quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

O FUTURO DO PLANETA, ASSIM.

 

 O FUTURO DO PLANETA


- Areia solta, não tem consistência, o vento toca com leveza até formando dunas, um desastre ambiental que produziram nessa Terra de Vera Cruz, tudo isso foi alertado pelos os estudiosos do assunto, diziam se: - “Amazônia é o motor que renova a vida de todos nós”, eles estavam certos de que diziam. 

Alguns países mais ricos contribuíram com fundos de valores milionários com o intuito de preservar as florestas brasileiras, ciente de que isso poderia acontecer nos dias atuais, as ONGS nacionais e internacionais tentavam estancar essa sangria barrando aqueles desmatamentos que ocorriam naquela época de séculos já passados, os equipamentos espaciais focavam dos céus, os poucos que restaram e existiam para contar essa história dramática, já previstas por aqueles cientistas estudiosos desse assunto, no século XXI

Os homens daquela época ignoravam e continuavam praticando essas barbarias, sem contar com milhares de espécies de animais que aqui sobreviviam a contar com tribos indígenas.

As árvores parece que sentiam a dor do extermínio causado pelas mãos humanas precursoras do mau quando davam partidas em suas motos serras, demostrava a cada tombo, a ganância desses seres humanos em busca da fortuna fazendo queimadas, poluindo os rios com mercúrios em garimpos clandestinos, levando doenças cancerígenas às populações de nativos que existiam por aqui,  nesse lugar que estamos pisando nesse momento, existia um imenso rio que cortava uma floresta emaranhada de vegetações habitada por animais, aves e peixes, viviam quando aqui tinha ar refrigerado natural,  agora convivemos com esse alto aquecimento global descrito como um fenômeno da natureza, mau que poderia ser evitado, provocando enormes  doenças incuráveis e mortífera, causando úlceras em nossa pele,  estamos presenciando essa gerações de zumbis vestidos de trapos borrado, enquanto os líquido desaparecem do planeta, a sujeira toma conta desse mundo ainda mais, não se sabem onde descartar os resíduos humanos.

Estamos morrendo à míngua nesse calor e sol de caloria descomunal no centro de milhares e milhares de quilômetros, são raras a presença de árvores, debaixo de nossos pés sentimos que pisamos em uma espécie de areia de cor cinza de mostrando essa tragédia ocorridas á mais ou menos de dois mil anos,  que se intensificou no século 21, Assim como no passado exibimos retratos de dinossauros, as lembranças que temos em destaques quadros expostos exibindo figuras desenhadas de espinha de peixes como certificar que aqui realmente existiu essa espécie; havia água nesse local em que agora  sustentamos de pé.

 

Vem surgindo no horizonte uma vermelhidão, não... Não é alvorecer e nem entardecer, é uma tempestade de areia ou terra que seja, logo varrerá esse nosso local, preciso me proteger desse fenômeno natural, vou esconder de trás daquela grande rocha até esse vento passar, tomara que esse vento não forme uma duna aqui, assim vou ficar soterrado, agora é só me resta segurar firme por aqui para os redemoinhos não me levar junto nesse epicentro parecido com furacão, mas seco, chuvas?... Nem em sonhos, mas de clima de temperatura quentíssima.

 

 Areia solta, não tem consistência, o vento impetuoso toca como um sopro de gigante, até formando dunas, um desastre ambiental que produziu a dezenas de séculos já passado nessa Terra de Vera Cruz.

 

Hoje dia 23 de agosto de 2.220, verão desastroso, não tem praias, com o derretimento das geleiras nas calotas polares, os oceanos estão se expandindo, elevando os níveis das águas, tornando os oceanos mais profundo formando ondas gigantescas e destruidoras, enquanto a alta temperatura queima a vegetação, árvore e rios, derrete as geleiras das calotas polares, os oceanos se expandindo, avançando as margens diminuindo a levando a extinção dos continentes, submergindo ilhas e arquipélagos, as margens oceânicas mudaram seus limites, avançaram quilômetros, ultrapassou as linhas que separam mar e continente, águas até  invadindo residências, derrubando difícil fazendo desaparecer cidades de grandes metrópoles, essas águas impetuosas; líquidos intensamente poluídos, pois uma boa parte da sujeira que sobrou nesse planeta foram despejados nos oceanos, outro mais, essas águas sempre foram impróprios para o consome.

Amanhã o céu estará encoberto, nuvens escuras pairarão sobre nossas cabeças, difícil encontrar alimentos saudável.

Anos de 2.220, Só nos resta lamentar, pois outro mundo maravilhoso assim como aquele que viviam   nas gerações passadas; século XXI, já mais existirá, essa foi a herança deixada pelos povos antepassados, estamos vivendo o fim da espécie humana e reino animal...! a humanidade está aos poucos se extinguindo. Enquanto isso a vida continua como um barquinho tranquilos em águas perene, já estamos sentindo algumas turbulências nesse decorrer dessas águas existente, os ventos fortes, furacão, alguns vulcões já estão dando sinais, prenúncios dessa futura devassidão que há de vir.


Postado em 23/8/2019 Por Antherport

/Reeditado 11/02/2026 

    

Nenhum comentário:

Postar um comentário

OS GATOS VIRA LATAS DOS ARABALDES

OS GATOS VIRA LATAS DOS ARRABAUDES Antônio Herrero Portilho O gato Amarelão estava sempre passeando por ali naquela quadra, ele tinha mu...