FANTASIAS SEXUAIS
Irene Inspiradora
Quando Irene chegou de viagem de férias naquela noite, percebeu um ambiente calmo que pairava sobre sua bela moradia, parecia que estava tudo em ordem e continuava do mesmo jeito que a deixara dês do dia que saiu de viagem. A janela de seu quarto parecia tão solitária, só havia sinal de abandono nesta mansão, percebia-se tudo escuro lá dentro, seu caseiro não cuidou com cuidado das faxinas a qual fora incumbido.
Irene estacionou seu carro em sua garage e mais que depressa se dirigiu até a caixa de luz, estava escuro, mas o facho de claridade do farol do carro que estava aceso deixava tudo nítido, à chave geral que ligava todo o esquema elétrico dos compartimentos deste enorme casarão precisava ser acionada, esta casa era tão grande para esta quase solitária mulher, tanto mistério guardava em suas intimidades! Ela tinha hábitos muito estranho com sua maneira de se relacionar, suas atividades sexuais não era apenas coisa superficial, acontecia muita insanidade em seus atos de prazeres carnais, usava todas as formas de extrair de seu corpo prazeres desenfreada com muitas depravações. Em sua mansão sempre houve estes encontros com seus parceiros que muito apreciava estas práticas de sexo, existia um compartimento nesta casa reservado para esta finalidade com infinidades de acessórios e objetos de brincar de prazer. Já aconteceram muitas seções de sexo de formas mais escabrosas que se podem imaginar muitas noites a fio de intensas orgias com torturas com muitas humilhações, criatividade infinita, onde tudo se resolve a base de sadomasoquismo e muitas outras formas de satisfazer suas fantasias.
Senhor Agnaldo ficou em sobressalto quando ouviu o barulho do carro quando ela bem forte acelerou pela última vez, o homenzinho veio logo ao encontro de dona Irene parecia preocupado com a patroa e foi logo perguntado se precisava de algo, ele sempre sentia medo das advertências a que viera ocorrer em algumas de suas displicências. Ele: um homem de estatura raquítica media mais ou menos uns cento e cinquenta e cindo sentimentos comparando a estatura desta jovem senhora tão grande e valente, seu Agnaldo não passava de um frágil inseto rasteiro que em nada superava os destemidos volumes corpóreos desta fera de batons. Quando dona Irene lhes exigiam algumas obrigações, este indefeso ser humano se atrapalhava de tanto apavoramento, este nanico tremia na base.
Penetrou a chave no buraco da fechadura rodou a e empurrou a porta para entrar, quando olhou para onde colocaria seus pés em seus primeiros passos pela casa foi logo percebendo um envelope de correspondência caído sobre o piso da entrada da sala, como se alguém houvesse colocado o por baixo da porta, pegou o nas mãos e foi logo perguntando ao senhor Agnaldo se o carteiro havia passado por ali nestes dias. Disse que não, não presenciou ninguém dos correios nestes dias, ela foi logo percebendo que o envelope estava sem selo e certeza que esta correspondência foi colocada bem ali debaixo da porta pelo seu próprio autor, um de seus grandes admirador e praticante destes atos sexuais de natureza sadomasoquista que busca o prazer pela a dor e a humilhação.
Este seu empregado e caseiro estavam sempre a sua disposição, ele sempre prestava umas variedades de outros servicinhos naquela casa, dona Irene pedia muita ajuda a ele até fora de hora, devido muitos anos de trabalhos prestados para esta senhora, havia muita cumplicidade entre este empregado e patroa. Ela não ocultava nada, suas intimides não era segredo para ele, muitas vezes seu Agnaldo foi exigido para que a servisse na piscina, quantas vezes ele a presencio em completa nudez, sabia e tinha certeza que este minúsculo homem não a oferecia nenhum perigo, estava certa que em qualquer embate ele seria massacrado por esta poderosa fêmea possuidora de um belo corpo bem estético de deixar qualquer homem em completo apetite sexual.
Senhor Agnaldo sentiu vibrar os ouvidos quando Irene sua patroa exigiu com a vós de austeridade, bradou com ato de bravura e insistência que a seguisse até seu quarto para que fizesse uma limpeza em algo que ficou pelo chão antes da ida quando saiu para viaje, e retirar os pós que havia caído durante estes dia que esteve fora, seu Agnaldo obedeceu às ordens e assim o fizera.
Subia a escadaria que levava ao piso superior, o homenzinho a seguia assim como fosse um cãozinho obediente, aqueles passos pelos degraus ao qual ela pisava e avançava adiante causando um barulho do salto de seu sapato bem alto provocando um som ritmado que impregnava na mente daquele homem promiscuo cheio de fantasias de sadismo com líquidos purulentas e fétidas deixando o excitado por estar sendo comandado por uma enorme mulher que demostrava tantas exuberância com este porte avantajado.
Seu Agnaldo começou a faxina pelo banheiro com mais atenção ao Box, pois Irene estaria se preparando para um belo banho, este faxineiro e caseiro foi logo pronunciando que não haveria muito serviço para executar e que já estava tudo limpo, foi saindo do banheiro para terminar a tarefa que lhe foi incumbido espanando todo o pó no dormitório de dona Irene, e assim o fez.
Quando ela foi para o banho deixou em cima da cama o envelope que só abriria quando estivesse totalmente descansada da viaje de banho tomado... Pediu para seu Agnaldo que fosse até a cozinha e preparasse um lanche bem gostoso e lhe trouxera aos seus aposentos, neste quarto.
Dentro de alguns minutos seu lanche chegou, seu obediente empregado a serviu com muita gentileza em umas enormes bandejas com várias iguarias, servida de bastante sustância, acompanhado de uma refrigerante coca cola.
Terminou sua refeição, e ao passar alguns minutos procurou se inteirar das suas tarefas que depois desta viaje cansativa e estressante, ainda não era muito tarde a noite, tinha muito tempo pela frente, lembrou que teria que abrir um envelope muito misterioso que o encontrou na entrada da porta da sala, tudo indicava que se tratava de um dos praticantes das seções de sadomaso... Dentre várias correspondências, esta foi a mais interessante, o máximo que ela poderia fazer é ler a grande correspondência que lhe fora enviada por este tão secretíssimo a débito destas práticas tão estranha que ela sentia muito prazer em realizar a seus clientes sexo maníaco, isto ficou confirmado e o encontro se daria no outro dia as 21 h 40 min e tudo estariam combinado e este cliente seria um novato mais cheio de ideias promíscua.
Quando chegou o outro dia o ambiente já estava tudo arrumado, a sala para sexo e orgia e castigo sado maso estava toda preparada, o senhor Agnaldo arrumou todos os objetos, correntes, algemas, máscaras para tapar o rosto só restando dois furos nos lugares dos olhos, este empregado de dona Irene sempre auxiliava sua patroa nestas atividades em que todos os clientes amantes desta prática de prazer e tudo que estava para oferecer para seus amigos, ficariam relacionados em documentos assinados pelo cliente.
Neste grande momento esperado eis que adentra pelo enorme portão da mansão um automóvel ocupado por um casal de idade ainda muito jovens, ele ao volante e sua esposa de acompanhante no banco de carona, senhora ruiva de corpo muito formoso ambos praticantes destas formas estranhas de fazer amor, tudo que ele gostava sua esposa também o acompanhava com muito gosto e prazer, eles tinham gostos idênticos até para estas práticas de sexo com castigo. Esta noite promete.
Estacionaram o carro sobre uma das árvores, mau o motor cessou seu Agnaldo foi ao encontro para recepciona-los auxilia-los como fazia com todo o cliente que desta casa usufruíam, cumprimentou os visitantes novatos e os encaminhou até o local onde seriam realizadas estas práticas, na mesma mansão neste cômodo. Chegando a tal sala de prazeres seu Agnaldo pediu que o casal aguardasse alguns minuto e que ficassem a vontade, nus se for possível, os dois começaram a se livrar das roupas em estante estavam pelados como vieram ao mundo aguardando a grande rainha a grande Irene devassa e perversa quando estava executando seus chicotes para castigo e dominação.
Dentro de alguns instantes ela desce a escadarias que dá acesso a sala de sexo e castigos, já sabia de tudo que estes queriam realizar, estava escrito no relatório, agora era só dar inicio o que estava no contrato, ficou combinado que a senhora ruivas só iria assistir seu esposo sendo humilhado, assim seria sua forma de prazer que ela apreciava, às vezes até ajudava em desferir os golpes de chicote em seu próprio marido que enquanto não presenciar o sangue de seu companheiro esvair não chegava ao auge do prazer e gozo total.
Dona Irene se aproximou do casal falando alto com autoridade e acionava o chicote acertando as costas nuas deste senhor que a cada chicotada e ato de sofrimento causado pela grande fêmea Irene lhe aumentava mais e mais seus prazeres, era tudo que este casal gostaria de sentir, o gozo extremo.
A senhora ruiva, com a ajuda do senhor Agnaldo, trataram de chegarem a uns dos estagio mais intenso, e aprisionou o novato com cordas de maneira que o mesmo ficara deitado ao assoalho de bruços exposto a toda forma de castigo, e muitos, que ninguém nem imagina. Muitos golpes fora desferido sobre as costas deste amante do prazer e dor, ele gemia e sussurrava percebia se que este senhor estava resolvendo suas fantasias que estavam tão guardadas em seus obscuros instintos sexuais, ele e sua esposa a senhora ruiva afeiçoada pelas altas depravações e chegava ao ápice das sensações de completos gozos torrenciais vivido entre este casal de novatos.
No decorrer desta noite inesquecível muitas formas praticadas pelo sadomasoquismo o senhor novato recebeu de Irene e sua própria esposa, todo o tipo e forma de castigo e degradação a qual estava previsto pelos seus desejos este casal procurava e foi atendido na mansão de dona Irene que muitos intendido nestas modalidades e praticas diziam ser o palácio dos prazeres do sadomasoquismo com outras várias formas de praticar sexo com orgasmos e dor.
Enquanto dona Irene fumava um grosso charuto soltando grandes baforadas de fumaças o senhor novato estava amarrado às mãos e os pés, estatelado ao piso desta sala, suas costas estava toda ferida de ataque de chicote e queimadura de velas, e enquanto sentia dores também sentia prazer soltando gritos de satisfação. Para este senhor seria as realizações de seus maiores desejos já vividos e este grito parecia que o mesmo queria mais e mais a fim de extrapolar as medidas destes atos gostosos e prazerosos. Enquanto isso dona Irene e a senhora ruiva sua esposa estava de pé bem posicionada, duas grandes mulheres nuas e prontas para finalizar com o mais esperado momento pelo o qual ele aguardava com muitas expectativas, enquanto a ruiva sua esposa pisava suas costas com dedicação, forçando cada fez mais o sofrimento ao qual ele estava sempre desejando, obter para completar ainda mais suas fantasias as quais ela conhecia muito bem e sempre lhe oferecia para sua satisfação, os urros aumentava porque ele queria mais, e mais e logo foi completado com aquilo que já tinha praticado e eles apreciavam, enquanto isso Irene estava se preparando para desferir o último golpe, ela abaixou-se até seu rosto, soltou algumas fumaças de seu charuto que ainda queimava em brasa e disse algumas palavras perguntando algo, este humilhado respondeu que sim gesticulando com a cabeça, ela apagou o charuto em suas costas, esfregando o até o mesmo se espatifar provocando fortes queimaduras, terminando ficou de pé e elevou os quadris a frente, empinou-o oferecendo o presente que ele tanto esperava destas duas mulheres.
Deitado aos pés destas duas mulheres, pronto para receber tudo que lhe era oferecido e já fora combinado a princípio, em dado momento começou sentir algo, como líquidos quente que esguichava e batia forte em suas costas, as duas fêmeas exercia uma duradoura micção, mijavam caprichosamente sobre aquela carne esfolada deste humilhado senhor, o amarelo destas substâncias expelidas por elas, se misturava com o sangue dos ferimentos ocasionado pelas chicotadas, elas imprimiam cada vez mais velocidade impulsionando atingindo propositalmente as chagas, ele sentia que aguçava ainda suas dores e ardências nos locais daqueles cortes das chibatadas e queimadura que charuto provocou, mas quanto mais intenso as dores e humilhação o prazer aumentava ainda mais, ai ele gritava menos, não havia mais forças para nada, nem para gloriar este feito, se enfraqueceu entregando se a tudo que lhe era praticado por estas duas mulheres, e aceitava estes suplícios como a maior realização de todos dos tempos em sua vida enquanto estes atos lhe faziam conquistar várias ejaculações de contentamento, neste momento elas também sentiram se satisfeitas e também foram agraciadas por estes orgasmos enlouquecidos providos de muitas insanidades.
Terminando tudo, este senhor adormeceu ali ao chão ao meio das grandes poças destes líquidos amarelados expelidos pelas entranhas destas valentes mulheres promiscuas, feito por dona Irene e sua esposa aquela senhora Ruiva. Lá fora da mansão a noite terminou calma e serena, depois que todos os desejos foram resolvidos a vida tomou seus rumos costumeiros como era antes, o casal voltaram para suas casas, este senhor o novato continuou com sua vida de executivo em suas funções de grande importância no comércio e indústria, sua esposa a senhora ruiva em casa não mudou em nada, voltou para o círculo de amizade deste grupo de senhoras as quais ela frequentava, dona Irene em seu castelo dos prazeres continuou recebendo seus convidados como sempre.
Autor Antonio Herrero Portilho duas fêmeas exercia uma duradoura micção, mijavam caprichosamente sobre aquela carne esfolada deste humilhado senhor, o amarelo destas substâncias expelidas por elas, se misturava com o sangue dos ferimentos ocasionado pelas chicotadas, elas imprimiam cada vez mais velocidade impulsionando atingindo propositalmente as chagas, ele sentia que aguçava ainda suas dores e ardências nos locais daqueles cortes das chibatadas e queimadura que charuto provocou, mas quanto mais intenso as dores e humilhação o prazer aumentava ainda mais, ai ele gritava menos, não havia mais forças para nada, nem para gloriar este feito, se enfraqueceu entregando se a tudo que lhe era praticado por estas duas mulheres, e aceitava estes suplícios como a maior realização de todos dos tempos em sua vida enquanto estes atos lhe faziam conquistar várias ejaculações de contentamento, neste momento elas também sentiram se satisfeitas e também foram agraciadas por estes orgasmos enlouquecidos providos de muitas insanidades.
Terminando tudo, este senhor adormeceu ali ao chão ao meio das grandes poças destes líquidos amarelados expelidos pelas entranhas destas valentes mulheres promiscuas, feito por dona Irene e sua esposa aquela senhora Ruiva. Lá fora da mansão a noite terminou calma e serena, depois que todos os desejos foram resolvidos a vida tomou seus rumos costumeiros como era antes, o casal voltaram para suas casas, este senhor o novato continuou com sua vida de executivo em suas funções de grande importância no comércio e indústria, sua esposa a senhora ruiva em casa não mudou em nada, voltou para o círculo de amizade deste grupo de senhoras as quais ela frequentava, dona Irene em seu castelo dos prazeres continuou recebendo seus convidados como sempre.
Autor Antonio Herrero Portilho
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