quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

O FUTURO DO PLANETA, ASSIM.

 

 O FUTURO DO PLANETA


- Areia solta, não tem consistência, o vento toca com leveza até formando dunas, um desastre ambiental que produziram nessa Terra de Vera Cruz, tudo isso foi alertado pelos os estudiosos do assunto, diziam se: - “Amazônia é o motor que renova a vida de todos nós”, eles estavam certos de que diziam. 

Alguns países mais ricos contribuíram com fundos de valores milionários com o intuito de preservar as florestas brasileiras, ciente de que isso poderia acontecer nos dias atuais, as ONGS nacionais e internacionais tentavam estancar essa sangria barrando aqueles desmatamentos que ocorriam naquela época de séculos já passados, os equipamentos espaciais focavam dos céus, os poucos que restaram e existiam para contar essa história dramática, já previstas por aqueles cientistas estudiosos desse assunto, no século XXI

Os homens daquela época ignoravam e continuavam praticando essas barbarias, sem contar com milhares de espécies de animais que aqui sobreviviam a contar com tribos indígenas.

As árvores parece que sentiam a dor do extermínio causado pelas mãos humanas precursoras do mau quando davam partidas em suas motos serras, demostrava a cada tombo, a ganância desses seres humanos em busca da fortuna fazendo queimadas, poluindo os rios com mercúrios em garimpos clandestinos, levando doenças cancerígenas às populações de nativos que existiam por aqui,  nesse lugar que estamos pisando nesse momento, existia um imenso rio que cortava uma floresta emaranhada de vegetações habitada por animais, aves e peixes, viviam quando aqui tinha ar refrigerado natural,  agora convivemos com esse alto aquecimento global descrito como um fenômeno da natureza, mau que poderia ser evitado, provocando enormes  doenças incuráveis e mortífera, causando úlceras em nossa pele,  estamos presenciando essa gerações de zumbis vestidos de trapos borrado, enquanto os líquido desaparecem do planeta, a sujeira toma conta desse mundo ainda mais, não se sabem onde descartar os resíduos humanos.

Estamos morrendo à míngua nesse calor e sol de caloria descomunal no centro de milhares e milhares de quilômetros, são raras a presença de árvores, debaixo de nossos pés sentimos que pisamos em uma espécie de areia de cor cinza de mostrando essa tragédia ocorridas á mais ou menos de dois mil anos,  que se intensificou no século 21, Assim como no passado exibimos retratos de dinossauros, as lembranças que temos em destaques quadros expostos exibindo figuras desenhadas de espinha de peixes como certificar que aqui realmente existiu essa espécie; havia água nesse local em que agora  sustentamos de pé.

 

Vem surgindo no horizonte uma vermelhidão, não... Não é alvorecer e nem entardecer, é uma tempestade de areia ou terra que seja, logo varrerá esse nosso local, preciso me proteger desse fenômeno natural, vou esconder de trás daquela grande rocha até esse vento passar, tomara que esse vento não forme uma duna aqui, assim vou ficar soterrado, agora é só me resta segurar firme por aqui para os redemoinhos não me levar junto nesse epicentro parecido com furacão, mas seco, chuvas?... Nem em sonhos, mas de clima de temperatura quentíssima.

 

 Areia solta, não tem consistência, o vento impetuoso toca como um sopro de gigante, até formando dunas, um desastre ambiental que produziu a dezenas de séculos já passado nessa Terra de Vera Cruz.

 

Hoje dia 23 de agosto de 2.220, verão desastroso, não tem praias, com o derretimento das geleiras nas calotas polares, os oceanos estão se expandindo, elevando os níveis das águas, tornando os oceanos mais profundo formando ondas gigantescas e destruidoras, enquanto a alta temperatura queima a vegetação, árvore e rios, derrete as geleiras das calotas polares, os oceanos se expandindo, avançando as margens diminuindo a levando a extinção dos continentes, submergindo ilhas e arquipélagos, as margens oceânicas mudaram seus limites, avançaram quilômetros, ultrapassou as linhas que separam mar e continente, águas até  invadindo residências, derrubando difícil fazendo desaparecer cidades de grandes metrópoles, essas águas impetuosas; líquidos intensamente poluídos, pois uma boa parte da sujeira que sobrou nesse planeta foram despejados nos oceanos, outro mais, essas águas sempre foram impróprios para o consome.

Amanhã o céu estará encoberto, nuvens escuras pairarão sobre nossas cabeças, difícil encontrar alimentos saudável.

Anos de 2.220, Só nos resta lamentar, pois outro mundo maravilhoso assim como aquele que viviam   nas gerações passadas; século XXI, já mais existirá, essa foi a herança deixada pelos povos antepassados, estamos vivendo o fim da espécie humana e reino animal...! a humanidade está aos poucos se extinguindo. Enquanto isso a vida continua como um barquinho tranquilos em águas perene, já estamos sentindo algumas turbulências nesse decorrer dessas águas existente, os ventos fortes, furacão, alguns vulcões já estão dando sinais, prenúncios dessa futura devassidão que há de vir.


Postado em 23/8/2019 Por Antherport

/Reeditado 11/02/2026 

    

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

 

                   A INESQUECÍVEL SUELI.

Para Adulto

                   (Antônio Herrero Portilho)

 Mulher de um corpo fabuloso, morena clara, cabelos negros ondulados, comprido até aos ombros, sempre linda e esboçava toda a gostosura que uma fêmea pode oferecer a um macho cheio de disposição e criatividade na hora de fazer amor. Vista de frente, nossa! Só de imaginar fico excitado, vendo pelas costas não tem quem não admira aquelas formas bem desenhadas, Sueli é mesmo de matar qualquer um de tezão, eu tão próximo, mas não dava em nada quando chegava alguém para atrapalhar minhas fantasias imaginativas e o que mais me chateava ela me chamar de papai, ai eu perdia toda a tezão.

Sueli tinha filhos, mas a vovó que cuidava durante a semana, ela vivia quase só, marido alcoólatra, um bêbado que caia pelas calçadas desta favela, assim mesmo não era uma mulher fácil que qualquer um chega e já vai ganhando, sempre discreta, mesmo que dê suas transadinha, mas tudo no absoluto sigilo, eu ainda não a peguei, mas a qualquer hora destas vai acontecer, as vezes fico um pouco sem papo pois a conheço dês de quando nascera, minha idade é muito a cima da dela, sempre diz que me tem como um pai que ela nunca conheceu, por isso não se preocupa muito em se cobrir sua nudez; senta de qualquer jeito, não cuida muito com as posições das pernas, quando se abaixas dá pra ver tudo a sua genitália mostrada pelas laterais da calcinha, ai não tem papai que aguenta.

   Levantei-me bem de manhã, era um dia de domingo que estava para nascer dentro de poucos minutos, ainda estava escuro e havia muita névoa neste topo do morro, tudo estava em silêncio naquela favela, pois até agora a pouco todos dançavam nas baladas, todos se divertia nestes bailes, o consumo de cerveja e refrigerante foi bastante, agora é só curtir a ressaca,  não tinha quase ninguém nos becos e ruas, tudo calma.

 Sueli acabou de fechar a porta de seu barraco, demorou alguns minutos retornou para fora passou quase pisando em mim, mas não me viu, me escondi aqui detrás desse pedaço de muro, percebi que ela fazia xixi bem ali na encosta deste morro, não era uma das noites muito clara, ameaçava chover, certeza que logo, logo a água da chuva lavaria todo o cheiro da urina.

 Ela tinha muito medo de chuva, sempre fui eu que a protegi na hora destes temporais, bastava cair nem que fosse alguns raios do pequeno já motivava ela correr para o meu cômodo,  o meu barraco e o dela ficava no mesmo nível de terreno rochoso, havia alguns arbustos entre aquele chão de pedras, sou negro, a minha cor em meio esta noite escura dificultava ela me enxergar, eu até prendia a respiração para que ela não me percebesse, poderia ela pensar que eu estava ali a proposito, mas não adiantou em nada eu tomar estes devidos cuidados, antes que se levantasse me perguntou:

- É você que tá aí papai?

- Sim, sou eu, desculpe, peço que entenda que não foi a proposito eu já estava aqui.

- Perguntei por perguntar, eu sabia que era você que estava aí, liga não isso é normal, considere que sou sua filha, entre pai e filha não pode existir pudor.

- A tá, não vá pensando assim se não eu acabo te adotando como minha filha mesmo.

- Fique tranquilo papai.

 A chuva foi se aproximando, os pingos aumentando, Sueli e eu tivemos que correr para dentro antes que nos molhassemos

 Aquela noite a chuva não parava, Sueli veio dormir comigo na minha cama e vocês pensam que sou de ferro? Esqueça isso de pai e filha, ela nunca foi minha filha, eu sempre a desejava assim como qualquer homem deseja uma mulher, eu estava loucamente de tezão, grande foi a sensação de penetrara-la em sua mais deliciosa xereca de mulher adulta, fizemos um amor gostoso, devido a grande expectativa e espera de muito tempo, mau aguentei ter aquela mulherona em minha cama, nesta noite repetimos algumas vezes, nunca vou me esquecer estes instantes memoráveis dormindo de conchinha com a minha mais linda morena.

 Alfredo seu marido agora está pensando em largar a bebida, converteu-se a uma seita religiosa, adquiriu uma bíblia agora só pensa em converter os amigos e leva-los para sua igreja, imagine que um dia desse ele me veio fazendo uma pregação tentando me converter, disse para que eu largue de fornicação, fornicação é coisa do diabo, Sueli gritou em voz alta lá da janela de seu barraco.

- Larga não papai Não largue... fornicar é coisa boa!...

 

23/4/2918.

 

    

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Irene Inspiradora - Para Adulto

 FANTASIAS SEXUAIS

Irene Inspiradora


Quando Irene chegou de viagem de férias naquela noite, percebeu um ambiente calmo que pairava sobre sua bela moradia, parecia que estava tudo em ordem e continuava do mesmo jeito que a deixara dês do dia que saiu de viagem. A janela de seu quarto parecia tão solitária, só havia sinal de abandono nesta mansão, percebia-se tudo escuro lá dentro, seu caseiro não cuidou com cuidado das faxinas a qual fora incumbido.

Irene estacionou seu carro em sua garage e mais que depressa se dirigiu até a caixa de luz, estava escuro, mas o facho de claridade do farol do carro que estava aceso deixava tudo nítido, à chave geral que ligava todo o esquema elétrico dos compartimentos deste enorme casarão precisava ser acionada, esta casa era tão grande para esta quase solitária mulher, tanto mistério guardava em suas intimidades! Ela tinha hábitos muito estranho com sua maneira de se relacionar, suas atividades sexuais não era apenas coisa superficial, acontecia muita insanidade em seus atos de prazeres carnais, usava todas as formas de extrair de seu corpo prazeres desenfreada com muitas depravações. Em sua mansão sempre houve estes encontros com seus parceiros que muito apreciava estas práticas de sexo, existia um compartimento nesta casa reservado para esta finalidade com infinidades de acessórios e objetos de brincar de prazer. Já aconteceram muitas seções de sexo de formas mais escabrosas que se podem imaginar muitas noites a fio de intensas orgias com torturas com muitas humilhações, criatividade infinita, onde tudo se resolve a base de sadomasoquismo e muitas outras formas de satisfazer suas fantasias.

Senhor Agnaldo ficou em sobressalto quando ouviu o barulho do carro quando ela bem forte acelerou pela última vez, o homenzinho veio logo ao encontro de dona Irene parecia preocupado com a patroa e foi logo perguntado se precisava de algo, ele sempre sentia medo das advertências a que viera ocorrer em algumas de suas displicências. Ele: um homem de estatura raquítica media mais ou menos uns cento e cinquenta e cindo sentimentos comparando a estatura desta jovem senhora tão grande e valente, seu Agnaldo não passava de um frágil inseto rasteiro que em nada superava os destemidos volumes corpóreos desta fera de batons. Quando dona Irene lhes exigiam algumas obrigações, este indefeso ser humano se atrapalhava de tanto apavoramento, este nanico tremia na base.

Penetrou a chave no buraco da fechadura rodou a e empurrou a porta para entrar, quando olhou para onde colocaria seus pés em seus primeiros passos pela casa foi logo percebendo um envelope de correspondência caído sobre o piso da entrada da sala, como se alguém houvesse colocado o por baixo da porta, pegou o nas mãos e foi logo perguntando ao senhor Agnaldo se o carteiro havia passado por ali nestes dias. Disse que não, não presenciou ninguém dos correios nestes dias, ela foi logo percebendo que o envelope estava sem selo e certeza que esta correspondência foi colocada bem ali debaixo da porta pelo seu próprio autor, um de seus grandes admirador e praticante destes atos sexuais de natureza sadomasoquista que busca o prazer pela a dor e a humilhação.

Este seu empregado e caseiro estavam sempre a sua disposição, ele sempre prestava umas variedades de outros servicinhos naquela casa, dona Irene pedia muita ajuda a ele até fora de hora, devido muitos anos de trabalhos prestados para esta senhora, havia muita cumplicidade entre este empregado e patroa. Ela não ocultava nada, suas intimides não era segredo para ele, muitas vezes seu Agnaldo foi exigido para que a servisse na piscina, quantas vezes ele a presencio em completa nudez, sabia e tinha certeza que este minúsculo homem não a oferecia nenhum perigo, estava certa que em qualquer embate ele seria massacrado por esta poderosa fêmea possuidora de um belo corpo bem estético de deixar qualquer homem em completo apetite sexual.

Senhor Agnaldo sentiu vibrar os ouvidos quando Irene sua patroa exigiu com a vós de austeridade, bradou com ato de bravura e insistência que a seguisse até seu quarto para que fizesse uma limpeza em algo que ficou pelo chão antes da ida quando saiu para viaje, e retirar os pós que havia caído durante estes dia que esteve fora, seu Agnaldo obedeceu às ordens e assim o fizera.

Subia a escadaria que levava ao piso superior, o homenzinho a seguia assim como fosse um cãozinho obediente, aqueles passos pelos degraus ao qual ela pisava e avançava adiante causando um barulho do salto de seu sapato bem alto provocando um som ritmado que impregnava na mente daquele homem promiscuo cheio de fantasias de sadismo com líquidos purulentas e fétidas deixando o excitado por estar sendo comandado por uma enorme mulher que demostrava tantas exuberância com este porte avantajado.

Seu Agnaldo começou a faxina pelo banheiro com mais atenção ao Box, pois Irene estaria se preparando para um belo banho, este faxineiro e caseiro foi logo pronunciando que não haveria muito serviço para executar e que já estava tudo limpo, foi saindo do banheiro para terminar a tarefa que lhe foi incumbido espanando todo o pó no dormitório de dona Irene, e assim o fez.

Quando ela foi para o banho deixou em cima da cama o envelope que só abriria quando estivesse totalmente descansada da viaje de banho tomado... Pediu para seu Agnaldo que fosse até a cozinha e preparasse um lanche bem gostoso e lhe trouxera aos seus aposentos, neste quarto.

Dentro de alguns minutos seu lanche chegou, seu obediente empregado a serviu com muita gentileza em umas enormes bandejas com várias iguarias, servida de bastante sustância, acompanhado de uma refrigerante coca cola.

Terminou sua refeição, e ao passar alguns minutos procurou se inteirar das suas tarefas que depois desta viaje cansativa e estressante, ainda não era muito tarde a noite, tinha muito tempo pela frente, lembrou que teria que abrir um envelope muito misterioso que o encontrou na entrada da porta da sala, tudo indicava que se tratava de um dos praticantes das seções de sadomaso... Dentre várias correspondências, esta foi a mais interessante, o máximo que ela poderia fazer é ler a grande correspondência que lhe fora enviada por este tão secretíssimo a débito destas práticas tão estranha que ela sentia muito prazer em realizar a seus clientes sexo maníaco, isto ficou confirmado e o encontro se daria no outro dia as 21 h 40 min e tudo estariam combinado e este cliente seria um novato mais cheio de ideias promíscua.

Quando chegou o outro dia o ambiente já estava tudo arrumado, a sala para sexo e orgia e castigo sado maso estava toda preparada, o senhor Agnaldo arrumou todos os objetos, correntes, algemas, máscaras para tapar o rosto só restando dois furos nos lugares dos olhos, este empregado de dona Irene sempre auxiliava sua patroa nestas atividades em que todos os clientes amantes desta prática de prazer e tudo que estava para oferecer para seus amigos, ficariam relacionados em documentos assinados pelo cliente.

Neste grande momento esperado eis que adentra pelo enorme portão da mansão um automóvel ocupado por um casal de idade ainda muito jovens, ele ao volante e sua esposa de acompanhante no banco de carona, senhora ruiva de corpo muito formoso ambos praticantes destas formas estranhas de fazer amor, tudo que ele gostava sua esposa também o acompanhava com muito gosto e prazer, eles tinham gostos idênticos até para estas práticas de sexo com castigo. Esta noite promete.

Estacionaram o carro sobre uma das árvores, mau o motor cessou seu Agnaldo foi ao encontro para recepciona-los auxilia-los como fazia com todo o cliente que desta casa usufruíam, cumprimentou os visitantes novatos e os encaminhou até o local onde seriam realizadas estas práticas, na mesma mansão neste cômodo. Chegando a tal sala de prazeres seu Agnaldo pediu que o casal aguardasse alguns minuto e que ficassem a vontade, nus se for possível, os dois começaram a se livrar das roupas em estante estavam pelados como vieram ao mundo aguardando a grande rainha a grande Irene devassa e perversa quando estava executando seus chicotes para castigo e dominação.

Dentro de alguns instantes ela desce a escadarias que dá acesso a sala de sexo e castigos, já sabia de tudo que estes queriam realizar, estava escrito no relatório, agora era só dar inicio o que estava no contrato, ficou combinado que a senhora ruivas só iria assistir seu esposo sendo humilhado, assim seria sua forma de prazer que ela apreciava, às vezes até ajudava em desferir os golpes de chicote em seu próprio marido que enquanto não presenciar o sangue de seu companheiro esvair não chegava ao auge do prazer e gozo total.

Dona Irene se aproximou do casal falando alto com autoridade e acionava o chicote acertando as costas nuas deste senhor que a cada chicotada e ato de sofrimento causado pela grande fêmea Irene lhe aumentava mais e mais seus prazeres, era tudo que este casal gostaria de sentir, o gozo extremo.

A senhora ruiva, com a ajuda do senhor Agnaldo, trataram de chegarem a uns dos estagio mais intenso, e aprisionou o novato com cordas de maneira que o mesmo ficara deitado ao assoalho de bruços exposto a toda forma de castigo, e muitos, que ninguém nem imagina. Muitos golpes fora desferido sobre as costas deste amante do prazer e dor, ele gemia e sussurrava percebia se que este senhor estava resolvendo suas fantasias que estavam tão guardadas em seus obscuros instintos sexuais, ele e sua esposa a senhora ruiva afeiçoada pelas altas depravações e chegava ao ápice das sensações de completos gozos torrenciais vivido entre este casal de novatos.

No decorrer desta noite inesquecível muitas formas praticadas pelo sadomasoquismo o senhor novato recebeu de Irene e sua própria esposa, todo o tipo e forma de castigo e degradação a qual estava previsto pelos seus desejos este casal procurava e foi atendido na mansão de dona Irene que muitos intendido nestas modalidades e praticas diziam ser o palácio dos prazeres do sadomasoquismo com outras várias formas de praticar sexo com orgasmos e dor.

Enquanto dona Irene fumava um grosso charuto soltando grandes baforadas de fumaças o senhor novato estava amarrado às mãos e os pés, estatelado ao piso desta sala, suas costas estava toda ferida de ataque de chicote e queimadura de velas, e enquanto sentia dores também sentia prazer soltando gritos de satisfação. Para este senhor seria as realizações de seus maiores desejos já vividos e este grito parecia que o mesmo queria mais e mais a fim de extrapolar as medidas destes atos gostosos e prazerosos. Enquanto isso dona Irene e a senhora ruiva sua esposa estava de pé bem posicionada, duas grandes mulheres nuas e prontas para finalizar com o mais esperado momento pelo o qual ele aguardava com muitas expectativas, enquanto a ruiva sua esposa pisava suas costas com dedicação, forçando cada fez mais o sofrimento ao qual ele estava sempre desejando, obter para completar ainda mais suas fantasias as quais ela conhecia muito bem e sempre lhe oferecia para sua satisfação, os urros aumentava porque ele queria mais, e mais e logo foi completado com aquilo que já tinha praticado e eles apreciavam, enquanto isso Irene estava se preparando para desferir o último golpe, ela abaixou-se até seu rosto, soltou algumas fumaças de seu charuto que ainda queimava em brasa e disse algumas palavras perguntando algo, este humilhado respondeu que sim gesticulando com a cabeça, ela apagou o charuto em suas costas, esfregando o até o mesmo se espatifar provocando fortes queimaduras, terminando ficou de pé e elevou os quadris a frente, empinou-o oferecendo o presente que ele tanto esperava destas duas mulheres.

Deitado aos pés destas duas mulheres, pronto para receber tudo que lhe era oferecido e já fora combinado a princípio, em dado momento começou sentir algo, como líquidos quente que esguichava e batia forte em suas costas, as duas fêmeas exercia uma duradoura micção, mijavam caprichosamente sobre aquela carne esfolada deste humilhado senhor, o amarelo destas substâncias expelidas por elas, se misturava com o sangue dos ferimentos ocasionado pelas chicotadas, elas imprimiam cada vez mais velocidade impulsionando atingindo propositalmente as chagas, ele sentia que aguçava ainda suas dores e ardências nos locais daqueles cortes das chibatadas e queimadura que charuto provocou, mas quanto mais intenso as dores e humilhação o prazer aumentava ainda mais, ai ele gritava menos, não havia mais forças para nada, nem para gloriar este feito, se enfraqueceu entregando se a tudo que lhe era praticado por estas duas mulheres, e aceitava estes suplícios como a maior realização de todos dos tempos em sua vida enquanto estes atos lhe faziam conquistar várias ejaculações de contentamento, neste momento elas também sentiram se satisfeitas e também foram agraciadas por estes orgasmos enlouquecidos providos de muitas insanidades.

Terminando tudo, este senhor adormeceu ali ao chão ao meio das grandes poças destes líquidos amarelados expelidos pelas entranhas destas valentes mulheres promiscuas, feito por dona Irene e sua esposa aquela senhora Ruiva. Lá fora da mansão a noite terminou calma e serena, depois que todos os desejos foram resolvidos a vida tomou seus rumos costumeiros como era antes, o casal voltaram para suas casas, este senhor o novato continuou com sua vida de executivo em suas funções de grande importância no comércio e indústria, sua esposa a senhora ruiva em casa não mudou em nada, voltou para o círculo de amizade deste grupo de senhoras as quais ela frequentava, dona Irene em seu castelo dos prazeres continuou recebendo seus convidados como sempre.

Autor Antonio Herrero Portilho duas fêmeas exercia uma duradoura micção, mijavam caprichosamente sobre aquela carne esfolada deste humilhado senhor, o amarelo destas substâncias expelidas por elas, se misturava com o sangue dos ferimentos ocasionado pelas chicotadas, elas imprimiam cada vez mais velocidade impulsionando atingindo propositalmente as chagas, ele sentia que aguçava ainda suas dores e ardências nos locais daqueles cortes das chibatadas e queimadura que charuto provocou, mas quanto mais intenso as dores e humilhação o prazer aumentava ainda mais, ai ele gritava menos, não havia mais forças para nada, nem para gloriar este feito, se enfraqueceu entregando se a tudo que lhe era praticado por estas duas mulheres, e aceitava estes suplícios como a maior realização de todos dos tempos em sua vida enquanto estes atos lhe faziam conquistar várias ejaculações de contentamento, neste momento elas também sentiram se satisfeitas e também foram agraciadas por estes orgasmos enlouquecidos providos de muitas insanidades.

Terminando tudo, este senhor adormeceu ali ao chão ao meio das grandes poças destes líquidos amarelados expelidos pelas entranhas destas valentes mulheres promiscuas, feito por dona Irene e sua esposa aquela senhora Ruiva. Lá fora da mansão a noite terminou calma e serena, depois que todos os desejos foram resolvidos a vida tomou seus rumos costumeiros como era antes, o casal voltaram para suas casas, este senhor o novato continuou com sua vida de executivo em suas funções de grande importância no comércio e indústria, sua esposa a senhora ruiva em casa não mudou em nada, voltou para o círculo de amizade deste grupo de senhoras as quais ela frequentava, dona Irene em seu castelo dos prazeres continuou recebendo seus convidados como sempre.

Autor Antonio Herrero Portilho

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

HALLOWEN, O GRANDE DIA DAS BRUXAS - de Antônio Herrero Portilho.

 


HALLOWEEN

 

No escuro dessa noite, no fundo negro deste céu deste lugar, algo fenomenal estava para acontecer, demostrava coisa de outro mundo.

Alguém com trajes muito diferentes com tom de roxo e negro, com alguns símbolos místicos... algo muito funesto estão se movendo neste espaço celeste.

Os chapéus de copas altas e pontiagudas combinavam com o nariz longo e quebrado para baixo, as verrugas nas pontas destas narinas sempre destacaram como um desenho imprescindível, isto sempre foi à marca registrada destas meninas bruxas.

   Com os vais e vem de certo veículo aéreo de natureza desconhecido, algo que se assemelhavam com motociclos, motos voadoras, mas na verdade se tratava de algo simples de uso caseiro destinado a limpeza de casas... eram as vassouras que as conduziam encavaladas em seus cabos direcionando, buscando uma rota a qual as desejarias navegar por estes espaços nesta noite.

Naquelas horas próximas a este local, o céu ficou tumultuado, muito corre, corre.

O tráfego aéreo ficou infernal, isto algumas horas que antecedia a grande festa e conferência.

 

Estas pessoinhas misteriosas nestas ocasiões memoráveis se reuniam para um grande encontro; elas do sexo feminino com aspectos de grande estranheza se juntavam para esta grande assembleia, neste país do além, onde nesta época se encontravam.

Daquela noite até nos dias atuais não mais se presenciaram coisas mais extraordinária.

O cenário todo elaborado com infinidades de arranjos típicos deste tema, local deste grande acontecimento: Uma clareira, dia trinta e um de outubro a meia noite, em meio a floresta, estava marcada para este grande acontecimento.

Este último dia do mês de outubro ficaria para sempre marcado na lembrança tal era o tamanho deste evento macabro; algo de assustar, as imagens de terror causavam espantos até naquelas criaturas que já estavam acostumadas, horror que dava medo e calafrios, fazia até arrepiar os cabelos, este encontro era mesmo de deixar qualquer um boquiaberto.

Estas meninas bruxas exóticas quando estavam reunidas para estes eventos tinha como hábito levantar várias conversações, aquelas figuras belas de bruxas a debita aos cultos do halloween, neste momento com suas línguas afiadas e maldosas comentavam tudo que já haverá acontecido nestas temporadas que estavam ausentes.  Estas amigas e companheiras sempre persistiram nestes laços fraternos, aproveitavam para relatarem seus eventuais fatos que não poderia de forma nenhuma ficar esquecida esta irmandade a cada ano se encontrava para estas eventualidades, e aproveitavam para pôr as fofocas em dias. Como podemos imaginar fofocas de bruxas nem se pode ter uma ideia como seria as intimidades destas criaturinhas extra mundo. Todas falavam simultaneamente e assim sendo este ambiente se tornava um grande alarido formando um completo alvoroço com estas tagarelas, coisa horrível.

Der repente toca-se uma sirene e algumas badaladas de um velho sino em forte som, todas as bruxas se silenciaram e ficam atentas para o que está para  acontecer, no palco abre-se a cortina, em seguida entra em cena alguns integrantes da Família Adamo, trazendo e segurando em mãos um caixão de defunto todo de cor roxo escuro com detalhes de preto com vermelho, as bruxas vibraram com este ato  os carregadores colocam a urna funerária no assoalho no centro do palco enquanto se acomodam por ali nos fundos do cenário. Em seguida este ambiente ficou tomado de uma enormidade de fumaça que quase encobria algumas cenas que apareciam em meio estas névoas entrementes o caixão para defuntos se abre e uma criatura salta para fora, as meninas narigudas de chapelão ficaram aplaudindo sem sessar, tal era o impacto deste ato. Eis que aparece em meio do tablado esta figura de terror: O conde Drácula, ele que deveria comandar estes discursos para estas bruxas; assistentes muito especiais.

Ele motivado por um exibicionismo exagerado se apresentou para a plateia expondo seu porte físico tão bem preservado pelas grandes quantidades de sangues ingeridos; alimento primordial para a vitalidade deste; o maior dos vampiros.

Neste momento da se início a grande conferência e assim inicia o grande discurso sobre este dia do HALLOWEEN.

As bruxas a cada ponto importante do discurso reverenciavam o estendendo a mão e dizendo com forte som em gritaria:

ALELUIA, ALELUIA!... SALVE O NOSSO GRANDE MESTRE, O DE TODOS OS TEMPOS, DE TODOS OS SÉCULOS. ...AMÉM.

(Antônio Herrero Portilho)18/8/2013

OS GATOS VIRA LATAS DOS ARABALDES

OS GATOS VIRA LATAS DOS ARRABAUDES Antônio Herrero Portilho O gato Amarelão estava sempre passeando por ali naquela quadra, ele tinha mu...