Nego João era um caboclo
de sorte, sempre que lançava os olhares para qualquer mocinha do arraial...
Aquelas que viviam de vezes em quando caminhando pelas estradinhas da
fazenda...Assim ele dizia consigo:
- Esta está no papo.
Ele não perdoava nenhuma
carne nova e macia cheirando menina donzela.
Uma verdadeira fruta das
mais adocicada, tentava esconder tudo isto com um tecido fininho, fininho que
contra a luz dava mesmo para enxergar todos aqueles contornos deliciosos de
morena formosa, tal qual uma flor em botão.
Expressava com gestos
obscenos com as mãos nas virilhas, como se tivesse acondicionando algum volume
dentro das calças, com aquele jeitão de conquistador sertanejo, e terminava a
prosa dizendo:
- Sendo bonita e jeitosa
é o que basta.
Suzana com a cabeça
baixa olhando para o peito do rapaz disse:
aguarde qualquer hora
desta, meu coração será só teu... João do meu coração.
Ela seguiu em frente,
João ficou agradecidos pelas suas palavras.
Naquele começo de tarde
a mãe de Suzana percebeu a falta de algumas aves que povoava o terreiro da
casa, alguns belos gansos estavam desaparecidos. A mãe de Suzana já sabia aonde
estas aves iam quando desapareciam, já era de costume esconder lá nos lagos que
formam o ribeirão, procuravam águas com abundancia e lá existia com certeza,
até uma pequena cascata de mais ou menos uns cinco metros de altura, ficava nos
fundos do sítio, era lá o paraíso dos gansos da mãe de Suzana: a morena mais
linda de todo o arraial.
João percebeu quando ela
passou por baixo de uma cerca de arame farpado já quase chegando à barranca do
ribeirão.
Estava ali escondido
entre os arbustos observando todos os movimentos da menina.
Ela subiu em cima de uma
pedra bem próxima a cachoeira, olhava para todos os lados para conferir se
havia algum intruso, mas não sabia que ele estava lá entre as folhagens e as
pedras, bem escondido focando os olhares sobre ela e em seus movimentos.
João veio logo correndo
e perguntando se estava tudo bem... Você quer que te salve disse João.
Aproximou de Suzana para
agarra-la, a água estava no nível de quase chegando à altura dos ombros, até
ficava um pouco difícil de pega-la.
A nado conseguiu toma-la
em seus braços e com algumas dificuldades tira-la para fora d’água estendendo a
sobre as pedras quase plana, por sorte Suzana não bebeu quase nenhum gole de
água, não ocorreu nenhum afogamento, apenas estava cansada de tanto se bater
para se salvar.
(Texto de Antonio
Herrero Portilho.)
By antonio herrero às
dezembro 06, 2021 Nenhum comentário:
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Mais uma aventura
de Gustavo o Padeirinho.
Na periferia da cidade,
bem ali naquela esquina já se pode encontrar caso alguém deseja comprar algumas
iguarias, confeitos, pães quentinhos e delicioso, tirado do forno agora.
Gustavo; o Padeirinho
agora exerce seu trabalho lá nesta padaria, como dizem os populares ele é um
padeiro confeiteiro de mão cheio. Além de profissional neste ramo, também muito
sedutor, as mulheradas se assanham quando está próxima a ele, sua voz, seu jeito
de olhar, e até a respiração que ele executa motiva a atração destas senhoras
tão carentes, casadas, mas, inexperiente, acostumadas neste papai mamãe.
Estas personas femininas
conviviam com aquela porcaria de sexo mal feito sem emoções nenhuma, não
gozavam; orgasmo sempre acontecia em ocasiões de toques em seus próprios
corpos; ato de masturbação, assim buscava um prazer mais consistente, nada
extraordinário.
Maridão agia como
aqueles frangotes inexperientes, quer dizer parecia um galo, transas rápidas e
ejaculação precoce.
Suas mulheres se
apresentavam com um incêndio de grandes proporções e esses machos de meia
tigela munidos de uma minúscula mangueirinha tamanho pequeno alcance não
apagava nem fagulhas de um pequeno isqueiro de acender cigarros, assim sendo a
obrigação conjugal sempre ficava pelas metades, deixando algo a desejar. Suas
esposas queriam mais e mais e não eram agraciadas por esses incompetentes
maridos molengas e nada inspiradores, brochas.
Elas sonhavam em busca
de um membro competente e com ereção duradoura; isso que já não presenciavam a
muitas décadas, dês de que casaram se.
Mas nem tudo está
perdido porque existe nessas imediações um rapaz valente e viril com muitas
disposições sexuais, “O Padeirinho” que agora estabelecido nesse novo endereço
nessa vila bem próximo esse condomínio que agora será um cenário para suas
aventuras. Haverá muitas tarefas a cumprir, certeza que nenhuma figura feminina
sentirá falta de uma boa transa e seus companheiros que vá buscar outra forma
de se satisfazer seus minúsculos e ineficientes pintos amolengados.
Daí que o Padeirinho
entra em ação, essas mulheres dês de quando passavam pelo crivo dele aí
aprendiam a rebolar e até tentava passar estas novas experiências a esses seus
companheiros, mas os tais ainda não aprendiam, ou não executava direito por
faltar ferramentas de perfeito funcionamento.
Caso Gustavo Padeirinho
faça um relatório de quantas ele já pegou daria uma lista enorme, ele não
gostava de repetir a mesma foda com a mesma parceira, sempre estava renovando e
consumindo carnes novas, parece que o cara permanecia vinte e quatro hora de
pau duro, não sossegava o bicho nem pra mijar.
Em todos os comércios
que ele for contratado certeza de crescimento e se torna rentável, tudo que ele
bota a mão vira ouro e seus pães, bolos e tudo que possa servir em festa de
qualquer comemoração, certeza que o sabor agradava 100%. A mulherada gosta da
maneira que ele põe a mão na massa.
Hoje naquela hora de
menos movimentos de consumo, ele aguardava a vinda de seus fregueses enquanto
imaginava e pensava lá com seus botões como será sua próxima vítima. Dês de
quando levantou hoje está com uma carga enorme de tezão, precisa trocar o óleo urgentemente
e acha que já está demorando demais.
Logo algo lhe chama
atenção, parou do outro lado daquela rua um carro; daqueles mais simples, carro
popular.
Uma mulher, a qual
estava ao comando desse veículo desce e atravessa a rua e dirige-se com seus
próprios passos e logo adentra ao estabelecimento ao qual o Padeirinho estava
sempre pronto para atender esses compradores de seus bolos, pães e tudo aquilo ele
com habilidade confeitava.
Essa jovem senhora
parece que não veio comprar, ela veio mesmo a fim de olhar para a cara desse
tão elogiado padeiro, estava certa para o que queria.
Muitas outras mulheres
já lhe haviam informada a respeitos desse personagem tão levado ao sexo, a
verdade que esses dois nesse momento se atraiam para uma aventura; ir para
cama, der repente em um movimento impensado seus olhares se encontram, ficaram
frente a frente, face a face quase ao alcance de um beijo que só não aconteceu
por ela tratar de um momento discreto.
Essa formosa mulher
movimentava por este ambiente, vestida de trajes a convidativos, saia curta
promovendo tudo aquilo que ela possuía, e olha que se tratava de coisa boa em!
E enquanto parece que
lia uma tabela de preços ali exposta, ela de costas para os olhos do rapaz
pensava em uma forma de chamar atenção dele, e proposital deixou que as chaves
do veículo caíssem ao chão. E se abaixando para pegar este chaveiro ao chão deixou
à mostra uma das mais belas partes de seu prazeroso corpo, o Padeirinho colou
seus olhares compulsivos ali nessas belas carnes a qual ela expôs para que ele
sentisse certeza de tudo aquilo que era dela, possuía uma lindíssima bunda, era
realmente muito gostosa estas suas nádegas, uma loucura inacreditável e ainda
mais com aquela calcinha tuchada bem ao meio desse desenho divinal dividindo
aquelas formas em partes proporcionais. O rapaz presenciou toda aquela loucura
que era só dela, virou de frente para esse moço fez algumas perguntas
desnecessária e pediu com delicadeza para que arrumasse um copo de água
mineral, bebeu a água mesmo sem sede e assim iniciou um diálogo:
-Você viu como andas esses
reservatórios, como está em baixo nível?
-Vi sim, vi agora a
minutos esses volumes mortos, até enxerguei parte da Cantareira, confesso que
fiquei com muita sede, você nem imagina como eu quero beber desta água.
-Mas este reservatória
que você parece referir é propriedade privada, mas, porém, não é tão restrito o
acesso, quem sabe você ainda poderá provar dessa água, insista que você
consegue, vai que dá certo.
-Neste momento me
comparo a um homem em um deserto quase me desfalecendo de tanta sede e veja o
que me aparece em minha frente? Um Oásis com um tão vasto manancial, mas porem
um coração maldoso constrói divisas não permitindo nem que eu molhe minha
língua.
-Ah, meu caro
Padeirinho, deixe de trololó e vá direto ao assunto, certeza, você quer mesmo é
me fuder, já vi que você já me comeu com esses seus olhos de tarado e até já
percebi este alto volume em suas virilhas, dês de quando entrei aqui você tá ai
com este pau duro saltando dentro das calças, vá logo direto ao assunto, o que
você quer eu também quero e porque não levar isto em frente, quando dois corpos
se atrai não se deve reprimir, é pecado.
Aproximando desse jovem
em clima de excitação, quando ele ia abrindo a boca para pronunciar algumas
palavras dando continuidade a confirmação, ela foi e tacou-lhe a boca com a mão
fechada e disse;
-Confirmo sua proposta,
pode ir lá à minha casa que vamos fazer uma bela festinha, e hoje ainda, o mais
rápido possível.
Ainda bem próximo a ele,
quase abraçando, concertou os óculos movimentou seu braço, com os dedos
ameaçando pegar algo, ainda deslizou sua mão entre as pernas do Padeirinho,
ainda por cima das calças e em gestos de muita gana e ambição, se apossou de
seu membro endurecido, massageou todo esse monumento enquanto esse o rapaz
quase enlouqueceu de tezão, ela percebeu claramente que ali existia realmente
uma grande farturas daquilo que precisava para preencher aquele vazio que nesse
momento tilintava de tezão, ela estava excitadíssima.
Egoísta!... queria
aquilo tudo para ela, somente para ela e ninguém mais.
- Leve-me
uma cesta de café da tarde.
-Parece que eu já estava
adivinhando, essa cesta já está pronta, já faço várias entregas dês de quando
cheguei aqui com meu estabelecimento.
-Então faça isso rápido.
-Só me dê uns segundos,
preciso arrumar minha irmã para que ela me substitua, é rapidinho.
Gustavo o Padeirinho era
um maníaco sexual... Pera aí, que eu explico; no bom sentido só pra que ninguém
entenda mal; uma espécie assim de pervertido compulsivo, suas parceiras
enlouqueciam com suas relações quando elas deixavam ser abusadas, ele chegava
ao extremo dos extremos e suas companheiras aceitavam, pois já sabia com quem
estavam lidando.
Condomínio paraíso
laranjal, nos tempos das antigas existia ali uma plantação de laranjas tipo
exportação, visão de uma vasta extensão plana, nos dias de hoje, um
residencial, as mansões estavam ali construídas de maneira que uma residência
ficava a uns 100 metros retirada uma à outra.
Esse parque residencial
se protegia em suas divisas de uma resistente muralha, forte e intransponível.
Ela ia a frente
dirigindo seu belo carro muito vagarosamente, é que não queria perde-lo de
vista, logo
atrás o
Padeirinho a seguia com sua bicicleta de entregas á domicilio. Já estava tudo
combinada, à algumas horas passadas recente, tudo idealizado para esse ato
memorável; um encontro amoroso cheio de perdições. Esse Padeirinho, se tratava
de um experiente em aventuras sexuais, sua fama corria de boca em boca, ele ser
uns dos machos mais competente e muito bem requisitado, essas mulheres
desfrutavam das vantagens que ele oferecia. Todas diziam, ele ser um amante
competentíssimo.
Chegando à portaria desse
residencial, ela em vós discretas trocou algumas palavras ao rapaz sentinela
dessa guarita disse:
- Deixe que o rapaz
entre, preciso dele lá em casa, eu me responsabilizo por tudo, é de minha
confiança.
- Só vou permitir a
entrada dele por ser de meu conhecimento, se assim não fosse eu não permitiria,
pois assim estaria eu infringindo as regras, ele é meu amigo eu também o
confio.
-Ok?
-Ok...
O rapaz aguardou que a
Senhora guardasse o carro na garagem e ambos dirigiram ao pavilhão ali bem
próximo, certeza, hoje acontecerá uma bela festa, esta farra será de primeira.
Tudo já esquematizado, feriado prolongado, patrões a viagem de negócios.
-Só falta dar folga aos
empregados doméstico, ou até nem precisa, basta dizer que caso alguém chamar,
dizer que eu não estou pra ninguém, essa são as ordens da patroa.
Ela disse isso para que
ele ficasse mais à vontade.
-Pronto, pode deixar a
cesta aí na cozinha, suba aqui venha conhecer meus aposentos.
Ele muito ansioso subiu
a escadaria mais que depressa.
-Sim já estou pronto.
-Me aguarde alguns
minutos, quero tomar um banho.
-Sim!
O Padeirinho mal
esperava este momento crucial, seu membro pulsava e lateja de tanto tezão,
enlouquecido pela espera dessa tão sonhada penetração.
Ela era realmente uma
fêmea exuberante, tinha um corpo perfeito, pele sedosa com perfume próprio
dela, puramente excitação e ele um rapaz sortudo.
Der repente ela sai do
banho ainda molhada corre ao encontro do rapaz que nestas alturas do
acontecimento já se encontra de pé e despido, com grande impacto ela deixa seu
corpo se chocar com o corpo dele, como uma locomotiva descarrilhada, corpo
febril, fervilhando de desejos, devido suas alturas, estaturas físicas serem
iguais ela neste momento coincidência ou não acontece uma prévia penetração,
ela facilita a entrada da cabeça do membro do Padeirinho em rápido
acontecimento, só para que ele sentisse a prévia de que viria pela frente.
Gustavo sentou-se na
beirada da cama e fechou os olhos e de pica dura apontando para o teto,
esperava que ela viesse por cima e tomasse a iniciativa da penetração, logo
algo mais calhente ele sentiu enquanto sonhava em delírio, em dado momento
percebeu que algo úmido e quente se apoderou de seu membro, era ela que
abocanhou com enlouquecia seu órgão sexual rígido como um cerne de madeira,
sugou e tentou engolir assim em vai e vem indo ao pé do membro até a cabeça,
punhetando com os lábios macios e delicioso.
Esse rapaz foi até as
nuvens, quase morreu de tezão tal era a habilidade que ela praticava este sexo
oral, ficaram assim a alguns minutos até que inverteram as posições, agora é a
vez dele executar uma oral nela, ficou de pé enquanto ele não fez rodeios e nem
pensou muito, visualizou sua vagina linda e lisinha tal qual uma cherequinha
novinha, assim como seu semblante também de mostrava; Traços inocentem de
jovenzinha apesar de seus vinte e um anos, sua bocetinha se apresentava com
pouco pelos, quase imperceptível, não se sabe se ela usava algum produto
químico depilatório, aquela joia que ela possuía no meio dessas pernocas
roliças e tesudas era mesmo lindo de se ver. Seu clitóris estava bem
avermelhado e bastante teso que saltava fora desta fenda quente cheia de tezão.
Logo Gustavo abocanhou aquilo tudo e riscou a língua de baixo a cima nesta
racha saborosa. No momento que ele passeava com a língua na entrada do túnel do
prazer, enquanto caminhava por esta frestinha melada de gozo, elevou a língua á
cima até que rosou o grelinho que imediatamente foi sugado com insistência.
Ela respirava fundo,
enquanto seu ventre enchia e esvaziava, retorcia de prazer e com a habilidade
do Padeirinho.
Continuou vários minutos
neste exercício prazeroso até que percebeu que tudo estava rodando em sua
frente, parecia um brinquedo um parque de diversões e se estremeceu como uma
erupção vulcânica, ela sentiu que lá dentro de seu ser jorrava uma cachoeira incessante;
orgasmos que se multiplicavam em muitas facetas e ficava cada vez mais intenso,
esta jovem senhora nunca sentiu sensações tão intensas, algo delirante,
fenomenal estonteante.
No momento em que
entorpecia de prazer, ele foi com calma e muita habilidade e bem devagarinho
introduziu o vantajoso membro naquele túnel encantado, sentiu que a vagina
desta fêmea estava em desuso, tal era a estreiteza do canal que além de bem
lubrificado o membro de Gustavo deslizava com dificuldade devida estar
apertadinha como estivesse usado pouco aquela xoxota tão abençoada.
Ela soltava gritinhos de
satisfações, como se estivesse orgasmo permanentes, se mexendo e acomodando o enorme
membro de Gustavo o Padeirinho que nestas alturas dos acontecimentos já estava
alcançando o final do canal vaginal, ela percebeu quando a cabeça do membro
estacionou bem onde não tinha mais para onde ir, ela hora se mexia em seguida
se relaxava e se buscando ainda mais prazer apesar de ter chegado ao limite.
Logo ela sentiu algo
quente, muito quente que jorrava dentro de sua bocetinha, era Gustavo
ejaculando esguichando com pressão seu líquido viscoso que saía em temperatura
altíssima, ela sentiu que o gozo de Gustavo explodia dentro de suas entranhas,
ambos simultâneo se esvaiam, ela soltou uns gritos fortes de prazer enquanto
também descontroladamente gozava, enlouqueceu de vez quando pela primeira vez
gozou com um membro penetrado em sua vagina, os dois terminaram seu
esvaziamento em mesmo momento, ambos se enfraqueceram tal a quantidade de
energia gastas nesta transa de loucura incalculável.
Em seguida dormiu
recostada sobre o ventre do Padeirinho, cabelos jogados para trás e a face
esquerda colada na pele do rapaz, no momento ensaiava uma cena, segurando
próximo a boca o membro de Gustavo o Padeirinho, contornava a mão sobre o
formato cilíndrico segurando como se estivesse exibindo um troféu em um momento
de glória triunfal.
Os dois dormiram em
seguida um sono muito compensador tal era o cansaço de ambos.
Por um imprevisto na
estrada o carro de seu Arlindo o esposo desta mais nova amante do Padeirinho
quebrou-se e ele se obrigou voltar para casa e sem que ela esperasse seu marido
seu Arlindo chega à casa sobe a escadaria e dirige-se ao quarto deles e ao
abrir a porta veja lá a cena que ele presenciou; sua esposa dormindo nos braços
do Gustavo o Padeirinho. Seu Arlindo olhou não se abalou em nada, achou tudo
normal, somente começou a chorar vendo sua mulher nesta situação e soluçando
dizia bem baixo:
- Coitadinha de minha
esposa, ela está desfrutando daquilo que ela merece, eu tenho muito dó dela,
pois a coitadinha não
tem prazer na vida, por outro lado estou contente por ela estar se satisfazendo
daquilo que eu não o consigo oferecer, por isso acho que ela tem mesmo que dar
esta sua boceta para quem ela bem entender, já que eu não sou competente para
isso, eu tenho pena dessa sua carência.
Ele sai para seu dever e
deixou um bilhete fixado na geladeira dizendo assim:
- Amor, estive aqui
agora a pouco, vi você lá no quarto dormindo com seu amigo, pode ficar à
vontade, aproveite bem esses seus momentos.
Beijo querida vou ficar
mais uns dias fora, quando eu estiver voltando te ligo. Amo-Te.
Thau.
-o0o-
Arlindo e sua esposa
trabalhavam neste condomínio, não se tratava de patroa e nem patrão, depois
Gustavo o Padeirinho ficou sabendo disso.
Gustavo o padeirinho e a moça da lojinha dos preços populares.
A aventura continua.
Magda trabalhava na
lojinha de preços baixos, as portas deste estabelecimento de utilidades e sovines,
fazia parte do mesmo prédio que havia um comércio de depósito de materiais de
construção, mas o salãozinho dos preços em contas vendia mesmo tudo a preços
baixíssimo e o freguês levava de graça um sorriso maravilhoso e simpático desta
vendedora balconista que mais parecia a rainha da beleza.
Estas Angelina Jules dessa
era, ou quer dizer; século não chegava aos pés da loucura de mulher, um
corpão!!!... E ainda mais, gostava de vestir com calças, ou shortinhos
agarrados que moldava todas aquelas curvas fantásticas e desejosas, uma doçura
de garota, encantava a todos tanto indo como voltando, frente verso...
Nós senhora que lasca
racha!!! Coisa de louco! ... Essa moça, todos queria, todos a desejavam nem que
fosse um minutinho com Magda, mas vá se em só olhar e lamber os beiços... Essa
beldade não andava por aí dando mole, só saia se o cara fosse mesmo de seu
agrado, esses Miguelzinho que se atrevesse qualquer que seja algum assédio já
levava não de cara dura, ela nasceu em família de religiosos e ainda conservava
os costumes obedecer aos pais que os mesmos disciplinava estas duas moças;
Magda e Aline debaixo de muito regime assim como era exigido na igreja,
obrigava todos obedecerem às normas do catecismo.
Naquelas imediações só
havia duas mulheres que se destacavam as mais gostosas e tesudas; Magda e
Aline, gêmeas, mas Magda se diferenciava por um pouco maior em estatura, beleza
em dose dupla, Magda solteira, Aline casada, mas residiam ali na vizinhança, seu
Brandão locutor da rádio FM sempre foi o maridão protetor de Aline, ciumento
que parecia doentio, mal sabia que Gustavo o padeirinho, o garanhão ali do
lugar já pegaram Aline.
Ele sabia de tudo, mas
fazia de conta que estava tudo bem... E se passava por inocente, assim lhe doía
menos suas chifradas impetuosas e tempestivas, diziam as más línguas que
Brandão estaria ameaçando de morte o padeirinho Gustavo, ele não podia nem
lembrar que sua esposa dividiu a fruta com o tal, tão obcecado que até não come
mais pães só pelo fato de seu traidor ser padeiro.
Brandão sempre carregou
com sigo a tendência a homicida, o padeirinho que se cuida com este demente
compulsivo, muito mais quando se tratava em corneação, coisa de louco mesmo!!
Gustavo quase não tinha
mais tempo para nada, estava centralizando atenção na construção de seu
estabelecimento que logo estaria em faze de acabamento, os pedreiros davam o
duro para terminar a obra no tempo combinado.
Nesta sexta feira chegou
logo de manhã, assim que os pedreiros começaram seus horários de serviço, o
mestre da obra pediu que Gustavo providenciasse um relatório de materiais,
assim como materiais hidráulicos e outras peças de cerâmica e como o deposito
mais perto estava bem ali no mesmo endereço que trabalhava Magda a menina mais
bonita deste bairro...
Magda estava de olho no
padeirinho, enquanto que o padeirinho já contava com fato consumado, só faltava
a conversa configurar.
Nessa manhã essa moça
estava arrumando as mercadorias nas prateleiras do estabelecimento quando ouviu
lá do outro lado da parede que demandava os materiais de construção, a voz que
ela mais conhecia, era a fala de Gustavo que no balcão comprava as peças de
encanamento para sua construção,
Magda prestava atenção
em toda a conversa de Gustavo enquanto dialogava com o vendedor que assim
conferia a lista:
- 03 torneiras cromada,
registro de água 02 rejunte, cimento, argamassa mais 6 metros quadrado de piso
porcelanato, esse é para o banheiro.
Gustavo apenas confirmou
e aproveitou para perguntar se havia possibilidade de indicar onde ficava o banheiro
deste estabelecimento, que precisava usar o.
Magda ouviu muito bem e
ficou na expectativa, pois o banheiro situava no corredor bem ali nos fundos da
loja que trabalhava, por sorte dava para avistar muitas cenas exibida ali neste
toalete masculino, e pela fresta da porta entre aberta assistiu Gustavo quando
urinava na bacia sanitária, Magda se encantou com o que viu neste momento,
admirada com o que era de posse de Gustavo, ela ficou pasma, não tirou os
olhares até que o padeirinho chocalhou o bastão assim até que pingasse as
últimas gotas, Magda viu e atestou com seus próprios olhos que ali havia em
abundância daquilo que ela estava procurando.
Gustavo guardou para
dentro da calça aquele enorme pinto flexível tremulante, em seguida conseguiu
acondicionar os grandes testículos formando um grande volume no alto das
virilhas assim como era de costume, Magda assistiu tudo com aqueles olhos que a
terra haverá de comer, e só imaginava ter aquilo tudo só para ela em seus
devaneios.
Á partir de agora não
mais ficaria só em sonhos, todo seu pensamento passaria ser obcecações.
Terminando toda aquela visualização às encenações de Gustavo, a moça sentiu que
o fundo de sua calcinha ensopou de algo pegajoso e morno, sua bocetinha ficou
toda inundada, lubrificada lacrimejando de um breve orgasmo, foi ao banheiro e
limpou-se com uma toalhinha descartável, enxugou toda a extensão daquela fresta
vermelha como uma fruta adocicada, olhou de perto aquela gosma que mais parecia
baba de bebê, cheirou, depois jogou na lixeira e disse em pensamento:
- Tudo culpa daquele
padeirinho tarado, você me paga Gustavinho a disse com expressão de vingança.
Logo voltou ao comando
de seu serviço, Magda ficou na porta para assistir à partida de seu amado,
mesmo que seja só em pensamento.
Os rapazes dos
carregamentos e descargas providenciaram a entrega no endereço anotado,
enquanto que Gustavo saiu com seu carro em direção ao centro da cidade, mas
naquele corre, corre às pressas, Gustavo deixou cair um documento, era o cartão
do CPF, Magda assistiu quando caiu, ele quando saiu não viu que estava perdendo
este documento, ficou de entregar pessoalmente quando ele retornar ao trabalho.
N’outro dia a moça desce
a rua pela calçada em que está construindo a obra do padeirinho, e veja lá quem
está estacionado bem ali, Gustavo o padeirinho, Magda passou, cumprimentou com
bom dia e aproveitou para perguntar:
- Que mal eu te pergunte
meu rapaz, você não perdeu nenhum documento ontem quando comprava na loja de
material de construção... Não é? A moça firmou as vistas em seu rosto com
admiração.
- Pois é e não é que
perdi mesmo, foi o meu CPF, perdi sim, por quê? Você o achou? Apalpou os bolsos
e tirou a carteira. A moça insistiu que ele prestasse atenção em sua fala, e
disse:
- Sim está aqui, pode
conferir se é esse mesmo, disse a ele com um sorriso de simpatia.
- Olha! Eu vou deixar o
meu telefone anotado neste papelzinho aqui para quando você perder os seus
documentos, você me ligar para que eu o procure, eu adoro procurar estas coisas
de homens, me estimula, e exista pôr as mãos nesses seus documentos, vou te
procurar, pode ser assim?
E entregou a anotação
com ar de como se estivesse entregando não só o telefone, mas tudo de si e
finalizando com um gesto na mão tirando de sua boca um beijo e entregando a ele
este padeirinho comedor de meninas inocentes...
Aí ele fez um gesto de
positivo a ela que ao mesmo tempo respondeu como tivesse confirmando suas
propostas.
- Me liga tá, estarei
aguardando, hoje é minha folga, tenho muito tempo pra tudo, não vou trabalhar,
tchau meu amor.
O padeirinho pensou lá
com seus botões e zíperes:
- Essa já está no papo,
não demora nada vai sentir todo o poderio do tão famigerado Gustavo o
confeiteiro; eu a seu dispor... mal posso esperar.
Gustavo perdeu alguns
minutos com olhares fixos naquele corpinho cheio de pecado, ele continuou
estático ali na calçada observando o balançar daquela bundinha deliciosa desta
lindeza de nome Magda, de passos cadenciados desaparece ao virar a esquina, e o
padeirinho volta a seus afazeres na obra.
Hoje Gustavo está
inspirado, certeza que o bicho vai pegar.
O cunhado de Magda;
senhor Brandão esposo de Aline sua irmã gêmea, está perturbado é que Aline saiu
hoje cedo não se sabe para onde foi, e o Senhor Brandão está com a mente suja,
com uma pulga atrás da orelha imaginando que Aline está fazendo alguma coisa
errada, deixou o programa nas direções de outro profissional na rádio em que
trabalha de locutor, só para procurar Aline, para ele Aline está mesmo nos
braços de algum rapaz por aí nesses motéis, e por motivo de Gustavo ter tido um
alguns casos com Aline, o suspeito número um é o tal padeirinho Gustavo, esses
pensamentos de desconfiança está deixando o cara supere nervoso é hoje que ele
vai cometer este crime que tanto fala por aí em bocas pequenas,
já procurou por vários
motéis para descobrir se caso ela estava em algum desses e toda procura foi
inútil até agora.
Enquanto Brandão estava
louco varrido, Gustavo se esbaldava no hotelzinho mais próximo dali onde eles
moravam, distanciava mais ou menos um seis quilômetro, logo adiante do
alagadiço; um pequeno pântano.
Gustavo e Magda passaram
horas memoráveis, Magda foi comida de todas as posições já inventada, a cada
intervalo saboreavam um lanche, bebericava alguma cervejinha e algumas doses de
bebidas fortes.
Para surpresa de Magda a
camareira; a moça que servia pela janelinha discreta, pelo que ela entendeu era
a sua maior inimiga, devida se tratar de uma grande linguaruda e invejosa, na
verdade está amiga de Magda que trabalhava de arrumar as camas e limpar os
quartos, sempre fofocava tudo que sabia para o namorado desta agora amiga de
Gustavo, ela ficou enfurecida quando leu um bilhetinho que veio junto com o
drink dizendo que contaria tudo para o namorado de Magda.
Essa parceira de Gustavo
não se importou muito com a ameaça e continuou com seus atos libidinoso e
delicioso, Magda que dava as cartas, ela queria assim, daquele jeito, deitada
por baixo de pernas abertas, hora vinha por cima de cócoras.
Na verdade, essa moça
estava mesmo esfomeada, gostava mesmo de rolas grandes e roliças, assim como
Gustavo lhe oferecia com muito prazer.
Terminaram a seção de
sexo ardente foram ao banheiro e tomaram um belo banho pegaram suas roupas e se
vestiram pronto para pegar o carro para retornar para suas casas, ela só
aguardaria a bronca do namorado, pois a camareira disse que contaria tudo, mas Magda
vingou de uma maneira bem apropriada.
Enquanto Gustavo dava
partida no carro a moça ainda estava no quarto.
Gustavo não sabia por
que ela ainda ficou no quarto, mas logo que saiu ela contou que pelo fato não
gostar e brigar muito com a camareira, Magda juntou aqueles forros e cortinas e
travesseiros em cima da cama e fez xixi encharcando tudo aquilo desta sua urina
só para que sua inimiga empregada desse hotel ter bastante trabalho e sofrer
para limpar tudo.
Quando Gustavo saiu pela
portaria logo percebeu que havia muitos animais ali na pista, eram as capivaras
que viviam nesse rio que passava bem ali, esses animais roedores tem o hábito
de pastar em grandes turmas (vara).
Gustavo atravessou no
meio desses animais e grande foi a surpresa, ele percebeu que o Senhor Brandão
estava ali estacionado bem perto do motel e vendo que Gustavo saía viu esta
acompanhante e já imaginou que seria sua esposa, tudo possível, ambas gêmeas.
Sua esposa Aline cunhada
saiu e não havia aparecido em casa nesta manhã, ficou louco babando, tirou o
revolver e começou atirar tentando passar mas os bicho tomou toda a pista e ele
quase não conseguiu alcançar, Brandão atirava nas capivaras para elas saírem da
frente, até andou matando algumas meias dúzia deste bicho, mas seu Brandão
estava de azar, a viatura do IBAMA estava por ali por perto e quando o comando
ouviu os tiros acelerou a viatura e tentava pegar Brandão por ter cometido um
crime ambiental, Brandão tentava pegar o moço que saiu do motel suspeitando que
sua esposa estava traindo com Gustavo.
Logo ali a uns 900
metros os carros pararam e o sargento Florestal saiu da viatura e foi logo
perguntando:
- Vocês podem me
explicar o que está acontecendo? que
porra é essa? digam aí.
Brandão respondeu que
sua esposa estava o traindo com o rapaz do carro da frente, Magda saiu do carro
de Gustavo e disse que ele estaria engando, não sou sua esposa, sou sua cunhada
irmã gêmea de sua esposa, tá explicado senhor Brandão, sou maior de idade,
vacinada, diplomada e saiu com bem eu quiser, o senhor não tem nada com isso,
sua esposa Aline nessa manhã acompanhou a mãe até a celebração em horário de
vigia, ela tá lá na igreja orando com minha mãe, agora vá pra casa esfriar esta
sua cabeça meu cunhado preocupado.
O sargento
Florestal disse:
- Ir pra
casa uma ova!!!... Ele vai ter que me explicar esta matança de animais, você
vai ser processado e pode até pegar uns anos de cadeia para o senhor largar de
ser besta, vamos você está preso senhor Brandão, pode entrar na viatura, vais
dizer toda esta história para o delegado.
Gustavo seguiu em frente
com sua garota mais linda e gostosa desta cidade.
Magda aproveitou bem seu
dia de folga, agora se inteirou como Gustavo faz sexo tão gostoso.
Aline está orando na igreja... vai saber... se
tá mesmo, a faxineira do Motel e inimiga número um de Magda, agora terá uma
enorme trabalheira, só pelo fato de não manter sua língua quieta, poderia estar
livre desse castigo, terá que lavar as roupas de cama, cortinas, travesseiros,
Magda comprometeu o serviço desta faxineira linguaruda. deixou suas marcas ali
naqueles tecidos branquinhos e alvos.
Assim termina mais uma
aventura de GUSTAVO; O padeirinho sedutor.
Antônio Herrero
Portilho/10/12/de2016.
Enviado em 10/12/2016
00:24 BRST
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OS CANGACEIROS, O
CORNO E DONA NENÉ.
terça-feira, 17 de
fevereiro de 2015
Veja Mainha tem tiros
explodindo ali pertinho e acolá, é os cabras de Virgulino que estão a guerrear.
- Mainha eu to com medo,
eles tá vindo pra cá.
Menina, bora corre pra
dentro vai logo se esconder antes que uma bala perdida venha pega você.
Essas cabras de Lampião,
não perdoa nada não, enquanto não derramar sangue, com corpos estendidos ao
chão, não sossega a escopeta nem por ordem do capeta eles não para não.
Mainha cadê painho que
nesta hora aqui não tá.
Seu pai é um cabra froixo
tem medo de morrer, nem sua esposinha ele não vem defender, eu quero que ele
morra cabra não serve pra nada tem mesmo é que se foder.
As cabras de lampião
invadiram esta casa pelos fundos do quintal, trazia preso e marrado o pai da Zezinha;
marido de dono Nené painho de Galalau.
Como é seu cabra?... tá
se borrando de medo?
Assim dizia dona Nené.
Tu precisas levar coro
que é pra se aprender, eu ainda acho pouco, homem que é homem não peida nem na
hora de morre... Tu não honras esse saco que fica aí pendurado que não serve
mesmo pra nada, aí eu digo pras cabras, que passe a faca nos ovos e dê pros
cachorros come.
Evita que bichinha
formosa que dá gosto de se vê, logo ela vira viúva, não vejo a hora de sê,
vamos capa este corno e sua mulher come.
Não faça isso não seu Quinhão,
deixa a caba ir embora, estas coisas que tu que eu vou lhe oferecer, faz muito
tempo que to precisando outro home conhece, é agora que eu vou te.
Agora um de vocês,
amarre minha caba no toco, enquanto nós vamos fuder... E tu corno safado, vai ficar
olhando tudo que nós vamos faze é hoje que vou a forra fazendo que tem que fazer.
Não faça isso não mulher,
não me cornei não, respeite nossa união, casamento é coisa séria, isso tu não
podes faze.
Faço sim, e isso você
vai vê.
Como Tenho que aguenta,
minha mulhe com os cabas assim fuleira.
Em plena luz da manhã
dona nené mainha, começa a se libera e logo em poucos instantes nuinha como
nasceu ela começa fica mostrando o material, pros cangaceiro oiá... Mas, só
começa a vadiagem depois que virgulino manda.
Cinco caba peladão
pronto pra ataca, enquanto nené corria o olho, conferindo as ferramentas
escolhendo com atenção em qual ela vai pega e foi logo com quinzão que ela foi
se engraça. Chegou pra bem perto do cabra, juntou a mão nestas pencas que o
caba chegou funga.
Vocês fica em posição
que logo vou começa, quero pega nas mãos o que vocês tem pra dá, vou escolher
mais grande que é pra mim se farta, não quero pinto miúdo já to cansando de
usa, já basta o do meu corno que entorta pra entra, não endurece inteiro, só presta
mesmo pra mijá.
Pronta dona Mocinha já
escolheu o caba com quem tu que transa?... Tu vai fica com o Quinzão ou é mesmo
o Zé Fuá, nas zonas em que passamos foram eleito os melhores pelas putas do
luga, as mulherada as pernas reganha só pra vê o pau entra e sempre quem sai
ganhando e Quinzão e Zé Fuá.
... Oli... Capitão
Virgulino eu vou fica mesmo com dois que assim vai chacoalha, eu quero Quinzão
entrando na frente e o meu furico novinho vou dá pro Zé Fuá enquanto Quinzão mi
come vou relaxando minhas ancas arrebitando a popança pro pau de Zé Fuá entra,
vou inche os dois buraco e o outro que sobra, vou deixa pro Severino a minha
boca tampa.
Neste dia no sertão a
cabocla Nené não deixou nada falta, foi comida e recomida gozou até se mela,
foi de quatro, frango assado, de gangorra ou de cócoras, deitada sentada, de
cata cavaco ou em pé, deu até cansa, começou de manhãzinha até o sol esquenta,
só não meteram mais por que os cabas se amoleceram e assim não ia aguenta.
Agora que acabou tudo, todos a se farta,
vamos dá um jeito no corno que é pra ele sabe que aqui neste terreno é nois que
vamos manda.
Enquanto Zé fuá com a
faca na mão a limando pra afia como um corte de navalha até cabelo comprido
dava pra apara, prontinho pro saco corta, partiu pro lado do caba a intensão é
capa, dona Nené correu gritando deixa meu corno vive ele é meu marido e sempre
há de ser nois vamos viver junto até
quando nois morre, deixa ele se salva.
Só foi uma aventura, uma
vez
na vida, daquele dia em
diante dona Nené nunca mais traiu seu marido, respeito até o dia de morre.
antherport
By antonio herrero às
outubro 07, 2021
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A PRISÃO DA PERERECA
SÓ PARA ADULTO
Entre meio a estas pernas, vou para todo lugar, subo escada em
passarela, me esfrego em corrimão, sofro de tanto calor em meio à multidão.
Fico tão aborrecida, pra que tanta ocultação,
a calcinha veda tudo, me sinto uma coitadinha aqui nesta prisão,
sou um botãozinho em
flora,
sou uma joia preciosa,
mas fico assim escondida, querendo saltar pra fora.
Quando ao passear pelas
ruas ou pelo mundo aí a fora, e aproximo a um homem, daqueles bem atraente,
fico toda assanhada molhadinha e inquietante, vou logo querendo sexo, achando que
já é hora.
Próximo do opositor me causa um intenso calor,
fico toda enrubescida, me mostrando atrevida, com vontade de transar,
safadinha, excitada e logo insisto em me dar.
Minha dona é malvada não
me deixa a vontade, eu quero engolir todos homens, que vive nesta cidade, para
matar minha fome, penso em tudo em fazer, quero um gozo incessante, quero ficar
todo instante me fartando de prazer.
Uns me chamam de vagina,
uns me diz ser bucetinha, outros me falam xoxota, no Nordeste sou xibiu, chamem
de que quiser, eu não ligo pra isso não, eu aceito todo nomes, que me chamam esses
homens, deste imenso Brasil.
Para o facão sou a
bainha, do parafuso sou porca, sou da chave a fechadura, sou da mulher a
vagina, fui feita pra penetrar, eu quero porque me queres, disto eu sei muito
bem, prepare meu amigo te digo e tenho certeza.
Eu relaxo tu me encachas,
estou com tesão do caralho, estou à disposição não me venhas com moleza, em
todas as posições; por cima ou por baixo, seja forte e potente, pois hoje vou
lhe dar trabalho.
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Antônio Herrero
Muitas inspirações,
prazer de perceber o trabalho exposto.
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A INESQUECÍVEL SUELI.
Mulher de um corpo
fabuloso, morena clara, cabelos negros ondulados, comprido até aos ombros,
sempre linda e esboçava toda a gostosura que uma fêmea pode oferecer a um macho
cheio de disposição e criatividade na hora de fazer amor. Vista de frente, nossa!
Só de imaginar fico excitado, vendo pelas costas não tem quem não admira
aquelas formas bem desenhadas, Sueli é mesmo de matar qualquer um de desejos,
eu tão próximo, mas não dava em nada quando chegava alguém para atrapalhar
minhas fantasias imaginativas e o que mais me chateava ela me chamar de papai, aí
eu perdia toda a tezão.
Sueli tinha filhos, mas
a vovó que cuidava durante a semana, ela vivia quase só, marido alcoólatra, um
bêbado que caia pelas calçadas desta favela, assim mesmo não era uma mulher
fácil que qualquer um chega e já vai ganhando, sempre discreta, mesmo que dê
suas transadinha, mas tudo no absoluto sigilo, eu ainda não a peguei, mas a
qualquer hora destas vai acontecer, as vezes fico um pouco sem papo pois a
conheço dês de quando nascera, minha idade é muito a cima da dela, sempre diz
que me tem como um pai que ela nunca conheceu, por isso não se preocupa muito
em se cobrir sua nudez; senta de qualquer jeito, não cuida muito com as
posições das pernas, quando se abaixas dá pra ver tudo a sua genitália mostrada
pelas laterais da calcinha, ai não tem papai que aguenta.
Levantei-me bem de
manhã, era um dia de domingo que estava para nascer, dentro de poucos minutos,
ainda estava escuro e havia muita névoa neste topo do morro, tudo estava em
silêncio naquela favela, pois até agora a pouco todos dançavam nas baladas, todo
se divertia nesses bailes, o consumo de cerveja e refrigerante foi bastante,
agora é só curtir a ressaca, não tinha quase ninguém nos becos e ruas, tudo
calma.
Sueli acabou de fechar a
porta de seu barraco, demorou alguns minutos retornou para fora, passou quase
pisando em mim, mas não me viu, me escondi aqui detrás desse pedaço de muro,
percebi que ela fazia xixi bem ali na encosta deste morro, não era uma das
noites muito clara, ameaçava chover, certeza que logo, logo a água da chuva
lavaria todo o cheiro da urina.
Ela tinha muito medo de chuva, sempre fui eu
que a protegi na hora desses temporais, bastava cair nem que fosse alguns raios
do pequeno já motivava ela correr para o meu cômodo, o meu barraco e o dela ficava no mesmo nível
de terreno rochoso, havia alguns arbustos entre aquele chão de pedras, sou
negro, a minha cor em meio esta noite escura dificultava ela me enxergar, eu
até prendia a respiração para que ela não me percebesse, poderia ela pensar que
eu estava ali a proposito, mas não adiantou em nada eu tomar esses devidos
cuidados, antes que se levantasse me perguntou:
- É você que tá aí
papai?
- Sim, sou eu, desculpe,
peço que entenda que não foi a proposito, eu já estava aqui.
- Perguntei por
perguntar, eu sabia que era você que estava aí, liga não, isso é normal,
considere que sou sua filha, entre pai e filha não pode existir pudor.
- A tá, não vá pensando
assim se não eu acabo te adotando como minha filha mesmo.
- Fique tranquilo papai.
A chuva foi se
aproximando, os pingos aumentando, Sueli e eu tivemos que correr para dentro
antes que nos molhássemos
Aquela noite a chuva não
parava, Sueli veio dormir comigo na minha cama e vocês pensam que sou de ferro?
Esqueça isso de pai e filha, ela nunca foi minha filha, eu sempre a desejava
assim como qualquer homem deseja uma mulher, eu estava loucamente de desejos,
grande foi a sensação de penetrara-la em sua mais deliciosa xereca de mulher
adulta, fizemos um amor gostoso, devido à grande expectativa e espera de muito
tempo, mau aguentei ter aquela mulherona em minha cama, nesta noite repetimos
algumas vezes, nunca vou me esquecer esses instantes memoráveis dormindo de
conchinha com a minha mais linda morena.
Alfredo seu marido agora
está pensando em largar a bebida, converteu-se a uma seita religiosa, adquiriu
uma bíblia agora só pensa em converter os amigos e leva-los para sua igreja,
imagine que um dia desse ele me veio fazendo uma pregação tentando me converter,
disse para que eu largue de fornicação, fornicação é coisa do diabo, Sueli
gritou em voz alta lá da janela de seu barraco.
- Larga não papai não
largue... fornicar é coisa boa!...
23/4/2918.
DELÍRIOS INSANOS.
Demostrava total
relaxamento, suavidade, ternura de inigualável beleza.
Em sua face esboçavam os
finos traços de sua sublime delicadeza.
A noite embalava seus delírios; seus sonhos proibidos, de prazeres
ensandecidos.
Deixava ser levada por
caminhos alucinantes.
A excitação em demasia
tomava conta de seu corpo, febril, você ansiosa e provocante.
Como chama ardente
incendiava sua pele, impulsionando seus instintos de mulher, expandia e fixavam
em sua imaginação como lavas vulcânicas brotando das fendas fumegantes.
Áreas exógenas sensíveis
à flor da pele tornavam se latentes, no momento que seu ventre ofegante
movimentava repetidamente, como o acasalamento de uma fera, um ser animal.
Neste vai e vem de
tantas sensações, você se pronunciava em choro, gemidos, sussurro.
A sua boca expressava
tudo que no momento seu coração exigia, seus órgãos em alarido gritavam, nas
profundezas de seu universo feminino.
Algo se exauria em
momento exaustivo, luxuria incessante; Prazer carnal. Seus olhos fechados como
se estivesse gozando de um sabor inigualável, agora aliviado, as lágrimas
molhavam seu rosto no instante sublime da paixão.
As forças da imaginação
tocando seu íntimo, e com o auxílio de seus movimentos, mãos obedientes fazia
aflorar em suas insígnias de mulher, sensações enlouquecidas.
Espalhava por todo
ambiente fascinantes fragrância de fêmea no cio, aroma agradável de amor. Com
muito suor correndo pela extensão do seu corpo.
Suas mãos presas entre
as pernas como uma menininha apegada a sua preciosa bonequinha; como que duas
mãos aprisionavam com carinho uma pombinha com as asas inquietantes.
Acalentava esta sua joia
de fazer amor, recipiente de condicionar o instrumento másculo reprodutor.
Parece que pulsava de tanta
ansiedade; urgência de se entregar em completa vaidade, loucura insana e
voracidade.
Isto que possuis; portal
da sua alma feminina, furor, em fulguração, mas agora mansa e domada esfomeada.
Isto que reside entre meio suas duas colunas bem torneadas que te põe de pé,
que sustenta seu ventre, ninho sagrado da procriação.
Esta danadinha vadia
comilona precisa de um bravo guerreiro que se apresente de cabeça erguida em
posição de sentido, que lhe sacie a sede de prazer, que suas carnes sejam
dilaceradas, com uma ferramenta em brasa, ferro vermelho incandescente que lhe
enlouqueça de prazer lhe leve por lugares imaginários, de delicia, de muitas
fantasias, que dê prazer, em todos os momentos que seu corpo precisar fazer
amor.
Antherport.
09/02/2009
.
A volta de GUSTAVO; O
Padeirinho Sedutor.
O som que
mais se destacava nesta manhãzinha era o rádio ligado apesar de baixo volume,
Gustavo gostava de ouvir um programa sertanejo na rádio local, pelas ruas
solitárias daquele bairro tudo estava calmo e sereno, mas, com o som de fundo
os latidos dos cães da rua e o barulho intermitente e gritante dos grilos que
moravam naquelas praças. O carro de Gustavo descia bem devagar ladeira á baixo,
como se estivesse procurando um endereço.
Nesta manhã, com os
primeiros claros do dia, Aline conseguiu ouvir o barulho bem baixinho do motor
do carro deste Padeirinho; Gustavo, ela foi conferir para ver o que estava
acontecendo. Quase todos os maridões que moravam nestas imediações não podiam
ouvir este nome “Gustavo, o padeirinho” que esses guardiões, de suas esposas já
ficavam de alertas e com este gesto de preocupação coçava a cabeça, procurando
alguma protuberância, algo relacionado com infidelidade conjugal; quer dizer
traição mesmo, ou no popular, algo relacionado com cornos.
Aline levantou-se ainda
quase nua, mas, enrolada na manta de abrigar-se do frio, saiu na sacada,
debruçou na mureta e confirmou esta verdade, era ele, isso não tinha nenhuma
dúvida, parou ao lado do terreno baldio de frente do sobrado de Aline.
Esta mulher nem podia
imaginar este encontro com este rapaz, ficava tomada de uma enorme excitação e
expectativa, este momento tão esperado não lhe saia de seus pensamentos, estava
tiritando de tesão, suas pernas tremiam tal era sua pressa de tê-lo em seu
poder para se esbaldar de prazer.
Quando em fofocas com suas amigas revelava em segredo que quando sente a
presença deste galã até involuntariamente sente que faz xixi aos pingos nas
calcinhas, parecendo uma égua no cio.
Observou quando Gustavo
saiu do carro e parou em frente ao terreno vazio e com alguns papéis na mão
parece que media a extensão deste lote ainda com a capina a ser feita, o capim
estava na altura dos joelhos.
Gustavo não sabia que
Aline morava ali naquele endereço, eles já tiveram alguns encontros, mas, fora
de seus habitats, os fatos que estão acontecendo são pura coincidência, mas,
quando o pecado está para acontecer o diabo sempre dá uma forcinha.
Esta jovem mulher não
lhe tiravam os olhos, a vista panorâmica deste sobrado lhe favorecia em tudo,
pois esta propriedade ficava bem ali em frente. Aline
ouviu quando um senhor que passava por essa calçada ainda perguntou a Gustavo:
_ Bom dia seu Gustavo, vai
construir aí?
Respondeu Gustavo sem
prestar atenção a quem indagava:
_ Sim!... Vou construir
um estabelecimento comercial aqui neste ponto, gostei daqui deste lugar.
Apesar do rádio do carro
ligado, ainda que o som estivesse baixo, Aline lá de cima da sacada ouviu
direitinha a intenção deste rapaz, já foi pensando no pior e disse com sigo em
pensamento:
_ Esse meu cara morando
aqui bem pertinho, eu acho que isso vai se tornar um inferno, vai ser difícil
disfarçar esta minha atração por este persona, vai que a namorada dele descubra
essas nossas relações amorosas... Ainda mais eu com este marido ciumento e
descontrolado, essa rua vai virar um palco de guerra... Bom... Veremos em que
vai dar isso.
Este marido traído,
agora vítima do Padeirinho trabalha em uma estação de rádio desta cidade aqui
onde moram esses amantes; Aline e Gustavo, nome dele é seu Brandão, locutor de
programa de rádio e uma espécie assim de gerente da emissora, até fazia
reportagem policial, acompanhava a viatura da polícia para reportar as
ocorrências que viraria notícia.
Seu Brandão era mesmo um
homem de estatura grande, enorme e ainda mais um por menor; bruto que nem sopa
de prego, sujeito sempre falava alto, gesticulava muito as mãos quando
expressava, carregava debaixo das axilas uma pastinha fechada de zíper, o volume
contido parecia um revólver; apetrecho este que ele não desapegava.
O Padeirinho sabia
disso, mas, não se preocupava, não tinha medo de perigo.
Aline depois de muitas
observações deixou seu lugar de vigília e foi lá onde ele estava, atravessou a
rua e chegou ao local assim como se estivesse transitando normalmente pela rua,
o Padeirinho tão compenetrado com seus afazeres que nem percebeu quando ela
encostou sobre seu carro, enfiou a mão até o painel deste veículo e com os
dedos desligou o rádio, para conferir se ele prestasse atenção.
O Padeirinho logo virou
de frente e com muito espanto e admiração, presenciou Aline bem ali perto dele.
Antes mesmo de
cumprimenta-la disse com a voz firme e arrogante:
_Porque desligou o
rádio, estava eu ouvindo estas músicas? E continuou com suas tarefas de
medições deste terreno.
Aline disse ao
Padeirinho que naquele momento não tinha saco para ouvir aquele locutor falar,
não estava com estas disposições, cansada de ouvir o som destas palavras.
_ Não entendi.
Aline respondeu com ar
de indagação _ Quase todas as noites e todos os dias ouço este cara falar, já
não suporto ouvi-lo mais.
_Continuo não
entendendo.
_ Não sabia que este
locutor é o meu marido?
_ Não acredito, fala
sério.
_ Falo sério sim, tá, e
sabe onde moro? – Naquele sobrado bem ali de frente
_ Nossa!... Isto não vai
dar certo, seu marido assim tão ciumento e metido a valentão, eu acho que vai
acontecer alguma desgraça, pois não sou de aturar marido traído e ciumento,
corno chorão é uma merda, mesmo que nossos encontros já se passaram algum
tempo.
_Ah!... Então você é
esposa do tão famigerado Brandão?
_Por quê?... Você medrou
desta vez, tá com medo do meu corno?
_ Lógico que não, estou
querendo parar com estas minhas aventuras, não vou mais procurar mulher fora de
casa, e dedicar mais à minha namoradinha, só se for um caso muito especial; uma
dona muito gostosona para eu voltar á palavra à trás.
_ Então?... Eu não sou?
- disse ela fazendo uma pose sensual.
_ Não me atentes para esses
convites, que eu acabo perdendo a cabeça e recomeçando tudo novamente, acho que
vai ser agora.
_Gustavo meu lindo,
quero repetir aqueles momentos de glórias que vivemos naquele dia, você lembra
né?
_ A propósito; seu
maridão está no programa do rádio de que hora em diante?
_ Ele vai para emissora
depois das cinco da manhã e sai quase ao meio dia, quando não almoça fora,
outra coisa, ele tem uma insistência que todos os dias eu almoce com ele, aí
ele me telefona.
_ Pois bem... Amanhã bem
cedinho vou vir para indicar o local de trabalho para os pedreiros, aí depois
nós nos encontramos, você siga para o final daquela rua ai eu paro o carro você
entra, nós vamos lá naquele motel daquela vez. Combinado?
_ Certinho Gustavo, seu
Padeirinho safado, a fim de me consumir né? Então fica assim.
Quando aconteceu o outro
dia, tudo foi feito conforme combinado, Aline entrou no carro e dirigiram rumo
a tal Taverna do Amor, enquanto isto o rádio estava ligado no programa
sertanejo apresentado pelo marido de Aline; senhor Brandão, isso era seguro,
não corria perigo, pois enquanto o locutor falava ela tinha certeza onde ele
estava; programa ao vivo.
Quando foram aproximando
do local de fazer amor já perceberam uma fila enorme de carros logo na entrada
que ficava aproximadamente uns duzentos metros da rodovia. Tratava-se mesmo de
um dos mais belos motéis destas regiões, última vez que estiveram por ali ainda
se tratava de um pequeno motel, agora novo proprietário, mais amplo com mais
suíte Vips, toda esta arquitetura exótica retratava o sexo a começar pela
entrada, havia um desenho de uma enorme vagina em luzes multicolorida que vista
a noite percebia de longe aquele luminoso piscando como se estivesse esperando
a clientela. e o horário de mais movimento era mesmo na parte da noite, mas
hoje dia de sábado logo de manhã já estava formado aquele furdunço; carros
buzinando de mostrando pressa para entrar, meio esquisito!...Logo... De
manhã!!... _Que será que está acontecendo? Disse Aline. _fazer amor logo sábado
de manhãzinha, e essa pressa. Der repente um senhor gritou em um megafone _
Promoção!...Reinauguração, agora tudo pela metade do preço, o pessoal já sabia
desta promoção.
Pronto!... Chegou a vez
de Gustavo passar pela guarita, o controlador de acesso tomou suas anotações e
assim os dois pombinhos foram para seus aposentos, certeza que nesta manhã
promete muito... Vai rolar de tudo, os dois estavam ansiosos para este início.
Enquanto isso o rádio do
carro estava ligado no programa sertanejo dirigido por Brandão; o esposo de
Aline que neste momento se encontra nos confortáveis braços de Gustavo
Padeirinho sedutor e debaixo do chuveiro lá estavam eles nas maiores das
sacanagens, quando saíram do banho foram logo para a cama, enquanto ambos nus e
em altas tenções. Aline deitou-se de pernas bem abertas oferecendo
gratuitamente aquilo tudo para este seu macho competente, experiente. Ela
relaxou-se e expos sua genitália para ser penetrada com precisão.
Gustavo já algumas horas
sentia seu membro enrijecido, agora que se livrou das calças ai sim tudo se
petrificou, ficou muito endurecido pronto para a penetração nesta joia de
boceta que lhe esperava latejando de tesão, se posicionou de membro apontando para
o túnel de amor que Aline possuía em meio aquela racha vermelha e lagrimosa, já
estava molhada e lubrificada enquanto o membro de Gustavo deslizou com
facilidade se aprofundando contemplando aquele altar sagrado situados além das
entranhas de Aline, ai tudo se confirmou conforme já era previsto; apesar de se
tratar de muito apertadinha. Ela mal começou o intento já estava no estágio
mais avançado desses prazeres, ofegantes como uma égua no cio, Gustavo e Aline
ficou esta manhã inteira com estas orgias, no intervalo entre uma e outra
tomavam seus drinques, se alimentavam e recomeçava cada vez mais quente, esta
jovem senhora era superintendida nesta arte de fazer amor, o Padeirinho não
ficava a menos, ambos transavam com qualidade e intensidade, muitos orgasmos
foram vividos neste dia de sábado.
Gustavo e Aline
dirigiram ao chuveiro, se banharam, se vestiram pronto para encerrar este
capítulo desta jornada de amores intensos, Gustavo cumpriu sua missão, ela
sentiu-se aliviada por completar este vazio em seu corpo de mulher que nesses
dias estava tão carente de amor.
Aline percebeu que seu
marido já a alguns minutos não estava na locução do programa deste radio,
poderia ser algum motivo para suas preocupações, se tratava de um senhor
enlouquecido de ciúmes, certeza que mataria qualquer um que ousassem alguma
aventura com sua esposa que a qual ele considerava fidelíssima dona do lar.
Der repente o rádio
divulgou em edição extraordinária – Atenção! Atenção radio-ouvinte, estamos com
nosso link nas ruas, traremos para vocês as notícias em cima da hora, neste
momento está acontecendo um fato; mais uma ocorrência policial lá no Motel
Taverna do Amor, nossas reportagens já estão lá - Fala daí, amigo Brandão,
relata o que está acontecendo.
_ Alô amigos da 90.05
FM, estamos diretamente aqui onde um senhor que se considerou traído, o nome
dele: José Galhardo, o fazendeiro dono destas terras aqui do lado deste motel,
ele muito furioso, colérico de ódio com um revólver em mãos e o dedo no gatilho
ameaça matar o cara que está com sua mulher aqui no motel em uma das suítes.
Este corno... Quer dizer... este marido traído está acionando disparos para
todos os lados agora está havendo um corre, corre danado, alguns casais estão
se evadindo, uns puderam fugir com seus carros, conseguiram pelos portões do
fundo.
_ Vamos logo Gustavinho,
meu marido está no outro pavilhão, fugiremos por aqui, se ele me pegar aqui
estou frita.
_ Pelos portões dos
fundos, rápido, rápido escaparemos.
_ Pisa neste
acelerador... Caralhos que fodas, acho que ele me viu, passamos por ele naquela
ala.
Enquanto os tiros
furavam tudo, Brandão também começou atirar no carro do Padeirinho e
enlouquecido xingava e esbravejava.
_ Maldita, desgraçada,
me corneando, vou furar os pneus do carro daquele fila da puta.
Acertou só dois tiros
nos porta malas traseiro do carro do Gustavo, o casal estava tão apavorado que
nem deram conta que os tiros saíram da arma de Brandão, acharam que os
projéteis originavam da arma do fazendeiro.
Brandão agora já tinha a
certeza, estava sendo traído, acabou por conscientizar que ele era mesmo
chifrudo, sua esposa lhe traia durante a programação do rádio, enquanto ele
tocava as músicas dor de corno, sua Aline promovia suas orgias particulares
longe dos olhos ferozes deste locutor, que através das ondas do rádio promovia
o amor em sofrimento em algumas vezes tocava Milionário e José Rico, Trio
Parada dura, sem contar aquela música do Fio de Cabelo que Brandão gostava
tanto.
Gustavo e Aline
conseguiram se safar, parou o carro nas imediações da casa dela que acabou de
chegar á seu lar doce lar.
_Ufa!... Que aventura
incrível, que emoção, agora eu vou aguardar o maridão pra ver se ele me
percebeu lá no Motel.
Gustavo o Padeirinho
sedutor já está pronto para outra aventura, da próxima vez a vítima de Gustavo
será a balconista da lojinha de confecções; uma garota linda, gostosa, corpo
exuberante, uma joia de menina, agora já estão quase às vias de fatos, certeza,
Gustavo não vai deixar batida.
Antônio Herrero Portilho/25/01/2016.
FANTASIA SEXUAL
SEXO NA HORTA
Dona Zezinha é muito
imaginativa, sempre está observando os alimentos existente no plantio da horta,
daí ela usa muita criatividade.
Quando tem gente nas
proximidades ela tenta abster se desses impulsos sexual, mas assim mesmo fica
em contato disfarçadamente se escondendo entre as folhagens se deliciando com
suas fantasias com seus frutos e até leguminosas, estica seu braço como fosse
apanha-los, leva a mão naqueles pepinos viçosos e grossos e desliza suas mãos
como se estivesse entre seus cincos dedos um órgão masculino deslizando
abarcando toda a forma cilíndrica.
Às vezes fixando os
olhares nos legumes acaba até por ficar excitada, a começar pelos nabos roliços,
as cenouras com as pontas rombudas, quiabos e mandiocas.
Ela só pensa em sexo com
depravação; ambiciosa com a pretensão de fazer uso de tudo que cilíndricos para
que manualmente e voltando para suas partes genitais ela mesma introduza
tirando daí seu prazer com intensos orgasmos que a leva aos delírios.
- Falta de bom gosto;
substitui o homem por um frio fruto da terra que só serviria para cozinha.
Enquanto isto, fico eu aqui sobrando, sendo trocado por um insignificante fruto
da horta dizia seu Clóvis quando ficava sabendo destas bizarrices de sua
patroa.
Um dia deste seu Clóvis
percebendo alguns gemidos dentro do banheiro, foi procurar saber o que estava
acontecendo, veja só, ele flagrou dona Zezinha com a prova do crime em mãos, ia
saindo do pequeno lavabo que existe nesta horta, no momento que a mesma estava
com um grande pepino segurando e se glorificando pelo gozo triunfal que obteve,
estava ela satisfeita e feliz com este feito. Após seus momentos de prazer
dispensou seu amante pepino que foi atirado ao longe; Pobre pepino agora é
desprezado como se nunca serviu para nada. Ela é um sexo maníaca compulsiva,
vive sonhando diariamente com seus erotismos desenfreados.
Quando chega o feriado
que não há mais ninguém no sitio ela vai até o pasto dos cavalos bem ali perto
da grande casa, coloca o cabresto no garanhão da raça campo Lino e sai
troteando, vestida com trajes bem minúsculos; biquíni bem pequeno deixando
aquele par de belas cochas amostras, encavalada no animal sem arreio e sem nada
em contato direto com o couro do cavalo que além de receber aquele peso
corpóreo desta cavaleira que sentia os
movimentos do cavalo em suas partes mais íntimas friccionando causando um calor
que surgia das entranhas em contato com o animal.
Assim ela ia em direção
dos fundos do sitio, lá onde existe uma grande reserva de plantação de bambus
ornamentais, passa a tarde todo nas margens daquele ribeirão, ela e seu
garanhão, fazendo nãos sei o que.
Depois chega tardinha
volta com uma cara de com quem comeu e se fartou, abre a porteira e solta o
cavalo no pasto... O bicho fica pinoteando e relinchando correndo daqui pra
ali, parece todo feliz por algum feito.
Dona Zezinha agora já
cansada das atividades deste dia, que não era dia de trabalho: Feriado, mais se
cansou com tantas aventuras; ela e seu cavalo Garanhão da raça campo linho.
Amanhã bem cedinho começa
novamente o trabalho de cultivar as verduras, aí começa tudo de novo; dona
Zezinha e seus sonhos sádicos.-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
AS AVENTURAS DO GUSTAVO
(PARA ADULTO)
Enquanto a bola
rola.
O estádio estava lotado,
toda a galera envolvida no jogo, mas, Gustavo ainda achou um cantinho entre as
arquibancadas, uma parede que parecia da casa do zelador do estádio.
Era um campo de futebol de uma cidade do
interior, neste dia acompanhou a turma nesta partida de futebol de dois times
pequenos e desconhecidos, o time de seus amigos que entraria em campo.
Enquanto a bola rolava Gustavo se
esbaldava com as meninas, agora com Fabiana popozuda; levada amante de um sexo
caliente.
Descobriu um quartinho bem ali onde os
pedreiros guardavam as ferramentas, abriu a porta e empurrou Fabiana para
dentro do cômodo, logo foi caindo em cima de uma porção de sacos de cimentos,
esse pequeno estádio estava em reforma, espaço servia para os homens da
construção fazer as refeições e se trocar para o trabalho, além de guardarem as
ferramentas.
Gustavo
precisava de algo para forrar o local, antes que se sujassem de cimentos,
começou a revirar todos os locais por ali e acabou encontrando algumas camisas
que os peões trocavam as de passeios e vestiam estas só para o trabalho,
percebeu que não estava tão suja, Fabiana tomou posse de uma destas roupas e
mais que depressa se limpou em baixo; passou em sua boceta que ainda estava
melada do gozo anterior a alguns minutos, sem pensar duas vezes e em um comum
acordo confirmado pela troca de olhares, assim começaram uma sessão de sexo
oral, ela gostava de sentir o toque de uma boca quente em sua vagina, agora
inflamada e desejosa.
Depois de muitos beijos calorosos, o
rapaz desceu a boca até ao ponto máximo desejado, trabalhando, roçando aquela
pele tão sensível ao prazer, fazendo com fricções assim que mordicando aquela semente do tesão
perfumada e saborosa, aquele pequeno órgão que tanto dizem; Clitóris, Fabiana
chegou até aos céus quando Gustavinho localizou o tal vermelhinho
encantado, isso no instante que chegou
ao objetivo, provar com sua própria boca
aquela racha divinal, parece que Fabiana sentia seu clitóris teso vibrar como o
despertador de horas, mas certo que era de desejos, der repente percebeu quando
Gustavo tocou com a boca aquela maravilha que possuía entre aquelas colchas
roliças e bem torneadas .
- Meu bem... Gustavo retire esse seu
boné, não vê que assim fica difícil, enfia esta sua cabeça entre estas minhas
pernas... Vai meu bem passa essa língua assim bem gostosa, isso, dê aquelas
tremidas na língua, vai assim tá muito bom, estou toda tesuda, você é mesmo o
máximo, gosto que chupa ai neste ponto, esse ai é meu botãozinho abençoado,
estou começando a gozar, acho que não vou parar mais, isso tá muito bom, parece
que estou me explodindo por dentro... Ai, que delícia, como isso é bom!!! Estou
gozando... Aí. Gozei, gozei, que bom...
Enquanto que Fabiana em cima dos sacos
de cimentos, de pernas bem abertas expos sua xoxota de fresta bem avermelhada
saltitando de tezão, convidando Gustavo para uma penetração.
O rapaz posicionou seu membro mais que
ereto, denso e enrijecido, antes a tocou com o dedo riscando a racha umedecida
enquanto beijava chupando a língua de Fabiana que até atrapalhava o beijo por
causa da respiração ofegante, Fabiana estava descontrolada e até tomava a
iniciativa desta penetração, ela mesmo tratou de introduzir o membro de
Gustavo, o pegou com toda aquela delicadeza e impulsionando o corpo contra o
corpo de Gustavo oferecendo suas entranhas para que o mesmo a mergulhe até a
profundeza de seu ser de fêmea.
Fabiana feita louca enquanto aquele
instrumento másculo estava totalmente preenchido entre as carnes de sua vagina,
neste momento parece que apertava o pau de Gustavo, até parecia um abraço
apertado em torno do mastro penetrante e vermelho em brasa.
Neste momento Gustavo estava deitado
de barriga para cima enquanto ela cavalgava sobre aquele corpo obediente, ele
permanecia calado deixando ser consumido por esta devoradora de homens.
Fabiana sempre buscava mais e mais, a
cada transa ela se superava e evoluía se descobrindo formulas de satisfazer
suas fantasias exacerbadas e insanas.
Logo ela desacelerou os vai e vens
enquanto Gustavo começou dar umas estocadas contínuas, ela percebeu algo
inundando suas entranhas, era o membro de Gustavo que lançava a toda pressão
expelindo seu leite viscoso nessas profundezas femininas.
Fabiana soltou um grito triunfal e
acompanhou Gustavo em suas gozadas.
No momento que Gustavo retirou seu enorme
pinto fora da vagina de Fabiana, Gustavinho assistiu o mais belo espetáculo
sexual, partindo daquelas pernas superes aberta.
Fabiana com
o ventre ofegante lançou uma maravilhosa ejaculação feminina, o jacto em alta
preção, fez alguns pingos chuviscar o rosto do rapaz, até atingiu a parede
branca recentemente pintada, Gustavinho até admirou pela quantidade de líquido
esguichado por aquela abençoada boceta, por momento o rapaz pensou que Fabiana
tentava alvejar o rosto dele com uma grande mijada.
Disse
Fabiana que para ela era novidade, que isso aconteceu pela primeira vez.
- Que maravilha sentir essa explosão
partindo de dentro de minhas entranhas, acho que vai ser a última vez que
acontece, nunca mais terei outra cena incrível dessa, obrigado Gustavinho,
graças a você.
Disse
Gustavo em agradecimento:
- Você é
competente de mais... linda Fabiana.
- Nossa que
foda!
Fabiana
ficou admirada pela intensidade dessa transa
Enquanto
limpava sua xoxota com a camisa do pedreiro que havia guardada por, ali
perguntava:-
- Quando
que seu time voltará jogar aqui em minha cidade?
- Agora vai
demorar, só retornará a jogar na segunda fase do campeonato se caso for
classificado.
-Não tem
problema, daqui até lá nos veremos para outros encontros.
-Ouça
Gustavo, Marcaram um gol... e foi o time da casa.
- Fodas
este jogo, esses pernetas, eu nem curto muito futebol, eu só
estou mesmo
a passeio e comer estas meninas do interior.
- A é
gostosão...
Agora me
diga, onde eu ponho esta camisa que eu me limpei, onde ela estava?
- Joga aí
em qualquer lugar mesmo, já tá toda borrada de sua boceta.
- Ah tá...
Coitado dos pedreiros.
Antônio Herrero
Portilho. 20/9/2015
By Antônio
Herrero às outubro 12, 2021.
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