sexta-feira, 28 de novembro de 2025
segunda-feira, 24 de novembro de 2025
VIAJANDO PELOS SERTÕES - COMUNIDADE QUILOMBOLA
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D |
essa vez Zé
de Sousa se prepara para voltar visitar seus
familiares
que ficaram nos distantes rincões desse país, localidades assim como de mostra
os desenhos nos mapas geográficos.
Conforme as
divisas territoriais, uma pequena aldeia, descrevendo sua terra natal que um
dia deixadas para trás, se mudou para cidade grande, conhecer novos povos,
novos costumes adquiridos nessas grandes cidades.
Zé é
descendente de escravos de origens africanos, seus ancestrais sofreram os
açoito da chibata presos ao tronco frentes as senzalas, uma mancha suja na
história do nosso país, vestido de pele diferente da maioria desses homens
imigrantes Europeus, orientais e ruivos dos Alemães, agora sentirá a
dificuldade em se misturar em meio a essa sociedade racista, preconceituosa
esquecendo que somos iguais nas essências.
Chegando
nessa capital desse estado, através de algumas informações concluiu que a
jardineira rumo ao lugar mais turístico do desse país verde amarelo, partirá
dentro de alguns minutos.
Zé de Sousa
deixa o conforto de sua sala de trabalho para embarcar nessa aventura
emocionante, diz ele que até poderia pegar um ônibus melhor, mais confortável
ou até vias aéreas às cidades mais próximas desse ponto final, mas resolveu
sentir a proximidade da natureza e aproveitando para fotografar algo
interessante
a beira dessas estradinhas de chão batido, infelizmente Zé de Souza foi mal
informado, esse veículo de transporte passageiro é clandestino e as condições
péssima de acomodações.
- Já fiz a
burrada, agora tenho que aguentar. Disse ele em tom de arrependimento.
O ônibus, se
é que posso chamar isso de veículo de passageiro, carregava todo tipo de gente,
até os costumes desse povo interiorano viajava por esse destino.
Havia nas
partes dos fundos dessa jardineira, gaiolas de passarinho, amarrada pelas duas
pernas, algumas aves domésticas, fazendo altos cacarejos, até uma cachorra de
pequeno porte presa pelo pescoço guiada por um pedaço de corda, dentre
vários sacos de roupas superlotados substituindo malas de viajem empilhado nos
cantos dessa embarcação, nesses espaços que sobravam às cantorias de alguns
músicos, batendo bumbo, tocando pandeiro, sanfona e violão, atrapalhavam no
corredores por onde usariam para se movimentar dentro dessa condução.
Logo depois
de percorrerem um pouco mais da metade dessa viagem, Zé de Sousa já quase
pedindo que parasse a condução pra depois descer e arrumar outro meio de
transporte passageiros, felizmente no momento que o motorista condutor, sem
perder a atenção nas trilhas de rodagens, disse com peito estufado, até parece
que escutou os reclames de Zé quando dizia ao amigo do lado.
– aguardem
mais um pouco para esse ponto final, a viagem é sacrificante, mas é isso que
temos por enquanto, daqui a mais ou menos uns dois quilômetros daremos uma
parada, estacionaremos a beira da estrada, teremos que arrumar a carga e
esfriar o motor desse veículo por alguns instantes , se alguém precisar tirar a
água do joelho, pode ficar à vontade, dá tempo, evite aquelas necessidades
solidas mais demoradas, poderá atrasar muita a viagem, não temos toaletes a
bordo, só as moitas e capinzal dessas paisagens poderão barrar a visão dos
curiosos indivíduos de pescoço e olhares compridos que se nutre de
situações como essas feitos a céus abertos, isso é o que temos a oferecer
por momento.
- Ainda bem
que não perdemos nenhum dos pneus, e o motor não deu aqueles pifes como das
últimas viagens, parece que a revisão valeu a pena, santo mecânico. Disse o
ajudante dando glórias pela viagem estar correndo em paz, conforme o que eles
pensam.
Zé de Souza
ouviu essa conversa particular do piloto e copiloto e ficou sobre alertado,
nunca poderia ser mentira o rumo dessa prosa, pois eles eram os protagonistas
principais dessa aventura, mas felizmente José de Souza ainda conseguiu voltar
ao cochilo, difícil conseguir pestanejar dentro desse tumulto feito lata de
sardinha coletiva de passageira.
A maioria
desses passageiros saltaram porta fora no momento que o veículo parou, o moço
que ajudava o motorista em alguns imprevistos a ponto de tomar o volante,
correu foi logo colocar um calço nos pneus para ajudar o carro ficar parado, se
diz, freios de arrumação, aqueles fulanos corriam se retorcendo procurando um
lugar mais oculto para esvaziar a bexiga, não havia nesses capinzal altura que
encobrisse um corpo, a vegetação era baixa, ainda que mais se encolhiam ficava
a mostra da cintura pra cima, principalmente as mulheres, Dona Zeferina que
tinha tanto ciúme de sua cachorra a levou arrastando pela corda até o local de
sua micção, quando tudo terminou, desceu uma enxurrada de mijo nas margens
dessa estrada, até a cachorra de dona Zeferina contribuiu para essa correnteza
fedorenta, foi tão prolongada que até parecia a última mijada dessa animalesca,
esse animal sofria nessa viajem estressante, dona Zeferina ainda conseguiu um
vasilhame de água da correnteza da riozinho que passava ali pertinho dessa parada.
seu
Chiquinho desceu por último devido sua idade avançada, terminou por derradeiro,
o condutor acionou a buzina bem alto, seu Chiquinho veio correndo para retornar
a seu lugar na poltrona dezessete, parece que nem terminou o desague,
finalmente, medo de ficar para trás interrompeu o que estava fazendo,
depois de alguns minutos precioso dessa jornada, ainda concluiu o abotoamento
da braguilha, notava-se e ficou provado que o pobre idoso deixou o serviço pela
metade, molhou as calças, pensou que tinha terminado, mas ainda tinha muita
urina a esvaziar, no momento de se acomodar em seu lugar que para ele achava-se
confortável.
O moço foi
correndo, saltou fora dessa condução, foi retirar os calços dos pneus para a
viagem prosseguir.
O motorista
lá dos comandos da cabine, gritou alto - Estão todos aí? posso seguir em
frente? sendo que tá tudo OK vamos retomar essa viagem, bora.
Enquanto
aquela velha condução deslizava, obedecia às curvas dessa estrada, subidas e
decidas em ladeiras, enquanto alguns mais animados ocupante desse pau de arara
gritavam viva tocavam violão, um senhor nanico de estatura bem pequena, puxava
o fole de uma velha sanfona, até batiam no pandeiro, e se animavam quando
jogavam goela a baixo copos e copos de umas cachacinhas saborosas, isso para a
viagem ficar mais divertidas e esquecerem as dores da vida. Incrível que
sincronismo, as três galinhas de dona Mira resolveram botar seus ovos
simultaneamente, acho que essas aves estavam superes estressadas devido essa
desarrumação, essa dona dessas galinhas recolheram os três ovos, colocou dentro
de uma cestinha que levava no colo.
Quando a
cachaça começou a fazer efeitos naquelas cabeças tontas, as gritarias nas
cantigas aumentaram o volume, muitos passageiros ficaram perturbados,
reclamaram com o motorista foi logo gritando:
- Ei, vamos
parar com essas bagunças aí, senão vou colocar todos para fora, se bagunçar
terão que ir a pé, apesar que por essas bandas existem muitas onças famintas,
vocês poderão servir de um belo banque para essas felinas. Tomem cuidado com
suas vidas, seus pinguços infelizes de uma figa.
Dona
Raimunda, levantou-se, deu seu lugar para a menina, filha de dona Joana que no
momento viajava sentada no colo de sua mãe, já estava grandinha para esses
apegos maternos, começou a pesar, depois dona Raimunda retoma seu lugar e a
menina volta para o colo de sua mãe.
Em dado
momento em que as confusões estava em alta, dona Raimunda retirou de um
embornal; pequeno saco de guardar trecos que se carrega ao pescoço, abriu esse
compartimento para viaje, retirou um livro de capa preta de dorso largo nutrido
de milhares de páginas, começou a ler e ditar alguns números, capítulos e
versículos, falava alto e gesticulava, dizia que o senhor dos céus viria para
libertar todos das agruras e sofrimento, usando de seus proselitismo convidando
todos a visitarem a igreja a qual ela frequentava, lógico que com uma
oportunidade como essa ela não deixaria de usar de seus proselitismo, as vezes
até contrariando os de fé diferente, Maneco já disse negando qualquer tipo de
insistência, soluçando exalando um mau odor de aguardente, puro álcool etílico,
mesmo que arrastando as palavras devido seu estado de embriaguez:
- Eu não vou,
sou umbandista, tenho meus guias e companheiros espirituais, nessas igrejinhas
eles não entram, ainda disse por final:
– Salve meu
Zé Pelintra, castigue essa mulher faladeira.
Nesse exato
momento dona Raimunda sofreu alguns transtorno, a entidade obedeceu seu Maneco
começando uma grande confusão, enquanto o senhor Bartolo deixou o pequeno
zabumba posto no chão do corredor desse ônibus, somente para ingerir um
copo de pinga, súbito várias capivaras atravessaram a estrada, eram muitas
delas, o motorista do ônibus deu uma parada brusca nesse veículo, alguns que
estava de pé na parte da frente, foram parar lá nos fundos onde acontecia a
cantoria, formando um grande reboliço, ficaram amontoados. Dona Raimunda
desequilibrou, estava com as duas mãos segurando o tal livros de capítulos e
versículos religiosas, no momento desse solavanco acabou caindo sentada
em cima do zabumbo do senhor Bartolo e cantadores, estourou o coro desse
instrumento, seu Bartolo ficou puto de raiva, trabalheira pior foi
retirar o zabumbo que encaixou na bunda de dona Raimunda no momento que se
desequilibrou e caiu, o livro que ela dizia ser santo, que ela lia e se
apresentava a todos, no impacto foi parar longe, enquanto que gritava aos
desespero por estar vestido por esse instrumento de percussão, mas logo deram
um jeitinho a brasileira, um dos homens forçudos seguraram na cabeça de dona
Raimunda apertando entre seus joelhos, uma cena horrível, enquanto que um dos
sujeitos com muita determinação puxava o instrumento de couro, pronto!... Saiu!
até que enfim, quase que a bunda de dona Raimunda foi junto com a força desses
homens, mas conseguiram desencachar a parte dessa orquestra da bunda de dona
Raimunda... bumbum que bateu no bumba. Assim segue a viagem.
Seu Geraldo
já estava de cuca cheia, mais pra lá do que pra cá, não gostou em nada com o
que o condutor disse corrigindo, começou os xingamentos, palavrões pra todos os
lados, dizendo sem provas que a esposa do motorista já o traiu, sempre foi um
marido traído e ainda procurando mais confusão continuou em voz alta, quem
estiver se doendo por ele também é corno, quando disse isso, logo levou um
pescoção, um sopapo na nuca, seu Geraldo bateu com a cabeça em um dos ferros de
reforços da carroceria desse veículo de transportes de passageiros, ficou um
pouco atordoado, se enfureceu batendo por todos lados, aí a coisa ficou feia, o
ajudante do motorista se apossou das madeira que servia para calçar os pneus,
tacou em direção de um dos brigões, o tal se desviou evitando que acertasse,
aquele que seria o alvo do ajudante do condutor, todos se desviaram da madeira
arremessada, dentre esses passageiros, nenhum foram alvejados, mas porem, com
tudo quem pagou o pato foi a cadela de dona Zeferina, a madeira acertou a pata
traseira daquela inocente criatura, que no momento gritava, latia parecia que
dizia; algo sobre o irmão de Abel
Logo senhor
Geraldo pretendia revidar mas não achou nada para tacar contra os dois da
frente do ônibus dirigiam essa geringonça de ferro velhos e pneus, mas com
muita rapidez e agilidade fenomenal tomou de dona Mira em situações quase
forçadas, os três ovos que as galinhas teriam botados a poucos minutos, com
essas únicas armas em mãos, começou arremessar aqueles ovos em direção da
cabine desse condutor e grande foi a surpresa, enquanto essa condução estava em
movimento ladeira a baixo com o perigo eminente, irritado com a muvuca, virou o
pescoço para acalmar os encrenqueiros, dizendo algumas frases mandando aqueles
indivíduos tomar no caneco, caneco que significa um dos quatros orifícios do
corpo humano, pelo que o qual se referem é usado para evacuar os resíduos
intestinais, enquanto alguns desobedecem a via única indo para os lados
promíscuos de fornicações, visto como alta Pela segunda vez, olhando para trás
dizendo algumas palavras, enquanto em sua direção vinha um ovo rasgando espaço,
seu Geraldo arremessou impondo toda sua força possível, impulsionando tal qual
um jogador, uma bola de Beisebol em um jogo tumultuado.
Esse ovo que
no momento servia como munição desses desentendimentos, nesse minuto exato veio
espatifar bem na cara desse motorista, tapando toda a visão desse condutor,
resultado dessa guerra de objetos, enquanto as galinhas cacarejavam, e em meio
a gritarias de perigos, o ônibus foi se chocar no barranco daquela estrada, os
passageiros caíram todos amontoados nas partes do fundo dessa carroceria de
passageiro, ficaram feridos, dona Mira proprietária das galinhas ficou
desacordada pelo susto que levou, sofreu um passamento, dentre os humanos
transportados se salvaram todos, só com pequenas escoriações, mas a cachorra de
dona Severina veia a falecer no momento do impacto, alguns objetos pesados que
fazia parte desse transporte, a prensaram, morreu entre vários latidos e
granidos, dona Zeferina lamentou muito a morte de sua cadela de estimação,
alguém soltou as galinhas de dona Mira, escaparam pelas portas dos fundos e
sumiram no meio de uma lavora de milhos, que já haviam feito as colheitas,
certeza, nem em um século dessa existência essas galináceas conseguirá comer
todos os grãos de milhos e as espigas que na colheita essas máquinas deixam
para atrás, em meio a esse ambiente de tristeza e comoção, descarregaram o
corpo da cadela já falecida, ficou na beira da estrada, incrível que essa dona
da falecida canina queria e insistia em transladar o corpo desse animal
doméstico até o ponto final desse trajeto, mas todos foram contra essa
reivindicação de dona Zeferina que dizia que seu desejo era de sepultar ali nas
proximidades de sua casa em meio seus animais domésticos já falecido.
Zé de Sousa é
natural das comunidade quilombola, ele estava aproveitando essa viaje para
voltar a sua terra natal, visitar seus pais e reviver seus amigos de infância,
presenciar novamente os lugares que brincavam quando criança, até nadar nos
lagos de grandes pescarias, Zé já estava chegando, faltava alguns cento e
cinquentas quilômetros, nesse momento muitas saudades de seus pais e
irmãos, apesar desse regresso se repete todos os anos, ele é o mais velho dos
irmãos, uma mocinha e um rapaz, ambos também empenhado estudares os cursos
superiores e conseguirem se formarem, próximo ano da início em uma faculdade,
já está terminando o último anos do primário, Zé dará hospedagem em sua casa,
acolherá seus dois irmãos até que se formem, a mocinha pretende jornalismo; Luara
tem uma profunda admiração pelo jornalismo, Benevides o prefere a biologia,
gosta muito desse tema química farmacológica.
Zé de Souza
depois que cumprimentou seus irmão e mãe tentava perguntar de seu pai, sua mãe
muito ansiosa e eufórica pela visita do filho vindo da cidade grande,
conversava muito, não deixava Zé de Souza perguntar de seu pai, sua mãe
interrompia as indagações, o rapaz ficou preocupado, suspeitava que algo havia
acontecido com seu pai, mas logo conseguiu perguntar para sua mãe onde estaria
seu pai, ai a pergunta foi feita, sua mãe o pegou pelo braço e levou até a
frente da casa, apontou com o dedo e disse;- você tá vendo aquela casa lá na
ladeira, está destelhada, seu pai tá lá, ajudando esse nosso vizinho a repor o
telhado, ouve um temporal causando alguns desmoronamento nessas casebres, esse
costumes de irmão comunitário ainda continua, sempre estamos prestando ajuda
assim que necessitarem aos nossos
irmãos
quilombolas, vá até lá, seu pai está com muita saudade de você meu filho.
- Sim minha
mãe, logo depois que tomar esse seu café, estarei indo lá para abraçar meu pai
querido que tanto amo.
Zé de Souza
logo depois que engulo os últimos goles de café, saiu ao encontro de seu pai,
não poupou de esforços, saiu correndo per aqueles campos, os mesmos que vivia
em criança e em poucos instantes chega ao lugar onde seu pai trabalhava, com
muito humor e brincadeira, chega quase debaixo desse telhado e disse em tom de
fanfarrice:
- Ei, o
senhor aí que está em cima desse telhado, peso que desça já daí.
O pai de Jose
de Souza não estava fazendo ligação da voz a pessoa e respondeu:
- Já sei,
alguém da capital que veio aqui na comunidade nos importunar com regras e
regimes dificultando o dia a dia de nossos irmãos Quilombolas.
- Logico que
não meu pai, só estou fazendo uma brincadeira, me dê um abraço aqui, eu vim
para ficar alguns dias nesse final de ano, e agora que meus dois irmãos já está
apto a fazer uma faculdade, vou leva-los comigo a partir desse começo de ano
que está para começar daqui a poucos dias, quero ver meus irmãos formados,
assim como eu e isso é certo, vou dar todo apoio eles vão morar comigo, vou dar
tudo que eles precisarem, minha casa é grande e muito confortável, daqui uns
seis a oito anos retornaremos, aí você perceberá os dois filhos formado,
não me importo em gastar quanto quer que seja com esses meus irmãos, agora com
as facilidades desse governo e o projeto de cotas para negros conseguiremos
alcançar nossos objetivos.
Nesse quase final de semana a casa do senhor pai de José de Souza ficou quase vazia, foi logo após a irmã e o irmão de José de Souza fazer suas transferências no colégio onde estudava, na cidade ali do lado que tudo ficaram confirmado, agora não só Zé saiu de casa para buscar melhores condições de vida, seus dois irmãos também seguiram viagem com destino a capital, assim que chegarem ingressarão em cursos em faculdades estarão se formando daí uns cinco anos, Luara e Benevides morando com seu irmão Afro descendente.
Antônio Herrero Portilho/19/março/2021
terça-feira, 4 de novembro de 2025
Será que são anoes ou Pokemns
SERÁ POKÉMON em jogo, anões ou algo
nanico,
relacionado com nanotecnologia?
Eles são menores que um duende se é
realmente um duende, não é mentira não, eu já vi muitos por aí, vivem em turmas
nestes jardins, matas e florestas, já até capturei em meu celular, são
pessoinhas do tamanho mais ou menos de uma garrafinha de refrigerante das
menores, ainda continuo percebendo-os, peço que acredite, são verdade. Dizia
Elvira para as suas amigas, empenhando o máximo em sua palavra.
- Minha amiga Elvira, parece que você
está delirando, você não está com febre, não é?... Isso são fantasias de
crianças, só as crianças veem estes homens minúsculos... Parece que fumou de
mais oh... Acho que tá precisando de homens grandes para apagar este seu facho
cheio de pensamentos doentios. Disse Carla Com ar de gozação e
aproveitando para corrigi-la das conversas de doidos.
- Então tá, um dia eu vou lhes
mostrar, vocês não acreditam né?
Nenhuma delas acreditou gargalharam e
disseram
- Você está sonhando acordada, ouça
aí, isto que você está falando não são os bichinhos do jogo dos Pokémon? Acho
que você está trocando fá por fé, vai dormir oh...
Elas se preparavam para uma viagem
para o litoral, pretendiam curtir um pouco a natureza e permanecer alguma
temporada longe da civilização.
Naquele dia mesmo, Elvira resolveu ir
ao encontro a seus amigos de pequenos portes, foi até lá no fundo da chácara e
de papo com eles reclamava indignada dizendo que suas amigas não acreditaram na
existência dos mesmos, até vaiavam, dizendo gozações, praticavam bullying,
Elvira disse a seus amiguinhos que já não estão suportando tais chacotas.
- Pois é!... Elas não acreditam no
que digo, diz que eu estou falando bobeira, até já disseram em me internarem um
manicômio, vocês têm que me ajudar, faça com que elas os enxerguem, não suporto
mais viver assim de vaias e galhofas comigo, disse aos pequenos seres viventes
no momento oportuno.
- Deixe comigo, vou lhes pregar uma
surpresa, lá naquele lugar existe uma comunidade muito grande de duendes e
fadas, eu estarei lá esperando por vocês, vou organizar tudo, a partir desse
momento elas estarão endoidecidas pelo que virão. Aguarde.
Nesse fim de semana resolveram todas
acampar, viajaram para o litoral, onde havia muitas montanhas, vegetações e
praias desabitadas.
Carla e mais três amigas,
bagageiro superlotado, tudo para consumo de uma semana de quatro pessoas, carro
rodando na pista a uns 130 km rumo ao pôr do sol, depois tomaram uma estradinha
calçada de pedras, paisagem bonita, lugar encantador.
Enquanto Leticia dirigia, Elvira
ocupava o banco de carona, as duas outras iam acomodadas nos bancos traseiros,
todas rindo, diziam em voz altas enquanto cantava, falando piadas em meio a um
ótimo clima de descontração, só Elvira permanecia um pouco quieta por sofrer
tais gozações devido acreditar nas existências dos seres imaginado, quer dizer
homens minúsculos, enquanto suas amigas riam ela ainda insistia que seria
verdade, seus relatos e presença dos seres pequeninos.
Enquanto estavam todas concentradas
nesta harmonia, quando todas conversavam ao mesmo tempo, Elvira soltou um grito
alto pedindo que Leticia freasse o carro.
- Pare, pare, freie o carro rápido,
não veem o que estão atravessando a estrada lá na frente? Pare o carro urgente,
cuidado se não vão atropelar eles.
- Aquilo são sapos que estão no leito
da estrada, basta você perceber que aqui há um brejo, veja lá um alagadiço,
parece que você está enxergando coisas novamente, tenha a santa paciência amiga
Elvira, já vem você novamente com esta ideia, imagine se eu vou parar esse
motor possante só para salvar a vida de pequenos sapos, que se fodas os sapos,
um sapo a mais, um sapo a menos, que diferença faz? Que saiam da frente se não
querer morrer... Ora vejas! Bonecos que andam, Duendes, Pokémon, sei lá...
Seres minúsculos da floresta... Não acredito nestas coisas... Ah tá... Disse
Letícia já inconformada com o papo de Elvira.
- Vocês não querem acreditar em mim,
uma hora destas vocês vão engolir estas palavras, você acabou de atropelar
alguns duendes, homens minúsculos.
Carla soltou uma gargalhada e
completou com algumas palavras.
– Me faz rir com estas histórias, depois que
você começou estudar naqueles cursos de nanotecnologia aí você ficou assim, não
percebeu que o que você estuda não serve para seres vivos, o filme do Gulliver
é apenas uma fantasia, aquilo nunca existiu.
- Mas aqueles que ficaram para trás
são seres em miniatura. Pode acreditar, parece que você nunca visitou aquelas
fazendinhas em exposição Agro pecuária, de um enorme touro os geneticistas
transformam em um tourinho do tamanho de um cachorro, porcos, cabritas,
carneiros tudo fica do tamanho de um gatinho e por que não seres humanos, seres
humanos também pode ficar em miniatura... Pode ou não pode?
Disse Carla com sintoma de nervosismo
por Elvira insistir nesta temática. Pode sim!... Sabe de uma coisa, vamos
retornar o nosso veículo estes dois km e veremos se não foi sapos que estavam
atravessando a estrada naquele momento, então veremos se eu estou falando a
verdade, pode ter certeza que aquilo era sapos, somente sapos, vamos lá
conferir, vamos voltar lá, eles devem estar lá caídos esmagado. Carla pediu que
Letícia retornasse o veículo e dirigisse até o lugar onde eles atravessavam a
estrada.
- Boa! Então vamos tirar isso a
limpo, disse Elvira com esperança que tudo fique esclarecido.
- Já estamos aproximando, vai
diminuindo a velocidade acho que é por aqui, disse Elvira apontando o lugar com
precisão.
- Eles ainda estão lá, pois faz pouco
tempo acontecido, veremos os sapinhos de Elvira disse Carla com um sorriso
sarcástico. Carla e Elvira descem do carro e vai até o local.
- Veja bem! Não são sapos, é mesmo o
que estou falando, isto são seres humanos de pequeníssimo porte... Veja se não
é o que estou falando.
Elvira tocando com a ponta do pé
assim como se estivesse dando um pequeno chute removendo a carcaça para
certificar se... Fosse um bicho morto, aí percebeu o rosto, os pés, e até o
sangue espalhado não parece com o sangue de sapos, disse ela ficou certa.
Carla ficou tomada de uma dúvida
enorme, agora já está quase acreditando na amiga, mesmo assim afirma que não,
não pode acontecer que estes seres pequenos não existem, nem nestas florestas.
Enquanto Carla relutava com suas
dúvidas, suas amigas que não desceram do carro gritavam para que Carla voltasse
para que pegasse a estrada, rápido para chegar mais cedo e logo foi atendida e
assim fizeram, foi ao rumo do destino.
Ao local rápido armaram as barracas
perto da reserva a alguns metros distantes da praia, que devido ao feriado
prolongado outros visitantes também tiveram a mesma intenção, de irá visitar
esta praia de sossego em meio à natureza, logo pegaram o celular e foram caçar
Pokémon, ótimo lugar para detectar na telinha do celular.
Quando Carla estava superconcentrada
neste joguinho, procurava o Pokémon por todos os lugares, der repente apareceu
um ser um pouco estranho no celular, um bichinho estranho na mira deste
aparelho telefone móvel, aí ficou confirmado, para aumentar mais a dúvida se
existe ou não existe seres minúsculo da natureza, assim como Elvira dizia e
insistia, mas, parece que Carla enxergou realmente um duende, era sim!... Um
duende, ele correu ali na frente dela e acabou por se esconder na vegetação,
agora Carla começou acreditar no que Elvira dizia sobre os seres minúsculos da
natureza, mas porem ela guardou segredo, não disse para as outras moças, só por
não voltar sua palavra atrás.
Naquele mesmo dia quando as moças
voltaram para as barracas de acampamento perceberam que algo estava faltando em
seus objetos, parece que furtaram de suas bagagens alguns materiais de
limpezas, pequenas roupas, tipo assim... Biquíni, lenços, óculos de sol, barras
de cereais, batom, e outras coisas mais.
Quem estaria furtando estes matérias?
Como seria este ladrão, Carla se, pois, a pensar e raciocinar, para perceber
alguma pista destes larápios estava difícil chegar a este ladrão, pois nem se
quer deixavam pegadas, também seria impossível a presença de alguém por ali,
depois desse fim de semana todos os turistas já haviam ido embora, só elas
estavam montadas com sua residência provisória, quem seria estes ladrões? Para
resolver este mistério só montando campana e aguardar estes delinquentes agir,
de uma coisa elas tinham a certeza, não se tratava de um só ladrão, tinha mais
outros envolvidos nesse caso, essas quatro moças se reuniram, decidiram
descobrir o que acontecia para esses objetos estarem sendo furtados, se
esconderam entre aos arbustos a uns noventa metros distante do local de onde
aconteciam esses fatos, visão perfeita, terreno plano só os capins na altura de
acima dos calcanhares, 40 centímetros mais ou menos... Nem ultrapassando
os joelhos próximo ao acampamento, aos redores dessa barraca campo aberto, mas
pertinho da reserva florestal, bem ali.
Quase sem chance alguém se aproximar
do acampamento se ser visto, elas se acomodaram em um tronco caído, sentaram-se
e na espreita diziam que só sairia dali quando descobrisse o autor das
roubalheiras e assim permaneceram horas a fio de plantão, essas moças ficaram
sempre atentas para o que pudessem acontecer.
PARTE II
As horas passam, e nada de flagrar esses
intrusos, nenhum vestígio, para elas os furtos ainda não aconteceram durante os
períodos de vigia, não viram nada durante as várias horas de espera, como seria
a fórmula que os delinquentes estariam usando para roubar estas moças?
Pois só se percebem a falta dos
objetos e até agora não foi confirmado o autor, isso deixaria muitas dúvidas na
forma de pensar das meninas.
Durante este tempo exposta aos
intemperes nesse dia “de” as coisas vai acontecendo na vida das moças.
Elvira por exemplo dá fim a sua
carteira de cigarros, Carla sente muita sede, Letícia precisa ir ao banheiro, o
melhor mesmo é desarmar esta atalaia, deixar para outro dia, e assim o fizeram
e voltaram cada uma para seus aposentos; barracas de acampamento.
Quando elas chegaram aos seus
humildes aposentos, veja lá que surpresa, as moças novamente sofreram outra
visita, os ladrões tornaram a furtar alguns objetos, dessa vez desapareceu a
chave do carro, pares de tênis, relógio de pulso e até alguns absorventes
íntimos, algo inacreditável! Como isto poderia desaparecer assim sem que ela
não percebesse? Na verdade, não tiraram os olhos da cena da área do crime,
apesar da longa distância, elas pensavam que os ladrões seria pessoas, assim os
enxergaria de longe, mas algo não passa pelas perícias dessas meninas senhoras,
O que poderia estar acontecendo? Ratos ou macacos, guaxinim, esses bichos
poderão estar passando despercebidos de seus olhos quando vistos a distâncias,
os macacos por exemplo são exímios delinquentes nessas atividades.
-Só nos resta um recurso que poderia
dar certo para desvendar este crime, eu sugiro que reunirmos por alguns minutos
para achar um denominador comum (disse Letícia com propriedade de líder do
grupo)
Naquela manhã seguinte dirigiram
todas para a praia, durante a exposição ao sol todas pensavam no como estaria
acontecimento, depois de horas de discursão houve a primeira manifestação de
uma ideia.
VANESSA: - Pode ser que o meliante,
ou quer dizer, os meliantes, enquanto estávamos sobre vigília o tal veio
rastejando pelos baixos capins e conseguiu levar os produtos do furto até ali
perto da mata e se livrou dos nossos olhos, isso é uma possibilidade, pode ser
isso!
(Carla discordou) - Caso fosse isso
não escaparia de nossos olhos, eu captaria com este meu binóculo que eu sempre
estava aposto, não, não, não. Não há mínimas possibilidades.
CARLA: - Esquilos eu acho que poderá
ser esquilos, os esquilos adoram brincar com objetos, levando em conta que só
desaparecem peças de pequeno peso e muito colorido algo macio, tipo tecido,
algodão; chave, chaveiro e biquíni colorido, absorvente macio, tênis... Olha!
... Acho que pode ser isso, depois vamos conferir esta ideia.
ELVIRA – Concordo em partes, e que é
possível.
- A meu modo de ver as ideias de
Carla confere com o modo de ver a coisa, concordo com tudo, mas, porém, só vou
mudar este personagem esquilo, não existem esquilos por estas reservas
florestais, não há possibilidade de serem esquilos, não aceito que como se o
autor fosse esquilos.
Sinto muito amiga Carla, mas ao em vez de
esquilos eu diria que os autores dos desaparecimentos dos nossos objetos são os
pequenos seres da floresta, aqueles que eu sempre digo e vocês levam na
gozação, são os Duendes, fadas ou os outros desta mesma espécie, vocês estão
convidadas para dar uma busca nos arredores e vocês verão que tudo estará
esclarecido. Vanessa levantou a vós em atitude de gozações, as outras três
moças soltaram uma enorme gargalhada e aproveitaram para fazer uma piadinha.
Vanessa:
- Cuidado meninas, vocês poderão estar pisando em um anãozinho, cuidado se não
vocês podem esmaga-los na sola da sandália.
Aí todas riu da
proposta da amiga Elvira. Pode ser macaco, os macacos também agem desta
forma, disse Vanessa interrompendo as falas de todas as outras moças.
- Vamos procurar estas trilhas, algum
bicho poderá estar praticando estes roubos, haja visto, que só desaparecem os
objetos de pequenos portes. Carla admitiu esta ideia, e porque não começar uma
busca agora para que possamos ter certeza desta sugestão, sugiro que este nosso
grupo se dispersa, cada uma para um lado e vasculharemos toda esta área talvez
encontre alguma pista.
E cada uma delas foi para um
determinado lugar em busca de algo que de mostrasse o porquê destes
acontecimentos misteriosos. Agora todas com o mesmo objetivo e espalhadas pelo
campo com o intuito de desvendar esta história, Elvira era a mais obstinada, verificava
tudo com eloquência, revirava tudo! Não deixava nenhum lugarzinho sem
conferir.
Passado algum tempo de serviço, Carla
determinou que estas quatro moças voltassem ao lugar de início para uma pequena
reunião, somente para ter a certeza que esta investida estaria dando resultado.
E assim fora feito, Carla grita alto chamando todas para dizer até que ponto
estava esta investigação, vieram as duas; Vanessa e Letícia enquanto que Elvira
ainda continuava a esta procura, neste momento entrou na floresta seguindo uma
trilha feita por bicho pequeno, parecia com caminhos de lebres, mas, isso chamou
muita atenção de Elvira, tinha quase certeza que isto concluía toda o seu ponto
de vista no que diz este desaparecimento das coisas. Der-pente elas ouviram um
grito de espanto, era Elvira com uma de suas histórias de pequenos seres da
floresta.
- Vejam! Toda vem até aqui. Vejam
isto que eu encontrei corram o segredo pode estar aqui, venham ver! ...
- Esta menina ainda vai nos
surpreender com suas maluquices, veremos do que se trata outra vez, preparem
para os risos, disse Carla com expressão de humor.
Aí todas foram ao encontro de Elvira,
prontas para dar uma salva de gargalhadas com suas atitudes insanas.
- Vejam amigas, vejam o que eu
encontrei caído neste caminho que ainda não sei onde nos levará. Este brinco
caído aqui não seria um dos brincos de Vanessa? Confiram se não é isso!
- Isso mesmo! ... Isso mesmo! ... É
um dos meus brincos sim, ainda bem que eu encontrei, adoro estes brincos, o
outro que faz par está bem guardado. Muito bem!!
Carla disse em aviso:
- Vamos seguir está trilha, acho que
é por aqui, não vamos desistir até encontrar o fim destas pegadas.
Enquanto fora dito o aviso, Elvira
disparou a frente, procurando tudo com veemência.
As outras três moças procuravam por
entre as folhagens periciando tudo, estavam elas empenhando o máximo até que
encontre algo que dê fim a esta procura. Elvira embrenhou mata á dentro
conservando aquela certeza que tudo agora fique esclarecido, verificando todos
os quadrantes dessa reserva florestal.
Tudo indicava que Elvira ia por caminhos
certo quando encontrou uma trilha que marcava bastante por onde passava essas
criaturinhas miniaturas.
Parecia que o tráfego, ou quer dizer
o trânsito, deixava esses vestígios nesses caminhos, ela segue em passos largos
e parece estar chegando ao final da trilha que de qualquer forma seria de
viventes pequenos da natureza, seja de coelhos, lebres, esquilos, ratos de
banhado ou alguma coisa que caminha pelo chão, isso Elvira tinha certeza.
Havia bem ali á diante um enorme
tronco de árvore, nascida á alguns séculos e tinha um enorme diâmetro, eis aí o
fim da trilha, mas tudo ficou confirmado, o segredo estava ali no pé daquela
árvore de tamanho bestial. Tinha uma abertura do tronco, seres não
identificados adentrava por aquela abertura, Elvira por estar sozinha na
floresta acabou por ter uma crise de pânico, ficou muito assustada com o que
viu, meio que desesperada gritava á suas amigas que ainda não estavam muito
longe dali, e de tanto chamar aí foi ouvida e estas outras três moças correram
ao encontro da solitária amiga.
- Podem ter certeza! Tudo termina
aqui, seja lá qual forem estes seres; eles estão aqui, moram aqui, algo
acontece aqui dentro deste enorme tronco, pelo que vejo existe uma grande
comunidade desses seres sobrevivendo neste oco dessa enorme árvore. Disse
Elvira com propriedade, certa que era ali que os, bichos, fadas, duendes, agora
tudo ficará confirmado.
Elas andaram ali nos de redores a fim
de descobrir mais sobre este cenário parecido com o da Branca de Neves,
procurando algo, havia uma clareira nesta mata, onde seria as árvores grandes,
aqui tinha arvorezinhas e o chão coberto de uma grama muito pequena, até
parecia lodo, tudo era estranho no ambiente, já sentiam medo, estava causando
arrepios, mas de uma coisa tinham certeza, estava concluindo toda aquela
investigação, era para cá que os seres estavam trazendo os objetos roubados,
resta saber quem são estes bichos, ficaram por ali algum tempo observando
e até admirando esse mundo encantado que parecia um jardim, até fazia sentir
medo as vezes, elas temiam que por ali também poderia existir bruxas e
vampiros, essa localidade dava muito bem impressão de terror; Floresta encantada.
As moças se afastaram e ficaram
observando a distância, de olho na entrada que existia no tronco daquela
árvore, algo poderia sair pela fenda e as meninas certificarem de quem são
esses seres, todas de posse de binóculos focando sem parar o local.
Minutos depois aparece um vulto bem
lá na mira delas, no momento foi flagrado e Carla foi a primeira a avistá-lo, e
tudo ficou confirmado era um Duende, saiu da toca e tornou entrar em seu
esconderijo e morada na árvore, agora Carla teve a certeza, aquilo era um
duende.
- Eu vi um, eu vi um, ele veio para
fora e depois entrou para seus pequenos esconderijos, no momento vocês não
estavam de posse de seus binóculos, acho que só eu vi. Disse Carla com
exclamação.
- Vamos até lá, e aguardaremos que
saiam novamente, disse Letícia tentando convencer as outras, ainda não acredito
nestes duendes.
As duas ficaram de pé bem em frente do
condomínio de seres minúsculo da floresta, quando elas colocaram os ouvidos no
tronco perceberam uma barulheira dentro daquela árvore, parecia outro mundo dentro
daquela madeira. Elas ficaram assustadas e saíram dali correndo, diziam elas
que desta vez iriam embora dali urgente, é que elas estavam amedrontadas com o
que viram. Correram desarmar as barracas, arrumar as coisas e perna para quem
te quero. Mal desmontaram as barracas e colocaram na caminhonete, quando firmaram
as vistas veja lá quem vinha pela estradinha, um batalhão desses duendes, já
aproximava de onde as moças estavam acampada até agora a pouco, corriam para
alcançar as acampadas, todos armados de paus e pedras, mau deu tempo das moças
entrarem no veículos, e girar a chave de ignição, estes centenas de pequenos
homens estavam determinados a fazer uma guerra contra as moças, estavam
dirigindo em sentido contrário, Letícia tinha a chave sobressalente, pois a
principal foi roubada por estes mesmos seres que agora estão furioso por ocupares
os espaço no campo que eles se achavam donos. Quando Letícia acelerou a
caminhoneta, Elvira que no momento sentava no banco de carona, ficou aterrorizada
e gritava em altos escândalos.
- Não mate estes pequeninos, não os
atropelem, veja lá o que vai fazer em!
-Não matem é isso? Então você
desce e vai lá confrontar com eles... Vá lá então... Ela passou em cima com a
caminhoneta, provocou uma carnificina, dezenas deles foram esmagados pelos
pneus do carro de Letícia contrariando as vontades de Elvira.
As quatro moças nunca mais voltaram
lá no lugar, e agora ficaram cientes que realmente esses pequenos seres existem
na natureza realmente, mas porem combinaram que a partir daqui em diante não se
falem mais no assunto, a história dos duendes ficará sepultada para sempre, não
se fala mais neste assunto, aí este recado fica valendo para Elvira que repete
tanto esta história.
(Antônio Herrero Portilho)
quinta-feira, 23 de outubro de 2025
Fredy e Irene; os falsos pastores.
SENHOR FREDY E SENHORA IRENE
Antônio Herrero Portilho
Ao
acordar pelo meio da noite, Fredy e Irene em seu leito conjugal passavam longas
horas conversando e colocando os planos em dias, não acendiam as luzes do
quarto, nem a do abajur, preferiam ficar em completa escuridão, não percebiam
nada em seus redores, diziam que descansaria os olhos das luzes fortes, dos
refletores, do grande show que haverás apresentado até a meia noite anterior.
Acordados noite afora comentando tudo que houve acontecido naqueles eventos ao
qual eles participavam; ela como cantora gospel ele como pregador da palavra de
Deus.
Dona
Irene: pessoa muito temperamental, possuía um gênio forte, sempre insistente em
seus objetivos, as vezes os assuntos tão banais, comum entre marido e esposa,
acabava em argumentos que levavam em discórdias e desavenças.
A
vida conjugal deles para o público, não seria nada da aquela relação que
acontecia a quatros paredes, ela pessoa muito vaidosa, fazia planos
mirabolantes, o dinheiro que arrecadavam em dízimos e ofertas rendiam milhões, suas
contas bancárias ficavam abarrotadas de tantas doações de fiéis e seguidores, suas
fortunas aumentavam da noite para o dia seguinte, conseguiam convencer os
irmãos da necessidade de pagar o dízimo ou oferta, com apena alguns gritos e
discursos baseados das leituras da bíblia, as quais seriam acrescentadas em
algo que não condizia com o texto, agiam assim com o intuito de enganar ainda
mais os irmãos.
Durante
todo o tempo em que estavam repousando em sua cama, e no decorrer da noite, iam
relembrando os fatos acontecidos durante aqueles eventos.
Dona
Irene recordou daquele caso, entre tantos, esses destacavam com amais
importância.
Naquela
vez, que se apresentavam em uma cidade no norte do país ouve uma história muito
marcante, uma senhora viúva idosa, mas milionária foi indicada por alguém que trabalhava
nas montagens e desmontagens de palco, mandou chamar o casal de pregadores a
mando desta senhora esperançosa pela cura de um mal; doença incurável, através
do recado que chegou aos ouvidos do então missionário, dizia ser muito
importante, certo que lhe renderia uma boa soma em dinheiro, assim o
Missionário interessou imediatamente.
A senhora viúva se apresentou dizendo estar
desenganada pelos médicos. Através de exames havia descoberto um câncer
localizado em uma região do abdome, que estava causando muito sofrimento. Não
havia mais cura, dentro de alguns meses lhe levaria ao óbito, comentou ao
Missionário que abriria mão de uma grande fortuna, para obter a cura deste mal,
ela o procurava pela à fama devido às curas extras ordinárias que havia
praticado outrora, sim! Mas, isso é o que ele dizia meio a variadas mentiras.
Durante
alguns dias, a senhora participou de várias orações de cura, mas porem
continuava o tratamento com o médico, certo que tratamentos para este tipo de
doença, em algum caso acontecem uma melhora, até parece que curou, mas a doença
logo retorna com mais força.
No
momento que a doença deu sinal de melhora senhor Fredy assumiu para si os méritos,
dizia a aquela pessoa que já estava curada, Jesus havia feito mais um grande
milagre, pelas mãos dele “Missionário S.r. Fredy” e se gabava, aproveitava da
situação e se pronunciava autor dessa cura, fase que o câncer mascarava uma
melhora circunstancial, se houvesse alguns méritos, seria dos médicos, com
tantas horas de dedicação com esta paciente.
Logo,
na próxima oportunidade, em que exibiram em praças publica, providenciou a ida
da idosa ao culto, e apresentou como curada desse terrível mau, dizia e se
orgulhava cheio de falsas euforia, mas, tudo era intensão de conseguir mais
credibilidade em seu curandeirismo fajuto.
Assim
ele levou uma boa soma em dinheiro. Com
a promessa da cura daquela viúva milionária, apenas a iludiu com falsas crenças
aproveitando da boa-fé desses esperançosos crente em Jesus, ali se via o puro charlatanismo, esse casal de missionário
sempre praticavam este tipo de estelionato, mas as previsões dos médicos eram
categóricas, antes de vencer o prazo de vida, que os doutores da saúde tinham
estipulado, veio confirmara o óbito da senhora idosa paciente desse mal
incurável visto pelos conhecimentos da ciência, isso confirmou com exatidão que
o milagre dito pelo casal de religiosos não passavam de uma grande falsidade.
Pelo
o decorrer da noite eles divertiam com os ocorridos nas últimas pregações de
cura e libertações, nos cultos, enquanto levaram a palavra de Deus, Irene e
Fredy zombavam das inocências daqueles povos simplórios.
Dona
Irene gargalhava, zombava daqueles crentes quando relatava aqueles fatos ocorridos
que ouve aqueles cultos, e dizia em tom de zombaria dizendo o quanto era fácil
tirar dinheiro desses otários, lembrou daquele senhor, chorando de frente o
balaio de ofertas, deixou todo o seu suado salário em nome de Jesus, e de volta
para seu lugar no banco dessa igreja de mostrava seus bolsos às avessas
provando que estava consciente de que praticou a doação do dízimo, esse pastor
Fredy aproveitava a cena para pregar dizendo da obrigação de contribuir com a
coleta do dízimo, nesse momento a igreja em toda se levantava dando glórias,
aquele povo movidos por tamanhas imbecilidades.
Dona Irene agora longe destes acontecidos, em
sua casa, em seu leito de dormir ria e se divertia ao relembrar estas cenas,
ria tanto, que até perdia o fôlego enquanto esses cristãos os idolatravam
tanto, assim esse casal de religioso aproveitavam o máximo para tirar vantagens
desses idiotas movidos de um fanatismo exacerbados, ainda oravam, com muito
fervores enquanto esses mensageiros de cristo aumentavam mais e mais suas
contas bancárias.
Irene
e Fredy se vangloriavam de seus poderes de convencer esses pobres coitados
aculturados convertidos a essas seitas cheias de enganações.
Assim
como essa, e outras dezenas de acontecimentos que servia de divertimento, para
a senhora Irene que se usava de deboches e galhofas enriquecendo às custas do
suor dos irmãos obedientes contribuidores dos dízimos e ofertas.
Dona
Irene e S.r. Fredy, na intimidade de seu quarto escuro, em quanta procurava
driblar a insônia, continuava a relembrar os acontecimentos, mas havia uma
necessidade de se repousar bastante, pois no próximo fim de semana haveria mais
um evento, ao qual apresentariam muitos artistas do gênero religioso, teriam
que se apresentares em formas, para mais destes shows de músicas religiosas e
celebração da palavra de Deus.
Postado 22 de janeiro 2012
Antônio Herrero Portilho
terça-feira, 14 de outubro de 2025
Assim nasce um homem - 3
ASSIM
NASCE UM HOMEM - 101025
Sendas da Nova Aurora, um lugar
distante da civilização, bem ar retirado dos grandes centros comerciais, uma
pequena cidade de gente simples, pacata, o tempo passava calmamente, poucos
tinha o conhecimento do que acontecia do outro lado desse nosso mundinho, as
vezes moderno. Contrário de Sendas de Nova Aurora, tão longe que parece que
estava além das margens do desenho cartográfico que desenhava esse mapa, esses
habitantes, povo sempre envolvidos na lida do campo, a criação de gado,
pequenas extensões de terras para o agro e até pecuária de bovinos grandes
portes, o cultivo dessas diversas lavouras, o preparo desse solo ainda nas
forças animais, cavalos ou bois de grandes portes.
Aos fins de semanas todos aqueles
homens do campo regressavam para seus lares, hora de viver o lazer, se é que
havia por ali algo para se divertirem que não passasse de pesca, Pico nique nas
florestas nativas e nadar em grandes lagos e riachos, futebol no campinho de
chão batido, os demais envolviam com seus credos religiosos, ir à missa nos
domingos de manhã, outros tipos de culto e religiosos, por exemplo; Luterano.
As moças tinham o costume de fazerem
cavalgadas, os grupos de meninas saiam por aí montadas a cavalos e até tomar
banho de cachoeira, vez em quando as notícias corriam aos ouvidos dos
fofoqueiros, diziam que Nego João voltou a fazer vítimas, quando o grupo de
moças estavam desmontada de pés em solo firme, próximo a cascata desse largo
rio, percebendo a presença dele escondido naqueles arbustos, ai todas saiam em
disparada carreira, medo de serem estupradas, eu comparo Nego João como um Leão
atacando um rebanho de gazelas, sempre uma das mais belas acabava sendo presa
de Nego João, pronto!... mais uma desvirginada, mas também não era assim a base
da brutalidade, as pegavam nos braços, levava para sua cabana bem ali nas
imediações, a princípio nada mau segurava a vítima, conversava, dava muito
carinho, sabia lidar com essas situações, depois que a moça estivesse mais à
vontade, calma, com jeitinho e com muito carinho, as vezes até com o
consentimento da moça, o coito acontecia, muitas delas até agradecia os feitos
de Nego João, até comentavam que Nego João era realmente uma boa pessoa além de
se tratar de um negro forte e imagem muito bonita, até se mostrava desejos de
repetir com Nego João toda aquela aventura.
Os pais ficavam muito furiosos,
sempre diziam em matar Nego João, mas depois que passavam alguns dias aquele
discursão esfriava e o tempo continuava em seu curso vagaroso devido a
simplicidade daquele povo.
Alguns pais cheios de fúrias
expulsavam de casa suas filhas ao saber que as tais foram violadas, assim sendo
essas pobres criaturas ao se ver desamparada, logo iam procurar abrigo na zona
de meretrizes, Dona Beatriz acolhiam dando todo conforto, mais uma cafetina
para o reduto de dona Beatriz.
Impressionante a postura daqueles
chefes de famílias, as filhas eram educadas para se conservarem virgens
até o casamento, caso houvesse algum defloramento ou rompimento da
castidade, as punições seriam severa, muita pena imposta a esse ato, contrário
dos filhos rapazes, esses pais de família fazia todos esforços possíveis em
encaminhar a uma profissional do sexo, a fim de dar iniciativa a vida sexual
desse jovem, para aqueles pais aqueles feitos demostravam muita honra, enquanto
a primeira vez da menina, fora do casamento, eles viam como uma desonra, com
toda ignorância expulsavam de casa, ai as garotas procuram abrigo na casa
de dona Beatriz; a dona do grande Cabaré que por ali existia.
Segunda
parte
Depois que Dona Beatriz partiu dessa
para a melhor, aquele redevu nunca mais foi o mesmo, muita bagunça... não me
lembro de uma prostituta tão bem organizada como Dona Beatriz, isso depois que
o sexo deixou de ser prioridade na vida dessa criatura, outrora linda e cheia
de formosura, nos dias atuais próxima a hora da morte, passou a levar a sério
as administrações desse puteiro, tricô, crochê e artesanato já foi provado, não
é sua vocação, prefere passar o tempo revirando esses arquivo que ainda guarda
o passado dessa vida pecaminosa, arrumando as pastas, grampeando os documentos
mais antigos, organizando essas prateleiras com fichários de movimento de caixa
desse estabelecimento, compras para abastecimentos de estoques, principalmente
bebidas e móveis para o salão desse bar.
Beatriz no longo de sua vida, gozou
de muitas glórias, isso não tem como negar, já abalou muitas estruturas
familiares, até muitos casamentos foram desfeitos, não por iniciativa dela, não
tinha culpa se esses esposos maus amados a procuravam, mais erotismo tornando
esse leito cheio de malabarismo sexual, mais intensidades em suas relações,
ficar só no papai e mamãe não dá.
Já foram revelados em segredos de
travesseiros, muitas dessas esposas companheiras só praticavam seus atos
sexuais de luz apagada, mesmo com a chave apontando, direcionada as vezes,
nessa escuridão até fica difícil encontrar o buraco da fechadura, nesses casos
terá que acionar a lingueta para fechar 0 círculo do amor com o mesmo objetivo
determinado; corpos entrelaçar em relação.
Com Beatriz tudo ficava as claras,
seus parceiros tinha a chance de tocar com as mãos esses frutos que representa
a beleza feminina; apalpar e até chupar essas melancias saborosas, vermelha
super suculentas que estava incluído nas frutarias de Beatriz.
Naquela época os pais de filhos
adolescentes pagavam altas somas para que seus filhos tivessem a primeira vez,
tirar o cabaço como dizem os modo mais rustico de tratar a virgindade em ambos
sexos, Beatriz adquiriu uma considerada fortuna com esses trabalhos, muitos
ricos fazendeiros pagavam altas somas em dinheiro para esses feitos, e sentir
orgulhoso da confirmação de que seu filho agora é realmente um homem de
verdade, não por escassez de mulher, sim pelo fato desses casamentos se
realizar com noiva virgem, por ordem religiosa teriam que se casarem depois dos
vinte anos (20) daí a dificuldade desses jovens se realizar sexualmente, as
noivas teriam que levarem para o leito nupcial, o selo de pureza como honra de
serem virgens, caso o noivo postulante percebesse algum passado nebuloso
de natureza sexual nas insignes da recente esposa, desistiam no ato, mesmo em
leito nupcial, já ouvi dizer em até assassinato quando a noiva não se
apresentou totalmente virgem.
Fato muito comentado naquela época de um pai
chamou seu filho com idade de
iniciante a vida sexual, a cima de quatorze anos mais ou menos.
Disse ao filho.
– Tome aqui cem reais-100,00 Cr$ para
você ir na zona, vai logo rapaz, já está na hora de você se fazer homem.
- Obrigado pai, já estou indo.
Quando seu filho voltou, pai foi logo
perguntando.
-Meu filho, transou lá com a Beatriz,
como foi? tudo certo? não minta, vou confirmar com ela. (essas indagações do
pai)
Tudo bem?
- Foi ótima minha primeira
experiência sexual, mas não foi com Beatriz.
- Não foi com Beatriz, então com quem
foi? (Perguntou o pai em estado de fúria)
- Vou te contar. (Disse o menino)
- Então, a quem você pagou aqueles
cem paus 100,00 Cr$?
- Paguei pra vovó, já estava a
caminho, paguei esses trabalhos para a vovó, fica tudo em família.
- Filho da égua, vou lhe dar uma
surra, você comeu minha mãe?
- Uai meu pai, você também come a
minha.
Beatriz tinha muitas histórias pra
contar, quase meio séculos de vivências nesse ramo, sempre teve muito amor pra
dar, quando o rapaz não tinha a quantia total do preço pelo programa, era só
implorar um pouco e com poucas palavras de insistência misturado com chamego
ela se rendia aos caprichos de um homem.
Essa senhora comerciante de sexo em
momentos muito nostálgicos até faz verter algumas gotas de lágrimas tal
era sua melancolia devido essas memórias desses belos momentos já
passado, ainda não se esqueceu daquele tímido rapazinho que procurou essa
rainha dos prazeres, pedindo e até implorando seus serviços, só uma iniciativa,
pontapé inicial, em sua vida sexual, tratava se de uma criaturinha realmente
completo de candura, um moço puro, até inocente, como eu poderia dizer; um
livro aberto sem história, mas, suas fantasias erótica fixava somente na figura
da mulher e sexo, apesar da tenra idade, possuía uma fixação pela vagina, seu
maior desejo mesmo era ter uma mulher em seus braço e seus desejos
compenetrado, ele não poderia esperar muito tempo, seus hormônios nesses dias,
nessa idade de transformações, estavam explodindo, em mil megatons, parecia um
festival de fogos de artifício
Beatriz efetuou seus trabalhos com
todo profissionalismo, habilidosa, nessa época ela era possuidora de um corpo
lindo, maravilhoso, não havia quem não encantava com essa linda e jovem mulher,
esse rapazinho foi premiado com as maiores delícias sexual, muito carinhosa com
o moço, ela nesse momento salvou uma alma para o paraíso celeste, em meio os
sexos, convexos e conexos, o iniciante jovem Jason se perdeu naquelas curvas
tortuosas, mas benéficas e salutar, essa Deusa adorada oferecia, ainda que
fosse gratuitamente, na verdade nesse momento o amor acontecia justamente da
forma que deveria ser feito entre um homem e uma mulher, depois desse encontro
Beatriz voltou a repetir essa façanha muitas outras vezes, com esse mesmo
recente iniciante de vida sexual, ela percebeu e até disse em poucas palavras,
- Você Jason é realmente
um ótimo amante, acho que você aprendeu as lições com muita precisão.
(Disse o rapaz já iniciado) – Ah qual
nada minha querida... minha jovem Beatriz, só estou seguindo à risca sua
apostila em que você me ensinou... é que você só me inspira Tesão. Na verdade
Beatriz está tendo uma leve caída pelo jovem Jason, parece que a professora
está se apaixonando pelo seu aluno.
O tempo passou e essa senhora
comerciante do sexo sempre permaneceu nesse endereço, nesse município de Sendas
de nova Aurora, o passar dos meses, o correr dos anos não desgastava a
formosura de Beatriz, sempre bonita de corpo perfeito, todas medidas simétricas
era o que destacavam aos olhos de seus admiradores, parecia que o modo de viver
dessa senhora fazia com que suas formas e estéticas conservava sua jovial
aparência, como malhar intensamente em uma academia.
Beatriz ficou sabendo por fontes
muito segura e verdadeira de uma amiga que em bate papo informal nessas quase
três décadas já passadas aquele tímido rapaz que um dia se apresentou em frente
a essa profissional do sexo, pedindo socorro para seus problemas sexual.
Nos dias atuais está vivendo em algum
lugar desse mundo, atualmente Jason está residindo na capital desse país, hoje
um senhor muito honrado, vive um matrimonio de fidelidade recíproca, um lar
abençoado repleto de amor, essa união também repleta de harmonia de casal
perfeito, são pai e mãe de sete filhos obedientes e bons filhos, estudam e
sempre são premiados pelas suas dedicações cultural, para Jason
esse é o seu bem maior; sua família, sua casa de puro amor.
É assim que nasce um grande homem,
Jason e muitos outros rapazes que passaram pelo crivo de Beatriz, hoje possuem
seus lares e família assim como aquele rapaz tímido que um dia se curou desses
males que muitas vezes prejudicam o crescimento de um jovem, psicológico ou
saúde física.
Nesse mundinho a parte, a vida
acontece lá fora, esse tapete verdejante que estende quilômetros por
quilômetros de mostra o que há de vir por esses meses reservados para a
colheita, colher esses frutos da terra reserva-los em silos dando o calor
necessário para atingir a qualidade de exportação, é das lavouras mecanizadas
tecnologicamente, mesmo sendo agricultura familiar trabalhado do modo mais
rustico com ferramenta quase artesanal nesse cultivo neste solo fértil, daí
gera os recursos, dinheiro em grandes somas enriquecendo e trazendo riquezas
para essas pobres localidades firmada nesses ermos de mundo.
Dona Beatriz fez parte da cultura
desse povo, nos fins de semanas ir a zona era costumes arraigado na vida
simples dos homes, os poucos divertimentos que havia por ali era esse único
para esse povo, pagar caríssimo por uma cerveja divertindo com as meninas
cafetinas, caso não tivesse esse tipo de divertimento, aí a cidade teria que
fechar cedo, não restava outros divertimentos. Beatriz; a grande prostituta
morreu, mas deixou esse legado para essa comarca, agora outra gerência
está conduzindo essa casa de diversão, mas, muitos costumes daquela
época, hoje já não pratica mais, os rapazes e a moças, nos dias atuais estão
muito mais liberados para as atividades sexuais, muitos casais de namorados
começam bem cedo a se relacionar sexualmente, enquanto que ninguém mais
interferem na vida desses adolescentes, nem seus pais tem mais a autoridade
sobre seus filhos, isso se tornou muito normal, estamos vivendo a evolução das
espécies.
antherport/06/11/23
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