segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

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MALHANDO O DURO ATÉ SAIR CALDO. CONTOS ERÓTICOS (AB)

 


MALHANDO O DURO ATÉ SAIR CALDO


Nego João era um caboclo de sorte, sempre que lançava os olhares para qualquer mocinha do arraial... Aquelas que viviam de vezes em quando caminhando pelas estradinhas da fazenda...Assim ele dizia consigo:

- Esta está no papo.

Ele não perdoava nenhuma carne nova e macia cheirando menina donzela.

 Dia desses lá vinha Suzana... Cabocla bonita!... Uma belezura, um espetáculo de moça menina, a pedido de seus pais não conversava com ninguém, muito sincera, passava sempre de cabeça baixa nem olhava pros lados, mas quando topava com Caboclo João não se continha, precisava sempre lançar umas olhadelas disfarçadas por entre os cabelos cumpridos que terminam lá naqueles seios bonitos e moreno.

 Ela parecia mesmo uma flor de açucena, com aqueles vestidinhos de chita, que quando contornava os bustos mostravam aqueles peitinhos durinho e apetitosos com as pontinhas dos mamilos apontando pro céu.

Uma verdadeira fruta das mais adocicada, tentava esconder tudo isto com um tecido fininho, fininho que contra a luz dava mesmo para enxergar todos aqueles contornos deliciosos de morena formosa, tal qual uma flor em botão.

 Mais; porem olha quem estava ali bem nas margens desses caminhos... Ali na curva da estradinha lado ao cercado de ordenhar as vacas leiteiras... João todo cheio de panca sentando em um palanque do curral, não tirava os olhos daqueles movimentos cadenciados de andar de menina simples, às vezes ele pensava em voz alta assim:

 - Mais não tem problema não... Pode ser matuta, caipira que não sabe falar direito. Tá bom assim mesmo.

Expressava com gestos obscenos com as mãos nas virilhas, como se tivesse acondicionando algum volume dentro das calças, com aquele jeitão de conquistador sertanejo, e terminava a prosa dizendo:

- Sendo bonita e jeitosa é o que basta.

 Suzana passou bem ali pertinho do tal, escondeu seu rosto tímido entre as madeixas e abriu aquele sorriso largo e insinuante, parecia que ela dizia com seu coração:

 - Um dia eu te pego João do meu coração você vai ser só meu, você vai ver só quando eu te pegar. Aguarde.

 João também ficava murmurando algumas palavras de esperança:

 - Suzana querida você não me escapa, sua danadinha de gostosura, estou contando os minutos para que esta hora chegue, não vai demorar.

 Der repente João percebeu que ela deixou cair algo no chão do caminho; era seu lencinho de cabelo, correu e foi logo pegar o lenço alcançado a bela tocou a em seus ombros e aproveitou para lhe fazer uma gentileza dizendo:

 - Olha que caiu de você, seu lenço, acho que você não percebeu, não vá deixar esses lindos cabelos soltos por ai... Pode prender para não sair voando por ai a fora, este eu peguei e te entreguei se fosse seu coração que tivesse caídos eu não devolveria nunca mais, ficava só para mim, já que você não quer me entregar eu ia apoderar dele, morena do meu coração... sô...

 Suzana olhou para os olhos do rapaz e ficou encantada, nem acreditava que estava ao lado do tal que diziam todas as mães destas localidades:

 - Cuidado com este tal João, ele é desrespeitador de mocinhas, não perdoa nenhuma virgem destas que estão por ai dando moleza, você Suzana exijo que você se preserve para não fazer feio para nossa família.

 Assim elas todas respondiam:

 Sim mamãe, ninguém vai fazer mal para nós... Pode confiar mamãe.

Suzana com a cabeça baixa olhando para o peito do rapaz disse:

 - Aprenda a não pegar para você aquilo que não é seu, você espere até a hora que eu decidir te dar...

aguarde qualquer hora desta, meu coração será só teu... João do meu coração.

 

Ela seguiu em frente, João ficou agradecidos pelas suas palavras.

 

Naquele começo de tarde a mãe de Suzana percebeu a falta de algumas aves que povoava o terreiro da casa, alguns belos gansos estavam desaparecidos. A mãe de Suzana já sabia aonde estas aves iam quando desapareciam, já era de costume esconder lá nos lagos que formam o ribeirão, procuravam águas com abundancia e lá existia com certeza, até uma pequena cascata de mais ou menos uns cinco metros de altura, ficava nos fundos do sítio, era lá o paraíso dos gansos da mãe de Suzana: a morena mais linda de todo o arraial.

 Como a senhora Mãe da moça estava muito ocupada com algumas obrigações no lar, já estava quase pronto uma fornada de pães que acabara de colocar no forno, aí não pode ir a capturas das aves; apesar de não ficar longe dali, era bem lá na várzea, mandou que esta sua filha fizesse isto por ela, resgatar e trazer de volta esses animais domésticos fugitivos, e assim o fez.

 Suzana sai por ali na aquela direção cortando atalho por entre os capins Jaraguá, capinzal alto, quase dava para encobrir uma pessoa de tão alto, e a moça por ali vai a mando de sua mamãe.

 João estava indo em direção dos pastos para pegar seu jumento de cela que montava para campear os bezerros que estavam quase nas mesmas direções que a menina caminhava, ela procurava os gansos e ele ia em busca do jumento e dos bezerros nascido a poucos dias.

 Quando João enxergou o jumento e ficou pronto para botar o cabresto neste animal, veja lá que sorte, percebeu a sua sonhadora vítima atravessando o vale a uns oitenta metros dali, era a Suzana indo em direção do lago onde poderia estar escondido os gansos...

João percebeu quando ela passou por baixo de uma cerca de arame farpado já quase chegando à barranca do ribeirão.

 Ficou agitado, coração queria pular pra fora daquele peito, parecia um leão querendo pular na caça. Com os olhos arregalados querendo logo fazer uma loucura quando viu aquelas carnes novinhas de moça passando ali bem próximo dele. Amarrou o jumento em um tronco de uma pequena árvore e foi em direção da moça, seguindo os paços da tal, devagarzinho tal qual um gato esperto, à pouca distância a seguia com muita cautela.

 A moça chegou ao lago onde estavam as aves, como já previam elas estavam lá, os gansos festejavam com tantos espaços pra divertirem.

Estava ali escondido entre os arbustos observando todos os movimentos da menina.

Ela subiu em cima de uma pedra bem próxima a cachoeira, olhava para todos os lados para conferir se havia algum intruso, mas não sabia que ele estava lá entre as folhagens e as pedras, bem escondido focando os olhares sobre ela e em seus movimentos.

 Não percebendo ninguém nas imediações começou lentamente se despir, estava ela pretendendo se banhar na cachoeira ciente que estava mesmo sozinha.

 Ele a comia com os olhos famintos, estava aguardando o momento certo para agir, e ousar com suas persuasões, estava com os olhos fixos na expectava de sua nudez e só pensava em corteja-la.

 No momento que Suzana estava retirando a última peça e se obrigava a se sustentar com uma só perna, veja que desgraça, escorregou da pedra em que estava, pois ali havia uma grande camada de lodo muito escorregadio, foi uma fatalidade, caiu bem lá dentro do lago cheio de pedras, local onde estavas situado as maiores profundezas.

 Suzana se batia, e tentava se livrar das águas profundas, tentava nadar, mas não conseguia, não tinha habilidade para este esporte.

João veio logo correndo e perguntando se estava tudo bem... Você quer que te salve disse João.

 - Sim, venha logo que estou me afogando, depressa, depressa João, aqui é muito fundo e eu não sei nadar.

 Ele não pensou duas vezes, se atirou no lago com aquela bravura que só ele possuía, desta vez estava a vida de Suzana em jogo, apostava tudo em salva-la, claro que isso que mais queria, sem dúvida.

Aproximou de Suzana para agarra-la, a água estava no nível de quase chegando à altura dos ombros, até ficava um pouco difícil de pega-la.

A nado conseguiu toma-la em seus braços e com algumas dificuldades tira-la para fora d’água estendendo a sobre as pedras quase plana, por sorte Suzana não bebeu quase nenhum gole de água, não ocorreu nenhum afogamento, apenas estava cansada de tanto se bater para se salvar.

 Passando alguns minutos já recuperava deste imprevisto.

 João ali do lado a tratava com muito carinho com palavras tentado acalma-la deste acidente.

 Acabou ficando íntimo, enquanto que ela toda nua ali presente aos cuidados de João, enquanto o que tanto queria praticar tudo àquilo que estava em mente dês do momento do primeiro olhar, ela com todo o impulso de menina mulher também pretendia dar início a uma relação amorosa.

 Os gansos de Suzana estavam lá se divertindo com aquela grande quantidade de água naquele regato que formava o lago, nadando livre sem nenhuma preocupação tal qual a tranquilidade de sua dona, agora entregues aos caprichos daquele que a cortejava com tanto apreço e dedicação.

 As bocas se abriam em respostas as indagações dos corpos. As mãos deslizavam em toda a geografia daqueles pelos e peles, enquanto os músculos viris de João se estendiam transformando em densa rigidez.

 Era tudo recíproco; esses corpos se compreendiam e se rendiam a volúpia dos desejos enlouquecedores, Suzana entregou a seu grande herói sua mais pura e alva virgindade a seu amado, sabedor de que já se achava na condição de possuidor de todo aquele monumento quase amortecido que agora em seus braços a segurava ciente que podia dar início as estas exigências desses pedidos que ambos desejavam com tanta expectativa.

 Entre meio a muitas carícias, abraços e beijos, corações disparados em alta tensão, Suzana deu início a repedidos movimentos impulsionando em um completo frenesi roçando sua pele ao encontro do corpo de seu companheiro agora iniciado o ato tão esperado e desejado por ela.

 Agora enlouquecida de um prazer duradouro, no íntimo de suas insígnias, o mais belo portal do amor, baixo ao ventre de Suzana estava em completo relaxamento e logo percebeu quilo que todos os chefes de família diziam ser intruso e prejudicial às mocinhas, ela sentia, agora adentrando ao seu corpo tenro e febril, que entorpecida de prazer dirigia os olhares para o alto ultrapassando as folhagens das matas e alcançando o céu.

 Parece que ela neste momento estava chegando até as nuvens no momento que João bem devagarinho introduziu como se fosse um punhal que mata de amor lentamente uma mocinha... de nome Suzana. Foi desferindo cautelosamente sua arma fatal de extinguir virgindade destas meninas carentes e esperançosas por este ato.

 A pequena queda d’água derramava o líquido precioso que surgia das entranhas das pedrarias rochosas, desta paisagem.

 Dentro de alguns minutos em que este casal estava em completa ação compenetrada sobre aquilo que praticavam, Suzana percebeu em seu mais profundo ser que algo exauria, inundava seu ser em torrenciais avalanches causando grandes inundações dentro de seu corpinho que agora se transformaria para uma mulher completa e apita a todas as necessidades exigidas pelos prazeres carnais.

 Este homem de nome João exercia muito bem essas relações, praticava com experiências já repedidas diversas vezes com suas inúmeras aventuras vividas nesses lugares, muitas meninas moças assim como Suzana já deram início a vida sexual com ajuda deste rapaz que por ali vivia.

 Diziam as mães e os pais que ele fazia mal às moças deste lugarejo, desonrava as famílias, quando estas meninas apareciam desvirginadas se tornava motivo de vergonha para os pais; mas isto sempre foi costume deste lugar, esses chefes de família assim pensavam e assim exigiam de suas filhas moças.

 As pretensões deles seria de gosto que as filhas casassem virgens sem máculas, mas João estava lá para contrariar esses pais autoritários, exigentes que sempre entendiam que a vontades deles teriam que ser a vontades das filhas e haveria que ser obedecidas à risca.

 Hora de cada um tomar seus rumos. Saíram do meio dos arbustos para ver se ninguém flagraram algo, vendo que não havia nenhuma alma viva neste instante aí foram embora.

 Suzana recolheu seus gansos que outrora estava em completa candura, cor bem alva, agora havia deixado esta alvura para atrás.

 Aquela brancura das aves não é mais a mesma e a virgindade de Suzana também ficou para o passado, e o lago, os gansos a cascata agora são águas passadas, Suzana a partir de já, é uma iniciante dos prazeres do sexo.

 João foi até onde estava amarrado o pobre animal jumento, desamarrou, montou e logo foi procurar os bezerros que era seu serviço.

 Enquanto que Suzana voltava para sua casa cumprindo o que sua mãe o havia incumbido.

 Tangia os gansos enquanto os mesmos faziam um barulho gritante.

 Suzana estava intrigada com a cor dos gansos, achava que eles foram mais brancos, a cor dos gansos não mudou nada, é que ela mudou a maneira de ver as coisas, aquele coraçãozinho fragilizado já não é mais o mesmo, não estas mais voltado para o romantismo e ternura, até as flores não são mais as mesmas, a partir de agora ela sabe bem o que quer e fez uma grande descoberta nesta tarde, descobriu as mais intensas formas de amar e se entregar de verdade a um homem.

 

(Texto de Antonio Herrero Portilho.)

By antonio herrero às dezembro 06, 2021 Nenhum comentário: 

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Mais uma aventura de Gustavo o Padeirinho.

 

Na periferia da cidade, bem ali naquela esquina já se pode encontrar caso alguém deseja comprar algumas iguarias, confeitos, pães quentinhos e delicioso, tirado do forno agora.

 

Gustavo; o Padeirinho agora exerce seu trabalho lá nesta padaria, como dizem os populares ele é um padeiro confeiteiro de mão cheio. Além de profissional neste ramo, também muito sedutor, as mulheradas se assanham quando está próxima a ele, sua voz, seu jeito de olhar, e até a respiração que ele executa motiva a atração destas senhoras tão carentes, casadas, mas, inexperiente, acostumadas neste papai mamãe.

 

Estas personas femininas conviviam com aquela porcaria de sexo mal feito sem emoções nenhuma, não gozavam; orgasmo sempre acontecia em ocasiões de toques em seus próprios corpos; ato de masturbação, assim buscava um prazer mais consistente, nada extraordinário.

Maridão agia como aqueles frangotes inexperientes, quer dizer parecia um galo, transas rápidas e ejaculação precoce.

Suas mulheres se apresentavam com um incêndio de grandes proporções e esses machos de meia tigela munidos de uma minúscula mangueirinha tamanho pequeno alcance não apagava nem fagulhas de um pequeno isqueiro de acender cigarros, assim sendo a obrigação conjugal sempre ficava pelas metades, deixando algo a desejar. Suas esposas queriam mais e mais e não eram agraciadas por esses incompetentes maridos molengas e nada inspiradores, brochas.

 

Elas sonhavam em busca de um membro competente e com ereção duradoura; isso que já não presenciavam a muitas décadas, dês de que casaram se.

Mas nem tudo está perdido porque existe nessas imediações um rapaz valente e viril com muitas disposições sexuais, “O Padeirinho” que agora estabelecido nesse novo endereço nessa vila bem próximo esse condomínio que agora será um cenário para suas aventuras. Haverá muitas tarefas a cumprir, certeza que nenhuma figura feminina sentirá falta de uma boa transa e seus companheiros que vá buscar outra forma de se satisfazer seus minúsculos e ineficientes pintos amolengados.

Daí que o Padeirinho entra em ação, essas mulheres dês de quando passavam pelo crivo dele aí aprendiam a rebolar e até tentava passar estas novas experiências a esses seus companheiros, mas os tais ainda não aprendiam, ou não executava direito por faltar ferramentas de perfeito funcionamento.

 

Caso Gustavo Padeirinho faça um relatório de quantas ele já pegou daria uma lista enorme, ele não gostava de repetir a mesma foda com a mesma parceira, sempre estava renovando e consumindo carnes novas, parece que o cara permanecia vinte e quatro hora de pau duro, não sossegava o bicho nem pra mijar.

 

Em todos os comércios que ele for contratado certeza de crescimento e se torna rentável, tudo que ele bota a mão vira ouro e seus pães, bolos e tudo que possa servir em festa de qualquer comemoração, certeza que o sabor agradava 100%. A mulherada gosta da maneira que ele põe a mão na massa.

 

Hoje naquela hora de menos movimentos de consumo, ele aguardava a vinda de seus fregueses enquanto imaginava e pensava lá com seus botões como será sua próxima vítima. Dês de quando levantou hoje está com uma carga enorme de tezão, precisa trocar o óleo urgentemente e acha que já está demorando demais.

Logo algo lhe chama atenção, parou do outro lado daquela rua um carro; daqueles mais simples, carro popular.

 

Uma mulher, a qual estava ao comando desse veículo desce e atravessa a rua e dirige-se com seus próprios passos e logo adentra ao estabelecimento ao qual o Padeirinho estava sempre pronto para atender esses compradores de seus bolos, pães e tudo aquilo ele com habilidade confeitava.

Essa jovem senhora parece que não veio comprar, ela veio mesmo a fim de olhar para a cara desse tão elogiado padeiro, estava certa para o que queria.

 

Muitas outras mulheres já lhe haviam informada a respeitos desse personagem tão levado ao sexo, a verdade que esses dois nesse momento se atraiam para uma aventura; ir para cama, der repente em um movimento impensado seus olhares se encontram, ficaram frente a frente, face a face quase ao alcance de um beijo que só não aconteceu por ela tratar de um momento discreto.

 

Essa formosa mulher movimentava por este ambiente, vestida de trajes a convidativos, saia curta promovendo tudo aquilo que ela possuía, e olha que se tratava de coisa boa em!

 

E enquanto parece que lia uma tabela de preços ali exposta, ela de costas para os olhos do rapaz pensava em uma forma de chamar atenção dele, e proposital deixou que as chaves do veículo caíssem ao chão. E se abaixando para pegar este chaveiro ao chão deixou à mostra uma das mais belas partes de seu prazeroso corpo, o Padeirinho colou seus olhares compulsivos ali nessas belas carnes a qual ela expôs para que ele sentisse certeza de tudo aquilo que era dela, possuía uma lindíssima bunda, era realmente muito gostosa estas suas nádegas, uma loucura inacreditável e ainda mais com aquela calcinha tuchada bem ao meio desse desenho divinal dividindo aquelas formas em partes proporcionais. O rapaz presenciou toda aquela loucura que era só dela, virou de frente para esse moço fez algumas perguntas desnecessária e pediu com delicadeza para que arrumasse um copo de água mineral, bebeu a água mesmo sem sede e assim iniciou um diálogo:

 

-Você viu como andas esses reservatórios, como está em baixo nível?

 

-Vi sim, vi agora a minutos esses volumes mortos, até enxerguei parte da Cantareira, confesso que fiquei com muita sede, você nem imagina como eu quero beber desta água.

 

-Mas este reservatória que você parece referir é propriedade privada, mas, porém, não é tão restrito o acesso, quem sabe você ainda poderá provar dessa água, insista que você consegue, vai que dá certo.

 

-Neste momento me comparo a um homem em um deserto quase me desfalecendo de tanta sede e veja o que me aparece em minha frente? Um Oásis com um tão vasto manancial, mas porem um coração maldoso constrói divisas não permitindo nem que eu molhe minha língua.

 

-Ah, meu caro Padeirinho, deixe de trololó e vá direto ao assunto, certeza, você quer mesmo é me fuder, já vi que você já me comeu com esses seus olhos de tarado e até já percebi este alto volume em suas virilhas, dês de quando entrei aqui você tá ai com este pau duro saltando dentro das calças, vá logo direto ao assunto, o que você quer eu também quero e porque não levar isto em frente, quando dois corpos se atrai não se deve reprimir, é pecado.

 

Aproximando desse jovem em clima de excitação, quando ele ia abrindo a boca para pronunciar algumas palavras dando continuidade a confirmação, ela foi e tacou-lhe a boca com a mão fechada e disse;

-Confirmo sua proposta, pode ir lá à minha casa que vamos fazer uma bela festinha, e hoje ainda, o mais rápido possível.

 

Ainda bem próximo a ele, quase abraçando, concertou os óculos movimentou seu braço, com os dedos ameaçando pegar algo, ainda deslizou sua mão entre as pernas do Padeirinho, ainda por cima das calças e em gestos de muita gana e ambição, se apossou de seu membro endurecido, massageou todo esse monumento enquanto esse o rapaz quase enlouqueceu de tezão, ela percebeu claramente que ali existia realmente uma grande farturas daquilo que precisava para preencher aquele vazio que nesse momento tilintava de tezão, ela estava excitadíssima.

Egoísta!... queria aquilo tudo para ela, somente para ela e ninguém mais.

 

- Leve-me uma cesta de café da tarde.

-Parece que eu já estava adivinhando, essa cesta já está pronta, já faço várias entregas dês de quando cheguei aqui com meu estabelecimento.

-Então faça isso rápido.

-Só me dê uns segundos, preciso arrumar minha irmã para que ela me substitua, é rapidinho.

 

Gustavo o Padeirinho era um maníaco sexual... Pera aí, que eu explico; no bom sentido só pra que ninguém entenda mal; uma espécie assim de pervertido compulsivo, suas parceiras enlouqueciam com suas relações quando elas deixavam ser abusadas, ele chegava ao extremo dos extremos e suas companheiras aceitavam, pois já sabia com quem estavam lidando.

 

Condomínio paraíso laranjal, nos tempos das antigas existia ali uma plantação de laranjas tipo exportação, visão de uma vasta extensão plana, nos dias de hoje, um residencial, as mansões estavam ali construídas de maneira que uma residência ficava a uns 100 metros retirada uma à outra.

 

Esse parque residencial se protegia em suas divisas de uma resistente muralha, forte e intransponível.

 

Ela ia a frente dirigindo seu belo carro muito vagarosamente, é que não queria perde-lo de vista, logo

atrás o Padeirinho a seguia com sua bicicleta de entregas á domicilio. Já estava tudo combinada, à algumas horas passadas recente, tudo idealizado para esse ato memorável; um encontro amoroso cheio de perdições. Esse Padeirinho, se tratava de um experiente em aventuras sexuais, sua fama corria de boca em boca, ele ser uns dos machos mais competente e muito bem requisitado, essas mulheres desfrutavam das vantagens que ele oferecia. Todas diziam, ele ser um amante competentíssimo.

 

Chegando à portaria desse residencial, ela em vós discretas trocou algumas palavras ao rapaz sentinela dessa guarita disse:

 

- Deixe que o rapaz entre, preciso dele lá em casa, eu me responsabilizo por tudo, é de minha confiança.

- Só vou permitir a entrada dele por ser de meu conhecimento, se assim não fosse eu não permitiria, pois assim estaria eu infringindo as regras, ele é meu amigo eu também o confio.

-Ok?

-Ok...

 

O rapaz aguardou que a Senhora guardasse o carro na garagem e ambos dirigiram ao pavilhão ali bem próximo, certeza, hoje acontecerá uma bela festa, esta farra será de primeira. Tudo já esquematizado, feriado prolongado, patrões a viagem de negócios.

 

-Só falta dar folga aos empregados doméstico, ou até nem precisa, basta dizer que caso alguém chamar, dizer que eu não estou pra ninguém, essa são as ordens da patroa.

 

Ela disse isso para que ele ficasse mais à vontade.

 

-Pronto, pode deixar a cesta aí na cozinha, suba aqui venha conhecer meus aposentos.

 

Ele muito ansioso subiu a escadaria mais que depressa.

 

-Sim já estou pronto.

-Me aguarde alguns minutos, quero tomar um banho.

-Sim!

 

O Padeirinho mal esperava este momento crucial, seu membro pulsava e lateja de tanto tezão, enlouquecido pela espera dessa tão sonhada penetração.

Ela era realmente uma fêmea exuberante, tinha um corpo perfeito, pele sedosa com perfume próprio dela, puramente excitação e ele um rapaz sortudo.

 

Der repente ela sai do banho ainda molhada corre ao encontro do rapaz que nestas alturas do acontecimento já se encontra de pé e despido, com grande impacto ela deixa seu corpo se chocar com o corpo dele, como uma locomotiva descarrilhada, corpo febril, fervilhando de desejos, devido suas alturas, estaturas físicas serem iguais ela neste momento coincidência ou não acontece uma prévia penetração, ela facilita a entrada da cabeça do membro do Padeirinho em rápido acontecimento, só para que ele sentisse a prévia de que viria pela frente.

 

Gustavo sentou-se na beirada da cama e fechou os olhos e de pica dura apontando para o teto, esperava que ela viesse por cima e tomasse a iniciativa da penetração, logo algo mais calhente ele sentiu enquanto sonhava em delírio, em dado momento percebeu que algo úmido e quente se apoderou de seu membro, era ela que abocanhou com enlouquecia seu órgão sexual rígido como um cerne de madeira, sugou e tentou engolir assim em vai e vem indo ao pé do membro até a cabeça, punhetando com os lábios macios e delicioso.

Esse rapaz foi até as nuvens, quase morreu de tezão tal era a habilidade que ela praticava este sexo oral, ficaram assim a alguns minutos até que inverteram as posições, agora é a vez dele executar uma oral nela, ficou de pé enquanto ele não fez rodeios e nem pensou muito, visualizou sua vagina linda e lisinha tal qual uma cherequinha novinha, assim como seu semblante também de mostrava; Traços inocentem de jovenzinha apesar de seus vinte e um anos, sua bocetinha se apresentava com pouco pelos, quase imperceptível, não se sabe se ela usava algum produto químico depilatório, aquela joia que ela possuía no meio dessas pernocas roliças e tesudas era mesmo lindo de se ver. Seu clitóris estava bem avermelhado e bastante teso que saltava fora desta fenda quente cheia de tezão. Logo Gustavo abocanhou aquilo tudo e riscou a língua de baixo a cima nesta racha saborosa. No momento que ele passeava com a língua na entrada do túnel do prazer, enquanto caminhava por esta frestinha melada de gozo, elevou a língua á cima até que rosou o grelinho que imediatamente foi sugado com insistência.

 

Ela respirava fundo, enquanto seu ventre enchia e esvaziava, retorcia de prazer e com a habilidade do Padeirinho.

Continuou vários minutos neste exercício prazeroso até que percebeu que tudo estava rodando em sua frente, parecia um brinquedo um parque de diversões e se estremeceu como uma erupção vulcânica, ela sentiu que lá dentro de seu ser jorrava uma cachoeira incessante; orgasmos que se multiplicavam em muitas facetas e ficava cada vez mais intenso, esta jovem senhora nunca sentiu sensações tão intensas, algo delirante, fenomenal estonteante.

 

No momento em que entorpecia de prazer, ele foi com calma e muita habilidade e bem devagarinho introduziu o vantajoso membro naquele túnel encantado, sentiu que a vagina desta fêmea estava em desuso, tal era a estreiteza do canal que além de bem lubrificado o membro de Gustavo deslizava com dificuldade devida estar apertadinha como estivesse usado pouco aquela xoxota tão abençoada.

 

Ela soltava gritinhos de satisfações, como se estivesse orgasmo permanentes, se mexendo e acomodando o enorme membro de Gustavo o Padeirinho que nestas alturas dos acontecimentos já estava alcançando o final do canal vaginal, ela percebeu quando a cabeça do membro estacionou bem onde não tinha mais para onde ir, ela hora se mexia em seguida se relaxava e se buscando ainda mais prazer apesar de ter chegado ao limite.

 

Logo ela sentiu algo quente, muito quente que jorrava dentro de sua bocetinha, era Gustavo ejaculando esguichando com pressão seu líquido viscoso que saía em temperatura altíssima, ela sentiu que o gozo de Gustavo explodia dentro de suas entranhas, ambos simultâneo se esvaiam, ela soltou uns gritos fortes de prazer enquanto também descontroladamente gozava, enlouqueceu de vez quando pela primeira vez gozou com um membro penetrado em sua vagina, os dois terminaram seu esvaziamento em mesmo momento, ambos se enfraqueceram tal a quantidade de energia gastas nesta transa de loucura incalculável.

 

Em seguida dormiu recostada sobre o ventre do Padeirinho, cabelos jogados para trás e a face esquerda colada na pele do rapaz, no momento ensaiava uma cena, segurando próximo a boca o membro de Gustavo o Padeirinho, contornava a mão sobre o formato cilíndrico segurando como se estivesse exibindo um troféu em um momento de glória triunfal.

 

Os dois dormiram em seguida um sono muito compensador tal era o cansaço de ambos.

 

Por um imprevisto na estrada o carro de seu Arlindo o esposo desta mais nova amante do Padeirinho quebrou-se e ele se obrigou voltar para casa e sem que ela esperasse seu marido seu Arlindo chega à casa sobe a escadaria e dirige-se ao quarto deles e ao abrir a porta veja lá a cena que ele presenciou; sua esposa dormindo nos braços do Gustavo o Padeirinho. Seu Arlindo olhou não se abalou em nada, achou tudo normal, somente começou a chorar vendo sua mulher nesta situação e soluçando dizia bem baixo:

 

- Coitadinha de minha esposa, ela está desfrutando daquilo que ela merece, eu tenho muito dó dela,

pois a coitadinha não tem prazer na vida, por outro lado estou contente por ela estar se satisfazendo daquilo que eu não o consigo oferecer, por isso acho que ela tem mesmo que dar esta sua boceta para quem ela bem entender, já que eu não sou competente para isso, eu tenho pena dessa sua carência.

 

Ele sai para seu dever e deixou um bilhete fixado na geladeira dizendo assim:

 

- Amor, estive aqui agora a pouco, vi você lá no quarto dormindo com seu amigo, pode ficar à vontade, aproveite bem esses seus momentos.

Beijo querida vou ficar mais uns dias fora, quando eu estiver voltando te ligo. Amo-Te.

Thau.

                                               -o0o-

 

Arlindo e sua esposa trabalhavam neste condomínio, não se tratava de patroa e nem patrão, depois Gustavo o Padeirinho ficou sabendo disso.

 

 

Gustavo o padeirinho e a moça da lojinha dos preços populares. 

A aventura continua.

 

Magda trabalhava na lojinha de preços baixos, as portas deste estabelecimento de utilidades e sovines, fazia parte do mesmo prédio que havia um comércio de depósito de materiais de construção, mas o salãozinho dos preços em contas vendia mesmo tudo a preços baixíssimo e o freguês levava de graça um sorriso maravilhoso e simpático desta vendedora balconista que mais parecia a rainha da beleza.

 

Estas Angelina Jules dessa era, ou quer dizer; século não chegava aos pés da loucura de mulher, um corpão!!!... E ainda mais, gostava de vestir com calças, ou shortinhos agarrados que moldava todas aquelas curvas fantásticas e desejosas, uma doçura de garota, encantava a todos tanto indo como voltando, frente verso...

 

Nós senhora que lasca racha!!! Coisa de louco! ... Essa moça, todos queria, todos a desejavam nem que fosse um minutinho com Magda, mas vá se em só olhar e lamber os beiços... Essa beldade não andava por aí dando mole, só saia se o cara fosse mesmo de seu agrado, esses Miguelzinho que se atrevesse qualquer que seja algum assédio já levava não de cara dura, ela nasceu em família de religiosos e ainda conservava os costumes obedecer aos pais que os mesmos disciplinava estas duas moças; Magda e Aline debaixo de muito regime assim como era exigido na igreja, obrigava todos obedecerem às normas do catecismo.

 

Naquelas imediações só havia duas mulheres que se destacavam as mais gostosas e tesudas; Magda e Aline, gêmeas, mas Magda se diferenciava por um pouco maior em estatura, beleza em dose dupla, Magda solteira, Aline casada, mas residiam ali na vizinhança, seu Brandão locutor da rádio FM sempre foi o maridão protetor de Aline, ciumento que parecia doentio, mal sabia que Gustavo o padeirinho, o garanhão ali do lugar já pegaram Aline.

 

Ele sabia de tudo, mas fazia de conta que estava tudo bem... E se passava por inocente, assim lhe doía menos suas chifradas impetuosas e tempestivas, diziam as más línguas que Brandão estaria ameaçando de morte o padeirinho Gustavo, ele não podia nem lembrar que sua esposa dividiu a fruta com o tal, tão obcecado que até não come mais pães só pelo fato de seu traidor ser padeiro.

 

Brandão sempre carregou com sigo a tendência a homicida, o padeirinho que se cuida com este demente compulsivo, muito mais quando se tratava em corneação, coisa de louco mesmo!!

 

Gustavo quase não tinha mais tempo para nada, estava centralizando atenção na construção de seu estabelecimento que logo estaria em faze de acabamento, os pedreiros davam o duro para terminar a obra no tempo combinado.

 

Nesta sexta feira chegou logo de manhã, assim que os pedreiros começaram seus horários de serviço, o mestre da obra pediu que Gustavo providenciasse um relatório de materiais, assim como materiais hidráulicos e outras peças de cerâmica e como o deposito mais perto estava bem ali no mesmo endereço que trabalhava Magda a menina mais bonita deste bairro...

 

Magda estava de olho no padeirinho, enquanto que o padeirinho já contava com fato consumado, só faltava a conversa configurar.

 

Nessa manhã essa moça estava arrumando as mercadorias nas prateleiras do estabelecimento quando ouviu lá do outro lado da parede que demandava os materiais de construção, a voz que ela mais conhecia, era a fala de Gustavo que no balcão comprava as peças de encanamento para sua construção,

 

Magda prestava atenção em toda a conversa de Gustavo enquanto dialogava com o vendedor que assim conferia a lista:

 

- 03 torneiras cromada, registro de água 02 rejunte, cimento, argamassa mais 6 metros quadrado de piso porcelanato, esse é para o banheiro.

 

Gustavo apenas confirmou e aproveitou para perguntar se havia possibilidade de indicar onde ficava o banheiro deste estabelecimento, que precisava usar o.

 

Magda ouviu muito bem e ficou na expectativa, pois o banheiro situava no corredor bem ali nos fundos da loja que trabalhava, por sorte dava para avistar muitas cenas exibida ali neste toalete masculino, e pela fresta da porta entre aberta assistiu Gustavo quando urinava na bacia sanitária, Magda se encantou com o que viu neste momento, admirada com o que era de posse de Gustavo, ela ficou pasma, não tirou os olhares até que o padeirinho chocalhou o bastão assim até que pingasse as últimas gotas, Magda viu e atestou com seus próprios olhos que ali havia em abundância daquilo que ela estava procurando.

 

Gustavo guardou para dentro da calça aquele enorme pinto flexível tremulante, em seguida conseguiu acondicionar os grandes testículos formando um grande volume no alto das virilhas assim como era de costume, Magda assistiu tudo com aqueles olhos que a terra haverá de comer, e só imaginava ter aquilo tudo só para ela em seus devaneios. 

 

Á partir de agora não mais ficaria só em sonhos, todo seu pensamento passaria ser obcecações. Terminando toda aquela visualização às encenações de Gustavo, a moça sentiu que o fundo de sua calcinha ensopou de algo pegajoso e morno, sua bocetinha ficou toda inundada, lubrificada lacrimejando de um breve orgasmo, foi ao banheiro e limpou-se com uma toalhinha descartável, enxugou toda a extensão daquela fresta vermelha como uma fruta adocicada, olhou de perto aquela gosma que mais parecia baba de bebê, cheirou, depois jogou na lixeira e disse em pensamento:

 

- Tudo culpa daquele padeirinho tarado, você me paga Gustavinho a disse com expressão de vingança.

 

Logo voltou ao comando de seu serviço, Magda ficou na porta para assistir à partida de seu amado, mesmo que seja só em pensamento.

 

Os rapazes dos carregamentos e descargas providenciaram a entrega no endereço anotado, enquanto que Gustavo saiu com seu carro em direção ao centro da cidade, mas naquele corre, corre às pressas, Gustavo deixou cair um documento, era o cartão do CPF, Magda assistiu quando caiu, ele quando saiu não viu que estava perdendo este documento, ficou de entregar pessoalmente quando ele retornar ao trabalho.

 

N’outro dia a moça desce a rua pela calçada em que está construindo a obra do padeirinho, e veja lá quem está estacionado bem ali, Gustavo o padeirinho, Magda passou, cumprimentou com bom dia e aproveitou para perguntar:

 

- Que mal eu te pergunte meu rapaz, você não perdeu nenhum documento ontem quando comprava na loja de material de construção... Não é? A moça firmou as vistas em seu rosto com admiração.

 

- Pois é e não é que perdi mesmo, foi o meu CPF, perdi sim, por quê? Você o achou? Apalpou os bolsos e tirou a carteira. A moça insistiu que ele prestasse atenção em sua fala, e disse:

 

- Sim está aqui, pode conferir se é esse mesmo, disse a ele com um sorriso de simpatia.

- Olha! Eu vou deixar o meu telefone anotado neste papelzinho aqui para quando você perder os seus documentos, você me ligar para que eu o procure, eu adoro procurar estas coisas de homens, me estimula, e exista pôr as mãos nesses seus documentos, vou te procurar, pode ser assim?

 

E entregou a anotação com ar de como se estivesse entregando não só o telefone, mas tudo de si e finalizando com um gesto na mão tirando de sua boca um beijo e entregando a ele este padeirinho comedor de meninas inocentes...

 

Aí ele fez um gesto de positivo a ela que ao mesmo tempo respondeu como tivesse confirmando suas propostas.

 

- Me liga tá, estarei aguardando, hoje é minha folga, tenho muito tempo pra tudo, não vou trabalhar, tchau meu amor.

 

O padeirinho pensou lá com seus botões e zíperes:

 

- Essa já está no papo, não demora nada vai sentir todo o poderio do tão famigerado Gustavo o confeiteiro; eu a seu dispor... mal posso esperar.

 

Gustavo perdeu alguns minutos com olhares fixos naquele corpinho cheio de pecado, ele continuou estático ali na calçada observando o balançar daquela bundinha deliciosa desta lindeza de nome Magda, de passos cadenciados desaparece ao virar a esquina, e o padeirinho volta a seus afazeres na obra.

 

Hoje Gustavo está inspirado, certeza que o bicho vai pegar.

 

O cunhado de Magda; senhor Brandão esposo de Aline sua irmã gêmea, está perturbado é que Aline saiu hoje cedo não se sabe para onde foi, e o Senhor Brandão está com a mente suja, com uma pulga atrás da orelha imaginando que Aline está fazendo alguma coisa errada, deixou o programa nas direções de outro profissional na rádio em que trabalha de locutor, só para procurar Aline, para ele Aline está mesmo nos braços de algum rapaz por aí nesses motéis, e por motivo de Gustavo ter tido um alguns casos com Aline, o suspeito número um é o tal padeirinho Gustavo, esses pensamentos de desconfiança está deixando o cara supere nervoso é hoje que ele vai cometer este crime que tanto fala por aí em bocas pequenas,

 

já procurou por vários motéis para descobrir se caso ela estava em algum desses e toda procura foi inútil até agora.

 

Enquanto Brandão estava louco varrido, Gustavo se esbaldava no hotelzinho mais próximo dali onde eles moravam, distanciava mais ou menos um seis quilômetro, logo adiante do alagadiço; um pequeno pântano.

 

Gustavo e Magda passaram horas memoráveis, Magda foi comida de todas as posições já inventada, a cada intervalo saboreavam um lanche, bebericava alguma cervejinha e algumas doses de bebidas fortes.

 

Para surpresa de Magda a camareira; a moça que servia pela janelinha discreta, pelo que ela entendeu era a sua maior inimiga, devida se tratar de uma grande linguaruda e invejosa, na verdade está amiga de Magda que trabalhava de arrumar as camas e limpar os quartos, sempre fofocava tudo que sabia para o namorado desta agora amiga de Gustavo, ela ficou enfurecida quando leu um bilhetinho que veio junto com o drink dizendo que contaria tudo para o namorado de Magda.

 

Essa parceira de Gustavo não se importou muito com a ameaça e continuou com seus atos libidinoso e delicioso, Magda que dava as cartas, ela queria assim, daquele jeito, deitada por baixo de pernas abertas, hora vinha por cima de cócoras.

 

Na verdade, essa moça estava mesmo esfomeada, gostava mesmo de rolas grandes e roliças, assim como Gustavo lhe oferecia com muito prazer.

 

Terminaram a seção de sexo ardente foram ao banheiro e tomaram um belo banho pegaram suas roupas e se vestiram pronto para pegar o carro para retornar para suas casas, ela só aguardaria a bronca do namorado, pois a camareira disse que contaria tudo, mas Magda vingou de uma maneira bem apropriada.

 

Enquanto Gustavo dava partida no carro a moça ainda estava no quarto.

 

Gustavo não sabia por que ela ainda ficou no quarto, mas logo que saiu ela contou que pelo fato não gostar e brigar muito com a camareira, Magda juntou aqueles forros e cortinas e travesseiros em cima da cama e fez xixi encharcando tudo aquilo desta sua urina só para que sua inimiga empregada desse hotel ter bastante trabalho e sofrer para limpar tudo.

 

Quando Gustavo saiu pela portaria logo percebeu que havia muitos animais ali na pista, eram as capivaras que viviam nesse rio que passava bem ali, esses animais roedores tem o hábito de pastar em grandes turmas (vara). 

 

Gustavo atravessou no meio desses animais e grande foi a surpresa, ele percebeu que o Senhor Brandão estava ali estacionado bem perto do motel e vendo que Gustavo saía viu esta acompanhante e já imaginou que seria sua esposa, tudo possível, ambas gêmeas.

 

Sua esposa Aline cunhada saiu e não havia aparecido em casa nesta manhã, ficou louco babando, tirou o revolver e começou atirar tentando passar mas os bicho tomou toda a pista e ele quase não conseguiu alcançar, Brandão atirava nas capivaras para elas saírem da frente, até andou matando algumas meias dúzia deste bicho, mas seu Brandão estava de azar, a viatura do IBAMA estava por ali por perto e quando o comando ouviu os tiros acelerou a viatura e tentava pegar Brandão por ter cometido um crime ambiental, Brandão tentava pegar o moço que saiu do motel suspeitando que sua esposa estava traindo com Gustavo.

 

Logo ali a uns 900 metros os carros pararam e o sargento Florestal saiu da viatura e foi logo perguntando:

 

- Vocês podem me explicar o que está acontecendo?  que porra é essa? digam aí.

 

Brandão respondeu que sua esposa estava o traindo com o rapaz do carro da frente, Magda saiu do carro de Gustavo e disse que ele estaria engando, não sou sua esposa, sou sua cunhada irmã gêmea de sua esposa, tá explicado senhor Brandão, sou maior de idade, vacinada, diplomada e saiu com bem eu quiser, o senhor não tem nada com isso, sua esposa Aline nessa manhã acompanhou a mãe até a celebração em horário de vigia, ela tá lá na igreja orando com minha mãe, agora vá pra casa esfriar esta sua cabeça meu cunhado preocupado.

O sargento Florestal disse:

- Ir pra casa uma ova!!!... Ele vai ter que me explicar esta matança de animais, você vai ser processado e pode até pegar uns anos de cadeia para o senhor largar de ser besta, vamos você está preso senhor Brandão, pode entrar na viatura, vais dizer toda esta história para o delegado.

 

Gustavo seguiu em frente com sua garota mais linda e gostosa desta cidade.

Magda aproveitou bem seu dia de folga, agora se inteirou como Gustavo faz sexo tão gostoso.

 

 Aline está orando na igreja... vai saber... se tá mesmo, a faxineira do Motel e inimiga número um de Magda, agora terá uma enorme trabalheira, só pelo fato de não manter sua língua quieta, poderia estar livre desse castigo, terá que lavar as roupas de cama, cortinas, travesseiros, Magda comprometeu o serviço desta faxineira linguaruda. deixou suas marcas ali naqueles tecidos branquinhos e alvos.

Assim termina mais uma aventura de GUSTAVO; O padeirinho sedutor.

 

Antônio Herrero Portilho/10/12/de2016.

Enviado em 10/12/2016 00:24 BRST

 

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OS CANGACEIROS, O CORNO E DONA NENÉ.

 

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

 

 

 

Veja Mainha tem tiros explodindo ali pertinho e acolá, é os cabras de Virgulino que estão a guerrear.

 

- Mainha eu to com medo, eles   tá vindo pra cá.

 

Menina, bora corre pra dentro vai logo se esconder antes que uma bala perdida venha pega você.

 

Essas cabras de Lampião, não perdoa nada não, enquanto não derramar sangue, com corpos estendidos ao chão, não sossega a escopeta nem por ordem do capeta eles não para não.

 

Mainha cadê painho que nesta hora aqui não tá.

 

Seu pai é um cabra froixo tem medo de morrer, nem sua esposinha ele não vem defender, eu quero que ele morra cabra não serve pra nada tem mesmo é que se foder.

 

As cabras de lampião invadiram esta casa pelos fundos do quintal, trazia preso e marrado o pai da Zezinha; marido de dono Nené painho de Galalau.

 

Como é seu cabra?... tá se borrando de medo?

 

Assim dizia dona Nené.

 

Tu precisas levar coro que é pra se aprender, eu ainda acho pouco, homem que é homem não peida nem na hora de morre... Tu não honras esse saco que fica aí pendurado que não serve mesmo pra nada, aí eu digo pras cabras, que passe a faca nos ovos e dê pros cachorros come.

 

Evita que bichinha formosa que dá gosto de se vê, logo ela vira viúva, não vejo a hora de sê, vamos capa este corno e sua mulher come.

 

Não faça isso não seu Quinhão, deixa a caba ir embora, estas coisas que tu que eu vou lhe oferecer, faz muito tempo que to precisando outro home conhece, é agora que eu vou te.

 

Agora um de vocês, amarre minha caba no toco, enquanto nós vamos fuder... E tu corno safado, vai ficar olhando tudo que nós vamos faze é hoje que vou a forra fazendo que tem que fazer.

 

Não faça isso não mulher, não me cornei não, respeite nossa união, casamento é coisa séria, isso tu não podes faze.

 

Faço sim, e isso você vai vê.

 

Como Tenho que aguenta, minha mulhe com os cabas assim fuleira.

 

Em plena luz da manhã dona nené mainha, começa a se libera e logo em poucos instantes nuinha como nasceu ela começa fica mostrando o material, pros cangaceiro oiá... Mas, só começa a vadiagem depois que virgulino manda.

 

Cinco caba peladão pronto pra ataca, enquanto nené corria o olho, conferindo as ferramentas escolhendo com atenção em qual ela vai pega e foi logo com quinzão que ela foi se engraça. Chegou pra bem perto do cabra, juntou a mão nestas pencas que o caba chegou funga.

 

Vocês fica em posição que logo vou começa, quero pega nas mãos o que vocês tem pra dá, vou escolher mais grande que é pra mim se farta, não quero pinto miúdo já to cansando de usa, já basta o do meu corno que entorta pra entra, não endurece inteiro, só presta mesmo pra mijá.

 

Pronta dona Mocinha já escolheu o caba com quem tu que transa?... Tu vai fica com o Quinzão ou é mesmo o Zé Fuá, nas zonas em que passamos foram eleito os melhores pelas putas do luga, as mulherada as pernas reganha só pra vê o pau entra e sempre quem sai ganhando e Quinzão e Zé Fuá.

 

... Oli... Capitão Virgulino eu vou fica mesmo com dois que assim vai chacoalha, eu quero Quinzão entrando na frente e o meu furico novinho vou dá pro Zé Fuá enquanto Quinzão mi come vou relaxando minhas ancas arrebitando a popança pro pau de Zé Fuá entra, vou inche os dois buraco e o outro que sobra, vou deixa pro Severino a minha boca tampa.

 

Neste dia no sertão a cabocla Nené não deixou nada falta, foi comida e recomida gozou até se mela, foi de quatro, frango assado, de gangorra ou de cócoras, deitada sentada, de cata cavaco ou em pé, deu até cansa, começou de manhãzinha até o sol esquenta, só não meteram mais por que os cabas se amoleceram e assim não ia aguenta.

 

   Agora que acabou tudo, todos a se farta, vamos dá um jeito no corno que é pra ele sabe que aqui neste terreno é nois que vamos manda.

 

Enquanto Zé fuá com a faca na mão a limando pra afia como um corte de navalha até cabelo comprido dava pra apara, prontinho pro saco corta, partiu pro lado do caba a intensão é capa, dona Nené correu gritando deixa meu corno vive ele é meu marido e sempre há de ser  nois vamos viver junto até quando nois  morre, deixa ele se salva.

 

Só foi uma aventura, uma vez

na vida, daquele dia em diante dona Nené nunca mais traiu seu marido, respeito até o dia de morre.

 

                                     antherport

 

 

 

By antonio herrero às outubro 07, 2021 

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A PRISÃO DA PERERECA

 SÓ PARA ADULTO

 

          Entre meio a estas pernas, vou para todo lugar, subo escada em passarela, me esfrego em corrimão, sofro de tanto calor em meio à multidão.

 Fico tão aborrecida, pra que tanta ocultação, a calcinha veda tudo, me sinto uma coitadinha aqui nesta prisão,

 

sou um botãozinho em flora,

 

sou uma joia preciosa, mas fico assim escondida, querendo saltar pra fora.

 

Quando ao passear pelas ruas ou pelo mundo aí a fora, e aproximo a um homem, daqueles bem atraente, fico toda assanhada molhadinha e inquietante, vou logo querendo sexo, achando que já é hora.

 

 Próximo do opositor me causa um intenso calor, fico toda enrubescida, me mostrando atrevida, com vontade de transar, safadinha, excitada e logo insisto em me dar.

 

Minha dona é malvada não me deixa a vontade, eu quero engolir todos homens, que vive nesta cidade, para matar minha fome, penso em tudo em fazer, quero um gozo incessante, quero ficar todo instante me fartando de prazer.

 

Uns me chamam de vagina, uns me diz ser bucetinha, outros me falam xoxota, no Nordeste sou xibiu, chamem de que quiser, eu não ligo pra isso não, eu aceito todo nomes, que me chamam esses homens, deste imenso Brasil.

 

Para o facão sou a bainha, do parafuso sou porca, sou da chave a fechadura, sou da mulher a vagina, fui feita pra penetrar, eu quero porque me queres, disto eu sei muito bem, prepare meu amigo te digo e tenho certeza. 

 

Eu relaxo tu me encachas, estou com tesão do caralho, estou à disposição não me venhas com moleza, em todas as posições; por cima ou por baixo, seja forte e potente, pois hoje vou lhe dar trabalho.

 

 

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Antônio Herrero

Muitas inspirações, prazer de perceber o trabalho exposto.

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A INESQUECÍVEL SUELI.

 

                        

Mulher de um corpo fabuloso, morena clara, cabelos negros ondulados, comprido até aos ombros, sempre linda e esboçava toda a gostosura que uma fêmea pode oferecer a um macho cheio de disposição e criatividade na hora de fazer amor. Vista de frente, nossa! Só de imaginar fico excitado, vendo pelas costas não tem quem não admira aquelas formas bem desenhadas, Sueli é mesmo de matar qualquer um de desejos, eu tão próximo, mas não dava em nada quando chegava alguém para atrapalhar minhas fantasias imaginativas e o que mais me chateava ela me chamar de papai, aí eu perdia toda a tezão.

 

Sueli tinha filhos, mas a vovó que cuidava durante a semana, ela vivia quase só, marido alcoólatra, um bêbado que caia pelas calçadas desta favela, assim mesmo não era uma mulher fácil que qualquer um chega e já vai ganhando, sempre discreta, mesmo que dê suas transadinha, mas tudo no absoluto sigilo, eu ainda não a peguei, mas a qualquer hora destas vai acontecer, as vezes fico um pouco sem papo pois a conheço dês de quando nascera, minha idade é muito a cima da dela, sempre diz que me tem como um pai que ela nunca conheceu, por isso não se preocupa muito em se cobrir sua nudez; senta de qualquer jeito, não cuida muito com as posições das pernas, quando se abaixas dá pra ver tudo a sua genitália mostrada pelas laterais da calcinha, ai não tem papai que aguenta.

  

Levantei-me bem de manhã, era um dia de domingo que estava para nascer, dentro de poucos minutos, ainda estava escuro e havia muita névoa neste topo do morro, tudo estava em silêncio naquela favela, pois até agora a pouco todos dançavam nas baladas, todo se divertia nesses bailes, o consumo de cerveja e refrigerante foi bastante, agora é só curtir a ressaca, não tinha quase ninguém nos becos e ruas, tudo calma.

 

Sueli acabou de fechar a porta de seu barraco, demorou alguns minutos retornou para fora, passou quase pisando em mim, mas não me viu, me escondi aqui detrás desse pedaço de muro, percebi que ela fazia xixi bem ali na encosta deste morro, não era uma das noites muito clara, ameaçava chover, certeza que logo, logo a água da chuva lavaria todo o cheiro da urina.

 Ela tinha muito medo de chuva, sempre fui eu que a protegi na hora desses temporais, bastava cair nem que fosse alguns raios do pequeno já motivava ela correr para o meu cômodo,  o meu barraco e o dela ficava no mesmo nível de terreno rochoso, havia alguns arbustos entre aquele chão de pedras, sou negro, a minha cor em meio esta noite escura dificultava ela me enxergar, eu até prendia a respiração para que ela não me percebesse, poderia ela pensar que eu estava ali a proposito, mas não adiantou em nada eu tomar esses devidos cuidados, antes que se levantasse me perguntou:

- É você que tá aí papai?

- Sim, sou eu, desculpe, peço que entenda que não foi a proposito, eu já estava aqui.

- Perguntei por perguntar, eu sabia que era você que estava aí, liga não, isso é normal, considere que sou sua filha, entre pai e filha não pode existir pudor.

- A tá, não vá pensando assim se não eu acabo te adotando como minha filha mesmo.

- Fique tranquilo papai.

 

A chuva foi se aproximando, os pingos aumentando, Sueli e eu tivemos que correr para dentro antes que nos molhássemos

 

Aquela noite a chuva não parava, Sueli veio dormir comigo na minha cama e vocês pensam que sou de ferro? Esqueça isso de pai e filha, ela nunca foi minha filha, eu sempre a desejava assim como qualquer homem deseja uma mulher, eu estava loucamente de desejos, grande foi a sensação de penetrara-la em sua mais deliciosa xereca de mulher adulta, fizemos um amor gostoso, devido à grande expectativa e espera de muito tempo, mau aguentei ter aquela mulherona em minha cama, nesta noite repetimos algumas vezes, nunca vou me esquecer esses instantes memoráveis dormindo de conchinha com a minha mais linda morena.

 

Alfredo seu marido agora está pensando em largar a bebida, converteu-se a uma seita religiosa, adquiriu uma bíblia agora só pensa em converter os amigos e leva-los para sua igreja, imagine que um dia desse ele me veio fazendo uma pregação tentando me converter, disse para que eu largue de fornicação, fornicação é coisa do diabo, Sueli gritou em voz alta lá da janela de seu barraco.

- Larga não papai não largue... fornicar é coisa boa!...

 

23/4/2918.

 

 

DELÍRIOS INSANOS.

 

Demostrava total relaxamento, suavidade, ternura de inigualável beleza.

Em sua face esboçavam os finos traços de sua sublime delicadeza.  A noite embalava seus delírios; seus sonhos proibidos, de prazeres ensandecidos.

Deixava ser levada por caminhos alucinantes. 

A excitação em demasia tomava conta de seu corpo, febril, você ansiosa e provocante.

Como chama ardente incendiava sua pele, impulsionando seus instintos de mulher, expandia e fixavam em sua imaginação como lavas vulcânicas brotando das fendas fumegantes.

Áreas exógenas sensíveis à flor da pele tornavam se latentes, no momento que seu ventre ofegante movimentava repetidamente, como o acasalamento de uma fera, um ser animal.

Neste vai e vem de tantas sensações, você se pronunciava em choro, gemidos, sussurro.

A sua boca expressava tudo que no momento seu coração exigia, seus órgãos em alarido gritavam, nas profundezas de seu universo feminino.

Algo se exauria em momento exaustivo, luxuria incessante; Prazer carnal. Seus olhos fechados como se estivesse gozando de um sabor inigualável, agora aliviado, as lágrimas molhavam seu rosto no instante sublime da paixão.

As forças da imaginação tocando seu íntimo, e com o auxílio de seus movimentos, mãos obedientes fazia aflorar em suas insígnias de mulher, sensações enlouquecidas.

Espalhava por todo ambiente fascinantes fragrância de fêmea no cio, aroma agradável de amor. Com muito suor correndo pela extensão do seu corpo.

Suas mãos presas entre as pernas como uma menininha apegada a sua preciosa bonequinha; como que duas mãos aprisionavam com carinho uma pombinha com as asas inquietantes.

Acalentava esta sua joia de fazer amor, recipiente de condicionar o instrumento másculo reprodutor.

Parece que pulsava de tanta ansiedade; urgência de se entregar em completa vaidade, loucura insana e voracidade.

Isto que possuis; portal da sua alma feminina, furor, em fulguração, mas agora mansa e domada esfomeada. Isto que reside entre meio suas duas colunas bem torneadas que te põe de pé, que sustenta seu ventre, ninho sagrado da procriação.

Esta danadinha vadia comilona precisa de um bravo guerreiro que se apresente de cabeça erguida em posição de sentido, que lhe sacie a sede de prazer, que suas carnes sejam dilaceradas, com uma ferramenta em brasa, ferro vermelho incandescente que lhe enlouqueça de prazer lhe leve por lugares imaginários, de delicia, de muitas fantasias, que dê prazer, em todos os momentos que seu corpo precisar fazer amor.

Antherport.

 

09/02/2009

.

 

A volta de GUSTAVO; O Padeirinho Sedutor.

 

O som que mais se destacava nesta manhãzinha era o rádio ligado apesar de baixo volume, Gustavo gostava de ouvir um programa sertanejo na rádio local, pelas ruas solitárias daquele bairro tudo estava calmo e sereno, mas, com o som de fundo os latidos dos cães da rua e o barulho intermitente e gritante dos grilos que moravam naquelas praças. O carro de Gustavo descia bem devagar ladeira á baixo, como se estivesse procurando um endereço.

 

Nesta manhã, com os primeiros claros do dia, Aline conseguiu ouvir o barulho bem baixinho do motor do carro deste Padeirinho; Gustavo, ela foi conferir para ver o que estava acontecendo. Quase todos os maridões que moravam nestas imediações não podiam ouvir este nome “Gustavo, o padeirinho” que esses guardiões, de suas esposas já ficavam de alertas e com este gesto de preocupação coçava a cabeça, procurando alguma protuberância, algo relacionado com infidelidade conjugal; quer dizer traição mesmo, ou no popular, algo relacionado com cornos.

 

Aline levantou-se ainda quase nua, mas, enrolada na manta de abrigar-se do frio, saiu na sacada, debruçou na mureta e confirmou esta verdade, era ele, isso não tinha nenhuma dúvida, parou ao lado do terreno baldio de frente do sobrado de Aline.

 

Esta mulher nem podia imaginar este encontro com este rapaz, ficava tomada de uma enorme excitação e expectativa, este momento tão esperado não lhe saia de seus pensamentos, estava tiritando de tesão, suas pernas tremiam tal era sua pressa de tê-lo em seu poder para se esbaldar de prazer.                                                                                           Quando em fofocas com suas amigas revelava em segredo que quando sente a presença deste galã até involuntariamente sente que faz xixi aos pingos nas calcinhas, parecendo uma égua no cio.

 

Observou quando Gustavo saiu do carro e parou em frente ao terreno vazio e com alguns papéis na mão parece que media a extensão deste lote ainda com a capina a ser feita, o capim estava na altura dos joelhos.

 

Gustavo não sabia que Aline morava ali naquele endereço, eles já tiveram alguns encontros, mas, fora de seus habitats, os fatos que estão acontecendo são pura coincidência, mas, quando o pecado está para acontecer o diabo sempre dá uma forcinha.

 

Esta jovem mulher não lhe tiravam os olhos, a vista panorâmica deste sobrado lhe favorecia em tudo, pois esta propriedade ficava bem ali em frente.                                         Aline ouviu quando um senhor que passava por essa calçada ainda perguntou a Gustavo:

 

_ Bom dia seu Gustavo, vai construir aí?

Respondeu Gustavo sem prestar atenção a quem indagava:

 

_ Sim!... Vou construir um estabelecimento comercial aqui neste ponto, gostei daqui deste lugar.

 

Apesar do rádio do carro ligado, ainda que o som estivesse baixo, Aline lá de cima da sacada ouviu direitinha a intenção deste rapaz, já foi pensando no pior e disse com sigo em pensamento:

 

_ Esse meu cara morando aqui bem pertinho, eu acho que isso vai se tornar um inferno, vai ser difícil disfarçar esta minha atração por este persona, vai que a namorada dele descubra essas nossas relações amorosas... Ainda mais eu com este marido ciumento e descontrolado, essa rua vai virar um palco de guerra... Bom... Veremos em que vai dar isso.

 

Este marido traído, agora vítima do Padeirinho trabalha em uma estação de rádio desta cidade aqui onde moram esses amantes; Aline e Gustavo, nome dele é seu Brandão, locutor de programa de rádio e uma espécie assim de gerente da emissora, até fazia reportagem policial, acompanhava a viatura da polícia para reportar as ocorrências que viraria notícia.

 

Seu Brandão era mesmo um homem de estatura grande, enorme e ainda mais um por menor; bruto que nem sopa de prego, sujeito sempre falava alto, gesticulava muito as mãos quando expressava, carregava debaixo das axilas uma pastinha fechada de zíper, o volume contido parecia um revólver; apetrecho este que ele não desapegava.

 

O Padeirinho sabia disso, mas, não se preocupava, não tinha medo de perigo.

Aline depois de muitas observações deixou seu lugar de vigília e foi lá onde ele estava, atravessou a rua e chegou ao local assim como se estivesse transitando normalmente pela rua, o Padeirinho tão compenetrado com seus afazeres que nem percebeu quando ela encostou sobre seu carro, enfiou a mão até o painel deste veículo e com os dedos desligou o rádio, para conferir se ele prestasse atenção.

 

O Padeirinho logo virou de frente e com muito espanto e admiração, presenciou Aline bem ali perto dele.

Antes mesmo de cumprimenta-la disse com a voz firme e arrogante:

_Porque desligou o rádio, estava eu ouvindo estas músicas? E continuou com suas tarefas de medições deste terreno.

Aline disse ao Padeirinho que naquele momento não tinha saco para ouvir aquele locutor falar, não estava com estas disposições, cansada de ouvir o som destas palavras.

_ Não entendi.

Aline respondeu com ar de indagação _ Quase todas as noites e todos os dias ouço este cara falar, já não suporto ouvi-lo mais.

 

_Continuo não entendendo.

_ Não sabia que este locutor é o meu marido?

_ Não acredito, fala sério.

_ Falo sério sim, tá, e sabe onde moro? – Naquele sobrado bem ali de frente

_ Nossa!... Isto não vai dar certo, seu marido assim tão ciumento e metido a valentão, eu acho que vai acontecer alguma desgraça, pois não sou de aturar marido traído e ciumento, corno chorão é uma merda, mesmo que nossos encontros já se passaram algum tempo.

_Ah!... Então você é esposa do tão famigerado Brandão?

_Por quê?... Você medrou desta vez, tá com medo do meu corno?

_ Lógico que não, estou querendo parar com estas minhas aventuras, não vou mais procurar mulher fora de casa, e dedicar mais à minha namoradinha, só se for um caso muito especial; uma dona muito gostosona para eu voltar á palavra à trás.

_ Então?... Eu não sou? - disse ela fazendo uma pose sensual.

_ Não me atentes para esses convites, que eu acabo perdendo a cabeça e recomeçando tudo novamente, acho que vai ser agora.

_Gustavo meu lindo, quero repetir aqueles momentos de glórias que vivemos naquele dia, você lembra né?

_ A propósito; seu maridão está no programa do rádio de que hora em diante?

_ Ele vai para emissora depois das cinco da manhã e sai quase ao meio dia, quando não almoça fora, outra coisa, ele tem uma insistência que todos os dias eu almoce com ele, aí ele me telefona.

_ Pois bem... Amanhã bem cedinho vou vir para indicar o local de trabalho para os pedreiros, aí depois nós nos encontramos, você siga para o final daquela rua ai eu paro o carro você entra, nós vamos lá naquele motel daquela vez. Combinado?

_ Certinho Gustavo, seu Padeirinho safado, a fim de me consumir né? Então fica assim.

Quando aconteceu o outro dia, tudo foi feito conforme combinado, Aline entrou no carro e dirigiram rumo a tal Taverna do Amor, enquanto isto o rádio estava ligado no programa sertanejo apresentado pelo marido de Aline; senhor Brandão, isso era seguro, não corria perigo, pois enquanto o locutor falava ela tinha certeza onde ele estava; programa ao vivo.

Quando foram aproximando do local de fazer amor já perceberam uma fila enorme de carros logo na entrada que ficava aproximadamente uns duzentos metros da rodovia. Tratava-se mesmo de um dos mais belos motéis destas regiões, última vez que estiveram por ali ainda se tratava de um pequeno motel, agora novo proprietário, mais amplo com mais suíte Vips, toda esta arquitetura exótica retratava o sexo a começar pela entrada, havia um desenho de uma enorme vagina em luzes multicolorida que vista a noite percebia de longe aquele luminoso piscando como se estivesse esperando a clientela. e o horário de mais movimento era mesmo na parte da noite, mas hoje dia de sábado logo de manhã já estava formado aquele furdunço; carros buzinando de mostrando pressa para entrar, meio esquisito!...Logo... De manhã!!... _Que será que está acontecendo? Disse Aline. _fazer amor logo sábado de manhãzinha, e essa pressa. Der repente um senhor gritou em um megafone _ Promoção!...Reinauguração, agora tudo pela metade do preço, o pessoal já sabia desta promoção.

Pronto!... Chegou a vez de Gustavo passar pela guarita, o controlador de acesso tomou suas anotações e assim os dois pombinhos foram para seus aposentos, certeza que nesta manhã promete muito... Vai rolar de tudo, os dois estavam ansiosos para este início.

Enquanto isso o rádio do carro estava ligado no programa sertanejo dirigido por Brandão; o esposo de Aline que neste momento se encontra nos confortáveis braços de Gustavo Padeirinho sedutor e debaixo do chuveiro lá estavam eles nas maiores das sacanagens, quando saíram do banho foram logo para a cama, enquanto ambos nus e em altas tenções. Aline deitou-se de pernas bem abertas oferecendo gratuitamente aquilo tudo para este seu macho competente, experiente. Ela relaxou-se e expos sua genitália para ser penetrada com precisão.

Gustavo já algumas horas sentia seu membro enrijecido, agora que se livrou das calças ai sim tudo se petrificou, ficou muito endurecido pronto para a penetração nesta joia de boceta que lhe esperava latejando de tesão, se posicionou de membro apontando para o túnel de amor que Aline possuía em meio aquela racha vermelha e lagrimosa, já estava molhada e lubrificada enquanto o membro de Gustavo deslizou com facilidade se aprofundando contemplando aquele altar sagrado situados além das entranhas de Aline, ai tudo se confirmou conforme já era previsto; apesar de se tratar de muito apertadinha. Ela mal começou o intento já estava no estágio mais avançado desses prazeres, ofegantes como uma égua no cio, Gustavo e Aline ficou esta manhã inteira com estas orgias, no intervalo entre uma e outra tomavam seus drinques, se alimentavam e recomeçava cada vez mais quente, esta jovem senhora era superintendida nesta arte de fazer amor, o Padeirinho não ficava a menos, ambos transavam com qualidade e intensidade, muitos orgasmos foram vividos neste dia de sábado.

Gustavo e Aline dirigiram ao chuveiro, se banharam, se vestiram pronto para encerrar este capítulo desta jornada de amores intensos, Gustavo cumpriu sua missão, ela sentiu-se aliviada por completar este vazio em seu corpo de mulher que nesses dias estava tão carente de amor.

Aline percebeu que seu marido já a alguns minutos não estava na locução do programa deste radio, poderia ser algum motivo para suas preocupações, se tratava de um senhor enlouquecido de ciúmes, certeza que mataria qualquer um que ousassem alguma aventura com sua esposa que a qual ele considerava fidelíssima dona do lar.

Der repente o rádio divulgou em edição extraordinária – Atenção! Atenção radio-ouvinte, estamos com nosso link nas ruas, traremos para vocês as notícias em cima da hora, neste momento está acontecendo um fato; mais uma ocorrência policial lá no Motel Taverna do Amor, nossas reportagens já estão lá - Fala daí, amigo Brandão, relata o que está acontecendo.

_ Alô amigos da 90.05 FM, estamos diretamente aqui onde um senhor que se considerou traído, o nome dele: José Galhardo, o fazendeiro dono destas terras aqui do lado deste motel, ele muito furioso, colérico de ódio com um revólver em mãos e o dedo no gatilho ameaça matar o cara que está com sua mulher aqui no motel em uma das suítes. Este corno... Quer dizer... este marido traído está acionando disparos para todos os lados agora está havendo um corre, corre danado, alguns casais estão se evadindo, uns puderam fugir com seus carros, conseguiram pelos portões do fundo.

_ Vamos logo Gustavinho, meu marido está no outro pavilhão, fugiremos por aqui, se ele me pegar aqui estou frita.

_ Pelos portões dos fundos, rápido, rápido escaparemos.

_ Pisa neste acelerador... Caralhos que fodas, acho que ele me viu, passamos por ele naquela ala.

Enquanto os tiros furavam tudo, Brandão também começou atirar no carro do Padeirinho e enlouquecido xingava e esbravejava.

_ Maldita, desgraçada, me corneando, vou furar os pneus do carro daquele fila da puta.

Acertou só dois tiros nos porta malas traseiro do carro do Gustavo, o casal estava tão apavorado que nem deram conta que os tiros saíram da arma de Brandão, acharam que os projéteis originavam da arma do fazendeiro.

Brandão agora já tinha a certeza, estava sendo traído, acabou por conscientizar que ele era mesmo chifrudo, sua esposa lhe traia durante a programação do rádio, enquanto ele tocava as músicas dor de corno, sua Aline promovia suas orgias particulares longe dos olhos ferozes deste locutor, que através das ondas do rádio promovia o amor em sofrimento em algumas vezes tocava Milionário e José Rico, Trio Parada dura, sem contar aquela música do Fio de Cabelo que Brandão gostava tanto.

Gustavo e Aline conseguiram se safar, parou o carro nas imediações da casa dela que acabou de chegar á seu lar doce lar.

_Ufa!... Que aventura incrível, que emoção, agora eu vou aguardar o maridão pra ver se ele me percebeu lá no Motel.

Gustavo o Padeirinho sedutor já está pronto para outra aventura, da próxima vez a vítima de Gustavo será a balconista da lojinha de confecções; uma garota linda, gostosa, corpo exuberante, uma joia de menina, agora já estão quase às vias de fatos, certeza, Gustavo não vai deixar batida.

 

 

Antônio Herrero Portilho/25/01/2016.

 

 

 

FANTASIA SEXUAL

SEXO NA HORTA

 

Dona Zezinha é muito imaginativa, sempre está observando os alimentos existente no plantio da horta, daí ela usa muita criatividade.

 

Quando tem gente nas proximidades ela tenta abster se desses impulsos sexual, mas assim mesmo fica em contato disfarçadamente se escondendo entre as folhagens se deliciando com suas fantasias com seus frutos e até leguminosas, estica seu braço como fosse apanha-los, leva a mão naqueles pepinos viçosos e grossos e desliza suas mãos como se estivesse entre seus cincos dedos um órgão masculino deslizando abarcando toda a forma cilíndrica.

 

Às vezes fixando os olhares nos legumes acaba até por ficar excitada, a começar pelos nabos roliços, as cenouras com as pontas rombudas, quiabos e mandiocas.

 

 

 

Ela só pensa em sexo com depravação; ambiciosa com a pretensão de fazer uso de tudo que cilíndricos para que manualmente e voltando para suas partes genitais ela mesma introduza tirando daí seu prazer com intensos orgasmos que a leva aos delírios.

 

- Falta de bom gosto; substitui o homem por um frio fruto da terra que só serviria para cozinha. Enquanto isto, fico eu aqui sobrando, sendo trocado por um insignificante fruto da horta dizia seu Clóvis quando ficava sabendo destas bizarrices de sua patroa.

 

 

 

Um dia deste seu Clóvis percebendo alguns gemidos dentro do banheiro, foi procurar saber o que estava acontecendo, veja só, ele flagrou dona Zezinha com a prova do crime em mãos, ia saindo do pequeno lavabo que existe nesta horta, no momento que a mesma estava com um grande pepino segurando e se glorificando pelo gozo triunfal que obteve, estava ela satisfeita e feliz com este feito. Após seus momentos de prazer dispensou seu amante pepino que foi atirado ao longe; Pobre pepino agora é desprezado como se nunca serviu para nada. Ela é um sexo maníaca compulsiva, vive sonhando diariamente com seus erotismos desenfreados.

 

Quando chega o feriado que não há mais ninguém no sitio ela vai até o pasto dos cavalos bem ali perto da grande casa, coloca o cabresto no garanhão da raça campo Lino e sai troteando, vestida com trajes bem minúsculos; biquíni bem pequeno deixando aquele par de belas cochas amostras, encavalada no animal sem arreio e sem nada em contato direto com o couro do cavalo que além de receber aquele peso corpóreo desta cavaleira que  sentia os movimentos do cavalo em suas partes mais íntimas friccionando causando um calor que surgia das entranhas em contato com o animal.

 

Assim ela ia em direção dos fundos do sitio, lá onde existe uma grande reserva de plantação de bambus ornamentais, passa a tarde todo nas margens daquele ribeirão, ela e seu garanhão, fazendo nãos sei o que.

 

Depois chega tardinha volta com uma cara de com quem comeu e se fartou, abre a porteira e solta o cavalo no pasto... O bicho fica pinoteando e relinchando correndo daqui pra ali, parece todo feliz por algum feito.

 

Dona Zezinha agora já cansada das atividades deste dia, que não era dia de trabalho: Feriado, mais se cansou com tantas aventuras; ela e seu cavalo Garanhão da raça campo linho.

 

Amanhã bem cedinho começa novamente o trabalho de cultivar as verduras, aí começa tudo de novo; dona Zezinha e seus sonhos sádicos.-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

AS AVENTURAS DO GUSTAVO

(PARA ADULTO)

 

                           Enquanto a bola rola.

 

O estádio estava lotado, toda a galera envolvida no jogo, mas, Gustavo ainda achou um cantinho entre as arquibancadas, uma parede que parecia da casa do zelador do estádio.

       Era um campo de futebol de uma cidade do interior, neste dia acompanhou a turma nesta partida de futebol de dois times pequenos e desconhecidos, o time de seus amigos que entraria em campo.

        Enquanto a bola rolava Gustavo se esbaldava com as meninas, agora com Fabiana popozuda; levada amante de um sexo caliente.

        Descobriu um quartinho bem ali onde os pedreiros guardavam as ferramentas, abriu a porta e empurrou Fabiana para dentro do cômodo, logo foi caindo em cima de uma porção de sacos de cimentos, esse pequeno estádio estava em reforma, espaço servia para os homens da construção fazer as refeições e se trocar para o trabalho, além de guardarem as ferramentas.

Gustavo precisava de algo para forrar o local, antes que se sujassem de cimentos, começou a revirar todos os locais por ali e acabou encontrando algumas camisas que os peões trocavam as de passeios e vestiam estas só para o trabalho, percebeu que não estava tão suja, Fabiana tomou posse de uma destas roupas e mais que depressa se limpou em baixo; passou em sua boceta que ainda estava melada do gozo anterior a alguns minutos, sem pensar duas vezes e em um comum acordo confirmado pela troca de olhares, assim começaram uma sessão de sexo oral, ela gostava de sentir o toque de uma boca quente em sua vagina, agora inflamada e desejosa. 

           Depois de muitos beijos calorosos, o rapaz desceu a boca até ao ponto máximo desejado, trabalhando, roçando aquela pele tão sensível ao prazer, fazendo com fricções  assim que mordicando aquela semente do tesão perfumada e saborosa, aquele pequeno órgão que tanto dizem; Clitóris, Fabiana chegou até aos céus quando Gustavinho localizou o tal vermelhinho encantado,  isso no instante que chegou ao objetivo,  provar com sua própria boca aquela racha divinal, parece que Fabiana sentia seu clitóris teso vibrar como o despertador de horas, mas certo que era de desejos, der repente percebeu quando Gustavo tocou com a boca aquela maravilha que possuía entre aquelas colchas roliças e bem torneadas .

           - Meu bem... Gustavo retire esse seu boné, não vê que assim fica difícil, enfia esta sua cabeça entre estas minhas pernas... Vai meu bem passa essa língua assim bem gostosa, isso, dê aquelas tremidas na língua, vai assim tá muito bom, estou toda tesuda, você é mesmo o máximo, gosto que chupa ai neste ponto, esse ai é meu botãozinho abençoado, estou começando a gozar, acho que não vou parar mais, isso tá muito bom, parece que estou me explodindo por dentro... Ai, que delícia, como isso é bom!!! Estou gozando... Aí. Gozei, gozei, que bom...

       Enquanto que Fabiana em cima dos sacos de cimentos, de pernas bem abertas expos sua xoxota de fresta bem avermelhada saltitando de tezão, convidando Gustavo para uma penetração.

         O rapaz posicionou seu membro mais que ereto, denso e enrijecido, antes a tocou com o dedo riscando a racha umedecida enquanto beijava chupando a língua de Fabiana que até atrapalhava o beijo por causa da respiração ofegante, Fabiana estava descontrolada e até tomava a iniciativa desta penetração, ela mesmo tratou de introduzir o membro de Gustavo, o pegou com toda aquela delicadeza e impulsionando o corpo contra o corpo de Gustavo oferecendo suas entranhas para que o mesmo a mergulhe até a profundeza de seu ser de fêmea.

         Fabiana feita louca enquanto aquele instrumento másculo estava totalmente preenchido entre as carnes de sua vagina, neste momento parece que apertava o pau de Gustavo, até parecia um abraço apertado em torno do mastro penetrante e vermelho em brasa.

          Neste momento Gustavo estava deitado de barriga para cima enquanto ela cavalgava sobre aquele corpo obediente, ele permanecia calado deixando ser consumido por esta devoradora de homens.

          Fabiana sempre buscava mais e mais, a cada transa ela se superava e evoluía se descobrindo formulas de satisfazer suas fantasias exacerbadas e insanas.

         Logo ela desacelerou os vai e vens enquanto Gustavo começou dar umas estocadas contínuas, ela percebeu algo inundando suas entranhas, era o membro de Gustavo que lançava a toda pressão expelindo seu leite viscoso nessas profundezas femininas.

         Fabiana soltou um grito triunfal e acompanhou Gustavo em suas gozadas.

 No momento que Gustavo retirou seu enorme pinto fora da vagina de Fabiana, Gustavinho assistiu o mais belo espetáculo sexual, partindo daquelas pernas superes aberta.

Fabiana com o ventre ofegante lançou uma maravilhosa ejaculação feminina, o jacto em alta preção, fez alguns pingos chuviscar o rosto do rapaz, até atingiu a parede branca recentemente pintada, Gustavinho até admirou pela quantidade de líquido esguichado por aquela abençoada boceta, por momento o rapaz pensou que Fabiana tentava alvejar o rosto dele com uma grande mijada.

Disse Fabiana que para ela era novidade, que isso aconteceu pela primeira vez.

        - Que maravilha sentir essa explosão partindo de dentro de minhas entranhas, acho que vai ser a última vez que acontece, nunca mais terei outra cena incrível dessa, obrigado Gustavinho, graças a você.

Disse Gustavo em agradecimento:

- Você é competente de mais... linda Fabiana.

- Nossa que foda!

Fabiana ficou admirada pela intensidade dessa transa

Enquanto limpava sua xoxota com a camisa do pedreiro que havia guardada por, ali perguntava:-

- Quando que seu time voltará jogar aqui em minha cidade?

- Agora vai demorar, só retornará a jogar na segunda fase do campeonato se caso for classificado.

-Não tem problema, daqui até lá nos veremos para outros encontros.

-Ouça Gustavo, Marcaram um gol... e foi o time da casa.

- Fodas este jogo, esses pernetas, eu nem curto muito futebol, eu só

estou mesmo a passeio e comer estas meninas do interior.

- A é gostosão...

Agora me diga, onde eu ponho esta camisa que eu me limpei, onde ela estava?

- Joga aí em qualquer lugar mesmo, já tá toda borrada de sua boceta.

- Ah tá... Coitado dos pedreiros.

 

Antônio Herrero Portilho.  20/9/2015

By Antônio Herrero às outubro 12, 2021.

 

 

 

 

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