domingo, 22 de dezembro de 2024

ENQUANTO A BOLA ROLA, O CALDO MOLHA

 

AS AVENTURAS DO GUSTAVO

(PARA ADULTO)

 

Enquanto a bola rola.

 

O estádio estava lotado, toda a galera envolvida no jogo, mas, Gustavo ainda achou um cantinho entre as arquibancadas, uma parede que parecia da casa do zelador do estádio.

Era um campo de futebol de uma cidade do interior, neste dia acompanhou a turma nesta partida de futebol de dois times pequenos e desconhecidos, o time de seus amigos que entraria em campo.

 

Enquanto a bola rolava Gustavo se esbaldava com as meninas, agora com Fabiana popozuda; levada amante de um sexo caliente.

 

Descobriu um quartinho bem ali onde os pedreiros guardavam as ferramentas, abriu a porta e empurrou Fabiana para dentro do cômodo, logo foi caindo em cima de uma porção de sacos de cimentos, esse pequeno estádio estava em reforma, espaço servia para os homens da construção fazer as refeições e se trocar para o trabalho, além de guardarem as ferramentas.

Gustavo precisava de algo para forrar o local, antes que se sujassem de cimentos, começou a revirar todos os locais por ali e acabou encontrando algumas camisas que os peões trocavam as de passeios e vestiam estas só para o trabalho, percebeu que não estava tão suja, Fabiana tomou posse de uma destas roupas e mais que depressa se limpou em baixo; passou em sua boceta que ainda estava melada do gozo anterior a alguns minutos, sem pensar duas vezes e em um comum acordo confirmado pela troca de olhares, assim começaram uma sessão de sexo oral, ela gostava de sentir o toque de uma boca quente em sua vagina, agora inflamada e desejosa.  

Depois de muitos beijos calorosos, o rapaz desceu a boca até ao ponto máximo desejado, trabalhando, roçando aquela pele tão sensível ao prazer, fazendo com fricções  assim que mordicando aquela semente do tesão perfumada e saborosa, aquele pequeno órgão que tanto dizem; Clitóris, Fabiana chegou até aos céus quando Gustavinho localizou o tal vermelhinho encantado,  isso no instante que chegou ao objetivo,  provar com sua própria boca aquela racha divinal, parece que Fabiana sentia seu clitóris teso vibrar como o despertador de horas, mas certo que era de desejos, der repente percebeu quando Gustavo tocou com a boca aquela maravilha que possuía entre aquelas colchas roliças e bem torneadas .

- Meu bem... Gustavo retire esse seu boné, não vê que assim fica difícil, enfia esta sua cabeça entre estas minhas pernas... Vai meu bem passa essa língua assim bem gostosa, isso, dê aquelas tremidas na língua, vai assim tá muito bom, estou toda tesuda, você é mesmo o máximo, gosto que chupa ai neste ponto, esse ai é meu botãozinho abençoado, estou começando a gozar, acho que não vou parar mais, isso tá muito bom, parece que estou me explodindo por dentro... Ai, que delícia, como isso é bom!!! Estou gozando... Aí. Gozei, gozei, que bom...

 

Enquanto que Fabiana em cima dos sacos de cimentos, de pernas bem abertas expos sua xoxota de fresta bem avermelhada saltitando de tezão, convidando Gustavo para uma penetração.

 

O rapaz posicionou seu membro mais que ereto, denso e enrijecido, antes a tocou com o dedo riscando a racha umedecida enquanto beijava chupando a língua de Fabiana que até atrapalhava o beijo por causa da respiração ofegante, Fabiana estava descontrolada e até tomava a iniciativa desta penetração, ela mesmo tratou de introduzir o membro de Gustavo, o pegou com toda aquela delicadeza e impulsionando o corpo contra o corpo de Gustavo oferecendo suas entranhas para que o mesmo a mergulhe até a profundeza de seu ser de fêmea.

Fabiana feita louca enquanto aquele instrumento másculo estava totalmente preenchido entre as carnes de sua vagina, neste momento parece que apertava o pau de Gustavo, até parecia um abraço apertado em torno do mastro penetrante e vermelho em brasa.

 

Neste momento Gustavo estava deitado de barriga para cima enquanto ela cavalgava sobre aquele corpo obediente, ele permanecia calado deixando ser consumido por esta devoradora de homens.

 

Fabiana sempre buscava mais e mais, a cada transa ela se superava e evoluía se descobrindo formulas de satisfazer suas fantasias exacerbadas e insanas.

 

Logo ela desacelerou os vai e vens enquanto Gustavo começou dar umas estocadas contínuas, ela percebeu algo inundando suas entranhas, era o membro de Gustavo que lançava a toda pressão expelindo seu leite viscoso nesta profundeza feminina.

 

 

Fabiana soltou um grito triunfal e acompanhou Gustavo em suas gozadas. No momento que Gustavo retirou seu enorme pinto fora da vagina de Fabiana, Gustavinho assistiu o mais belo espetáculo, partindo daquelas pernas superes aberta, Fabiana com o ventre ofegante lançou uma maravilhosa ejaculação feminina, o jacto em pequenos pingos chuviscou o rosto do do rapaz,  até atingiu a parede branca recentemente pintada, Gustavinho até admirou pela quantidade de líquido esguichado por aquela abençoada boceta, disse Fabiana que para ela era novidade, que isso aconteceu pela primeira vez. Gustavo por momento pensou que ela estava tentando alvejar o rosto dele com uma super mijada.


 

- Que maravilha sentir essa explosão partindo de dentro de minhas entranhas, acho que vai ser a última vez que acontece, nunca mais terei outra cena incrível dessa, obrigado Gustavinho, graças a você.

 

Disse Gustavo em agradecimento:

- Você é competente de mais... linda Fabiana.

 

- Nossa que foda!

Fabiana ficou admirada pela intensidade dessa transa

 

Fabiana enquanto limpava sua xoxota com a camisa do pedreiro que havia guardada por ali, perguntava:-

 

- Quando que seu time voltará jogar aqui em minha cidade?

 

- Agora vai demorar, só retornará a jogar na segunda fase do campeonato, caso for classificado.

 

-Não tem problema, daqui até lá nos veremos para outros encontros.

 

-Ouça Gustavo, Marcaram um gol... e foi o time da casa.

 

- Fodas este jogo, estes pernetas, eu nem curto muito futebol, eu só

estou mesmo a passeio e comer estas meninas do interior.

 

- A é gostosão...

Agora me diga, onde eu ponho esta camisa que eu me limpei, onde ela estava?

- Joga aí em qualquer lugar mesmo, já tá toda borrada de sua boceta.

 

- Ah tá... Coitado dos pedreiros.

 

Antônio Herrero Portilho.  20/9/2015

By Antônio Herrero às outubro 12, 2021.

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