sábado, 25 de janeiro de 2025

A SEGUNDA FAMÍLIA DE SARITA & ALCIDES

 

A SEGUNDA FAMÍLIA DE SARITA, ALCIDES A PARTE.

Dona Rosalina trabalhava duro no serviço para levar a comidinha para casa e dar conta das despesas de cada dia, rotina que perdura todo o mês, se sacrificava bastante, mas porém, não lhes faltava nada nem para ela, nem para a menina Sarita, contava com  dois, quatro ou cinco salários baseados nos mínimos referente aos anos de um mi novecentos e noventa, podia contar todos finais de meses com essa soma, nunca foi uma mulher com um rabicho de filharada, Sarita se colocava como filha única, fruto de um casamento desfeito, Rosalina infelizmente ainda sofreu uns cinco anos com essa união, não por violência doméstica, Romualdo nunca levantou a mão contra Rosalina, a causa das desavenças baseava em infidelidade, apesar de casado, Romualdo continuava com suas transas costumeiras, mas porém tinha Rosalina sua esposa em primeiro lugar para todas as decisões, o pai de Sarita deixou as responsabilidade conjugais para viver na liberdade dos costumes de solteiro, não era nenhum vagabundo, trabalhava nessas indústria de tecelagens, sempre foi bem remunerado, encarregado de uma seção, chefiava uma equipe de uns dez operários, por incrível que pareça, o pai de Sarita era um homem muito responsável quando se dizia trabalhador  chefe de uma equipe, diferente das condições de casa, correto com suas obrigações, entregava suas peças trabalhada com sua equipe a qual liderava, em tempo hábil .

Nesse final de ano, Senhor Romualdo ficará fora do trabalho por alguns quinze dias, precisa de descanso e lazer, organiza uma viaje para o litoral, com sua outra pequena família, segundo casamento do senhor Romualdo, pai da menina Sarita, estão quase prontas para pegar a estrada, agora despertou uma nova condição, levar Sarita nesse passeio no litoral, precisa saber se ela aceita essa proposta, não custa tentar. Enquanto isso Marlene segunda esposa do pai de Sarita fica arrumando as malas nos compartimentos do veículo, Romualdo pegou o carro de Marlene para ir à casa de sua filha, perguntar a ela se gostaria de acompanhar nesse passeio de ida a praia. Mas como já era previsto, Sarita havia saído nessa manhã e não voltaria até as quatorze horas da tarde, foi essa a mensagem que a menina Sarita deixou escrita para sua mãe, para ele nem tudo estava perdido, começariam essa jornada lá pelas horas noturna, para ele dirigir sem a luz solar favorece mais as atenções na pista, ou na madrugada do dia seguinte, como faltava pouco menos de trinta minutos para chegar as quatorze horas, Romualdo ficou aguardando a chegada de Sarita, enquanto ainda começa umas namoradinhas, ela sempre criticou  as decisões tomada por esse senhor amaridado por breves tempos de sua vida, mas todas as vezes que Romualdo e Rosalina se encontram frente a frente rolava aquele clima, logo rendia algumas transas, apesar de separados, certeza, ainda existia uma aderência que ligava esses dois corpos, foi assim que se deu a gravidez da primeira filha; Sarita, foi nessas visitinhas que Rosalina se engravidou de Romualdo,  quando Rosalina estava na área de serviço, Romualdo, passou pelas costas da Rosalina quando dizia que iria ao banheiro, mas logo se vê que toda aquela investida era intencional, passou por aquele corredor e refregou a virilha no bumbum de Rosalina, quando voltava do banheiro repetiu o feito, ainda usou do tato para sentir o calor da pele que parecia uma seda de gostosura, de sua êx esposa; mãe de Sarita, enquanto aguardava a chegada da menina, Romualdo atentou para umas aventuras, nem foi preciso usar um texto falado de persuasão, aquela atração ainda movia montanhas, Rosalina toma a iniciativa, pega seu êx pela mão, como nos tempos de casados, vão seguindo aqueles fluxos dos bons ares, as afluentes nesses desague terminaria no quarto de Rosalina, Romualdo nunca disse dessa água não beberei jamais, porque a dissolução do casamento não extinguiu todas essas química do amor, ainda existe alguns resquício da alquimia transformadora de antigo amor para brilhantes prazeres.

A maioria dos casais separados quando se encontra longe dos olhos curiosos, atenta para mais uma transadinha, saudade das crianças é apenas uma desculpinha, aí muitas vezes acontece um repeteco de tudo já vividos.

Logo chega a hora marcada do retorno de Sarita, mas esse casal ainda não deu conta do perigo que está para acontecer, e acontece, a menina é muito pontual, entra porta a dentro de sua casa, cuidou para não fazer barulho, achou estranho, as portas e janelas estavam abertas, procurou pela sua mãe no quintal não encontrou, só faltava procurar no quarto, pensou na possibilidade de sua mãe estar doente trancada no quarto e algumas sugestão por não encontrar dona Rosalina, último recurso foi esse;  procurar ela em seu quarto, muito calma e atenta com muitas preocupações, tocou a mão na maçaneta, em seguida empurrou a porta, Sarita presenciou aquela cena tão imprópria para seus olhos, seu pai e sua mãe estava em meio a uma relação, nem ouve tempo hábil para se cobrir, a menina flagrou toda aquelas vadiagem, Rosalina não conseguiu palavras para se desculpar, depois de presenciado aquela situação, virou as costas e dirigiu se a sala, distraiu um pouco assistindo a televisão até que os dois amantes se vistam e enfrente a verdade vistas, difícil é agora os dois encarar Sarita e até fazer o pedido para que viagem juntos para o litoral nesse final de ano, Seu Romualdo sentiu dificuldades para pronunciar qualquer que seja frase ou diálogo com essa sua filha que assistiu tudo, mas porém se esforçou um pouco e aí saiu a voz. Abrindo o jogo disse que estaria viajando para o litoral, pensando assim veio convidar ela para que fosse junto.

Sarita aceitou e em seguida perguntou que hora sairia, Romualdo disse que pela madrugada, quero chegar bem de manhãzinha, arrume suas coisas que na hora que sairemos passarei por aqui, não se preocupe com espaço no carro, você até poderá continuar dormindo, Depois da meia noite, qualquer hora estarei passando por aqui. 

Romualdo chegou a uma hora e dez minuto da madrugada, Sarita ouviu o barulho do carro quando parou frente ao portão, nesse momento ela percebeu que estava na hora de partir, sentiu que a beira daquelas abundâncias de águas tinha um caloroso sol brilhando e bronzeando peles, cútis e até epiderme, sobre raios fortes e penetrantes, Sarita despediu-se de sua mãe, jogou a mochila nas costas, sua mamãe ainda recorreu a alguns conselhos, coisa de mãe cuidadosa, ainda arriscou dizendo a sua filha.

– Sarita; se cuide, juízo nessa cabecinha cheia de cabelos, hora despenteada esvoaçada, está me ouvindo, menina?

Sarita parou, olhou para trás e disse em tom de brincadeira.

-- Depois daquela cena que presenciei lá no quarto ontem à tarde no ‘Papai e Mamãe’, olha aí quem me diz Juízo.  Ah.  Stop, pare mamãe...

Nesse instante o carro começa a se movimentar, logo dirigem a rodovia, enquanto vai em direção das águas marítimas forradas de areia feito praias, Sarita dorme, o escuro da madrugada vai aos poucos desvanecendo, logo os raios solares atingem a superfície terrestre nesse hemisfério da América do Sul, trazendo um dia intenso de calor, com as ondas vão chegando de longe o frescor remediando os trinta e nove graus no termômetro, assim fica necessário alguns mergulhos; tudo que os corpos pedem em suplicas por algumas horas encobertos de águas.

Romualdo chegando nessa manhã a esse litoral, trazia como passageiras Sarita e sua esposa Marlene, ambas dormiram quase todo o trajeto, não foi uma viagem tranquila, o congestionamento dos veículos a passeio estavam intensos, parece que todos veraneios resolveram pegar a estrada na mesma hora, mas, porém, apesar dos pesares, chegaram bem.

Estacionou seu veículo de frente a casa adquirida para esses passeios de verão, descarregar as bagagens, arrumar tudo depois de muitos dias fechada e desocupada, Romualdo se apressa para fazer o café, enquanto Rosalina e Sarita vão à padaria ali bem próximo para comprar todos alimentos necessário para uma boa refeição da manhã, as duas meninas aproveita para visualizar o cenário que estará pela natureza mostrando o mar verde esmeralda cravado pelos raios intenso de calor, agora essa estação do verão dá passagem  para receber os banhista se expondo ao bronzeamento,  e só abandonarão seus postos depois que o sol esfriar. Rosalina e Sarita depois da refeição da manhã dirige-se para os mergulhos se banhando nas primeiras ondas que surge nesse começo de dia.

Enquanto isso Romualdo desaparece em meio aquela multidão que faz presença nessa beira mar, ele vai ao encontro de seus amigos que reside nessa cidade litorânea a qual ele nasceu e cresceu dês de longas datas, bater papo, jogar um carteado, vôlei de arei e outras atividades, enquanto isso Marlene e Sarita se diverte na areia, água e mar, um fato ficou confirmado, as duas garotas se firmaram em uma amizade fenomenal, dês da partida na madrugada, até de manhã, ainda não tiveram conversados, apenas se firmaram em rápidos cumprimentos, depois que chegam para o passeio, começaram longos papos, pode se ver que se tratam de duas amigas muito verdadeiras; Sarita e sua quase madrasta.

Durante esses três dias, Sarita se divertiu bastante nessa cidade praiana, conheceu os clubes de danças, passeios pelos calçadões, praças de alimentações centro de compras em Shopping. Sarita desfrutou de tantas horas de lazer que até esqueceu de seu mas querido namorado cinquentão, artista em entalhe de estatua em madeira, Alcides sempre foi a paixão de Sarita, ela não o troca por nenhum jovenzinho cheio de vigor, mas porém a menina diz sentir saudade de seu par romântico, Alcides está um pouco desaparecido, também viajando, ela só sabe que ele saiu para resolver alguns assuntos de família pai mãe e irmãos, negócios agrários, seu pai estava em negociação uma fazendinha modelo, mas, o artista prometeu que logo voltaria, despediu de Sarita já a quase uma semana.

Ela conheceu outros jovens da sua mesma faixa etária, mas era de Alcides que ela amava de paixão, além de ter o dobro da idade que ela.

Quando chega a segunda feira, já se pode perceber que a cidade ficou bastante vazia, os visitantes de verão já seguiram rumo às suas moradas fixadas em outras cidades, Romualdo, Marlene e Sarita já se prepara para levantar acampamento, se arrumam todas as bagagens no porta mala do veículo, dorme um pouco para pegar a estrada na terça feira, imaginando que o trânsito está mais aliviado fluindo com mais tranquilidade, nas primeiras horas da terça feira seu Romualdo dirige-se a caminho de seu lar doce lar, não esquecendo que dessa vez tem uma passageira muito especial a bordo; sua filha Sarita.

Foram longas horas nessa viagem de volta, o cansaço abateu a menina, enquanto a aquilo que parecia lazer para aliviar das intensas tarefas do dia a dia, agora transformaram em canseira devido a viagem. Depois de longas horas de pernas dobradas no carro, tentando dormir, até que chegaram, Romualdo deixa Sarita no portão de sua casa, logo vai em direção do ponto final, precisa de descansar, esse marido de Marlene está quase em estafa, fadigado por permanecer estático frente ao volante do carro, mas agora chega a hora de desfazer da bagagem, mas, Romualdo não se preocupa com essa descarga, deixa tudo para amanhã bem cedo, ele ainda goza de suas féria, nesse outro dia terá mais tempo para refazer as energias, tudo ficará como antes.

Sarita ao acordar no outro dia, não tinha como esquecer, lembrou de seu namoradão, precisava ir até o atelier para saber se Alcides havia chegado de sua ida às visitas de sua a família em outro estado, desceu a rua em direção da feira de artesanato, ficava um pouco longe da casa de Sarita, enquanto os relógios marcavam as quase noves horas dessa manhã, horário de clima fresco.

Chegando próximo à oficina de trabalho de Alcides, percebeu que tudo estava fechado, até parecia abandonado, mas ainda o carro de Alcides estava lá, parece que ele optou por viajar de ônibus, ela se sentou em uma banqueta que existia ali bem próximo a porta de entrada do artista, Sarita ainda permaneceu por ali, conversando com uns amigos além de folear uma revistinha, para passar o tempo, estava ciente que nesse dia Alcides votaria da viagem, aguardou até um certo tempo.

(hoje 14 de janeiro 2025)

A menina estava ansiosa para reencontrar seu tão queridíssimo Alcides, daí dentro de alguns minutos estaciona um carro de aluguel, Alcides desembarca ali mesmo na calçada de seu estabelecimento, recolhe as bagagens para o interior de sua oficina de arte, depois dos cumprimentos, como habito, mais que depressa, Sarita faz um saboroso café, enquanto isso direciona seus ouvidos a escutar as novidade trazida de seu Alcides que relata muito sobre sua família que fixava residência nessa região sul desse país, os pais de Alcides possuía algumas propriedades, entre casas, estâncias de gado de raça e vacas leiteiras nessa propriedade produtora de queijos exportação, entre outros embutidos, esse cinquentão namorado de Sarita, logo se vê que tem origens nobres, nunca gostou de viver grudado em seus pais, essa vida de pessoa simples ele escolheu dês dos tempos quando aproximavam os anos noventas, quando começou seguir um grupo de movimentos jovens que se vestiam em trajes extravagantes, protestavam os costumes e comportamentos daquela época dos anos de mil novecentos e noventas

Alcides era um desses jovens rebeldes, que adquiriu influências hippie, de décadas passadas, deixou sua rica família com todos confortos oferecidos pelos seus pais para viver uma vida totalmente desprovido de tudo, ainda Alcides continua com sua forma de pensar, mas vive em outro ambiente e sempre em mudanças de lugar, hoje ele está residindo nessa praça, amanhã não se sabe para onde levantará voo, logo se vê que Sarita: sua namoradinha é apaixonada por ele devido essa sua  vida simples não se preocupando com a cama que dormiria hoje, nem com os banquetes que a muitos anos não repetiu, durante esses vais e vens dessa vida maluca de Alcides, conheceu uma moça que também estava engajadas nesses movimento, namorou alguns tempos, noivou por alguns meses, foi daí que aconteceu esse casamento, esses laços matrimoniais perduraram por alguma meias décadas, a êx de Alcides não quis acompanhar nas andanças, se separaram deixando um menino, hoje um rapaz de idade acima de um ano e pouco de Sarita, nessa visita ainda compareceu a casa de sua êx, visitou seu filho, apesar de muitos anos não visto, demostraram elos de união, fizeram alguns passeios nessa cidade localizada no sul do país, foram até as fazendas de seus pais, visitaram as fábricas de Embutidos de carnes animal, ele percebeu esses Laços apertados de união a essa família de Alcides deixada para trás, em meio a essas tantas visitações e companheirismo, fixou acertado que um dia mãe e filho faria uma visita para seu pai, isso não demorará. ...Infelizmente o namorado de Sarita durante essa visita aos seus familiares, não conseguiu rever seus pais, também viajavam, havia ido para o exterior, se consultaria com uma equipe de médicos cientista no campo da oncologia, o pai de Alcides foi diagnosticado por uma doença muito agressiva, sentia que havia uma úlcera de tamanho desproporcional em que aos poucos estava destruindo seu intestino, o milionário industrial, pai de Alcides possuía muito dinheiro, e usando de seus recursos financeiros busca em outros centro de tratamento a cura desse tumor maligno, infelizmente muito difícil reverter para melhoras apesar de muitos exames, pesquisas das mais avançadas tecnologia na medicina, todos os resultados confirmado o mesmo que os médicos do país do pai do namorado de Sarita morava disse, não houve progresso nesse tratamento, foi decidido que o óbito do senhor Alonso está previsto, no mais tardar, um ano e meio, Alcides perderá seu pai, ele será vencido por esse tumor maligno, na verdade as respostas para suas indagações sobre esse mal, por momento continua estável, mas, em breve começará as outras etapas dessa doença, afetando muitas outras células desse corpo, decretando o óbito encerrado, colocando um ponto final na história do senhor Alonso; pai de Alcides o namorado de Sarita.

Seu Alonso o pequeno industrial; pai de Alcides, está vivendo uma fase muito difícil nessa sua vida, arrependido por não ter dado a atenção devida a esse seu filho, passou a vida toda ocupado com seus negócios, nunca chamou seu filho para conversar, bater aquele papo de paizão, diálogo falando da vida, almoço de domingo, reunião de família nos fins de ano, mas porém não lhe cabe um grande arrependimento, foi seu filho Alcides que escolheu essa vida nômade, perambulando de cidade em cidade como uma ave de verão, adquiriu alguns prazeres de viver essa liberdade, enquanto tinha a menina Sarita do seu lado,  só possui duas paixão na vida que leva, uma é Sarita, outra é sua habilidade de esculpir em madeira, é apaixonado pela sua simples arte, as vezes muito admirada por esse ofício, assim fica motivado para trabalhar mais e mais por essas peças de arte.

O rapaz artesão continua com sua vida pacata, mas para ele é cheia de prazer em viver, já se passaram mais de um ano, ele aguarda a qualquer momento a notícia inesperada, seu pai se encontra em estado avançado da doença, Alcides está tentando arrumar uma fórmula para administrar sua vida nesses próximos anos, ele sente que a idade já está lhe incomodando, ele vive um impasse, sua esposa original quer voltar, Alcides não conseguirá apagar Sarita dessa história tão cheia de glórias, si bem que voltar para reconstruir um casamento já esquecido, para Alcides seria a melhor opção, Sarita não existiu na vida de Alcides para casar e construir família, ela até já sabia que um dia terminaria esse namoro, agora ela já está se conscientizando que a hora chegou, Alcides voltará para sua esposa do passado e reerguer essa estrutura que já estava em ruinas, mas o amor reconstrói tudo, nem que seja um casamento desfeito.

Depois de muitos choros e lagrimas a menina Sarita aceita o fim desse relacionamento, o grande amor de Sarita parte para uma nova jornada, Alcides toma rumos opostos das caminhadas da linda garota, ainda cheia de juventude que sempre esboçou os sorrisos de felicidade enquanto sentia a presença de Alcides; o cinquentão, mas possuía um espirito de jovem.

Nesse momento Alcides está partindo para uma outra cidade, não é por expor em feira de artesanato, agora ele terá que adaptar à administração das empresas de seu pai falecido a poucos dias, certo que não será todo o capital, ainda será dividido em partilha de herança, existe mais irmãos na família de Alcides. Chegando a aquela cidade sulista, Alcides vá até a casa de sua esposa e toma seu lugar de chefe de família, agora recomeça a responsabilidade de pai, esposo assim vivendo outros ares.

Autor: Antônio Herrero Portilho/25/01/25

     

 

 

 

 

 

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

OS GATOS VIRA LATAS DOS ARABALDES

OS GATOS VIRA LATAS DOS ARRABAUDES Antônio Herrero Portilho O gato Amarelão estava sempre passeando por ali naquela quadra, ele tinha mu...