MIRELA, VIVENDO SONHOS
Para adultos
Petra
havia saído pela manhã, carregou para dentro da caçamba do pequeno veículo
utilitário do mesmo ano de fabricação, servia para o transporte da produção da
chácara, dona Petra mãe de Mirela tinha essa função, quando não era Petra,
Mirela dirigia esse veículo carregado de caixote das frutas, verduras e
legumes, entregas naqueles pontos de comércio estabelecidos ali nas ruas para
exposição de feirantes, o dinheirinho das negociação era certo, quando não Petra,
Mirela também fazia o mesmo trabalho, hoje Mirela ficou em casa tomando conta
da chácara.
Ela
vendo que estava sozinha, e poderia agir como quisesse, se achava dona da casa,
foi logo tomando em mãos se telefone móvel, acessou algumas páginas de sua
agenda, procurando o número do aparelho de um daqueles namorados, entra em
contato desse escolhido sortudo, chama o até aqui paras namoradinhas daquelas
calhente, foi a conta de desligar o celular lá estava Beto em seu portão, ele até
morava longe, é que se locomovia de Bike ( bicicleta), o rapaz pediu para
colocar a bicicleta para dentro do quintal, ela disse, que poderia ficar à
vontade.
Ela
não deixou o rapaz entrar para dentro de casa, foram lá pros fundos, andaram
uns cinquentas metros a dentro, chegaram até o mangueirão dos porcos, tinha um
banco que servia para alcançar as alturas do cercados facilitador de jogar os
alimentos para dentro do cercado, Mirela e Beto se sentaram ali e fizeram umas
preliminares, muitos beijos entre abraços, amasso cheio de loucura, Beto
escanceou todo o desenho do corpo de Mirela, roubando as palavras da pocilga ali
existente nas proximidades, Mirela foi fuçada e servida como a comida dos
suínos preso no cercado, também há de que se dizer, ali não era um ambiente
completo de sujeira, dona Petra sempre limpava esse chiqueiro, mas porem sempre
fica algumas sujeirinhas espalhadas por ali, sabem-se como é; porco é porco,
devido o cenário tão romântico de cheiros e fedores, eles fizeram amor com a
maior enlouquecia, praticaram os atos de maiores insanidades, imaginem o pano
de fundo era uma pocilga exalando cheiro de urina e fezes de porco.
Nesses
dados momentos, Mirela ouviu os grunhidos dos cães de guarda dando boas-vindas
a alguém que vinha chegando, era dona Petra mãe de Mirela que já entrava pelo
portão da garagem, ela ainda depois que desligou o seu veículo, se espreguiçou
esticando os braços e pernas, bocejou comprimindo o ar da respiração, pensou em
voz alta:
–
Ainda bem, foi um bom faturamento, vendemos bem essa pequena colheita
produzidas por nossas terras, mais dinheiro na conta, continua em pensamento. –
onde estará Mirela, a casa está toda sozinha, parece casa abandonada, mapeou o
quintal para localizar Mirela, logo dona Petra avistou lá do lado do mangueirão
dos porcos, Mirela estava vestindo a calcinha, do lado de Mirela, Beto no
momento urinando tal qual um cavalo quando termina a trepada, dona Petra
presenciando tudo, percebeu que aquele ato desse drama sexual já havia
terminado, o casal de jovens peraltas já estavam se arrumado, vestidos, as
cortinas desse palco cheio de odores e fedores já estavam se fechando, Mirela
ficou assustada quando ouviu a mães chamando, e perguntando.
--
você pode me dizer de quem é essa bicicleta que está aqui? Perguntou Petra.
--
É de meu namorado, ele está aqui comigo.
--Já
entendi. – outra vez?
SEGUNDA PARTE
Mirela
estava muito inspirada, e o rapaz idem, Mirela não era uma iniciante nos tratos
do amor e sexo, sabia como fazer agradar qualquer parceiro, morava no fim da
rua da vila daquela cidade, já trocou de namorado por várias vezes, ela
conheceu a fundo esses meia dúzia de namorados, nesses dias ela está sozinha,
quer dizer, não está namorando ninguém, sua mãe sempre pergunta,
--por
onde anda esses seus namorados.
ela
sempre responde que no momento não está namorando ninguém, dispensei esses
namorados frangote adolescente, esses novinhos não me apetecem mais, quero
conhecer um senhor que me demostre uns quarentas ou cinquentas, aquele homem
que conheci a três anos, sim, gostei muito dele, ele me fez sentir mulher de
verdade, mas esses outros que vieram não me supriu mas minhas necessidades sexual,
não vou me entregar para qualquer um, agora vou escolher a dedo o homem quem eu
quero ficar, nem que for casado, mas que seja um homem de verdade, nada desses
novinhos fuleiros.
Disse
Mirela à sua mãe, ela sempre conversou assim com sua filha, franca e objetiva,
dona Petra nunca foi aquela mãe que prende a filha sem dar a chance de curtir a
vida lá fora, levava tudo com um papo amigável, ela é sempre criada na
liberdade para fazer o que quiser, morava naquele endereço que tinha como
fundos uma chácara de propriedade de seus pais, frente do portão da casa dessa
moça, e do outro lado da rua, tinha ali
plantado umas sombrosas árvores, nas tardes ela se sentava ali em um banquinho
para usufruir daquela sombra refrescante, enquanto tratava da unhas se
penteava, as vezes até fazia maquiagem enquanto ouvia algumas músicas no celular.
Alguns
rapazes amigos dela passaram por ali e pararam para uma boa conversa, mas porem
ela estava focada em mudar a maneira de proceder, opção pelos mais experientes,
coroas de cabelos brancos talvez, esses rapazinhos pegaram suas bicicletas e
bateram em retirada, pois nada foram concedidos.
Depois
de muitas horas ali sentada, resolve se recolher, quando ia pegar o banquinho
que estava sentada, percebeu uma grande movimentação de máquinas de
terraplenagem, os operadores de tratores estacionaram bem ali perto da casa de
Mirela, ainda ouviu pelas bocas desses homens que no dia seguinte estaria
começando os trabalhos de duplicação da avenida que cruzava com a rua que morava,
aproveitaram a sombra das árvores para estacionar as máquinas ali, ficava bem
próximo da casa dessa mocinha sonhadora, deu boas vindas para aqueles homens,
irão construir outra pista de rolagem bem ali nas divisas da chácara da família
dessa moça, em frente do portão, do outro lado da rua ficou estacionado uma pá
carregadeira sempre operada pelo senhor Geraldo, um senhor louro com traços
Europeu, Geraldo não era daqueles velhos caindo aos pedaços, pelo contrário,
uns trinta e cinco anos, morava em outra cidade muito distante desse município,
empregado da firma companhia de tratores e terraplanagens, Mirela nem dormiu
direito essa noite, tal era a expectativa dos homens trabalhando ali bem
pertinho da meiga menina muito esperançosa de dias bons, quando não está com
sono se apropria do celular ficando acordada até mais tarde, acabou indo dormir
lá pelas tantas da noite, até dormiu um sono muito prazeroso, prazeroso só até
daí a pouco, pois tudo começou acontecer como nos próximos dias, as máquinas
dos amigos desse operador farão aquela terra tremer, e a mocinha sentirá em
breve, é só aguardar..
Ela
teve um pesadelo durante essas horas de sonolências, sonhou que quando ia pela
rua uma daquelas máquinas a perseguia, em sonho por mais que ela tentava
desviar dessa perseguição, a máquina ia pra cima dela, corria a frente desse
trator pá carregadeira, enquanto os amigos desse operador gritavam como se
estivesse em uma torcida de um jogo e diziam.
--
Pega ela Geraldão, pega ela Geraldão. Enquanto ela gritava alto bem apavorada,
aquela lâmina da frente daquela máquina que colhe a terra dos aterros quando
está em operação, esse trator perseguia a menina, isso em sonho, quase
alcançando, quando aquela espécie de concha tocou em sonho no traseiro de
Mirela, acordou muito assustada, sentiu que tudo isso não passou de um
pesadelo, mesmo acordada ela ficou com o som daquela plateia gritando alto em
meio as supostas torcidas.
– Pega ela Geraldão, pega ela Geraldão
enquanto aquele trator fazia aquelas manobras, Mirela ficou com o som daqueles
risos e gargalhadas de deboches, ainda bem que quando levantou pela manhã, já
estava curada daquele pesadelo, foi até a cozinha pegou uma xícara de café,
tomou com algumas iguarias, são cinco horas dessa manhã, volta para a cama e
novamente começa um bom sono, só que por poucas horas, porque as oito da manhã
acordou assustada com os barulhos das máquinas, esses trabalhadores operadores
das gigantes máquinas ligavam os motores e acelerava para que os lubrificantes
espalhassem pelos motores e engrenagens, Mirela acordou sobressaltada, mas de
bem, ela correu a frente do portão para ver e conferir quem seria esse senhor
Geraldão, conferiu e depois pensou com seus elásticos e botões.
–Ah é esse o tal Geraldão, o motorista da pá
carregadeira, que passe as horas, que venha os dias, mas logo teremos uma
conversinha de acertos de contas... certeza ele vai gostar dos sons de minhas palavras.
08/3/26
Logo
a vida nesse local que Mirela morava começava a desenvolver, e mostrar o
progresso nessa rua que Mirela morava, transcorrendo nessas longas horas, desse
mais um dia.
Enquanto
isso, Petra, sua mãe sempre apostas em seus trabalhos nesses dias a dia, nessa propriedade
de tamanho grande, quase chegando às condições de sítio, a pequena família
vivia do sustento de uma renda de valores até satisfatórios, além do que
produzia na chácara, comercializam frutas animais dos pequenos portes; porcos
aves e um pequeno rebanho de caprinos, além de uma conta bancária com um saldo
confortável, Mirela e sua mãe e um pai sempre ausente, aparecia lá alguns dias
da semana, dizia ser corretor de imóveis, certeza que havia alguns trambiques ocultos na vida desse homem pai de
Mirela, certeza, ele tinha uma segunda família, a noite ele se escondia em
alguma residência por aí em meio essas mais de setentas mil casas, contagem
feitas pelas estatísticas do governo federal (IBGE) que o recebia para uma vida
extra conjugal, esse era o pai de Mirela. Nessa manhã ela sai a frente da casa,
as máquinas da terraplanagem ainda estavam de motores funcionando, logo esses
operadores darão início a jornada de trabalho, estão aguardando os engenheiros
dar ordem para os trabalhos, nesse instante chega o encarregado dessa obra,
logo após algumas conversações foram dadas a largada, as máquinas saíram uma a
uma, cada delas tinha seus setores de atuação, mas a pá carregadeira ficou por
último.
Geraldão seu operador saltou das alturas da cabine com um cantil térmico
onde ele tinha sempre ali perto no assoalho de seu veículo de serviços pesados,
enquanto trocava os passos dirigiu até a casa de Mirela, no momento recolhia as
folhas das árvores que havia caído durante essa noite, Geraldão de frente a
mocinha Mirela, pedindo atenção disse se ela poderia arrumar um pouco de água
para encher seu cantil, ela o atendeu com muita simpatia e delicadeza, Mirela
ainda abasteceu aquele vasilhame com águas bem geladinha tirada de um dos três
frízeres ligado para conservar os produtos daquele sítio, ela foi até o portão
e entregou para Geraldão, ele ainda se desculpou.
--
Oh menina, não precisava dessa trabalheira toda, podia ser da torneira mesmo,
tudo isso para quê?
eu
até acho que não haveria necessidade. Você foi muito gentil... a proposito,
como você se chama mesmo?
Ela
respondeu com muita dedicação às palavras.
--Me
chamo Mirela, o senhor é o motorista daquela máquina que tem uma coisa parecida
com uma concha para catar terra?
--Sim!
Sou eu.
Geraldão
ainda achou graça como ela descreveu sua máquina; coisa que parece uma concha,
deu algumas risadinhas.
--É uma lâmina de fazer aterro, fiquei por
último porque não há necessidade para começar, só entro em ação depois de
algumas horas desserviços, agora não tem terra para carregar, ainda é início da
obra. (Geraldão)
--
Em outras ocasiões observava uma máquina dessas sua a trabalhar, confesso que
também fiquei com vontade de dirigir um tratore iguais esse aí. Disse a mocinha
coberta de ingenuidade.
--Não
é coisa de outro mundo, nos dias atuais, já se pode presenciar muitas mulheres
no comando dessas máquinas pesadas, tanto na área de agricultura, dirigir
carretas e até nos substituindo nesses trabalhos de terraplanagem, no comando
de grandes caminhões basculantes, operar uma dessas máquinas para uma mulher
por mais delicada que fora, é muito simples, nesses dias os comandos de um
veículo como esses, eles são hidráulicos, muito leve o manuseio. (Geraldão
encompridando o papo com Mirela)
--Qualquer dia desse vou lá na sua cabine para
você me ensinar como move esses comandos.
Ainda
em conversa com aquele homem operador, ele me dizia que é mais ou menos os
controles de um vídeo Games; joguinhos eletrônicos, se for igual eu vou me dar
bem, sou boa nesses jogos.
--
Estou te esperando lá, no aguardo. Disse Geraldo todo cheio de má intenção.
09
de 3 de 2026
.
TERCEIRA PARTE
Petra
tomou a prancheta e caneta foi até a dispense conferir como estava o
abastecimento das rações dos animais, apontou que havia pouca comida para as
aves, gatos e cachorros, incumbiu Mirela quer fosse até o comércio no endereço
da casa de rações, comprar uns cinco sacos da marca que esses bichos consumiam.
Mirela estava debruçada na mureta do portão da frente observando o movimento da
rua, distraída com seu telefone móvel, sua mãe chegou até onde ela estava e foi
logo falando.
--Preciso
que você vá logo a rua comprar ração para os animais.
--Porque
não comprou ontem, ontem foi a rua. Mirela respondeu assim para sua mãe.
--Estive
no centro expondo nossos produtos, mas, porém, em posição diferente, ficava
mais perto voltar para casa, certa que não ia faltar nada por esses cincos
dias, me enganei, vai faltar sim, caso não repõe hoje, tome a chave, pega a
caminhoneta e vá lá na casa de rações, precisamos repor o que já fora gasto.
Era
num dia de sábado, mas esses tipos de comércio funcionam até as dezoitos horas,
ela seguiu a rua em direção ao mandado de sua mãe, chegou ao endereço marcado
estacionou o veículo perfilando a sarjeta, desse mesmo lado da rua, por
coincidência havia um pequeno hotel... dos mais populares, bem próximo às
portas do comércio que Mirela entraria para a compra de alimentação dos bichos
da chácara.
Mas
quando Mirela dirige os olhares em seus redores, veja quem estava lá sentado em
uma dessas cadeiras de áreas, ainda mais, atrapalhando a quem passaria por ali,
Mirela pediu licença para movimentar seus passos, Geraldão cedeu aos pedido da
moça, afastou a cadeira para o outro lugar nessa mesma calçada, dando passagem
a linda Mirela que quando prestou atenção com quem estava conversando, ficou
muita surpresa com esse já conhecido persona, Mirela já bateu longos papos com
esse operador de máquinas pesadas.
Ele
estava se descansando dessa trabalheira que aconteceu nesse meio período do
sábado naquela obra, na cadeira quase deitado, camisa desabotoada, chinelão
Rider de bermuda tipo esportiva, ela trocou algumas palavras em cumprimentos,
nesse momento ela percebeu o mais a mais do senhor Geraldo, quando ia saindo
para entrar na casa de rações, ela perguntando em tom de brincadeira.
--Ah...
então é aí que você mora? Descobri seu esconderijo, agora não consegues
esconder de mim (Mirela).
--
é verdade, você descobriu a minha segunda residência, enquanto estou
trabalhando sou um nômade, vivo de cidade em cidade, de obra em obra, minha
esposa não se importa com minha vida, não liga pra mim, acredita cegamente na
minha fidelidade conjugal, se ela soubesse das tantas namoradas que arrumo
nessas praças que chego para trabalhar, ela pediria o divórcio, certeza.
Depois
que Mirela fez aquela compra, despediu do senhor Geraldo, carga acondicionada
na caçamba tudo pronto para partir, dirigia rua à baixo enquanto ia revirando
aquela memória recente, a cabeça daquela mocinha estava parecendo com um
vasilhame de macarrão instantâneo, mexendo, mexendo com o talher e temperando
com uma porção de pensamentos sujos sexualmente falando, parece que esses dois
vai dar transa, tudo transcorre para esses finalmentes, Mirela quer e Geraldão
também quer, quando dois querem, dois não briga, mas esses corpos acabam em
abraços e beijos, em amassos e muito mais que há de vir pela frente, ou talvez
retaguardas.
Tudo
indica que essa pá carregadeira ainda vai pavimentar essa alameda que levará
Geraldão até o coração de Mirela, quer dizer, nem só coração, coração, e outros
órgãos adjacentes feito para o prazer, mas, ainda terá que atravessar pontes,
declives e lugares obscuros feitos para as intimidades femininas,
Se
é que estão me entendendo.
11/3/26
SEGUE PARA O EPÍLOGO.
Mirela
chegou do centro da cidade trazendo os alimentos dos bichos da chácara, já
havia passado da hora de tratar dos suínos, Petra deixou passar da hora dos
bichos comer, faziam um barulho enorme, mas Petra estava ocupada com outros
afazeres, aguardava que Mirela fizesse essa tarefa, Mirela ajudava sua mãe em
tudo nesses trabalhos nessa propriedade, ela sempre obediente com sua mãe foi
atender os pedidos de dona Petra, já havia ali bem perto do mangueirão um
balaio cheio da comidinha para os suínos, muita macaxeira, aboboras, farelo e
até coalho de leite, os animais que povoam esse sitio são muito bem tratado,
disso dona Petra pode se gabar, crescem rápidos e logo terminam em uma grande
panela fervente de saborosa e crocante pururucas, e latas de vinte litros de
gordura para o consumo humano, dona Petra sempre dizia com sigo.
–
Fico com pena deles, mas fazer o quê? É assim que funciona a cadeia alimentar,
é os grandes comendo os pequenos em todos os sentidos da palavra.
Agora
só restava Mirela Tomar um belo banho, tirar de sua pele aquele cheiro de
chiqueiro, adicionando uns cheirinhos de cosméticos muito aromático para amanhã
bem cedinho se apresentar para seu namorado Geraldão, que virá na manhã de
segunda feira pronto para pegar no batente.
Naquela
manhã desse segundo dia da semana, a menina acordou bem cedinho, logo foi ao
encontro de seu grande amigo, levou um copo de café e um pedaço de bolo muito
saboroso, Geraldo estava do outro lado da máquina aferindo o óleo lubrificante
da máquina, ficava em um ponto estratégico, era no final da rua, não havia
moradores nessas imediações além da casa de dona Petra e Mirela, pode ter
certeza, não havia nenhum curioso que esticasse o pescoço para observar o que
acontecia com Mirela e Geraldão, a menina deixou a pequena bandeja bem ali em
cima do pneu da máquina pá carregadeira, deu a volta pela frente desse trator e
aproximou sorrateiramente de seu tão querido suposto namorado, Geraldo estava
de pé com a vareta de medir o lubrificante da máquina em mãos, quando recebeu
um caloroso abraço pela cintura, aquele calor feminino juntamente com aquele
aroma gostoso de mulher, fez surpreender aquele operador dessas máquinas
pesadas, o senhor Geraldo acelerou a respiração, não que Mirela usava de
atrevimentos, percebeu que seu macho em gestos e acenos dava permissão para
esses atos intencional de carícias próprias de mulher, com bastante habilidade,
desceu a mão tateando toda aquela geografia desse terreno (corpo) de Geraldo,
certa que um dia a terra há de comer.
A
menina soltou os cintos que segurava a roupa de seu homem nesse momento, baixou
as calças de seu macho, tomou em mãos aquele pinto másculo e vigoroso,
saltitante como um peixe fora d’água, sentia em sua mão as pulsação daquele
órgão vivo de desejos urgentes, ela como se fosse proclamar um discurso, nem
fez o teste oral, alo, acertou o
instrumento para bem próximo de sua boca, Geraldo quando começou a sentir as
vibrações daqueles gestos de mudas palavras acabou por desviar a atenção para o
conteúdo do discurso, agora o foco de Geraldão era somente Mirela, vivendo os
mais intensos prazeroso devaneios, até que se calasse para Geraldo, mas porem
aquele discurso de mudas palavras foram mudadas o posicionamento nos campos das
ideias, Mirela levantou-se de onde estava de cócoras servindo seu mestre e
senhor, ofereceu suas entranhas enrubescida, cheia de excitação, Geraldo tomou
os controles dessa verdadeira máquina de fazer amor de nome Mirela, ela recebeu
aquela ferramenta vermelha e abrasiva,
se relaxou por completa aquele corpo lindo e jovial, ele mostrou para
que veio, foi uma penetração vagarosa, Mirela se sentiu preenchida do que se
diz sexo, ele era um homem muito habilidoso nesse jogo de fazer amor, ela nunca
havia chegado a esse estágio da fornicação, além de tudo nunca havia tido tantos
longos momentos, depois de uns quarentas minutos Geraldo se dá por vencido,
sentiu um esvaziamento, não consigo mais ir a diante, acho que é bom a gente
deixar um pouco para amanhã, Mirela rasgou o verbo e disse com palavras
próprias de tratador de porcos.
---
Te confesso essas minhas verdades, eu nunca fui fodida assim como nós fizemos
hoje, você está de parabéns senhor Geraldo, sendo assim, gostaria de repetir
muitas outras vezes, você topa ser só meu? Geraldão, sempre que você quiser
pode se achegar, dou-lhe boas vindas, Geraldo completou a fala de Mirela com
emoldurados elogios por aqueles momentos tão memoráveis. Entre as preliminares
e atos, ela brincou com as fantasias de Geraldo, entre herói e mocinha, ela
abusou intensamente desse bandido costa larga de pistola em mãos, se
pronunciava em jogo de palavras ele dizia.
-- Ainda no que você está dizendo eu
acrescento mais alguns parágrafos, não sou eu que sou bom nessas transas, é
você que me inspira esse enorme Tesão, agora vou tomar meu café que você me
trouxe, estou enfraquecido, onde está a bandeja a qual você me deu?
Quando
Mirela foi apresentar a comidinha dessa manhã a seu macho competente operador
de máquinas pesadas, veja lá o que aconteceu, um cachorro de rua alcançou os
dois pedaços de bolos e o pão com mortadela que Mirela havia feito
cuidadosamente para seu homem tão querido Geraldo, mas nem tudo está perdido, o
cachorro não mexeu na caneca de café, mas porem já estava frio, ele demorou
para beber esse que até quando foi trazido, estava quente, foram longos minutos
de safadeza que o café até esfriou, As orgias foram quentes, mas o café se
esfriou na espera de ser degustado em presente pela tão amável Mirela, nessa
solidão foi esquecida essa bebida saborosa.
De
onde a menina e sua mãe morava dava para ouvir toda a zoada das máquinas
trabalhando, havia alguns outros tratores pás carregadeiras no exercício desse
serviço, outros senhores Geraldo operadores dessas máquinas ali vendia suas
horas à aquela empresa de construção.
O namorado de Mirela viajou para o nordeste
para matar a saudade de abraçar suas crianças, mas não será por muitos tempos,
dez a trezes dias mais ou menos.
O
marido de Vânia chegou, era as nove horas dessa manhã, foi uma longa viaje, por
pura brincadeira para surpreender sua esposa, com ar de fanfarrice, de mochila
com a alça cruzada ao peito, ousou em bater palmas no portão, mas sua esposinha
não estava lá nessas horas, havia saído para ver a lavoura.
Ele
demostrando até alguns quilos de roupas sujas, cheio de sacrifício trabalhoso à
sua esposinha que de tantos dias fora de casa, até esqueceu que tinha um
marido, trabalhava fora e visitava sua companheira raras vezes por ano, isso
quando acontecia essas visitas, se quando chegava se apresentava barbudo e
cabelos despenteados, já dentro de casa, caminhava até o tanque de lavar roupas
e despejava esvaziando aquele saco cheio de roupas sujas, Geraldo abraçou seus
filhotes concebidos de uma outra visita, para fazer filhos, Geraldo era super
eficiente, qualquer deitadinha com sua companheira, engravidava com certeza, e
logo no passar de quase um ano, lá estava despejando aquele bucho trazendo ao
mundo outro barrigudinho pedindo comidinha, ela já contava com três molecotes.
Vânia
naquele momento trabalhava no roçado, havia chovido bastante esses dias, ela
aproveitou esse tempo bom para plantar algumas macaxeiras, milho, abobora e até
melancias.
Geraldo manda que o filho mais velho vá chamar
a mãe e dizer a ela que painho chegou.
O
filho de Vania saiu correndo pelos trilhos, atravessando cercas de arames
farpados até que chega até a barra da saia de sua Mainha, nem consegue falar
direito, de olhos estatelados diz:
--
Mainha, Mainha, tem um homem barbudo lá em casa, diz que é meu pai, falou para
você ir lá rapidinho, ele disse que quer te ver.
--Ah,
já sei, então aquele traste já está de volta, vou já, preciso falar umas boas
para ele, mas vou deixar pra quando ele for embora de volta.
Vânia
pegou os trilhos do roçado, volta para casa, teria que recepcionar seu marido,
ausente já mais a metade do ano. Conversaram muito nesse dia de chegada, parece
que tudo ia bem, Geraldo até capinou por alguns dias a roça de Vânia, tirou a
barba demostrando uma nova face, antes de voltar para o trabalho na firma,
Geraldo deixou um bom dinheirinho para Vânia, comprou roupas para toda a
família, material escolar para os filhos de escola, Geraldo acompanhou a
esposinha até o portão, Vânia e Geraldo seu esposo fez uma despedida calorosa,
muitos beijos e abraços, mas quando Geraldo se soltou das mãos de Vânia, aí ela
disse uma frase final.
--
Geraldo, você não precisa voltar para casa nunca mais, nesse instante estou
dizendo e você precisa escrever aí, eu estou me separando de você, nosso
casamento acabou, caso algum dia você quiser visitar os meninos, pode vir, a
mim você pode me esquecer para sempre.
De
cabeça baixa, como um soldado derrotado na guerra, com um sentimento rancoroso,
entristecido como se estivesse uma pedra no coração, esmorecido, sem falar
nenhuma palavra, desceu a estradinha de
chão batido, chegou até a pista, tomou o ônibus
da Itapemirim e seguiu rumo a capital de um dos estados desse país,
nesse momento seus pensamento só estava reservado para sua bela garota linda e
maravilhosa que deixou às beiras daquele canteiro de obras, já está fazendo
treze dias, mas Mirela sofre muito pela sua ausência, parece que foi poucas
horas para começar um romance, mas a transa de Geraldo foi tão intensa que
Mirela não esquece Geraldo em nenhum instante, na verdade, as escondidas Mirela
já chorou muito e até soluçou pela falta do seu Grande Geraldão, cavalo
garanhão assim como ela falava brincando, pulando nas costa de seu namorado,
imitando galopar, como Geraldão fosse seu cavalo, ela levava tudo na
brincadeira, e Geraldo não se importava, deixava ser levados por essas
criancice dessa amazona de nome Mirela.
17/3/2026
- segue
O
ônibus que traz Geraldo à cidade em que está alojado durante esses trabalhos de
asfaltamento da alameda que dará acesso à rodovia principal do estado, chega na
plataforma da estação rodoviária daquela cidade, estaciona no momento que o
operador de máquinas pesadas salta à plataforma desse embarcadouro de
passageiros da cidade de Nova Aurora, a passos largos desse aquela rua em
direção à pensão onde esse pião de obra hospedava, depois do banho e janta,
Geraldo pega a cadeira de área e se senta na calçada, batendo papo com os
amigos hospedes desse pequeno hotel, no outro dia bem cedo contava quinze dias
de folgas, agora volta para o plantel de máquinas a fim de retomar os controles
da Pá Carregadeira, e lá está ela estacionada justamente no lugar de sempre,
frente a casa de Mirela, foi lavada, limpa, motores totalmente lubrificados,
amarelinha, amarelinha, pronto para
cavar o solo fazendo caminhos para o asfaltamento daquela via de acesso de
terreno plano, não ouve nenhum obstáculo para essa construção, o rolo
compactador, o mesmo que eles chamam de pé de carneiro, quando passa estremece
o solo, já foi e voltou algumas vezes, os poucos aterros estão firmes, pronto
para começar a etapa de espalhar a britas de cada camada um tamanho específico,
dentro de poucos dias essa obra estará concluída, Geraldo é o último que sai
para seu setor de serviço, enquanto os últimos amigos dele segue para o
trabalho. quando chega ao local já pode
ver seus amigos de serviço se dispersando, cada um em seu posto.
Ele
sobe na cabine e testa os controles do motor, viu que tudo está em ordem, essas
aceleradas confirmaram.
Mirela
estava dormindo, acordou irritada, mau dizendo dos barulhos, infelizmente não sabia,
esse barulho era da pá carregadeira de seu apaixonante homem; seu namorado,
Geraldo, ainda conseguiu ver ele com estopas limpando as mãos, máquina ligada
botando em movimentos aqueles motores perfeitamente retificados e lubrificados, ergueu a pá da máquina,
Mirela nesse instante trouxe à tona todos aqueles momentos de prazer e
contentamento, infelizmente Mirela não pode dar boas-vindas, Geraldo já estava
a caminho de seu posto naquele canteiro de obras, já caminhava para os
finalmentes, havia poucos trabalhos para esse tipo de serviço, esses aterros já
estão prontos de lama asfálticas aplicadas, britas, logo terminando o
asfaltamento.
Ela
precisa de ir ao centro da cidade, fazer algumas compras, abastecer as
dispensas, além de comprar algumas ferramentas, encontrar com seu pai e cobrar
uma dívida que tem com ele.
As
horas passou rápida nesses períodos da manhã, já são quase treze horas, parece
que por hoje está tudo resolvido.
Geraldo
está em intervalo de almoço, a pensão que serve aqueles operários trata de
entregar os marmitex no setor da obra, esses homens se reúnem para a refeição
bem ali onde acostumam estacionar essas máquinas, Geraldão também faz seu
almoço, agora de pandulho cheio, termina sua santa ceia, confere seu cantil,
logo vê que está vazio, aí ele vai até o portão da casa de Mirela pedir para
abastecer o mesmo, Mirela não estava lá, quem atendeu foi dona Petra mãe de
Mirela, Geraldo trocou algumas palavrinhas com Petra e em seguida pediu por
gentileza que se pudesse abastecer seu vasilhame cantil.
--
Dona Petra, a senhora pode abastecer meu cantil, por favor, me desculpe te
incomodar, essas horas fazem muito calor, a gente fica bebendo água toda hora,
Tem que tá parando a máquina todo instante, bebendo água e mijando, eu não sei
de onde vem tanta água, Desculpe aí. (disse Geraldo)
---
Tá bom, tá bom, não precisa se desculpar tanto, pode pegar toda a água que for
necessário, depois que você mijar toda essa água, pode vir pegar mais, pode
entrar lá na área do fundo, tem três frízeres, pode pegar toda água que for
preciso. (disse Petra)
--
Uma pergunta desnecessária, a senhora é mãe de Mirela, quer dizer, nem tanto
desnecessária, pois vocês duas parecem da mesma idade, você é muito jovem! (Disse
Geraldo em tom de galanteio disfarçado)
---
Ah é, não seria bondade sua? Me sinto nova ainda, mas o que mais malha as
minhas aparências, essa lida que eu levo... é muito massacrante, em recompensa
de tudo tenho corpo perfeito, não sou feia, com mais alguns tratos e penteados,
cosméticos e outros mais, posso até enganar qualquer bobalhão que atreva
enrolar em minha cintura, você não acha seu Geraldo? Disse Petra.
--
Eu não dizia um bobalhão, seria um cara de muita sorte, eu me namoraria com
você, acho você um mulherão que apaixonaria qualquer sujeito por mais
inteligente que fosse, afirmo que essa conversa começou aqui, mas não vai
terminar assim no zero a zero, vou entrar nesse campo, ainda vou beijar esse
gramado, não demora muito esse jogo vai começar, comigo e você, tenho certeza,
esse placar vai ser de goleada, que você acha dona Petra? Perguntou Geraldo.
--
Eu não acho nada por enquanto, qualquer dia desses nós nos encontramos, mas
porem nossos umbigos vão se encontrar, sinto que vai ser um grande resfolego,
depois dessa nossa conversa fiquei ansiosa para que isso aconteça o mais breve
possível. Disse Petra.
Geraldo
ainda em ato de atrevimento, a segurou pelos glúteos e deu um beijinho no
rosto, pode ficar tranquila, ninguém está vendo, agora somos namorados em
segredos, até lá Petra. me aguarde, hein!
Nesse
exato momento Mirela chega da rua, estaciona a caminhonete na garagem e ainda
percebeu Geraldo saindo pela porta da frente, Mirela se escondeu para que ele
não percebesse a presença dela, já havia chegado, a garagem fica lá nos fundos,
Petra não percebeu quando Mirela chegou, não dá pra ver para quem está saindo
pela porta da frente, a menina achou o ambiente meio estranho, como estivesse
tido um espetáculo e desmanchado o palco, achou estranho Geraldão sair pela
porta da frente, tão tranquilo que parece que estaria saltando da cabine de sua
pá carregadeira, quer dizer; saindo de sua casa. Isso está muito estranho.
Hoje
dia 18 de março de 2026 SEGUE.
Logo
Geraldo chega até onde está sua máquina estacionada, o horário do intervalo do
almoço já terminou, aciona os controles da pá carregadeira, sai em movimento, o
canteiro de obras transformou em uma longa e linda avenida de acesso à rodovia
Federal, com essa obra inaugurada, agora são quatro pistas dando um aspecto de
cidade grande, as vezes até desnecessária, mas verbas chegam aos montes nos
cofres dessas prefeituras, como dizem o povo mais simples. – Ah! Se essas
carteiras falassem, apontassem os dedos para os denunciarem, perceberiam o
quanto esses políticos são corruptos, mesmo nessas obras de pequenas dimensões
que seja,
Dês
dessa manhã o palanque está armado para essa inauguração enquanto os peões de
obras começam desarmar os acampamentos no canteiro de obras, o encarregado da
empresa reúnem os empregados e traz dentro de uma valise, quer dizer, uma mala
cheio de envelope contendo verbas de gratificações, os nomes indicavam o
destinatário de cada abono, todos empregados ali trabalhados gozarão dessa
gratificação, mas porém Geraldão não deixou de receber sua parte, mas foi
convidado a comparece no escritório de recursos humanos, essa firma de
terraplanagem está demitindo de seu quadro de operário o senhor Geraldo, agora a pá carregadeira não é mais
dele, mas a menina Mirela estará sempre presente, se depender dele.
Logo
chega o pessoal para ouvir os discursos, Geraldo já estava na festa, todo
trocado, penteado parecendo um burguês, para ele era uma honradez ter
contribuído na construção dessa obra de arte, logo veio Mirela e o abraçou a
cintura por trás, Geraldo e Mirela se apresentava como um casal muito
harmônico, ali entre a multidão os dois de pé ouvindo os discursos desses não
tão bem visto por esse povo.
Ouviram
as demagogias dos políticos que ali se apresentaram, fizeram um passeio de pouco
mais de uns quinhentos metros na extensão dessa obra, isso juntamente com uma
multidão inclusive o prefeito e os tais políticos que apresentaram aquele
pequeno comício, se perguntarem para Mirela o que ela ouviu daquelas caixas de
sons e alto-falantes, essa menina dirá que não prestou atenção naquelas falas
de palavras desinteressantes.
Mas
o diálogo com Geraldão ainda está para ser dito.
--
Então meu caro Geraldo, um passarinho aqui me contou que você andou rondando
minha casa, cuidado com minha mãe...Ela é perigosa
--
não é nada disso não meu amor, eu só quero você, não me deixe, caso você largar
de mim, aí nunca mais você vai brincar de cavalinho, ninguém deixa se
montado... tá me ouvindo? (Geraldo)
-- outra coisa, se eu, pelo menos sonhar que
você está armando o pulo para minha mãe, você não imagina o que eu vou fazer
com você, caso eu te pegar vou te amarrar lá nos fundos da chácara, aparar
todas às suas protuberâncias vou te picar de pequenos pedaços, aparar todas
essas protuberâncias. (disse Mirela namorada enciumada de Geraldão)
--
Ho minha querida, vou te contar uma coisa que você não sabia, esses meus amigos
de trabalhos estão todos indo embora da cidade, logo estarão começando outra
obra, nova cidade, novos ares, se fosse eu, outras namoradas, outras transas,
mas tudo ficou diferente depois que conheci você, acho que você é realmente
minha cavaleira. Disse Geraldo o par de Mirela, mas com saudade dos amigos de
firma...
--
Olha aqui Geraldo, estou aí com você, estamos nos entendendo muito bem, mas,
você fica sabendo, não gosto de muito grude, de vez em quando eu também tenho
minhas liberdades, se você não aceitar, vai haver grandes desentendimentos.
Disse Mirela...
---Oh
querida, acho que precisamos brincar de cavalinho novamente, só está meio fora
de jeito, não sei onde te levar para construirmos nosso ninho de amor... já
estou pensando, eu até já sei, não haverá mais problema depois que eu comprar
esse carro que estou em plano, logo vou estacionar aí de frente a sua casa com
meu carro, estou em vista do tal, não é dos ruins, oito anos de uso, tá inteiro.
não, aí nós faremos bastante festinhas, me aguardem.
Geraldão
estava cheio do dinheiro, havia recebido seus direitos trabalhistas, e mais,
com um pé dentro da prefeitura, dessa vez seria um operador de patrola
niveladora, de carteira assinada na prefeitura de Sendas da Nova Aurora.
Muito
abusado esse rapaz, namorando mãe e filhas morando juntas nessa mesma chácara,
assim será duas fêmeas disputando o mesmo Geraldão.
20/3/26.
Antherport/*** -
ainda
tem mais – aguardem
Já
apresentou os documentos, há uns quinze dias de novo emprego, com o mesmo
serviço, operador de máquinas pesadas, achou por si que agora é hora de parar
num lugar, nos atuais momentos, trabalha na prefeitura, a idade está ameaçando
uma rasteira, Geraldo e sua equipe, com as máquinas tapa os buracos das ruas
esburacadas, até a rua que Mirela mora, no finalzinho está programada para essa
reforma, será pavimentada, arborizada com todos recursos sanitários, calçadas
amplas, inclusive um segundo trevo de
acesso aos centro da cidade, Petra e
Mirela a partir de logo mais estarão gozando desses benefícios como moradora do
município, só pegará terra nos calçados, caso ir pros fundos de sua
propriedade, mesmo assim terá uma torneira para tirar a terra dos pés, e uma
mangueira para abastecer o viveiro dos porcos e todos animais, enquanto o
quintal próximo a residência toda forrada de pedras britas, quando não
concretado com bom calçamento.
Geraldo permanece todo o tempo ocupado
com seu serviço aqui na prefeitura, quando não tem atividade, continua no
plantel a espera de alguma urgência, está sentindo falta de suas folguinhas do
antigo emprego quando estava com sua máquina estacionada de frente da casa de
Mirela, ele vivia muito folgadão, agora somente quando sai por aí as
escondidas, não quer que Petra saiba de seus namoros com Mirela, ele quer mesmo
é ficar com mãe e filha, mas, Mirela tem suas certezas, não dá muita
importância, pensa e as vezes até fala. – Vou dividir esse homem com minha mãe,
coitada! Ela tem cara que depois da gestação que me trouxe ao mundo, nunca mais
pegou ninguém, a gente divide Geraldo em dois, sem problemas.
Por muito tempo Geraldo serviu de boneco
para aquelas duas mulheres, mãe e filha. Ambas fingiam que não sabia, vez uma,
vez outra abusavam de Geraldão, é ele gostava, aceitava tudo como um burro
manso que se deixa ser montado, as vezes até é montado sem a permissão.
Hoje é sábado, o operador de máquinas não
trabalha, Geraldo aproveitou para dar uma esticadinha de pernas até à chácara
das meninas, desceu de carro até a rua transversal que cruzava a rua de Mirela,
parou seu carro debaixo de uma árvore e seguiu a pé até a casa de Petra e
Mirela, ele tinha certeza que Mirela não estava lá, longe do carro, dobrou a
rua e seguiu em direção da casa de Petra, andou uns cem metro por aquela
calçada que chegava na casa de Petra, abriu o portão, bateu palmas bem próximo
da porta, logo vem Petra ver quem é, der repente deu de cara com Geraldão.
--
E então, que deseja senhor Geraldo? Perguntou Petra.
--
Vim comprar uma dúzia de ovos, a senhora tem para vender? Perguntou Geraldo com
palavras entre meio um sorriso amarelo de acanhamento.
Petra ficou super excitada só de ver
Geraldo ali a frente, olhou bem para o rosto do operador de máquinas, aproximou
para bem perto dele, até roçava pele com pele, arrumou a gola da camisa, alisou
todo o peitoral desse homem, ela olhava com aquele olho com quem uma criança
pedisse doce, Petra, ela sonhava cor de rosa, disse pausadamente usando as
palavras mole, demostrando aquela cara de dengosa:
--Não,
não tenho ovos... não, mas tenho aqui algo muito mais gostoso que ovos, você
não precisará bater para fazer uma gemada fortificante, eu vou lhe dar a força
que você necessita, entra, o cachorro não morde não, venha logo meu Geraldão,
quero fazer uma panqueca com esses ovos que você tanto procura.
Petra tomou a mão de Geraldo, assim foi
conduzindo esse homem casa a dentro, a casa não era muito pequena, dava para
fazer um belo Turismo, logo chega de frente a porta de seu quarto, ainda
segurando Geraldo com a outra mão abre a porta, Geraldo só aguardava o
resultado daquele jogo de amores, ela soltou a mão que segurava a mão desse seu
homem, ele não se deu o trabalho de desabotoar um botão e nenhum zíper, Petra
com suas próprias mãos tratou de retirar que o prendia, felizmente não havia
nenhuma gravata apertada, mas tudo foi a baixo, tanto o cinto como as calças e
os demais tecidos que o prendia, foram amontoar lá em baixo, nos pés, nesse
momento já descalços, quando Petra viu por completo a nudez daquele homem, aí
ela deu por si, e disse com ar de admiração:
--
Meu Geraldo, você é um grande homem, seria objeto de consumo para qualquer
mulher sonhadora, enche qualquer gaveta e sobram de tamanho, nesse momento,
acho e tenho certeza, muito difícil uma mulher no mundo, por mais nobre
personalidade que seja estar diante de um homem tão másculo, bonito e viril
como eu tenho agora. Quero você por inteiro somente para minhas orgias. Declamou essa poesia para seu homem de
verdade. Disse Petra com exaltação.
Ela de blusinha bem provocante, ameaçando
mostrar seus seios pequeninos, naquele momento estava cheio, cheios de desejos,
não suportava nem se quer uma pluma pousar naquela pele, Petra prometia uma
revolução de desejos, se despiu mostrando aqueles contornos eloquente, muito
bonito e atraente o corpo de Petra, quaisquer toneladas de elogios ainda seria
pouco para enumerar os atributos de Petra.
21/3/26
– A CONTINUA – PARA O FINAL
Petra
e Geraldo fizeram seus corpos entrelaçarem em desejos e volúpias, Fazia muito
tempo que Petra não sentia um homem dentro dela, quando isso veio se completar
ela ficou enlouquecida, Geraldo fazia suas obrigações de macho demostrando
muita habilidade, ele nunca deixou faltar nada para suas parceiras nesse ato de
amor, além de repetir algumas vezes a mais, o mesmo ato, todos os orgasmos
atrasado de Petra, dessa vez foram pagos a preço de ouro, ela realmente lavou a
alma, mas porem ela tinha suas convicções que Geraldão pertencia mais para
Mirela que a ela, as duas, mãe filha
tinha conhecimento que dividiam o mesmo homem; Geraldão, assim mesmo, muitos
encontro foram acontecendo, ele quando saia com Mirela, sentia o prazer de ter
em braços a figura da mulher jovem, dona de formosura e muito sexo calhente.
Mirela agradava seu homem com muitas fantasias demostrando um cenário de formosura,
possuidora de um corpo lindo e muito jovial apesar de seus quase dezenove anos.
Petra
sua mãe dona de uma beleza sem igual, corpo perfeito, imagino que devido a essa
lida de tantas atividades, Petra vai malhando de maneira natural, Petra é linda
tal qual sua filha Mirela, sorte do Geraldão que tem em suas mãos essas duas
beldades, criadora e criatura e Geraldo como um Deus intencionado a fazer o
bem, cultivar o amor, da flore até o fruto, plantando e colhendo nessa terra,
chácara.
Depois
de viver tantos anos de cidades em cidades, como peão de obra, Geraldo agora
fixa residência na cidade de Sendas de Nova Aurora, Interior longínquo, mas ele
tem certeza, foi ali que ele encontrou o amor maior.
Hoje, 22 de março/2026
FINAL
Próximos capítulos
01 - Enquanto os mecânicos trabalham nos
reparos no motor da máquina, Geraldo viaja de volta para visita à sua casa,
rever a família, os filhos e rever os amigos.
02 - Mesmo que seja
somente quinze dias, mas, Mirela está chorando a ausência de seu grande herói
de costas largas onde Mirela gostava de abraçar, ele era um espadagado.
03 - Mirela resolvia
suas fantasias sexuais enlouquecedoras.
04 - Quando se
passavam treze dia a menina já estava estressada de tanto esperar pelo seu
grande amor.
05 – Geraldo já está
de volta, a menina cria uma grande expectativa para que tudo se repita como a
última vez.
06 - No dia em que
Mirela havia saído por longas horas, Geraldo foi até a casa da menina para
abastecer o cantil, ela não estava lá, mas olha lá quem atendeu Geraldão; a mãe
de Mirela dona Petra.
07 – Quando Mirela
voltou do comércio, ficou estarrecida com o que presenciou.
08
– Parece que algo não vai ficar bem para aquela menina sonhadora.
09
– Uma forte concorrente no jogo do amor
10
– Dona Petra está atravessando os caminhos de Mirela.
11
– Geraldão resolve fixar residência nessa mesma cidade de Petra e Mirela.
Aguarde mais novidades.
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