sexta-feira, 7 de agosto de 2026

O amor acontece

 

 

O Amor Acontece 01

Juninho casou se com Aninha, a famílias bem próximas dês de muito tempo, isso a gerações, os pais desses garotos faziam muito gosto para essa união.

Eles sempre estiveram juntos, mesma idade na contagem dos anos, a menina nasceu primeiro com a diferença de alguns meses, ela uma criança muito apegada com seus pais, logo depois que começou a dar os primeiros passinhos já era o bastante para seu pai a tomar pela mãozinha e sair para alguns passeios na pracinha ou pelo calçadão; ambientes aos quais as criancinhas podem movimentar mais à vontade, enquanto seu pai lia algumas páginas de um livro.

 

Exercitavam seus passos brincando e gritando alto com suas brincadeirinhas, Aninha e Juninho, por ordem de sua mamãe sempre juntos em todas brincadeiras de crianças.

 

Nesse Domingo Aninha completa dez anos, estudando na escolinha ali bem próximo de casa, muito dedicada às aulas, aprende as lições com muita dedicação, enquanto isso o menino no mesmo grau de ensino que Aninha, mas estudam em classe separadas, os encontros acontecem quando nos intervalos de aulas.

 

A menina sempre do lado de Juninho, quando estão em casa fazem os deveres de classe juntos, realmente essas duas criaturinhas nasceram um para o outro.

 

Nos festejos e comemorações até nos clubes de danças nessa cidade esse casal de namorados se faziam presença; um namoro muito solidificado, Junior sempre demostrava um pouco mais nessa relação infanta juvenil, mesmo que agora dois jovenzinhos cheios de inspirações amorosa, a menina sempre demostrou um pouco de desinteresse por Junior, não era lá um grande exagero, dava para permanecer por toda a vida, até Aninha se passava por despercebida, mas porem ela nunca deixou ninguém perceber, quem ver assim do lado de fora do relacionamento, não percebe, sempre avaliavam como dois apaixonados.

 

Os pais desses enamorados criaturas irão se reunir nesse fim de semana, tratar-se-ão desse assunto, o namoro desses jovens Aninha e Juninho, os pais dos pombinhos estão querendo transformar esse namoro em casamento, vão pular etapas, ao invés de noivado, antecedendo, irão partir direto para a celebração matrimonial, o desejo dos quatros senhores; pai e mãe dos garotos é transformar esse relacionamento, Junior e Ana em uma sólida união conjugal, Junior está na expectativa, aguardando que esse casamento se configure o mais rápido possível, viverão para sempre lado a lado.

 

A grande feira agropecuária acontece, nos dia atuais o assunto é agronegócio, tanto Aninha como Juninho cresceram sobre esse clima, nas pequenas e grandes reuniões o assunto sempre foram o mesmo, o cultivo da soja, milho e tantas outras cultura, tanto o pai de Junior como o pai de Aninha eram agrônomos de formação, imaginem qual seria o assunto em reunião de família, além disso donos de grande extensão de lavouras, os que mais predominavam nessas localidades eram as sojas, milhos, depois vinham as culturas de feijão, girassóis e muitas outras.

 

Logo na manhã desse domingo, depois do café da manhã, Junior retira o carro da garagem, perfila nas guias de sarjetas, estaciona e desliga, aguarda Aninha se vestir, pentear-se, adicionando alguns produtos de beleza ao rosto, além dos tratos com as sobrancelhas, terminando a sessão de embelezamento, segue portão a fora, toma posse do banco do carona, juntamente com seu ressente marido, Junior, iam em direção da feira agrícola, Junior fazia parte da equipe dos organizadores, Aninha iria para as visitas nas boutique e comer dos lanches que por ali faziam seus pontos de venda, assim como Macdonald e muitos outros que expõe nessa praça de alimentação.

 

Enquanto Aninha passeava por tudo que havia expostos, Junior trabalhava em sua função nessa diretoria da feira agrícola.

 

Aninha se encontrava com as amigas de outrora, todas essas amigas de Aninha estavam aí na faixa dos vinte dois anos a baixo, equiparando com a idade de Ana.

 

Depois de algumas horas batendo pernas para todos os lados, Aninha e suas amigas, se sentam sobre a mesa de uma das lanchonetes improvisadas, coberta de lona, formato fabricado, ali saboreiam alguns refrigerantes e algumas comidas pré-fabricadas, suas amigas todas solteiras, Aninha ainda consegue se enturmar nesse meio, apesar de recém-casada.

 

O rapaz que atendia essas moças, apesar da simpatia pelas garotas ali presente, em meio as três moças solteira, o galanteador foi se engraçar logo com quem? Aninha, que agora estava sendo alvo dos olhares pervertidos desse rapaz proprietário e atendente desse ponto na praça de alimentação.

 

Nero era o nome dele, segundo soprava entre lábios e batons, esse rapaz era um dos pegadores, dizem a más línguas, que ele abatia várias coelhinhas por semana, a partir de hoje Aninha está na mira de Nero. Conforme as histórias já contadas, Nero incendiou Roma, mas agora é com a flecha do cupido, Aninha foi atingida, no momento que seu corpinho foi flechado, repartindo em Juninho e Nero; garoto esperto que  não deixava nenhuma pombinha se escapar de suas investidas, ele começava com um papinho muito superficial, parecia sem nenhuma pretensão, mas logo acabavam em uma cama de motel, lógico que com Aninha não é assim tão fácil ela tem um casamento a zelar, isso só poderá acontecer no decorrer de algumas semanas, por enquanto nada confirmado, mas parece que rolou um clima.

 

Para Aninha antes não tivesse ido a essa praça de alimentação dessa feira agropecuária, foi nessa lanchonete improvisada que Aninha encontrou o que não havia perdido, como diz os romancistas popular, amor à primeira vista, a menina percebeu que quando os olhares se cruzavam, algo acontecia, sentia uma sensação prazerosa, o certo que essa senhora jovem menina realmente sentia que no seu algo estremecia apesar de seu já enlace matrimonial ela pensava nas suas profundezas de seu ser feminino.

 

- Não posso pensar desse jeito, mau tive algumas poucas palavras trocadas com esse rapaz, já me transformei totalmente, vejo que tenho que me comportar como uma senhora casada, esses sentimentos de paqueras já ficaram para o passado, não posso esquecer que tenho um esposo e um lar para zelar (pensamentos de Aninha).

 

 

 

Enquanto suas três amigas tagarelavam em altos papos, Aninha parecia permanecer se comportar como senhora casada, conversava pouco, só demostrava os sentimentos em sorriso, mas, porém, Nero povoava sua mente entre espadas e violinos, cantarolava aquelas belas canções de incendiário destruidor de casamentos, ela está muito preocupada, os pensamentos no Nero não saem de sua cabeça, enquanto isso seu marido trabalhava na alta cúpula dos organizadores, atividades intensas.

 

Aminha percebeu que as horas transcorreram rápido, nem percebeu o tempo passar, assim como o período de trabalho de seu marido, já são horas de voltar para casa.

 

Nesse momento Nero; o rapaz galanteador se dá conta que sua paquera está pronta para ir embora, Junior desce a escadaria dos suposto andar superior onde se localiza todas as finanças de vendas e compras nessa grande exposição agro pecuária, nesses poucos dias de demonstração foram vendidas e financias as máquinas mais modernas da atualidade, certeza que a produção de grãos desses compradores serão fartas, tudo indica que com esses avanços tecnológicos não se perderão tantos grãos nessas colheitas, ainda mais máquinas de comando leve, tudo computadorizado, qualquer mocinha das mais delicadas e frágil poderá operar esses comandos sem medir o mínimo de esforço.

 

Junior passou quase todo o dia frente essa sua mesa de trabalho, fechando negócios e entregando vários implementos desses aqui expostos, Aninha o aguarda para o retorno ao lar doce lar.

 

Ela, a esposa de Junior que o acompanhou até aqui somente para o lazer, reencontrar as amigas, comprar nessas lojas aqui instalada, permaneceram por algumas horas nessa lanchonete, muito bate papo e até se passando por uma garota descompromissada, ela conheceu Nero, se encantou com o carisma desse rapaz e o rapaz idem, até o ponto de inspirar algumas esperanças.

 

Nero sabia que Ana não era solteira, não estava livre para esses voos aventureiros de muitas badalações e relacionamentos desenfreados, ela era esposa de um marido jovem e apaixonado, mas segundo sua filosofia de pegador, isso não seria um grande obstáculo, ele está empenhando o máximo para conquistar o coração dessa linda jovem mulher.

 

Ana viu que essa permanência nessa lanchonete se encerrou de fato, se levanta ai até o caixa de pagamentos a fim de saudar sua dívida, antes pediu que Nero vendesse um punhado de balas e outras iguarias, o rapaz a entregou, no momento que Nero a entregou, proposital tocou nas mãos de Ana, ela percebeu a maciez da pele desse jovem, as sensibilidades de Ana veio a flora, ela percebeu a resposta de seu corpo, sentiu que ali dava aderência, Nero viu e ficou certo  que por esses caminhos poderá acessar até seu íntimo coração.

 

Essa recém-esposa, depois que pagou a conta no estabelecimento ficou admirada de como foi tocada, ficou  pensativa com Nero, certeza, não demorará Nero e Ana, já existe oitenta por cento desse encontro acontecer.

 

Ana tomou seu lugar no veículo de seu marido, no trajeto, Junior percebeu que a esposa estava muito calada, parece que pensava longe, Junior percebeu e ficou calado, fez de conta que não interessou pelos motivos, mas mesmo assim Junior, o marido tentou conversar somente para ver se a animava, ela dirigia-se com respostas breves, assim até chegar em casa.

 

Logo Junior se aproxima de casa, aciona o controle remoto do portão, entra e vai logo estacionar na garage, chega a casa quando Ana parece ter tomada o ritmo normal, os diálogos estavam e fluindo bem, Ana já se deu conta de que tem um lar, um marido e um casamento a zelar, Nero que vá apagando seu isqueiro de botar fogo miúdo em seus pavios arrumados nessas noitadas, melhor esquecer dessas ideias, esteja convicto que para meus fachos, é melhor esquecer as labaredas intencionadas para o futuro.

 

Nero precisará manter em seu lugar, sou uma mulher casada, e bem casada e amo meu marido, levarei essa união até o anoitecer de nossas vidas. (antherport)31/8/24

 

O AMOR ACONTECE – 02

Antônio Herrero Portilho

 

                                Jussara sempre apaixonada por cavalos, enquanto Jason morria de amores por Jussara, Jussara filha do patrão, Jason trabalhava de tratador nos estábulos.

Quase todos os dias as dez horas da manhã Jussara se dirigia até o Haras, descia de seu veículo e bem ali próximo da baia pedia que Jason entregasse seu animal pronto para sua cavalgada.

Quando o rapaz se aproximava de Jussara para entregar as rédeas do animal a sua tão sonhada garota, percebia em seu íntimo o quão necessitaria de sua a proximidade, ficava o tempo todo imaginando tantas possibilidades de tê-la, Jason era movido por tantos desejos, Jussara sempre calada, não dava uma se quer palavra durante os cincos minutos ali tão próximo desse rapaz, era ordem de seu pai não conversar com empregados, ainda fazia algumas perguntas a moça, mas as respostas eram breve, por mais que precisava de prolongamento a conversa, Jussara interrompia o diálogo, até deixava Jason meio que frustrado com a auto estima jogada no chão.

O rapaz terminava suas obrigações e voltava para seu quarto de dormir e de lá observava todo o derredor da fazenda.

Nessa manhã, poucos minutos após acordar, Jason percebeu um barulho de motor de veículo, saiu a janela e percebeu a caminhoneta de Jussara que vinha em direção da fazenda, ainda com a caneca de café com leite em mãos, mesmo que continuasse com os goles, observava as atitudes da moça quando aproximava do haras, parou, estacionou, subiu no lugar mais alto do veículo e gritou bem alto:

 - Jason, acorde, já cheguei, venha me atender, quero dois cavalos bem arreados.

- Sim, já estou indo, deixe que me vista algumas roupas de serviço.

O rapaz desceu a escada que o levava ao quarto de dormir e mais que depressa foi atender a moça.

- Não entendi, dois cavalos para cavalgar, mesmo que hoje não trouxe o namoradinho delicado, que odeia animais.

- Jason, você é empregado, empregado não me faz perguntas, faça o que eu digo e deixe de miar gato, parece que ainda não tomou seu leitinho?

- Sim ... desculpe então.

Depois de alguns minutos estava tudo pronto, Jussara com o pé no estribo, lançou a outra perna para o outro lado do animal, ficou aguardando a se referir ao outro animal selado.

- Jussara disse com austeridade, exigindo atenção do rapaz:

- Vai ficar aí estacado, amonte o no cavalo, hoje quero que você me mostre os outros lados da fazenda em que eu não conheço... vamos logo moço, tá esperando o que rapaz?

Montou e juntamente com Jussara pôs a movimentar vagarosamente com seu cavalo em passos lentos, ela que muito se calara, agora tornou-se uma tagarela, mas, porém, Jason agora viu que deveria não falar, assim como ela fazia, logo os cavalos aceleraram os passos enquanto troteavam pela pastagem, ele levou a moça por todos os lugares da fazenda, onde nem sabia que se tratava da propriedade de seu pai. Lá bem distante da sede onde havia uma represa para o gado beber, ao lado uma grande árvore mangueira que servia como sombra para os animais, apeou, ajudou Jussara a descer do animal e continuava o papo, ali se sentaram em um grande tronco ainda sobre a sombra dessa árvore ao lado dessa represa, no continuar da conversa ele jogou a cartada final e a Jussara disse:

- Estive esse tempo calado, mas agora vou te revelar um porém, não sei se você saiba mas daqui alguns meses já estarei me formado, estarei me certificando com um diploma de medicina veterinária, e o melhor disso minhas horas de estágios também já estão todas quites, sendo assim me mudarei para uma outra fazenda, um amigo fazendeiro pecuarista me reservou uma vaga em sua propriedade, já iniciarei como veterinário juntamente  com mais dois senhores de muitos anos de experiência, peço que me desculpe, mas eu não ia passar a minha vida inteira limpando estábulos, agora sou um diplomado.

- Você não vai nos deixar, peço que ouça o que tenho o que lhe falar, você será nosso doutor veterinário, lhe pagarei um bom salário e quero que você esteja sempre por aqui, tenho bons motivos, mais a frente dessa conversa vou te revelar. Disse Jussara.

Jussara que estava uns dois metros de distância chegou mais pra perto, Jason ficou meio surpreso com isso, pois a moça sempre se distanciava das proximidades do rapaz, agora estavam quase colados, dizia olhando no rosto, até buscando os olhares de Jason, parece que os sonhos de Jason estariam se realizando.

- Você é daqui Jason, Você não pode nos deixar

- ... Com todo respeito que tenho por você, mas fala assim comigo como se estivesse falando com seu animal, não quero mais aceitar suas ordens, além de seu empregado confesso que algo mais acontecia aqui nesse meu peito, sempre te cortejei e sonhava ser seu namorado, estou quase deixando para trás essas minhas intenções, quero não pensar nesses sentimentos, a verdade eu cá com meu jeitão e as minhas maneiras te curtia uma grande paixão, sonhava em ser seu namorado, mas parece que sua classe social está mil anos luz distante de mim, vejo impossível isso acontecer, por isso me decidi me mudar, nos dois sentido, de intenções e lugar, nesses próximos dias estarei de partida para outro estado, novos patrões, novas propriedades, você ficará somente em meus sonhos não realizados. Disse o rapaz com as palavras firmes no que queria.

- Não, não Jason, você não pode ir embora, porque existe em nós o mais importante, a reciprocidade, eu também te amo, mesmo que você disse quase já me esqueceu, agora sou eu que quero reconstruir essa paixão, eu também te amava em segredos, então nós erámos dois bobos apaixonados, eu quero ficar com você para sempre. Jussara disse com os olhos brilhando de lágrimas. Jason, Jason, nosso amor terá que ser reconstruído.

Jason olhou para Jussara no intuito de medir sua sinceridade, se soltou das mão de Jussara e entrelaçou no pescoço, Jussara deixou que tudo acontecesse normalmente, Jason, tentou olhar nos olhos de Jussara, mas percebeu que ela estava de olhos fechado, como se estivesse em início de sonolência, Jason percebeu que a mulher de suas inspirações estava ali em seus braços, mas no mesmo instante do despertar, o rapaz expressou em atos toda sua carícia a sua bela e amada que a  partir de agora estava confirmada, o amor de sua vida se concretizou.

Nas primeiras etapas namorados, em breve noivos agora marido e mulher.

O pai de Jussara deixou a fazenda para ela ser a proprietária. Agora Jason e Jussara um casal de grandes fazendeiros pecuaristas nesse lugar.

A vida conjugal desses dois estão tão solidas como nunca, essa é a mais verdadeira definição desse amor. JUSSARA E JASON.

20/02/21 -

Antônio Herrero Portilho/***

Enviado em 20/02/2021 13:32 BRT-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

--- As revelações ocultas das memórias de Elisa

Fui convidada para um cerimonial de cremação, a família preferiu cremar ao invés de sepultamento, se tratava de uma pessoa que já conhecia a quase cinco décadas, mas porém fazia algum tempo que não a via, nós conhecemos na época de nossas juventudes, foi uma amizade muito forte, minha amiga Glorinha, quando isso acontecia demostrava muita sinceridade entre nós, tudo que fazíamos, era para nós duas, a morte de Glorinha trouxe me muito abatimento, fiquei muito entristecida, confesso que perdi a vontade de viver, a última vez que nos vimos foi a uns três anos, com esse nosso reencontro foi motivos de muitas alegrias, eu havia tomado esse ônibus que partiu da cidade que eu morava, meu destino era um evento religioso, enquanto viajava, tinha em mãos uma revista, eu tinha um hábito de ler algo enquanto viajava, foi aí que em um desses textos que eu lia, deparei com algo que me trouxe em mente essa antiga amizade, acho que foi o nome de algum personagem que povoava aquela história que eu lia, a partir daí tudo me passou como uma fita cinematográfica, comecei reviver o passado, lembrei dos tempos que estudávamos no primeiro ano de colegial, eu e Glorinha sempre juntos, parece que nascemos uma para outra, com a morte dessa minha verdadeira amiga o destino veio quebrar esse elo que tanto nos prendia.

 Nessa última vez que estivemos juntos, estávamos frente aquele altar desmontável, feito para essa finalidade, celebrações, palestras ou encenação teatral dirigida a essa faixa etária, adolescentes já em fase adultos, assistia a pregação do sacerdote, um dos religiosos que estavam escalados para esse discurso, os jovens se envolviam nas orações e louvores, os cânticos entoados serviam para os cristãos embriagar de fé e dedicação às coisas espirituais, aqueles fiéis as vezes de mãos dadas ou abraçados seguiam o ritmo daqueles louvores e rezas, eu e Glorinha voltamos a nos unirmos nessa nossa arraigada amizade, confesso que esse meu reencontro com essa minha grande amiga foi uma das maiores alegrias que passei por esses três dias, certeza isso foi um presente de Deus.  

Esses irmãos seguidores desse mesmo evento, admiravam pela nossa forma de ficarmos juntos, sempre de mãos dadas quando não abraçadas, Glorinha transmitia a mim puro sentimentos de namorada, si bem que nesses dois corpos só existia o amor puro e verdadeiro, diziam o que diziam, mas, era assim que comportávamos diante desse público as vezes muito preconceituoso, mas, não era imposto por essa igreja santa, esses preconceituosos adquiriram essas maledicências no seio de suas próprias famílias de origem conservadora, mau esse que sempre foram combatido entre os palestrantes dessa mesma religião, esses sacerdotes combatiam a disseminação desse ódio doentio.

Não sei porque, mas dentre tantas amigas que eu tinha, somente para Glorinha eu me comportava assim.

As celebrações naqueles quatros dias encerravam mais ou menos as vinte e três horas, todos esses frequentadores desse evento trouxe consigo barracas de dormir, todos aqueles irmãos já haviam armados e instalados suas camas em colchonetes, ou rede quando encontravam os locais de adaptar as duas pontas dessas improvisadas redes, para essas crianças maior de idade consideravam aquilo como uma maior diversão; dormir longe de casa pela primeira vez, ou até acostumados devido essas noites de intenso calor, até esqueciam de ir para cama, ficavam por ali sentados naquelas muretas divisórias, daquele enorme espaço feitos para esses eventos, muitas vezes o velho sacerdote se enturmava com esses jovens e iam além das horas de ir dormir, o que não faltava em meio esses... vamos dizer; meninos de fé de espíritos jovens, tocadores de violão e cantores dos cantos de celebrações, as mesmas que cantavam nas missas e outras celebrações, Glorinha e Eliza sempre marcava presença em meio a esses jovens.

 Enquanto Glorinha e Eliza forçavam suas gargantas arriscando um falsete, ao mesmo tempo acompanhavam ao violão, foram noites inesquecíveis a passagem daquela linda juventude, quando tudo se tornava muito doce, logo surgia uma bomba de chimarrão para esquentar aquelas gargantas de cantoras que celebravam o grande personagem dessa história, Jesus Cristo filho de Deus.

Mesmo quando tudo silenciava, que todos iam para suas camas, Glorinha e Eliza permaneciam por ali juntas, enquanto tudo exigia silêncio, se percebiam os cochichos que elas pronunciavam, os sons daquelas palavras eram imperceptíveis, pelos gestos percebiam que aquelas aproximações desses corpos, eram de amor e carinho.

 Entre Eliza e Glorinha existia um amor recíproco e verdadeiro, mas, devido a distância que essas duas criaturas moravam, só acontecia em datas esporádicas, outro encontro como esse vai demorar acontecer.

29/3/26

Eliza já terminava o percurso daquela rua, a mesma que apontava para seu endereço, ela estava arrasada, parecia que só havia carcaça para formar aquele corpo e alma, realmente a perca de sua amiga foi uma grande tragédia, para Eliza, foi como perder um membro de seu corpo, Eliza nunca imaginaria que essa separação assim viesse acontecer, ainda nesses últimos dias que estiveram juntas, no  evento religioso, essas duas amigas chegaram ao maior estágio desse romance homogêneo, o apego sempre foram intenso, mas só agora foi confirmada, elas são namoradas e estão vivendo um grande romance, foi confirmadas, já são parceiras sexuais, se amavam como nunca.

Eliza, ainda viu com seus próprios olhos o pouco que restou de seu grande amor se desaparecer em meio daquelas chamas incandescentes, apesar do momento o fogo era acalentador, vivo de natureza voraz, aos poucos consumia aquele lindo corpo que outrora fora beijado, amada e rastreado, enquanto envolvida de extensas áreas dessa pele macia e eletrizante, tal qual quando estava em vida, mas, às vistas do pessoal que vieram ali para essa cerimonia de cremação, só significava um ponto final na existência da vida de Glorinha, ela agora não faz parte da estatística de habitantes dessa cidade.

 A fumaça daquela queima se transformava em mensagem subidas aos céus, aquele cenário fúnebre ia se apagando aos poucos, as labaredas obliteraram as peças daquele cenário, mas, o roteiro sobre a vida de Glorinha ficou incutidas naquela cabeça, fixada na vida daquelas duas criaturas angelical em formas de juras de amor., entre elas compactuado, fixado naquelas mentes perdidas de paixão; escrita e tatuadas, quando morresse uma delas, a que ficasse viva teria que morrer também, se suicidar, agora com a morte de Glorinha, Eliza terá que se sacrificar para cumprir o pacto de amor eloquente, isso terá que ser obedecido para demostrar a prova desse louco amor entre Eliza e Glorinha.

A partir desse acontecimento que abalou muito na vida de Elisa, a intenção de se suicidar não sai da cabeça de Eliza, aquilo que ficou firmada em pacto de sangue entre essas duas garotas vivendo esse intenso amor, sobre isso ela pensava em se atirar do abismo que existia ali nas proximidades de sua casa, veio em mente que muitos suicídios acontecia naquelas funduras, de mais ou menos uns sessentas metros de profundidades, uma queda proposital dali seria fatal, outra opção; se jogar da ponte, se apinchar para dentro de uma cisterna que muitas existia por ali, as mesma que aqueles colonos usavam para trazer água até ao nível do solo, para uso doméstico.

         Eliza estava maquinando alguma forma de se matar, dizia ela entre golas e botões – Deus me foi muito cruel, tirou de mim o grande amor de minha vida, agora só me resta liquidar com minha própria vida, vejo que ainda nos encontraremos na eternidade, nossa palavra será cumprida, Glorinha.  eu te amo para sempre, as sombras da eternidade não faram me esquecer do grande amor que vivemos em tempo recentes.

30/3/2026 – SEGUE.

Naquela manhã Elisa acompanhava sua sobrinha até a escola, teria que atravessar o cruzamento da linha férrea, quando a máquina locomotiva aproximava do cruzamento, coincidentemente Elisa também estava para botar os pés em meios essas ferragens, Ela estremeceu quando as cornetas buzinas foram acionadas, o maquinista percebeu que não havia tempo hábil para passar do outro lado, aquele desastre, conforme os cálculos do condutor da máquina afirmava que tudo estava perdido, Elisa e sua sobrinha sofreria o acidente, mas porém ela relutou para que aquele acidente não acontecesse, usou de todas as suas força para esse salvamento de sua vida, apesar de estar todo o tempo planejando esse suicídio, ela não queria morrer aquela hora, se preocupava mais em salvar a vida daquela criança sobrinha que no momento estava de mãos dadas, em uma ação repentina, com um salto estratégico, abraçou sua sobrinha quando caíram rolando fora do perigo eminente, a locomotiva passou com as rodas de ferro cortando tudo como as lâminas de uma tesoura que cortam roupas em uma confecção.

A morte dessa mulher foi poupada, percebeu que o milagre aconteceu. logo voltaram para casa as duas são e salva, Elisa considera tudo que aconteceu como um sobrenatural, certeza, foi a menina que salvou a vida de Elisa, caso ela estivesse sozinha o óbito teria acontecido, Elisa não teria se esforçado tanto para se salvar, pois nesses dias de grandes decepções com a morte de sua amiga, só pensava em tirar sua própria vida, ela ainda alimentava essa ideia, forçar sua própria morte, dizia consigo que iria até o fim com esse propósito, pensando em  me atirar do Abismo, ou quer dizer, Gran Quenia, por ano dezenas de suicidas se matam saltando à baixo, pulando para aquelas altura de dezenas de metros não tem como escapar, hoje a tarde vou lá, primeiro, dar uma observada e mapear, quem há de saber que será dessa vez, tudo leva a crer.

Já são quinze horas, Elisa se dirige para a beira do precipício, sua intenção e se atirar a baixo daquelas profundidades, local comum dessa prática, gente dando cabo em suas vidas, por motivos de alguma grande perca, traição conjugal, doenças incuráveis ou sofrimento muito grande; ou outros motivos.

Ela andou um setes quilômetros até chegar ao local que pessoas desistes de suas vidas por motivo de fraqueza, tirar sua própria vida não passa de uma atitude muito covarde, desistir de viver, bem assim é Eliza, devia reunir forças e vencer esse trauma, pensar que muitas pessoas passam por essa mesma situação, devia ter com sigo que a nossa vida é um grande presente do nosso Deus todo poderoso, é um presente que devemos zelar com todo o carinho, cuidar de nossa saúde, evitando os vícios que tanto faz corroer essa nossa engrenagem que nos suportam com essa carga, a mesma nós carregamos todos os dias, reclamando, maldizendo, blasfemando, quando erramos, até culpamos as entidades divinais.

Quando Eliza chegou, e ao aproximar do local de tanto suicídios, percebeu alguns obstáculos de pedras, parecia intransponíveis, teria que dar a volta por outro caminho, atrás dessas pequenas montanhas, aí sim chegava a beira do abismo, Elisa deu a volta, encompridou um pouco esse caminho para a morte, mas porem, pelo que parece algo está bloqueando sua passagem, construíram uma igreja bem onde era o meio dessa trilha, Eliza tentou passar bem ali as beiras daquela parede, parou um pouco para escutar algo, percebeu que ali entre as paredes dessa igreja havia um altar, cadeiras para rezar também um velho sacerdote,  de dentro daquele salão ele percebeu que alguém passava por aquela trilha que beirava a velha capela, aquele homem de fé, largou suas orações e correu para pegar aquela criatura, alcançou e demostrando um pouco de forças a segurou em seu braço, enquanto Elisa relutava para se desvincular daquela pegada, forçosamente  conseguiu leva-as até o grande templo todo construído de pedra, deu água, tentou acalma-la, Eliza ficou muita inquieta, aquele homem de orações, a segurou pelas mãos, sentados frente a frente, rezava com intensidade, imprimia com fé aquelas palavras no coração daquela jovem senhora, Elisa só pretendia naquele momento se soltar daqueles pulsos do sacerdote, ela com a intenção de sair correndo e saltar para a morte a qual ela buscava no desejo de liquidar com sua própria vida, o abismo estava ali bem próximo.

31 de março de 2026.

SEGUE PARA O FINAL.

Depois de horas segurando Elisa, pelo braço rezando sem cessar, mostrando motivação para a vida, em fim foi feito todas as formas para que Elisa desistisse dessa intenção  de morrer forçosamente, mesmo assim ela ainda relutava para praticar esse sinistro, o padre deixou que o San Cristão assumisse essa responsabilidade, assim o religioso saiu um pouco  daquela função, soltou os pulsos da moça, mas deixou seu ajudante naquela paróquia a continuar com essa proteção, para que ela não praticasse esse suicídio, mas esse pároco não cuidou por muito tempo, depois de alguns minutos ela foi solta das proteções, ficou livre, aqueles dois homens de fé estava aguardando que Elisa sairia correndo para se atirar para a tão desejada morte, pois esse profundo abismo estava ali bem próximo, mas tudo veio a confirmar, as palavras do velho padre fez efeito, Elisa em meio aquela confusão mental por milagre conseguiu capitar aquelas orações e palavra daquele religioso, esses dois da igreja perceberam que Elisa havia se acalmada, transitava calmamente por aquele templo, chegou até fazer algumas faxinas nesse ambiente de oração, nesse momento o padre se arrumava para leva-la de volta a sua casa, ela conversava com demonstração de normalidade, eles ficaram até despreocupados, viam que Elisa deixou aquela fixação de se suicidar por causa da perca de seu grande amor de sua vida, mas ela estava sempre vigiada, ela percebia que eles não a perdia de vista.

A suicida estava muito calma, até circulava lá fora daquele ambiente de reza, passeava pelo jardim dessa igreja, passava sentada por várias horas naqueles bancos, lendo alguma revistinha ou livretos, viam que tudo normalizava, os dois homens santos já estavam convicto que não tinha mais nada a fazer, Elisa estava curada daquele delírio, sorte que esses dois homens da paróquia vigiava Elisa, o padre ainda alertava o San Cristão para qualquer outra recaída e se sentindo solta, voltar pensar naquelas suas vontades diabólicas de dar cabo em sua própria vida.

 Enquanto eles conversavam nesse assunto de uma possível recaída, der repente tudo acontecendo, Elisa se vendo muito solta, disparou uma corrida em direção desse barranco profundo onde se praticavam muitos atos de se matar, o padre e o pároco ficaram muito surpresos, infelizmente não daria tempo para correr atrás de Elisa e impedir que ela praticasse esse ato de suicida, só restava deixar tudo acontecer, entregar nas mãos de Deus.

Elisa nesse momento que decidia pela sua própria morte, sentiu que aquelas palestras, aqueles conselhos do velho padre que havia dito nessas horas que antecedia esse momento fatal de sua vida, foro o bastante para essa decisão, aqueles dois homens que cuidava de Elisa para  que ela desistisse desse pensamento suicida, logo perceberam que a moça foi diminuindo essas passadas, parecia que cada parágrafo e palavras ditas  por essa voz amiga desse religioso foram se assentando em sua mente, ela já estava sustentando a beira desse abismo, mas aquelas rezas e gestos fizeram Elisa desistir de toda aquela intenção diabólica, decididamente, ela deu as costas aquele abismo de profundo barranco, voltou de passos lentos para as proteção desse sacerdote que ela assim sempre diz; Enviado de Deus. O certo que a paz veio a reinar nessas vidas, nesse momento de tanta santificação.

Nesse final de mês está acontecendo mais uma palestra para jovens, as barracas estão armadas no pátio para essa finalidade, acampamento para esses dias de orações e palestras sobre variados assuntos, todos ali presente percebem uma irmã religiosa transitando em meio desses jovens, conversando com todos ali presentes naquelas rodinhas de amigos que vieram para esse acampamento, convida todos para que assistam sua palestra, diz ela que proferiria um discurso muito importante, sobre um testemunho, experiência de vida se referindo ao já falecido padre José que da Paróquia da beira do abismo.

Nesses altares já passaram muitas vezes, ainda repetiu algumas vezes para que ninguém esquecesse a palestra da Irmã Elisa.

Antônio Herrero Portilho/02 de abril de 2026.

 

AB. UMA BANDA DA FAMÍLIA - 25

Nos festejos comemorativo desse fim de semana, feriado prolongado, muito se falam nos bailes no clube dessa localidade, pouco os moradores dessa cidade conhece Rebeca, ela acabara de chegar do Nordeste, poucos eram as pessoas que sabiam da bela cantora que estava residindo por ali, namorado veio de mudança com Rebeca, Jakson seu pai já está arrumando trabalho para essa família de músicos, além de Rebeca, mais quatro irmãos, todos envolvidos com a música, Jakson não precisava buscar nada fora, estava todos ali bem próximo, só montar os instrumentos, entre todos componentes desse conjunto, o namorado de Rebeca também estava engajado, tocava todo tipo de instrumento, atualmente o baterista da banda, com ajuda no vocal, Rebeca e Fabio estavam sempre juntos para tudo, além de namorados, se caso fosse acordar todos esses mortos dessa família, certeza que daria para montar uma orquestra, pai e avô de Jakson também fez histórias nos tempos já passado, nos dias atuais, senhor Jakson conta com a nova geração da família, mas quem encabeça essa turma é Jakson e seu filho mais velho, Nandinho, esses dois, pai e filho faz acontecer, são os que contratam as apresentações e muitas as vezes ajuda no conjunto, quando surge a necessidade, ele pega no acordeom, enquanto Nandinho toca violão e canta, essa banda vive para quase todos os ritmos, toca tudo.

Ele aprendeu com seu pai, que também trouxe  de herança de seus ancestrais, o pai  e avô do senhor Jackson já fazia história por esse nordeste a fora, como se pode constatar, isso já vem atravessando gerações, mas precisava mudar para outras cidades maiores, capitais principais do país,  agora nesse estado novo que escolheu para morar, está fazendo que seus ritmo espalhe e adquira mais popularidade, infelizmente Jackson perdeu dois dos mais importantes músicos que acompanhava em sua jornada em cada baile da vida; perdeu seu pai e seu avô, mas agora conta com a participação de seus filhos.

Nessa família de seu Jakson todos respiram música da melhor qualidade, aprendeu com o mesmo, pai e filho exímios músicos, para completar a prosa em elogios, tanto Nandinho como Jackson seu pai tiveram meses de aulas sobre música, não tocavam somente de ouvidos, frequentaram aulas de músicas em conservatórios, tinha conhecimentos a fundo, isso todos os filhos de Jackson fazia escola de música, formar uma banda em família cem por cento de certeza de sucesso, tocavam com perfeição os instrumentos de cordas, eram seus ofícios, cantavam com boas afinações, além de um vasto conhecimento com variados ritmos, Jacson era o nome do pai dessa família, se dava bem com todos instrumentos além de tocador de sanfona, ou quer dizer; acordeom, uma família inteira envolvida em música, além de Nandinho, mais dois de seus filhos faziam parte desse conjunto, incluindo uma mocinha que trazia com ela um extenso repertório de sucessos antigos e os atuais, cantava de viva voz, nem precisava de prancheta com a letra da música, era tudo na memória e na garganta, Rebeca era uma artista completa, enquanto os outros dois irmãos de Nandinho também não ficavam a desejar, cantavam Bee Gees além de muitos outros. 

Nesse fim de semana o baile será no clube Recanto das Acácias, Nandinho e Frederico serão os músicos que animarão as festas, eles não são os únicos músicos a se apresentar, outras bandas de roque marcarão presença em dias marcados na semana, Nandinho e seu pai e família estarão se apresentando como a Banda recém-chegada do Nordeste, pai e filho em uma sólida harmonia, tanto quando se diz em cantar, como na vida comum, difícil encontras duas personas assim tão unidos.

Ficou combinado que teriam que chegar as dezenove horas, isso umas duas horas antes de iniciar essa apresentação, assim foi cumprido, lá chegaram, estacionaram seu simples veículo, levaram com eles algumas cordas desses instrumentos, caso surja alguma urgência, dois violões; três guitarras; contrabaixo; bateria completa a ser montada, baqueta, microfones, em fim só não levaram a parte de caixas de sons, amplificadores, isso o clube já fornecia.

Jakson convoca seus filhos artistas para uma breve reunião nos fundos do palco, entre tantas exigências pediu que esses artistas de palcos expressasse o máximo de harmonia nos tons e perfeição a se apresentar esse show, para que essa apresentação fosse realmente impactante, entre os músicos a mocinha Rebeca daria início a apresentação a esse show, enquanto centenas de espectadores aguardavam naquele espaço para shows e danças, os aparelhos eletrônicos devidamente instalados, os canhões de luzes prontos para serem detonados, até esse dado momento todo o tablado daquele palcos estava pronto para receber a mais eletrizante artista cantora do momento daquele lugar.

Na hora exata a qual foi combinada, os holofotes acendem, Rebeca salta ao meio do tablado, entoa um ritmo dançante fazendo vibrar todos aqueles altos falantes, de início só na capela; sem o acompanhamento dos instrumentos, em um minuto e meio, enquanto canta vais mesclando o pequeno trecho dessa canção com os cumprimentos ao público ali presente, um pouquinho de prosa com a plateia enquanto os meninos se arruma com seus instrumentos, feito as instalações, adaptações dos cabos nos instrumento, testa a afinação, tudo pronto ai a chave geral e desligada,  todas as luzes do palco se apagam por uns trintas segundos em seguida é acionada a iluminação, logo de imediato surge fumaças coloridas entres essas iluminações hipnotizantes, como uma explosão de cores em meio as fumaças, a bateria faz sua apresentação, o repique das baquetas tocando as caixas, surdos pratos de metal, nesse momento o pedal e caixas acompanha o ritmo da percussão identificado pela música, nos primeiros toques dos instrumentos de corda, guitarra e contrabaixo, órgão elétrico vão sendo iniciados, o som é ligado, são acionados entre essas notas musicais, Rebeca salta ao meio do palco, sobre ao som ensurdecedores mas prazeroso de ouvir, acontece aqueles efeitos alucinantes, a plateia vibra em maiores agito, Rebeca de mostra o maior sentimento de amor a música, trabalha as cordas vocais, canta e encanta, aqueles que vieram ali para esse show    curvam a maestria dessa cantora, todo o público segue acompanhando a mesma canção em que Rebeca expressa corporalmente nesse palco desses deuses.

O público canta junto com Rebeca demostrando a mais bela das apresentações no momento da seleção musical, Rebeca se veste de Tina Tuner e promove uma obra prima de Cover.

Quando a plateia estava sobre temperatura máxima, sobre os delírios das músicas dessa seleção, ela parte para um sertanejo universitário somente para diminuir o calor desse público, na visão panorâmica de cima do palco, se percebem o esfriamento dos que ali foram para curtir uma boa música, alguns ali presente se dispersam, procuram para tomar alguns refrigerante, cerveja ou energéticos,  aproveitam para descansar dos agitos, para em seguida retornar nas proximidades desse tablado musical ao vivo ,mas, a música continua com a apresentação de tudo que há de mais atualizado no ritmo sobre o comando da mais linda e recente artista de palco; Rebeca.

 

Todo o ritmo musical desse show vai fluindo para os maiores sucessos desses que perduram a muito tempo, Rebeca em um estalar de dedos indica aquela música a qual seus três irmãos acompanha, agora é a vez das mais românticas de todos os tempos, ao ouvir o sinal de estalo de dedos esses meninos já capitaram o que Rebeca queria e de imediato começa introduzira o clima de amor mais presente; os meninos começa com aquela total harmonia de som, o público sentiu que Celine Diom estava sendo lembrada nesse lindo espetáculo musicado, os casais românticos se deliravam em abraços e beijos entrelaçados em calorosos arrochos, logo, no tempo certo, essa grande artista solta a voz expressando todo o romantismo que essa canção expressa, toda a verdade imortal é cantada – IMMORTALITY – Agora se percebem quase todos cantando junto com Rebeca em tom baixo, quase sussurros, todos movendo o corpo para os dois lados, em determinado momento entra o som de Bee Gees, os três irmãos de Rebeca entra fazendo a parte de Bee Gees.  

Enquanto isso acontece, lá no fundo da plateia um senhor empresário observa atentamente, fica emocionado pela a performa-se desses grandes artistas de palco; filhos do senhor Jackson, pai dessa obra musicada. Depois de umas oitos músicas tocada, é hora de intervalo, Borges aproxima do local em que estava sendo apresentado esse show, cumprimenta os músicos de mostrando fazer amigos, em conversa com Jakson; pai de todos, depois de alguns elogios se apresenta como um empresário no ramo de apresentações de músicas, show, e se interessou pelo show, gostou do conjunto do senhor Jakson, deixou um cartão de apresentação, disse gostaria de trabalhar com esses músicos do senhor Jakson, aí tudo ficou acertado, depois que o conjunto cumprir com o contrato de algumas apresentação em seguida Jakson terá uma conversa com o tal empresário, mesmo assim essa apresentação no recanto das acácia continua madrugada a dentro divertindo esse público jovem e exigente.

Nessa semana o conjunto de Jakson começa novos rumos, novas apresentações, senhor Borges contratou para a apresentações durante sete dias em um clube praiano, lugar muito frequentado por turistas, local de praia artificial, parque das águas ditas medicinais e  muita atividade, o conjunto de Jakson fará uma temporada de dez dias que renderá um bom dinheirinho enquanto que Jakson planeja várias melhorias no som dessa banda, Rebeca além de aproveitar bem essa oportunidade de desfrutar dessas maravilhas, se preparam com os ensaios para tudo começar nessa noite, essas apresentações serão no clube que faz parte desse parque aquático, tudo indica que vai acontecer a mais espetacular das apresentações

Jakson concedeu uma folga nesse fim de semana para Rebeca e seu namoradinho, David e Rebeca terão um bom tempo para namorar, devido serem músico oficial desse termas, tem livre trânsito por esses espaços, Rebeca e seu Baterista nessa banda saem por aí livres como um flamingo e uma gaivota, o pai de Rebeca sempre concede a liberdade total para esses dois, menino e menina desajuizados.

Logo mais as vinte e duas horas termina essa liberdade, os dois voltam para o conjunto manso como dois caninos caramelos, Jakson desocupo o lugar na batera e devolve o lugar para seu suposto genro, testa todos componente da bateria enquanto bate a baqueta com força praticando um repique, para Rebeca e David ficou bem claro, agora é hora de pegar no batente, a folga acabou, o público dançante se aproxima, além de muita areia nessa prainha artificial nesse ambiente era própria para dança e assistirem essas apresentações, todos aguardavam a mais bela e eletrizante artista Rebeca, em súbito aparece entre luzes e fumaças coloridas, o conjunto estará se apresentando até o pôr do sol do domingo, a família Jakson administra essa apresentação com maestria e muita empolgação. 

 

25/10/2024/antherport 

 

A ÍNDIA POTIRA. A GUERRA

 

Potira já estava a caminho de volta a aldeia, pensava ela que logo estaria junto no convívio de seu povo, mas esse regresso não lhe faria boas vindas, a índia Potira estará presenciando um cenário de terror, algo sinistro o aguarda, depois dessa longa jornada só faltava alguns noventa metros e logo chegaria à aldeia, acessar algumas montanhas de pedras de altura baixa, uns vinte e cinco metros, pois a rota das carruagens passava bem ali perto da aldeia de Potira, mas no nível mais baixo do terreno rochoso.

 

A menina índia escalaria esses poucos mais de vinte e cinco metros na altura superior, ansiosa para abraçar seu povo, seu pai, sua mãe e o chefe desses nativos de origens milenares.

 

Quando Potira passou pela entrada desse cercado que divisava essas quase setenta indígenas, grande foi a surpresa que a esperava, um cenário de completa desolação, centenas de corpos jogados no chão, todos sem vida, morto por um massacre covarde por uma tribo rival, os assassinatos desses selvagens não constava como crime, as ordens do governo era desbravar esses territórios, fundar vilas e construir cidades, tudo as custas dos indígenas que por ali habitavam, infelizmente esse grupo de covardes se associaram aos soldados do governo, para praticarem essas desordem, esses nativo agiam em companhia desses soldados,  Potira não estava no momento, por isso se salvou desse genocídio, todos os descendente foram dizimados, a menina índia nessa sua existência ainda não havia passada por essas emoções tão forte, de pé ali frente essa batalha vencida, em sua pouca experiência de vida não conseguia em nada amenizar esses problemas, sepultar todos esses corpos seria impossível, eram muitos, chorar essa grande perca seria o único desabafo, sozinha com essa grande decepção e uma responsabilidade de sobreviver sozinha, si bem que a prática da caça e pesca para suas subsistências eram um dos únicos recursos, mas pelo a menos sabe muito bem como sobreviver na selva.

 

Potira tem uma espécie assim de namorado, de comparecimento muito esporádico, ainda já faz alguns dias que não o vê, agora sim seria a hora dele aparecer para confortar Potira nesse momento tão difícil.

 

A Menina Índia nesse momento não tem mais sua mãe para consolar, mas poderia contar com seu amigo companheiro que nessas horas faz tanta falta. / 26/7/2025 - segue

 

SEGUE

 

Muito lastimosa a jovem selvagem, vendo que tudo estava acabado, de posse de suas rudes armas de caça que em vezes a servia como defesa em situações inaudita, ela era de paz, mas, tem vezes que a ocasião exige ação em defesa.

 

Deu as costas a aquele cenário de tristeza e vai aos poucos deixando aquele panorama de completa melancolia.

Quando havia se retirado uns trintas passos ouviu de muito longe um trotar de cavalo galopando nas pradarias, Potira em momento de preocupação pensou que pudesse ser algum índio solitário que viria para tirar vantagens desse seu momento indefeso, mas logo deu por conta que o índio Luara estava aproximando, Potira sentiu que finalmente uma ajuda chegaria nesse momento, aquelas manchas no dorso do animal identificava muito bem de quem se tratava essa oferta de auxilio próprio para essa situação tão necessária, cavalinho castanho malhado de branco para as montarias do nativo, Luara se aproximou da menina, a partir desse momento ficou agradecida,  , chegou para perto, sem apear do cavalo abaixou aproximando do solo, deu-lhe a mão, forçando seus músculo forte, com um impulso e a ajuda da moça jogando a perna para o alto, impulsionou elevando o corpo de menina para montar na garupa do cavalo, de rédeas comandada pelo jovem nativo, demostrando esse gesto de amor pela jovem indígena.

 

Segunda parte

 

-- Qual o próximo passo a seguir? Perguntou o jovem selvagem.

 

Respondeu Potira com a voz sofrida.

 

-- Não tenho destino, não tenho nenhuma cabana para me repousar e acalmar esses meus sofrimentos de perca, mas porem acho que ainda sobraram alguns dos nossos índios que no momento do ocorrido estavam na mata caçando e pescando. quando voltarem para sua aldeia e presenciar tantas mortes, eles também sofrerão com essa derrota, certeza que um dia vingarão seu povo, eles são fortes guerreiros, são poucos, mas, nos vingarão esse sangue derramado de irmãos, na verdade vivíamos na mais completa harmonia, realmente existia união. Disse Potira em voz de lamentos

 

-- Eu também estou sofrendo com você, apesar que esses covardes eram meu povo, mas nunca vivemos em concordância de pensamento. Disse Luara à Potira.

 

-- O que me sugere, para onde iremos, agora que você é minha protegida, apesar de tantos desastres em sua vida? Perguntou Luara com vagas palavras

 

-- O que seria de você se não fosse o grande amor que sinto, até parece que nesse momento cresceu e intensificou esses meus sentimentos que trago guardado em meu íntimo, agora é hora de provar se é realmente verdadeiro esse amor que a mim demostra, não tenho para onde ir, se você me ama, eis aí como provar, é hora de vivermos livres para amar, nesse momento ninguém nos impede.

 

 -- Não penses você, que as vezes que estive ausente foi devido me distanciar por desinteresse, isso não... eu sofria pela sua falta, precisava de você mais que nada, mas estava impedido, sofrendo pelas ordens de meu chefe, assim não comparecia nos encontros marcados, até me castigava para dificultar, nossas tribos são rivais apesar dos combates resultando na grande mortandade causada por esses guerreiros que infelizmente faz parte de minha etnia. Disse Luara tentando se explicar com a moça selvagem dizendo ser o grande amor de sua vida.

 

Potira ouvia e pensava nas vezes que ficava aborrecida pelo não comparecimento desse seu namorado. Abraçava Luara pelas costas descansando a cabeça próximo aos ombros do jovem índio cavalgando em direção de uma solução para esse grande problema de Potira, arrumar uma cabana para ficar para sempre com seu querido selvagem, seu namorado, enquanto o trote do animalzinho os conduzia nessas trilhas desses territórios dos povos da floresta. 

 

-- Eu te desculpo, eu acredito nas suas palavras, nosso amor está a cima de tudo, eu te amo meu curumim. Disse Potira.

 

  -- Agora seus sofrimentos da perca de seu povo, é sofrimento meu, eu assumo suas dores, vou te salvar dessa situação, o bom disso tudo é que você está sobre meus cuidados, vou leva-la para bem distante, te amo muito minha indiazinha curumim mais adorada desse sol do deus Tupã. Disse Luara – 28/7/

 

                                                                                                             -- Nossos sentimentos são mais fortes que essas palavras negativas; massacre.

 Não existe nada mais que descreva esse nosso sentimento de amores. (Potira)

 

TERCEIRA PARTE

 

 -- Agora tomaremos o caminho rumo ao pôr do sol, lá além das montanhas, as matas e rios em corredeiras, lá onde existe um povo também descendente de minha raça, de agora em diante será aquele povo nossos irmãos étnicos, vamos fixar nossas moradias por aqui, essa tribo é parte daquela em que eu aceitava os costumes, fui criado com aquele povo, autores desse ato covarde, eles agiram juntamente com os soldados do governo com a intensão de matarem os índio, se apossarem das terras, fundar vilas e cidades nesse nosso território, eu não concordava com as rivalidades que eles empunhava, tanto é verdade que escolhi você para minha amada, isso era amor proibido, o Cacique não aceitaria esse nosso romance, por isso fizeram todo possível para dificultar esse nosso namoro que perdura dês dos tempos infantil.

 

-- Eu me lembro dessa trajetória, nós dois, pequenos indiozinhos, mas sempre juntos apegados. Disse Potira em momento nostálgico

 

-- Minha querida Potira, tentaram me separar de você, mas essa minha escolha foi mais forte, dane-se as guerras e desavenças de nossos povos, nosso amor é superior a tudo, agora estaremos unidos em um só corpo e um só coração para sempre.

 

Potira ouvia com atenção essas declarações, e em pensamento ela concordava aceitando de coração aberto, enquanto encavalada na garupa do cavalinho de nome Reluz.

 

Depois de um dia inteiro cavalgando nessa longa trilha, quando a noite estava ameaçando apagar toda aquela encantadora paisagem, conseguiram avistar o povoado ao qual Luara e Potira escolheram para viver seus longos e últimos dias, já se aproximava ao destino traçado, Luara montou acampamento ali as margens das corredeiras, descansar Reluz que logo se apoderou de um grande espaço de capinzal novo e nutriente próprio para animal selvagem.

 

Luara acendeu um fogo em um monte de madeira seca colhida ali mesmo aos arredores, se alimentaram com suas comidas de sabores indígenas, e logo relaxar as pernas da menina índia de passar essas longas horas montada, se abrigaram em uma calorosa manta sobre o calor do fogo, deixando para se apresentar para o chefe dessa nação, pelo dia quando chegar o amanhã, melhor se acertarem com o cacique dessa aldeia aos claros do dia, segundo os costumes dessa tribo não combinar nada durante o cair da noite, Luana e Potira estará descansados logo quando o dia começar a raiar, será assim que estarão acertando com o chefe dessa mais nova tribo já escolhida para morar e viver ao lado da linda índia Potira, esses são os planos do jovem indígena Luara acompanhado de sua linda Potira. 29/07/2025

 

O escuro da noite já estava indo embora, o sol surgia com muita força, lançando todo o claro radiante nesse descampado, Luara levantou sedo, ainda deixou Potira dormindo, tratou de agasalha-la acomodando na manta enquanto o fogo em brasas vermelhas acalorava a menina indígena adormecida pelo sono ainda não interrompido, Luara trouxe o cavalinho Reluz para preparar a montaria, ainda usufruiu do calor do braseiro ao lado da curumim, não acordou, mas, foi beijada e acariciada por várias vezes por esse seu companheiro, se aqueceram do frio dessa manhã com uma bebida feita ao fogo; costume tribal, aguardou a indiazinha acordar por si, não queria interromper o sono de sua amada, não havia muita urgência para chegar ao destino, a aldeia de seus descendentes estava ali a alguns cinco centenas de metros, só aguardava o despertar de Luara para em seguida terminar a cavalgada procurando abrigo a esse povo também da floresta que localizava bem próximo desse acampamento provisório.

Quando o sol se instalou por completo, a indiazinha acordou, primeira situação que lhe veio em mente, foi a revolta de que fizeram com seu povo naquele dia anterior, mas outro sim; estar protegida pela pessoa mais amável do mundo, não se esqueceu que Luara está oferecendo essa sua proteção, agora só apagar o fogo se preparar para a última etapa desse percurso, o jovem índio estava ali por perto ar retirado a alguns metros a beira do riacho., logo percebeu que Potira já havia se despertado e também se preparava para a essa curta cavalgada para completar esse seus destinos.

Tudo estava pronto para seguir a caminhada, Luara arrumou as tralhas no dorso do cavalinho Reluz, a distância era curta, preferiram caminhar a pé puxando pelas rédeas do animalzinho, não havia necessidade de montar, já estavam descansado daquela longa cavalgada do dia anterior, Luara e Potira chegou ao portal da aldeia, foram recebidos com grande alegria por parte desses irmão nativos aqui residente, a indígena mais idônea tomou a menina Potira pela mão e foi logo tratando de alojar e dando todo conforto merecido, logo as outras jovens nativas da aldeia se aproximaram, deram boas vindas, tudo indica que Luara está bem recebida, logo se trataram de mostrarem a aldeia por todos os lugares, a menina se sentiu abraçada com festa de chegada.

 

        Antes do encontro com o grande chefe, Luara tratou de soltar seu cavalinho Reluz na pastagem junto com os outros animais da tribo, visto que ali teria muitos alqueires de capinzais dos mais verdes e saboroso, agora que está tudo confirmado, Luara vai ao encontro do cacique da aldeia, seu mais novo chefe.

O acolhimento de Luara e sua linda Potira foi aceito com muito apreço, tudo já está acertado, eles já estão integrados no meio desse povo, o Cacique o receberam muito bem, foram expostos os regime e doutrinas a seguir, tudo ficaram acertado, fizeram pacto de irmão indígenas.

Luara percebeu que aquele povo o tratavam como irmão, sentiu que ali realmente havia harmonia, ainda mais, nessa nova tribo de Luara não se percebia nenhuma desavença entre esses irmãos, somente algo que Luara não concordou por completo, ele não poderia ficar todo o tempo com sua namorada, havia hora marcada, mas isso porem era de menos, logo essas exigência será adaptada, Luara ficaria a disposição do cacique, enquanto Potira se encarregava nos trabalho da aldeia, mas no final do dia Luara e Potira tinha seus aposentos para ficarem juntos com toda liberdade que lhe foram de direito. 30/7/25

 

QUARTA PARTE

 

Todos os dias bem de manhãzinha Luara e Potira se levanta para as atividades do dia a dia, depois de ficarem a noite inteira para seus relacionamentos nesse convívio de amantes e namorados, ao despertar de cada manhã se despedem para somente se encontrarem no fim do dia, essa era as obrigações desse casal de nativos selvagens, permanecer junto no decorrer do dia somente quando estiverem confirmados casados em união definitiva, por enquanto só voltarão se encontrar para dormirem durante a noite, logo estarão juntos por todo o período, logo chegará, a data desse casamento, tudo se confirmará nos próximos dias, a idade estipulada ao índio homem pelos regimes daquela tribo.

 já está nas vésperas desse acontecimento, Luara e Potira terá uma cabana somente para eles quando se firmarem marido e mulher, mas porém o índio terá que mostrar que está hábil para esses deveres, se apresentar como um Guerrero e exímio caçador, o índio Luara terá que ir à caça e trazer para a comemoração um cervo abatido pelas suas armas, consumirão durante a festa de união do casal, essa é a prova que já são adultos e responsável entre ele e ela.

Depois do grande dia em que aconteceu a união de Luara e Potira, quando tudo ficou acertado, agora eles viverão um para o outro durante todo o tempo, sem interrupção, o casal adaptou perfeitamente com os costumes desse grupo de nativos, enquanto todos vivem em perfeita união, essa tribo não possui rivalidade com nenhuma outra nação, mas porém a antiga tribo  que Luara pertencia viviam em guerras com as tribos vizinhas, em um desses dias passados, o atual cacique da atual tribo desses indígenas, em um momento inesperado recebeu um recado do es chefe de Luara, mandou recado por um mensageiro, dizia de um encontro para assuntos rotineiro, a maior discordância seria a fuga de Luara e a integração ao povo em que o Jovem índio aceitou para si.

 

 O eis-chefe de Luara não aceitou que  o índio fosse se juntar a esse povo, agora queria resgatar e levar de volta a sua aldeia de origem, mas a partir daí começa um desentendimento, o mesmo cacique que ordenou o massacre ao povo de Potira, agora quer travar uma batalha contra o povo que acolheram com muitas cordialidade, mas por não chegarem a nenhum acordo, o clima de guerra está instalado, os eis povos do índio Luara, estão pronto para uma batalha e dessa vez será resolvida em sangue derramado, os povos vencedores ficarão com o que sobrarem da tribo derrotada, logo determinaram o dia desse combate, e isso será muito breve, a hora será marcada, é só aguardarem, Luara e Potira estarão em linha de frente, quem vencer ficará com o território do vencido.

31/7/2025

 

Depois de alguns dias passados, Luara e Potira viviam seus primeiros dias de união, a indiazinha começou a obedecer os costumes dessa nova tribo e tudo ficou acertado, Potira teria que passar pela tenda da senhora curandeira para realizar algumas consultas costumeira, a idônea senhora curandeira além das curas dava conselho já que estavam ainda em experiência de união, ficaram por ali quase uma hora, muitos assuntos foram tratados além de verificar como ia a saúde da mais nova esposa, a senhora idônea encontrou algo que deveria tratar com mais atenção, pediu que voltasse na próxima semana para se certificar das certezas em que suspeitava a respeito das vida da pequena índia, se despediram e ficou acertado que na próxima semana voltaria para continuar com essa consulta.

 

As duas tribos se preparam para o embate, na metade do caminho que distancia uma aldeia e outra, ficou confirmado o local da batalha, os guerreiros se pintaram, se armaram de flexa, tacape e lança, agora seria uma questão de matar ou morrer, quando as duas tribos estavam em posição de ataque, a qualquer minuto estouraria os arremessos de flexas e lanças, em momento de decisão, pronto para atacar surge um índio mensageiro a cavalo a galope dizendo, gritando alto pedindo para que não dessem início.

 

 -- Parem, Parem, trago uma notícia, por ordem do nosso chefe o Cacique, ordena que façam uma trégua urgente, por força maiores vocês não podem fazerem guerras, existe entre nossas nativas uma mulher grávida, enquanto gera essa criança nesse ventre não pode haver guerra, guerra somente o ano próximo caso não aconteça uma mulher gestante em qualquer das tribos que estão em combates, é lei todos terão que cumprir, caso não cumpra, muitas maldições recairão sobre nossos povos em geral, esse aviso serve para todos povos indígenas dessa nação, a ordem é que parem com as guerras, teremos  que acertarem nossas diferenças no diálogo, enquanto essa criança não nascer, todas as tribos terão que manter em união amigável, sem brigas, esse recém-nascido terá que chegar a essa nação em clima de paz e harmonia, o cacique ordena que todos recolham suas armas de combate e voltem para suas cabanas em suas aldeias. Isso é uma ordem, terão que obedecerem.

 

A senhora curandeira, nessas consultas de Luara a sua tenda de curas e conselhos, que Luara estava grávida, foi assim que essas desavenças terminaram, a antiga tribo de Luara não conseguiram levar de volta às suas origens, tudo ficou confirmado, o recém-nascido de Luara e Potira, veio trazer paz a essa nação indígena, os dias se passaram e as amizades e bem querências voltou a reinar com mais insistência.

 

TEXTO DE ANTONIO HERRERO PORTILHO

 

A NAMORADA DO BOTO COR DE ROSA. (COMPLETO)

  O sol fugiu para longe, já estava na hora dele dirigir esses seus raios para outra direção, enquanto isso a passarada da mata desembestou a cantar auto fazendo um grande barulhão, se houvesse a tradução do idioma da mata, podia se ler que essas aves aclamavam um pouco mais de claridade nesse hemisfério, quer dizer; desse outro lado do planeta.

 O Boto Cor de Rosa sentiu que não havia mais nada que fazer por esse dia, não se sabe se é sono ou preguiça, próprio  do costume do sono da tarde, ele ia dormir bem cedo mesmo, para se levantar pela noite a fim de surpreender alguma garota donzela, usava de suas artimanhas de conquistador para trazer para si mais uma mocinha inocente de coração cheio de amor para dar, nesse momento o Boto não se importava se fosse tardinha ou noite, mas teria que ser antes da meia noite.

Todo os bichos da floresta Insistiam muito para que o astro rei ficasse mais um pouquinho, mas essa bolinha de fogo é mesmo muito desobediente e aos poucos foi se afastando de perto desses fãs insistentes, ele foi se escapando aos poucos da roda de amigos ali existente na floresta, aos poucos foi passando por trás da floresta tão comentada por todos os povos da aldeia global feito de terra, água e verde, maravilhosos que essas árvores nos presenteiam, alguém aí pode achar exagero de minha parte, mas, as árvores a meu ver são algo sagrado, abençoado por nosso criador, se eu pudesse plantaria uma árvore bem no meio de meu coração, entre a esquerda e a direita com raízes me segurando esses meus membros, pensando assim confirmaria que melhoraria bastante meus equilíbrios, as ramagens subisse pela minha cabeça florescendo até meu cerebelo, aí sim eu estaria imprimindo minhas pegadas com mais firmezas.

A floresta silenciou-se, o sol deixou aquele cenário coberto pelo véu da noite, só a lua insistia em emitir esses seus claros prateados, que ajuda um pouco a descobrir o oculto que o sol escondeu, mas, ainda emprestou esses reflexos para ajudar esse satélite natural da Terra; a lua.

 

Somente o Boto cor de Rosa não conseguia dormir, ele ouvia que o som estava baixinho, era rumores de algum evento comemorativo das festas originada do folclore do nosso estado, os povos da florestas cantavam, dançavam, se abraçavam dando se ao amor, simbolizando a fraternidade, essas festas atravessavam as noites de clima tropical, as jovens esboçavam suas belezas de nativas desses povoados ribeirinhas, muitos festeiros chegavam de canoas nesse local de beira rio que servia os caboclos ribeirinhos, vividos nessas afluentes hídricas

 Ar retirado dali a uns quinhentos metros sobre a correnteza à baixa o Boto Cor de Rosa se descansava, repousava de baixo de uma planta aquática das flores Vitória Régia, despreocupado, sem nada a fazer, mas de ouvidos atentos para o que está acontecendo fora d’água, nesse momento o som que mais se ouvia era da festa folclóricas típicas daqueles povos caboclos nativos das vilas e povoados.

O Boto só saía d’água quando ouvia o chamado misterioso, caso não assoviassem ele não saía a campo vestido de rapaz sedutor, permanecia em seu esconderijo de repousar de suas ressacas das noites de grandes orgias que ele sempre vivia a redor das mulheres mais belas dessas regiões que nesse momento está acontecendo, o Boto só aguarda o assovio misterioso para que ele saia a campo.

Os relógios marcavam as dez horas da noite, em volta de uma fogueira acontecia o encontro dos dançarinos antecipando o momento que o salão dava o início do grande evento festivo, festa dos deuses da floresta, assim o zabumbo não cessava com as batidas no couro esticado nesse instrumento de fazer alegrias, alguns festeiros preferiam ficar por ali mesmo fora do clube feito para esses personagens dançantes.  Esses populares, se acalentando do calor do fogo enquanto saboreava da comida própria dessa região, comiam e bebericavam repetindo os pratos dessas iguarias.

Logo o espírito da floresta deu um sinal, o Boto Cor de Rosa capitou a convocação, foram três assovio chamativo, ele já estava quase desistindo da ida a essa festa, mas logo com obediência foi atender os pedidos das vozes da floresta, se vestiu com elegância de mostrando um belo jovem com aparências de homem de ricas posses,  o Boto Cor de Rosa se transformou em um jovem sedutor, se aproximou da festa vindo  fazendo remanse nas águas quando movimentava a canoa e os remos, chegou à beira do barranco, saltou fora da canoa, amarrou a em um palanque feito para essa finalidade, andou de sandálias de couro cru até um arbusto ali existente, retirou de um saco plástico um par de sapatos do modelo mocassim masculino, tirou dos pés as sandálias artesanais, trocou para esse belo calçado de valores altíssimo, passou o terno branco com as mãos terminando por arrumar o cinto, vendo que estava todo paramentado para seus devaneios, deu início os primeiros passos em direção do ambiente festivo, quando ele fez presença todas dos sexos femininos respiraram fundo demostrando grande admiração.

Aquelas lindas mulheres festeiras que fazia presença ficaram de assanhamentos se oferecendo para uma contra dança.

O Boto se localizava em um lugar mais alto do salão, dali ele observava tudo e admirou como nesse ambiente havia tantas mulheres lindas e simpáticas, escolhia com os olhos aquela que seria sua companheira por essa longa noite, percebiam que muitas damas daquelas, até se oferecia, mas o Boto Cor de Rosa escolheu a mais bela dessas garotas, não se importando tanto pela timidez e ingenuidade da moça, para dançar nesse salão, tudo se tornava mais harmônico vendo que essa moça media as mesmas alturas do moço Boto Cor de Rosa, a escolhida do Boto se chamava Suzete, moça muito pacata, muito bonita, corpo lindo de se ver, cheia de pureza que ainda não namorou, só algumas bolinação de íntimos amigos de escola, mas continuava virgem como uma santa imaculada.

Suzete, ao lado de sua mãe e pai adentrou para dentro do ambiente de danças, ela e sua mãe estavam em trajes lindos com tudo em harmonia e combinação para essas vestimentas, seu pai exibia um longo bigode bem penteado, de mostravam muita elegância esse trio fazendo parte da pequena família, visível que Suzete era filha única, muito protegida por pai e mãe.

O Boto fixava os olhares nessa beldade de nome Suzete.

Em dado momento o sedutor das águas Amazônicas se levanta e parte em direção dessa presa  que ele julga fácil, mas, nem sempre é o que parece, Suzete tinha de seu lado dois severos guardiões; seu pai e sua mãe, não será muito fácil romper essa barreira, esse rapaz sempre conseguiu o que desejava, tudo indica que não será agora que suas investidas resultará em fracasso, ele desceu de sua atalaia enquanto arredava com as mãos os populares que fazia presença naquele salão, apesar da grande multidão, o Rapaz sedutor chegou bem próximo da moça, parou como se estivesse procurando alguém, na pista de dança naquele momento terminava aquela seleção de música dançante, os dançarinos se dispersaram aguardando a próxima exibição dos casais no salão, Geraldino começou observar a estratégica do belo, o pai de Suzete percebeu à aproximação, ficou certo que o rapaz estava mesmo interessado em sua filha, mas vendo que se tratava de um jovem muito bem vestido e de boa aparência, não fez mau gosto, deixou que esse encontro acontecesse, Geraldino fez que não percebia, achou que já estava na hora de Suzete namorar e até casar, assim ficou só assistindo a possível conquista a sua filha.

 Esse possível sogro caiu nos gostos do namoro, se é que poderá acontecer, por enquanto só se percebe os olhares de flerte.

Depois de alguns goles e comes da comida típica da região, os minutos de intervalo chegaram ao fim, em meio ao barulho da multidão, já se ouve um som de instrumentos conferindo as notas musical a seguir, certo que o ritmo a seguir seria de guarânia executado em teclado, ótimo para casais dançarem mais aproximados, hora de sentir o calor dos corpos, veio cair bem nas intenções do rapaz das águas profundas; o Boto, mal a música começou a ser executada, o salão se encheu de dançarinos, o moço misterioso movimentou alguns passos em aproximando de Suzete, momento percebeu certeza da reciprocidade em que os olhares se encontraram, chegando bem próximos aos ouvidos de Suzete, o rapaz a convidou para dançar, nesse momento tudo conspirava para um início de romance, mesmo que fosse por uma única noite, Geraldino o pai da moça se encheu de ciúme, junto de sua esposa mãe de Suzete lançou aqueles olhares de adeus às inocências e as disciplinas para bom comportamento de uma moça de família assim como eles diziam,  sentiu que poderia ser agora o desprendimento dessa cria muito mimada, Geraldino pelas experiência de vida, percebeu que sua filha agora estaria caindo nos braços do homem que tanto procurava para namorado, noivo ou até marido, preocupado pelo que poderia acontecer com a virgindade da moça filha, senhor Geraldino cuidava do casal de namorados com olhares fixos, assim mesmo perceberam que Suzete e o Boto fazia um par perfeito, certo que daria um lindo e perfeito casal, ficava com os sentimentos divididos, apreciava e aprovava os comportamentos do moço, mas, porém, com tudo, alimentava um ciúme obsessivo de pai de filha muito bonita e mimada, a mãe de Suzete percebendo esses sentimentos de pai, Geraldino, ainda tentava acalmá-lo, dona Jacinta mãe de Suzete dirigia palavras a fim de conforta-lo, ela conhecia o marido que tinha, seu Geraldino quando sentia perca de algo, no caso sua mimada filha, se sentia momento de histerias, passando os dedos no bigode, coçava a cabeça, nem piscava de tanta fixação doentia, situações que poderia acontecer com a mãe da moça, isso pelo fato de ser mulher e conhecer bem o universo feminino, natural do sexo frágil, preocupados com essa primeira vez da filha, outrora pacata, tímida e ingênua, mas ciente que essa hora acontecia, Suzete a qualquer hora presente passaria para essa condição de mulher feita,  prosseguir para o longo da vida.

Em um momento de descuido, senhor Geraldino perdeu de vista sua filha, certo que esse pai a qualquer momento não conseguiria guardá-la com tanta insistência, saiu do lado da esposa por alguns instantes para tentar localizar Suzete, mas ficou certo que no salão Suzete não se encontrava, passou para o lado de fora do ambiente de danças, olhou ao redor, quando firmou as vistas para a beira as margens do rio, ali aproximado uns cinquenta metros percebeu um casal bem juntos aos beijos e abraços, ainda não estava certo que se tratava de Suzete, até que parecia bastante, a iluminação pública não favorecia muito,  ignorou essa constatação do casal, virou as costas e voltou para o salão, se juntou com dona Jacinta sua esposa, nesse momento dona Jacinta reafirmou o que estava acontecendo, disse que havia procurado por todos os lugares, e não viu, o casal de namorados Suzete e o rapaz Boto cor de Rosa, por momento desapareceram, quem sabe não seria aquele casal que o senhor Geraldino viu aos abraços e beijos, juntos as margens do rio  que passava por ali perto.

Os pais de Suzete, não tem conhecimento, mas muitos mistérios poderão acontecer com sua filha mimada, com certeza aquele casal de namorados que o senhor Geraldino viu em meio aos coqueirais poderá ser sim a moça filha do senhor, mas, porém, isso não importa, se é ou não é, o certo que esse casal a essas horas estão por aí bem escondidos longe das fúrias e ciúme.

Depois que o casal estava desaparecido, de surpresa surge lá não sei de onde, certeza! que esses dois namorados não praticavam de comum acordo com seus pais, na verdade, por assim dizer, Suzete estaria virando uma página de sua vida, o inevitável aconteceu para as contrariedades de seus pais, certo que o rapaz Boto mergulhou nessas profundezas do ser feminino de Suzete em vida, a transformando em mulher completa nas essências.

 

Suzete e Boto estão juntos, bem ali sobre esse pequeno tablado de embarque e desembarque quando precisarem deslocar passageiros e até grandes objetos.

Ela e Boto movimentaram alguns passos adiante do tablado, em momento muito românticos apreciava os formatos da lua que no momento estava redonda e cintilante quando refletia naquele espelho d’água cheio de magia mostrando as maravilhas dos espírito do rio Amazonia, apesar de algumas lâmpadas acesa messe ponto, mas no momento não favorecia em quase nada para a claridade, pouca iluminação, eram justamente por nesse lugar que os festeiros chegavam a esses eventos, se aportavam de suas canoas, subiam uma curta rua um pouco alcantilado quando buscava o rio ou   para chegar ao clube.

Seu Geraldino finalmente localizou sua filha, apesar de meio escuro, mas por momento Suzete estava em um plano mais baixo, ainda ouviu o chamado de seu pai, mas ainda ficou por mais alguns minutos por ali na companhia do Boto enquanto se encantava com o rio no reflexo do claro da lua, no instante que seu namorado dizia das profundidade das águas no mesmo local, Suzete estava de costas envolvida em outras novidades em que ela descobria, afastado a uns dez metros, a moça ouviu um barulho n'água, como se algum bicho do mato tivesse caído, ou dado um mergulho, ficou preocupada, procurava pelo boto mas não via nada, ele misterioso desapareceu naquelas águas profunda, mas ainda ficou ali sua canoa, dentro suas sandálias de couro cru, enfiada pelos dois remos, os mesmos que chegou até aqui remando fazendo remanse nas águas, Suzete ainda perguntou para alguns populares que circulava por ali nesse pequeno embarcadouro, se caso teria visto um jovem assim nessas formas, foi explicando tudo bem detalhado, mas as respostas só foram não.

Suzete saiu desse local muito frustrada, seu namorado desapareceu misteriosamente, saiu das águas do rio seduziu a garota, ficaram longas horas juntos, Suzete safou-se das amarras de seu pai que tanto a prendia impedindo seus namoros ou noivados.

 Subiu a pista Íngreme até chegar a companhia de seus pais, sua mãe e seu pai perguntou do namorado, ela respondeu que se foi, que morava longe, que temia possível enchente, poderia chover muito, que um outro dia volta para mais encontro, do próximo teremos que receber em nossa casa, ele me disse que me pediria em casamento, com o consentimento de meu pai, noivaremos, e logo casaremos.

Suzete em meio a tanta frustração disse aos seus pais a fins de se conter dos nervosos crise de histeria.

Antônio Herrero Portilho / 01/11/25 

A NAMORADA DO BOTO COR DE ROSA. (COMPLETO)

  O sol fugiu para longe, já estava na hora dele dirigir esses seus raios para outra direção, enquanto isso a passarada da mata desembestou a cantar auto fazendo um grande barulhão, se houvesse a tradução do idioma da mata, podia se ler que essas aves aclamavam um pouco mais de claridade nesse hemisfério, quer dizer; desse outro lado do planeta.

 O Boto Cor de Rosa sentiu que não havia mais nada que fazer por esse dia, não se sabe se é sono ou preguiça, próprio  do costume do sono da tarde, ele ia dormir bem cedo mesmo, para se levantar pela noite a fim de surpreender alguma garota donzela, usava de suas artimanhas de conquistador para trazer para si mais uma mocinha inocente de coração cheio de amor para dar, nesse momento o Boto não se importava se fosse tardinha ou noite, mas teria que ser antes da meia noite.

Todo os bichos da floresta Insistiam muito para que o astro rei ficasse mais um pouquinho, mas essa bolinha de fogo é mesmo muito desobediente e aos poucos foi se afastando de perto desses fãs insistentes, ele foi se escapando aos poucos da roda de amigos ali existente na floresta, aos poucos foi passando por trás da floresta tão comentada por todos os povos da aldeia global feito de terra, água e verde, maravilhosos que essas árvores nos presenteiam, alguém aí pode achar exagero de minha parte, mas, as árvores a meu ver são algo sagrado, abençoado por nosso criador, se eu pudesse plantaria uma árvore bem no meio de meu coração, entre a esquerda e a direita com raízes me segurando esses meus membros, pensando assim confirmaria que melhoraria bastante meus equilíbrios, as ramagens subisse pela minha cabeça florescendo até meu cerebelo, aí sim eu estaria imprimindo minhas pegadas com mais firmezas.

A floresta silenciou-se, o sol deixou aquele cenário coberto pelo véu da noite, só a lua insistia em emitir esses seus claros prateados, que ajuda um pouco a descobrir o oculto que o sol escondeu, mas, ainda emprestou esses reflexos para ajudar esse satélite natural da Terra; a lua.

 

Somente o Boto cor de Rosa não conseguia dormir, ele ouvia que o som estava baixinho, era rumores de algum evento comemorativo das festas originada do folclore do nosso estado, os povos da florestas cantavam, dançavam, se abraçavam dando se ao amor, simbolizando a fraternidade, essas festas atravessavam as noites de clima tropical, as jovens esboçavam suas belezas de nativas desses povoados ribeirinhas, muitos festeiros chegavam de canoas nesse local de beira rio que servia os caboclos ribeirinhos, vividos nessas afluentes hídricas

 Ar retirado dali a uns quinhentos metros sobre a correnteza à baixa o Boto Cor de Rosa se descansava, repousava de baixo de uma planta aquática das flores Vitória Régia, despreocupado, sem nada a fazer, mas de ouvidos atentos para o que está acontecendo fora d’água, nesse momento o som que mais se ouvia era da festa folclóricas típicas daqueles povos caboclos nativos das vilas e povoados.

O Boto só saía d’água quando ouvia o chamado misterioso, caso não assoviassem ele não saía a campo vestido de rapaz sedutor, permanecia em seu esconderijo de repousar de suas ressacas das noites de grandes orgias que ele sempre vivia a redor das mulheres mais belas dessas regiões que nesse momento está acontecendo, o Boto só aguarda o assovio misterioso para que ele saia a campo.

Os relógios marcavam as dez horas da noite, em volta de uma fogueira acontecia o encontro dos dançarinos antecipando o momento que o salão dava o início do grande evento festivo, festa dos deuses da floresta, assim o zabumbo não cessava com as batidas no couro esticado nesse instrumento de fazer alegrias, alguns festeiros preferiam ficar por ali mesmo fora do clube feito para esses personagens dançantes.  Esses populares, se acalentando do calor do fogo enquanto saboreava da comida própria dessa região, comiam e bebericavam repetindo os pratos dessas iguarias.

Logo o espírito da floresta deu um sinal, o Boto Cor de Rosa capitou a convocação, foram três assovio chamativo, ele já estava quase desistindo da ida a essa festa, mas logo com obediência foi atender os pedidos das vozes da floresta, se vestiu com elegância de mostrando um belo jovem com aparências de homem de ricas posses,  o Boto Cor de Rosa se transformou em um jovem sedutor, se aproximou da festa vindo  fazendo remanse nas águas quando movimentava a canoa e os remos, chegou à beira do barranco, saltou fora da canoa, amarrou a em um palanque feito para essa finalidade, andou de sandálias de couro cru até um arbusto ali existente, retirou de um saco plástico um par de sapatos do modelo mocassim masculino, tirou dos pés as sandálias artesanais, trocou para esse belo calçado de valores altíssimo, passou o terno branco com as mãos terminando por arrumar o cinto, vendo que estava todo paramentado para seus devaneios, deu início os primeiros passos em direção do ambiente festivo, quando ele fez presença todas dos sexos femininos respiraram fundo demostrando grande admiração.

Aquelas lindas mulheres festeiras que fazia presença ficaram de assanhamentos se oferecendo para uma contra dança.

O Boto se localizava em um lugar mais alto do salão, dali ele observava tudo e admirou como nesse ambiente havia tantas mulheres lindas e simpáticas, escolhia com os olhos aquela que seria sua companheira por essa longa noite, percebiam que muitas damas daquelas, até se oferecia, mas o Boto Cor de Rosa escolheu a mais bela dessas garotas, não se importando tanto pela timidez e ingenuidade da moça, para dançar nesse salão, tudo se tornava mais harmônico vendo que essa moça media as mesmas alturas do moço Boto Cor de Rosa, a escolhida do Boto se chamava Suzete, moça muito pacata, muito bonita, corpo lindo de se ver, cheia de pureza que ainda não namorou, só algumas bolinação de íntimos amigos de escola, mas continuava virgem como uma santa imaculada.

Suzete, ao lado de sua mãe e pai adentrou para dentro do ambiente de danças, ela e sua mãe estavam em trajes lindos com tudo em harmonia e combinação para essas vestimentas, seu pai exibia um longo bigode bem penteado, de mostravam muita elegância esse trio fazendo parte da pequena família, visível que Suzete era filha única, muito protegida por pai e mãe.

O Boto fixava os olhares nessa beldade de nome Suzete.

Em dado momento o sedutor das águas Amazônicas se levanta e parte em direção dessa presa  que ele julga fácil, mas, nem sempre é o que parece, Suzete tinha de seu lado dois severos guardiões; seu pai e sua mãe, não será muito fácil romper essa barreira, esse rapaz sempre conseguiu o que desejava, tudo indica que não será agora que suas investidas resultará em fracasso, ele desceu de sua atalaia enquanto arredava com as mãos os populares que fazia presença naquele salão, apesar da grande multidão, o Rapaz sedutor chegou bem próximo da moça, parou como se estivesse procurando alguém, na pista de dança naquele momento terminava aquela seleção de música dançante, os dançarinos se dispersaram aguardando a próxima exibição dos casais no salão, Geraldino começou observar a estratégica do belo, o pai de Suzete percebeu à aproximação, ficou certo que o rapaz estava mesmo interessado em sua filha, mas vendo que se tratava de um jovem muito bem vestido e de boa aparência, não fez mau gosto, deixou que esse encontro acontecesse, Geraldino fez que não percebia, achou que já estava na hora de Suzete namorar e até casar, assim ficou só assistindo a possível conquista a sua filha.

 Esse possível sogro caiu nos gostos do namoro, se é que poderá acontecer, por enquanto só se percebe os olhares de flerte.

Depois de alguns goles e comes da comida típica da região, os minutos de intervalo chegaram ao fim, em meio ao barulho da multidão, já se ouve um som de instrumentos conferindo as notas musical a seguir, certo que o ritmo a seguir seria de guarânia executado em teclado, ótimo para casais dançarem mais aproximados, hora de sentir o calor dos corpos, veio cair bem nas intenções do rapaz das águas profundas; o Boto, mal a música começou a ser executada, o salão se encheu de dançarinos, o moço misterioso movimentou alguns passos em aproximando de Suzete, momento percebeu certeza da reciprocidade em que os olhares se encontraram, chegando bem próximos aos ouvidos de Suzete, o rapaz a convidou para dançar, nesse momento tudo conspirava para um início de romance, mesmo que fosse por uma única noite, Geraldino o pai da moça se encheu de ciúme, junto de sua esposa mãe de Suzete lançou aqueles olhares de adeus às inocências e as disciplinas para bom comportamento de uma moça de família assim como eles diziam,  sentiu que poderia ser agora o desprendimento dessa cria muito mimada, Geraldino pelas experiência de vida, percebeu que sua filha agora estaria caindo nos braços do homem que tanto procurava para namorado, noivo ou até marido, preocupado pelo que poderia acontecer com a virgindade da moça filha, senhor Geraldino cuidava do casal de namorados com olhares fixos, assim mesmo perceberam que Suzete e o Boto fazia um par perfeito, certo que daria um lindo e perfeito casal, ficava com os sentimentos divididos, apreciava e aprovava os comportamentos do moço, mas, porém, com tudo, alimentava um ciúme obsessivo de pai de filha muito bonita e mimada, a mãe de Suzete percebendo esses sentimentos de pai, Geraldino, ainda tentava acalmá-lo, dona Jacinta mãe de Suzete dirigia palavras a fim de conforta-lo, ela conhecia o marido que tinha, seu Geraldino quando sentia perca de algo, no caso sua mimada filha, se sentia momento de histerias, passando os dedos no bigode, coçava a cabeça, nem piscava de tanta fixação doentia, situações que poderia acontecer com a mãe da moça, isso pelo fato de ser mulher e conhecer bem o universo feminino, natural do sexo frágil, preocupados com essa primeira vez da filha, outrora pacata, tímida e ingênua, mas ciente que essa hora acontecia, Suzete a qualquer hora presente passaria para essa condição de mulher feita,  prosseguir para o longo da vida.

Em um momento de descuido, senhor Geraldino perdeu de vista sua filha, certo que esse pai a qualquer momento não conseguiria guardá-la com tanta insistência, saiu do lado da esposa por alguns instantes para tentar localizar Suzete, mas ficou certo que no salão Suzete não se encontrava, passou para o lado de fora do ambiente de danças, olhou ao redor, quando firmou as vistas para a beira as margens do rio, ali aproximado uns cinquenta metros percebeu um casal bem juntos aos beijos e abraços, ainda não estava certo que se tratava de Suzete, até que parecia bastante, a iluminação pública não favorecia muito,  ignorou essa constatação do casal, virou as costas e voltou para o salão, se juntou com dona Jacinta sua esposa, nesse momento dona Jacinta reafirmou o que estava acontecendo, disse que havia procurado por todos os lugares, e não viu, o casal de namorados Suzete e o rapaz Boto cor de Rosa, por momento desapareceram, quem sabe não seria aquele casal que o senhor Geraldino viu aos abraços e beijos, juntos as margens do rio  que passava por ali perto.

Os pais de Suzete, não tem conhecimento, mas muitos mistérios poderão acontecer com sua filha mimada, com certeza aquele casal de namorados que o senhor Geraldino viu em meio aos coqueirais poderá ser sim a moça filha do senhor, mas, porém, isso não importa, se é ou não é, o certo que esse casal a essas horas estão por aí bem escondidos longe das fúrias e ciúme.

Depois que o casal estava desaparecido, de surpresa surge lá não sei de onde, certeza! que esses dois namorados não praticavam de comum acordo com seus pais, na verdade, por assim dizer, Suzete estaria virando uma página de sua vida, o inevitável aconteceu para as contrariedades de seus pais, certo que o rapaz Boto mergulhou nessas profundezas do ser feminino de Suzete em vida, a transformando em mulher completa nas essências.

 

Suzete e Boto estão juntos, bem ali sobre esse pequeno tablado de embarque e desembarque quando precisarem deslocar passageiros e até grandes objetos.

Ela e Boto movimentaram alguns passos adiante do tablado, em momento muito românticos apreciava os formatos da lua que no momento estava redonda e cintilante quando refletia naquele espelho d’água cheio de magia mostrando as maravilhas dos espírito do rio Amazonia, apesar de algumas lâmpadas acesa messe ponto, mas no momento não favorecia em quase nada para a claridade, pouca iluminação, eram justamente por nesse lugar que os festeiros chegavam a esses eventos, se aportavam de suas canoas, subiam uma curta rua um pouco alcantilado quando buscava o rio ou   para chegar ao clube.

Seu Geraldino finalmente localizou sua filha, apesar de meio escuro, mas por momento Suzete estava em um plano mais baixo, ainda ouviu o chamado de seu pai, mas ainda ficou por mais alguns minutos por ali na companhia do Boto enquanto se encantava com o rio no reflexo do claro da lua, no instante que seu namorado dizia das profundidade das águas no mesmo local, Suzete estava de costas envolvida em outras novidades em que ela descobria, afastado a uns dez metros, a moça ouviu um barulho n'água, como se algum bicho do mato tivesse caído, ou dado um mergulho, ficou preocupada, procurava pelo boto mas não via nada, ele misterioso desapareceu naquelas águas profunda, mas ainda ficou ali sua canoa, dentro suas sandálias de couro cru, enfiada pelos dois remos, os mesmos que chegou até aqui remando fazendo remanse nas águas, Suzete ainda perguntou para alguns populares que circulava por ali nesse pequeno embarcadouro, se caso teria visto um jovem assim nessas formas, foi explicando tudo bem detalhado, mas as respostas só foram não.

Suzete saiu desse local muito frustrada, seu namorado desapareceu misteriosamente, saiu das águas do rio seduziu a garota, ficaram longas horas juntos, Suzete safou-se das amarras de seu pai que tanto a prendia impedindo seus namoros ou noivados.

 Subiu a pista Íngreme até chegar a companhia de seus pais, sua mãe e seu pai perguntou do namorado, ela respondeu que se foi, que morava longe, que temia possível enchente, poderia chover muito, que um outro dia volta para mais encontro, do próximo teremos que receber em nossa casa, ele me disse que me pediria em casamento, com o consentimento de meu pai, noivaremos, e logo casaremos.

Suzete em meio a tanta frustração disse aos seus pais a fins de se conter dos nervosos crise de histeria.

Antônio Herrero Portilho / 01/11/25  

 

 OS AMORES DE CIBELE.

No edifício ao lado, dois corpos estão se atraindo; ela uma jovem senhora possuidora de todos atributos sonhado por qualquer homem sexualmente normal, Descrever este corpo bonito, seria um sacrilégio esquecer de mencionar algumas dessas qualidades nessa linda e super atraente, como eu poderia dizer, menina mulher, já com experiência conjugal, noivo mora juntos, ou sei lá é mau acompanhada de relacionamento muito liberal, cada um que faz de suas vidas o que queres.

Ele morava no mesmo condomínio que Cibele residia, mas do outro lado, em posição oposta, frente para outra rua, e apartamento, se dizia, e se achava o máximo, era irmão do porteiro desse condomínio, às vezes muito gabola, se achava muito além da realidade, na verdade ele era apenas um sujeito normal,

assim como eu, ou outro senhor humilde como deva ser, na hora de comparecer, resolve qualquer tarefa, se mostra capaz, fazendo com que ambos sintam -se satisfeitos.

Ele é um caso para se pensar. Bom de cama?... Será?... Então veremos a seguir se realmente confere o que ele tanto se auto promove.

Justamente naquele momento, ela no banho enquanto deixava a água morna escorrer por aquela vastidão de corpo bonito e bem convidativo, movimentando quadris enquanto trabalhava as mãos durante o exercício de se esfregar a pele,

Súbito o seu telefone toca, era seu vizinho; o mais novo na área.

Quando ele chegou de mudanças ela já botou os olhos compridos, e fantasiava toda a depravação e sexo sem limite.

Já fazia suas projeções para o futuro, pegar esse homem e dilacerar como um cão estraçalha um bichinho de pelúcia, imaginava isso ela ele em atos pecaminosa com esse macho, quer dizer; malhar o duro até sair o caldo.

Através de seus aposentos, havia uma vasta visão para o prédio desse seu recém-chegado vizinho, coincidência ou não, era nele que ela pensava na hora do banho, enquanto ela masturbava e imaginava que transar com ele era seu maior sonho de consumo.

CIBELE não deixava passar um, todos ela fazia sua marca de pegadora e esse rapaz aproximava de tudo isso acontecer.

--Alô querida CIBELE, você nem imagina quem está falando nesse momento contigo.

Essa voz não me é estranha... Deixe me recobrar minha memória... Parece que já ouvi esse som dessas palavras. Não seria esse mais novo vizinho?

--Você é muito observadora e atenta para as pequenas coisas, sim sou eu mesmo;

-- Ah... Já imaginava isso.

--Meu nome é Carlão Pit bull, a seu dispor, mas, não se preocupes e tenha a certeza que não vou lhe oferecer nenhum perigo, as minhas mordidas não transmite nenhuma moléstia, apenas mordidas de amores, sou um cão adestrado.

--Por favor, Carlão, me liga outra hora, estou terminando meu banho, de saída vou buscar minha filha no colégio, me ligue outra hora, talvez nós combinemos uma saidinha, estou mesmo carente, quem sabe a gente para em algum desses barezinhos da avenida, preciso levantar meu astral, você chegou à boa hora, só que precisamos aguardar esse momento oportuno.

--Tudo bem... Ficarei nessa expectativa.

-- Então... Tudo que é muito gostoso não acontece assim tão fácil. Espere que se há de acontecer, acontecerá.

--Não há problema, tenho todo tempo do mundo só para você minha linda e encantadora vizinha.

--Abaixe a bola aí rapaz, você está muito convicto, você pode se decepcionar com um não, não há muitas molezas comigo, você ainda não me ganhou.

--Gostaria que você soubesse que dês de quando passei a morar aqui é só você que povoa meus pensamentos eróticos, estou fantasiando milhões de besteiras com você.

--Bem... Garoto sonhador... Não penses você que as coisas são muito fáceis, tenho lá minhas restrições, fique sabendo que não vou me entregar assim tão fácil nesse primeiro encontro, você passara por uma avaliação, se eu achar por bem, quem sabe faremos um amor gostoso, mas porem eu peço que você não vá contando com vitória alcançada, vou pensar nestas suas possibilidades, terá que estar à altura de minhas exigências.

--Sim aceito estas regras desse seu jogo, aposto que você será surpreendida com o meu desempenho e ficarei ansioso por este momento.

-- Á proposito, diga-me, por favor, quem passou meu telefone e minhas particulares informações?

--Foi o rapaz da portaria do condomínio, ele é meu irmão, mas não se preocupe, sou da paz.

--Quanto à paz tudo bem, caso contrário eu tenho lá meus recursos contra esses maníacos, minhas autodefesas, acho que não vou precisar abrir mãos destas minhas forças.

--Lógico que não, eu faço amor, não faço violências.

--Ah tá, vou pensar no seu caso... Quem sabe?

--Tchau amor, um beijo na sua bochecha. Até lá.

--Tá... Vejamos em que se dará isso.

--Tchau, até...

E assim termina esse diálogo pelo telefone.

SEGUNDA PARTE

Cibele nessa manhã de domingo se dirige a casa de seus avôs que mora em uma de suas propriedades na zona rural dessa cidade, não ficava muito longe do período urbano, como dizia os nativos dessa região: logo ali.

A estrada, depois de um trecho de planície, mas logo próximo a uns seis quilômetros começaria um pedaço desse trajeto bem íngreme, vencendo esses mais ou menos oitocentos metros retomaria a um trecho de calmaria sem solavancos, a partir desse ponto de quilômetros, voltava a rodar nessa estrada plana, mas, toda calçada de cascalho, tipo de calçamento para conservar esse leito carroçável, essa distância não era longa, mas demoraria chegar devido as condições de rodagem, apesar de boa para dirigir, não podia descuidar dos buracos que os pneus teriam que trafegarem rodando nessas pedrarias, enquanto que Cibele continuava firme no volante, apressada para chegar e se descansar, dirigia com cuidado para não atropelar os bichinhos que atravessava a pista de rodagem, enquanto tudo transcorria na maior tranquilidade, veja que deu com a mão em sentido de pegar uma carona, Cibele frena o veículo e pergunta ao caroneiro – Para onde vai, para que posso te ajudar?

-- A mais uns dozes quilômetros a frente. Se me ajudar a chegar até lá, eu fico agradecido.

Para evitar a poeira da estrada, Cibele estava com óculos escuros e um lenço na cabeça, completamente irreconhecível, nessas condições, somente seu marido conseguiria reconhece-la, mas não possui essas vocações por casamentos, no momento retirou os óculos para poder enxergar melhor com quem estava falando,

-- Veja, as nuvens, está formando um temporal, só posso levá-lo na caçamba da camioneta, se acomode nessas sacas de cereais, rações para animais, vamos torcer que não chova até chegarmos lá, logo, depressa, a qualquer momento vai cair um toró, a chuva está aproximando.

-- Sim!... muito obrigado. (disse o rapaz agradecendo antecipadamente).

-- Não se importaria de se acomodar aí nesse compartimento de carga.

-- Não tem problema, moça, até aí já temo certeza de sua gentileza, vamos torcer para a chuva não nos alcançar.

Na verdade, Cibele ficou tentando se lembrar de onde viu esse personagem caroneiro.

-- logo a ficha cai, aí eu me recordarei.

Cibele apertava o pé no acelerador, muitas imagens da paisagem ficavam para trás, logo chegam, é logo ali.

À poucas horas havia passado um forte temporal, certeza, eram aquelas nuvens revolta muitas árvores foram tombadas, até derriçado muita plantação, nessas horas os avós de Cibele estão precisando de companhia, alguém para reparar os estragos da chuva; subir ao telhado, recolocar as telhas em seus devidos lugares, não que poderia molhar dentro de casa, impossível essa ação da chuva, a casa tinha laje e um terraço.

Quando Cibele dirigia o veículo tranquilamente, súbito um galho de uma árvore caiu atravessado na estradinha, Carlos desceu das acomodações e foi lá retirar o obstáculo do meio do leito carroçável, atendendo ao pedido de Cibele, enquanto a caminhoneta estava parada nessa estrada por esse imprevisto, ela aproveitou para fazer essa indagação.

Cibele pergunta ao rapaz onde ele desembarcaria.

-- É bem lá no topo dessa subida, quando passar os coqueiros da porteira azul, quando chegar lá peço que pare para eu continuar a pé esses cem metros, as casas do sítio ficam logo ali.

Ela chegou com o veículo no ponto indicado, pediu que ele abrisse a porteira, coincidência ou não, o destino de Cibele era o mesmo de Carlos, a casa dos avôs e parentes de Carlos ficava a uns duzentos metros fundos do sítio de Cibele, logo ela lembrou-se da memória acordou para a realidade, esse Carlos era o mesmo vizinho que de Cibele, aquele que vivia dando cantada a Cibele, aí ela descobriu a verdadeira identidade desse seu vizinho, lógico que ele não demostrava nenhuma importância, morava naquele apartamento somente para guardar, era de seu tio em tempos que chegava do interior à capital para ficar alguns dias, logo o tio de Carlão retornava para seus trabalhos em tempos de cultivos das lavoras, ele era um agropecuarista, na verdade Carlão não era tudo aquilo que se deixava transparecer, isso é o que se passa com as pessoas que o conhecia, uma pessoa simples que apenas possuía um carro simples, raras as vezes o dirigia para chegar à casa de seus parentes que morava na roça, e se tratava de meeiros, tipo assim arrendatários na propriedade dos pais de Cibele.

Depois das descobertas de Cibele, tudo ficou mais difícil de aceitar as cantadas de Carlão Pit Bull, ela nunca havia topada frente a frente com Carlão, fez contato por telefone com esse rapaz, quando atendia seus telefones, foram as coincidências... 21/6/26------------------------------------------------

...que fizeram Cibele ficar sabendo de tudo desse contato, ela não chegou a vias de fatos, até agora Carlão ficou só nas conversas por telefone, Cibele respira aliviada e faz um barulho com a boca, exclama bocejando, como se estivesse jogando palavras aos ventos, diz só para si

–Ainda bem, estou livre de cair nesse engano, ele é mesmo um desqualificado, será mesmo desqualificado? Carlão não é o que estão pensando dele, na verdade pensam errado, ele é outra pessoa, mora naquele apartamento somente para tomar conta, o apartamento pertence ao seu Tio que visita a cidade a cada quinzenas, agropecuarista que mora muito longe da cidade, Carlão faz faculdade, estuda a arte da computação, nesse período de férias ele faz um pouco de Educação física na academia mais perto dali, se Cibele alcançou o na estrada, não pense ela que o cara é um desprovido de todo recursos de se locomover, ele visitaria a casa de seus familiares, aproveitou para fazer uma caminhada, ele tinha muito zelo pelo seu corpo, seu físico, quando ele aceitou a carona, não foi para se livrar do cansaço, na verdade ele sentia medo do temporal que se aproximava.

Quando Carlão usava aquelas estradinhas da fazenda de manhã, em um momento inesperado, topa de cara com Cibele nesses mesmos trajetos, para Carlão não se considerava surpresa, ele já sabia que ela estava por ali, enquanto Cibele deu início um longo diálogo.

-- Bom dia... parece-me que já te conheço, foi você a quem dei carona em um desses dias quando vinha para cá, certeza, foi você. “Cibele”

--Sim foi eu, imagine como é pequena essa cidade do interior, os mesmos se encontram com os iguais, “Carlão”

-- Mas eu sim, moro na cidade, sou uma cidadã, me benefício das comodidades oferecido por um Executivo, Judiciário e Legislativo, não sou uma ninguém, tenho posses, meus namorados também são ricos, agora conte-me de você, já que você mora lá no mesmo condomínio que moro, agora conversando livremente com você, não te conheço quase nada, comesse falar de você. “Cibele”

-- Para que você me conheça bem, teria que contar uma longa história, moro com esse meu Tio, me tem como um filho, me faz todos esses gostos, paga meus estudos, já estou perto de terminar minha faculdade, ele já foi casado, pelo que já ouvi às escondidas, percebi que ele é meu legitimo pai, é que na separação, eu fiquei morando com ele, minha avó me ensinou a sempre o tratar de Tio Aroldo... Algumas vezes esse meu tio canta como dupla sertaneja, não leva a sério essa vocação. Não tem isso como renda, ele é muito rico, nem precisa disso, canta só por gostar desse meio artístico, Aroldo é uma pessoa surpreendente. Você precisa conhece-lo.” disse Carlão” .

--Nossa!... que história emocionante, agora estou ciente, você também é realmente surpreendente, peço me desculpe se lhe fui indelicada, esse seu tio, até agora era um personagem oculto, como é mesmo o nome dele, talvez eu conheço, já estive muitas vezes com esse pessoal sertanejo, junto com os das músicas sertaneja, lá que eles dizem; Sertanejo Universitário...os shows dos Modãos sertanejos, meu noivo é dono de uma produtora, presta serviços para muitos dessas duplas artistas cantor, nesse meio Artísitico. ”Cibele em diálogo com Carlão”

--Sim, Aroldo é o nome do meu pai, na verdade eu o tenho como Tio, mas ele me tem como filho, assim vamos levando a vida.

Aroldo é possuidor de várias propriedade, além de plantador de soja, criador de um enorme rebanho de gado de corte, ele é um grande produtor rural, eu me apresento assim dessa maneira tão simples, mas minhas riquezas ainda está com meu pai, tudo seus bens será meu por herança, lógico que não desejo a morte a meu pai-tio, mas isso é certo, tudo isso poderá ser meu, eu gostaria que você conhecesse esse meu Tio Aroldo, ele aparenta muito jovem, vive em meio as finanças e negócios por meio de onde os grãos de sojas nascem e também milhos, combustível etanol colhido dessas lavouras de ricos grãos.... segue

---------------------------------------------23/5/2026.

-- Alô Carlão, amanhã estarei chegando por aí, você arruma tudo as minhas coisas, lá pelas quinze horas, mais ou menos, entendido?... E você, onde está nesse momento?...

-- Veja aí Cibele, transição de pensamentos.

--Alô... ah tá, é isso aí tio Aroldo, continuando... Na casa de meus avós, aqui na fazendinha, amanhã bem cedo, volto para completar o serviço que não acabei, quando você chegar, certeza estará tudo arrumado, estou aqui com uma pessoa que gostaria de te conhecer.

--É homem ou mulher? “perguntou Aroldo.

-- Surpresa, aguarde.

Carlão naquela mesma tarde volta para cidade, tinha uma pequena reforma para terminar no apartamento, se apressou para que seu tio não percebesse essa diferença no aspecto, no ambiente. pronto para receber seu tio.

Cibele estava ali nas proximidades, ouviu todo o diálogo pelo telefone, até o que Aroldo falava do outro lado da linha para seu dito sobrinho, na verdade ela ficou muito curiosa, só imaginava como seria esse senhor Aroldo, certeza, Aroldo não deixará passar despercebida. Para Cibele, Aroldo seria uma bela figura formando um par.

Sexta feira a tarde, a corrente de ar soprava em direção das águas marítimas, clima ótimo para tomar umas cervejinha, chopinho, mesa de bar, ambiente invadido de fumaças de um bom churrasquinho, esse era o costume da rapaziada das cintas largas, bota de vaqueiro e chapéu, para diversão sadia, o dia de sábado era a maior desculpa para esse divertimento, Aroldo estaria chegando por ali em boas horas, a conquista da garota mais linda estava para acontecer nessas festas Cowtry, se Cibele aparecer desacompanhada, não terminará sozinha, ficará com quem? Não se sabe, porque Aroldo estará na área, Carlão não participará de nenhuma festa, ele tem outros a fazeres nessa mesma hora.

25/6/26

Antônio Herrero Portilho.

TERCEIRA PARTE

Em autos sons ali rolava a festa, além do som ao vivo, uma dupla sertaneja fazia as vezes quando o par faltava, a festa já estava começando, o espaço era muito amplo nessa área de lazer, instalada nesse mesmo condomínio, o churrasco feito pela colaboração de todos, a carne e a cerveja, chopinho é para servir todos com abundância, Aroldo acabara de chegar, já reencontrou com a turma, logo que chegou tratou de se apossar de um violão e microfone, antes de chegar o parceiro musico, Aroldo dá início a uma música, faz uma introdução, da uma treinada na voz, pronto para fazer barulho aguarda o parceiro se acomodar com o instrumento, no mesmo instante e já começa o barulho.

Naquelas horas Cibele estaria chegando da fazendinha, retorno de onde se descansou bastante, nesse sábado ela estava se preparando para sair, o destino era lá na área de lazer, local onde todos os fins de semanas aconteciam aquela balada da hora, os jovens daquelas vilas usavam desse local para fazerem seus lazeres, no pátio do condomínio, coincidência, mas Aroldo e Cibele estarão respirando os mesmos ares, juntamente com os cheiros de fumaças dos assados. A partir daí a noite vira uma criança, muitas badalações, churrascos e cervejinhas, dupla sertaneja avançando noite a dentro.

Quando Cibele chega a esse recinto festeiro, Aroldo lá dos fundos flechou com seus olhares, parece que dentro de seu íntimo assinalou, é com essa que vou, pelo jeito que dizia Aroldo. Cibele pensava com sigo, esse é Aroldo, e é nesse que vamos, tentou se aproximar do Galã Aroldo. Carlão chegou por ali nesses meios, assistiu seu Tio quando aproximou e começaram um papo, não demora nada os dois pombinhos já estão juntos, dançaram uma seleção de músicas lentas, a partir daí já se consideram amantes.

A noite já ia a diante das meias noites, por lei do condomínio, era a hora de terminar com o barulho, desligar o som, respeitar o silêncio, ordem expostas pela as normas do residencial, para quem começou lá pelas dezenove horas, esses divertimentos já está na hora de parar e devolver o silêncio, Carlão passou as vistas nos pessoal ali presente, percebeu que seu tio e Cibele já havia evadido do local, deixaram a festa e subiram lá para o apartamento de Cibele, conforme sabem, Aroldo é rápido no gatilho, assim nessas altura dos acontecimentos, O tio de Carlão já está de braços e abraços escrevendo mais uma história de amor, Aroldo dormiu por ali mesmo, apartamento de Cibele, depois quando é dia ele volta para seu apartamento, o mesmo que moram juntos, Tio e Sobrinho.

O tio de Carlão volta para lavoura e criação de Gado, Cibele visita o apartamento em que agora Carlão está sozinho, enquanto o Tio Aroldo está distante, Carlão e Cibele saem juntos para seus bels prazer, na verdade Aroldo divide Cibele com Carlão, nesse próximo domingo Carlão e Cibele faram mais uma visita para seus avós e parentes, logo retornam para suas residências, precisam recepcionar o senhor Aroldo.

 

ANTONIO HERRERO PORTILHO

 

Sheila chega da academia quando o sol já estava começando a queimar a pele humana ao deixar ser atingida por  esses raios de forte intensidade, alguns anos ela praticava esse culto ao corpo, está tomando formas de completa beleza, seus espelhos que a diga, Sheila pode se apresentar como uma super fêmea, as horas correm pelo mostrador do relógio da sala, ela vê a necessidade de tomar o caminho de seu plantel, a cadeira da diretoria dessa empresa ainda está vazia, mas não é pela falta de pessoa para comandar essa empresa de logística, ela ainda está para chegar e dar início a essa jornada de trabalho, seu esposo, senhor Otávio antes de falecer ensinou todos os macetes de como conduzir as finanças dessa empresa, ela aprendeu com riqueza de detalhes, hoje essa empresa cresce e desenvolve como nunca, senhor Otávio era sempre e foi um empresário de muita competência, mas sua esposa deixada viúva está a frente desses negócios fazendo dias melhores, já vivida á alguns anos acompanhando o marido no dia a dia, conseguiu aprender tudo sobre esse ramo de atividade, logo toma seu café da manhã e se prepara para um dia de intensas atividades, não era muito perto a distância da  sua casa até onde estava instalada a empresa de propriedade da mais nova empresária Sheila, terminando sua refeição matinal, deixa as ordens para os empregados domésticos, deixou bem claro que viria para o almoço, pretendia trazer para almoçar em casa seu gerente geral, Sheila teria muitos assuntos a tratar com esse seu colaborador, Danilo era um empregado recém-contratado, ela ainda não tinha muito conhecimento e nada sabia a respeito de sua eficiência, Sheila precisava de saber como trabalhava esse seu mais novo empregado, com esse cargo de muitas responsabilidades.

Precisamente as nove horas e quinze minutos, ela entra pela portaria da firma, no mesmo momento em que estacionou em sua vaga privativa nesse abrigo tipo garagem, assim que desceu do carro percebeu nos fundos, onde localizava a plataforma de cargas e descargas, tinha estacionado um caminhão tipo furgão, já estava carregando aquelas mercadorias para dentro desse veículo de transporte, ela andou uns cinquenta metros, chegou até a plataforma de embarque para presenciar esses trabalhos de perto, Danilo já havia saído dali a alguns minutos, passou as coordenadas para os empregados que acondicionava aqueles volumes na carroceria desse veículo de cargas a ser transportados, ela pediu a documentação da carga; nota fiscal, guia de imposto, romaneio de cargas e toda a papelada que acompanha na viagem, principalmente valor de frete e diária de motorista e ajudante para seguir esses itinerários rumo ao interior do estado, essa mulher botava as vistas em tudo que acontecia dentro desse plantel nessa empresa, de sua propriedade, enquanto ela verificava tudo, aproximou Danilo, trouxe uma prancheta presa a alguns documentos para assinar, se afastou a alguns setenta metros dos trabalhadores para conversar um pouco, saber sobre o que acontecia  com o andamento da produção dessa firma...-----------------------------------------------------------

— Seu nome mesmo… como é? qual o nome posso te chamar, não faz muito tempo que tomei a direção dessa empresa, acho que você já sabe do ocorrido, esse sinistro aconteceu a pouco tempo, apesar de conhecedora de todos departamento de nossa firma, mas porem preciso saber do nome de nossos colaboradores e suas funções. disse Sheila

— Sou Gerente nesse departamento, além de coordenar o setor de embarque e desembarque, meu nome é Danilo, parece que já nos vimos por aí, foi tudo tão superficial que acho que você nem se lembra.

---Parece que tenho uma vaga lembrança, foi em um congresso em um desses eventos em palestras motivacionais... deve ter sido isso. Completou a fala Sheila

 --- Fui a última contratação que seu esposo fez, acontecimento que muito me chocou, seu esposo era muito amigo de meu pai, meu pai acho que foi ele que me indicou, eles se reuniam aqui para bate-papo, o assunto era frete, a fábrica de meu pai sempre conduziu a produção a ser transportada por esses seus veículos de serviços de transportes, ele estava sempre por aqui conversando com senhor Otávio, talvez até você o conheça, meu pai também empresário, mas de um ramo um pouco diferente de sua firma, ele é do ramo calçadista. Danilo prolongando o diálogo,

---Devo telo visto por aí... certeza. Diz Sheila.

Sheila com o passar dos dias se aproximou mais de Danilo, muitos dos problemas que foi acontecendo na rotina de cada dia, Danilo ajudava Sheila a resolver, esses dois ficaram até muito amigos, ela chama Danilo em sua sala e apresenta a esse seu colaborador todos os planos de Otávio, construção e mudanças de endereços dessa empresa, estava em gavetas todos os projetos e obras do senhor Otávio.

Ela tem um projeto de ampliação dos tempos do falecido senhor Otávio, pretendia pô-lo em prática, adquirir mais alguns caminhões e aumentar em dobro a área de trabalho, Otávio seu esposo adquiriu um terreno de grandes extensões, observando as medidas, verifica-se que media o dobro dessa ampliação atual.

 Danilo e Sheila estão horas estudando esse projeto, o desenho está na mesa, eles comentam e estuda todas as possibilidades de dar início urgente nessa obra, pois as movimentações estão crescendo e há necessidade de adquirir espaço, esse atual armazém está ficando cada vez pequeno para o crescimento dos negócios da grande empresária Sheila.

Chegando a hora do intervalo para o almoço, Danilo depois que aceitou o convite, usaram o mesmo veículo, a viúva ofereceu seu carro, Danilo conduziria o veículo até a casa de sua amiga e patroa, a casa da empresária ficava do outro lado da cidade, teria que enfrentar o trânsito naquele horário de pique, enquanto isso Sheila e Danilo trocavam ideias a cerca dessa nova construção de ampliação dos espaços dessa empresa, dentro de poucos meses já estarão protos construídos em amplas acomodações, Danilo almoça com a mais bem sucedida empresária Sheila de Freitas Del Rio, ela já estava com esses documentos de ampliação desses negócios dês de quando Otávio estava em vida, já com os dias marcados para essa reunião, mas a morte de Otávio causou esse desarranjo, mas agora ela tem um amigo companheiro para trocar esses assuntos, Sheila percebeu que Danilo é um colaborador muito prestativo, tem opinião própria, na empresa trabalha na mesma sala, Danilo é um parceiro nos negócios de Sheila, comanda todos os setores nesse plantel comercial.

Logo no momento que chegaram de volta ao setor de trabalho, a viúva tratou de entrar em contato com uma equipe de engenheiros, mandou que sua secretária tomasse providência de localizar uma companhia de construção civil para que logo acertasse o mais rápido possível a construção dessa obra, pediram que o escritórios de engenheiros fizesse uma visita até a diretoria das empresas de dona Sheila, se reuniram e colocaram o projeto em estudo, ela deixou bem claro o que queria, verificaram o prazo de entrega e inauguração dessa obra, depois de algumas conversações com a equipe desses arquitetos e engenheiros, ela e seu amigo e auxiliar nas decisões e assuntos especiais.

Danilo e Sheila questionou o prazo de entrega da obra, achou muito curto, dizia que impossível entregar nesse espaço de tempo.

—A meu ver esse prazo de entrega dessa obra é muito breve, mesmo que para nós quanto mais rápido terminar, melhor para as empresas de dona Sheila.

O engenheiro mestre interrompeu no meio diálogo e foi logo expondo seus pontos de vistas.

-- Esse modelo de construção será levantado tudo em concreto pré-moldado, o que mais demorará aí será a fundação desses pilares, com adaptações em estrutura metálicas, depois da fundação e pilares, as peças de vigamentos serão feitas em formas de concreto e ferragens depois conduzidas em grandes veículos de cargas, caminhão carretas próprio para esse tipo de transportes, no canteiro da obra, depois levantadas em guinchos de alta potência, tudo vai rápido, nossos planos serão esses, caso fique confirmado, começaremos ainda na próxima semana, vocês verão que esse modelo de construção é rápido e bem estruturado, quando Sheila pensar que estamos começando, estaremos terminando.

—Bem… assim fica mais rápido, eu não havia pensado nessas possibilidades. Disse Danilo concordando com as propostas do engenheiro chefe.

Sheila ainda pensou por alguns minutos, concluiu que se tratava de uma companhia construtora muito idônea, aceitou o contrato, assinou e logo estará dando início a essa obra. Danilo auxiliou Sheila em todas decisões.

Parte 2

Danilo e Sheila já tiveram um encontro, em outra ocasião, ela nesse momento está deixando a memória fazer suas próprias descobertas, trazendo à tona todo esse passado de breves fatos acontecidos, foi a mais ou menos uns seis anos em um evento feitos em palestras em um desses ambientes locados para esses eventos, Danilo sobre outros patrões, Sheila idem, quando no intervalo de uma palestrante e outra a proferir esses discursos, havia uma grande procura para os lanches, refrigerantes Hot-Dogs, nessa hora acontecia os bate-papos e começos de grandes amizades, faziam presença nesse ambiente de eventos, algumas empresas que enviavam seus funcionários para adquirir mais capacidade em cada ramos de atividade, muitos jovens se reuniam nesses acontecimentos, as empresas assumiam todas as despesas com esses seus funcionários a fim de melhoria de relacionamentos de entre amigos de trabalhos, técnicas em vendas e produtividade. Sheila conheceu Danilo quando foi enviado pelo seu pai para esse acontecimento, os pais de Danilo pensavam em dar uma boa formação e dinâmica para esses trabalhos nessa sua fábrica calçadista, mas o propósito de Danilo seria trabalhar fora das proximidades de seu pai, pretendia andar com seus próprios passos, recusou as oportunidades oferecidos pelos seus pais.

Nesse rápido encontro foram poucas palavras trocadas com Sheila, mas pelo que se parece, foram deixadas boas impressões, algumas vezes bateram ombros a ombros, trocaram alguns olhares, se dependesse de Danilo isso daria início algum relacionamento, mesmo que fosse coisa rápida, ele sempre fazia esses casos esporádicos, casos passageiro, dessa vez Sheila e Danilo não deu liga, ficou em apenas insinuações, Otávio cruzou o caminho de Danilo, embora que nada demostrava grandes importâncias, nada a concretizar em futuros relacionamentos de Sheila e Danilo.

Passaram esses três dias de discursos, palestras, demonstrações e encenação de como teria que esses assistentes deveria comportar-se nesses dias a dia em cada ramo de atividade, vídeos, muitas fotos, chamados a frente para dar seus depoimentos, de como foram aceitas essas ditas aulas de comportamento e disciplinas, para melhoria e aperfeiçoamento em cada local de trabalho.

Otávio que havia levado alguns de seus funcionários para esse evento, aproveitou para também tirar alguns proveitos das falas desses palestrantes, ele era o único de cabelos brancos apesar de sua idade não estar nessas alturas, há umas três horas antecipando o término, Sheila esbarra com esse rapaz com cara de senhor de cabelos grisalhos, nessa sua idade das procuras, a moça parece que sentiu um toque no peito, Otávio a segurou pelo braço no momento que houve um desequilíbrio, parece que foi um piso falso, coisa muito insignificante, mas para qualquer urgência Otávio estava ali segurando firme até que Sheila recupera a postura, daí foi dada a largada, os papos fluíram bem, Otávio e Sheila estão trilhando esses caminhos aos quais Danilo se desviou, mas por falta de oportunidade, agora Otávio abriu os braços para liberdade de construir um relacionamento com Sheila, em momento da conversa, quanto o diálogo estava mais íntimos, os mesmos braços de Otávio que a alguns minutos atrás  foram abertos, segurar a moça devido esse passamento de leve natureza, agora se fixaram em um longo abraço, a moça deixou ser levada por esses apegos, no momento só carisma, mas logo brotará o sentimento de amor, ela se sentiu protegida nos envolvimentos dos braços desse que até agora só demostrava amigo, logico que os pensamentos dos dois só resumia em um relacionamento duradouro, Sheila ainda não sabe de nada desse rapaz, pensa que é mais um que veio assistir essas palestras, mal sabe que Otávio é um empresário de destaque nesse meio de comércio.

 SEGUE / 25/2/26

Um casal de namorados que estavam dando um pontapé inicial nesse tão glorioso jogo do amor.

 Ela estava saindo de um relacionamento de alguns anos vivido, mas ainda solteira, seu parceiro e companheiro era casado, Sheila cansou de ser a segunda opção, ainda mais, nem parecia formas de amar, havia uma guerra de ciúmes, não nas mesmas proporções, mas, ela também contribuía com uma pequena pitada desse destempero, sentiu que essas intrigas amorosas estava chegando a situações insustentáveis, agora tudo terminado entre Sheila e Gustavo, tudo ficou no passado, daqui pra frente construirão uma nova história de amor, outro romance.

 

 Dias depois Otávio já está pisando nos terrenos de solo fertilizados para esse romance, apesar de comecinho mas parece bem firmes, eles estão juntos  e entrelaçados, vivendo a maior parte do dia, as vezes as noites também, Otávio e Sheila nas condições de um para o outro, vivendo um amor aderente e bem solidificado, tudo que Otávio gostaria ter uma namorada fixa e deixar aquela vida de pular de galho em galho, por isso esse relacionamento tem tudo para dar certo, ainda mais, existe muita reciprocidade, os dois se combinam quando o assunto é ir ao cinema, viajes ao litoral, tomar um chope naqueles ambientes de barzinhos ou lanchonetes, eles são um casal harmônico por assim dizer. (C)

Otávio contrata sua namorada e em breve esposa, Sheila começa trabalhar nas empresas de Otávio, eles viviam um relacionamento harmonioso, ela tinha formação em administração de empresas, conhecia essa profissão, Otávio trabalha ao lado de sua agora esposa, ela pensando somente em ajudar o marido se interessa, em estar opar de todos os departamento dessa firma de transporte e venda de entregas rápidas, ela fica conhecedora de todas atividades desse ramo de comércio, já estão vivendo nessa feliz união a quase cinco anos, Senhor Otávia passava todo o tempo envolvido com esses negócios de sua empresa, Sheila as vezes até reclamava com esse seu esposo, exigia mais tempo para eles dois.

--Do jeito que vai as coisas nunca conseguiremos fazer um herdeiro, nossas atividades sexuais estão muito desinteressantes, parece que nossos relacionamentos só se dão nos dias vinte e nove do mês de fevereiro, precisamos de mais tempo para nossas vidas, parece que seus negócios são mais importantes que sua esposinha, Otávio meu esposo, precisamos viver um pouco para nós. Assim dizia Sheila ao seu esposo senhor Otávio chamando atenção por essas faltas.

-- Concordo com você, mas aguarde alguns dias, logo estaremos fazendo uma viaje para qualquer local desse globo terrestre, mas porem, alguém terá que ficar nos controles das empresas, se assim não for, para tudo, aí teremos que fechar a firma para viaje, assim sendo a nossas empresas abre falência, mas na verdade eu tenho uma carta nas mangas, há alguns quase ano, contratei um rapaz para a vaga de gerente, ele é filho de um amigo meu, amigo do setor das fábricas de calçados , se eu não me engano o nome dele é Danilo, já observei ele, me parece muito promissor, caso precisamos deixar as empresas nas responsabilidades dele, acho que  não haverá problema, assim podemos fazer nossas viagens, Danilo assumirá toda a empresa, mas acho melhor contratar mais um funcionário para não deixar a carga tudo nas costas dele. Disse Otávio em diálogo com sua esposa.-- Também acho, precisamos fortalecer nosso casamento. concordando com as propostas de sua esposa... (Continua)-27/2/26

 

Sheila e Otávio nesse fim de semana, reserva esse dia somente para arrumar as malas e bolsas, facilitar e acondicionar no bagageiro desse veículo de transporte familiar, Otávio terá que dirigir longas horas, porque esse percurso será muito longo, muitas cidades turísticas estarão na rota desse casal vividos de poucas viagens, mas agora recobrando essas faltas de viajar pelo seu país, agora percorrendo estradas e pistas que comandam esse interior, os pontos turísticos de maior destaques serão visitados, deixando milhares de quilometragem para trás, Sheila e Otávio agora está descobrindo muitos horizontes, diferentes nascer do sol, passando pela janela do carro imagens de lavouras, rios e montanhas, vilarejos de gente simples que vivem do trabalho de cultivo de terras, os lugares turísticos de grandes relevâncias e pequenos em quantidades de habitantes, aldeias de povos nativos, em algumas dessas localidades, param para abastecer, descansar e provar dessas iguarias de paladares interioranos... eles estão acostumados a perceber esses distantes locais, somente pela mídia televisivas, filmes e cartazes de empresas turísticas, agora conferindo com seus próprios olhares, o pó dessa terra é pouco para quem quer sair das mesmice e botar o pé na estrada, eles agora estão juntando terra vermelha no solado dos calçados, para Sheila os mais adequados é um tênis macios, se assim não for, poderá até machucar nas pedras que encontrarão nesses caminhos, onde precisarem caminharem pelos chão quando deixarem o confortos do carro cheio de recursos superes modernos, quando forem caminhar pela praia de alguma cidade dessas localidades turísticas.

Enquanto isso as empresas do senhor Otávio transcorre na maior tranquilidade, Danilo e mais seu novo amigo de trabalho está tocando todos os departamentos dessa firma com grande profissionalismo e competência, Danilo está apto para assumir toda a empresa sem nenhum  problema, já se passaram trinta dia desse passeio, pelos cronogramas elaborados por contas próprias, hoje eles estão chegando no último ponto turístico, o casal hospeda em um hotel cinco estrela, assim como dizia na reserva, os planos seria visitar as praias, saborear da comida típica do lugar, fazer algumas visitas cultural, museus locais históricos e mais que depressa voltar para o ponto de partida, reservaram dois dias para essa finalização desse roteiro, a próxima viajem já está programada, será fora do país, essa foi só o começo das muitas outras que virão acontecer, caso o destino não pregar nenhuma peça na vida desses dois marido e mulher.

Hoje logo de manhãzinha, Sheila antes da primeira refeição está pretendendo fazer algumas movimentações nesses seu belo corpão, exercício nem precisava, ela estava com tudo no lugar certo no seu corpão, só gostaria mesmo de apreciar o pôr do sol, e fazer algumas caminhada a beira mar, chamou Otávio, mas ele não quis ir, preferiu ficar mais um tempo na cama, reclamou de um pouco de cansaço, continuou dormindo, Sheila desceu os poucos degraus que descia de seu quarto, andou com seus próprios passos até bem a beira d’água, procura o melhor ponto para se posicionar, e bem de manhãzinha lá estava ela contemplando o sol nessas poucas horas dessa manhã, ela estava convicta que hoje era o último dia de passeio turístico, a partir de amanhã, pé na estrada, caminho de volta às Empresas desse casal.

Já são quase as nove horas dessa manhã, depois de fazer uma caminhada de uns quinhentos metros, ela resolve voltar para seus aposentos temporários, se sentiu muito revigorada, ela percebeu como uma caminhada pela manhã faz tão bem, seus aposentos ficava bem ali à uns cem metros, logo chega, dirige-se até onde ela deixou Otávio que dizia cansado, mas demostrando muita saúde, Sheila chega até o quarto, com sua chave, roda a maçaneta, entra e foi logo saber de seu marido, como estava, se havia descansado daquelas fadigas físicas, ela ficou surpresa com a palidez quando presenciou, parece que algo não estava bem, chamou pelo seu nome por umas três ou quatro vezes, não ouve respostas, ela sai corredor fora falando alto pedindo socorro, preciso de socorro urgente, chamem os médicos, parece que algo não está bem com meu marido.

A direção do Hotel providenciou uma equipe de médicos, esses profissionais da saúde, tinha a certeza que se tratava de algum mau súbito, chegaram ao quarto, Sheila ficou de fora, nos corredores, enquanto os médicos faziam contato com o possível doente, mas logo foi constatado o que Sheila previa, o caso era mais sério que esperava. Hoje 01 de março de 2026

Na verdade o cansaço que Otávio estava sentindo, era o prenúncio desse mal súbito que Otávio se queixava, nada mais seria no momento que recusou a companhia para os exercícios essa manhã, apesar dessa longa viagem, muitas horas dirigindo não seria motivos para estar cansado, ouve um intervalo para esse descanso, Otávio sentia alguns sinais de que estava se colapsando, início de algum infarto, isso foi constatado pela equipe médica prestando socorro à essa vítima, nem precisou muita verificação para esse jaz, foi a  óbito conclui que se deu à algumas duas horas, deixando Sheila viúva com apenas poucos anos de vida conjugal, lamentável, agora é só providenciar o translado do corpo até sua cidade onde localiza suas empresas de transportes e logísticas. S recente viúva seguira de via aérea, seu carro ficará estacionado na garagem do Hotel para depois um de seus empregados providencie a ida para trazer de volta para a vaga na garagem da empresa, fim de uma viagem trágica, devido a esse imprevisto, sinistro essa viúva assume a presidência das empresas do já falecido senhor Otávio, Sheila enviuvou, mas pelo que se vê, não ficará sozinha por muito tempo, logo outro companheiro fará par com essa mulher poderosa de pulsos firmes.

Essa empresária recentemente viúva tem por si que esse cadáver já esfriou, mesmo que por pouco tempo enlutada, de Otávio só sobrou esses poucos motivos para recordação, uma plaquinha fixada na cabeceira de um jazigo, na verdade uma história de poucas páginas, sobre o mármore frio uma escrita, um curto texto em letras feitas de negrito dizendo; “Agora jaz”

Enquanto isso a construção das ampliações do novo prédio se aproxima para final, não demorará muito essa nova edificação estará pronta, as novas instalações deixarão tudo mais bonito com bastante acessibilidade, assemelhando com a cara de Sheila de Freitas Del Rio.

Ela nunca pensou em golpe do baú como dizem os populares, namorava com Otávio mesmo sem saber dessas suas grandes posses, dono de uma empresa grandiosa e das primeiras no ramo de transporte, seus bens imobiliário e empresarial, passava das barreiras dos milionários, mas ele não deixava transparecer, não ostentava, sempre humilde, foi assim que Sheila o conheceu, só ficou sabendo dessas ricas posses depois que soube de suas empresas, enquanto Sheila trabalhava com o senhor Otávio, aí ela soube de tudo a respeito da vida desse seu patrão milionário, Sheila recebeu de herança todo esse patrimônio em troca dessa viuvez.

Danilo é um empregado de confiança de Sheila, depois dela somente Danilo dava a palavra final, a vida de Sheila e Danilo caminhavam como duas linhas paralelas, havia prenúncios de acontecer uma sólida relação amorosa, lembrem se que isso já poderia ter acontecido bem antes de Otávio cruzar os caminhos dessa grandiosa mulher, nem se pode dizer encontro entre Sheila e Danilo, tudo imperceptível, nada de grandes relevâncias; poucas palavras, alguns sorrisos de simpatia, troca de olhares a distância, nada que pudesse dizer... encontro, apenas alguns lampejos, mas não deu liga.

As coincidências, esses acontecimentos durante uma trajetória, aquela grande mulher que Danilo conheceu, agora está aqui bem pertinho vivendo esses  dia a dia, agora esses olhares não apenas se cruzam, as insinuações de Sheila e Danilo se confirmam em um relacionamento, já a alguns meses estão em namoro, e o casamento não demorará acontecer, Danilo assumira as vezes do falecido Otávio, essa união tem tudo para prosperar, eles estão firmes nessa união, ainda mais, fortalecidos em um amor recíprocos e verdadeiros, esse casamento está para acontecer.

A secretária que trabalhava para os dois já foi noiva de Danilo, ainda continua com intrigas, ela ainda não deu conta que seu romance com Danilo já é coisa do passado, Agora Danilo está a alguns passos para chegar a condições de esposo de Sheila, a es de Danilo não suporta essa perca para a empresária Sheila, continua com muitas intrigas a ponto de ser demitida, a es de Danilo ficou revoltada com essa atitude extrema tomada pela Sheila; Demissão, difícil aceitar ser demitida pela rival, uma decisão necessária, agora os caminhos está livre para Sheila e Danilo.

 O construtor da obra de ampliação das empresas de Sheila já está nos finalmente, esses engenheiros e construtores entram em contato com Sheila e informa que ela já pode marcar o dia da inauguração, faltam poucos detalhes, algumas portas para instalar maçanetas, alguns vitrô, algumas torneiras a adaptar..., caso quisesse inaugurar amanhã já poderia, mas quero aproveitar esses eventos para outra situação muito especial.

Danilo e Sheila nesses últimos dias comentavam entre eles o casamento, mas Sheila tinha essa sugestão guardada em segredo, se casarem no dia da inauguração das novas instalações dessa grande empresa, agora de Sheila e Danilo. Nesses mesmos dias que prossegue, tudo fica acertado, a inauguração acontece e nesse mesmo ato, é feito a união de Danilo e Sheila, o cartório fez presença e a partir de agora pode se considerarem marido e mulher, foi feita a cerimônia de casamento frente a fachada das empresas da agora Sheila e Danilo, A viúva havia mandado confeccionar uma placa em bronze e um ato solene foi assentado no gramado do jardim na entrada para essa grande edificação uma placa com as medidas de setenta por cinquenta descrita como um memorial, nas descrições essa viúva enaltecia que para ela foi uma grande personalidade. OTÁVIO LOUZADA BENTECUT.

Entre outras pautas escrito -- Meus agradecimentos pelos ensinamentos nessa vida – Sua esposa que sempre esteve ao seu lado SHEILA FREITAS DEL RIO.

Nesse momento uma calorosa salva de palmas. Todos ali presente aplaudiram pela iniciativa de firmar eternizando o nome de seu falecido marido.

Sheila e Danilo saíram para uma curta viagem para retorno no começo da próxima semana.

03/03/26 - Antônio Herrero Portilho

FIM

 

A FARRA DAS MULHERES

HISTÓRIA PARA ADULTO

Em busca do endereço de sua tia e parentes que residiam na capital, a interiorana caminha por aquelas ruas, de vestido longo calçando um par de sandálias das mais simples, as bolsas não era de grandes volumes, parou de frente um barzinho onde alguns beberrões ainda estavam festejando algo, talvez a vitória do Palmeira sobre o Corinthians, o relógio marcava as dez e quarenta, estava super cansada, viajou a noite toda, vinha de uma cidade muito distante, deixou pai e mãe e foi procurar melhorias na vida, morar com uma tia até arrumar a situação, isso só por enquanto, depois ela arruma as coisas, os rapazes chamaram ela para se sentar na companhia deles, mas ela não aceitou, preferiu tomar um gole d’água, estava com muita sede, perguntou para alguns daqueles rapazes se poderia informar onde ficaria aquele endereço, ainda disse não conhecer nada, nada daquele lugar.

O rapaz leu a papeleta e disse. -- Sei sim, é logo ali, moro lá perto, se precisar posso te levar até lá.

– Não se preocupe, vou sozinha mesmo.

Fez conforme fora informada, seguiu até o endereço, dizia ser de sua tia, chegando ao portão, tocou a campainha, não era novidade, sua tia já sabia dessa chegada, a mãe de Carmélia já havia se conversadas, entrou, nem conseguiu conversar direito, foi logo para o banheiro, estava trincando de vontade de mijar, logo se desocupou e foi cumprimentar sua tia que tanto a esperava, tudo ficou acertada, ficaria morando na casa de sua tia até arrumar um emprego, depois tomaria outro rumo.

Quando saiu do interior, era maior de idade, já conhecia muito bem da vida, depois de um namoro de mais ou menos um ano e meio de duração, apesar de ainda menina, dizia ela que noivou, até quase se casou, ela tinha rodado muitos quilômetros de vida sexual, quando terminou esse relacionamento resolveu se mudar para a capital, morar na casa de sua tia, se alojar ali por algum tempo, dizia para que não se preocupasse, poderia ficar quantos dias fosse precisa. ela agradeceu a gentileza.

Logo Carmélia perguntou a respeito dos outros membros da família, em um diálogo muito longo descreveu os acontecimentos.

-- Bem,,, vou começar pelo seu tio, tivemos que nos separar, nosso casamento durante alguns dez anos até que ia muito bem, mas esse meu esposo acabou por destruir toda a relação, enveredou pelos caminhos da bebedeira procurando relações fora de nosso casamento, hoje vive por aí, diz que trabalha como corretor de imóveis, arrumou outra família, mas, algumas vezes vem aqui fazer uma visita, sempre deixa um bom dinheirinho, diz que está muito bem financeiramente falando, um dia desses ele apareceu por aqui, você não chegou a ver, mas a qualquer hora dessa, certeza, você vai trombar com ele.

-- Caso eu me encontre com ele por aqui, não conheceria, passava despercebido, esse seu marido meu tio é mesmo um frequentador das orgias, tudo indica. – disse a sobrinha – perguntando.

-- Verdade! Exclamou a tia.

E os outros dois, onde andas... esses meus primos.

--Vivem por aí, minha filha se juntou com um rapaz e está morando muito distante daqui, não nos visitam a anos, acho que está muito bem, segundo as informações que já tive. Disse a tia da moça.

Também perguntou de seu primo, aí a notícia foi péssima

-- Pedro infelizmente entrou para o vício, nem parece ser meu filho, não sei dizer se ele está consumindo drogas, ou se a droga está o consumindo, atualmente está levando uma vida de mendigo, por mais que nós tentamos resgatar dessa vida, mas ele não quer, infelizmente essa é uma realidade, faze o que? Disse a tia de Camélia, expressando muita dor e sofrendo ao relatar as notícias de seu filho Pedro.

--É lamentável, sinto muito. As drogas possuem um poder de destruição violento, muitos dizem que frequentou essas casas de recuperação, mas não se percebem cura nenhuma, se regeneram por algum tempo, depois volta tudo como era, como um porco que tiramos da lama, lavamos limpamos da sujeira, mas, porém, ele volta de novo para a lama da perdição. (Carmélia).

Assim sendo a tia de Carmélia acabou ficando sozinha, mas fará companhia por alguns tempos.

No próximo dia a moça interiorana sai a campo a procura de emprego, assim começa a procura nesse dia a dia, bate em várias portas se oferecendo para o trabalho, mas, felizmente a procura chega ao fim, depois de muitas insistências conseguiu assinar sua carteira de trabalho, já fazem uns dez meses, que a moça está empregada e rapidamente, até já foi promovida, falta realizar mais um sonho, arrumar um namorado rico para melhor custear suas despesas em roupas, cosméticos e calçados, ela nunca ficou um período tão longo sem dar umas namoradinha, não demorou muito que tudo veio acontecer, ela era uma moça muito bonita, tinha tudo para agradar, a sorte está com ela, já caiu em sua rede, um coroa esperto cheio de vitalidade, parece que agora vai dar liga, bem do jeito que ela escolheu, um galã holiwudiano cruza seu caminho; caminho nos outros sentidos da palavra, agora além de seu emprego, ela arrumou um amante, banca todas as despesas na vida de Carmélia

Todas tardes depois do expediente Carmélia cumpria com sua rotina, seu amante sempre encontrava para essas saidinhas do prazer.

Muitas vezes acontecia o igual, fazia o mesmo percurso de sempre, ele parava o carro frente à casa estabelecida ali naquela rua, muitos transeuntes quando passava em frente daquela casa apontava com o dedo dizendo ali ser uma casa de prostituição, muito discreto esse ambiente parece uma casa de moradia, palácio, ambiente familiar, recinto para prazer de usuários ricos, havia muitas garotas a servir os homens que ali as escondidas frequentava, precisava de ser assim, se tratavam de muitos casos sexuais impróprios, muitos diziam ser um cabaré, mas não havia aparência de Cabaré, tudo acontecia em muito silêncio quando as portas se fechavam, aí rolava de tudo e Carmélia também atuava nesse roteiro de histórias eróticas, Carmélia e seu amante frequentava sempre esse local de nome Taverna do Amor, construída nos fundos desse terreno, ar retirada da testada uns cinquenta metros, cercado de muito sigilo, amplo espaço para estacionamento, ninguém sabia o que acontecia entre aquelas paredes, só se sabe que rolava muito sexo, Carmélia e seu amante secreto, deitavam e se relaxavam sobre aquelas roupas de cama nesses leitos, ainda que pesava sua culpa em imaginar que esses seus atos seria em condições pecaminosos, algo semelhante com um incesto, mas esses dois pombinhos não sabia desse parentesco entre eles.

Nessa manhã Carmélia recebeu uma mensagem, era para uma transa, no momento não podia atender senhor X, tudo ficou acertado para a parte da tarde, ela estava muito atarefada, na loja que ela trabalhava, apareceu um problema no acerto do caixa, as somas de saída não batia, Carmélia ficou muito nervosa, se descabelava e chegava, o mau humor tomou conta desse corpo, isso era certo, com esse clima destemperado, não dava para fazer amor, mas logo passa, era gerente de uma dessas grandes lanchonetes de dezenas de filiais espalhadas nesse estado.

Passou o dia quase todo calculando e conferindo esses relatórios, fez tudo essa trabalheira quase sem o auxílio dos recursos da eletrônica, mas, para a felicidade de Carmélia, agora está tudo certo, tudo está batendo no total conferido.

As mensagens insistem, repete a todo instante, ela pega a bolsa e retira o celular de dentro, atende com rápidas palavras.

--Tudo bem, já estou livre, posso ir, só vou deixar algumas ordens para minhas auxiliares, e estarei indo... vou esperar no mesmo lugar de sempre, até logo. Thau... beijos...

Conferiu a bolsa para ver se está tudo dentro, desceu a rua meio apressada, de óculos escuro e lenço florido na cabeça, logo carro de seu secreto amante a alcança, ela embarca nesses confortadíssimos bancos do carona e toca para o palácio dos prazeres, o mesmo que outras pessoas chamam de “A casa de Irene”

Depois que Carmélia acomodou o bumbum no banco desse luxuoso caro, esse seu amante foi logo fazendo algumas exigências, não quero ouvir nomes de parentes nenhum aqui, a partir desse portão fica proibido pronunciar a palavra; Cunhado, primo, sobrinho e tio...Principalmente Tios e Sobrinhos, aqui ninguém é de ninguém, e não tenho explicações. Mas ao pronunciar esses nomes, sinto que me baixa a tesão, pode ser a mais linda garota que estiver me acompanhando, assim esfria minha temperatura.

Ela foi levada para seu recinto de fazer amor, logo fora servido vários drinks, não durou nada, o calor aqueceu aquele ambiente, Carmélia foi beijada, acariciada desabotoada, soltada os ganchos, colchetes e até estendido elásticos que prende roupas íntimas, primeiro a se apresentar saltando aos olhos desse amante endoidecido de prazer, foram os peitos de Carmélia, perfeitos como ninguém pode ver outro igual, ainda apresentando formatos original, seu secretíssimo amante conferiu com seus próprios olhos, ainda parecia peito de mocinha, as auréolas desenhava com arte fazendo um círculo de tezão, exibindo os mamilos obtusos e provocante, na verdade Carmélia deixava ser levada por esses caminhos do prazer, suspirava fundo de mostrando momento de completa perdição, relaxada que já estava nesse momento, deixou que seu amante adentrasse até o altar sagrado de seu corpo de mulher, assim se sentiu preenchida por esse pedaço dessa ferramenta do pecado, nesses momentos de prazeres ela deu glorias ao misterioso amante, Carmélia foi aos céus, seu namorado se fez obediente, no momento que seus orgasmos parecia aflorar das profundezas d’alma, todos encontros de Carmélia e seu namorado X terminava moldurados de muitas glorias.

Terminando todas as comemorações de Carmélia e seu amante secreto, se entregaram em um sono dos mais prazeroso, das quatro horas da tarde até as cinco e quarenta foram reservados para dormir, amigo X de Carmélia acordou assustado, viu que já estava um pouco atrasado, se banharam rapidamente, tomaram o carro e voltaram novamente para a civilização, passaram pelo portão do palácio dos prazeres rumo a cada um de seus estabelecimentos, precisavam estar lá quando as três moças trocasse o turno, quando Carmélia já havia chegado a loja, recebeu uma mensagem dizendo assim, “Ah, já ia me esquecendo, amanhã precisamos resolver uns probleminhas no cartório, sua presença é muito importante, não atrase” Thau amor. Beijos, nesse nosso último encontro, você foi ótima, quero oficializar esses nossos encontros, repartir minhas posses com você, quanto a mim eu afirmo, você é só minha, o que é meu, pertence também a você, mas para isso precisa de fidelidade, e sinceridade nesse relacionamento.

Venâncio e Carmélia estão tendo um caso, mas ambos não se dá conta que se trata de tio e sobrinha, Carmélia chega do interior para morar com sua tia em uma cidade localizada na capital de seu estado, nessa ocasião sua tia estava separada do esposo, suposto tio de Carmélia, assim que chegou tratou de buscar trabalho, felizmente depois de algumas buscas e insistências foi contratada para trabalhar em uma dessas lanchonetes de filiais estabelecida por todo o interior, depois de alguns meses de duros trabalhos e insistente inteligente e determinada, aprendeu muito sobre aquele ramo de atividade, foi promovida a gerente de vendas, tudo começou a melhorar na vida dessa moça interiorana, arrumou muitas amizades, algumas outras amigas aventureiras, vindo do interior também a fazer parte desse grupinho de amigas de Carmélia que agora estão alojadas na mesma casa, Carmélia já está morando em sua própria casa, mas sua tia e seu tio foram que doaram, ela só conhece bem sua tia, seu tio ainda é pessoa desconhecida pela moça interiorana, a tia de Carmélia foi quem organizou tudo para essa estadia de Carmélia aqui na capital, acomodou em uma casa confortável, feita doação, ela ainda acolhe mais três de suas amigas nessa mesma casa, todas trabalhadoras do período noturno no comércio dessa cidade capital, vivem em uma espécie assim de Republica de moças.

Hoje a moça interiorana está em alto astral, depois de longas horas junto ao seu namorado coroa, o mesmo que banca todas suas despesas, esses dois estão superes interligados, nesse romance essas doses de puro amor estão divididas em doses iguais, empate nesse jogo do amor.

Desembarcou da condução coletiva no ponto bem ali perto de sua casa, ansiosa e aflita, apressada para chegar em casa, tomar seu banho e se descansar dessa vida agitada; dar conta do serviço e atender esse seu homem faminto para fazer amor, mas agora já estou livre, só me resta chegar à casa rever minhas adoradas amigas que também logo estará voltando para o trabalho, pegar firme no batente e dar continuidade ao círculo de vida, trabalhar para custear suas idas e vindas.

Segunda Parte

A moça chega ao seu lar doce lar, muito cansada, mas aliviada por seus cálculos no relatório de saídas do caixa deu tudo certo, via a necessidade de entregar corretíssimo as contas do movimento de vendas, ela era novata nesse cargo, ainda estava em experiência, antes de se acomodar no sofá da sala, dá-se um começo de relaxamento, sentindo que esse dia foi intenso. Em conversa com suas amigas, Carmélia pergunta a Rosiane com ar de brincadeira e cheia de curiosidade.

-- Onde pensa que vais, garota nota dez, nem precisa exagerar tanto nos cosméticos, você é lindona sim, se eu fosse um rapaz eu me namoraria com você, minha gostosa, também preciso saber se você me aceitaria como seu noivo.

Rosiane respondeu com tom de humor

--Acho que você não tem a mínima chance de me ter, você não carrega consigo aquilo que mais procuro para meus momentos de prazer, você é parede lisa, não consigo galgar, para meus prazeres preciso de algo que me sustenta, eu me equilibro sobre o tesão hetero, preciso de um membro; algo que me aprofunde no meu ser feminino, certeza! só um homem pode me oferecer, eu e você seriámos apenas pão com pão, e logo se vê, pão com pão não dá sanduíche, desculpe minha amiga Carmélia, essa nossa conversa é só brincadeirinha para descontrair.

--É uma pena né minha linda, imagine quanta sacanagens faríamos juntos. “Disse Carmélia ditando palavras sem nenhuma preocupação de errar”

-- Ah... querida, estou em dúvida quanto esse possível nosso romance, (risos) eu tenho muitos outros planos para o futuro, talvez eu não aceitaria, casamento, muito menos noivados não estaria em minhas visões futurista, ainda mais, arrumei um amante formidável, ele está louquinho por mim, é muito mão aberta, me dá tudo que eu quero, ele tem muito dinheiro e eu tenho a meu dispor uma caixa eletrônica e um cartão de limite de cinco mil reais $ para todos as ocasiões, se tudo der certo dentro de três a quatro anos estarei rica dona de meu nariz, não precisarei trabalhar de lanchonete nunca mais, não vou vender uma hora se quer de meu trabalho para ninguém, esse meu amante me dá de tudo que quero. (disse Rosiane em uma longa resposta)

Todos os dias a rotina, trabalho, condução e retorno a casa sentindo dever cumprido, lógico que essas garotas também namoravam, tinham seus casos; Carmélia e Venâncio e seus relacionamentos secretos, Rosiane tinha um caso com um senhor Oriental adaptado ao idioma desse nosso país, mas vindo recentemente de sua terra natal, Japão, ele gostava de ser abusado por essa sua namoradinha de Nome Rosiane, ele gostava muito dela, pois ela alimentava todas as suas fantasias, o japonês gostava de ser abusado, praticavam mil fantasias sexuais, ela atendia cordialmente sem negar nada, enquanto Rosiane se divertia desses loucos amores.

A quarta garota que se juntaram a morar na mesma republica de Carmélia, Marcinha, Marcinha ainda não deixou o costume de namorar com homens do trabalho pesado, dês dos tempos do interior, seus namorados eram mesmo da área da construção civil, elas são todas amigas, passeiam juntas, voltam para casa todas juntas, em seus fuxicos relatam muitas história vividas nesses dias dia, Rosiane quando conta suas experiências com seu Oriental, faz todas rirem, para elas tudo isso era divertimento, Marcinha também falava de seu namorado pedreiro, acostumado a jogar o reboco na parede, também sempre de costume enciste em prensar Marcinha contra a parede, um dia desses eles fizeram amor nas alturas, era um dia de domingo, não tinha ninguém nesse ambiente, o pedreiro estava de folga nesse dia, mas levou Marcinha para conhecer a construção que ele trabalhava, entraram no elevador que utilizava para o trabalho nesse prédio em construção e subiram até o décimo oitavo andar, ainda em construção, despiram, nus contemplava toda a cidade aos seus pés, apesar das alturas muitos que passavam lá em baixo reconheciam que ali estava um casal nus fazendo amor. Marcinha quando falava dessa sua experiência para suas amigas, Carmélia e Roseane, ambas ficaram emocionadas, planejando também realizar esse mesmo sonho.

Essas garotas se divertiam, tanto quando ia para o serviço, quanto vinham do serviço.

Era assim, os arbustos ali plantados somente para efeito de jardinagem e arborização, dificultavam a gente enxergar quando a condução chegava, de costume acionava um sonoro e estridente apito dando sinal que já havia chegado, Carmélia soltou toda a pressão da respiração que estava represada, bocejou relaxando os lábios, esticou os braços bem a frente, para o alto até onde não impedia o teto dessa condução, disse algumas palavras vulgar desnecessária, seguiu o corredor dando saída pelos fundos, essas garotas demostrava bem o que a noite passada foi feita, essas três garotas graciosas deixava transparecer como passaram essa noite, certeza, foi intensa, desse trio de beldades, Carmélia era a que mais sobressaía, enquanto trocavam os passos ainda dentro dessa condução, movimentava os quadris reboleando a bunda por aquele corredor apertado daquele veículo coletivo, agora de rodas paradas até quando o desembarque desses passageiros seja terminado, em seguida elas saltaram fora desse vagão; as três moças mais sex moradora dessa vila nessa capital.

Andando a pé até chegar no endereço de casa, moravam em grupo, tipo assim, república, mas porem ambiente muito bem arejado, residência emprestada por um tio de Carmélia, senhor muito bem arrumado financeiramente, a casa das meninas localizava nessa periferia, trabalhavam nas lanchonetes e praças de alimentação de shopping estabelecidos naquela cidade, mas moravam na periferia.

Nessa manhã nos primeiros claros do dia, regressam para o lar doce lar, a madrugada foi intensa, muito movimentação nesses bares, lanchonete e casa de alimentação.

Enquanto caminhavam nesse curto percurso do ponto do coletivo até a casa que residiam, gastavam o tempo enquanto caminhavam até que chegavam em casa.

Terceira Parte

Quando os papos rolavam entre elas, de costume diziam algumas piadinhas, e umas conversas bobas para descontrair e relaxar, Carmélia saía com as maiores zombarias, até diziam palavrões, mas nada era levado a sério.

--Oh!! vejo que você está segura de si, descobriu um tesouro? Divida comigo, também quero ajudar você desenterrar esse baú, vou entrar com minha picareta, diz onde localiza nesse mapa. “disse Carmélia a Roseane brincando com as palavras, gestos e boca”

--Eu diria um tesouro sim, é minha fonte de ganhar meu dinheirinho, lógico de origem oriental, esse meu amante é um imigrante oriental, tem muito dinheiro e eu felizarda realizo todas suas fantasias, ele é um amor de pessoa, ele me disse que se pudesse viveria o resto de sua vida juntinho comigo, não sou de me apegar com os homens que relaciono, mas esse está até me virando a cabeça, apesar de que ele comparece pouco nas relações íntimas, mas eu dou tudo de mim, e ele fica cada dia mais apaixonado a cada encontro.

– SEGUE

Marcinha e Roseane foram direto para o chuveiro, para elas somente depois do banho toda aquela canseira estaria vencida, foi uma noite de abalar, Marcinha fez três programa depois do horário da jornada de trabalho, agora ela está com sua bolsinha super recheada de notas de duzentos $

--Essas três saidinhas foram as melhores do mês, vou depositar, poupar para quando a fonte da belezura secar, aí estarei com meus celeiros abastecidos, amanhã vou repousar essa minha joia de fazer amor, muita cautela enquanto estou tão jovem. Carmélia estava muito apressada para entrar para o banheiro enquanto as duas beldades demorando o desnecessário, infelizmente o segundo banheiro estava para reformar, totalmente impróprio para o uso, a única saída seria arrancar as duas belezuras de debaixo do chuveiro, Carmélia partiu para essa ação desastrosa, abriu a porta a força e retirou as duas garotas ainda nuas e todas molhadas, certas que não havia ninguém na casa, terminaram de enxugar seus corpos ali mesmo na sala.

Carmélia logo que saiu de seu banho, tratou de constatar um pedreiro e dar início a reforma dessa construção, depois do telefonema logo o profissional chega e dão início a conversação, tudo combinado, começa amanhã, mesmo que seja final de semana, quando for a tarde tudo estará concluído, Carmélia pediu para que esse construtor aguardasse mais alguns dias que seu tio será o pagador dessa conta, pelo fato de seu tio ser muito amigo desse profissional, assim ficou acertado, Venâncio Super tio de Carmélia, virá até aqui para verificar essa obra e confirmar se tudo está nas conformidades.

No dia seguinte, Venâncio chegou a casa da sobrinha, incluiu algumas horas desse dia para acertar as contas com o pedreiro da reforma do banheiro, o tio de Carmélia precisava de conferir se tudo estava feito conforme fora combinado, chegou e foi entrando, alertando sua chegada, assim foi anunciando para não surpreender ninguém em poucos trajes: - Tem alguém? Já vou entrando, estão todas vestidas?

Quando Venâncio entrou, todas as moças já estavam levantadas a tempo, cada uma cuidando de seus próprios afazeres, Carmélia estava na área de serviço lavando algumas roupinhas pequenas, ainda gritou lá do fundo.

-- Pode entrar, pode ficar à vontade meu tio, confira aí o serviço do pedreiro, se está dentro do combinado... estou ocupada agora, aguarde uns minutos, já vou te atender. Disse Carmélia se desculpando do incomodo... Pronto!!!... já estou indo.

Logo exigiu a presença da sobrinha e perguntou:

--Para você está satisfeita? minha sobrinha ficou como desejava que ficasse, o banheiro está tudo bem? Quando Venâncio disse isso, ele estava de cócoras periciando o cano da pia lavatório verificando, se tudo fora feito conforme o combinado, naquele momento Carmélia estava numa posição meio desconfortada, não conseguia enxergar o rosto do tio, para ela tinha em mente que nunca havia visto seu tio, mas quando Venâncio virou de frente, face a face, ela tomou um grande susto, Venâncio era seu amante, Carmélia ficou sem voz, viu que o destino pregou uma peça, Venâncio também ficou chocado em perceber que era sua amante e sobrinha, depois dessa descoberta, Venâncio e Carmélia combinaram de se sentar para conversar, marcaram uma hora antes do expediente na Lanchonete, esse tio e sobrinha teria que colocar essa situação em pratos limpos, assim ficou combinado, terão de encerrar esse relacionamento ou dar prosseguimentos apesar dessas verdades serem confirmadas, infelizmente esses dois estão superes apaixonados reciprocamente, a dissolução dessa história de amor será complicada, seus momentos de transa foram intensos e marcante, veremos como será os entretanto desse casal de namorados ligados por um elo parentesco

Ela ainda se segurou nas palavras, assustada mais ainda conseguiu levar o diálogo até a conclusão, ficou completamente descontrolada, mas ainda respondeu para seu tio levando adiante o assunto da reforma da construção, ela teria que dizer que estava satisfeita, afinal por enquanto se tratava de um imóvel em doação em que Carmélia e suas amigas moravam, mas apesar dos pesares certeza tudo será acertado, essas arestas serão aparadas certinho. repetiu para seu tio e amante, fingia que estava tudo normal, que não aconteceu nada de extraordinário.

Dando prosseguimento a esse diálogo, apesar da crise do momento, tentava se segurar, mas a língua conseguia articular aquelas palavras.

-- Eu estou satisfeitíssima, nem precisava tanto, agora os dois banheiros com banheira cheia de conforto, gostei meu Tio, acho que você está me acostumando mal, querendo nos despejar daqui e alugar esse imóvel por um preço de um valoroso aluguel. (Carmélia em conversa com seu Tio.)

-- Nem precisa se preocupar com essa pequena bobagem, não preciso desse dinheiro, já mais faria isso, com meus rendimentos anuais compraria outros imóveis, essa quantia aí nem sentira no bolso, aliás, estou até pensando em passar as escrituras dessa propriedade em seu nome, você teria mais tempo para administrar esse imóvel que eu, vivo ocupado o dia inteiro com essas minhas finanças, qualquer hora dessas vou levar você ao cartório e registrar tudo isso em seu nome, não preciso disso, terreno grande, dá até pra que você construa outros estabelecimentos, faço essa doação com muito prazer, somos uma família muito unida, sua mãe é uma irmã que eu amo muito, minha irmã querida, assim eu farei sua avó muito feliz, logo você vai morar no que é seu, “disse Venâncio Super Tio de Camrélia”.

Carmélia aguardava seu tio Venâncio em seu horário de serviço, de qualquer forma esse assunto terá que ser solucionado, Tio e sobrinha amantes não pode continuar assim, a cabeça de Carmelita estava fervendo, ela estava em uma encruzilhada de decisões, pensava com ela e seus botões.

--O certo é acabar com tudo isso, não quero ver mais meu tio na minha frente, preciso acabar com essa encrenca de vez, não tem importância que eu perco essa moradia, alugaremos outro imóvel, o importante que aliviaremos esse peso de consciência, só estou aguardando ele chegar para dar um cabo nesse relacionamento. No mesmo tempo que Camrélia pensava, Venâncio chegou, sentou se sobre uma das mesas para receber cliente, pediu que se aproximasse, para acabar com aquele assunto, Venâncio vinha com a mesma proposta de Carmélia, acabar tudo aquele romance, mas primeiro vamos resolver a doação da casa que eu prometi, já redigi uma procuração a sua tia, minha êx—esposa, ela vai tratar de todo esse assunto, será lavrada em cartório uma escritura de propriedade a Carmélia, você será a legítima proprietária, assim como eu te prometi, vou embora dessa cidade, confesso que não quero te ver mais em sua frente, Thau, adeus.

Carmelita voltou para casa na companhia de suas amigas, logo estará com um namorado novo e tocando a vida em frente.

Antônio Herrero Portilho/15/5/26

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

    

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