segunda-feira, 24 de novembro de 2025

VIAJANDO PELOS SERTÕES - COMUNIDADE QUILOMBOLA

 


Viajando pelos sertões
(COMUNIDADE QUILOMBOLA)

 

D

essa vez Zé de Sousa se prepara para voltar visitar seus

familiares que ficaram nos distantes rincões desse país, localidades assim como de mostra os desenhos nos mapas geográficos.  

Conforme as divisas territoriais, uma pequena aldeia, descrevendo sua terra natal que um dia deixadas para trás, se mudou para cidade grande, conhecer novos povos, novos costumes adquiridos nessas grandes cidades.

Zé é descendente de escravos de origens africanos, seus ancestrais sofreram os açoito da chibata presos ao tronco frentes as senzalas, uma mancha suja na história do nosso país, vestido de pele diferente da maioria desses homens imigrantes Europeus, orientais e ruivos dos Alemães, agora sentirá a dificuldade em se misturar em meio a essa sociedade racista, preconceituosa esquecendo que somos iguais nas essências.

 Chegando nessa capital desse estado, através de algumas informações concluiu que a jardineira rumo ao lugar mais turístico do desse país verde amarelo, partirá dentro de alguns minutos.

Zé de Sousa deixa o conforto de sua sala de trabalho para embarcar nessa aventura emocionante, diz ele que até poderia pegar um ônibus melhor, mais confortável ou até vias aéreas às cidades mais próximas desse ponto final, mas resolveu sentir a proximidade da natureza e aproveitando para fotografar algo

interessante a beira dessas estradinhas de chão batido, infelizmente Zé de Souza foi mal informado, esse veículo de transporte passageiro é clandestino e as condições péssima de acomodações.  

- Já fiz a burrada, agora tenho que aguentar. Disse ele em tom de arrependimento.

O ônibus, se é que posso chamar isso de veículo de passageiro, carregava todo tipo de gente, até os costumes desse povo interiorano viajava por esse destino.

Havia nas partes dos fundos dessa jardineira, gaiolas de passarinho, amarrada pelas duas pernas, algumas aves domésticas, fazendo altos cacarejos, até uma cachorra de pequeno porte presa pelo pescoço guiada por um pedaço de  corda, dentre vários sacos de roupas superlotados substituindo malas de viajem empilhado nos cantos dessa embarcação, nesses espaços que sobravam às cantorias de alguns músicos, batendo bumbo, tocando pandeiro, sanfona e violão, atrapalhavam no corredores por onde usariam para se movimentar dentro dessa condução.

Logo depois de percorrerem um pouco mais da metade dessa viagem, Zé de Sousa já quase pedindo que parasse a condução pra depois descer e arrumar outro meio de transporte passageiros, felizmente no momento que o motorista condutor, sem perder a atenção nas trilhas de rodagens, disse com peito estufado, até parece que escutou os reclames de Zé quando dizia ao amigo do lado.

– aguardem mais um pouco para esse ponto final, a viagem é sacrificante, mas é isso que temos por enquanto, daqui a mais ou menos uns dois quilômetros daremos uma parada, estacionaremos a beira da estrada, teremos que arrumar a carga e esfriar o motor desse veículo por alguns instantes , se alguém precisar tirar a água do joelho, pode ficar à vontade, dá tempo, evite aquelas necessidades solidas mais demoradas, poderá atrasar muita a viagem, não temos toaletes a bordo, só as moitas e capinzal dessas paisagens poderão barrar a visão dos curiosos indivíduos de pescoço e olhares compridos  que se nutre de situações como essas feitos a céus abertos, isso é o que temos a oferecer  por momento.

- Ainda bem que não perdemos nenhum dos pneus, e o motor não deu aqueles pifes como das últimas viagens, parece que a revisão valeu a pena, santo mecânico. Disse o ajudante dando glórias pela viagem estar correndo em paz, conforme o que eles pensam.

Zé de Souza ouviu essa conversa particular do piloto e copiloto e ficou sobre alertado, nunca poderia ser mentira o rumo dessa prosa, pois eles eram os protagonistas principais dessa aventura, mas felizmente José de Souza ainda conseguiu voltar ao cochilo, difícil conseguir pestanejar dentro desse tumulto feito lata de sardinha coletiva de passageira. 

A maioria desses passageiros saltaram porta fora no momento que o veículo parou, o moço que ajudava o motorista em alguns imprevistos a ponto de tomar o volante, correu foi logo colocar um calço nos pneus para ajudar o carro ficar parado, se diz, freios de arrumação, aqueles fulanos corriam se retorcendo procurando um lugar mais oculto para esvaziar a bexiga, não havia nesses capinzal altura que encobrisse um corpo, a vegetação era baixa, ainda que mais se encolhiam ficava a mostra da cintura pra cima, principalmente as mulheres, Dona Zeferina que tinha tanto ciúme de sua cachorra a levou arrastando pela corda até o local de sua micção, quando tudo terminou, desceu uma enxurrada de mijo nas margens dessa estrada, até a cachorra de dona Zeferina contribuiu para essa correnteza fedorenta, foi tão prolongada que até parecia a última mijada dessa animalesca, esse animal sofria nessa viajem estressante, dona Zeferina ainda conseguiu um vasilhame de água da correnteza da riozinho que passava ali pertinho dessa parada.

 seu Chiquinho desceu por último devido sua idade avançada, terminou por derradeiro, o condutor acionou a buzina bem alto, seu Chiquinho veio correndo para retornar a seu lugar na poltrona dezessete, parece que nem terminou o desague,  finalmente, medo de ficar para trás interrompeu o que estava fazendo, depois de alguns minutos precioso dessa jornada, ainda concluiu o abotoamento da braguilha, notava-se e ficou provado que o pobre idoso deixou o serviço pela metade, molhou as calças, pensou que tinha terminado, mas ainda tinha muita urina a esvaziar, no momento de se acomodar em seu lugar que para ele achava-se confortável.

O moço foi correndo, saltou fora dessa condução, foi retirar os calços dos pneus para a viagem prosseguir.

O motorista lá dos comandos da cabine, gritou alto - Estão todos aí? posso seguir em frente? sendo que tá tudo OK vamos retomar essa viagem, bora.

Enquanto aquela velha condução deslizava, obedecia às curvas dessa estrada, subidas e decidas em ladeiras, enquanto alguns mais animados ocupante desse pau de arara gritavam viva tocavam violão, um senhor nanico de estatura bem pequena, puxava o fole de uma velha sanfona, até batiam no pandeiro, e se animavam quando jogavam goela a baixo copos e copos de umas cachacinhas saborosas, isso para a viagem ficar mais divertidas e esquecerem as dores da vida. Incrível que sincronismo, as três galinhas de dona Mira resolveram botar seus ovos simultaneamente, acho que essas aves estavam superes estressadas devido essa desarrumação, essa dona dessas galinhas recolheram os três ovos, colocou dentro de uma cestinha que levava no colo.

Quando a cachaça começou a fazer efeitos naquelas cabeças tontas, as gritarias nas cantigas aumentaram o volume, muitos passageiros ficaram perturbados, reclamaram com o motorista foi logo gritando:

- Ei, vamos parar com essas bagunças aí, senão vou colocar todos para fora, se bagunçar terão que ir a pé, apesar que por essas bandas existem muitas onças famintas, vocês poderão servir de um belo banque para essas felinas. Tomem cuidado com suas vidas, seus pinguços infelizes de uma figa.

Dona Raimunda, levantou-se, deu seu lugar para a menina, filha de dona Joana que no momento viajava sentada no colo de sua mãe, já estava grandinha para esses apegos maternos, começou a pesar, depois dona Raimunda retoma seu lugar e a menina volta para o colo de sua mãe.

Em dado momento em que as confusões estava em alta, dona Raimunda retirou de um embornal; pequeno saco de guardar trecos que se carrega ao pescoço, abriu esse compartimento para viaje, retirou um livro de capa preta de dorso largo nutrido de milhares de páginas, começou a ler e ditar alguns números, capítulos e versículos, falava alto e gesticulava, dizia que o senhor dos céus viria para libertar todos das agruras e sofrimento, usando de seus proselitismo convidando todos a visitarem a igreja a qual ela frequentava, lógico que com uma oportunidade como essa ela não deixaria de usar de seus proselitismo, as vezes até contrariando os de fé diferente, Maneco já disse negando qualquer tipo de insistência, soluçando exalando um mau odor de aguardente, puro álcool etílico, mesmo que arrastando as palavras devido seu estado de embriaguez:

- Eu não vou, sou umbandista, tenho meus guias e companheiros espirituais, nessas igrejinhas eles não entram, ainda disse por final:

– Salve meu Zé Pelintra, castigue essa mulher faladeira.

Nesse exato momento dona Raimunda sofreu alguns transtorno, a entidade obedeceu seu Maneco começando uma grande confusão,  enquanto o senhor Bartolo deixou o pequeno zabumba posto no chão do corredor desse ônibus, somente  para ingerir um copo de pinga, súbito várias capivaras atravessaram a estrada, eram muitas delas, o motorista do ônibus deu uma parada brusca nesse veículo, alguns que estava de pé na parte da frente, foram parar lá nos fundos onde acontecia a cantoria, formando um grande reboliço, ficaram amontoados. Dona Raimunda desequilibrou, estava com as duas mãos segurando o tal livros de capítulos e versículos  religiosas, no momento desse solavanco acabou caindo sentada em cima do zabumbo do senhor Bartolo e cantadores, estourou o coro desse instrumento, seu Bartolo ficou puto de raiva,  trabalheira pior foi retirar o zabumbo que encaixou na bunda de dona Raimunda no momento que se desequilibrou e caiu, o livro que ela dizia ser santo, que ela lia e se apresentava a todos, no impacto foi parar longe, enquanto que gritava aos desespero por estar vestido por esse instrumento de percussão, mas logo deram um jeitinho a brasileira, um dos homens forçudos seguraram na cabeça de dona Raimunda apertando entre seus joelhos, uma cena horrível, enquanto que um dos sujeitos com muita determinação puxava o instrumento de couro, pronto!... Saiu! até que enfim, quase que a bunda de dona Raimunda foi junto com a força desses homens, mas conseguiram desencachar a parte dessa orquestra da bunda de dona Raimunda... bumbum que bateu no bumba. Assim segue a viagem.     

Seu Geraldo já estava de cuca cheia, mais pra lá do que pra cá, não gostou em nada com o que o condutor disse corrigindo, começou os xingamentos, palavrões pra todos os lados, dizendo sem provas que a esposa do motorista já o traiu, sempre foi um marido traído e ainda procurando mais confusão continuou em voz alta, quem estiver se doendo por ele também é corno, quando disse isso, logo levou um pescoção, um sopapo na nuca, seu Geraldo bateu com a cabeça em um dos ferros de reforços da carroceria desse veículo de transportes de passageiros, ficou um pouco atordoado, se enfureceu batendo por todos lados, aí a coisa ficou feia, o ajudante do motorista se apossou das madeira que servia para calçar os pneus, tacou em direção de um dos brigões, o tal se desviou evitando que acertasse, aquele que seria o alvo do ajudante do condutor, todos se desviaram da madeira arremessada, dentre esses passageiros, nenhum foram alvejados, mas porem, com tudo quem pagou o pato foi a cadela de dona Zeferina, a madeira acertou a pata traseira daquela inocente criatura, que no momento gritava, latia parecia que dizia; algo sobre o irmão de Abel  

Logo senhor Geraldo pretendia revidar mas não achou nada para tacar contra os dois da frente do ônibus dirigiam essa geringonça de ferro velhos e pneus, mas com muita rapidez e agilidade fenomenal tomou de dona Mira em situações quase forçadas, os três ovos que as galinhas teriam botados a poucos minutos, com essas únicas armas em mãos, começou arremessar aqueles ovos em direção da cabine desse condutor e grande foi a surpresa, enquanto essa condução estava em movimento ladeira a baixo com o perigo eminente, irritado com a muvuca, virou o pescoço para acalmar os encrenqueiros, dizendo algumas frases mandando aqueles indivíduos tomar no caneco, caneco que significa um dos quatros orifícios do corpo humano, pelo que o qual se referem é usado para evacuar os resíduos intestinais, enquanto alguns desobedecem a via única indo para os lados promíscuos de fornicações, visto como alta Pela segunda vez, olhando para trás dizendo algumas palavras, enquanto em sua direção vinha um ovo rasgando espaço, seu Geraldo arremessou impondo toda sua força possível, impulsionando tal qual um jogador, uma bola de Beisebol em um jogo tumultuado.

Esse ovo que no momento servia como munição desses desentendimentos, nesse minuto exato veio espatifar bem na cara desse motorista, tapando toda a visão desse condutor, resultado dessa guerra de objetos, enquanto as galinhas cacarejavam, e em meio a gritarias de perigos, o ônibus foi se chocar no barranco daquela estrada, os passageiros caíram todos amontoados nas partes do fundo dessa carroceria de passageiro, ficaram feridos, dona Mira proprietária das galinhas ficou desacordada pelo susto que levou, sofreu um passamento, dentre os humanos transportados se salvaram todos, só com pequenas escoriações, mas a cachorra de dona Severina veia a falecer no momento do impacto, alguns objetos pesados que fazia parte desse transporte, a prensaram, morreu entre vários latidos e granidos, dona Zeferina lamentou muito a morte de sua cadela de estimação, alguém soltou as galinhas de dona Mira, escaparam pelas portas dos fundos e sumiram no meio de uma lavora de milhos, que já haviam feito as colheitas, certeza, nem em um século dessa existência essas galináceas conseguirá comer todos os grãos de milhos e as espigas que na colheita essas máquinas deixam para atrás, em meio a esse ambiente de tristeza e comoção, descarregaram o corpo da cadela já falecida, ficou na beira da estrada, incrível que essa dona da falecida canina queria e insistia em transladar o corpo desse animal doméstico até o ponto final desse trajeto, mas todos foram contra essa reivindicação de dona Zeferina que dizia que seu desejo era de sepultar ali nas proximidades de sua casa em meio seus animais domésticos já falecido.

Zé de Sousa é natural das comunidade quilombola, ele estava aproveitando essa viaje para voltar a sua terra natal, visitar seus pais e reviver seus amigos de infância, presenciar novamente os lugares que brincavam quando criança, até nadar nos lagos de  grandes pescarias, Zé já estava chegando, faltava alguns cento e cinquentas  quilômetros, nesse momento muitas saudades de seus pais e irmãos, apesar desse regresso se repete todos os anos, ele é o mais velho dos irmãos, uma mocinha e um rapaz, ambos também empenhado estudares os cursos superiores e conseguirem se formarem, próximo ano da início em uma faculdade, já está terminando o último anos do primário, Zé dará hospedagem em sua casa, acolherá seus dois irmãos até que se formem, a mocinha pretende jornalismo; Luara tem uma profunda admiração pelo jornalismo, Benevides o prefere a biologia, gosta muito desse tema química farmacológica.

Zé de Souza depois que cumprimentou seus irmão e mãe tentava perguntar de seu pai, sua mãe muito ansiosa e eufórica pela visita do filho vindo da cidade grande, conversava muito, não deixava Zé de Souza perguntar de seu pai, sua mãe interrompia as indagações, o rapaz ficou preocupado, suspeitava que algo havia acontecido com seu pai, mas logo conseguiu perguntar para sua mãe onde estaria seu pai, ai a pergunta foi feita, sua mãe o pegou pelo braço e levou até a frente da casa, apontou com o dedo e disse;- você tá vendo aquela casa lá na ladeira, está destelhada, seu pai tá lá, ajudando esse nosso vizinho a repor o telhado, ouve um temporal causando alguns desmoronamento nessas casebres, esse costumes de irmão comunitário ainda continua, sempre estamos prestando ajuda assim que necessitarem aos nossos

irmãos quilombolas, vá até lá, seu pai está com muita saudade de você meu filho. 

- Sim minha mãe, logo depois que tomar esse seu café, estarei indo lá para abraçar meu pai querido que tanto amo.

Zé de Souza logo depois que engulo os últimos goles de café, saiu ao encontro de seu pai, não poupou de esforços, saiu correndo per aqueles campos, os mesmos que vivia em criança e em poucos instantes chega ao lugar onde seu pai trabalhava, com muito humor e brincadeira, chega quase debaixo desse telhado e disse em tom de fanfarrice:

- Ei, o senhor aí que está em cima desse telhado, peso que desça já daí. 

O pai de Jose de Souza não estava fazendo ligação da voz a pessoa e respondeu:

- Já sei, alguém da capital que veio aqui na comunidade nos importunar com regras e regimes dificultando o dia a dia de nossos irmãos Quilombolas. 

 O pai de Zé de Souza desceu desse telhado para se prontificar, quando ele olhou no rosto desse homem que exigiu que descesse, foi logo reconhecendo.

 - Mas você é meu filho, agora você virou fiscal do governo, está contra mim meu filho, agora vai incomodar a comunidade? disse o pai do rapaz até preocupado.

- Logico que não meu pai, só estou fazendo uma brincadeira, me dê um abraço aqui, eu vim para ficar alguns dias nesse final de ano, e agora que meus dois irmãos já está apto a fazer uma faculdade, vou leva-los comigo a partir desse começo de ano que está para começar daqui a poucos dias, quero ver meus irmãos formados, assim como eu e isso é certo, vou dar todo apoio eles vão morar comigo, vou dar tudo que eles precisarem, minha casa é grande e muito confortável, daqui uns seis a oito anos retornaremos, aí você perceberá os dois  filhos formado, não me importo em gastar quanto quer que seja com esses meus irmãos, agora com as facilidades desse governo e o projeto de cotas para negros conseguiremos alcançar nossos objetivos.

Nesse quase final de semana a casa do senhor pai de José de Souza ficou quase vazia, foi logo após a irmã e o irmão de José de Souza fazer suas transferências no colégio onde estudava, na cidade ali do lado que tudo ficaram confirmado, agora não só Zé saiu de casa para buscar melhores condições de vida, seus dois irmãos também seguiram viagem com destino a capital, assim que chegarem ingressarão em cursos em faculdades estarão se formando daí uns cinco anos, Luara e Benevides morando com seu irmão Afro descendente. 

Antônio Herrero Portilho/19/março/2021




terça-feira, 4 de novembro de 2025

Será que são anoes ou Pokemns

 

SERÁ POKÉMON em jogo, anões ou algo nanico,

relacionado com nanotecnologia?

 

Eles são menores que um duende se é realmente um duende, não é mentira não, eu já vi muitos por aí, vivem em turmas nestes jardins, matas e florestas, já até capturei em meu celular, são pessoinhas do tamanho mais ou menos de uma garrafinha de refrigerante das menores, ainda continuo percebendo-os, peço que acredite, são verdade. Dizia Elvira para as suas amigas, empenhando o máximo em sua palavra.

- Minha amiga Elvira, parece que você está delirando, você não está com febre, não é?... Isso são fantasias de crianças, só as crianças veem estes homens minúsculos... Parece que fumou de mais oh... Acho que tá precisando de homens grandes para apagar este seu facho cheio de pensamentos doentios.  Disse Carla Com ar de gozação e aproveitando para corrigi-la das conversas de doidos.

- Então tá, um dia eu vou lhes mostrar, vocês não acreditam né?

Nenhuma delas acreditou gargalharam e disseram

- Você está sonhando acordada, ouça aí, isto que você está falando não são os bichinhos do jogo dos Pokémon? Acho que você está trocando fá por fé, vai dormir oh...

Elas se preparavam para uma viagem para o litoral, pretendiam curtir um pouco a natureza e permanecer alguma temporada longe da civilização. 

Naquele dia mesmo, Elvira resolveu ir ao encontro a seus amigos de pequenos portes, foi até lá no fundo da chácara e de papo com eles reclamava indignada dizendo que suas amigas não acreditaram na existência dos mesmos, até vaiavam, dizendo gozações, praticavam bullying, Elvira disse a seus amiguinhos que já não estão suportando tais chacotas. 

- Pois é!... Elas não acreditam no que digo, diz que eu estou falando bobeira, até já disseram em me internarem um manicômio, vocês têm que me ajudar, faça com que elas os enxerguem, não suporto mais viver assim de vaias e galhofas comigo, disse aos pequenos seres viventes no momento oportuno.

- Deixe comigo, vou lhes pregar uma surpresa, lá naquele lugar existe uma comunidade muito grande de duendes e fadas, eu estarei lá esperando por vocês, vou organizar tudo, a partir desse momento elas estarão endoidecidas pelo que virão. Aguarde.

Nesse fim de semana resolveram todas acampar, viajaram para o litoral, onde havia muitas montanhas, vegetações e praias desabitadas.

 Carla e mais três amigas, bagageiro superlotado, tudo para consumo de uma semana de quatro pessoas, carro rodando na pista a uns 130 km rumo ao pôr do sol, depois tomaram uma estradinha calçada de pedras, paisagem bonita, lugar encantador.

Enquanto Leticia dirigia, Elvira ocupava o banco de carona, as duas outras iam acomodadas nos bancos traseiros, todas rindo, diziam em voz altas enquanto cantava, falando piadas em meio a um ótimo clima de descontração, só Elvira permanecia um pouco quieta por sofrer tais gozações devido acreditar nas existências dos seres imaginado, quer dizer homens minúsculos, enquanto suas amigas riam ela ainda insistia que seria verdade, seus relatos e presença dos seres pequeninos. 

Enquanto estavam todas concentradas nesta harmonia, quando todas conversavam ao mesmo tempo, Elvira soltou um grito alto pedindo que Leticia freasse o carro.

- Pare, pare, freie o carro rápido, não veem o que estão atravessando a estrada lá na frente? Pare o carro urgente, cuidado se não vão atropelar eles.

- Aquilo são sapos que estão no leito da estrada, basta você perceber que aqui há um brejo, veja lá um alagadiço, parece que você está enxergando coisas novamente, tenha a santa paciência amiga Elvira, já vem você novamente com esta ideia, imagine se eu vou parar esse motor possante só para salvar a vida de pequenos sapos, que se fodas os sapos, um sapo a mais, um sapo a menos, que diferença faz? Que saiam da frente se não querer morrer... Ora vejas! Bonecos que andam, Duendes, Pokémon, sei lá... Seres minúsculos da floresta... Não acredito nestas coisas... Ah tá... Disse Letícia já inconformada com o papo de Elvira.

- Vocês não querem acreditar em mim, uma hora destas vocês vão engolir estas palavras, você acabou de atropelar alguns duendes, homens minúsculos.

Carla soltou uma gargalhada e completou com algumas palavras.

 – Me faz rir com estas histórias, depois que você começou estudar naqueles cursos de nanotecnologia aí você ficou assim, não percebeu que o que você estuda não serve para seres vivos, o filme do Gulliver é apenas uma fantasia, aquilo nunca existiu.

- Mas aqueles que ficaram para trás são seres em miniatura. Pode acreditar, parece que você nunca visitou aquelas fazendinhas em exposição Agro pecuária, de um enorme touro os geneticistas transformam em um tourinho do tamanho de um cachorro, porcos, cabritas, carneiros tudo fica do tamanho de um gatinho e por que não seres humanos, seres humanos também pode ficar em miniatura... Pode ou não pode?

Disse Carla com sintoma de nervosismo por Elvira insistir nesta temática. Pode sim!... Sabe de uma coisa, vamos retornar o nosso veículo estes dois km e veremos se não foi sapos que estavam atravessando a estrada naquele momento, então veremos se eu estou falando a verdade, pode ter certeza que aquilo era sapos, somente sapos, vamos lá conferir, vamos voltar lá, eles devem estar lá caídos esmagado. Carla pediu que Letícia retornasse o veículo e dirigisse até o lugar onde eles atravessavam a estrada.

- Boa!  Então vamos tirar isso a limpo, disse Elvira com esperança que tudo fique esclarecido.

- Já estamos aproximando, vai diminuindo a velocidade acho que é por aqui, disse Elvira apontando o lugar com precisão.

- Eles ainda estão lá, pois faz pouco tempo acontecido, veremos os sapinhos de Elvira disse Carla com um sorriso sarcástico. Carla e Elvira descem do carro e vai até o local.

- Veja bem! Não são sapos, é mesmo o que estou falando, isto são seres humanos de pequeníssimo porte... Veja se não é o que estou falando. 

Elvira tocando com a ponta do pé assim como se estivesse dando um pequeno chute removendo a carcaça para certificar se... Fosse um bicho morto, aí percebeu o rosto, os pés, e até o sangue espalhado não parece com o sangue de sapos, disse ela ficou certa.

Carla ficou tomada de uma dúvida enorme, agora já está quase acreditando na amiga, mesmo assim afirma que não, não pode acontecer que estes seres pequenos não existem, nem nestas florestas.

Enquanto Carla relutava com suas dúvidas, suas amigas que não desceram do carro gritavam para que Carla voltasse para que pegasse a estrada, rápido para chegar mais cedo e logo foi atendida e assim fizeram, foi ao rumo do destino.

Ao local rápido armaram as barracas perto da reserva a alguns metros distantes da praia, que devido ao feriado prolongado outros visitantes também tiveram a mesma intenção, de irá visitar esta praia de sossego em meio à natureza, logo pegaram o celular e foram caçar Pokémon, ótimo lugar para detectar na telinha do celular.

Quando Carla estava superconcentrada neste joguinho, procurava o Pokémon por todos os lugares, der repente apareceu um ser um pouco estranho no celular, um bichinho estranho na mira deste aparelho telefone móvel, aí ficou confirmado, para aumentar mais a dúvida se existe ou não existe seres minúsculo da natureza, assim como Elvira dizia e insistia, mas, parece que Carla enxergou realmente um duende, era sim!... Um duende, ele correu ali na frente dela e acabou por se esconder na vegetação, agora Carla começou acreditar no que Elvira dizia sobre os seres minúsculos da natureza, mas porem ela guardou segredo, não disse para as outras moças, só por não voltar sua palavra atrás.

Naquele mesmo dia quando as moças voltaram para as barracas de acampamento perceberam que algo estava faltando em seus objetos, parece que furtaram de suas bagagens alguns materiais de limpezas, pequenas roupas, tipo assim... Biquíni, lenços, óculos de sol, barras de cereais, batom, e outras coisas mais.

Quem estaria furtando estes matérias? Como seria este ladrão, Carla se, pois, a pensar e raciocinar, para perceber alguma pista destes larápios estava difícil chegar a este ladrão, pois nem se quer deixavam pegadas, também seria impossível a presença de alguém por ali, depois desse fim de semana todos os turistas já haviam ido embora, só elas estavam montadas com sua residência provisória, quem seria estes ladrões? Para resolver este mistério só montando campana e aguardar estes delinquentes agir, de uma coisa elas tinham a certeza, não se tratava de um só ladrão, tinha mais outros envolvidos nesse caso, essas quatro moças se reuniram, decidiram descobrir o que acontecia para esses objetos estarem sendo furtados, se esconderam entre aos arbustos a uns noventa metros distante do local de onde aconteciam esses fatos, visão perfeita, terreno plano só os capins na altura de acima dos calcanhares, 40 centímetros mais ou menos...  Nem ultrapassando os joelhos próximo ao acampamento, aos redores dessa barraca campo aberto, mas pertinho da reserva florestal, bem ali.

Quase sem chance alguém se aproximar do acampamento se ser visto, elas se acomodaram em um tronco caído, sentaram-se e na espreita diziam que só sairia dali quando descobrisse o autor das roubalheiras e assim permaneceram horas a fio de plantão, essas moças ficaram sempre atentas para o que pudessem acontecer.

                                    PARTE II

 

As horas passam, e nada de flagrar esses intrusos, nenhum vestígio, para elas os furtos ainda não aconteceram durante os períodos de vigia, não viram nada durante as várias horas de espera, como seria a fórmula que os delinquentes estariam usando para roubar estas moças?

Pois só se percebem a falta dos objetos e até agora não foi confirmado o autor, isso deixaria muitas dúvidas na forma de pensar das meninas.

Durante este tempo exposta aos intemperes nesse dia “de” as coisas vai acontecendo na vida das moças.

Elvira por exemplo dá fim a sua carteira de cigarros, Carla sente muita sede, Letícia precisa ir ao banheiro, o melhor mesmo é desarmar esta atalaia, deixar para outro dia, e assim o fizeram e voltaram cada uma para seus aposentos; barracas de acampamento.

Quando elas chegaram aos seus humildes aposentos, veja lá que surpresa, as moças novamente sofreram outra visita, os ladrões tornaram a furtar alguns objetos, dessa vez desapareceu a chave do carro, pares de tênis, relógio de pulso e até alguns absorventes íntimos, algo inacreditável! Como isto poderia desaparecer assim sem que ela não percebesse? Na verdade, não tiraram os olhos da cena da área do crime, apesar da longa distância, elas pensavam que os ladrões seria pessoas, assim os enxergaria de longe, mas algo não passa pelas perícias dessas meninas senhoras, O que poderia estar acontecendo? Ratos ou macacos, guaxinim, esses bichos poderão estar passando despercebidos de seus olhos quando vistos a distâncias, os macacos por exemplo são exímios delinquentes nessas atividades.

-Só nos resta um recurso que poderia dar certo para desvendar este crime, eu sugiro que reunirmos por alguns minutos para achar um denominador comum (disse Letícia com propriedade de líder do grupo)

Naquela manhã seguinte dirigiram todas para a praia, durante a exposição ao sol todas pensavam no como estaria acontecimento, depois de horas de discursão houve a primeira manifestação de uma ideia.

VANESSA: - Pode ser que o meliante, ou quer dizer, os meliantes, enquanto estávamos sobre vigília o tal veio rastejando pelos baixos capins e conseguiu levar os produtos do furto até ali perto da mata e se livrou dos nossos olhos, isso é uma possibilidade, pode ser isso!

(Carla discordou) - Caso fosse isso não escaparia de nossos olhos, eu captaria com este meu binóculo que eu sempre estava aposto, não, não, não.  Não há mínimas possibilidades.

CARLA: - Esquilos eu acho que poderá ser esquilos, os esquilos adoram brincar com objetos, levando em conta que só desaparecem peças de pequeno peso e muito colorido algo macio, tipo tecido, algodão; chave, chaveiro e biquíni colorido, absorvente macio, tênis... Olha! ... Acho que pode ser isso, depois vamos conferir esta ideia.

ELVIRA – Concordo em partes, e que é possível.

- A meu modo de ver as ideias de Carla confere com o modo de ver a coisa, concordo com tudo, mas, porém, só vou mudar este personagem esquilo, não existem esquilos por estas reservas florestais, não há possibilidade de serem esquilos, não aceito que como se o autor fosse esquilos.

 Sinto muito amiga Carla, mas ao em vez de esquilos eu diria que os autores dos desaparecimentos dos nossos objetos são os pequenos seres da floresta, aqueles que eu sempre digo e vocês levam na gozação, são os Duendes, fadas ou os outros desta mesma espécie, vocês estão convidadas para dar uma busca nos arredores e vocês verão que tudo estará esclarecido. Vanessa levantou a vós em atitude de gozações, as outras três moças soltaram uma enorme gargalhada e aproveitaram para fazer uma piadinha.

 Vanessa: - Cuidado meninas, vocês poderão estar pisando em um anãozinho, cuidado se não vocês podem esmaga-los na sola da sandália.

Aí todas riu da proposta da amiga Elvira.  Pode ser macaco, os macacos também agem desta forma, disse Vanessa interrompendo as falas de todas as outras moças.

- Vamos procurar estas trilhas, algum bicho poderá estar praticando estes roubos, haja visto, que só desaparecem os objetos de pequenos portes. Carla admitiu esta ideia, e porque não começar uma busca agora para que possamos ter certeza desta sugestão, sugiro que este nosso grupo se dispersa, cada uma para um lado e vasculharemos toda esta área talvez encontre alguma pista.

E cada uma delas foi para um determinado lugar em busca de algo que de mostrasse o porquê destes acontecimentos misteriosos. Agora todas com o mesmo objetivo e espalhadas pelo campo com o intuito de desvendar esta história, Elvira era a mais obstinada, verificava tudo com eloquência, revirava tudo!  Não deixava nenhum lugarzinho sem conferir.

Passado algum tempo de serviço, Carla determinou que estas quatro moças voltassem ao lugar de início para uma pequena reunião, somente para ter a certeza que esta investida estaria dando resultado. E assim fora feito, Carla grita alto chamando todas para dizer até que ponto estava esta investigação, vieram as duas; Vanessa e Letícia enquanto que Elvira ainda continuava a esta procura, neste momento entrou na floresta seguindo uma trilha feita por bicho pequeno, parecia com caminhos de lebres, mas, isso chamou muita atenção de Elvira, tinha quase certeza que isto concluía toda o seu ponto de vista no que diz este desaparecimento das coisas. Der-pente elas ouviram um grito de espanto, era Elvira com uma de suas histórias de pequenos seres da floresta.

- Vejam! Toda vem até aqui. Vejam isto que eu encontrei corram o segredo pode estar aqui, venham ver! ...

- Esta menina ainda vai nos surpreender com suas maluquices, veremos do que se trata outra vez, preparem para os risos, disse Carla com expressão de humor.

Aí todas foram ao encontro de Elvira, prontas para dar uma salva de gargalhadas com suas atitudes insanas.

- Vejam amigas, vejam o que eu encontrei caído neste caminho que ainda não sei onde nos levará. Este brinco caído aqui não seria um dos brincos de Vanessa? Confiram se não é isso!

- Isso mesmo! ... Isso mesmo! ... É um dos meus brincos sim, ainda bem que eu encontrei, adoro estes brincos, o outro que faz par está bem guardado. Muito bem!!

Carla disse em aviso:

- Vamos seguir está trilha, acho que é por aqui, não vamos desistir até encontrar o fim destas pegadas.

Enquanto fora dito o aviso, Elvira disparou a frente, procurando tudo com veemência.

As outras três moças procuravam por entre as folhagens periciando tudo, estavam elas empenhando o máximo até que encontre algo que dê fim a esta procura. Elvira embrenhou mata á dentro conservando aquela certeza que tudo agora fique esclarecido, verificando todos os quadrantes dessa reserva florestal.

Tudo indicava que Elvira ia por caminhos certo quando encontrou uma trilha que marcava bastante por onde passava essas criaturinhas miniaturas.  

Parecia que o tráfego, ou quer dizer o trânsito, deixava esses vestígios nesses caminhos, ela segue em passos largos e parece estar chegando ao final da trilha que de qualquer forma seria de viventes pequenos da natureza, seja de coelhos, lebres, esquilos, ratos de banhado ou alguma coisa que caminha pelo chão, isso Elvira tinha certeza.

Havia bem ali á diante um enorme tronco de árvore, nascida á alguns séculos e tinha um enorme diâmetro, eis aí o fim da trilha, mas tudo ficou confirmado, o segredo estava ali no pé daquela árvore de tamanho bestial. Tinha uma abertura do tronco, seres não identificados adentrava por aquela abertura, Elvira por estar sozinha na floresta acabou por ter uma crise de pânico, ficou muito assustada com o que viu, meio que desesperada gritava á suas amigas que ainda não estavam muito longe dali, e de tanto chamar aí foi ouvida e estas outras três moças correram ao encontro da solitária amiga.

- Podem ter certeza! Tudo termina aqui, seja lá qual forem estes seres; eles estão aqui, moram aqui, algo acontece aqui dentro deste enorme tronco, pelo que vejo existe uma grande comunidade desses seres sobrevivendo neste oco dessa enorme árvore. Disse Elvira com propriedade, certa que era ali que os, bichos, fadas, duendes, agora tudo ficará confirmado.

Elas andaram ali nos de redores a fim de descobrir mais sobre este cenário parecido com o da Branca de Neves, procurando algo, havia uma clareira nesta mata, onde seria as árvores grandes, aqui tinha arvorezinhas e o chão coberto de uma grama muito pequena, até parecia lodo, tudo era estranho no ambiente, já sentiam medo, estava causando arrepios, mas de uma coisa tinham certeza, estava concluindo toda aquela investigação, era para cá que os seres estavam trazendo os objetos roubados, resta saber quem são estes  bichos, ficaram por ali algum tempo observando e até admirando esse mundo encantado que parecia um jardim, até fazia sentir medo as vezes, elas temiam que por ali também poderia existir bruxas e vampiros, essa localidade dava muito bem impressão de terror;  Floresta encantada.

As moças se afastaram e ficaram observando a distância, de olho na entrada que existia no tronco daquela árvore, algo poderia sair pela fenda e as meninas certificarem de quem são esses seres, todas de posse de binóculos focando sem parar o local.

Minutos depois aparece um vulto bem lá na mira delas, no momento foi flagrado e Carla foi a primeira a avistá-lo, e tudo ficou confirmado era um Duende, saiu da toca e tornou entrar em seu esconderijo e morada na árvore, agora Carla teve a certeza, aquilo era um duende.

- Eu vi um, eu vi um, ele veio para fora e depois entrou para seus pequenos esconderijos, no momento vocês não estavam de posse de seus binóculos, acho que só eu vi. Disse Carla com exclamação.

- Vamos até lá, e aguardaremos que saiam novamente, disse Letícia tentando convencer as outras, ainda não acredito nestes duendes.

As duas ficaram de pé bem em frente do condomínio de seres minúsculo da floresta, quando elas colocaram os ouvidos no tronco perceberam uma barulheira dentro daquela árvore, parecia outro mundo dentro daquela madeira. Elas ficaram assustadas e saíram dali correndo, diziam elas que desta vez iriam embora dali urgente, é que elas estavam amedrontadas com o que viram. Correram desarmar as barracas, arrumar as coisas e perna para quem te quero. Mal desmontaram as barracas e colocaram na caminhonete, quando firmaram as vistas veja lá quem vinha pela estradinha, um batalhão desses duendes, já aproximava de onde as moças estavam acampada até agora a pouco, corriam para alcançar as acampadas, todos armados de paus e pedras, mau deu tempo das moças entrarem no veículos, e girar a chave de ignição, estes centenas de pequenos homens estavam determinados a fazer uma guerra contra as moças, estavam dirigindo em sentido contrário, Letícia tinha a chave sobressalente, pois a principal foi roubada por estes mesmos seres que agora estão furioso por ocupares os espaço no campo que eles se achavam donos. Quando Letícia acelerou a caminhoneta, Elvira que no momento sentava no banco de carona, ficou aterrorizada e gritava em altos escândalos.

- Não mate estes pequeninos, não os atropelem, veja lá o que vai fazer em!

-Não matem é isso?  Então você desce e vai lá confrontar com eles... Vá lá então... Ela passou em cima com a caminhoneta, provocou uma carnificina, dezenas deles foram esmagados pelos pneus do carro de Letícia contrariando as vontades de Elvira.  

As quatro moças nunca mais voltaram lá no lugar, e agora ficaram cientes que realmente esses pequenos seres existem na natureza realmente, mas porem combinaram que a partir daqui em diante não se falem mais no assunto, a história dos duendes ficará sepultada para sempre, não se fala mais neste assunto, aí este recado fica valendo para Elvira que repete tanto esta história.

(Antônio Herrero Portilho)

 

 

 

 

 

 

 

 

OS GATOS VIRA LATAS DOS ARABALDES

OS GATOS VIRA LATAS DOS ARRABAUDES Antônio Herrero Portilho O gato Amarelão estava sempre passeando por ali naquela quadra, ele tinha mu...