OWESTE BRAVIU
A ÍNDIA POTIRA. A GUERRA
O DIA DO PISTOLEIRO
July sabia que em suas veias corriam
o sangue dos nativos dessa região, eles sempre foram uma das tribos mais
populosa, a mais de séculos vivem nas imediações da cidade de Gold City, quando
jovem o pai de July foi seduzido por uma das belas e jovem índia dessa tribo, mãe oculta de July, o fruto desse
relacionamento resultou na concepção dessa maravilhosa mulher mestiça com
ancestral indígena.
Esse povo selvagem não aceitou a
permanência dessa recém-nascida em meio a esses costumes tribais, preferiu que
a criança fosse criada pelo pai Jói quando morava no rancho de propriedade
familiar, Joe o jovem vaqueiro obrigatoriamente teve que assumir a filha
recém-nascida, algumas senhoras e tia de Joe cuidaram da criança que hoje é
July; a esposa de Sebastian. Naquela manhã de setembro em meio à serração que
ofuscava quase toda a extensão da pastagem, o clima frio castigava naquela faze
desse ano, logo de manhãzinha Joi abriu a porta do rancho para dar continuidade
à rotina de trabalho em sua propriedade, logo deparou com um velho índio; o
ancião feiticeiro maior, acompanhado com a naquele momento a que se tratava da
mãe de... July de cinco dias de nascida, o velho índio ordenou que a nativa
jovem senhora entregasse em mãos do vaqueiro a criança dizendo ele ser o pai.
É conhecimento de Jói que a índia
Potira e Joly é irmãs, mas, só materna, por coincidência ou não essas duas
mulheres tinham muita aparência facial, mas porem Potira mulher forte, porte de
guerreira, July aparentava mais fragilizada, os hábitos e costumes dos homens
brancos lhe fizera uma mulher da civilização, pouca estrutura muscular, ambas
de uma beleza fenomenal.
July e Potira sempre unidas pareciam
saber da existência desses laços consanguíneos, a estância de Jói fazia divisa
com as reservas indígenas, os Cherokees sempre viveram em harmonia com os
homens da civilização na cidade de Golden City, quando cavalgavam
despreocupadas pelos prados, próximo do desfiladeiro perceberam um risco de
poeira por entre as rochas e pastagens quando lá distante se aproximava uma
diligência seguida de mais ou menos uma dúzia de cavaleiros, eram os homens de
Brandon quando viria se mudar definitivo para a cidade nesse lugar, Brandon até
quando jovem viveu por aqui, depois se foi em mudanças acompanhado de pai e
mãe, a calma cidade de Golden City não mais será a mesma, Brandon um pistoleiro
bandoleiro, especializado em delitos agrários e roubo de gado agora volta para
o dessossego dessa população ordeira, e ainda traz com ele seus companheiros do
mau, July e Potira, só de olhares a distância os recepcionaram com mal
pressagio, já previa que esses foras da lei trariam muito problemas para a
justiça, July estava certa que seu pai; o xerife Joi terá que redobrar os
trabalhos, acondicionar e organizar essa cadeia e reforçar essas ferragens
dessas grades, muitos elementos estarão ali encarcerados.. Ao lado a placa que
indicava o acesso a pequena cidade essas duas nativas do lugar ainda montada
assistiram o desfile dessa caravana, entre as tralhas que transportavam nas
carruagens, July e Potira conseguiram enxergar algumas ferramentas de
garimpeiros, a partir daí as duas moças ficaram consciente que o clima nas
próximas temporadas será mesmo de guerras, pois os garimpos estão no subsolo
que demanda a aldeia dos Cherokees e a propriedade do senhor Joy
indiscretamente pai dessas duas belas nativas selvagens.
Nesse fim de semana, o que se podia
presenciar a quantidade de pessoas nas ruas, essa pequena cidade começava
sofrer com a febre do ouro os homens maus transitavam em todas as direções,
assim como os desordeiros homens de Brandon, o xerife começou a ter trabalho
com esses tumultos, July saiu à janela apoiou no parapeito da sacada do terraço
de seu quarto assim quando despertou dessa noite mal dormida, estava preocupada
com o que há de acontecer, e veja lá a cena que estava acontecendo em frente ao
saloon, um duelo, os transeuntes abriram alas para que esse rápido tiroteio
acontecesse, Bily Del, o desconhecido desafiava com Chacal, um dos homes de
Brandon, os dois homens de armas carregadas em expostas aos coldres em
logradouros públicos, o mais rápido no gatilho seria livre da morte, o público
assistiam com atenção e suspense, esses dois bandidos, junto posto de costas
para costa e assim começaram a contar dez passos em direção oposta para ver
quem sacar primeiro, July assistia tudo com apreensão, torcia para Bily, Bily e
July já se conheciam, já fizeram alguma história de amor, caso esporádico, sem
importância, em algumas vezes auxiliava o xerife pai de July em diligência na
captura de desertores, só por aí já é motivo para telo favorito, e mais, os
homens de Brandon não eram bem vistos por bons olhos por essa população.
Em dado momento, July colocou as duas
mãos nos ouvidos virou a cara, mesmo assim July ouviu os estampidos quase
simultâneos, quando abriu os olhos percebeu os dois corpos caídos ao chão,
Billy teve sorte, a bala acertou de raspão na altura das axilas, não foi nada
grave, July ficou satisfeito com o resultado desse jogo mortal. Grande
corre-corres foram se formados, o grande xerife chegou rápido atirando para o
alto dispersando os curiosos tentando apaziguar os atritos, um dos presentes
ali no saloon com os ares exaltados dizia em discurso palavras de baixo calão
ofendendo as mulheres ali presente, atacando o senhor xerife desacatando
apontando o dedo, desafiando todos com um revólver na mão mirando
aleatoriamente, dizendo matar todos ali presente. Senhor Joy a lei desse lugar
capturou o arruaceiro dando voz de pressão conduzindo a uma cela na cadeia ali
próximo, Brandon perdeu dois de seus homens, morto em duelo, outro preso por
praticar desordens, Chacal um dos homens de confianças de Brandon, morto à bala
em duelo não superou seu algoz na rapidez ao gatilho, agora seu corpo está aos
cuidados do coveiro quando remove a carcaça para o sepultamento no deserto dos
mortos.
July curou os ferimentos de Bylli com
algumas ataduras, o xerife da cidade agora está cuidando de mais um hospede,
enquanto o outro companheiro segue em corteja ao deserto dos mortos. Brandon
não está na cidade, foi resolver pequenos problemas onde morava até agora
pouco, vamos aguardar o dia de amanhã na esperança que seja mais tranquilo aqui
na cidade de Golden City.
*Antherport/06/9/2019*
BILY EM MISSÃO DE MATAR
A missão, Bily levar uma pequena
carruagem até a bela City, essa pequena diligência pertencia aos correios
Americano, estava estacionada na aldeia dos índios comanches, essa carruagem
sofreu um ataque, foi saqueada pelos homens de Maduque, o general da cavalaria
pediu que esses nativos guardassem por alguns dias, até que ordene alguém vir
buscar e levar até a cidadezinha Bela City, Bily se encarregou dessa obrigação.
O general da cavalaria e mais quinze soldados estava à procura de Maduke e seu
bando saqueadores e invasores de terras do estado. Enquanto se dirigia rumo a
cidadezinha perceberam que algo estranho estava acontecendo, presenciaram
alguma meia dúzia de cavaleiros, Bily percebeu se tratava de Maduque; saíram da
colônia dos camponeses descendentes de mestiços e mexicanos os vândalos mataram
a todos e saquearam suas mercadorias, Bily chegando ao ponto da estrada notou
que era dali que os bandidos tomaram a estrada. Bily puxou as rédeas de seu
cavalo, fez com que ele parasse bruscamente, Djek idem, mesmo de longe
perceberam que algo meio estranho acontecia nesse local, deram a volta a
pequena montanha para encontrar forma de subir a cavalo, ambos depararam com o
cenário de massacre, muitos homens mortos somando com alguns indígenas,
crianças e velhos, os autores desse ato covarde foram o bando de Maduke que
viviam cometendo muitos dessas matanças abusando dos cadáveres das mulheres e
jovens senhoras, Maduke atirava para matar não se importava quem estava pela
frente, se tratava de um homem mau, pistoleiro matador.
Der repente alguém apareceu de um
quartinho que havia nos fundos da gleba agrícola, uma jovem saiu pra fora e de
mãos pra cima disse aos dois companheiros:
-Não me mate não me mate, não tenho culpa de nada disso que você está vendo, foi o bando de Maduke, eles estavam me obrigando os acompanhar, contra minhas vontades, me tinha à força, dessa vez me escondi enquanto eles batiam em retiradas, não se lembraram de mim ainda bem.
- Não se preocupe moça, eu te compreendo, vejo que você é do bem, a propósitos de minhas indagações; você está armada? (perguntou Bily com exigência de resposta verdadeira.)
- Não... Eu não compactuava com essas atitudes de Maduke, eu sou da paz, gostaria que o senhor tivesse essa certeza.
- Sim, acredito sim, agora se quiser pode nos acompanhar até a pequena Ciity, mas primeiro vou pedir que levantasse esse seu longo vestido, preciso ter a certeza que não está com nenhuma pistola presa em uma de suas pernas, quem sabe você pode querer se rebelar e nos surpreender durante o sono.
-Sim, não tenho nada a esconder.
A moça pegou pela barra do vestido e levantou o até a altura da cintura demostrando que não possuía nenhuma arma realmente. Quando Bely e Djek deram com os olhos naquele par de pernas ficaram pasmado de tantas formosuras, a tantos dias cavalgando nesse deserto sem presenciar nenhuma mulher quando depara com tanta beleza o instinto de macho vem a flora, Bily se manteve calado apesar de tanta admiração, Djek seu amigo sempre de mostrou desequilibrado vendo tudo aquilo diante de seus olhos ficou exaltado dizendo bobagens, pediram que a moça desse uma volta ela obedeceu mostrando a outra face de seu belo corpão, Djek foi aos delírios.
-Gostaria que você me entendesse que isso não é um abuso, só estou me precavendo, Maduke é um inimigo mortal e você poderia ser uma estratégia que ele poderia por no meu caminho para dar um cabo em minha vida, sabes como é a lei no western, todo cuidado é pouco... Agora retire seus seios pra fora, não é de se acreditar, mas você poderá ter alguma mini pistola escondida aí. (disse Bily se desculpando dos excessos de revista corporal)
- Acho que o senhor já está querendo de mais, não poderia diminuir essas exigências, já de mostrei que não estou armada, só estou aqui servindo suas vaidades, agora quer ver meus peitos, o que há em? Sou uma jovem senhora ainda que viúva nunca me desnudei me para qualquer que seja homem a não ser que seja meu marido, estou envergonhada, não vê que isso não se faz com uma mulher em dificuldade aqui no deserto, primeiro a turma de Maduke, agora vocês, não vou mostrar meus peitos.
- Tá bom, tá bom!!!
A moça solitária tinha realmente um belo corpo, de seios lindos que mais parecia um ninho de pombas selvagens, entre aqueles belos melões poderiam até esconder alguma arma perigosa, mas Bily estava preparado, poderia ser uma pistoleira mandada pelo Maduke, pelo sim ou pelo não Bily e Dhek ficaram sempre na expectativa.
- Pode descer essa pequena montanha, lá em baixo tem nossa carruagem nos esperando lá na parte baixa da estrada, você poderá descansar e ficar a vontade durante a viaje, enquanto isso vou dar a volta, meu cavalo não consegue descer essas pequenas elevações rochosas. Salete desceu essas pedrarias se equilibrando para não cair, chegou onde estava parada a carroça; pequena carruagem aguardou pelo lado de fora até chegar Bily e Dhjek. Mal sabia Salete que estava escondido ali nos arbustos dois homens de Maduk, vieram na intenção de resgatá-la levar de volta ao bando, Salete também ajudava nos combates, ela era integrante da turma de Maduke, mas queria sair, não participar mais dos Madukes, e agora estava determinada a acompanhar o pessoal do Bily e Dhjek.
Salete percebeu que os arbustos se mexeram, algo estava para acontecer ao mesmo tempo Bily e Dhejk vem se aproximando, também percebeu e em movimento rápidos Salete saca uma pequena pistola que estava escondida nos seios, como um raio de esperteza acertou dois tiros no chacal, eram dois homens, mas um conseguiu se escapar, desapareceu rapidamente, enquanto que o outro foi atingido por dois tiros pela arma de Salete, eram dois homens de Maduke, morte instantânea, Bily e Dhejk perceberam quando Salete retirou a pistola dos seios, aí ficou bem claro o porquê dela não mostrar os peitos na hora da revista que Bily nela fazia. A partir daí, Salete se junta a Bily e Dhjek Ganha de presente um colt, e um cinturão de balas, agora não há mais a necessidade de retirar dos seios a sua minúscula arma, armada e equipada para qualquer que seja eventualidade saem juntos pelo velho West a fim de fazer justiça, Salete revela um dos segredos de Maduke que sabia sem revelar a ninguém enquanto troteava pela estrada que levaria a Bela Cyti cidadezinha que acolhia todos que viajavam nestas pradarias e desertos.
-... Fica na pedra maior, lá bem na curva, tem o pequeno lago uma moita de arbusto, ela está escondida lá, quer dizer, espero que ainda esteja lá dês de quando o bando de Maduke a escondeu é uma bela metralhadora de fabricação caseira, essa é a de número oito, fabricada sobre encomenda pelas mãos do velho Bob Jhon.
- Bob Jhon já morreu, era irmão de meu pai, sempre morou com nossa família, meu querido tio de sangue e coração, quando pequeno presenciei por muitas vezes meu tio trabalhar essas armas e muitas outras, essa metralhadora que você está falando é mais minha que de qualquer outra pessoa. (Disse Bily em momento nostálgico)
- Ela adaptara com certeza nessa pequena carruagem, tem dezoito canos e dispara em sentido giratório abastecido pela longa esteira de cartuchos, faz uma completa varredura, se apontada não fica ninguém de pé. (Salete relatando as vantagens de possuir esse brinquedinho mortal)
- Aguardemo-la, mal posso contar esses minutos de pôr as mãos dessa belezura; obra de arte de meu saudoso tio. (Bily exclamava com grande apreço a memória de seu querido tio.)
- Mais alguns cincos quilômetro aí nós chegaremos espero que ela esteja ainda no mesmo lugar. (disse Bily ansioso por esse presente herdado de meu tio) -
- Sim!... é bem provável, ele não estava com essa arma quando exterminou aqueles colonos, em que eu me apareci para vocês, tá entendendo. (Salete tentando explicar)
- Vai dizendo, estou te ouvindo (Bilyk divagava os pensamentos enquanto visualizava o horizonte.)
- Você viu, foram poucos mortos em doze tiros, eu também ajudei, essa minha pequena arma não é de brinquedo não, já fiz muitos enterros com essa que guardo aqui entre meios esses peitões abençoados que eu não quis mostrar a vocês naquela revista, agora vamos ao que interessa a metralhadora giratória. (Salete dizia sorrindo, batendo com a mão sobre as grandes mamas bronzeadas exposta em degote queimada pelo o sol do deserto).
Enquanto a conversa prolongava encurtava o caminho, Bily percebeu que Salete mentiu por três vezes, uma que era de paz, depois dizia que ajudava Maduke nas matanças, disse que não possuía nenhuma arma, mas na emboscada retirou das vestis íntimas uma pequena arma letal, os dois pistoleiros começaram a ficar muito precavido, outra falsidade pode ser fatal. Essa pequena caravana de liderança de Bily se aproxima do local indicado pela Salete, Djek avisa que logo chegaram, deram água aos cincos cavalos enquanto dirigiram onde estava escondida a joia rara que faz dezenas de defuntos em minutos, procuraram entre as pedras capins e folhagens do deserto, deu trabalho para achar, mas achou, estava lá assim como Salete a revelou, inclusive uma boa quantidade de munições, guardadas em uma pequena gruta de pedras, livre da chuva e umidade, Bily e Salete carregaram até a carruagem, esconderam esse brinquedinho entre algumas sacarias vazias na carroça para não dar muito na cara. Mais adiante deixaram o curso da viaje entraram pelas encostas das montanhas até que chegaram a um pequeno desfiladeiro, queriam ficar longe dos olhos de alguém que fossem os surpreender, a intensão desse refúgio; testar a metralhadora para ter certeza que está funcionando, e até treinar o manuseio um pouco, já que se tratava de novidades.
Os três cavaleiros chegaram a esse local, descansaram e em seguida se apossaram da metralhadora, posicionaram rumo ao barranco de pedras, carregaram a munições e abriram fogo ao barranco, viram que se tratava de uma arma fantástica, muitos tiros por minutos, assim ficou comprovada, a arma era de ótima qualidade, eles eram três, mas a metralhadora faria os trabalhos de um exército.
Ali montaram acampamento, soltaram os animais nas pastagens e água de um pequeno riacho que formava um grande lago de média profundidade, águas cristalinas, planejavam seguir caminhos pelas metades da tarde, enquanto isso Salete ao perceber a abundância de águas por ali, resolveu se refrescar em um belo banho, se achou que estava sozinha, sem os olhos dos curiosos, Bily coincidência ou não, também descobriu esse manancial, quando ele se aproxima, veja quem está lá primeiro que ele; Salete a nado livre, nua como veio ao mundo, percebeu a presença de Bily, mas não deu importância, aliás, até fez um convite que também entrasse para o banho, nesse momento Salete queria mesmo a algo mais desse pistoleiro, Bily não pensou duas vezes, tirou a roupa e saltou de mergulho, buscou a aproximação, logo se colaram, se beijaram, moça saudável de sexualidade forte, Bily correspondeu as expectativa, no lago ficou a poeira da estrada, enquanto suas almas lavadas e desejos realizados, esse foi o início de muitos outros encontros que virão, apesar de estarem sempre juntos.
Saíram d’água, se vestiram, adaptaram seus cinturões repletos de balas, prontos para detonar contra qualquer forasteiro a que vierem atravessar seus caminhos, não demorou nada para que esse tiroteio viesse acontecer, enquanto Bily e Salete caminhavam pelas trilhas de pedras depararam com um dos homens de Maduke, certeza que ele já o seguia há alguns tempos, se tratava de um daqueles dois que tentava resgatar Salete, esse escapou enquanto Chacal foi morto pela Salete. Bily e Salete fingiram não ver, continuaram a caminhar como se estivesse inocente, mas a atenção redobrada, a qualquer movimento falso o intruso será um homem morto. Em momento inesperado, o forasteiro saltou atrás de Bily e Salete, Bily deixou que Salete tomasse conta desse forasteiro, já confiava na habilidade da moça, enquanto o forasteiro apontava para Bily, pronto para apertar o gatilho, Salete foi mais rápida, dois balaços fizeram dois buracos na pele do pistoleiro, a moça não errava a pontaria, acertou um na cabeça e outro bem endereçado no coração, esse não tinha mais forças para nada, logo as aves de rapina fara a festa com esse corpo.
General Dener passava por ali, percebia que ali era um local ótimo para Maduke e seus homens se esconderem, paisagem de pequenas elevações rochosas incluindo cavernas e arbustos, General queria os surpreender com uma lição, eles teriam que pagar com a lei seus delitos praticados, em mortes, assaltos e cárceres privados.
Gal. Dener estava pronto para aprisiona-los, mata-los, e leva-los à forca, quando os encontrar os, esses soldados estavam prontos para isso.
Logo se ouve os tiros, foi naquele momento que Salete alvejou aquele que os seguiam, Dener resolveu conferir direito o que estava acontecendo, pretendia descer até aproximar até esse local, vai contornando a montanha de maneira que chegue mais rápido possível, essa era a intenção, patrulhar essa área, mais que depressa reúne seus soldados da cavalaria e começa essa ação. Enquanto isso Bily e seus companheiros verificando esse campo percebem que realmente Maduke e seus homens também estavam por ali, Bily assim que percebeu Maduke também percebeu, estava pronto para o confronto, esse campo de batalha aconteceria a essa planície composta dessas montanha, Bily agora instala a metralhadora giratória e fica na expetativa, os homens de Maduke se aproxima a toda velocidade, a intenção de Maduke é praticar um massacre, si bem que se tratava de oito homens de Maduke contra a três de Bily, mas não sabiam eles que Bily estava de posse da metralhadora giratória pronta para cuspir infinitos projéteis mortais, Maduke gritava com seus camaradas exigindo sangue e dizia:
- Mate-os, não dê chances a vida, não poupem os, Bily terá que morrer.
Salete de posse da multe metralhadora deu as respostas merecido lançou fogo, fez uma varredura, dentro de poucos minutos não ficou nenhum ser vivente naquele que vinham em bloco de oito bandidos, só o Maduke não foi atingido, estava mais atrás, Maduke foi o último a tombar por terra, antes de levar a sua bala, foi torturado, imobilizado, Bily disse a Maduke:
- Muito bem Maduke, sei que você queria me encontrar, estou eu aqui, que me diz agora, não está na hora de pagar por esses vários crimes praticados, vou te liquidar, vamos te matar.
Maduke percebeu que agora estava em suas últimas horas, minutos, mas não se intimidou, dizia em alta voz ordenando que o matasse:
- Então me mate, acabar logo com isso, me matem logo seus porcos imundos, vamos logo atirem, acabem logo com isso, agora estou só, todos meus homens já foram mortos.
Salete estava dentro da carruagem, ouvia tudo, mas logo saltou para fora e se aproximou desse embate.
- Então você quer mesmo morrer Maduke, depois que matou tantos por aí, agora deseja morrer.
- Ha... É você que tá aí maldita?
- Sim!... Sou eu sim e esse trabalho que meus amigos ainda não completaram, quero ter o prazer de fazê-lo.
Salete apontou o revólver para a cara de Maduke enquanto o mesmo caia de joelho prostrado em sua frente, Maduke gritava alto:
- Mate-me ordinária. cadela de sete crias, se é isso que você quer, aperte logo esse gatilho.
Bily balançou a cabeça ordenando, Salete efetuou dois disparos, um no peito e outro na cabeça, região da face, Salete também tinha uma dívida com Maduke, essa vingança foi muito prazerosa, ele havia matado toda a família de Salete, agora está tudo certo, não deves mais nada.
Logo escutaram a corneta do General tocando alto, a cavalaria se aproximava, General Dener apeou da montaria e passeou por entre os cadáveres, verificou todos mortos, conferiu os despojos de Maduke, olhou para Bily e disse em breves palavras: - Bom trabalho rapazes, nem precisei sujar minhas mãos, vocês foram categóricos.
General montou, recolheu seus companheiros e se uniu com Salete, Djek e foram em frente até chegar a Bela City.
*Antônio Herrero Portilho*
02-12-2019.
No outro dia, O pistoleiro.
Quando ouviram os tambores tocarem lá no alto da montanha todos nativos daquela aldeia ficaram em prontidão, o grande feiticeiro da tribo dos cherokees alerta a todos ficarem na expectativa porque vai acontecer algo muito ruim, paira sobre nossa aldeia uma nuvem negra, o grande espirito das águas ressurgiu do grande lago, ele vai atacar nossa aldeia, matar nossas crianças e jovens, mães cuidem de seus filhos, velhos e familiares – assim foi mencionado pelo ancião, o mais velho dos membros do mesmo sangue selvagem, aviso a todos indígenas daquela aldeia, esses índios estão em pé de guerra dês de quando assassinaram o pai de Potira; um dos chefes da tribo.
Havia quem interessava por aquele pedaço de terreno sempre propriedade dos cherokees, e também e uma parte do senhor delegado dessa cidade; Mister Joe dono desse rancho divisando com essas terras indígenas.
NO OUTRO, DIA O PISTOLEIRO 02
Naquele domingo Brandon o mais rápido no gatilho se envolveu em mais uma das encrencas, Bradon, um pistoleiro de aluguel, depois de um caso amoroso com July não se contentava com a dissolução desse relacionamento, se colocasse na balança poderia conferir essa realidade; July sempre se dedicou mais a Bastian em muitos encontros amorosos.
O fato aconteceu quando Mister Joe
pai de July retornavam de sua estância, quando a carroça entrava pela cidade,
um pistoleiro saltou a frente desse veículo a animais parou segurando os
cavalos pelas rédeas, desferindo alguns tiros, alvejou o pai de July que teve
morte instantânea, senhor Jói não teve tempo hábil para se defender, muitos
dizem que esse crime foi vingança, Jói era o delegado daquela cidade sulista,
muitos garimpos de vários minerais em ouro era o mais se destacado. Brandon a
muito tempo vivia em conflito com a família de Jói devido problemas agrários,
Brandon foi o autor desse assassinato, mas porem tentava convencer a moça que
foi Bastian o autor do disparo a fim de colocar Joly contra Bastian, July não
acredita nessa hipótese, mas July manteve o relacionamento desfeito com Brandon
e aproxima de Bastian ocasião configura
tudo aquilo que o destino guardava, Bastian e July seria o casal perfeito, e
era de gosto de seu pai, agora assassinado por Brandon o apaixonado e
insistente em conservar essa união sem reciprocidade, pois o amor de July era
mesmo Bastiam e fazia gosto de seu falecido pai.
Passado algum tempo tudo ficou
provado que o assassino do pai de July não seria bastiam, esse caso foi bem
arquitetado por Brandon, o resultado do inquérito confirmou que Brandon matou o
pai de July e também o pai de bastian.
Brandon o rápido no gatilho terá um
lugar atrás das grades, foi concluído a sentença e ficara por quase três anos
privado de sua liberdade, agora o grande pistoleiro de aluguel estará cumprindo
essa sentença, enquanto jurava vingança assim que estivesse em liberdade.
Hoje dia 22 de setembro de mil
oitocentos e algumas coisas, Brandon estará concluído sua sentença nessas
quinze horas, saindo conseguiu informação que Bastian estaria em determinado
lugar, dirigiu-se para lá, a intenção era vingar primeiro de Sebastian e depois
seguir viagem com July, mas não sabia que July já era a esposa de Bastian.
Nos dias de aniversário de
falecimento Sebastian de costume ia até a sepultura de seu pai para prestar
algumas orações em intenção alma desse falecido.
Bastian chegando ao local parou o cavalo,
apeou, puxou a alguns metros em diante, atou as rédeas na galha de um arbusto
deu alguns passos em direção de uma cruz ali ao chão plantada desenhando um
sinal de recordação como se ali estivesse um humano sepultado. Parou bem de
frente da cova, tirou o chapéu, respirou fundo com os olhos marejando sobre
clima de soluços fazia uma oração em elevo à alma de seu pai morto já alguns
anos passado, o vento soprava forte se obrigava a segurar firme tentando se
equilibrar enquanto que o sol nesse deserto fazia queimar a pele. Quando se ajoelhou para despedir e encerrar
as orações eis que Bastian ouve bem próximo do ouvido um barulho de um gatilho
de um revolve quando arma o dispositivo pronto para deflagra um disparo,
Bastian ainda não olhou para trás, pegou seu cantil, tomou alguns goles de
água, saciou-se a sede e foi logo perguntando:
- Que queres de mim Brandon?
-Você sabe de que se trata Bastian,
somos inimigos mortais até hoje, a partir dessas horas vocês ficará somente na
lembrança, primeiro vou relatar o porquê estou te executando, antes de matar um
homem ele terá que ouvir o motivo da ira do matador.
- Você sabe muito bem que não se mata
um homem desarmado, está infringindo as regras de um bom pistoleiro, não estou
preparado para morrer e nem você em condição de me matar - disse Sebastian.
- Precisamos acertar uma velha conta
e dificilmente você sairá vivo nessa hora, você deve se recordar o motivo de
minha desgraça, por você fiquei alguns longos dias mofando naquela cadeia
imunda, quase morri de sofrimento, agora eis que a vingança está próxima.
- Eu era o xerife da cidade, você
cometeu um delito, eu tinha como obrigação de ofício tomar minhas providências,
fiquei sem escolha, em única opção seria lhe guardar no xadrez, mas porem
saibas você que eu ainda de favoreci em algo, veja que terias que finalizar na
forca em praça pública, dessa eu te livrei.
- preferia morrer que passar tantas
humilhações, deixar minha esposa sozinha ainda jovem, outra coisa, eu imaginava
ela poderia ser cortejada por você, sabendo-se que por muitos anos foi o noivo
e quase contraiu matrimônio não acontecendo esse enlace devido à o assassinato
do pai, e o suspeito número um seria você o futuro genro, eu que vivi esses
anos nesse casamento sempre tive a certeza que ela ainda tinha atração por
você, imagine como ficaria eu preso e você; o antigo noivo ao qual ela ainda
guardava em lembrança.
- eu o xerife, você o delituoso,
apesar de que nos conhecemos a tanto tempo, vivemos todo esses anos aqui nessa
cidade, mas decisões tem que ser tomada, doa a quem doer, fiquei em situação
muito difícil te levar a prisão, você meu rival que casou com a mulher que eu
muito amava, relacionamento esse desfeito devido uma suspeita que levantaram
com falsa afirmação que o assassino do
pai de July apontava ter sido eu, sabendo que nunca ficou nada provado
isso, confirmando a minha inocência, até me nomearam me de xerife.
- Então ficou assim, você matou o pai
dela e eu para vingar matei seu pai, infelizmente só o meu ato foi provado, e
quanto o seu, vai ficar no esquecimento, vais você ficar na inocência?
- Não sou o culpado da morte do pai
de July, você sabe muito bem, não adianta querer incutir essa mentira nas
cabeças dessa gente dessa localidade, muito se sabem de que você já foi autor
de mais uma dezena de assassinato, o último foi o do esposo da índia Potira a
mesma que jurou te matar quando tivesse em liberdade, e você que se cuide, ela
está por aí te procurando.
- Não me preocupo com ameaças de
mulher, ainda mais, uma infeliz índia agora viúva, eu que lhe presenteei com
esse luto.
- Você invadiu a propriedade dele
botando cerca aí o matou covardemente assim como esse e outros meias dúzia de
assassinato poderia até te levar de volta para a cadeia.
- Não vou mais para a cadeia, nem se
for preciso matar uns vinte homens da cavalaria, aliás, logo estarei de
partida, Golden City já não é mais uma cidade para mim... Vejo que já ficou
pequena, logo eu me juntarei com July e bateremos em retirada, vamos morar no
meu rancho.
- Bem!... Forasteiro, isso é o que
você imagina, existe muitos homens querendo a sua cabeça, vejo que você terá
que tomar essa decisão mais urgente possível, outro, porém... July voltará pra
mim, você terá que seguir viaje sozinho tivemos muitos encontros enquanto você
esteve preso descobrimos que nosso amor é muito mais forte que tudo nessa vida
hoje você é uma peça descartada desse relacionamento.
Potira ficou informada de que Brandon
estava em liberdade, e até sabia em encontra-lo, vingar a morte de seu pai era
uma questão de honra, para ela e para todos os Cherokees, a índia Potira montou
em seu cavalo armada de um rifle e muitas munições, daí partiu ao encontro de
Brandon o assassino de seu pai por motivo de posse ilegal devido interesses do
mineral nobre que existia nesse subsolo. Potira desmontou à alguns cem metros
distante onde estava quase para liquidar Sebastian, ela sorrateiramente com arma
em punho apontado para Brandon, nesse exato momento percebeu, mas já era tarde,
a índia o imobilizou com as ordens em comando:
-Fique bem quieto aí senhor Brandon,
qualquer movimento será um homem morto, agora peço que senhor Sebastian o
desarme e se retire agora o assunto dele é comigo, vingarei a morte de meu pai.
Nesse exato momento todas pradarias e
penhasco ficaram repletos de índios na retaguarda cuidando da índia Potira.
Enquanto Potira apontava o rifle para
o peito de Brandon, todos os índios aguardava o tiro fatal, enquanto o
pistoleiro jurava se regenerar caso esquecesse essa vingança, mas logo percebeu
que tudo acabaria naquele momento, se escapasse da índia cairia nas garras da
tribo todo ali assistindo, Bastiam tentava terminar com aquilo tudo e leva-lo
preso novamente, mas nada se resolveu, Potira acionou o gatilho do rifle e
assistiu o tombo do grande pistoleiro, os índios Cherokees recolheram o corpo,
amarraram o em cordas e puxaram a cavalo fazendo arrastar pelas ruas da cidade
de Golden City.
Hoje Brandon encerrou as atividades de matador, Potira volta para a aldeia sentindo dever comprido, Bastian e July estão juntos vivendo as maiores felicidade enquanto brilha no peito a estrela de xerife, para os foras da lei o mais destemido, algumas vezes acontecem duelos de morte, mas o coveiro da cidade sempre se encarrega de cavar uma sepultura a qualquer que seja o morto de peito perfurado a bala. O coveiro sempre dará um lugar a esses defuntos, mesmo que sejam valentões.
Sanhas e façanhas no velho western.
Demis estava sem destino, parado na plataforma de embarque de trens, pensando em que rumo tomaria, de uma coisa ele tinha certeza, teria que se mudar daquele lugar para sempre, muitos acontecimentos errado estava ocorrendo em sua vida, se meteu em brigas com agiotas, dívida de jogo, até tentativa de homicídio, todas essas diversões nessas noites não lhe trouxera bons resultados, nesse dia Demis está em liberdade, cumpriu uma sentença de mil dias em cárcere federal, um desses institutos penal, motivado por um desentendimento em uma jogatina, na distância de mais ou menos uns dez metros ele disparou um tiro em um de seus contra parceiros que no momento lhe trapaceou quando frequentava um cassino, se caracterizou tentativa de homicídio, a sua sorte foi em ser um único disparo e a vítima não chegou a óbito, a esse processo foi somada a mais algumas outras broncas.
Ele fazia dupla com uma outra jovem atriz, se apresentavam para os públicos que buscavam um pouco de diversão noturna, Demis e Belinda se apresentavam em shows eróticos, eram muitos requisitadas, até conseguiram fama e reconhecimentos, Belinda e Demis a atração do momento, mas porem as complicações foram acumulando, em um acontecimento dessa história tinha sido preso, Belinda ficou sem parceiro para as suas apresentações, se desligou por total das atividades nas casas de orgias, morava em uma cidade um pouco longe dos centros de diversões, por isso ainda não sabe que seu amigo estaria em liberdade.
Enquanto estava preso ocorreu a morte de sua mãe, Demis era filho único, por vias de sorte ficou depositado em banco uma conta bancária de herança, venda de algumas propriedades de sua já falecida mãe, era um bom dinheirinho, dava para viver uma boa vida, pensando nas despesas dessa viaje foi a esse estabelecimento bancário e retirou uma pequena parcela, se considerar o valor total desse capital inicial que só veio acrescentar a essa conta que já existia um belo montante, com a morte de sua mãe, ficou sozinho nesse mundo, mas porém bem amparado por esses recursos vindo dessa herança mais esse dinheiro adquirido em eventos, e no início, quando ingressou no mercado de trabalho, também trabalhou para o governo, ainda tinha muitas atividades em meio artístico, já havia ganhado uma boa grana resultado dessa vida noturna.
Ele tinha em mente que deveria se mudar, largar essa grande capital antes que muitos problemas acontecessem, já havia cometido muitas encrencas, agora pretendia morar bem longe dali isso foi o aconselhamento de um amigo advogado, pois ele já se complicou muito com as leis, mudar de ares seria uma boa saída, ou ficar para nessa cidade uma hora qualquer ser preso novamente, talvez ser assassinado por desentendimento passado.
Demis já havia se informado das cidades promissoras no interior Americano, estados que estavam em franco desenvolvimento, mas ainda indeciso, faz alguns dias ficou sabendo dos estabelecimento de diversões noturna que eram montado nessas cidadezinhas; os Saloons e a corrida do ouro, muito dinheiro circulava nessas praças nesses anos de 1840, no momento quase se convencia chegar até lá onde por sorte até residia alguém de seu conhecimento, a mesma que praticamente criou Demis, enquanto sua mãe não foi tão presente na sua criação, ou poderia se mudar para qualquer outra cidade por aqui perto, mas o risco e perigo para Demis continuaria. Enquanto Demis decidia a poucos tempos da chegada da locomotiva passageira eis que começa circular por essa plataforma de embarque uma pessoa que também aguardava esse mesmo trem desse mesmo horário, um rapaz amigo de longa data de Demis, já fazia alguns anos que não o via, mas reconheceu, era Marlon, chegou até Demis o cumprimentou e em uma longa conversa deixou se dizer que estaria indo a uma cidade do interior, foi nomeado pela a justiça da capital a um cargo muito importante, seria o delegado daquela cidadezinha de nome Bela City, no momento a cidade está sem lei, Marlon chegaria para botar lei nessa localidade.
- Poderia se dizer muita coincidência, ou até sortilégio, infelizmente estou saindo de cumprir uma longa temporada num inferno prisional, a mais ou menos uns mil dias cometi um crime. (Demis tentando explicar a seu amigo sua situação.) Marlon compreendeu seu problema...
Estendeu seus préstimos, continua Demis com suas explicações.
- ...dos da natureza pequena, mas já se foi praticado, para a justiça não quer saber a gravidade, crime é crime, flagrante dá em prisão mesmo!... sabe como é né... de mais você entende disso, tem sua formação nesse assunto. Estou aqui decidindo para onde tomaria meu destino, esta cidade de Bela City já estava em uma de minhas opções, agora já posso confirmar, é nessa direção que vou.
- ... Então ipiaiouuuu... Rumo ao velho westernr, fiquei mais animado agora, reencontrei um amigo, vou colocar todos aqueles bandidos na cadeia, Bela City me aguarde (disse Marlon) que dentro de alguns meses será o primeiro delegado nessa pequena cidade desse velho Eldorado do western Americano.
- Estamos juntos nessas aventuras, porque a velha locomotiva está encostando nessa plataforma expelindo uma grande nebulosidade de vapor.
Esse trem percorrerá o primeiro percurso, o resto da aventura fica por conta dos dois rapazes quando estiverem em terra firme em segundo trecho nessa viagem.
Aquele resto de dia ficou reservado para rodar deslizando sobre esses trilhos estendido sobre esses duros dormentes, duas linhas paralelas seguindo a mesma direção ainda o fim dessa linha estava para chegar, mas eles tinham o sol como referencial de direção, enquanto essas rodas de duro aço toca essa som monótono vai distanciando cada vez mais desse ponto de partida, a paisagem começa a ficar cada vez mais diferente, estação de chegada se aproxima, o velho oeste fica mais perto, e bem ali Demis e Marlon desembarca, cidade de poucos habitantes, mas por ali passam a noite, para no outro dia bem de manhã completar o resto do trecho que falta, nesses caminhos só restará outro tipo de transporte, quando não as carruagens ou cavalgar a monta de animais, os cavalos completaram o resto de caminhos, essa foi a opção desses dois aventureiros.
Quando acordaram nessa manhã, logo foram providenciar a aquisição de dois cavalos, compraram, negociaram com um senhor que além de fabricar celas para montaria e vários trabalhos em couros vendiam muitos artigos de uso pessoal, assim como vestimenta e até um variado estoque de armas e munição, Demis indagou ao senhor comerciante se pudesse informar de alguém que poderia acompanhar e mostrar a direção.
- Quem o senhor me indicaria para nos auxiliarem nesta jornada, conhece algum homem disponível a nos ajudar com nossa bagagem e orientar por esses caminhos?
- No momento só poderia informar de um jovem índio, esses lhes levariam até a tal cidade de seu destino, caso não aceite esse nativo, outro seria difícil, nesse meio de semana a cidade fica quase vazia, esses homens estão todos nos garimpos, mas o índio eu recomendo, boa pessoa e até muito educado, acho que vocês vão gostar do serviço dele. (Disse dando certeza o senhor artesão dos couros enquanto Demis e Marlon ouvia com atenção.)
Desta vez Demis e Marlon estão prontos para desbravar estes caminhos de pedras e elevações, com chapéus ajustado na cabeça formas de se defender um pouco do sol desse deserto de pedras. Os dois mais recentes cowboys e seus cavalos a poucos adquiridos dão os primeiros passos para esse destino de muitas surpresas por esses caminhos.
Esse senhor comerciante desses artefatos de couro e muitos outros artigos para uso nesse dia a dia nessa lida de faroeste, ordena que um menino de recado leve a mensagem ao nativo que reside nesses arredores dessa cidadezinha ponto de parada obrigatória para todos que estão em direção ao centro das atenções nesse velho oeste, local de destino desses dois jovens aventureiros; Marlon indicado para exercer o cargo de delegado nessas regiões de brutos homens pistoleiros que até agora resolveram suas questões acionando o gatilho de seus mortíferos revolveres ou qualquer arma de fogo, enquanto Demis tentando outros ambientes longe das capitais e vidas noturnas que ao mesmo tempo se envolveu tanto com crimes e processos aos quais a qualquer momento poderia ser encarcerado em longo período de detenção. Logo chega o índio e a equipe já está pronta, o selvagem ficará encarregado de mostrar os caminhos mais curtos que levarão a esses destinos e assim começa essa jornada trilhando esses destinos perigosos, o índio toma a dianteira e pouco mais de uma hora aprofundam cada vez mais nessa terra sem lei; o velho oeste dos abutres, serpentes de venenos letais, dos caçadores de couros e perigo eminente de felinos selvagens, os pumas do deserto e lobos coiotes.
Marlon e Demis contrataram esse selvagem justamente para essa finalidade; defenderem desses riscos de vida que cientes encontraria nessa caminhada e orientar a busca dos caminhos mais curtos ou atalhos...Assim começaram essa jornada, o índio seguia a frente mostrando a direção que deveria tomar, esses dois rapazes agora estavam sendo guiado pelo mais eficiente guia, sabedor das trilhas que deveria tomar deu início a essa jornada cortando caminhos diminuindo distâncias, evitando as grandes volatas que a estrada própria para carruagens acostumavam trilhar, mas esses caminhos perigosos já começavam mostrarem esses imprevisto, enquanto esses passavam perto a um enorme arbusto, uma enorme serpente se preparava para um salto em um dos amigos, o índio em um movimento fenomenal atirou uma lança exterminando esse animal venenoso de ataque mortal, dessa eles estão livres, mas outros obstáculos virão pela frente, enquanto a sede já davam início de garganta ressequida os cantis se esvaziaram pois a necessidade de se hidratarem é uma constância, mas o jovem selvagem sem aliviavam dizendo, logo ali a diante existe um rio de frescas águas, aguardem já está próximo.
Aquela viaje estava muito cansativa, tanto os animais quanto os dois rapazes já em suportáveis graus de exaustão, desesperado para que surja a oportunidade de se descansar em uma sombra, mesmo que seja de qualquer barranco ou elevações, dês de que faça sombra, mas suas preces foram atendidas, lá um pouco longe, a meia distância já se pode enxergar o rio que traz de longe aquelas águas que atravessa todo aquele deserto.
O índio guia sempre acalmando, tentando fazer acreditar que está próximo o ponto de chegada, basta atravessar o rio e alguns dez quilômetros estará pronto para descansar, logo as margens do rio já é realidade, os animais se refrescaram, Demis e Marlon mataram a sede, procuraram a sombra de alguns arbustos, enquanto o selvagem guia guardava o local desse breve acampamento onde descansavam os dois rapazes a fins de adquirirem capacidade de continuarem a caminhada que já faltava pouco.
Quanto mais aprofundavam nesses cenários de montanhas e elevações rochosas... a paisagem mudava o aspecto, agora que aproximava cada vez mais dos garimpos, percebiam as movimentações; homens bravios em busca desse metal mais precioso dessa épocas, mas para isso deveria impor com trabalho árduos e massacrante, extrair o ouro desse subsolo, um trabalho difícil, mas porém não era essa a intenção dos dois rapazes ao estabelecer nessa cidade do westerns , uns adquirem fortunas enquanto outros derramam seus sangues perdendo suas próprias vidas, nos dias atuais a Bela City adquiriu uma população extra, os pistoleiros, bastardos chegam a toda hora, apesar de ser rota para as cidades vizinhas, a violência impera, por enquanto só se resolvem com a lei da bala, dentro de alguns meses Marlon será o xerife desse lugar, uma tarefa difícil, mas foi para isso que foi nomeado diretamente do governador desse estado.
A noite cai, Marlon e Demis monta acampamento pela última noite, o fogo é aceso, os dois rapazes forram o chão com seus tecidos sobre o leito de rocha, o índio fica de sentinela na guarda, assim como já fora combinado. No começo do dia levantarão em marcha para terminar esse pequeno espaço desse caminho que falta, a chegado está prevista para as dez horas dessa manhã, Marlon deixará a trela de Demis viverá sozinho até que tudo se confirma, Demis alugará um quarto e dará continuidade a mesma vida que levava na capital, as noitadas no saloon em meio as dançarinas, drinks, choop tantas outras bebidas acompanhadas com o som do piano ministrado pelo Demis.
Marlon fixará residência em uma enorme casa com todos os gastos pagos pelo governo Americano daquela época.
O assalto ao ouro dos comanches.
Sanhas e façanhas no velho oeste.
Enquanto os ensaios aconteciam no Saloon, esses homens permaneciam sentados sobre aquelas mesas de frente ao um litro do delicioso uísque, lógico que era apenas um palhetada do que virá acontecer essa noite, mas esses pistoleiros permaneciam ali próximo ao palco, aguardando com ansiedade a entrada de Belinda, a dançarina recém-chegada da capital, esses cavaleiros desse velho oeste se assanhavam quando percebiam as apresentações dessa grande estrela no palco, até o delegado e o Juiz dessa cidadezinha se arriscavam algumas horas presenciando aquela beldade buscando a atenção dos olhos desses grandes personalidade desse eldorado, apesar das grande brigas e confusões que aconteciam com frequência nesses ambientes.
O sol surgia escaldante entre as
montanhas desses desertos áridos, enquanto o relógio marcava as à proximidades
das quinze para as dezesseis horas, Belinda fez seu último bloco do ensaio,
tudo ficou acertado para logo mais essa noite o grande show, essa apresentação
de ensaio era fechada para o público, mas como entrava um bom dinheirinho em
caixa o proprietário senhor Louis proprietário desse estabelecimento fazia uma
exceção.
Denis dessa vez só coordenava essa
apresentação, só se apresentava a noite, quando era pra valer, um rapazinho
prata da casa se ocupava do teclado do piano, de postura esquia, peito lançado
a frente e costado arrebitado postado apoiado delicadamente a uma banqueta
almofadada dando total atenção ao instrumentos dedilhando esse teclado
listrados de preto e branco, de nariz arrebitado, parecia mesmo uma garbosa
gazela, até que não era um mau pianista, mas seu lugar mesmo era o palco de
mostrando toda aquela sensualidade, os fazendeiros e os grandes garimpeiro
tinha esse rapazola como uma grande joia, os tratavam com muito zelo devido
suas preferências sexuais, entre a escala de macho e fêmea ele fazia a terceira
via, tudo comum entre os musicistas e artistas de palco.
Depois que o som foi desligado, as
gritarias e barulhos de balas cortavam os céus de Bela city, como de costume,
os homens de Maduke travavam luta com os índios Cherokees a batalha se
intensificava enquanto cada um desses bandidos era liquidado, esse embate
acontecia devido um assalto às reservas de ouros que estavam armazenadas no
território dos índios Cherokees.
Os índios se superavam a cada
momento, Maduke perdeu três de seus homens mais fortes, pistoleiros forasteiros
de linha de frente, enquanto o tiroteio acontecia, mais se aproximava da cidade
e do grande Saloon, quando senhor Louis percebeu o perigo das balas dos rifles
dos indígenas e dos pistoleiros de Maduke mais que depressa tenta fechar a
porta principal do Saloon, mas porem um bandido dos Maduke entra em disparada
carreira para se esconder
dentro do estabelecimento, Senhor
Louis não conseguiu arrolhar o ferrolho da fechadura, a porta era larga e alta
para as forças de senhor Louis, enquanto no memento em que estava aberta, o
índio que vinha seguindo o bandido de Maduke entrou com cavalo e tudo, por
sorte as cadeiras e as mesas estavam amontoadas em um canto, o Saloon seria
lavado e varrido dentro de alguns instantes, sendo assim ficaram espaços para o
cavalo do índio se movimentar dentro desse mesmo espaço,
logo apeou-se, bateu com a mão no
traseiro do animal que o qual saiu correndo porta fora.
O nativo estava à procura do bandido
de Maduke, enquanto que o forasteiro se posicionava em um ponto estratégico com
a pistola em mãos, o nativo percebeu a intenção e disparou sua arma em direção
do bandido, mas o qual se escondeu da direção da bala, o tiroteio foi intenso,
as pessoas que estavam por ali formaram uma grande correria, as balas
mortíferas cortavam aquele espaço, esses chumbos perdidos acharam alvos que não
estavam nos planos desses atiradores,
logo de início Belinda foi atingida
em uma das coxas, felizmente não ouve nenhuma fratura, o projetil passou de
raspão, logo o médico da cidade se encarregara com os curativos.
O rapazola que até agora pouco tocava
o piano para os ensaios, gritava como um coite ferido, parecia que até uivava
encolhido em um canto ali do Saloon, pensava que estava protegido, mas a bala
que o homem de Maduke disparou ricocheteou em um dos pilares e mudando de
direção, alvejou o rapazola que além de assustado, descabelado em grande
gritaria,
o projetil incandescente alojou-se
nas partes do glúteo, no momento caiu gritando, dizendo: - vou morrer, vou
morrer, me acudam, estou morrendo, estou morrendo, a bala não aprofundou muito,
apesar dessa região macia desse corpo sensual, não foi nada, mas o rapaz entrou
em pânico, dizia que queimava muito o local do ferimento do projétil... entre
grandes alaridos.
Scoty no momento que mudava de
posição, a fim de melhorar a mira, em uma pequena distração, o nativo selvagem
consegue alvejar no peito, o forasteiro, tentou dar alguns passos, até se
arrastou pelo chão, mesmo que agonizando.
As cortinas do palco ainda estavam
abertas, os ensaios teriam terminado naqueles instantes, mas agora as cenas
assistidas eram muito real, de mostrava um cenário de vida e morte.
O bandoleiro; homem da turma de
Maduke não suportou os ferimentos, a winchester do nativo Cherokees foi
certeiro no ponto vital, a hemorragia interna foi a causa morte.
Nessa tarde sobre o claro do dia o
palco onde Belinda e Demis exibiam cenas de nudez, agora um corpo caído sobre
uma grande mancha de sangue desenhando uma imagem de violência.
Os homens de Maduke que tentavam
roubar o ouro da tribo dos índios Cherokees, se frustraram, além de perder a
briga, eles bateram em retirada deixando para trás esses corpos que os quais
servirão para matar a fome desses famintos abutres.
Os índios voltaram para a aldeia com
gritos de triunfo, os ferimentos das balas sem endereço, foram cicatrizados, e
a vida voltou ao normal.
11-05-2.022.***
SEGUNDA PARTE.
Em meio a uma grande nebulosa cheirando fumo de cigarros e cachimbos, tocava uma música meio parecida com ritmo Coutry Americana enquanto gesticulava ritmos dançante.
Demis havia chegado a pouco tempo da cidade grande, agora em seu redor, pouca vegetação e deserto na totalidade, os cactos e corvos carniceiros fazia presença em plena temperatura ferventes, paisagens próprias de deserto, mas a riqueza que predominava nesse chão pedregoso estava a poucos metros a baixo dos pés, Demis pensava em planos; isso sim poderia lhe dar muitas fortunas, a comercialização de pedras preciosas.
Para Demis estava se fazendo um mundo novo formando a cada dia que passava, se é que para melhor isso depende do gostar dele, si bem que está vivendo emoções todos os dias, suas habilidades de músico e palco era bem aceito nessas aglomerações habitacionais, as moradias de madeira de tábuas transversais enfileiravam por aqueles logradouros de leito terroso pronto para levantar em poeiras quando passavam as carruagens vindo das cidades circunvizinhas. Ele deixou a cidade grande somente para quebrar um pouco a rotina, mania de aventureiro acostumado em práticas de esporte radical, elevados e montanhas o que não faltava nessas serranias, artes esculpidas pela natureza, agora terá todo tempo do mundo para praticar esse seu lazer e esporte radical em pleno anos 1840, novidade naquela época, essa modalidade de esporte não tem idade, nem se sabe quando iniciaram esses desafios de natureza de alto grau de periculosidade.
Quando mais jovem trabalhou em cabarés, até se vestia em trajes afeminado para esboçar evocação de sensualidade, foi guarda civil trabalhou nas fileiras da polícia montada, exímio atirador, tinha o trabalho do cabaré como serviços de horas vagas, como se sabe quase todos vocacionados para a arte, não consegue viver sem expressar essas qualidades artísticas, como cantar e tocar violão é vícios, assim como a arte de Demis.
Depois de algum anos nesses trabalhos nas noites quentes de orgias, Demis percebeu que devido sua idade e um pequeno acidente automobilístico sofrido, acabou por ofender uma de suas pernas, coisa bem leve, mas ficou limitado de certos movimentos, passou a ter um salário extra do governo daquela época, sem se preocupar mais com o ganho para a sobrevivência, dirige-se ao interior, fixa-se residência e só por diversão, algumas vezes por semana presta seu talento de músico e dançarino no saloon, só uma pequena diferença, o público frequentador desse ambiente é realmente do barulho, as armas de fogo estavam em cada cinturão de balas, difícil o dia que não amanhecia um corpo estendido ao chão dessas ruas, as trocas de tiros aconteciam por questões menos relevante, as famílias teriam que ser respeitadas, chamar alguém de marido traído certeza podia encomendar seus funerais, por isso esses valentões metidos a vaqueiros aprisionavam suas mulheres evitando serem enganados, dentre este regime aprisionadores, essas esposas eram proibidos até sorrir em sons altos, muito menos sair pelas ruas sozinhas, qualquer bochicho mesmo que fosse mentiras, resultaria em assassinato, essas belas senhoras teriam que serem privada de qualquer aventura, saltar a cerquinha seria risco de vida. Muitos forasteiros a destinos das estâncias ou até chegar a o outra cidade nesse mesmo itinerário, teria que passar por ali, fins de semanas a pequena cidade Bela City, recebia milhares de cowboy que por ali faziam parada e se juntavam com os garimpeiros extrativistas do ouro desse garimpo ali nas imediações, existia muitas pedras preciosas de grandes valores naquela riqueza de subsolo, o ouro convertido em dinheiro movimentava aquelas localidades desse velho West.
Belinda amiga de Demis sempre foram superes unidos, trabalharam nas noites, viviam como irmãos, a essas altura desses acontecimentos, não esperou muitos dias, apesar desse artistas querer manter segredos de onde estava refugiado, mas Belinda obteve informações, arrumou seus tecidos que cobre sua nudez e dentro de poucos dias estará pisando nas terras poeirentas de Bela City, fará uma grande surpresa para seu grande amigo Demis que agora mudou-se de “Como água para chocolate” Até que... chocolate não está muito longe dessa comparação, pois a terra desse lugar parecia mesmo com o chocolate, naquele tempo algumas madames da alta sociedade já conhecia esse espécie de pó marrom, por isso até as poças de lamas com as chuvas costumeiras que sempre descia em abundância, diziam; poça de chocolate.
Enquanto isso os forasteiros chegavam em caravanas, a notícia da existência de ouro naquelas terras espalhou com muita rapidez, Belinda não sabia disso, estava em viajem sem saber desses acontecimentos; a esse exido dito rota do ouro, mas também logo foi engrossando essas fileiras, assim já estava a caminho.
Esse veículo tão desconfortável que a levara até a esse horizonte perdido a incomodava, muito pequeno para a quantidade de passageiros, diferente da Limosine que usava para embarca na porta do teatro, hoje sem luz, sem glamour, mas para ela o sacrifício valeria a pena, voltar novamente ao convívio de seu grande amigo Demis.
Nesse início de noite chegou a uma pousada, nesse local as carruagens estacionavam bem debaixo das árvores, todos esses passageiros desceram para se descansarem, dormirem para na manhã seguinte seguirem viagem. O cocheiro condutor dessa empresa coletiva de tração animal teria que dar descanso aos animais, comer e beber água no tanque próprio para matar a sede desses animais de arraste que por ali passavam puxando essas embarcações trações animais, nesse ponto da estrada terminava o trecho melhor dessa viaje, agora terão que atravessar o território dos índios Apaches; tribos selvagens já cometeram muitos saques nesses carregamentos de suprimentos à abastecer o comércio dessas cidadezinhas existentes nesses caminhos que levavam a esses territórios desertos, ainda bem, já está chegando, falta pouco, mas terá que percorrer esse pedaço de estrada mais ruim,
Naquela manhã seguinte, aqueles passageiros e passageiras se levantara bem de manhã, depois do café dessa manhã servidos, todos estavam apostos, o cocheiro teve a bondade de fazer uma troca, agora uma carruagem maior até sobrando espaços para esses viajantes, certeza que agora tudo transcorrerá mais confortável, ainda mais, dois daqueles ocupantes desceram ali nesse ponto, agora todos apostos prontos para vencer esses caminho, se tudo correr bem, dentro dessas quatro hora estarão lá, partindo as seis horas, logo mais as dez hora da manhã chegarão, todos com saúde, mas cansados como gado em embarcação.
índios estarão na espera lá perto do Grand Canyon. Der repente no alto da colina surgiram milhares deles, até pintados para guerra, ao perceberem a aproximação da carruagem atravessando seus territórios, montados em seus cavalos malhados, munidos de rifles e arcos e flechas fizeram o contorno da grande elevação em gritos de ataques, alcançaram esse transporte, deram voz para parar, O cocheiro condutor da carruagem puxou as rédeas dos cavalos com bastante força, teria que obedecer ao esse chefe indígena, enquanto isso os selvagens arrodearam a carruagem e verificaram se levavam whisky, ou qualquer outra qualidade de bebidas, interessavam assaltar.
Essa tribo de apaches eram viciados em bebidas fortes, em dado momento um desses índios aproximou das acomodações desse veículo, abriu as pequenas cortinas daquelas janelas desses aposentos e percebeu a presença de Belinda, essa moça gostou da aparição do selvagem na janela, achou, serem homens bonitos, até esboçou um sorriso de boas vinda, mas não sabia o que poderia acontecer nesses instante, o índio Asa Negra enfiou o braço dentro desses aposentos e retirou com total brutalidade alguns colares de ouros e uma pedra de diamante, foi um ataque violento, Belinda chorou demasiadamente pela perca dessas joias roubadas de seu pescoço, adorno caríssimo adquiridos nos grandes comércios de joalheria Parisiense, o chefe da tribo aproximou do cocheiro, senhor muito gentil com esses nativos, condutor retirou de suas bagagens e presenteou o jovem nativo com três garrafas de Whisky, em seguida retiram em gritos de satisfação agradecendo o bom senhor, enquanto Belinda se lamentava a perca de suas joias de grande valor, as duas mexicanas que estava a bordo, se escangalhavam de rir da ingenuidade da pura e simples moça da cidade grande, viajavam na companhia dês do primeiro ponto.
O Condutor em seguida colocou esse veículo em movimento, agora já próximo ao ponto de chegada nessa media cidade violenta de nome Bela City.
Depois que Demis acordou, saiu a janela e pode presenciar lá bem distante entre as grandes montanhas e nas planícies do lado que o sol havia nascido, um risco de poeira estava cortando o quadro da paisagem, era a carruagem que traria Belinda, ele não sabia, apenas surpresa, para quem queria viver sozinho, agora terá que conviver com essa sua amiga, mas tudo bem, ele acabará aceitando, não tem outra maneira mesmo.
Logo a carruagem adentra a cidadezinha, os ocupantes abrem as cortinas dessas pequenas janelas desse rude veículo de tração animal, curiosa para saber como seria a tal cidade que escolheu para viver seu resto de vida, Belinda deparou com certas pessoas, com certos traje muito estranho, homens vestido com roupas de couro, chapéu de massa parecido feltro com revolver na cintura cheia de balas, quando não portava rifles de variados disparos, Belinda com suas vaidades gratuitas, diz se sentir excitada com a visão daqueles homens trajando daquela forma, aquilo tudo dava certeza que realmente são homens dotados de grandes virilidades, disse pra sim em voz bem baixinha – deixe eu acabar de chegar, vou passar o sarrafo em todos, vou mostrar a todos machos que o calor da morena aqui é mesmo de cozinhar ovos na cama em noites quentes.
Já estava ciente que esse lugarejo não tinha lei, e mais se parecia com cidade do fim do mundo, antes de chegar no ponto de estacionar e descer esses passageiros, súbito aproxima um senhor e seu amigo sinaliza com a mão aberta pedindo para essa carroça parar e logo de imediato foi avisando que havia perigo ali a frente, rapidamente o condutor cocheiro fez uma manobra com esse veículo e retirou da linha de fogo, a média distância esses passageiros esticaram o seus pescoços somente para ver quando esse ato aconteceria, der repente cinco tiros de rifles se ouviram, o bandido ainda cambaleando acabou caindo ali perto desses passageiros ainda acomodado.
O forasteiro de nome Tomas Bart em desafio qual sacava mais rápido conseguiu acertar dois balaços de colt 38, Jackson Nerd foi fulminado como um inseto que voa rasteiro, o agente funerário estava por ali, imediatamente conferiu as medidas desse corpo para embala-lo em um belo caixão e a família do defunto arcaria com as despesas de funeral e féretro, e logo estará sepultado no deserto ali próximo. Assim foi a chegada de Belinda a Bela City, logo de cara já foi assistindo um duelo de valentes, a carroça coletiva andou mais uns mil e duzentos metros e agora sim puderam anunciar a chegada, lá de cima, no alto do hotel Demis assistiu o desembarque desses passageiro, ficou boquiaberto quando percebeu Belinda descendo suas malas, parece não acreditar no que estava vendo, foi logo conferir de perto, de mostrou muitas alegrias nesse reencontro e até convidou-a para morar com ele, mas só de companhia, como irmãos, assim fora feito.
- Como veio parar nesse fim de mundo? Ficou com raiva da vida? (perguntou Belinda a seu amigo, exigindo respostas)
- Na verdade só vim passear, visitar esses desfiladeiros e montanhas que existe por aqui, fiz um pouco de rapel, aqui tem locais bem apropriados, como você sabe, sofri um acidente de carro, tenho algumas limitações em uma das pernas, leve, não aparece, ninguém nota, mas tenho uma tia aqui, criamos juntos quando crianças, me disseram que foi ela que me criou, considero ela uma pessoa muito próxima, assim como parente de minha família mora por aqui, de qualquer forma não perderia a viaje, mas gostei do lugar, resolvi ficar por aqui, apesar do deserto aqui nas proximidades é um lugar agradável, mas porem cidade muito violento.(Demis terminou as palavras com uma pergunta a Belinda)- e você resolveu ficar por aqui também?
- A princípio estou em período de adaptação, sou uma senhora jovem, quem sabe eu arrume um vaqueiro ou desses pistoleiros que transita por essas vias.
- Porem acho possível, existe muitos homens solitários por aí, certeza você poderá adaptar facilmente (Demis)
- Garanto que se algum desses aí provar de minhas estrepolias, vou fazer um escândalo até acordar essa cidade inteira, vou amansar esses bandidos que desfilam por aí, vim para trazer a paz nessa cidade, seja lá de que forma, esses valentões bigodudos vão se melar como criança comendo mel. Aguarde e verás.
Enquanto os dois conversavam trocando passos até chegar no quarto do hotel, iam colocando em prática todas as peças desse jogo sem pretensos vencedores, mas se encacham, imaginem como ficarão essas noites nesse Saloon, Belinda vai quebrar tudo, assim que chegou dessa viajem cansativa, tomou-se um belo banho e pôs a descansar-se, essa aventura foi mesmo enfadonha, mas devido se tratar de uma jovem senhora, as energias estarão recuperadas rapidinho.
Depois da refeição das onze horas da manhã, assim que encostou a espinha dorsal nesse colchão macio, feito de pena de gansos selvagens, a viajante serrou os olhos e só foi acordar para a vida lá pelas 17:hs00, tomou o café da tarde, lavou suas poucas roupas que se sujaram nessa jornada de estradas poeirentas, os melhores tecidos de vestir estavam em algumas de suas meias dezena de malas, esses belos trajes fizeram questão de trazer, onde ela vai a vaidade vai atrás, logico!... deixar onde? Nos guardas roupas lá a milhares de quilômetros deixados para atrás, minhas roupas estarão comigo onde eu estarei, se ela não disse, certeza, pensou lá com seus botões prateados.
Belinda possuía uma obsessão, já tentou pôr em prática, muitas vezes, mas ficou com medo na hora fatal, outras vezes não deu certo, mas Belinda ainda tentou outras ocasiões, isso já media o grau de loucura que povoava a mente pervertida de Belinda, possuía prazer em matar, matar um homem, para ela era um desejo muito grande, dizia a todos, mesmo em tom de brincadeira, mas no fundo era uma legítima verdade, falava em gestos e bocas que quando esse desejo acontecesse seria o momento do maior prazer de sua vida, o orgasmo mais intenso. Chegando aqui nessa cidade, ao saber que não existe leis, Belinda de imediato pensou nessa possibilidade de levar em frente esses seus planos, já que não correria o risco de ser presa.
Depois de descansada espreguiçou, esticou seus braços para cima e disse no tom de voz como estivesse bocejando:
- Que tenho a fazer nesse fim de estrada? Beber um pouquinho de Uísque, jogar um pôquer a troco de nada, me falta parceiros. (disse Belinda buscando algo a fazer nessas noites cheio de forasteiros; homens de fisionomias nada amigável.)
Súbito entra nesse local onde Belinda estava, Demis, e logo de imediato foi emendando a conversa:
- Você pensa que não existe nenhuma diversão para suas exigências, mas por incrível que pareça, existe sim, vou te mostrar, caso você interessa, até adianto minha fala para dizer, leve seus trajes de apresentar em palco, caso você queira ainda essa noite terá uma chance de dançar ao ritmo de meu piano, que você acha dessa surpresa. (disse Demis informando a Belinda que nem tudo está perdido.)-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Belinda no breve momento não acreditou:
-Preciso conferir essa sua história, pago para ver. (Gargalhadas de desprezos)
- Dentro das 23hs30 minutos vou estar lá no Saloon animando o pessoal que busca alguma fonte de diversão, se você quiser poderá estar me ajudando nessa animação, quem sabe algum desses rancheiros, desses dos mais ricos se arrumará com você, daí uma união matrimonial, logo após morando em uma dessas estâncias e até precisar matar algum forasteiro atrevido que com você querer se engraçar, agressores às mulheres aqui tem de mais, não se esqueça que aqui é terra sem lei. (Disse Demis misturando o real com um pouco de humor)
- Sim... posso até te acompanhar nesse musical, mas porém, você pode até ficar sabendo, se é que não sabe, não estou assim tão necessitada, dinheiro tenho para viver esses meus últimos anos de vida, se caso aparecer realmente esse personagem que você descreve, poderei até pensar no assunto, até me dedicar em uma união, mas somente por diversão, sou bonita, jovem e esse belo corpão, se não se encantar com essas minhas qualidades faço votos que morram solteiros comento capim. (Belinda disse tudo, não mediu as palavras)
Demis e Belinda chegam à casa de diversão, era aproximadamente 00:hs00, tudo pronto, ensaios feitos, instrumentos afinados, Belinda sentou-se bem ali a frente do palco shows, o ambiente já estava quase cheio, a moça ficou admirada com as figuras dali, presenciava em cada persona um revolver e a cintura arrodeado de balas, viu que aquele ambiente era mesmo da força do colt 38, rifles e até carabina, mas ela também estava armada, fixado em uma de suas colchas havia uma pistola e alguns projéteis pronta para fazer fumaça, Belinda não tinha medo de matar, mesmo que algum desses vaqueiros tente forças a barra, poderá receber um balaço, gosto de atirar nas virilhas que é para estragar a macheza pro resto da vida, darei essas lições a certos indivíduos que se acham os bons, se depois que evitar, me esquivar, não insista, porque a coisa pode ficar feia.
Depois de algumas visitas nessa casa de diversões, Belinda já estava bem familiarizada, enquanto Demis e alguns outros músicos comandava a noite de diversão, Belinda e algumas outras garotas de palcos faziam uma coreografia, quando estava para fechar essa casa de diversão, Belinda se apresentava com um número musical os frequentadores desse Saloon se encantavam com essa personagens chegada recentemente, Belinda a melhor dançarina, não tinha nenhum receio de mostrar o corpo e os homens enlouqueciam, queriam ter um caso com a moça com todas as maneiras, cantadas, já nem dava importância, mas planejam realizar seu fantasia macabra e dessa noite não passa, e a vítima estava bem escolhida, poderá acontecer a qualquer momento.
Belinda estava como uma fera armando o pulo em sua presa, Marlon era a caça fácil, o desejo de matar já estava configurado, a artista dará o pulo na ora certa, já à algumas noites esses encontros estavam acontecendo, ela aguardava a hora fatal, certeza que seira agora, faltando alguns setenta minutos antes do encerramento dos trabalhos nessa casa de orgias, Marlon e Belinda sai para o encontro de amores, desceram pelo beco dos pavilhões que demandava o final das casa de moradias, entre o barrando da elevação e a pequena passagem segundaria, ali Maron e Belinda se uniria a um relacionamento sexual, Marlon tomou a iniciativa se aproximando em abraços a tão convidativa moça da cidade grande, mas Belinda se afastou evitando essa aproximação, quando Marlon insistiu em tela nesse mais um caso de amor, Belinda achou que seria aquele momento o ato de sua desforra, quando o rapaz insistiu pela terceira vez, Belinda disse com austeridade, alterado seu estado de humor.
- Eu já disse que não, hoje não haverá transa, resolvi desistir, quero voltar. 'disse Belinda se esquivando'
O rapaz estava muito impossível, Belinda ergueu o vestido e retirou de suas colchas uma arma, com essa pistola na mão, Belinda começou a dar as ordens e o rapaz obedecia perante a mira dessa pistola, a moça gritou bem alto dizendo:
- Eu já disse, afaste se, e não toque em mim senão eu atiro, hoje eu não quero nada com você. disse em seguida disparou um projétil não para acertar, só para passar medo, enquanto o rapaz chorava e pedia por clemencia para fosse afastada a arma, em seguida Belinda acerta dois disparos no rapaz, ciente que já estava morto com esses disparos ela se vira de costa ciente que havia concluído seu desejo e vai embora sozinha deixando Marlon agonizando estendido no solo em uma poça de sangue, isso foi presenciado por populares que por ali transitavam.