quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Fredy e Irene; os falsos pastores.

 

SENHOR FREDY E SENHORA IRENE

Antônio Herrero Portilho

 

Ao acordar pelo meio da noite, Fredy e Irene em seu leito conjugal passavam longas horas conversando e colocando os planos em dias, não acendiam as luzes do quarto, nem a do abajur, preferiam ficar em completa escuridão, não percebiam nada em seus redores, diziam que descansaria os olhos das luzes fortes, dos refletores, do grande show que haverás apresentado até a meia noite anterior. Acordados noite afora comentando tudo que houve acontecido naqueles eventos ao qual eles participavam; ela como cantora gospel ele como pregador da palavra de Deus.

Dona Irene: pessoa muito temperamental, possuía um gênio forte, sempre insistente em seus objetivos, as vezes os assuntos tão banais, comum entre marido e esposa, acabava em argumentos que levavam em discórdias e desavenças.

A vida conjugal deles para o público, não seria nada da aquela relação que acontecia a quatros paredes, ela pessoa muito vaidosa, fazia planos mirabolantes, o dinheiro que arrecadavam em dízimos e ofertas rendiam milhões, suas contas bancárias ficavam abarrotadas de tantas doações de fiéis e seguidores, suas fortunas aumentavam da noite para o dia seguinte, conseguiam convencer os irmãos da necessidade de pagar o dízimo ou oferta, com apena alguns gritos e discursos baseados das leituras da bíblia, as quais seriam acrescentadas em algo que não condizia com o texto, agiam assim com o intuito de enganar ainda mais os irmãos.

Durante todo o tempo em que estavam repousando em sua cama, e no decorrer da noite, iam relembrando os fatos acontecidos durante aqueles eventos.

Dona Irene recordou daquele caso, entre tantos, esses destacavam com amais importância.

Naquela vez, que se apresentavam em uma cidade no norte do país ouve uma história muito marcante, uma senhora viúva idosa, mas milionária foi indicada por alguém que trabalhava nas montagens e desmontagens de palco, mandou chamar o casal de pregadores a mando desta senhora esperançosa pela cura de um mal; doença incurável, através do recado que chegou aos ouvidos do então missionário, dizia ser muito importante, certo que lhe renderia uma boa soma em dinheiro, assim o Missionário interessou imediatamente.

 A senhora viúva se apresentou dizendo estar desenganada pelos médicos. Através de exames havia descoberto um câncer localizado em uma região do abdome, que estava causando muito sofrimento. Não havia mais cura, dentro de alguns meses lhe levaria ao óbito, comentou ao Missionário que abriria mão de uma grande fortuna, para obter a cura deste mal, ela o procurava pela à fama devido às curas extras ordinárias que havia praticado outrora, sim! Mas, isso é o que ele dizia meio a variadas mentiras.

Durante alguns dias, a senhora participou de várias orações de cura, mas porem continuava o tratamento com o médico, certo que tratamentos para este tipo de doença, em algum caso acontecem uma melhora, até parece que curou, mas a doença logo retorna com mais força.

No momento que a doença deu sinal de melhora senhor Fredy assumiu para si os méritos, dizia a aquela pessoa que já estava curada, Jesus havia feito mais um grande milagre, pelas mãos dele “Missionário S.r. Fredy” e se gabava, aproveitava da situação e se pronunciava autor dessa cura, fase que o câncer mascarava uma melhora circunstancial, se houvesse alguns méritos, seria dos médicos, com tantas horas de dedicação com esta paciente.

Logo, na próxima oportunidade, em que exibiram em praças publica, providenciou a ida da idosa ao culto, e apresentou como curada desse terrível mau, dizia e se orgulhava cheio de falsas euforia, mas, tudo era intensão de conseguir mais credibilidade em seu curandeirismo fajuto.

Assim ele levou uma boa soma em dinheiro.  Com a promessa da cura daquela viúva milionária, apenas a iludiu com falsas crenças aproveitando da boa-fé desses esperançosos crente em Jesus, ali se via o  puro charlatanismo, esse casal de missionário sempre praticavam este tipo de estelionato, mas as previsões dos médicos eram categóricas, antes de vencer o prazo de vida, que os doutores da saúde tinham estipulado, veio confirmara o óbito da senhora idosa paciente desse mal incurável visto pelos conhecimentos da ciência, isso confirmou com exatidão que o milagre dito pelo casal de religiosos não passavam de uma grande falsidade.  

Pelo o decorrer da noite eles divertiam com os ocorridos nas últimas pregações de cura e libertações, nos cultos, enquanto levaram a palavra de Deus, Irene e Fredy zombavam das inocências daqueles povos simplórios.   

Dona Irene gargalhava, zombava daqueles crentes quando relatava aqueles fatos ocorridos que ouve aqueles cultos, e dizia em tom de zombaria dizendo o quanto era fácil tirar dinheiro desses otários, lembrou daquele senhor, chorando de frente o balaio de ofertas, deixou todo o seu suado salário em nome de Jesus, e de volta para seu lugar no banco dessa igreja de mostrava seus bolsos às avessas provando que estava consciente de que praticou a doação do dízimo, esse pastor Fredy aproveitava a cena para pregar dizendo da obrigação de contribuir com a coleta do dízimo, nesse momento a igreja em toda se levantava dando glórias, aquele povo movidos por tamanhas imbecilidades.

 Dona Irene agora longe destes acontecidos, em sua casa, em seu leito de dormir ria e se divertia ao relembrar estas cenas, ria tanto, que até perdia o fôlego enquanto esses cristãos os idolatravam tanto, assim esse casal de religioso aproveitavam o máximo para tirar vantagens desses idiotas movidos de um fanatismo exacerbados, ainda oravam, com muito fervores enquanto esses mensageiros de cristo aumentavam mais e mais suas contas bancárias.

Irene e Fredy se vangloriavam de seus poderes de convencer esses pobres coitados aculturados convertidos a essas seitas cheias de enganações.

Assim como essa, e outras dezenas de acontecimentos que servia de divertimento, para a senhora Irene que se usava de deboches e galhofas enriquecendo às custas do suor dos irmãos obedientes contribuidores dos dízimos e ofertas.

Dona Irene e S.r. Fredy, na intimidade de seu quarto escuro, em quanta procurava driblar a insônia, continuava a relembrar os acontecimentos, mas havia uma necessidade de se repousar bastante, pois no próximo fim de semana haveria mais um evento, ao qual apresentariam muitos artistas do gênero religioso, teriam que se apresentares em formas, para mais destes shows de músicas religiosas e celebração da palavra de Deus.

Postado 22 de janeiro 2012

Antônio Herrero Portilho

terça-feira, 14 de outubro de 2025

Assim nasce um homem - 3

 

ASSIM NASCE UM HOMEM - 101025

 

Sendas da Nova Aurora, um lugar distante da civilização, bem ar retirado dos grandes centros comerciais, uma pequena cidade de gente simples, pacata, o tempo passava calmamente, poucos tinha o conhecimento do que acontecia do outro lado desse nosso mundinho, as vezes moderno. Contrário de Sendas de Nova Aurora, tão longe que parece que estava além das margens do desenho cartográfico que desenhava esse mapa, esses habitantes, povo sempre envolvidos na lida do campo, a criação de gado, pequenas extensões de terras para o agro e até pecuária de bovinos grandes portes, o cultivo dessas diversas lavouras, o preparo desse solo ainda nas forças animais, cavalos ou bois de grandes portes.

Aos fins de semanas todos aqueles homens do campo regressavam para seus lares, hora de viver o lazer, se é que havia por ali algo para se divertirem que não passasse de pesca, Pico nique nas florestas nativas e nadar em grandes lagos e riachos, futebol no campinho de chão batido, os demais envolviam com seus credos religiosos, ir à missa nos domingos de manhã, outros tipos de culto e religiosos, por exemplo; Luterano.

As moças tinham o costume de fazerem cavalgadas, os grupos de meninas saiam por aí montadas a cavalos e até tomar banho de cachoeira, vez em quando as notícias corriam aos ouvidos dos fofoqueiros, diziam que Nego João voltou a fazer vítimas, quando o grupo de moças estavam desmontada de pés em solo firme, próximo a cascata desse largo rio, percebendo a presença dele escondido naqueles arbustos, ai todas saiam em disparada carreira, medo de serem estupradas, eu comparo Nego João como um Leão atacando um rebanho de gazelas, sempre uma das mais belas acabava sendo presa de Nego João, pronto!... mais uma desvirginada, mas também não era assim a base da brutalidade, as pegavam nos braços, levava para sua cabana bem ali nas imediações, a princípio nada mau segurava a vítima, conversava, dava muito carinho, sabia lidar com essas situações, depois que a moça estivesse mais à vontade, calma, com jeitinho e com muito carinho, as vezes até com o consentimento da moça, o coito acontecia, muitas delas até agradecia os feitos de Nego João, até comentavam que Nego João era realmente uma boa pessoa além de se tratar de um negro forte e imagem muito bonita, até se mostrava desejos de repetir com Nego João toda aquela aventura.

Os pais ficavam muito furiosos, sempre diziam em matar Nego João, mas depois que passavam alguns dias aquele discursão esfriava e o tempo continuava em seu curso vagaroso devido a simplicidade daquele povo.

Alguns pais cheios de fúrias expulsavam de casa suas filhas ao saber que as tais foram violadas, assim sendo essas pobres criaturas ao se ver desamparada, logo iam procurar abrigo na zona de meretrizes, Dona Beatriz acolhiam dando todo conforto, mais uma cafetina para o reduto de dona Beatriz.

Impressionante a postura daqueles chefes de famílias, as filhas  eram educadas para se conservarem virgens até o casamento, caso houvesse algum  defloramento ou rompimento da castidade, as punições seriam severa, muita pena imposta a esse ato, contrário dos filhos rapazes, esses pais de família fazia todos esforços possíveis em encaminhar a uma profissional do sexo, a fim de dar iniciativa a vida sexual desse jovem, para aqueles pais aqueles feitos demostravam muita honra, enquanto a primeira vez da menina, fora do casamento, eles viam como uma desonra, com toda ignorância  expulsavam de casa, ai as garotas procuram abrigo na casa de dona Beatriz; a dona do grande Cabaré que por ali existia.

Segunda parte

Depois que Dona Beatriz partiu dessa para a melhor, aquele redevu nunca mais foi o mesmo, muita bagunça... não me lembro de uma prostituta tão bem organizada como Dona Beatriz, isso depois que o sexo deixou de ser prioridade na vida dessa criatura, outrora linda e cheia de formosura, nos dias atuais próxima a hora da morte, passou a levar a sério as administrações desse puteiro, tricô, crochê e artesanato já foi provado, não é sua vocação, prefere passar o tempo revirando esses arquivo que ainda guarda o passado dessa vida pecaminosa, arrumando as pastas, grampeando os documentos mais antigos, organizando essas prateleiras com fichários de movimento de caixa desse estabelecimento, compras para abastecimentos de estoques, principalmente bebidas e móveis para o salão desse bar.

Beatriz no longo de sua vida, gozou de muitas glórias, isso não tem como negar, já abalou muitas estruturas familiares, até muitos casamentos foram desfeitos, não por iniciativa dela, não tinha culpa se esses esposos maus amados a procuravam, mais erotismo tornando esse leito cheio de malabarismo sexual, mais intensidades em suas relações, ficar só no papai e mamãe não dá.

Já foram revelados em segredos de travesseiros, muitas dessas esposas companheiras só praticavam seus atos sexuais de luz apagada, mesmo com a chave apontando, direcionada as vezes, nessa escuridão até fica difícil encontrar o buraco da fechadura, nesses casos terá que acionar a lingueta para fechar 0 círculo do amor com o mesmo objetivo determinado; corpos entrelaçar em relação.

Com Beatriz tudo ficava as claras, seus parceiros tinha a chance de tocar com as mãos esses frutos que representa a beleza feminina; apalpar e até chupar essas melancias saborosas, vermelha super suculentas que estava incluído nas frutarias de Beatriz.

Naquela época os pais de filhos adolescentes pagavam altas somas para que seus filhos tivessem a primeira vez, tirar o cabaço como dizem os modo mais rustico de tratar a virgindade em ambos sexos, Beatriz adquiriu uma considerada fortuna com esses trabalhos, muitos ricos fazendeiros pagavam altas somas em dinheiro para esses feitos, e sentir orgulhoso da confirmação de que seu filho agora é realmente um homem de verdade, não por escassez de mulher, sim pelo fato desses casamentos se realizar com noiva virgem, por ordem religiosa teriam que se casarem depois dos vinte anos (20) daí a dificuldade desses jovens se realizar sexualmente, as noivas teriam que levarem para o leito nupcial, o selo de pureza como honra de serem virgens,  caso o noivo postulante percebesse algum passado nebuloso de natureza sexual nas insignes da recente esposa, desistiam no ato, mesmo em leito nupcial, já ouvi dizer em até assassinato quando a noiva não se apresentou totalmente virgem.

 Fato muito comentado naquela época de um pai chamou    seu filho com idade de iniciante a vida sexual, a cima de quatorze anos mais ou menos.

Disse ao filho.

– Tome aqui cem reais-100,00 Cr$ para você ir na zona, vai logo rapaz, já está na hora de você se fazer homem.

- Obrigado pai, já estou indo.

Quando seu filho voltou, pai foi logo perguntando.

-Meu filho, transou lá com a Beatriz, como foi? tudo certo? não minta, vou confirmar com ela. (essas indagações do pai)

Tudo bem?

- Foi ótima minha primeira experiência sexual, mas não foi com Beatriz.

- Não foi com Beatriz, então com quem foi? (Perguntou o pai em estado de fúria)

- Vou te contar. (Disse o menino)

- Então, a quem você pagou aqueles cem paus 100,00 Cr$?

- Paguei pra vovó, já estava a caminho, paguei esses trabalhos para a vovó, fica tudo em família.

- Filho da égua, vou lhe dar uma surra, você comeu minha mãe?

- Uai meu pai, você também come a minha.

Beatriz tinha muitas histórias pra contar, quase meio séculos de vivências nesse ramo, sempre teve muito amor pra dar, quando o rapaz não tinha a quantia total do preço pelo programa, era só implorar um pouco e com poucas palavras de insistência misturado com chamego ela se rendia aos caprichos de um homem.

Essa senhora comerciante de sexo em momentos muito nostálgicos  até faz verter algumas gotas de lágrimas tal era sua melancolia devido essas memórias desses  belos momentos já passado, ainda não se esqueceu daquele tímido rapazinho que procurou  essa rainha dos prazeres, pedindo e até implorando seus serviços, só uma iniciativa, pontapé inicial, em sua vida sexual, tratava se de uma criaturinha realmente completo de candura, um moço puro, até inocente, como eu poderia dizer; um livro aberto sem história, mas, suas fantasias erótica fixava somente na figura da mulher e sexo, apesar da tenra idade, possuía uma fixação pela vagina, seu maior desejo mesmo era ter uma mulher em seus braço e seus desejos compenetrado, ele não poderia esperar muito tempo, seus hormônios nesses dias, nessa idade de transformações, estavam explodindo, em mil megatons, parecia um festival de fogos de artifício   

Beatriz efetuou seus trabalhos com todo profissionalismo, habilidosa, nessa época ela era possuidora de um corpo lindo, maravilhoso, não havia quem não encantava com essa linda e jovem mulher, esse rapazinho foi premiado com as maiores delícias sexual, muito carinhosa com o moço, ela nesse momento salvou uma alma para o paraíso celeste, em meio os sexos, convexos e conexos, o iniciante jovem Jason se perdeu naquelas curvas tortuosas, mas benéficas e salutar, essa Deusa adorada oferecia, ainda que fosse gratuitamente, na verdade nesse momento o amor acontecia justamente da forma que deveria ser feito entre um homem e uma mulher, depois desse encontro Beatriz voltou a repetir essa façanha muitas outras vezes, com esse mesmo recente iniciante de vida sexual, ela percebeu e até disse em poucas palavras,

 -  Você Jason é realmente um ótimo amante, acho que você aprendeu as lições com muita precisão.

(Disse o rapaz já iniciado) – Ah qual nada minha querida...  minha jovem Beatriz, só estou seguindo à risca sua apostila em que você me ensinou... é que você só me inspira Tesão. Na verdade Beatriz está tendo uma leve caída pelo jovem Jason, parece que a professora está se apaixonando pelo seu aluno.

O tempo passou e essa senhora comerciante do sexo sempre permaneceu nesse endereço, nesse município de Sendas de nova Aurora, o passar dos meses, o correr dos anos não desgastava a formosura de Beatriz, sempre bonita de corpo perfeito, todas medidas simétricas era o que destacavam aos olhos de seus admiradores, parecia que o modo de viver dessa senhora fazia com que suas formas e estéticas conservava sua jovial aparência, como malhar intensamente em uma academia.

Beatriz ficou sabendo por fontes muito segura e verdadeira de uma amiga que em bate papo informal nessas quase três décadas já passadas aquele tímido rapaz que um dia se apresentou em frente a essa profissional do sexo, pedindo socorro para seus problemas sexual.  

Nos dias atuais está vivendo em algum lugar desse mundo, atualmente Jason está residindo na capital desse país, hoje um senhor muito honrado, vive um matrimonio de fidelidade recíproca, um lar abençoado repleto de amor, essa união também repleta de harmonia de casal perfeito, são pai e mãe de sete filhos obedientes e bons filhos, estudam e sempre são premiados pelas suas dedicações cultural, para Jason   esse é o seu bem maior; sua família, sua casa de puro amor.

É assim que nasce um grande homem, Jason e muitos outros rapazes que passaram pelo crivo de Beatriz, hoje possuem seus lares e família assim como aquele rapaz tímido que um dia se curou desses males que muitas vezes prejudicam o crescimento de um jovem, psicológico ou saúde física.

Nesse mundinho a parte, a vida acontece lá fora, esse tapete verdejante que estende quilômetros por quilômetros de mostra o que há de vir por esses meses reservados para a colheita, colher esses frutos da terra reserva-los em silos dando o calor necessário para atingir a qualidade de exportação, é das lavouras mecanizadas tecnologicamente, mesmo sendo agricultura familiar trabalhado do modo mais rustico com ferramenta quase artesanal nesse cultivo neste solo fértil, daí gera os recursos, dinheiro em grandes somas enriquecendo e trazendo riquezas para essas pobres localidades firmada nesses ermos de mundo.

Dona Beatriz fez parte da cultura desse povo, nos fins de semanas ir a zona era costumes arraigado na vida simples dos homes, os poucos divertimentos que havia por ali era esse único para esse povo, pagar caríssimo por uma cerveja divertindo com as meninas cafetinas, caso não tivesse esse tipo de divertimento, aí a cidade teria que fechar cedo, não restava outros divertimentos. Beatriz; a grande prostituta morreu, mas deixou esse legado para essa comarca, agora outra gerência  está  conduzindo essa casa de diversão, mas, muitos costumes daquela época, hoje já não pratica mais, os rapazes e a moças, nos dias atuais estão muito mais liberados para as atividades sexuais, muitos casais de namorados começam bem cedo a se relacionar sexualmente, enquanto que ninguém mais interferem na vida desses adolescentes, nem seus pais tem mais a autoridade sobre seus filhos, isso se tornou muito normal, estamos vivendo a evolução das espécies.

 

antherport/06/11/23

GUSTAVO, O PADEIRINHO SEDUTOR

 

Gustavo o padeirinho e a moça da lojinha dos preços populares.

 

A aventura continua.

 

 Magda trabalhava na lojinha de preços baixos, as portas deste estabelecimento de utilidades e sovines, fazia parte do mesmo prédio que havia um comércio de depósito de materiais de construção, mas o salãozinho dos preços em contas vendia mesmo tudo a preços baixíssimo e o freguês levava de graça um sorriso maravilhoso e simpático desta vendedora balconista que mais parecia a rainha da beleza.

 

Essas Angelina Jules dessa era, ou quer dizer; século não chegava aos pés da loucura de mulher, um corpão!!!... E ainda mais, gostava de vestir com calças, ou shortinhos agarrados que moldava todas aquelas curvas fantásticas e desejosas, uma doçura de garota, encantava a todos tanto indo como voltando, frente verso...

 

 Nós senhora que lasca racha!!! Coisa de louco! ... Essa moça, todos queria, todos a desejavam nem que fosse um minutinho com Magda, mas vá se em só olhar e lamber os beiços... Essa beldade não andava por aí dando mole, só saia se o cara fosse mesmo de seu agrado, esses Miguelzinho que se atrevesse qualquer que seja algum assédio já levava não de cara dura, ela nasceu em família de religiosos e ainda conservava os costumes obedecer aos pais que os mesmos disciplinava estas duas moças; Magda e Aline debaixo de muito regime assim como era exigido na igreja, obrigava todos obedecerem às normas do catecismo.

 

 

Essas Angelina Jules dessa era, ou quer dizer; século não chegava aos pés da loucura de mulher, um corpão!!!... E ainda mais, gostava de vestir com calças, ou shortinhos agarrados que moldava todas aquelas curvas fantásticas e desejosas, uma doçura de garota, encantava a todos tanto indo como voltando, frente verso.

Ele sabia de tudo, mas fazia de conta que estava tudo bem... E se passava por inocente, assim lhe doía menos suas chifradas impetuosas e tempestivas, diziam as más línguas que Brandão estaria ameaçando de morte o padeirinho Gustavo, ele não podia nem lembrar que sua esposa dividiu a fruta com o tal, tão obcecado que até não come mais pães só pelo fato de seu traidor ser padeiro.

Brandão sempre carregou com sigo a tendência a homicida, o padeirinho que se cuida com este demente compulsivo, muito mais quando se tratava em carneação, coisa de louco mesmo!!

Gustavo quase não tinha mais tempo para nada, estava centralizando atenção na construção de seu estabelecimento que logo estaria em faze de acabamento, os pedreiros davam o duro para terminar a obra no tempo combinado.

Nesta sexta feira chegou logo de manhã, assim que os pedreiros começaram seus horários de serviço, o mestre da obra pediu que Gustavo providenciasse um relatório de materiais, assim como materiais hidráulicos e outras peças de cerâmica e como o deposito mais perto estava bem ali no mesmo endereço que trabalhava Magda a menina mais bonita deste bairro...

Magda estava de olho no padeirinho, enquanto que o padeirinho já contava com fato consumado, só faltava a conversa configurar.

Nessa manhã essa moça estava arrumando as mercadorias nas prateleiras do estabelecimento quando ouviu lá do outro lado da parede que demandava os materiais de construção, a voz que ela mais conhecia, era a fala de Gustavo que no balcão comprava as peças de encanamento para sua construção,

Magda prestava atenção em toda a conversa de Gustavo enquanto dialogava com o vendedor que assim conferia a lista:

- 03 torneiras cromada, registro de água 02 rejunte, cimento, argamassa mais 6 metros quadrado de piso porcelanato, esse é para o banheiro.

Gustavo apenas confirmou e aproveitou para perguntar se havia possibilidade de indicar onde ficava o banheiro deste estabelecimento, que precisava usar o.

Magda ouviu muito bem e ficou na expectativa, pois o banheiro situava no corredor bem ali nos fundos da loja que trabalhava, por sorte dava para avistar muitas cenas exibida ali neste toalete masculino, e pela fresta da porta entre aberta assistiu Gustavo quando urinava na bacia sanitária, Magda se encantou com o que viu neste momento, admirada com o que era de posse de Gustavo, ela ficou pasma, não tirou os olhares até que o padeirinho chocalhou o bastão assim até que pingasse as últimas gotas, Magda viu e atestou com seus próprios olhos que ali havia em abundância daquilo que ela estava procurando.

Gustavo guardou para dentro da calça aquele enorme pinto flexível tremulante, em seguida conseguiu acondicionar os grandes testículos formando um grande volume no alto das virilhas assim como era de costume, Magda assistiu tudo com aqueles olhos que a terra haverá de comer, e só imaginava ter aquilo tudo só para ela em seus devaneios.

Á partir de agora não mais ficaria só em sonhos, todo seu pensamento passaria ser obcecações. Terminando toda aquela visualização às encenações de Gustavo, a moça sentiu que o fundo de sua calcinha ensopou de algo pegajoso e morno, sua bocetinha ficou toda inundada, lubrificada lacrimejando de um breve orgasmo, foi ao banheiro e limpou-se com uma toalhinha descartável, enxugou toda a extensão daquela fresta vermelha como uma fruta adocicada, olhou de perto aquela gosma que mais parecia baba de bebê, cheirou, depois jogou na lixeira e disse em pensamento:

- Tudo culpa daquele padeirinho tarado, você me paga Gustavinho a disse com expressão de vingança.

Logo voltou ao comando de seu serviço, Magda ficou na porta para assistir à partida de seu amado, mesmo que seja só em pensamento.

Os rapazes dos carregamentos e descargas providenciaram a entrega no endereço anotado, enquanto que Gustavo saiu com seu carro em direção ao centro da cidade, mas naquele corre, corre às pressas, Gustavo deixou cair um documento, era o cartão do CPF, Magda assistiu quando caiu, ele quando saiu não viu que estava perdendo este documento, ficou de entregar pessoalmente quando ele retornar ao trabalho.

N’outro dia a moça desce a rua pela calçada em que está construindo a obra do padeirinho, e veja lá quem está estacionado bem ali, Gustavo o padeirinho, Magda passou, cumprimentou com bom dia e aproveitou para perguntar:

- Que mal eu te pergunte meu rapaz, você não perdeu nenhum documento ontem quando comprava na loja de material de construção... Não é? A moça firmou as vistas em seu rosto com admiração.

- Pois é e não é que perdi mesmo, foi o meu CPF, perdi sim, por quê? Você o achou? Apalpou os bolsos e tirou a carteira. A moça insistiu que ele prestasse atenção em sua fala, e disse:

- Sim está aqui, pode conferir se é esse mesmo, disse a ele com um sorriso de simpatia.

- Olha! Eu vou deixar o meu telefone anotado neste papelzinho aqui para quando você perder os seus documentos, você me ligar para que eu o procure, eu adoro procurar estas coisas de homens, me estimula, e exista pôr as mãos nesses seus documentos, vou te procurar, pode ser assim?

E entregou a anotação com ar de como se estivesse entregando não só o telefone, mas tudo de si e finalizando com um gesto na mão tirando de sua boca um beijo e entregando a ele este padeirinho comedor de meninas inocentes...

Aí ele fez um gesto de positivo a ela que ao mesmo tempo respondeu como tivesse confirmando suas propostas.

- Me liga tá, estarei aguardando, hoje é minha folga, tenho muito tempo pra tudo, não vou trabalhar, tchau meu amor.

O padeirinho pensou lá com seus botões e zíperes:

- Essa já está no papo, não demora nada vai sentir todo o poderio do tão famigerado Gustavo o confeiteiro; eu a seu dispor... mal posso esperar.

Gustavo perdeu alguns minutos com olhares fixos naquele corpinho cheio de pecado, ele continuou estático ali na calçada observando o balançar daquela bundinha deliciosa desta lindeza de nome Magda, de passos cadenciados desaparece ao virar a esquina, e o padeirinho volta a seus afazeres na obra.

Hoje Gustavo está inspirado, certeza que o bicho vai pegar.

O cunhado de Magda; senhor Brandão esposo de Aline sua irmã gêmea, está perturbado é que Aline saiu hoje cedo não se sabe para onde foi, e o Senhor Brandão está com a mente suja, com uma pulga atrás da orelha imaginando que Aline está fazendo alguma coisa errada, deixou o programa nas direções de outro profissional na rádio em que trabalha de locutor, só para procurar Aline, para ele Aline está mesmo nos braços de algum rapaz por aí nesses motéis, e por motivo de Gustavo ter tido um alguns casos com Aline, o suspeito número um é o tal padeirinho Gustavo, esses pensamentos de desconfiança está deixando o cara supere nervoso é hoje que ele vai cometer este crime que tanto fala por aí em bocas pequenas,

já procurou por vários motéis para descobrir se caso ela estava em algum desses e toda procura foi inútil até agora.

Enquanto Brandão estava louco varrido, Gustavo se esbaldava no hotelzinho mais próximo dali onde eles moravam, distanciava mais ou menos um seis quilômetro, logo adiante do alagadiço; um pequeno pântano.

Gustavo e Magda passaram horas memoráveis, Magda foi comida de todas as posições já inventada, a cada intervalo saboreavam um lanche, bebericava alguma cervejinha e algumas doses de bebidas fortes.

Para surpresa de Magda a camareira; a moça que servia pela janelinha discreta, pelo que ela entendeu era a sua maior inimiga, devida se tratar de uma grande linguaruda e invejosa, na verdade está amiga de Magda que trabalhava de arrumar as camas e limpar os quartos, sempre fofocava tudo que sabia para o namorado desta agora amiga de Gustavo, ela ficou enfurecida quando leu um bilhetinho que veio junto com o drink dizendo que contaria tudo para o namorado de Magda.

Essa parceira de Gustavo não se importou muito com a ameaça e continuou com seus atos libidinoso e delicioso, Magda que dava as cartas, ela queria assim, daquele jeito, deitada por baixo de pernas abertas, hora vinha por cima de cócoras.

Na verdade, essa moça estava mesmo esfomeada, gostava mesmo de rolas grandes e roliças, assim como Gustavo lhe oferecia com muito prazer.

Terminaram a seção de sexo ardente foram ao banheiro e tomaram um belo banho pegaram suas roupas e se vestiram pronto para pegar o carro para retornar para suas casas, ela só aguardaria a bronca do namorado, pois a camareira disse que contaria tudo, mas Magda vingou de uma maneira bem apropriada.

Enquanto Gustavo dava partida no carro a moça ainda estava no quarto.

Gustavo não sabia por que ela ainda ficou no quarto, mas logo que saiu ela contou que pelo fato não gostar e brigar muito com a camareira, Magda juntou aqueles forros e cortinas e travesseiros em cima da cama e fez xixi encharcando tudo aquilo desta sua urina só para que sua inimiga empregada desse hotel ter bastante trabalho e sofrer para limpar tudo.

Quando Gustavo saiu pela portaria logo percebeu que havia muitos animais ali na pista, eram as capivaras que viviam nesse rio que passava bem ali, esses animais roedores tem o hábito de pastar em grandes turmas (vara).

Gustavo atravessou no meio desses animais e grande foi a surpresa, ele percebeu que o Senhor Brandão estava ali estacionado bem perto do motel e vendo que Gustavo saía viu esta acompanhante e já imaginou que seria sua esposa, tudo possível, ambas gêmeas.

Sua esposa Aline cunhada saiu e não havia aparecido em casa nesta manhã, ficou louco babando, tirou o revolver e começou atirar tentando passar mas os bicho tomou toda a pista e ele quase não conseguiu alcançar, Brandão atirava nas capivaras para elas saírem da frente, até andou matando algumas meias dúzia deste bicho, mas seu Brandão estava de azar, a viatura do IBAMA estava por ali por perto e quando o comando ouviu os tiros acelerou a viatura e tentava pegar Brandão por ter cometido um crime ambiental, Brandão tentava pegar o moço que saiu do motel suspeitando que sua esposa estava traindo com Gustavo.

Logo ali a uns 900 metros os carros pararam e o sargento Florestal saiu da viatura e foi logo perguntando:

- Vocês podem me explicar o que está acontecendo?  que porra é essa? digam aí.

Brandão respondeu que sua esposa estava o traindo com o rapaz do carro da frente, Magda saiu do carro de Gustavo e disse que ele estaria engando, não sou sua esposa, sou sua cunhada irmã gêmea de sua esposa, tá explicado senhor Brandão, sou maior de idade, vacinada, diplomada e saiu com bem eu quiser, o senhor não tem nada com isso, sua esposa Aline nessa manhã acompanhou a mãe até a celebração em horário de vigia, ela tá lá na igreja orando com minha mãe, agora vá pra casa esfriar esta sua cabeça meu cunhado preocupado.

O sargento Florestal disse:

- Ir pra casa uma ova!!!... Ele vai ter que me explicar esta matança de animais, você vai ser processado e pode até pegar uns anos de cadeia para o senhor largar de ser besta, vamos você está preso senhor Brandão, pode entrar na viatura, vais dizer toda esta história para o delegado.

Gustavo seguiu em frente com sua garota mais linda e gostosa desta cidade.

Magda aproveitou bem seu dia de folga, agora se inteirou como Gustavo faz sexo tão gostoso.

 Aline está orando na igreja... vai saber... se tá mesmo, a faxineira do Motel e inimiga número um de Magda, agora terá uma enorme trabalheira, só pelo fato de não manter sua língua quieta, poderia estar livre desse castigo, terá que lavar as roupas de cama, cortinas, travesseiros, Magda comprometeu o serviço desta faxineira linguaruda. deixou suas marcas ali naqueles tecidos branquinhos e alvos.

Assim termina mais uma aventura de GUSTAVO; O padeirinho sedutor.

 

 

 

 

 

 

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