PRAZERES CELESTIAIS
Dana, a Linda Jovem passeava pelo shopping, lojas e até aqueles calçadões, realmente uma linda garota, isso ninguém pode negar, por momento não tinha namorado, seu último par romântico Ted, agora totalmente descartado de sua vivência, separação resultado de muito ciúme por parte dele, esse seu namorado se parecia com um louco enciumado, já havia perdido o controle da situação, Dana não conseguiu se segurar, a ponto de desfazer esse romance, estava para acontecer uma grande tragédia, assim fora feito, Ted deu início a uma grande perseguição, não suportava a separação, se sentia traído em até mesmo quando Dana conversava com os amigos, sendo assim Dana estava passando por perigo de morte, Ted maquiava algum ato descomunal, O grande mestre Divino enviou um anjo, como companheiro espiritual, o anjo Cassiel protegia para que não acontece nenhum perigo de morte, já é sabido como é essas a cabeças desses assassinos doentio quando não consegue aceitar uma grande perca, se tona mais irado quando se trata de paixão amorosa.
Um dia desses o anjo Cassiel estava na sala de projeções e capitações de imagem direto aqui da terra, isso lá no paraíso celeste, enquanto assistia as imagens, os recursos divinos focaram com nitidez essa maravilhosa garota, fazendo suas compras aqui na terra, ela visitava os calçadões.
Nessa sala ninguém tinha permissão para entrar e fazer uso desses recursos, somente o velho São Tião, mas Cassiel pediu com tanta insistência que esse velho de cabeça branca não resistiu.
-- vamos lá, só vou liberar acesse somente a essa vez, não encista, esse ambiente é muito particular. Enquanto você usa meus instrumentos de comunicações, estarei aqui por perto, não vou te deixar sozinho, qualquer dúvida, pergunte. Disse São Tião impedindo de deixa-lo a praticar algumas bobagens com seus instrumentos da ordem celestial, Cassiel era muito levado a sexo, gostava de mais de um vídeo pornô, São Tião não permitiria entregar seus computadores a esses sites de sacanagens, certeza que deus iria punir São Tião) mas esse velho de cabeça branca sempre comete essas permissões, permitir ou não permitir Cassiel entrava sempre nessa sala pelos modos clandestinos, ele já segue a história de Dana a muito tempo, São Tião não sabe de quantas vezes já entrou nessa sala de imagens e projeções. Der repente Cassiel focaliza Dana novamente, chama São Tião para perto da tela e faz um pedido. Cassiel faz o pedido para o velho de cabelos brancos, já com a certeza que ele se amolecia e aceitaria, o velho faz todos os gostos desse seu anjo predileto.
--Meu Mestre, Meu Mestre, eu quero que essa moça venha morar conosco, só você tem esse poder, quero que traga Dana para cá eu quero que ela seja minha parceira, aliás estou precisando mesmo. (Cassiel) estava apaixonado por Dana) Outra vez São Tião não suportou a persuasão do anjo, e foi logo atendendo o pedido de seu querido discípulo.
O velho de cabeça branca mexeu com as varinhas de fazer mágica, fazendo que o es namorado de Dana perde a cabeça e comete um feminicídio, São Tião atendo os gostos de seu anjinho mimado.
Segunda parte
Ela meio sentada, de costas apoiada nas paredes construídas de pedras, sobre um monte de feno que servia para forrar esse local em hora de fechar os olhos, ainda não sabe como veio parar ali, até agora tudo isso não passava de um sonho, local meio que estranho, não se vê o azul infinito do céu, só paredes altas.
- Sinto muita leveza, até parece que meus sessenta e oito quilos não está mais aqui comigo, aqui sou magra de corpo muito bonito, isso eu estou percebendo, só que um esperdiço, agora que eu gostaria mesmo de usufruir dessa minha sexualidade, não vejo nenhum macho por aqui que poderia me dar prazer, bom... Vamos aguardar um pouco, vai que aparece algum amordaçado de espada em punho, aí eu me realizo, nesse momento estou muito excitada, essas vaidades que eu sempre vivi lá no Planeta terra.
Gostaria de namorar nem que fosse um pouco, espero que logo venha alguém suprir minhas necessidades.
Parece que alguém ouviu os pensamentos de Dana, ela começou ouvir alguns passos que vinha lá dos outros compartimentos, logo um belo jovem aproximou de Dana e se apresenta.
-- Foi você, foi você quem focalizei lá na terra, você passeava no calçadão e até consumia naqueles shoppings, senti amor a primeira vista, mesmo que havia uma distância imensurável. Quero namorar com você (disse o anjo Cassiel)
-- Você não me conhece, estou chegando agora, te vejo pela primeira vez, o que você tem a dizer?
-- A você só posso expressar minha grande admiração, por mil deuses, como você é linda! Peço que você me acompanhe até a minha cabana.
- E o que quer de mim meu belo jovem? (Dana fez caras e bocas ao indagar demostrando muita sensualidade, olhos brilhantes de fêmea maravilhosa)
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O amor de Cassiel e Dana se completaram nesse cenário visto como purgativo, ela já havia morrido à algumas horas, estava nesse local astral a qual lhe foi reservada, seu mestre celestial nesse momento a blindou com essa realização desse desejo, não veio para esse lugar para sofrer como um purgatório, será mais feliz que os tempos de vivências lá na terra — certeza que vai gostar dessa estadia( disse em voz baixa, pensando com sigo).
Logo um senhor de barbas compridas chega nesse ambiente, trazendo uma espécie assim de bolsa... Um pacote, sei lá, pede que os dois se levantar, e vai fazendo logo algumas piadinhas:
- Seus safados, esbaldaram de prazer... Né?... Se aproxime, chegue até aqui, agora bata essas suas asas é pode ir, não precisa vestir suas roupas, depois eu levo lá pra você.
O rapaz anjo abriu suas asas, antes de impulsionar o voo, o velho deu um tapa na bunda de Cassiel e logo ele planou naqueles ares meios que celeste.
- Agora é você Dana, se aproxime, tenho um presentinho para você.
Nesse momento Dana pensou que fosse alguma punição, ficou com medo, ela transou com um anjo filho desse senhor deus chefe idoso, mas seguiu esses passos à frente e se aproximou do velho, parece meio acanhada, vergonhosa e tremula.
- Não precisa se preocupar ficando com medo, não vou punir ninguém, você agio certo, pode ficar à vontade, faça dessa estadia aqui o que você sentir vontade, eu não vou proibir nada, agora como eu disse trouxe um presente para você, deixe-me eu pegar aqui nesse embrulho, mas vire as costas, é uma surpresa.
A moça deu-lhe as costas, enquanto o velho abriu o pacote e retirou um par de asas brancas, muito branca, encostou-se às costas da moça e fez um gesto assim como se estivessem colando, ou fixando algo as costas de Dana.
Dana ganhou um par de asas, o velho pediu para que ela exercitasse um pouco as mesmas, ela bateu as asas e viu que já estava pronta para voar e até alcançar o amigo que acabara de conhecer. O velho disse que ela estava pronta, agora pode dar uma curta corrida e levantar voo, o ancião deu tapa na bunda da jovem asada e ela impulsionou vou sobre esse espaço parecido com céu.
Mais a frente ainda em voo Dana ficou questionando:
- Quem será aquele velho tão camarada, seria deus ou é o diabo? Se for deus como pode permitir sexo, o mesmo que todos religiosos tanto condenam. Se for o diabo? Seria o diabo um cara muito bondoso, ah sei lá, isso está me deixando muito confusa, eu acho mesmo que não existe nada disso de deus e diabo e isso que está acontecendo comigo é comum nessa outra faze de nossas existências extraterrestre. Só sei que é assim, disse a moça alada enquanto estreia esse par de belas asas alva como a neve.
Terceira Parte
Pensem em um sujeito que não prestava para nada, Diablito era o nome dele, todas as tarefas que são Tião pedia para ele fazer, não fazia direito, estava sempre por ali deitado debaixo das sombras das folhagens, dormindo ou até cantando como uma gralha endoidecida, oh sujeito atoa dos inferno.
Nessa manhã o velho de cabelos brancos, quer dizer, poucos cabelos por que era calvo bem no cocuruto da cabeça, pensem em uma pessoa amigável, gente boa da melhor espécie, amigo para qualquer ocasião, bem, mas não é a aí que eu quero chegar, é que São Tião era o administrador dos departamentos Celestiais, mandava e desmandava.
Nessa manhã esse senhor estava muito atarefado, havia muitos movimentos nesse seu escritório das coisas divina, foi nessa hora que São Tião precisou de uma ajuda de Diablito; o preguiçoso, São Tião desceu os poucos degraus daquela escadas somente para localizar o tal Diablito, tinha uma tarefa para ele fazer com urgência, procurou por alguns instantes, estava difícil de encontrar essa terrível criatura endiabrada, pois ele possuía a mesma cor dos vasos cerâmicos... aquela cor de diabos, mesmo, meio marrom esbranquiçado... é por aí, cor de burro fugido, sempre por ali nas folhagens plantadas, se mimetizava como um camaleão, certeza que era tudo proposital, apesar de toda a má qualidade, era um astuto desordeiro.
São Tião chegou bem próximo desse corpo quase inválido, no momento cozido de preguiça, mas ainda respirava, o velho de cabelos brancos, o chamou e em seguida cutucou seu traseiro com a ponta do sapato e assim foi dizendo:
— Acorda seu inútil, tenho serviço para você, vamos logo, isso é pra já. Quero o comparecimento no escritório com urgência, urgentíssima, te aguardo.
São Tião nesse momento estava mergulhado em um monte de pastas e fichários, Diablito se apresentou, se dispondo oferecendo ajuda, São Tião o chamou na outra mesa, de posse de um papel cartão, colocou na máquina de escrever, preencheu dos dados que estava relatado em seus arquivos, retirou da máquina de escrever, imprimiu alguns carimbos, assinou, colocou grampeou, deixou ali na mesa com um peso em cima para que o vento do ventilador não soprar para longe, em seguida pediu que Diablito localizasse o Anjo Cassiel.
— Tenho uma missão para ele, terá que descer a terra, fará uma grande jornada... Bom!.. chame ele, esse assunto é com ele, traga o aqui. isso é pra ontem, vamos rapaz, diabinho zombeteiro.
Diablito ficou endoidecido.
--Encontrar Cassiel nessas alturas dos acontecimentos será uma tarefa muito difícil, descobrir onde ele está em meio essas mais de mil tendas e cabanas, não vai ser moleza, então, vamos começar pelo começo e terminar pelo fim.
Diablito passou muitas horas para encontrar o anjo Cassiel, distribuiu vários recados dizendo que Diablito está procurando-o, assim com tantas insistências, foi aí que deu de cara com Cassiel, passou o recado, disse que São Tião estaria esperando no escritório central com muita pressa.
Passado vários minutos, se apresenta Cassiel no escritório central, São Tião o aguardava ansioso para lhes incumbira essa tarefa, é uma missão divina, foi o dono do trona celestial; deus por assim dizer que formalizou essa exigência, na verdade é irrefutável, você descerá na terra com uma missão muito especial, vou lhe mostrar tudo, vamos até a sala de projeção, vou te mostrar com detalhe sua árdua tarefa a cumprir, entre se sente, se acomoda, logo vou passar um roteiro de suas obrigações lá no planeta terra.
—Pronto! Está aí, esse é o homem a qual estava falando.
no silêncio daquela sala quase vazia, ouviu-se um clic, repentinamente um feixe de luz projetou a tela enquanto focava a imagem de João Moreno.
—João Moreno é um queridíssimo de nosso deus, nosso chefe celestial o vê com bons olhos, muito difícil nosso pai amado sentir alguma predileção por algum daqueles habitantes da planetinha azul, portanto quero que você Cassiel, faça seu trabalho direitinho, não cometa nenhuma falha, e nenhum abuso prepotente para assim agradar a nosso Deus.
— Quero ver mais, eu também estou gostando desse personagem, passe mais algumas imagens, quero ver o local e onde vive, o que se alimenta, seus cachorros, seus gatos e sua companheira com suas crianças.
Próximo clic aparece naquela parede branca os afazeres de João Moreno Imagem desse filho de deus em suas labutas; trabalhando no seu dia a dia.
Aquela estradinha atravessa a paisagem naquele sertão, geografia cheia de subida e ladeiras, sobe desce incessante, era até difícil trafegar por aquelas vias, mas só existia esse caminho que escoava as colheitas e produção naquele ermo de mundo; um lugar escondido nesse sertão.
Nessas margens dessa via de leito arenoso, lá morava João, sua casa e sua oficina ao qual dava assistências aos bravios operários condutores desses caminhões os quais faziam essa rota de carrocerias pesadas dos carregamentos frutos da terra vermelha rasgada em arados e animais.
Negro João vive de poucas recompensas, estendia uma mão amiga a esses homens em momentos de urgência de reparos e concertos de feixe de molas e até algumas reposições de peças mecânicas, além dessa função, fabricava em modo artesanal rodas para carroças, carruagem e até os grandes carretões de tração animal, sempre esses pequenos agricultores o procurava para esses atendimentos.
Naquela manhãzinha, pouco antes do sol emitir seus primeiros raios de claridade, João Moreno havia terminado de fazer seu café, sentado em um pequeno cepo de madeira, proseando com seus outros três amigos aos quais auxiliavam João Moreno nesses pesados trabalhos do dia a dia, enquanto todos conversavam sobre o serviço que estaria na banca de trabalho a ser executado, poucos momentos a dar início a jornada dessas labutas, Nego João percebeu algo estranho nos ares, inexplicável, esses amigos não deram contas de que estava havendo, João e seus amigos saíram ali pelos arredores para observar direito, continuava soprando um vento forte e em seguia silenciava, João ficou intrigado com esse fenômeno, parece que toda essa sensação surge do grande lago que havia ali bem perto das quatros solitárias moradias ali daquela beira de estrada; um açude de vários alqueires de extensão de águas muito profunda, segundo dizem, essas paredes que represa essa enorme quantidade de águas foram construídas à algumas centenas de anos, forçados pelos braços fortes dos escravos, que pelas informações, esse local onde moram e estabelecem oficina para concertos, foram palcos de muitas tiranias nos tempos da escravatura, muitos negros até pagaram com suas vidas em trabalhos forçados nessas senzalas que por aqui existiam, muitos fazendeiros e senhores de engenhos povoavam por essas imediações, João Moreno estava atento para algumas aparições que aconteciam por ali, acreditava que espíritos desses escravos e trabalhadores surgiam nesse local.
Ainda não havia surgido o sol, a imagem da paisagem era formada pelo contraste do escuro próximo a hora do amanhecer, Nego João e seus três amigos presenciaram um fato muito curioso, naquela madrugada, antes de nascer o sol, testemunharam a queda de um grande objeto luminoso, caiu bem dentro do enorme açude centenário, a luz foi tão forte que clareou todas aqueles arredores, João Moreno e seus amigos ali postado, no momento com os olhos direcionado para o grande lago, pode perceberem com grande espanto, as águas das várzeas foram cometidas por um forte choque no epicentro dessas ondas gigantesca causada pelo forte impacto quando em vertical tocou a superfície dessas águas profundas, o anjo Cassiel estava chegando à terra, esse fenômeno que se sucedeu foi apenas sua apresentação, mas porém tudo isso aconteceu devido a um erro de cálculo, que São Tião errou na velocidade da queda, seria mais serena o pouso de Cassiel, Como o velhinho de poucos cabelos brancos lançou esse emissário, não era para tanta velocidade, o único recurso foi desviar a queda para as águas da lagoa, ainda bem que a aterrisagem foi um sucesso, somente um probleminha, o maior prejudicado por esses erro foi mesmo Cassiel, com aquele fantástico mergulho foi até o fundo desse lago, logo voltou a tona, em um diálogo destemperado, cheio de farpas, expôs suas revolta.
—Como é velho Tião? desse jeito o senhor quer mesmo que eu me acabe nesses acidentes de planos errados, assim o senhor está me prejudicando, não podia ser mais de mansinho, era isso que eu esperava, ainda bem, estou inteiro, disse Cassiel nas raras vezes que perde o controle das emoções, assim seu mestre logo respondeu pedindo consideração pela falha.
— Desculpa aí discípulo querido, vou tomar todo cuidado para não acontecer mais. (Essas vozes nenhum ser mortal poderia ouvir, ficava somente entre Cassiel e São Tião, que tudo controlava direto do Paraíso Celeste).
— Ainda bem que reconheceu seus erros, caso tenha outros afazeres nas minhas incumbências diga logo, vou encerrar o diálogo.
— Hora você vai aparecer como espírito ou se materializará em humanos, agora você chegará até a casa de João Moreno como um andarilho, ficará por ali como não quer nada sentado nas sombras das árvores que estão plantada a beira da estrada, bem próximo a oficina de João Moreno, mas você vai salvar a vida de João moreno, a partir desse momento você terá feito uma grande amizade de grande companheirismo, aguarde para isso acontecer.
Frente a oficina de João Moreno havia um caminhão muito velho a muito tempo deixado ali por não haver mais concerto, o Cassiel terá esse resto de caminhão como dormitório, vai dormir nesses velhos estofados dessa cabine do motorista e carona, assim estará abrigado do mau tempo, mas por pouco tempo, logo estará morando em casa e conforto de dormir.
Naquela manhã, já contava o tempo das mais de oito e trinta horas, Cassiel aproximou dos homens que ali trabalhava, conversou alguns minutos com João Moreno, fizeram cumprimentos, João percebeu que Cassiel aparentava algo amigável, foi justamente nesse momento que havia um enorme tronco de madeira para descarregar da carreta, madeira essa que João utilizaria para fabricar manualmente grandes carretões de boi, João Morenos estava ali bem próximo dessas madeiras a serem descarregadas, o anjo Cassiel também estava ali próximo, pronto para qualquer eminência de perigo, ele já sabia que seria nessa hora o momento certo do livramento, súbito ouviu se um barulho de correntes assim quando estivessem se soltando os elos, essas grande peças de madeiras rolaram da carga feita no caminhão de transporte, antes que aconteceria esse acidente fatal, o anjo Cassiel saltou com muita rapidez, abraçando o corpo de João Moreno e com uma força inexplicável, certeza, mãos divinas, como um relâmpago atirou o corpo de João Moreno à uns dez metro de distância, aquelas quase tonelada de madeira tocou o chão bem no lugar que Nego João estava, assim o anjo Cassiel cumpriu sua primeira tarefa aqui na terra, salvando a vida de João Moreno.
Cassiel ficou por ali durante esses dias, até ajudava nos trabalhos da oficina, ele tinha a estatura muito grande, quase dois metros e dez de altura, muita massa muscular, demostrava muito habilidoso nas tarefas a fazer no que se diz oficina, não cobrava nada pelos seus serviços, só fazia refeições e outros alimentos no dia a dia. Cassiel fez amizade com esse grupinho, muitas prosas, jogo de carteados, até companheiro nas pescarias, ali mesmo na velha represa a qual serviu Cassiel de porta de entrada nesse nosso mundo, nas noites intensa de calor, Cassel sentava em cima daquele resto de caminhão abandonado, admirava com encantos os fenômenos desse nosso planeta terra, olhava para o céu vendo aquelas infinidade de estrelas, e questionava quão é belo o planeta Terra, até ficava se perguntando, em qual daquelas centenas de milhares de luzes estaria ele vindo, em qual daquelas estrelas poderia ser meu lar, onde estará aquele velhinho chato, horas camaradas, São Tião.
O tempo transcorre nesse cenário solitário de silêncio, as vezes ouvisse alguns barulhos nas árvores, e até na represa que por ali transborda de tantas águas acumulada desses cheia, Cassiel quando dirigia os olhares na baixada, observava aquele resplendor cor de prata, era as águas do lago em tempo de cheias, os macacos, as corujas e os bichos de costumes noturnos tinha o capricho de exibir os cânticos fúnebres demostrando muitos mistérios noturno, a noite passava e o Anjo Cassiel não dormia, e nem tinha a necessidade de dormir, por que anjo é anjo, outra história para contar.
O anjo nessa tarde, ficou disposto a conhecer mais sobre aquela região em que estava instalado os negócios de João, caminhou pelas pastagens, conheceu muitas lavoras, aproximo de João á uns trinta quilômetros dista da estrada poeirenta, havia fazendas de criações de gados, roças de plantações de algodoes, muita lavoura de arroz, logo ele chegou à conclusão que esses caroços de arroz seriam descascados, ou seja, beneficiados e no momento do cozimento era adicionado ao feijão acompanhado com as outras comidas, andou toda aquela tarde, conheceu muito os costumes dos habitantes desse planeta terra.
Logo Cassiel voltou para seu ponto de partida, percebeu que algo estava faltando, seu compartimento de se proteger dos intemperes dessas noite chuvosas ou dias de ventanias forte, hoje Cassiel não terá como dormir em seu velho caminhão a beira da estrada, alguém o removeu dali onde estava parado a mais ou menos décadas, foi isso que aconteceu, guincharam o velho caminhão, e mais; parece que começaram uma obra ali, limparam o terreno e nivelaram, as marcas no solo demarcava uma construção, edificação, certeza, vão construir ali, vamos aguardar os trabalhadores dessa construção voltar ao trabalho amanhã, saberemos. Veremos.
João Moreno sentiu a falta de Cassiel, não sabiam que ele estava passeando pela vizinhança, por isso não se preocupou com a remoção da velha cabine onde Cassiel dormia, mas João ficou sabendo o porque de tudo isso ter acontecido, pelo que ficou sabendo é que naquele espaço será construído um estabelecimento, pousada, e posto de combustível, Cassiel terá que arrumar outro local para se acostar nesses dias de clima frio.
Arrumou um local para ficar, a casa de um dos senhores que trabalhava com João, a casa era grande, dava para acomodar Cassiel. Com esses acontecimentos João está satisfeito com essas vizinhanças que chegará por aqui.
Os dias passam, e logo se vê a grande construção se erguendo, um grande investimento de comércio, nesse ponto de estrada estava precisando mesmo de uma parada para os ônibus e caminhões, até mesmo carros de passeios, quando passageiros e condutores precisaria de um momento para se descansar dessas viagens cansativa, os passageiros até faziam algumas caminhadas quando paravam nesse ponto, ali nessas paisagens tinha uma visão muito bonita, envolta da grande represa havia uma espécie assim de praia, pequena mas de areias brancas e águas límpidas, a pousada e posto de gasolina tem tudo para prosperar, logo outros comerciantes também se instalaram nesse ponto, a estrada de terra vermelha logo se tornará rodovia, o trânsito aumentará e o que não passava de uma pequena oficina que concertava molas de caminhões e fabricava artesanal carretas de trações animais, como se vê, agora João Moreno não mora mais sozinho nesse ermo de sertão, logo aqui será um pequeno povoado, Cassiel agora tem sua casa para morar, João Moreno retribuiu tudo de bem que Cassiel tem feito, dês de quando salvou a vida naquela manhã quando descarregavam aquele caminhão de grandes troncos de madeira, mas porém Cassiel não pretende continuar todo o tempo comendo das mãos de seu grande amigo, agradece pela retribuição, pensando bem Cassiel nem queria ser recompensado por esses feitos, suas ações benéficas já estava programada dês de quando essa missão fora dada e enviada pelo seu grande mestre Seu Tião lá do Paraíso celeste, Cassiel agora vivendo aqui na terra como pessoa comum, mas dotada de muito espiritualidade, ele tinha muito privilégio, logo Cassiel estará trabalhando nesse comércio aqui frente da oficina de João Moreno, será um dos recepcionistas gerente, mesmo assim, não abandonará a grande amizade dele com João, mas a única situação que o acomodava era a falta de sua companheira que ele tanto amava, mas por ordens do grande Arquiteto do Universo foi escalado para essas missões aqui no Planeta Terra, mas a qualquer momento Cassiel terá um contato com São Tião, e algumas exigências exposta nesse diálogo.
Parece que o velho de cabelos brancos já havia lido os pensamentos de seu amado discípulo
– Peço que se dirija ao grande açude, debaixo daquela árvore farei presença, nós teremos que conversar muito sobre sua querida companheira. (disse São Tião com ar de fazendo mistério) marcou data e hora. Vou lhe adiantar um detalhe, será quando estiver inaugurado o comércio que se abrirá ali de frente ao ponto de João Moreno. E deu por encerrado o contato.
-- É sobre ela que eu iria te pedir, dizer. (respondeu Cassiel)
-- Por enquanto nada a dizer, aguarde o contato.
Daí alguns dias, Cassiel foi contatado com o dono daquele empreendimento, Senhor de muita boa aparência, viu que Cassiel poderia ser um de seus funcionários, o contratou para a gerência desse comércio de Posto de Combustível e Pousada Hotel, Cassiel receberia os clientes e mostrar suas acomodações, cuidar do faturamento, e dinheiro em caixa, a inauguração será para amanhã.
O dia da grande inauguração é hoje, Cassiel esperou até o intervalo do almoço, desceu a ladeira que terminava ás margens da grande represa, se acomodou ali debaixo da figueira, aguardando para o contato de São Tião, logo ele chega, uma luz brilha entre as folhagens da grande árvore dizendo com aquela voz serena e bem pausada.
—Saúdo meu querido discípulo, vamos conversar (disse São Tião ao seu prediletíssimo anjo aqui enviado no planeta Azul)
— Então, me deixou aqui naquela vez que nem me deu assistência, estava eu tão bem resolvido com minha querida Dana, agora estou com muita saudade, poderia fazer a bondade de traze-la par cá, eu gosto muito dela, faça me essa bondade? (O anjo Cassiel pediu ao seu mestre com muito aclamação)
—Isso mesmo que precisamos de conversarmos, Dana está aprontando muitas desordens naquele paraíso celeste, muito namoradeira, já passou o sarrafo em quase a metade do céu, meu superior sempre me chamando atenção pelos comportamentos dela, até o Diablito já deu uma carimbada naquela bolacha, agora ele fica falando a todo mundo que ali convivi, se empolgou, nunca havia provado da fruta, agora se lambuzou, se eu soubesse disso, eu não atenderia seu pedido (Disse isso a Cassiel com reclamações)
— Eu gostaria muito que ela viesse para cá, se for possível mande pra mim, estou morrendo de paixão por ela, mande, mande querido mestre, faça essa bondade para mim)
—Não vejo a hora de sumir para sempre com aquela biscate encrenqueira, traste, aguarde aí que ainda hoje estas recebendo (aí, deus não quer ela lá no Paraíso de maneira nenhuma. (Aliviado por dispensar Dana: a namorada de Cassiel, que tanto tempo não vê refletiu São Tião.
-- Observe bem, ela virá em outro corpo, também de face muita bonita, mesmo nome; Dana. Fique atento para um veículo que irá parar na bomba de gasolina, modelo Jeep última fabricação, a placa desse veículo está escrita aí nessa papeleta, você irá atender na hora de abastecer, cuidado, esse indivíduo costuma abastecer e não pagar a conta, se ele acelerar corra atrás, se não os custos perdidos custarão de seu salário.
— tá certo, estou ouvindo.
—Ouviu bem, namorado distraído, sua companheira está fazendo o maior evento sexual lá em cima, aguarde, ainda hoje você vai recebe-la nessa pousada. (disse o velho de cabeça branca ao despedir do anjo Cassiel)
Quando os relógios dos humanos bateram a metade do dia, já se podia perceber cinco carros para abastecer, hoje faltou o frentista, Cassel correu lá para atender, abasteceu o carro do freguês, viu ali um senhor condutor desse veículo de barbas bem aparadas, de óculos escuro e uma boina no cocuruto da cabeça, parece que esconderia algo, mais um óculos escuro tipo Ray Ban, enquanto o carro estava se abastecendo a moça ia tirando a bagagem dos compartimentos portas malas, despediu daquele motorista, fechou o porta malas, despediu-se do misterioso motorista depois da formalidades, disse a Cassiel que arrumasse os aposentos para que se acomodasse, Cassiel agiu como faz com todos os fregueses, tomou a mão da moça e dirigiu aos dormitórios.
O senhor condutor pagou a conta com umas notas novinhas que até estralava, Cassiel não conseguiu tempo hábil para testar a validade das notas, Cassiel no momento anotou a placa meio nas correrias, viu que a placa conferia com a placa que São Tião pediu para conferir, era a mesma.
Ao preencher a ficha na recepção, foram escritos os nomes de Dana, agora Cassiano constatou que se trava de sua namorada nos compartimentos do Paraíso Celestial, Dana pediu que Cassiel mostrasse a notinha com o valor, ela disse que pagaria as despesas, pois aquelas notas eram falsas, disse em tom de brincadeira, e assim disse
— As minhas são mais verídicas. (ela não era muito diferente da Dana lá do Paraíso)
Cassiel era o gerente dessa pousada e posto de combustível, e já foi logo tratando de arrumar um emprego nessa firma, ela não sabia que esse jovem era Cassiel, não se lembrava mais, Cassiel era muito namorador, lógico que Dana continuou com o namoro, isso já vinha de longa data, não se sabes por que mas aqui na terra Dana era mito comportadíssima, Cassiel não sabe, mas São Tião incentivava para os encontros amoroso de Dana, aí as promiscuidade da moça namorada de Cassiel, logo surgiu um sinal para Cassiel comparecesse na sombra da figueira as próxima à lagoa, Cassie foi encontrar com o mestre novamente, debaixo da grande árvore percebeu a chegada do São Tião que foi logo de imediato começando um diálogo:
— Saúdo meu querido Discípulo, vamos conversar (San Tião se apresentando)
— Saúdo Mestre, a que viesse, estou a seu dispor (Cassiel)
São Tião deu uma longa gargalhada depois disse.
— Aquele motorista era eu, mas me apresentei de barbas raspadas, não percebeu não.
—Não sei de onde o senhor arrumou aquele carrão, onde pegou a moça? (Cassiel)
—Não pergunte a mim, pergunte a Deus, O grande Arquiteto do Universo sabe de tudo, ele é dono de tudo, nós estamos subordinados a ele, ouviu isso meu discípulo? (Cabeça Branca)
—Sim, Sim! (concordou)
Não me venhas com orações que eu não atendo por orações. (Cabeça Branca São Tião) Ah, já ia me esquecendo, cuide bem de João Moreno, ele é um dos privilegiado). Me aguarde a qualquer instante.
E-mail (antoniob151@outlook.com)
28/maio/2025
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