que quer te ver.

--Ah, já sei, então aquele traste já está de volta, vou já, preciso falar umas boas para ele, mas vou deixar pra quando ele for embora de volta.

Vânia pegou os trilhos do roçado, volta para casa, teria que recepcionar seu marido, ausente já mais a metade do ano. Conversaram muito nesse dia de chegada, parece que tudo ia bem, Geraldo até capinou por alguns dias a roça de Vânia, tirou a barba demostrando uma nova face, antes de voltar para o trabalho na firma, Geraldo deixou um bom dinheirinho para Vânia, comprou roupas para toda a família, material escolar para os filhos de escola, Geraldo acompanhou a esposinha até o portão, Vânia e Geraldo seu esposo fez uma despedida calorosa, muitos beijos e abraços, mas quando Geraldo se soltou das mãos de Vânia, aí ela disse uma frase final.

-- Geraldo, você não precisa voltar para casa nunca mais, nesse instante estou dizendo e você precisa escrever aí, eu estou me separando de você, nosso casamento acabou, caso algum dia você quiser visitar os meninos, pode vir, a mim você pode me esquecer para sempre.

De cabeça baixa, como um soldado derrotado na guerra, com um sentimento rancoroso, entristecido como se estivesse uma pedra no coração, esmorecido, sem falar nenhuma palavra,  desceu a estradinha de chão batido, chegou até a pista, tomou o ônibus  da Itapemirim e seguiu rumo a capital de um dos estados desse país, nesse momento seus pensamento só estava reservado para sua bela garota linda e maravilhosa que deixou às beiras daquele canteiro de obras, já está fazendo treze dias, mas Mirela sofre muito pela sua ausência, parece que foi poucas horas para começar um romance, mas a transa de Geraldo foi tão intensa que Mirela não esquece Geraldo em nenhum instante, na verdade, as escondidas Mirela já chorou muito e até soluçou pela falta do seu Grande Geraldão, cavalo garanhão assim como ela falava brincando, pulando nas costa de seu namorado, imitando galopar, como Geraldão fosse seu cavalo, ela levava tudo na brincadeira, e Geraldo não se importava, deixava ser levados por essas criancice dessa amazona de nome Mirela.

17/3/2026 - segue

 

O ônibus que traz Geraldo à cidade em que está alojado durante esses trabalhos de asfaltamento da alameda que dará acesso à rodovia principal do estado, chega na plataforma da estação rodoviária daquela cidade, estaciona no momento que o operador de máquinas pesadas salta à plataforma desse embarcadouro de passageiros da cidade de Nova Aurora, a passos largos desse aquela rua em direção à pensão onde esse pião de obra hospedava, depois do banho e janta, Geraldo pega a cadeira de área e se senta na calçada, batendo papo com os amigos hospedes desse pequeno hotel, no outro dia bem cedo contava quinze dias de folgas, agora volta para o plantel de máquinas a fim de retomar os controles da Pá Carregadeira, e lá está ela estacionada justamente no lugar de sempre, frente a casa de Mirela, foi lavada, limpa, motores totalmente lubrificados, amarelinha, amarelinha,  pronto para cavar o solo fazendo caminhos para o asfaltamento daquela via de acesso de terreno plano, não ouve nenhum obstáculo para essa construção, o rolo compactador, o mesmo que eles chamam de pé de carneiro, quando passa estremece o solo, já foi e voltou algumas vezes, os poucos aterros estão firmes, pronto para começar a etapa de espalhar a britas de cada camada um tamanho específico, dentro de poucos dias essa obra estará concluída, Geraldo é o último que sai para seu setor de serviço, enquanto os últimos amigos dele segue para o trabalho.   quando chega ao local já pode ver seus amigos de serviço se dispersando, cada um em seu posto.

Ele sobe na cabine e testa os controles do motor, viu que tudo está em ordem, essas aceleradas confirmaram.

Mirela estava dormindo, acordou irritada, mau dizendo dos barulhos, infelizmente não sabia, esse barulho era da pá carregadeira de seu apaixonante homem; seu namorado, Geraldo, ainda conseguiu ver ele com estopas limpando as mãos, máquina ligada botando em movimentos aqueles motores perfeitamente retificados  e lubrificados, ergueu a pá da máquina, Mirela nesse instante trouxe à tona todos aqueles momentos de prazer e contentamento, infelizmente Mirela não pode dar boas-vindas, Geraldo já estava a caminho de seu posto naquele canteiro de obras, já caminhava para os finalmentes, havia poucos trabalhos para esse tipo de serviço, esses aterros já estão prontos de lama asfálticas aplicadas, britas, logo terminando o asfaltamento.

Ela precisa de ir ao centro da cidade, fazer algumas compras, abastecer as dispensas, além de comprar algumas ferramentas, encontrar com seu pai e cobrar uma dívida que tem com ele.

As horas passou rápida nesses períodos da manhã, já são quase treze horas, parece que por hoje está tudo resolvido.

Geraldo está em intervalo de almoço, a pensão que serve aqueles operários trata de entregar os marmitex no setor da obra, esses homens se reúnem para a refeição bem ali onde acostumam estacionar essas máquinas, Geraldão também faz seu almoço, agora de pandulho cheio, termina sua santa ceia, confere seu cantil, logo vê que está vazio, aí ele vai até o portão da casa de Mirela pedir para abastecer o mesmo, Mirela não estava lá, quem atendeu foi dona Petra mãe de Mirela, Geraldo trocou algumas palavrinhas com Petra e em seguida pediu por gentileza que se pudesse abastecer seu vasilhame cantil.

-- Dona Petra, a senhora pode abastecer meu cantil, por favor, me desculpe te incomodar, essas horas fazem muito calor, a gente fica bebendo água toda hora, Tem que tá parando a máquina todo instante, bebendo água e mijando, eu não sei de onde vem tanta água, Desculpe aí. (disse Geraldo)

--- Tá bom, tá bom, não precisa se desculpar tanto, pode pegar toda a água que for necessário, depois que você mijar toda essa água, pode vir pegar mais, pode entrar lá na área do fundo, tem três frízeres, pode pegar toda água que for preciso. (disse Petra)

-- Uma pergunta desnecessária, a senhora é mãe de Mirela, quer dizer, nem tanto desnecessária, pois vocês duas parecem da mesma idade, você é muito jovem! (Disse Geraldo em tom de galanteio disfarçado)

--- Ah é, não seria bondade sua? Me sinto nova ainda, mas o que mais malha as minhas aparências, essa lida que eu levo... é muito massacrante, em recompensa de tudo tenho corpo perfeito, não sou feia, com mais alguns tratos e penteados, cosméticos e outros mais, posso até enganar qualquer bobalhão que atreva enrolar em minha cintura, você não acha seu Geraldo? Disse Petra.

-- Eu não dizia um bobalhão, seria um cara de muita sorte, eu me namoraria com você, acho você um mulherão que apaixonaria qualquer sujeito por mais inteligente que fosse, afirmo que essa conversa começou aqui, mas não vai terminar assim no zero a zero, vou entrar nesse campo, ainda vou beijar esse gramado, não demora muito esse jogo vai começar, comigo e você, tenho certeza, esse placar vai ser de goleada, que você acha dona Petra? Perguntou Geraldo.

-- Eu não acho nada por enquanto, qualquer dia desses nós nos encontramos, mas porem nossos umbigos vão se encontrar, sinto que vai ser um grande resfolego, depois dessa nossa conversa fiquei ansiosa para que isso aconteça o mais breve possível. Disse Petra.

Geraldo ainda em ato de atrevimento, a segurou pelos glúteos e deu um beijinho no rosto, pode ficar tranquila, ninguém está vendo, agora somos namorados em segredos, até lá Petra. me aguarde, hein!

Nesse exato momento Mirela chega da rua, estaciona a caminhonete na garagem e ainda percebeu Geraldo saindo pela porta da frente, Mirela se escondeu para que ele não percebesse a presença dela, já havia chegado, a garagem fica lá nos fundos, Petra não percebeu quando Mirela chegou, não dá pra ver para quem está saindo pela porta da frente, a menina achou o ambiente meio estranho, como estivesse tido um espetáculo e desmanchado o palco, achou estranho Geraldão sair pela porta da frente, tão tranquilo que parece que estaria saltando da cabine de sua pá carregadeira, quer dizer; saindo de sua casa. Isso está muito estranho.

Hoje dia 18 de março de 2026   SEGUE.

 

Logo Geraldo chega até onde está sua máquina estacionada, o horário do intervalo do almoço já terminou, aciona os controles da pá carregadeira, sai em movimento, o canteiro de obras transformou em uma longa e linda avenida de acesso à rodovia Federal, com essa obra inaugurada, agora são quatro pistas dando um aspecto de cidade grande, as vezes até desnecessária, mas verbas chegam aos montes nos cofres dessas prefeituras, como dizem o povo mais simples. – Ah! Se essas carteiras falassem, apontassem os dedos para os denunciarem, perceberiam o quanto esses políticos são corruptos, mesmo nessas obras de pequenas dimensões que seja,

Dês dessa manhã o palanque está armado para essa inauguração enquanto os peões de obras começam desarmar os acampamentos no canteiro de obras, o encarregado da empresa reúnem os empregados e traz dentro de uma valise, quer dizer, uma mala cheio de envelope contendo verbas de gratificações, os nomes indicavam o destinatário de cada abono, todos empregados ali trabalhados gozarão dessa gratificação, mas porém Geraldão não deixou de receber sua parte, mas foi convidado a comparece no escritório de recursos humanos, essa firma de terraplanagem está demitindo de seu quadro de operário o senhor  Geraldo, agora a pá carregadeira não é mais dele, mas a menina Mirela estará sempre presente, se depender dele.

Logo chega o pessoal para ouvir os discursos, Geraldo já estava na festa, todo trocado, penteado parecendo um burguês, para ele era uma honradez ter contribuído na construção dessa obra de arte, logo veio Mirela e o abraçou a cintura por trás, Geraldo e Mirela se apresentava como um casal muito harmônico, ali entre a multidão os dois de pé ouvindo os discursos desses não tão bem visto por esse povo.

Ouviram as demagogias dos políticos que ali se apresentaram, fizeram um passeio de pouco mais de uns quinhentos metros na extensão dessa obra, isso juntamente com uma multidão inclusive o prefeito e os tais políticos que apresentaram aquele pequeno comício, se perguntarem para Mirela o que ela ouviu daquelas caixas de sons e alto-falantes, essa menina dirá que não prestou atenção naquelas falas de palavras desinteressantes.

Mas o diálogo com Geraldão ainda está para ser dito.

-- Então meu caro Geraldo, um passarinho aqui me contou que você andou rondando minha casa, cuidado com minha mãe...Ela é perigosa

-- não é nada disso não meu amor, eu só quero você, não me deixe, caso você largar de mim, aí nunca mais você vai brincar de cavalinho, ninguém deixa se montado... tá me ouvindo? (Geraldo)

 

  -- outra coisa, se eu, pelo menos sonhar que você está armando o pulo para minha mãe, você não imagina o que eu vou fazer com você, caso eu te pegar vou te amarrar lá nos fundos da chácara, aparar todas às suas protuberâncias vou te picar de pequenos pedaços, aparar todas essas protuberâncias. (disse Mirela namorada enciumada de Geraldão)

-- Ho minha querida, vou te contar uma coisa que você não sabia, esses meus amigos de trabalhos estão todos indo embora da cidade, logo estarão começando outra obra, nova cidade, novos ares, se fosse eu, outras namoradas, outras transas, mas tudo ficou diferente depois que conheci você, acho que você é realmente minha cavaleira. Disse Geraldo o par de Mirela, mas com saudade dos amigos de firma...

-- Olha aqui Geraldo, estou aí com você, estamos nos entendendo muito bem, mas, você fica sabendo, não gosto de muito grude, de vez em quando eu também tenho minhas liberdades, se você não aceitar, vai haver grandes desentendimentos. Disse Mirela...

---Oh querida, acho que precisamos brincar de cavalinho novamente, só está meio fora de jeito, não sei onde te levar para construirmos nosso ninho de amor... já estou pensando, eu até já sei, não haverá mais problema depois que eu comprar esse carro que estou em plano, logo vou estacionar aí de frente a sua casa com meu carro, estou em vista do tal, não é dos ruins, oito anos de uso, tá inteiro. não, aí nós faremos bastante festinhas, me aguardem.

 

Geraldão estava cheio do dinheiro, havia recebido seus direitos trabalhistas, e mais, com um pé dentro da prefeitura, dessa vez seria um operador de patrola niveladora, de carteira assinada na prefeitura de Sendas da Nova Aurora.

Muito abusado esse rapaz, namorando mãe e filhas morando juntas nessa mesma chácara, assim será duas fêmeas disputando o mesmo Geraldão.

20/3/26. Antherport/*** -

ainda tem mais – aguardem

 

Já apresentou os documentos, há uns quinze dias de novo emprego, com o mesmo serviço, operador de máquinas pesadas, achou por si que agora é hora de parar num lugar, nos atuais momentos, trabalha na prefeitura, a idade está ameaçando uma rasteira, Geraldo e sua equipe, com as máquinas tapa os buracos das ruas esburacadas, até a rua que Mirela mora, no finalzinho está programada para essa reforma, será pavimentada, arborizada com todos recursos sanitários, calçadas amplas, inclusive um  segundo trevo de acesso aos centro da cidade,  Petra e Mirela a partir de logo mais estarão gozando desses benefícios como moradora do município, só pegará terra nos calçados, caso ir pros fundos de sua propriedade, mesmo assim terá uma torneira para tirar a terra dos pés, e uma mangueira para abastecer o viveiro dos porcos e todos animais, enquanto o quintal próximo a residência toda forrada de pedras britas, quando não concretado com bom calçamento.

       Geraldo permanece todo o tempo ocupado com seu serviço aqui na prefeitura, quando não tem atividade, continua no plantel a espera de alguma urgência, está sentindo falta de suas folguinhas do antigo emprego quando estava com sua máquina estacionada de frente da casa de Mirela, ele vivia muito folgadão, agora somente quando sai por aí as escondidas, não quer que Petra saiba de seus namoros com Mirela, ele quer mesmo é ficar com mãe e filha, mas, Mirela tem suas certezas, não dá muita importância, pensa e as vezes até fala.  – Vou dividir esse homem com minha mãe, coitada! Ela tem cara que depois da gestação que me trouxe ao mundo, nunca mais pegou ninguém, a gente divide Geraldo em dois, sem problemas.

       Por muito tempo Geraldo serviu de boneco para aquelas duas mulheres, mãe e filha. Ambas fingiam que não sabia, vez uma, vez outra abusavam de Geraldão, é ele gostava, aceitava tudo como um burro manso que se deixa ser montado, as vezes até é montado sem a permissão.

       Hoje é sábado, o operador de máquinas não trabalha, Geraldo aproveitou para dar uma esticadinha de pernas até à chácara das meninas, desceu de carro até a rua transversal que cruzava a rua de Mirela, parou seu carro debaixo de uma árvore e seguiu a pé até a casa de Petra e Mirela, ele tinha certeza que Mirela não estava lá, longe do carro, dobrou a rua e seguiu em direção da casa de Petra, andou uns cem metro por aquela calçada que chegava na casa de Petra, abriu o portão, bateu palmas bem próximo da porta, logo vem Petra ver quem é, der repente deu de cara com Geraldão.

-- E então, que deseja senhor Geraldo? Perguntou Petra.

-- Vim comprar uma dúzia de ovos, a senhora tem para vender? Perguntou Geraldo com palavras entre meio um sorriso amarelo de acanhamento.

       Petra ficou super excitada só de ver Geraldo ali a frente, olhou bem para o rosto do operador de máquinas, aproximou para bem perto dele, até roçava pele com pele, arrumou a gola da camisa, alisou todo o peitoral desse homem, ela olhava com aquele olho com quem uma criança pedisse doce, Petra, ela sonhava cor de rosa, disse pausadamente usando as palavras mole, demostrando aquela cara de dengosa:

 

--Não, não tenho ovos... não, mas tenho aqui algo muito mais gostoso que ovos, você não precisará bater para fazer uma gemada fortificante, eu vou lhe dar a força que você necessita, entra, o cachorro não morde não, venha logo meu Geraldão, quero fazer uma panqueca com esses ovos que você tanto procura.

 

       Petra tomou a mão de Geraldo, assim foi conduzindo esse homem casa a dentro, a casa não era muito pequena, dava para fazer um belo Turismo, logo chega de frente a porta de seu quarto, ainda segurando Geraldo com a outra mão abre a porta, Geraldo só aguardava o resultado daquele jogo de amores, ela soltou a mão que segurava a mão desse seu homem, ele não se deu o trabalho de desabotoar um botão e nenhum zíper, Petra com suas próprias mãos tratou de retirar que o prendia, felizmente não havia nenhuma gravata apertada, mas tudo foi a baixo, tanto o cinto como as calças e os demais tecidos que o prendia, foram amontoar lá em baixo, nos pés, nesse momento já descalços, quando Petra viu por completo a nudez daquele homem, aí ela deu por si, e disse com ar de admiração:

-- Meu Geraldo, você é um grande homem, seria objeto de consumo para qualquer mulher sonhadora, enche qualquer gaveta e sobram de tamanho, nesse momento, acho e tenho certeza, muito difícil uma mulher no mundo, por mais nobre personalidade que seja estar diante de um homem tão másculo, bonito e viril como eu tenho agora. Quero você por inteiro somente para minhas orgias.  Declamou essa poesia para seu homem de verdade. Disse Petra com exaltação.

 

       Ela de blusinha bem provocante, ameaçando mostrar seus seios pequeninos, naquele momento estava cheio, cheios de desejos, não suportava nem se quer uma pluma pousar naquela pele, Petra prometia uma revolução de desejos, se despiu mostrando aqueles contornos eloquente, muito bonito e atraente o corpo de Petra, quaisquer toneladas de elogios ainda seria pouco para enumerar os atributos de Petra.

21/3/26 – A CONTINUA – PARA O FINAL

 

Petra e Geraldo fizeram seus corpos entrelaçarem em desejos e volúpias, Fazia muito tempo que Petra não sentia um homem dentro dela, quando isso veio se completar ela ficou enlouquecida, Geraldo fazia suas obrigações de macho demostrando muita habilidade, ele nunca deixou faltar nada para suas parceiras nesse ato de amor, além de repetir algumas vezes a mais, o mesmo ato, todos os orgasmos atrasado de Petra, dessa vez foram pagos a preço de ouro, ela realmente lavou a alma, mas porem ela tinha suas convicções que Geraldão pertencia mais para Mirela que a ela, as duas, mãe  filha tinha conhecimento que dividiam o mesmo homem; Geraldão, assim mesmo, muitos encontro foram acontecendo, ele quando saia com Mirela, sentia o prazer de ter em braços a figura da mulher jovem, dona de formosura e muito sexo calhente. Mirela agradava seu homem com muitas fantasias demostrando um cenário de formosura, possuidora de um corpo lindo e muito jovial apesar de seus quase dezenove anos.

Petra sua mãe dona de uma beleza sem igual, corpo perfeito, imagino que devido a essa lida de tantas atividades, Petra vai malhando de maneira natural, Petra é linda tal qual sua filha Mirela, sorte do Geraldão que tem em suas mãos essas duas beldades, criadora e criatura e Geraldo como um Deus intencionado a fazer o bem, cultivar o amor, da flore até o fruto, plantando e colhendo nessa terra, chácara.

Depois de viver tantos anos de cidades em cidades, como peão de obra, Geraldo agora fixa residência na cidade de Sendas de Nova Aurora, Interior longínquo, mas ele tem certeza, foi ali que ele encontrou o amor maior.

Hoje, 22 de março/2026

FINAL

 

 

 

      

 

 

 

   

 

    


      

 

 

 

   

 

    

Próximos capítulos

 01 - Enquanto os mecânicos trabalham nos reparos no motor da máquina, Geraldo viaja de volta para visita à sua casa, rever a família, os filhos e rever os amigos.

 

02 - Mesmo que seja somente quinze dias, mas, Mirela está chorando a ausência de seu grande herói de costas largas onde Mirela gostava de abraçar, ele era um espadagado.

 

03 - Mirela resolvia suas fantasias sexuais enlouquecedoras.

 

04 - Quando se passavam treze dia a menina já estava estressada de tanto esperar pelo seu grande amor.

 

05 – Geraldo já está de volta, a menina cria uma grande expectativa para que tudo se repita como a última vez.

 

06 - No dia em que Mirela havia saído por longas horas, Geraldo foi até a casa da menina para abastecer o cantil, ela não estava lá, mas olha lá quem atendeu Geraldão; a mãe de Mirela dona Petra.

 

07 – Quando Mirela voltou do comércio, ficou estarrecida com o que presenciou.

 

08 – Parece que algo não vai ficar bem para aquela menina sonhadora.

 

09 – Uma forte concorrente no jogo do amor

 

10 – Dona Petra está atravessando os caminhos de Mirela.

 

11 – Geraldão resolve fixar residência nessa mesma cidade de Petra e Mirela.

Aguarde mais novidades.

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

    

 

 

 

         

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

    

 

 

 

         

 

   

 

 

 

 

 

 

    

 

 

 

         

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

    

 

 

 

         

   

 

 

 


 

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