O
Amor Acontece 01
Juninho casou se com Aninha, a famílias
bem próximas dês de muito tempo, isso a gerações, os pais desses garotos faziam
muito gosto para essa união.
Eles sempre estiveram juntos, mesma
idade na contagem dos anos, a menina nasceu primeiro com a diferença de alguns
meses, ela uma criança muito apegada com seus pais, logo depois que começou a
dar os primeiros passinhos já era o bastante para seu pai a tomar pela mãozinha
e sair para alguns passeios na pracinha ou pelo calçadão; ambientes aos quais
as criancinhas podem movimentar mais à vontade, enquanto seu pai lia algumas
páginas de um livro.
Exercitavam seus passos brincando e
gritando alto com suas brincadeirinhas, Aninha e Juninho, por ordem de sua
mamãe sempre juntos em todas brincadeiras de crianças.
Nesse Domingo Aninha completa dez
anos, estudando na escolinha ali bem próximo de casa, muito dedicada às aulas,
aprende as lições com muita dedicação, enquanto isso o menino no mesmo grau de
ensino que Aninha, mas estudam em classe separadas, os encontros acontecem
quando nos intervalos de aulas.
A menina sempre do lado de Juninho,
quando estão em casa fazem os deveres de classe juntos, realmente essas duas
criaturinhas nasceram um para o outro.
Nos festejos e comemorações até nos
clubes de danças nessa cidade esse casal de namorados se faziam presença; um
namoro muito solidificado, Junior sempre demostrava um pouco mais nessa relação
infanta juvenil, mesmo que agora dois jovenzinhos cheios de inspirações
amorosa, a menina sempre demostrou um pouco de desinteresse por Junior, não era
lá um grande exagero, dava para permanecer por toda a vida, até Aninha se
passava por despercebida, mas porem ela nunca deixou ninguém perceber, quem ver
assim do lado de fora do relacionamento, não percebe, sempre avaliavam como
dois apaixonados.
Os pais desses enamorados criaturas
irão se reunir nesse fim de semana, tratar-se-ão desse assunto, o namoro desses
jovens Aninha e Juninho, os pais dos pombinhos estão querendo transformar esse
namoro em casamento, vão pular etapas, ao invés de noivado, antecedendo, irão
partir direto para a celebração matrimonial, o desejo dos quatros senhores; pai
e mãe dos garotos é transformar esse relacionamento, Junior e Ana em uma sólida
união conjugal, Junior está na expectativa, aguardando que esse casamento se configure
o mais rápido possível, viverão para sempre lado a lado.
A grande feira agropecuária acontece,
nos dia atuais o assunto é agronegócio, tanto Aninha como Juninho cresceram
sobre esse clima, nas pequenas e grandes reuniões o assunto sempre foram o
mesmo, o cultivo da soja, milho e tantas outras cultura, tanto o pai de Junior
como o pai de Aninha eram agrônomos de formação, imaginem qual seria o assunto
em reunião de família, além disso donos de grande extensão de lavouras, os que
mais predominavam nessas localidades eram as sojas, milhos, depois vinham as
culturas de feijão, girassóis e muitas outras.
Logo na manhã desse domingo, depois do
café da manhã, Junior retira o carro da garagem, perfila nas guias de sarjetas,
estaciona e desliga, aguarda Aninha se vestir, pentear-se, adicionando alguns
produtos de beleza ao rosto, além dos tratos com as sobrancelhas, terminando a
sessão de embelezamento, segue portão a fora, toma posse do banco do carona,
juntamente com seu ressente marido, Junior, iam em direção da feira agrícola,
Junior fazia parte da equipe dos organizadores, Aninha iria para as visitas nas
boutique e comer dos lanches que por ali faziam seus pontos de venda, assim
como Macdonald e muitos outros que expõe nessa praça de alimentação.
Enquanto Aninha passeava por tudo que
havia expostos, Junior trabalhava em sua função nessa diretoria da feira
agrícola.
Aninha se encontrava com as amigas de
outrora, todas essas amigas de Aninha estavam aí na faixa dos vinte dois anos a
baixo, equiparando com a idade de Ana.
Depois de algumas horas batendo pernas
para todos os lados, Aninha e suas amigas, se sentam sobre a mesa de uma das
lanchonetes improvisadas, coberta de lona, formato fabricado, ali saboreiam
alguns refrigerantes e algumas comidas pré-fabricadas, suas amigas todas
solteiras, Aninha ainda consegue se enturmar nesse meio, apesar de
recém-casada.
O rapaz que atendia essas moças,
apesar da simpatia pelas garotas ali presente, em meio as três moças solteira,
o galanteador foi se engraçar logo com quem? Aninha, que agora estava sendo
alvo dos olhares pervertidos desse rapaz proprietário e atendente desse ponto
na praça de alimentação.
Nero era o nome dele, segundo soprava
entre lábios e batons, esse rapaz era um dos pegadores, dizem a más línguas,
que ele abatia várias coelhinhas por semana, a partir de hoje Aninha está na
mira de Nero. Conforme as histórias já contadas, Nero incendiou Roma, mas agora
é com a flecha do cupido, Aninha foi atingida, no momento que seu corpinho foi
flechado, repartindo em Juninho e Nero; garoto esperto que não deixava
nenhuma pombinha se escapar de suas investidas, ele começava com um papinho
muito superficial, parecia sem nenhuma pretensão, mas logo acabavam em uma cama
de motel, lógico que com Aninha não é assim tão fácil ela tem um casamento a
zelar, isso só poderá acontecer no decorrer de algumas semanas, por enquanto
nada confirmado, mas parece que rolou um clima.
Para Aninha antes não tivesse ido a
essa praça de alimentação dessa feira agropecuária, foi nessa lanchonete
improvisada que Aninha encontrou o que não havia perdido, como diz os
romancistas popular, amor à primeira vista, a menina percebeu que quando os
olhares se cruzavam, algo acontecia, sentia uma sensação prazerosa, o certo que
essa senhora jovem menina realmente sentia que no seu algo estremecia apesar de
seu já enlace matrimonial ela pensava nas suas profundezas de seu ser feminino.
- Não posso pensar desse jeito, mau
tive algumas poucas palavras trocadas com esse rapaz, já me transformei
totalmente, vejo que tenho que me comportar como uma senhora casada, esses
sentimentos de paqueras já ficaram para o passado, não posso esquecer que tenho
um esposo e um lar para zelar (pensamentos de Aninha).
Enquanto suas três amigas tagarelavam
em altos papos, Aninha parecia permanecer se comportar como senhora casada,
conversava pouco, só demostrava os sentimentos em sorriso, mas, porém, Nero
povoava sua mente entre espadas e violinos, cantarolava aquelas belas canções
de incendiário destruidor de casamentos, ela está muito preocupada, os
pensamentos no Nero não saem de sua cabeça, enquanto isso seu marido trabalhava
na alta cúpula dos organizadores, atividades intensas.
Aminha percebeu que as horas
transcorreram rápido, nem percebeu o tempo passar, assim como o período de
trabalho de seu marido, já são horas de voltar para casa.
Nesse momento Nero; o rapaz
galanteador se dá conta que sua paquera está pronta para ir embora, Junior
desce a escadaria dos suposto andar superior onde se localiza todas as finanças
de vendas e compras nessa grande exposição agro pecuária, nesses poucos dias de
demonstração foram vendidas e financias as máquinas mais modernas da
atualidade, certeza que a produção de grãos desses compradores serão fartas,
tudo indica que com esses avanços tecnológicos não se perderão tantos grãos
nessas colheitas, ainda mais máquinas de comando leve, tudo computadorizado,
qualquer mocinha das mais delicadas e frágil poderá operar esses comandos sem
medir o mínimo de esforço.
Junior passou quase todo o dia frente
essa sua mesa de trabalho, fechando negócios e entregando vários implementos
desses aqui expostos, Aninha o aguarda para o retorno ao lar doce lar.
Ela, a esposa de Junior que o
acompanhou até aqui somente para o lazer, reencontrar as amigas, comprar nessas
lojas aqui instalada, permaneceram por algumas horas nessa lanchonete, muito
bate papo e até se passando por uma garota descompromissada, ela conheceu Nero,
se encantou com o carisma desse rapaz e o rapaz idem, até o ponto de inspirar
algumas esperanças.
Nero sabia que Ana não era solteira,
não estava livre para esses voos aventureiros de muitas badalações e
relacionamentos desenfreados, ela era esposa de um marido jovem e apaixonado,
mas segundo sua filosofia de pegador, isso não seria um grande obstáculo, ele
está empenhando o máximo para conquistar o coração dessa linda jovem mulher.
Ana viu que essa permanência nessa
lanchonete se encerrou de fato, se levanta ai até o caixa de pagamentos a fim
de saudar sua dívida, antes pediu que Nero vendesse um punhado de balas e
outras iguarias, o rapaz a entregou, no momento que Nero a entregou, proposital
tocou nas mãos de Ana, ela percebeu a maciez da pele desse jovem, as
sensibilidades de Ana veio a flora, ela percebeu a resposta de seu corpo,
sentiu que ali dava aderência, Nero viu e ficou certo que por esses
caminhos poderá acessar até seu íntimo coração.
Essa recém-esposa, depois que pagou a
conta no estabelecimento ficou admirada de como foi tocada, ficou pensativa com Nero, certeza, não demorará Nero
e Ana, já existe oitenta por cento desse encontro acontecer.
Ana tomou seu lugar no veículo de seu
marido, no trajeto, Junior percebeu que a esposa estava muito calada, parece
que pensava longe, Junior percebeu e ficou calado, fez de conta que não
interessou pelos motivos, mas mesmo assim Junior, o marido tentou conversar
somente para ver se a animava, ela dirigia-se com respostas breves, assim até
chegar em casa.
Logo Junior se aproxima de casa,
aciona o controle remoto do portão, entra e vai logo estacionar na garage,
chega a casa quando Ana parece ter tomada o ritmo normal, os diálogos estavam e
fluindo bem, Ana já se deu conta de que tem um lar, um marido e um casamento a
zelar, Nero que vá apagando seu isqueiro de botar fogo miúdo em seus pavios
arrumados nessas noitadas, melhor esquecer dessas ideias, esteja convicto que
para meus fachos, é melhor esquecer as labaredas intencionadas para o futuro.
Nero precisará manter em seu lugar,
sou uma mulher casada, e bem casada e amo meu marido, levarei essa união até o
anoitecer de nossas vidas. (antherport)31/8/24
O AMOR ACONTECE – 02
Antônio Herrero Portilho
Jussara sempre
apaixonada por cavalos, enquanto Jason morria de amores por Jussara, Jussara
filha do patrão, Jason trabalhava de tratador nos estábulos.
Quase todos os dias as dez horas da
manhã Jussara se dirigia até o Haras, descia de seu veículo e bem ali próximo
da baia pedia que Jason entregasse seu animal pronto para sua cavalgada.
Quando o rapaz se aproximava de
Jussara para entregar as rédeas do animal a sua tão sonhada garota, percebia em
seu íntimo o quão necessitaria de sua a proximidade, ficava o tempo todo
imaginando tantas possibilidades de tê-la, Jason era movido por tantos desejos,
Jussara sempre calada, não dava uma se quer palavra durante os cincos minutos
ali tão próximo desse rapaz, era ordem de seu pai não conversar com empregados,
ainda fazia algumas perguntas a moça, mas as respostas eram breve, por mais que
precisava de prolongamento a conversa, Jussara interrompia o diálogo, até
deixava Jason meio que frustrado com a auto estima jogada no chão.
O rapaz terminava suas obrigações e
voltava para seu quarto de dormir e de lá observava todo o derredor da fazenda.
Nessa manhã, poucos minutos após
acordar, Jason percebeu um barulho de motor de veículo, saiu a janela e
percebeu a caminhoneta de Jussara que vinha em direção da fazenda, ainda com a
caneca de café com leite em mãos, mesmo que continuasse com os goles, observava
as atitudes da moça quando aproximava do haras, parou, estacionou, subiu no
lugar mais alto do veículo e gritou bem alto:
- Jason, acorde, já cheguei, venha me atender,
quero dois cavalos bem arreados.
- Sim, já estou indo, deixe que me
vista algumas roupas de serviço.
O rapaz desceu a escada que o levava
ao quarto de dormir e mais que depressa foi atender a moça.
- Não entendi, dois cavalos para
cavalgar, mesmo que hoje não trouxe o namoradinho delicado, que odeia animais.
- Jason, você é empregado, empregado
não me faz perguntas, faça o que eu digo e deixe de miar gato, parece que ainda
não tomou seu leitinho?
- Sim ... desculpe então.
Depois de alguns minutos estava tudo
pronto, Jussara com o pé no estribo, lançou a outra perna para o outro lado do
animal, ficou aguardando a se referir ao outro animal selado.
- Jussara disse com austeridade,
exigindo atenção do rapaz:
- Vai ficar aí estacado, amonte o no
cavalo, hoje quero que você me mostre os outros lados da fazenda em que eu não
conheço... vamos logo moço, tá esperando o que rapaz?
Montou e juntamente com Jussara pôs a
movimentar vagarosamente com seu cavalo em passos lentos, ela que muito se
calara, agora tornou-se uma tagarela, mas, porém, Jason agora viu que deveria
não falar, assim como ela fazia, logo os cavalos aceleraram os passos enquanto
troteavam pela pastagem, ele levou a moça por todos os lugares da fazenda, onde
nem sabia que se tratava da propriedade de seu pai. Lá bem distante da sede
onde havia uma represa para o gado beber, ao lado uma grande árvore mangueira
que servia como sombra para os animais, apeou, ajudou Jussara a descer do
animal e continuava o papo, ali se sentaram em um grande tronco ainda sobre a
sombra dessa árvore ao lado dessa represa, no continuar da conversa ele jogou a
cartada final e a Jussara disse:
- Estive esse tempo calado, mas agora
vou te revelar um porém, não sei se você saiba mas daqui alguns meses já
estarei me formado, estarei me certificando com um diploma de medicina
veterinária, e o melhor disso minhas horas de estágios também já estão todas
quites, sendo assim me mudarei para uma outra fazenda, um amigo fazendeiro
pecuarista me reservou uma vaga em sua propriedade, já iniciarei como
veterinário juntamente com mais dois
senhores de muitos anos de experiência, peço que me desculpe, mas eu não ia
passar a minha vida inteira limpando estábulos, agora sou um diplomado.
- Você não vai nos deixar, peço que
ouça o que tenho o que lhe falar, você será nosso doutor veterinário, lhe
pagarei um bom salário e quero que você esteja sempre por aqui, tenho bons
motivos, mais a frente dessa conversa vou te revelar. Disse Jussara.
Jussara que estava uns dois metros de
distância chegou mais pra perto, Jason ficou meio surpreso com isso, pois a
moça sempre se distanciava das proximidades do rapaz, agora estavam quase
colados, dizia olhando no rosto, até buscando os olhares de Jason, parece que
os sonhos de Jason estariam se realizando.
- Você é daqui Jason, Você não pode
nos deixar
- ... Com todo respeito que tenho por
você, mas fala assim comigo como se estivesse falando com seu animal, não quero
mais aceitar suas ordens, além de seu empregado confesso que algo mais
acontecia aqui nesse meu peito, sempre te cortejei e sonhava ser seu namorado,
estou quase deixando para trás essas minhas intenções, quero não pensar nesses
sentimentos, a verdade eu cá com meu jeitão e as minhas maneiras te curtia uma
grande paixão, sonhava em ser seu namorado, mas parece que sua classe social
está mil anos luz distante de mim, vejo impossível isso acontecer, por isso me
decidi me mudar, nos dois sentido, de intenções e lugar, nesses próximos dias
estarei de partida para outro estado, novos patrões, novas propriedades, você
ficará somente em meus sonhos não realizados. Disse o rapaz com as palavras
firmes no que queria.
- Não, não Jason, você não pode ir
embora, porque existe em nós o mais importante, a reciprocidade, eu também te
amo, mesmo que você disse quase já me esqueceu, agora sou eu que quero
reconstruir essa paixão, eu também te amava em segredos, então nós erámos dois
bobos apaixonados, eu quero ficar com você para sempre. Jussara disse com os
olhos brilhando de lágrimas. Jason, Jason, nosso amor terá que ser
reconstruído.
Jason olhou para Jussara no intuito de
medir sua sinceridade, se soltou das mão de Jussara e entrelaçou no pescoço,
Jussara deixou que tudo acontecesse normalmente, Jason, tentou olhar nos olhos
de Jussara, mas percebeu que ela estava de olhos fechado, como se estivesse em
início de sonolência, Jason percebeu que a mulher de suas inspirações estava
ali em seus braços, mas no mesmo instante do despertar, o rapaz expressou em
atos toda sua carícia a sua bela e amada que a
partir de agora estava confirmada, o amor de sua vida se concretizou.
Nas primeiras etapas namorados, em
breve noivos agora marido e mulher.
O pai de Jussara deixou a fazenda para
ela ser a proprietária. Agora Jason e Jussara um casal de grandes fazendeiros
pecuaristas nesse lugar.
A vida conjugal desses dois estão tão
solidas como nunca, essa é a mais verdadeira definição desse amor. JUSSARA E
JASON.
20/02/21 -
Antônio Herrero Portilho/***
Enviado em 20/02/2021 13:32 BRT-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
--- As revelações ocultas das memórias de Elisa
Fui convidada para um cerimonial de cremação, a
família preferiu cremar ao invés de sepultamento, se tratava de uma pessoa que
já conhecia a quase cinco décadas, mas porém fazia algum tempo que não a via,
nós conhecemos na época de nossas juventudes, foi uma amizade muito forte,
minha amiga Glorinha, quando isso acontecia demostrava muita sinceridade entre
nós, tudo que fazíamos, era para nós duas, a morte de Glorinha trouxe me muito
abatimento, fiquei muito entristecida, confesso que perdi a vontade de viver, a
última vez que nos vimos foi a uns três anos, com esse nosso reencontro foi
motivos de muitas alegrias, eu havia tomado esse ônibus que partiu da cidade
que eu morava, meu destino era um evento religioso, enquanto viajava, tinha em
mãos uma revista, eu tinha um hábito de ler algo enquanto viajava, foi aí que
em um desses textos que eu lia, deparei com algo que me trouxe em mente essa
antiga amizade, acho que foi o nome de algum personagem que povoava aquela
história que eu lia, a partir daí tudo me passou como uma fita cinematográfica,
comecei reviver o passado, lembrei dos tempos que estudávamos no primeiro ano
de colegial, eu e Glorinha sempre juntos, parece que nascemos uma para outra,
com a morte dessa minha verdadeira amiga o destino veio quebrar esse elo que
tanto nos prendia.
Nessa última vez que estivemos juntos,
estávamos frente aquele altar desmontável, feito para essa finalidade,
celebrações, palestras ou encenação teatral dirigida a essa faixa etária,
adolescentes já em fase adultos, assistia a pregação do sacerdote, um dos
religiosos que estavam escalados para esse discurso, os jovens se envolviam nas
orações e louvores, os cânticos entoados serviam para os cristãos embriagar de
fé e dedicação às coisas espirituais, aqueles fiéis as vezes de mãos dadas ou
abraçados seguiam o ritmo daqueles louvores e rezas, eu e Glorinha voltamos a
nos unirmos nessa nossa arraigada amizade, confesso que esse meu reencontro com
essa minha grande amiga foi uma das maiores alegrias que passei por esses três
dias, certeza isso foi um presente de Deus.
Esses irmãos seguidores desse mesmo evento,
admiravam pela nossa forma de ficarmos juntos, sempre de mãos dadas quando não
abraçadas, Glorinha transmitia a mim puro sentimentos de namorada, si bem que
nesses dois corpos só existia o amor puro e verdadeiro, diziam o que diziam,
mas, era assim que comportávamos diante desse público as vezes muito
preconceituoso, mas, não era imposto por essa igreja santa, esses
preconceituosos adquiriram essas maledicências no seio de suas próprias
famílias de origem conservadora, mau esse que sempre foram combatido entre os
palestrantes dessa mesma religião, esses sacerdotes combatiam a disseminação
desse ódio doentio.
Não sei porque, mas dentre tantas amigas que eu
tinha, somente para Glorinha eu me comportava assim.
As celebrações naqueles quatros dias encerravam
mais ou menos as vinte e três horas, todos esses frequentadores desse evento
trouxe consigo barracas de dormir, todos aqueles irmãos já haviam armados e
instalados suas camas em colchonetes, ou rede quando encontravam os locais de
adaptar as duas pontas dessas improvisadas redes, para essas crianças maior de
idade consideravam aquilo como uma maior diversão; dormir longe de casa pela
primeira vez, ou até acostumados devido essas noites de intenso calor, até esqueciam
de ir para cama, ficavam por ali sentados naquelas muretas divisórias, daquele
enorme espaço feitos para esses eventos, muitas vezes o velho sacerdote se
enturmava com esses jovens e iam além das horas de ir dormir, o que não faltava
em meio esses... vamos dizer; meninos de fé de espíritos jovens, tocadores de
violão e cantores dos cantos de celebrações, as mesmas que cantavam nas missas
e outras celebrações, Glorinha e Eliza sempre marcava presença em meio a esses
jovens.
Enquanto Glorinha e Eliza forçavam suas
gargantas arriscando um falsete, ao mesmo tempo acompanhavam ao violão, foram
noites inesquecíveis a passagem daquela linda juventude, quando tudo se tornava
muito doce, logo surgia uma bomba de chimarrão para esquentar aquelas gargantas
de cantoras que celebravam o grande personagem dessa história, Jesus Cristo
filho de Deus.
Mesmo quando tudo silenciava, que todos iam para
suas camas, Glorinha e Eliza permaneciam por ali juntas, enquanto tudo exigia
silêncio, se percebiam os cochichos que elas pronunciavam, os sons daquelas
palavras eram imperceptíveis, pelos gestos percebiam que aquelas aproximações
desses corpos, eram de amor e carinho.
Entre Eliza e Glorinha existia um amor
recíproco e verdadeiro, mas, devido a distância que essas duas criaturas
moravam, só acontecia em datas esporádicas, outro encontro como esse vai
demorar acontecer.
29/3/26
Eliza já terminava o percurso daquela rua, a mesma
que apontava para seu endereço, ela estava arrasada, parecia que só havia
carcaça para formar aquele corpo e alma, realmente a perca de sua amiga foi uma
grande tragédia, para Eliza, foi como perder um membro de seu corpo, Eliza
nunca imaginaria que essa separação assim viesse acontecer, ainda nesses
últimos dias que estiveram juntas, no evento religioso, essas duas amigas
chegaram ao maior estágio desse romance homogêneo, o apego sempre foram intenso,
mas só agora foi confirmada, elas são namoradas e estão vivendo um grande
romance, foi confirmadas, já são parceiras sexuais, se amavam como nunca.
Eliza, ainda viu com seus próprios olhos o pouco
que restou de seu grande amor se desaparecer em meio daquelas chamas
incandescentes, apesar do momento o fogo era acalentador, vivo de natureza
voraz, aos poucos consumia aquele lindo corpo que outrora fora beijado, amada e
rastreado, enquanto envolvida de extensas áreas dessa pele macia e eletrizante,
tal qual quando estava em vida, mas, às vistas do pessoal que vieram ali para
essa cerimonia de cremação, só significava um ponto final na existência da vida
de Glorinha, ela agora não faz parte da estatística de habitantes dessa cidade.
A fumaça daquela queima se transformava em
mensagem subidas aos céus, aquele cenário fúnebre ia se apagando aos poucos, as
labaredas obliteraram as peças daquele cenário, mas, o roteiro sobre a vida de
Glorinha ficou incutidas naquela cabeça, fixada na vida daquelas duas criaturas
angelical em formas de juras de amor., entre elas compactuado, fixado naquelas
mentes perdidas de paixão; escrita e tatuadas, quando morresse uma delas, a que
ficasse viva teria que morrer também, se suicidar, agora com a morte de
Glorinha, Eliza terá que se sacrificar para cumprir o pacto de amor eloquente,
isso terá que ser obedecido para demostrar a prova desse louco amor entre Eliza
e Glorinha.
A partir desse acontecimento que abalou muito na
vida de Elisa, a intenção de se suicidar não sai da cabeça de Eliza, aquilo que
ficou firmada em pacto de sangue entre essas duas garotas vivendo esse intenso
amor, sobre isso ela pensava em se atirar do abismo que existia ali nas
proximidades de sua casa, veio em mente que muitos suicídios acontecia naquelas
funduras, de mais ou menos uns sessentas metros de profundidades, uma queda
proposital dali seria fatal, outra opção; se jogar da ponte, se apinchar para
dentro de uma cisterna que muitas existia por ali, as mesma que aqueles colonos
usavam para trazer água até ao nível do solo, para uso doméstico.
Eliza estava maquinando alguma forma de se matar, dizia ela entre golas e
botões – Deus me foi muito cruel, tirou de mim o grande amor de minha vida,
agora só me resta liquidar com minha própria vida, vejo que ainda nos
encontraremos na eternidade, nossa palavra será cumprida, Glorinha. eu te
amo para sempre, as sombras da eternidade não faram me esquecer do grande amor
que vivemos em tempo recentes.
30/3/2026 – SEGUE.
Naquela manhã Elisa acompanhava sua sobrinha até a
escola, teria que atravessar o cruzamento da linha férrea, quando a máquina
locomotiva aproximava do cruzamento, coincidentemente Elisa também estava para
botar os pés em meios essas ferragens, Ela estremeceu quando as cornetas
buzinas foram acionadas, o maquinista percebeu que não havia tempo hábil para
passar do outro lado, aquele desastre, conforme os cálculos do condutor da
máquina afirmava que tudo estava perdido, Elisa e sua sobrinha sofreria o acidente,
mas porém ela relutou para que aquele acidente não acontecesse, usou de todas
as suas força para esse salvamento de sua vida, apesar de estar todo o tempo
planejando esse suicídio, ela não queria morrer aquela hora, se preocupava mais
em salvar a vida daquela criança sobrinha que no momento estava de mãos dadas,
em uma ação repentina, com um salto estratégico, abraçou sua sobrinha quando
caíram rolando fora do perigo eminente, a locomotiva passou com as rodas de
ferro cortando tudo como as lâminas de uma tesoura que cortam roupas em uma
confecção.
A morte dessa mulher foi poupada, percebeu que o
milagre aconteceu. logo voltaram para casa as duas são e salva, Elisa considera
tudo que aconteceu como um sobrenatural, certeza, foi a menina que salvou a
vida de Elisa, caso ela estivesse sozinha o óbito teria acontecido, Elisa não
teria se esforçado tanto para se salvar, pois nesses dias de grandes decepções
com a morte de sua amiga, só pensava em tirar sua própria vida, ela ainda
alimentava essa ideia, forçar sua própria morte, dizia consigo que iria até o
fim com esse propósito, pensando em me atirar do Abismo, ou quer dizer,
Gran Quenia, por ano dezenas de suicidas se matam saltando à baixo, pulando
para aquelas altura de dezenas de metros não tem como escapar, hoje a tarde vou
lá, primeiro, dar uma observada e mapear, quem há de saber que será dessa vez,
tudo leva a crer.
Já são quinze horas, Elisa se dirige para a beira
do precipício, sua intenção e se atirar a baixo daquelas profundidades, local
comum dessa prática, gente dando cabo em suas vidas, por motivos de alguma
grande perca, traição conjugal, doenças incuráveis ou sofrimento muito grande;
ou outros motivos.
Ela andou um setes quilômetros até chegar ao local
que pessoas desistes de suas vidas por motivo de fraqueza, tirar sua própria
vida não passa de uma atitude muito covarde, desistir de viver, bem assim é
Eliza, devia reunir forças e vencer esse trauma, pensar que muitas pessoas
passam por essa mesma situação, devia ter com sigo que a nossa vida é um grande
presente do nosso Deus todo poderoso, é um presente que devemos zelar com todo
o carinho, cuidar de nossa saúde, evitando os vícios que tanto faz corroer essa
nossa engrenagem que nos suportam com essa carga, a mesma nós carregamos todos
os dias, reclamando, maldizendo, blasfemando, quando erramos, até culpamos as
entidades divinais.
Quando Eliza chegou, e ao aproximar do local de
tanto suicídios, percebeu alguns obstáculos de pedras, parecia intransponíveis,
teria que dar a volta por outro caminho, atrás dessas pequenas montanhas, aí
sim chegava a beira do abismo, Elisa deu a volta, encompridou um pouco esse
caminho para a morte, mas porem, pelo que parece algo está bloqueando sua
passagem, construíram uma igreja bem onde era o meio dessa trilha, Eliza tentou
passar bem ali as beiras daquela parede, parou um pouco para escutar algo, percebeu
que ali entre as paredes dessa igreja havia um altar, cadeiras para rezar
também um velho sacerdote, de dentro daquele salão ele percebeu que
alguém passava por aquela trilha que beirava a velha capela, aquele homem de
fé, largou suas orações e correu para pegar aquela criatura, alcançou e
demostrando um pouco de forças a segurou em seu braço, enquanto Elisa relutava
para se desvincular daquela pegada, forçosamente conseguiu leva-as até o
grande templo todo construído de pedra, deu água, tentou acalma-la, Eliza ficou
muita inquieta, aquele homem de orações, a segurou pelas mãos, sentados frente
a frente, rezava com intensidade, imprimia com fé aquelas palavras no coração
daquela jovem senhora, Elisa só pretendia naquele momento se soltar daqueles pulsos
do sacerdote, ela com a intenção de sair correndo e saltar para a morte a qual
ela buscava no desejo de liquidar com sua própria vida, o abismo estava ali bem
próximo.
31 de março de 2026.
SEGUE PARA O FINAL.
Depois de horas segurando Elisa, pelo braço rezando
sem cessar, mostrando motivação para a vida, em fim foi feito todas as formas
para que Elisa desistisse dessa intenção de morrer forçosamente, mesmo
assim ela ainda relutava para praticar esse sinistro, o padre deixou que o San
Cristão assumisse essa responsabilidade, assim o religioso saiu um pouco
daquela função, soltou os pulsos da moça, mas deixou seu ajudante naquela
paróquia a continuar com essa proteção, para que ela não praticasse esse
suicídio, mas esse pároco não cuidou por muito tempo, depois de alguns minutos
ela foi solta das proteções, ficou livre, aqueles dois homens de fé estava
aguardando que Elisa sairia correndo para se atirar para a tão desejada morte,
pois esse profundo abismo estava ali bem próximo, mas tudo veio a confirmar, as
palavras do velho padre fez efeito, Elisa em meio aquela confusão mental por
milagre conseguiu capitar aquelas orações e palavra daquele religioso, esses
dois da igreja perceberam que Elisa havia se acalmada, transitava calmamente
por aquele templo, chegou até fazer algumas faxinas nesse ambiente de oração,
nesse momento o padre se arrumava para leva-la de volta a sua casa, ela
conversava com demonstração de normalidade, eles ficaram até despreocupados,
viam que Elisa deixou aquela fixação de se suicidar por causa da perca de seu
grande amor de sua vida, mas ela estava sempre vigiada, ela percebia que eles
não a perdia de vista.
A suicida estava muito calma, até circulava lá fora
daquele ambiente de reza, passeava pelo jardim dessa igreja, passava sentada
por várias horas naqueles bancos, lendo alguma revistinha ou livretos, viam que
tudo normalizava, os dois homens santos já estavam convicto que não tinha mais
nada a fazer, Elisa estava curada daquele delírio, sorte que esses dois homens
da paróquia vigiava Elisa, o padre ainda alertava o San Cristão para qualquer
outra recaída e se sentindo solta, voltar pensar naquelas suas vontades
diabólicas de dar cabo em sua própria vida.
Enquanto eles conversavam nesse assunto de
uma possível recaída, der repente tudo acontecendo, Elisa se vendo muito solta,
disparou uma corrida em direção desse barranco profundo onde se praticavam
muitos atos de se matar, o padre e o pároco ficaram muito surpresos,
infelizmente não daria tempo para correr atrás de Elisa e impedir que ela
praticasse esse ato de suicida, só restava deixar tudo acontecer, entregar nas
mãos de Deus.
Elisa nesse momento que decidia pela sua própria
morte, sentiu que aquelas palestras, aqueles conselhos do velho padre que havia
dito nessas horas que antecedia esse momento fatal de sua vida, foro o bastante
para essa decisão, aqueles dois homens que cuidava de Elisa para que ela
desistisse desse pensamento suicida, logo perceberam que a moça foi diminuindo
essas passadas, parecia que cada parágrafo e palavras ditas por essa voz
amiga desse religioso foram se assentando em sua mente, ela já estava sustentando
a beira desse abismo, mas aquelas rezas e gestos fizeram Elisa desistir de toda
aquela intenção diabólica, decididamente, ela deu as costas aquele abismo de
profundo barranco, voltou de passos lentos para as proteção desse sacerdote que
ela assim sempre diz; Enviado de Deus. O certo que a paz veio a reinar nessas
vidas, nesse momento de tanta santificação.
Nesse final de mês está acontecendo mais uma
palestra para jovens, as barracas estão armadas no pátio para essa finalidade,
acampamento para esses dias de orações e palestras sobre variados assuntos,
todos ali presente percebem uma irmã religiosa transitando em meio desses
jovens, conversando com todos ali presentes naquelas rodinhas de amigos que
vieram para esse acampamento, convida todos para que assistam sua palestra, diz
ela que proferiria um discurso muito importante, sobre um testemunho, experiência
de vida se referindo ao já falecido padre José que da Paróquia da beira do
abismo.
Nesses altares já passaram muitas vezes, ainda
repetiu algumas vezes para que ninguém esquecesse a palestra da Irmã Elisa.
Antônio Herrero Portilho/02 de abril de 2026.
AB.
UMA BANDA DA FAMÍLIA - 25
Nos
festejos comemorativo desse fim de semana, feriado prolongado, muito se falam
nos bailes no clube dessa localidade, pouco os moradores dessa cidade conhece
Rebeca, ela acabara de chegar do Nordeste, poucos eram as pessoas que sabiam da
bela cantora que estava residindo por ali, namorado veio de mudança com Rebeca,
Jakson seu pai já está arrumando trabalho para essa família de músicos, além de
Rebeca, mais quatro irmãos, todos envolvidos com a música, Jakson não precisava
buscar nada fora, estava todos ali bem próximo, só montar os instrumentos,
entre todos componentes desse conjunto, o namorado de Rebeca também estava
engajado, tocava todo tipo de instrumento, atualmente o baterista da banda, com
ajuda no vocal, Rebeca e Fabio estavam sempre juntos para tudo, além de
namorados, se caso fosse acordar todos esses mortos dessa família, certeza que
daria para montar uma orquestra, pai e avô de Jakson também fez histórias nos
tempos já passado, nos dias atuais, senhor Jakson conta com a nova geração da
família, mas quem encabeça essa turma é Jakson e seu filho mais velho,
Nandinho, esses dois, pai e filho faz acontecer, são os que contratam as
apresentações e muitas as vezes ajuda no conjunto, quando surge a necessidade,
ele pega no acordeom, enquanto Nandinho toca violão e canta, essa banda vive
para quase todos os ritmos, toca tudo.
Ele
aprendeu com seu pai, que também trouxe de herança de seus ancestrais, o
pai e avô do senhor Jackson já fazia história por esse nordeste a fora,
como se pode constatar, isso já vem atravessando gerações, mas precisava mudar
para outras cidades maiores, capitais principais do país, agora nesse
estado novo que escolheu para morar, está fazendo que seus ritmo espalhe e
adquira mais popularidade, infelizmente Jackson perdeu dois dos mais
importantes músicos que acompanhava em sua jornada em cada baile da vida;
perdeu seu pai e seu avô, mas agora conta com a participação de seus filhos.
Nessa
família de seu Jakson todos respiram música da melhor qualidade, aprendeu com o
mesmo, pai e filho exímios músicos, para completar a prosa em elogios, tanto
Nandinho como Jackson seu pai tiveram meses de aulas sobre música, não tocavam
somente de ouvidos, frequentaram aulas de músicas em conservatórios, tinha
conhecimentos a fundo, isso todos os filhos de Jackson fazia escola de música,
formar uma banda em família cem por cento de certeza de sucesso, tocavam com
perfeição os instrumentos de cordas, eram seus ofícios, cantavam com boas
afinações, além de um vasto conhecimento com variados ritmos, Jacson era o nome
do pai dessa família, se dava bem com todos instrumentos além de tocador de
sanfona, ou quer dizer; acordeom, uma família inteira envolvida em música, além
de Nandinho, mais dois de seus filhos faziam parte desse conjunto, incluindo
uma mocinha que trazia com ela um extenso repertório de sucessos antigos e os
atuais, cantava de viva voz, nem precisava de prancheta com a letra da música,
era tudo na memória e na garganta, Rebeca era uma artista completa, enquanto os
outros dois irmãos de Nandinho também não ficavam a desejar, cantavam Bee Gees
além de muitos outros.
Nesse
fim de semana o baile será no clube Recanto das Acácias, Nandinho e Frederico
serão os músicos que animarão as festas, eles não são os únicos músicos a se
apresentar, outras bandas de roque marcarão presença em dias marcados na
semana, Nandinho e seu pai e família estarão se apresentando como a Banda
recém-chegada do Nordeste, pai e filho em uma sólida harmonia, tanto quando se
diz em cantar, como na vida comum, difícil encontras duas personas assim tão
unidos.
Ficou
combinado que teriam que chegar as dezenove horas, isso umas duas horas antes
de iniciar essa apresentação, assim foi cumprido, lá chegaram, estacionaram seu
simples veículo, levaram com eles algumas cordas desses instrumentos, caso
surja alguma urgência, dois violões; três guitarras; contrabaixo; bateria
completa a ser montada, baqueta, microfones, em fim só não levaram a parte de
caixas de sons, amplificadores, isso o clube já fornecia.
Jakson
convoca seus filhos artistas para uma breve reunião nos fundos do palco, entre
tantas exigências pediu que esses artistas de palcos expressasse o máximo de
harmonia nos tons e perfeição a se apresentar esse show, para que essa
apresentação fosse realmente impactante, entre os músicos a mocinha Rebeca
daria início a apresentação a esse show, enquanto centenas de espectadores
aguardavam naquele espaço para shows e danças, os aparelhos eletrônicos
devidamente instalados, os canhões de luzes prontos para serem detonados, até
esse dado momento todo o tablado daquele palcos estava pronto para receber a
mais eletrizante artista cantora do momento daquele lugar.
Na
hora exata a qual foi combinada, os holofotes acendem, Rebeca salta ao meio do
tablado, entoa um ritmo dançante fazendo vibrar todos aqueles altos falantes,
de início só na capela; sem o acompanhamento dos instrumentos, em um minuto e
meio, enquanto canta vais mesclando o pequeno trecho dessa canção com os
cumprimentos ao público ali presente, um pouquinho de prosa com a plateia
enquanto os meninos se arruma com seus instrumentos, feito as instalações,
adaptações dos cabos nos instrumento, testa a afinação, tudo pronto ai a chave
geral e desligada, todas as luzes do palco se apagam por uns trintas
segundos em seguida é acionada a iluminação, logo de imediato surge fumaças
coloridas entres essas iluminações hipnotizantes, como uma explosão de cores em
meio as fumaças, a bateria faz sua apresentação, o repique das baquetas tocando
as caixas, surdos pratos de metal, nesse momento o pedal e caixas acompanha o
ritmo da percussão identificado pela música, nos primeiros toques dos
instrumentos de corda, guitarra e contrabaixo, órgão elétrico vão sendo
iniciados, o som é ligado, são acionados entre essas notas musicais, Rebeca
salta ao meio do palco, sobre ao som ensurdecedores mas prazeroso de ouvir,
acontece aqueles efeitos alucinantes, a plateia vibra em maiores agito, Rebeca
de mostra o maior sentimento de amor a música, trabalha as cordas vocais, canta
e encanta, aqueles que vieram ali para esse show curvam a maestria dessa cantora, todo o
público segue acompanhando a mesma canção em que Rebeca expressa corporalmente
nesse palco desses deuses.
O
público canta junto com Rebeca demostrando a mais bela das apresentações no
momento da seleção musical, Rebeca se veste de Tina Tuner e promove uma obra
prima de Cover.
Quando
a plateia estava sobre temperatura máxima, sobre os delírios das músicas dessa
seleção, ela parte para um sertanejo universitário somente para diminuir o
calor desse público, na visão panorâmica de cima do palco, se percebem o
esfriamento dos que ali foram para curtir uma boa música, alguns ali presente
se dispersam, procuram para tomar alguns refrigerante, cerveja ou energéticos,
aproveitam para descansar dos agitos, para em seguida retornar nas
proximidades desse tablado musical ao vivo ,mas, a música continua com a
apresentação de tudo que há de mais atualizado no ritmo sobre o comando da mais
linda e recente artista de palco; Rebeca.
Todo
o ritmo musical desse show vai fluindo para os maiores sucessos desses que
perduram a muito tempo, Rebeca em um estalar de dedos indica aquela música a
qual seus três irmãos acompanha, agora é a vez das mais românticas de todos os
tempos, ao ouvir o sinal de estalo de dedos esses meninos já capitaram o que
Rebeca queria e de imediato começa introduzira o clima de amor mais presente;
os meninos começa com aquela total harmonia de som, o público sentiu que Celine
Diom estava sendo lembrada nesse lindo espetáculo musicado, os casais
românticos se deliravam em abraços e beijos entrelaçados em calorosos arrochos,
logo, no tempo certo, essa grande artista solta a voz expressando todo o
romantismo que essa canção expressa, toda a verdade imortal é cantada – IMMORTALITY
– Agora se percebem quase todos cantando junto com Rebeca em tom baixo, quase
sussurros, todos movendo o corpo para os dois lados, em determinado momento
entra o som de Bee Gees, os três irmãos de Rebeca entra fazendo a parte de Bee
Gees.
Enquanto
isso acontece, lá no fundo da plateia um senhor empresário observa atentamente,
fica emocionado pela a performa-se desses grandes artistas de palco; filhos do
senhor Jackson, pai dessa obra musicada. Depois de umas oitos músicas tocada, é
hora de intervalo, Borges aproxima do local em que estava sendo apresentado
esse show, cumprimenta os músicos de mostrando fazer amigos, em conversa com
Jakson; pai de todos, depois de alguns elogios se apresenta como um empresário
no ramo de apresentações de músicas, show, e se interessou pelo show, gostou do
conjunto do senhor Jakson, deixou um cartão de apresentação, disse gostaria de
trabalhar com esses músicos do senhor Jakson, aí tudo ficou acertado, depois
que o conjunto cumprir com o contrato de algumas apresentação em seguida Jakson
terá uma conversa com o tal empresário, mesmo assim essa apresentação no
recanto das acácia continua madrugada a dentro divertindo esse público jovem e
exigente.
Nessa
semana o conjunto de Jakson começa novos rumos, novas apresentações, senhor
Borges contratou para a apresentações durante sete dias em um clube praiano,
lugar muito frequentado por turistas, local de praia artificial, parque das
águas ditas medicinais e muita atividade, o conjunto de Jakson fará uma
temporada de dez dias que renderá um bom dinheirinho enquanto que Jakson
planeja várias melhorias no som dessa banda, Rebeca além de aproveitar bem essa
oportunidade de desfrutar dessas maravilhas, se preparam com os ensaios para
tudo começar nessa noite, essas apresentações serão no clube que faz parte
desse parque aquático, tudo indica que vai acontecer a mais espetacular das
apresentações
Jakson
concedeu uma folga nesse fim de semana para Rebeca e seu namoradinho, David e
Rebeca terão um bom tempo para namorar, devido serem músico oficial desse
termas, tem livre trânsito por esses espaços, Rebeca e seu Baterista nessa
banda saem por aí livres como um flamingo e uma gaivota, o pai de Rebeca sempre
concede a liberdade total para esses dois, menino e menina desajuizados.
Logo
mais as vinte e duas horas termina essa liberdade, os dois voltam para o
conjunto manso como dois caninos caramelos, Jakson desocupo o lugar na batera e
devolve o lugar para seu suposto genro, testa todos componente da bateria
enquanto bate a baqueta com força praticando um repique, para Rebeca e David
ficou bem claro, agora é hora de pegar no batente, a folga acabou, o público
dançante se aproxima, além de muita areia nessa prainha artificial nesse
ambiente era própria para dança e assistirem essas apresentações, todos
aguardavam a mais bela e eletrizante artista Rebeca, em súbito aparece entre
luzes e fumaças coloridas, o conjunto estará se apresentando até o pôr do sol
do domingo, a família Jakson administra essa apresentação com maestria e muita
empolgação.
25/10/2024/antherport
A ÍNDIA POTIRA. A GUERRA
Potira
já estava a caminho de volta a aldeia, pensava ela que logo estaria junto no
convívio de seu povo, mas esse regresso não lhe faria boas vindas, a índia
Potira estará presenciando um cenário de terror, algo sinistro o aguarda,
depois dessa longa jornada só faltava alguns noventa metros e logo chegaria à
aldeia, acessar algumas montanhas de pedras de altura baixa, uns vinte e cinco
metros, pois a rota das carruagens passava bem ali perto da aldeia de Potira,
mas no nível mais baixo do terreno rochoso.
A
menina índia escalaria esses poucos mais de vinte e cinco metros na altura
superior, ansiosa para abraçar seu povo, seu pai, sua mãe e o chefe desses
nativos de origens milenares.
Quando
Potira passou pela entrada desse cercado que divisava essas quase setenta
indígenas, grande foi a surpresa que a esperava, um cenário de completa
desolação, centenas de corpos jogados no chão, todos sem vida, morto por um
massacre covarde por uma tribo rival, os assassinatos desses selvagens não
constava como crime, as ordens do governo era desbravar esses territórios,
fundar vilas e construir cidades, tudo as custas dos indígenas que por ali
habitavam, infelizmente esse grupo de covardes se associaram aos soldados do
governo, para praticarem essas desordem, esses nativo agiam em companhia desses
soldados, Potira não estava no momento,
por isso se salvou desse genocídio, todos os descendente foram dizimados, a
menina índia nessa sua existência ainda não havia passada por essas emoções tão
forte, de pé ali frente essa batalha vencida, em sua pouca experiência de vida
não conseguia em nada amenizar esses problemas, sepultar todos esses corpos
seria impossível, eram muitos, chorar essa grande perca seria o único desabafo,
sozinha com essa grande decepção e uma responsabilidade de sobreviver sozinha,
si bem que a prática da caça e pesca para suas subsistências eram um dos únicos
recursos, mas pelo a menos sabe muito bem como sobreviver na selva.
Potira
tem uma espécie assim de namorado, de comparecimento muito esporádico, ainda já
faz alguns dias que não o vê, agora sim seria a hora dele aparecer para
confortar Potira nesse momento tão difícil.
A
Menina Índia nesse momento não tem mais sua mãe para consolar, mas poderia
contar com seu amigo companheiro que nessas horas faz tanta falta. / 26/7/2025
- segue
SEGUE
Muito
lastimosa a jovem selvagem, vendo que tudo estava acabado, de posse de suas
rudes armas de caça que em vezes a servia como defesa em situações inaudita,
ela era de paz, mas, tem vezes que a ocasião exige ação em defesa.
Deu
as costas a aquele cenário de tristeza e vai aos poucos deixando aquele
panorama de completa melancolia.
Quando
havia se retirado uns trintas passos ouviu de muito longe um trotar de cavalo
galopando nas pradarias, Potira em momento de preocupação pensou que pudesse
ser algum índio solitário que viria para tirar vantagens desse seu momento
indefeso, mas logo deu por conta que o índio Luara estava aproximando, Potira
sentiu que finalmente uma ajuda chegaria nesse momento, aquelas manchas no
dorso do animal identificava muito bem de quem se tratava essa oferta de
auxilio próprio para essa situação tão necessária, cavalinho castanho malhado
de branco para as montarias do nativo, Luara se aproximou da menina, a partir
desse momento ficou agradecida, , chegou
para perto, sem apear do cavalo abaixou aproximando do solo, deu-lhe a mão,
forçando seus músculo forte, com um impulso e a ajuda da moça jogando a perna
para o alto, impulsionou elevando o corpo de menina para montar na garupa do
cavalo, de rédeas comandada pelo jovem nativo, demostrando esse gesto de amor
pela jovem indígena.
Segunda parte
--
Qual o próximo passo a seguir? Perguntou o jovem selvagem.
Respondeu
Potira com a voz sofrida.
--
Não tenho destino, não tenho nenhuma cabana para me repousar e acalmar esses
meus sofrimentos de perca, mas porem acho que ainda sobraram alguns dos nossos
índios que no momento do ocorrido estavam na mata caçando e pescando. quando
voltarem para sua aldeia e presenciar tantas mortes, eles também sofrerão com
essa derrota, certeza que um dia vingarão seu povo, eles são fortes guerreiros,
são poucos, mas, nos vingarão esse sangue derramado de irmãos, na verdade
vivíamos na mais completa harmonia, realmente existia união. Disse Potira em
voz de lamentos
--
Eu também estou sofrendo com você, apesar que esses covardes eram meu povo, mas
nunca vivemos em concordância de pensamento. Disse Luara à Potira.
--
O que me sugere, para onde iremos, agora que você é minha protegida, apesar de
tantos desastres em sua vida? Perguntou Luara com vagas palavras
--
O que seria de você se não fosse o grande amor que sinto, até parece que nesse
momento cresceu e intensificou esses meus sentimentos que trago guardado em meu
íntimo, agora é hora de provar se é realmente verdadeiro esse amor que a mim
demostra, não tenho para onde ir, se você me ama, eis aí como provar, é hora de
vivermos livres para amar, nesse momento ninguém nos impede.
--
Não penses você, que as vezes que estive ausente foi devido me distanciar por
desinteresse, isso não... eu sofria pela sua falta, precisava de você mais que
nada, mas estava impedido, sofrendo pelas ordens de meu chefe, assim não
comparecia nos encontros marcados, até me castigava para dificultar, nossas
tribos são rivais apesar dos combates resultando na grande mortandade causada
por esses guerreiros que infelizmente faz parte de minha etnia. Disse Luara
tentando se explicar com a moça selvagem dizendo ser o grande amor de sua vida.
Potira
ouvia e pensava nas vezes que ficava aborrecida pelo não comparecimento desse
seu namorado. Abraçava Luara pelas costas descansando a cabeça próximo aos
ombros do jovem índio cavalgando em direção de uma solução para esse grande
problema de Potira, arrumar uma cabana para ficar para sempre com seu querido
selvagem, seu namorado, enquanto o trote do animalzinho os conduzia nessas
trilhas desses territórios dos povos da floresta.
--
Eu te desculpo, eu acredito nas suas palavras, nosso amor está a cima de tudo,
eu te amo meu curumim. Disse Potira.
--
Agora seus sofrimentos da perca de seu povo, é sofrimento meu, eu assumo suas
dores, vou te salvar dessa situação, o bom disso tudo é que você está sobre
meus cuidados, vou leva-la para bem distante, te amo muito minha indiazinha
curumim mais adorada desse sol do deus Tupã. Disse Luara – 28/7/
-- Nossos
sentimentos são mais fortes que essas palavras negativas; massacre.
Não existe nada mais que descreva esse nosso
sentimento de amores. (Potira)
TERCEIRA PARTE
--
Agora tomaremos o caminho rumo ao pôr do sol, lá além das montanhas, as matas e
rios em corredeiras, lá onde existe um povo também descendente de minha raça,
de agora em diante será aquele povo nossos irmãos étnicos, vamos fixar nossas
moradias por aqui, essa tribo é parte daquela em que eu aceitava os costumes,
fui criado com aquele povo, autores desse ato covarde, eles agiram juntamente
com os soldados do governo com a intensão de matarem os índio, se apossarem das
terras, fundar vilas e cidades nesse nosso território, eu não concordava com as
rivalidades que eles empunhava, tanto é verdade que escolhi você para minha
amada, isso era amor proibido, o Cacique não aceitaria esse nosso romance, por
isso fizeram todo possível para dificultar esse nosso namoro que perdura dês
dos tempos infantil.
--
Eu me lembro dessa trajetória, nós dois, pequenos indiozinhos, mas sempre
juntos apegados. Disse Potira em momento nostálgico
--
Minha querida Potira, tentaram me separar de você, mas essa minha escolha foi
mais forte, dane-se as guerras e desavenças de nossos povos, nosso amor é
superior a tudo, agora estaremos unidos em um só corpo e um só coração para
sempre.
Potira
ouvia com atenção essas declarações, e em pensamento ela concordava aceitando
de coração aberto, enquanto encavalada na garupa do cavalinho de nome Reluz.
Depois
de um dia inteiro cavalgando nessa longa trilha, quando a noite estava
ameaçando apagar toda aquela encantadora paisagem, conseguiram avistar o
povoado ao qual Luara e Potira escolheram para viver seus longos e últimos
dias, já se aproximava ao destino traçado, Luara montou acampamento ali as
margens das corredeiras, descansar Reluz que logo se apoderou de um grande
espaço de capinzal novo e nutriente próprio para animal selvagem.
Luara
acendeu um fogo em um monte de madeira seca colhida ali mesmo aos arredores, se
alimentaram com suas comidas de sabores indígenas, e logo relaxar as pernas da
menina índia de passar essas longas horas montada, se abrigaram em uma calorosa
manta sobre o calor do fogo, deixando para se apresentar para o chefe dessa
nação, pelo dia quando chegar o amanhã, melhor se acertarem com o cacique dessa
aldeia aos claros do dia, segundo os costumes dessa tribo não combinar nada
durante o cair da noite, Luana e Potira estará descansados logo quando o dia
começar a raiar, será assim que estarão acertando com o chefe dessa mais nova
tribo já escolhida para morar e viver ao lado da linda índia Potira, esses são
os planos do jovem indígena Luara acompanhado de sua linda Potira. 29/07/2025
O
escuro da noite já estava indo embora, o sol surgia com muita força, lançando
todo o claro radiante nesse descampado, Luara levantou sedo, ainda deixou
Potira dormindo, tratou de agasalha-la acomodando na manta enquanto o fogo em
brasas vermelhas acalorava a menina indígena adormecida pelo sono ainda não
interrompido, Luara trouxe o cavalinho Reluz para preparar a montaria, ainda
usufruiu do calor do braseiro ao lado da curumim, não acordou, mas, foi beijada
e acariciada por várias vezes por esse seu companheiro, se aqueceram do frio
dessa manhã com uma bebida feita ao fogo; costume tribal, aguardou a indiazinha
acordar por si, não queria interromper o sono de sua amada, não havia muita
urgência para chegar ao destino, a aldeia de seus descendentes estava ali a alguns
cinco centenas de metros, só aguardava o despertar de Luara para em seguida terminar
a cavalgada procurando abrigo a esse povo também da floresta que localizava bem
próximo desse acampamento provisório.
Quando
o sol se instalou por completo, a indiazinha acordou, primeira situação que lhe
veio em mente, foi a revolta de que fizeram com seu povo naquele dia anterior,
mas outro sim; estar protegida pela pessoa mais amável do mundo, não se
esqueceu que Luara está oferecendo essa sua proteção, agora só apagar o fogo se
preparar para a última etapa desse percurso, o jovem índio estava ali por perto
ar retirado a alguns metros a beira do riacho., logo percebeu que Potira já
havia se despertado e também se preparava para a essa curta cavalgada para
completar esse seus destinos.
Tudo
estava pronto para seguir a caminhada, Luara arrumou as tralhas no dorso do
cavalinho Reluz, a distância era curta, preferiram caminhar a pé puxando pelas
rédeas do animalzinho, não havia necessidade de montar, já estavam descansado
daquela longa cavalgada do dia anterior, Luara e Potira chegou ao portal da
aldeia, foram recebidos com grande alegria por parte desses irmão nativos aqui
residente, a indígena mais idônea tomou a menina Potira pela mão e foi logo
tratando de alojar e dando todo conforto merecido, logo as outras jovens
nativas da aldeia se aproximaram, deram boas vindas, tudo indica que Luara está
bem recebida, logo se trataram de mostrarem a aldeia por todos os lugares, a
menina se sentiu abraçada com festa de chegada.
Antes do encontro com o grande chefe,
Luara tratou de soltar seu cavalinho Reluz na pastagem junto com os outros
animais da tribo, visto que ali teria muitos alqueires de capinzais dos mais
verdes e saboroso, agora que está tudo confirmado, Luara vai ao encontro do
cacique da aldeia, seu mais novo chefe.
O
acolhimento de Luara e sua linda Potira foi aceito com muito apreço, tudo já
está acertado, eles já estão integrados no meio desse povo, o Cacique o
receberam muito bem, foram expostos os regime e doutrinas a seguir, tudo
ficaram acertado, fizeram pacto de irmão indígenas.
Luara
percebeu que aquele povo o tratavam como irmão, sentiu que ali realmente havia
harmonia, ainda mais, nessa nova tribo de Luara não se percebia nenhuma
desavença entre esses irmãos, somente algo que Luara não concordou por
completo, ele não poderia ficar todo o tempo com sua namorada, havia hora
marcada, mas isso porem era de menos, logo essas exigência será adaptada, Luara
ficaria a disposição do cacique, enquanto Potira se encarregava nos trabalho da
aldeia, mas no final do dia Luara e Potira tinha seus aposentos para ficarem
juntos com toda liberdade que lhe foram de direito. 30/7/25
QUARTA PARTE
Todos
os dias bem de manhãzinha Luara e Potira se levanta para as atividades do dia a
dia, depois de ficarem a noite inteira para seus relacionamentos nesse convívio
de amantes e namorados, ao despertar de cada manhã se despedem para somente se
encontrarem no fim do dia, essa era as obrigações desse casal de nativos
selvagens, permanecer junto no decorrer do dia somente quando estiverem
confirmados casados em união definitiva, por enquanto só voltarão se encontrar
para dormirem durante a noite, logo estarão juntos por todo o período, logo
chegará, a data desse casamento, tudo se confirmará nos próximos dias, a idade
estipulada ao índio homem pelos regimes daquela tribo.
já está nas vésperas desse acontecimento,
Luara e Potira terá uma cabana somente para eles quando se firmarem marido e
mulher, mas porém o índio terá que mostrar que está hábil para esses deveres,
se apresentar como um Guerrero e exímio caçador, o índio Luara terá que ir à
caça e trazer para a comemoração um cervo abatido pelas suas armas, consumirão
durante a festa de união do casal, essa é a prova que já são adultos e responsável
entre ele e ela.
Depois
do grande dia em que aconteceu a união de Luara e Potira, quando tudo ficou
acertado, agora eles viverão um para o outro durante todo o tempo, sem
interrupção, o casal adaptou perfeitamente com os costumes desse grupo de
nativos, enquanto todos vivem em perfeita união, essa tribo não possui
rivalidade com nenhuma outra nação, mas porém a antiga tribo que Luara pertencia viviam em guerras com as
tribos vizinhas, em um desses dias passados, o atual cacique da atual tribo
desses indígenas, em um momento inesperado recebeu um recado do es chefe de
Luara, mandou recado por um mensageiro, dizia de um encontro para assuntos
rotineiro, a maior discordância seria a fuga de Luara e a integração ao povo em
que o Jovem índio aceitou para si.
O eis-chefe de Luara não aceitou que o índio fosse se juntar a esse povo, agora
queria resgatar e levar de volta a sua aldeia de origem, mas a partir daí
começa um desentendimento, o mesmo cacique que ordenou o massacre ao povo de
Potira, agora quer travar uma batalha contra o povo que acolheram com muitas
cordialidade, mas por não chegarem a nenhum acordo, o clima de guerra está
instalado, os eis povos do índio Luara, estão pronto para uma batalha e dessa
vez será resolvida em sangue derramado, os povos vencedores ficarão com o que
sobrarem da tribo derrotada, logo determinaram o dia desse combate, e isso será
muito breve, a hora será marcada, é só aguardarem, Luara e Potira estarão em
linha de frente, quem vencer ficará com o território do vencido.
31/7/2025
Depois de alguns dias
passados, Luara e Potira viviam seus primeiros dias de união, a indiazinha
começou a obedecer os costumes dessa nova tribo e tudo ficou acertado, Potira
teria que passar pela tenda da senhora curandeira para realizar algumas consultas
costumeira, a idônea senhora curandeira além das curas dava conselho já que
estavam ainda em experiência de união, ficaram por ali quase uma hora, muitos
assuntos foram tratados além de verificar como ia a saúde da mais nova esposa,
a senhora idônea encontrou algo que deveria tratar com mais atenção, pediu que
voltasse na próxima semana para se certificar das certezas em que suspeitava a
respeito das vida da pequena índia, se despediram e ficou acertado que na
próxima semana voltaria para continuar com essa consulta.
As duas tribos se
preparam para o embate, na metade do caminho que distancia uma aldeia e outra,
ficou confirmado o local da batalha, os guerreiros se pintaram, se armaram de
flexa, tacape e lança, agora seria uma questão de matar ou morrer, quando as
duas tribos estavam em posição de ataque, a qualquer minuto estouraria os arremessos
de flexas e lanças, em momento de decisão, pronto para atacar surge um índio
mensageiro a cavalo a galope dizendo, gritando alto pedindo para que não dessem
início.
-- Parem, Parem, trago uma notícia, por ordem
do nosso chefe o Cacique, ordena que façam uma trégua urgente, por força
maiores vocês não podem fazerem guerras, existe entre nossas nativas uma mulher
grávida, enquanto gera essa criança nesse ventre não pode haver guerra, guerra
somente o ano próximo caso não aconteça uma mulher gestante em qualquer das
tribos que estão em combates, é lei todos terão que cumprir, caso não cumpra,
muitas maldições recairão sobre nossos povos em geral, esse aviso serve para todos
povos indígenas dessa nação, a ordem é que parem com as guerras, teremos que acertarem nossas diferenças no diálogo,
enquanto essa criança não nascer, todas as tribos terão que manter em união
amigável, sem brigas, esse recém-nascido terá que chegar a essa nação em clima
de paz e harmonia, o cacique ordena que todos recolham suas armas de combate e
voltem para suas cabanas em suas aldeias. Isso é uma ordem, terão que
obedecerem.
A senhora curandeira,
nessas consultas de Luara a sua tenda de curas e conselhos, que Luara estava
grávida, foi assim que essas desavenças terminaram, a antiga tribo de Luara não
conseguiram levar de volta às suas origens, tudo ficou confirmado, o recém-nascido
de Luara e Potira, veio trazer paz a essa nação indígena, os dias se passaram e
as amizades e bem querências voltou a reinar com mais insistência.
TEXTO
DE ANTONIO HERRERO PORTILHO
A
NAMORADA DO BOTO COR DE ROSA. (COMPLETO)
O sol fugiu para longe,
já estava na hora dele dirigir esses seus raios para outra direção, enquanto
isso a passarada da mata desembestou a cantar auto fazendo um grande barulhão,
se houvesse a tradução do idioma da mata, podia se ler que essas aves aclamavam
um pouco mais de claridade nesse hemisfério, quer dizer; desse outro lado do
planeta.
O Boto Cor de Rosa sentiu que
não havia mais nada que fazer por esse dia, não se sabe se é sono ou preguiça,
próprio do costume do sono da tarde, ele ia dormir bem cedo mesmo, para
se levantar pela noite a fim de surpreender alguma garota donzela, usava de
suas artimanhas de conquistador para trazer para si mais uma mocinha inocente
de coração cheio de amor para dar, nesse momento o Boto não se importava se
fosse tardinha ou noite, mas teria que ser antes da meia noite.
Todo os bichos da floresta Insistiam
muito para que o astro rei ficasse mais um pouquinho, mas essa bolinha de fogo
é mesmo muito desobediente e aos poucos foi se afastando de perto desses fãs
insistentes, ele foi se escapando aos poucos da roda de amigos ali existente na
floresta, aos poucos foi passando por trás da floresta tão comentada por todos
os povos da aldeia global feito de terra, água e verde, maravilhosos que essas
árvores nos presenteiam, alguém aí pode achar exagero de minha parte, mas, as
árvores a meu ver são algo sagrado, abençoado por nosso criador, se eu pudesse
plantaria uma árvore bem no meio de meu coração, entre a esquerda e a direita
com raízes me segurando esses meus membros, pensando assim confirmaria que
melhoraria bastante meus equilíbrios, as ramagens subisse pela minha cabeça
florescendo até meu cerebelo, aí sim eu estaria imprimindo minhas pegadas com
mais firmezas.
A floresta silenciou-se, o sol
deixou aquele cenário coberto pelo véu da noite, só a lua insistia em emitir
esses seus claros prateados, que ajuda um pouco a descobrir o oculto que o sol
escondeu, mas, ainda emprestou esses reflexos para ajudar esse satélite natural
da Terra; a lua.
Somente o Boto cor de Rosa não
conseguia dormir, ele ouvia que o som estava baixinho, era rumores de algum
evento comemorativo das festas originada do folclore do nosso estado, os povos
da florestas cantavam, dançavam, se abraçavam dando se ao amor, simbolizando a
fraternidade, essas festas atravessavam as noites de clima tropical, as jovens
esboçavam suas belezas de nativas desses povoados ribeirinhas, muitos festeiros
chegavam de canoas nesse local de beira rio que servia os caboclos ribeirinhos,
vividos nessas afluentes hídricas
Ar retirado dali a uns
quinhentos metros sobre a correnteza à baixa o Boto Cor de Rosa se descansava,
repousava de baixo de uma planta aquática das flores Vitória Régia,
despreocupado, sem nada a fazer, mas de ouvidos atentos para o que está acontecendo
fora d’água, nesse momento o som que mais se ouvia era da festa folclóricas
típicas daqueles povos caboclos nativos das vilas e povoados.
O Boto só saía d’água quando ouvia o
chamado misterioso, caso não assoviassem ele não saía a campo vestido de rapaz
sedutor, permanecia em seu esconderijo de repousar de suas ressacas das noites
de grandes orgias que ele sempre vivia a redor das mulheres mais belas dessas
regiões que nesse momento está acontecendo, o Boto só aguarda o assovio
misterioso para que ele saia a campo.
Os relógios marcavam as dez horas da noite, em
volta de uma fogueira acontecia o encontro dos dançarinos antecipando o momento
que o salão dava o início do grande evento festivo, festa dos deuses da
floresta, assim o zabumbo não cessava com as batidas no couro esticado nesse
instrumento de fazer alegrias, alguns festeiros preferiam ficar por ali mesmo
fora do clube feito para esses personagens dançantes. Esses populares, se acalentando do calor do
fogo enquanto saboreava da comida própria dessa região, comiam e bebericavam
repetindo os pratos dessas iguarias.
Logo o espírito da floresta deu um
sinal, o Boto Cor de Rosa capitou a convocação, foram três assovio chamativo,
ele já estava quase desistindo da ida a essa festa, mas logo com obediência foi
atender os pedidos das vozes da floresta, se vestiu com elegância de mostrando
um belo jovem com aparências de homem de ricas posses, o Boto Cor de Rosa
se transformou em um jovem sedutor, se aproximou da festa vindo fazendo
remanse nas águas quando movimentava a canoa e os remos, chegou à beira do barranco,
saltou fora da canoa, amarrou a em um palanque feito para essa finalidade,
andou de sandálias de couro cru até um arbusto ali existente, retirou de um
saco plástico um par de sapatos do modelo mocassim masculino, tirou dos pés as
sandálias artesanais, trocou para esse belo calçado de valores altíssimo,
passou o terno branco com as mãos terminando por arrumar o cinto, vendo que
estava todo paramentado para seus devaneios, deu início os primeiros passos em
direção do ambiente festivo, quando ele fez presença todas dos sexos femininos
respiraram fundo demostrando grande admiração.
Aquelas lindas mulheres festeiras
que fazia presença ficaram de assanhamentos se oferecendo para uma contra
dança.
O Boto se localizava em um lugar
mais alto do salão, dali ele observava tudo e admirou como nesse ambiente havia
tantas mulheres lindas e simpáticas, escolhia com os olhos aquela que seria sua
companheira por essa longa noite, percebiam que muitas damas daquelas, até se
oferecia, mas o Boto Cor de Rosa escolheu a mais bela dessas garotas, não se
importando tanto pela timidez e ingenuidade da moça, para dançar nesse salão,
tudo se tornava mais harmônico vendo que essa moça media as mesmas alturas do
moço Boto Cor de Rosa, a escolhida do Boto se chamava Suzete, moça muito
pacata, muito bonita, corpo lindo de se ver, cheia de pureza que ainda não
namorou, só algumas bolinação de íntimos amigos de escola, mas continuava
virgem como uma santa imaculada.
Suzete, ao lado de sua mãe e pai
adentrou para dentro do ambiente de danças, ela e sua mãe estavam em trajes
lindos com tudo em harmonia e combinação para essas vestimentas, seu pai exibia
um longo bigode bem penteado, de mostravam muita elegância esse trio fazendo
parte da pequena família, visível que Suzete era filha única, muito protegida
por pai e mãe.
O Boto fixava os olhares nessa
beldade de nome Suzete.
Em dado momento o sedutor das águas
Amazônicas se levanta e parte em direção dessa presa que ele julga fácil,
mas, nem sempre é o que parece, Suzete tinha de seu lado dois severos
guardiões; seu pai e sua mãe, não será muito fácil romper essa barreira, esse
rapaz sempre conseguiu o que desejava, tudo indica que não será agora que suas
investidas resultará em fracasso, ele desceu de sua atalaia enquanto arredava
com as mãos os populares que fazia presença naquele salão, apesar da grande
multidão, o Rapaz sedutor chegou bem próximo da moça, parou como se estivesse
procurando alguém, na pista de dança naquele momento terminava aquela seleção
de música dançante, os dançarinos se dispersaram aguardando a próxima exibição
dos casais no salão, Geraldino começou observar a estratégica do belo, o pai de
Suzete percebeu à aproximação, ficou certo que o rapaz estava mesmo interessado
em sua filha, mas vendo que se tratava de um jovem muito bem vestido e de boa
aparência, não fez mau gosto, deixou que esse encontro acontecesse, Geraldino
fez que não percebia, achou que já estava na hora de Suzete namorar e até
casar, assim ficou só assistindo a possível conquista a sua filha.
Esse possível sogro caiu nos gostos do namoro,
se é que poderá acontecer, por enquanto só se percebe os olhares de flerte.
Depois de alguns goles e comes da
comida típica da região, os minutos de intervalo chegaram ao fim, em meio ao
barulho da multidão, já se ouve um som de instrumentos conferindo as notas
musical a seguir, certo que o ritmo a seguir seria de guarânia executado em
teclado, ótimo para casais dançarem mais aproximados, hora de sentir o calor
dos corpos, veio cair bem nas intenções do rapaz das águas profundas; o Boto, mal
a música começou a ser executada, o salão se encheu de dançarinos, o moço
misterioso movimentou alguns passos em aproximando de Suzete, momento percebeu
certeza da reciprocidade em que os olhares se encontraram, chegando bem
próximos aos ouvidos de Suzete, o rapaz a convidou para dançar, nesse momento
tudo conspirava para um início de romance, mesmo que fosse por uma única noite,
Geraldino o pai da moça se encheu de ciúme, junto de sua esposa mãe de Suzete
lançou aqueles olhares de adeus às inocências e as disciplinas para bom
comportamento de uma moça de família assim como eles diziam, sentiu que
poderia ser agora o desprendimento dessa cria muito mimada, Geraldino pelas
experiência de vida, percebeu que sua filha agora estaria caindo nos braços do
homem que tanto procurava para namorado, noivo ou até marido, preocupado pelo
que poderia acontecer com a virgindade da moça filha, senhor Geraldino cuidava
do casal de namorados com olhares fixos, assim mesmo perceberam que Suzete e o
Boto fazia um par perfeito, certo que daria um lindo e perfeito casal, ficava
com os sentimentos divididos, apreciava e aprovava os comportamentos do moço,
mas, porém, com tudo, alimentava um ciúme obsessivo de pai de filha muito
bonita e mimada, a mãe de Suzete percebendo esses sentimentos de pai,
Geraldino, ainda tentava acalmá-lo, dona Jacinta mãe de Suzete dirigia palavras
a fim de conforta-lo, ela conhecia o marido que tinha, seu Geraldino quando sentia
perca de algo, no caso sua mimada filha, se sentia momento de histerias,
passando os dedos no bigode, coçava a cabeça, nem piscava de tanta fixação
doentia, situações que poderia acontecer com a mãe da moça, isso pelo fato de
ser mulher e conhecer bem o universo feminino, natural do sexo frágil,
preocupados com essa primeira vez da filha, outrora pacata, tímida e ingênua,
mas ciente que essa hora acontecia, Suzete a qualquer hora presente passaria
para essa condição de mulher feita, prosseguir para o longo da vida.
Em um momento de descuido, senhor
Geraldino perdeu de vista sua filha, certo que esse pai a qualquer momento não
conseguiria guardá-la com tanta insistência, saiu do lado da esposa por alguns
instantes para tentar localizar Suzete, mas ficou certo que no salão Suzete não
se encontrava, passou para o lado de fora do ambiente de danças, olhou ao
redor, quando firmou as vistas para a beira as margens do rio, ali aproximado
uns cinquenta metros percebeu um casal bem juntos aos beijos e abraços, ainda
não estava certo que se tratava de Suzete, até que parecia bastante, a
iluminação pública não favorecia muito, ignorou essa constatação do
casal, virou as costas e voltou para o salão, se juntou com dona Jacinta sua
esposa, nesse momento dona Jacinta reafirmou o que estava acontecendo, disse
que havia procurado por todos os lugares, e não viu, o casal de namorados
Suzete e o rapaz Boto cor de Rosa, por momento desapareceram, quem sabe não
seria aquele casal que o senhor Geraldino viu aos abraços e beijos, juntos as margens
do rio que passava por ali perto.
Os pais de Suzete, não tem
conhecimento, mas muitos mistérios poderão acontecer com sua filha mimada, com
certeza aquele casal de namorados que o senhor Geraldino viu em meio aos
coqueirais poderá ser sim a moça filha do senhor, mas, porém, isso não importa,
se é ou não é, o certo que esse casal a essas horas estão por aí bem escondidos
longe das fúrias e ciúme.
Depois que o casal estava
desaparecido, de surpresa surge lá não sei de onde, certeza! que esses dois
namorados não praticavam de comum acordo com seus pais, na verdade, por assim
dizer, Suzete estaria virando uma página de sua vida, o inevitável aconteceu
para as contrariedades de seus pais, certo que o rapaz Boto mergulhou nessas
profundezas do ser feminino de Suzete em vida, a transformando em mulher
completa nas essências.
Suzete e Boto estão juntos, bem ali
sobre esse pequeno tablado de embarque e desembarque quando precisarem deslocar
passageiros e até grandes objetos.
Ela e Boto movimentaram alguns
passos adiante do tablado, em momento muito românticos apreciava os formatos da
lua que no momento estava redonda e cintilante quando refletia naquele espelho
d’água cheio de magia mostrando as maravilhas dos espírito do rio Amazonia,
apesar de algumas lâmpadas acesa messe ponto, mas no momento não favorecia em
quase nada para a claridade, pouca iluminação, eram justamente por nesse lugar
que os festeiros chegavam a esses eventos, se aportavam de suas canoas, subiam
uma curta rua um pouco alcantilado quando buscava o rio ou para
chegar ao clube.
Seu Geraldino finalmente localizou
sua filha, apesar de meio escuro, mas por momento Suzete estava em um plano
mais baixo, ainda ouviu o chamado de seu pai, mas ainda ficou por mais alguns
minutos por ali na companhia do Boto enquanto se encantava com o rio no reflexo
do claro da lua, no instante que seu namorado dizia das profundidade das águas
no mesmo local, Suzete estava de costas envolvida em outras novidades em que
ela descobria, afastado a uns dez metros, a moça ouviu um barulho n'água, como
se algum bicho do mato tivesse caído, ou dado um mergulho, ficou preocupada,
procurava pelo boto mas não via nada, ele misterioso desapareceu naquelas águas
profunda, mas ainda ficou ali sua canoa, dentro suas sandálias de couro cru,
enfiada pelos dois remos, os mesmos que chegou até aqui remando fazendo remanse
nas águas, Suzete ainda perguntou para alguns populares que circulava por ali
nesse pequeno embarcadouro, se caso teria visto um jovem assim nessas formas,
foi explicando tudo bem detalhado, mas as respostas só foram não.
Suzete saiu desse local muito
frustrada, seu namorado desapareceu misteriosamente, saiu das águas do rio
seduziu a garota, ficaram longas horas juntos, Suzete safou-se das amarras de
seu pai que tanto a prendia impedindo seus namoros ou noivados.
Subiu a pista Íngreme até
chegar a companhia de seus pais, sua mãe e seu pai perguntou do namorado, ela
respondeu que se foi, que morava longe, que temia possível enchente, poderia
chover muito, que um outro dia volta para mais encontro, do próximo teremos que
receber em nossa casa, ele me disse que me pediria em casamento, com o
consentimento de meu pai, noivaremos, e logo casaremos.
Suzete em meio a tanta frustração
disse aos seus pais a fins de se conter dos nervosos crise de histeria.
Antônio Herrero Portilho /
01/11/25
A NAMORADA DO BOTO COR DE ROSA. (COMPLETO)
O
sol fugiu para longe, já estava na hora dele dirigir esses seus raios para
outra direção, enquanto isso a passarada da mata desembestou a cantar auto
fazendo um grande barulhão, se houvesse a tradução do idioma da mata, podia se
ler que essas aves aclamavam um pouco mais de claridade nesse hemisfério, quer
dizer; desse outro lado do planeta.
O
Boto Cor de Rosa sentiu que não havia mais nada que fazer por esse dia, não se
sabe se é sono ou preguiça, próprio do costume do sono da tarde, ele ia
dormir bem cedo mesmo, para se levantar pela noite a fim de surpreender alguma
garota donzela, usava de suas artimanhas de conquistador para trazer para si
mais uma mocinha inocente de coração cheio de amor para dar, nesse momento o
Boto não se importava se fosse tardinha ou noite, mas teria que ser antes da
meia noite.
Todo
os bichos da floresta Insistiam muito para que o astro rei ficasse mais um
pouquinho, mas essa bolinha de fogo é mesmo muito desobediente e aos poucos foi
se afastando de perto desses fãs insistentes, ele foi se escapando aos poucos
da roda de amigos ali existente na floresta, aos poucos foi passando por trás
da floresta tão comentada por todos os povos da aldeia global feito de terra,
água e verde, maravilhosos que essas árvores nos presenteiam, alguém aí pode
achar exagero de minha parte, mas, as árvores a meu ver são algo sagrado,
abençoado por nosso criador, se eu pudesse plantaria uma árvore bem no meio de
meu coração, entre a esquerda e a direita com raízes me segurando esses meus
membros, pensando assim confirmaria que melhoraria bastante meus equilíbrios,
as ramagens subisse pela minha cabeça florescendo até meu cerebelo, aí sim eu
estaria imprimindo minhas pegadas com mais firmezas.
A
floresta silenciou-se, o sol deixou aquele cenário coberto pelo véu da noite,
só a lua insistia em emitir esses seus claros prateados, que ajuda um pouco a
descobrir o oculto que o sol escondeu, mas, ainda emprestou esses reflexos para
ajudar esse satélite natural da Terra; a lua.
Somente
o Boto cor de Rosa não conseguia dormir, ele ouvia que o som estava baixinho,
era rumores de algum evento comemorativo das festas originada do folclore do
nosso estado, os povos da florestas cantavam, dançavam, se abraçavam dando se
ao amor, simbolizando a fraternidade, essas festas atravessavam as noites de
clima tropical, as jovens esboçavam suas belezas de nativas desses povoados
ribeirinhas, muitos festeiros chegavam de canoas nesse local de beira rio que
servia os caboclos ribeirinhos, vividos nessas afluentes hídricas
Ar
retirado dali a uns quinhentos metros sobre a correnteza à baixa o Boto Cor de
Rosa se descansava, repousava de baixo de uma planta aquática das flores
Vitória Régia, despreocupado, sem nada a fazer, mas de ouvidos atentos para o
que está acontecendo fora d’água, nesse momento o som que mais se ouvia era da
festa folclóricas típicas daqueles povos caboclos nativos das vilas e povoados.
O
Boto só saía d’água quando ouvia o chamado misterioso, caso não assoviassem ele
não saía a campo vestido de rapaz sedutor, permanecia em seu esconderijo de
repousar de suas ressacas das noites de grandes orgias que ele sempre vivia a
redor das mulheres mais belas dessas regiões que nesse momento está
acontecendo, o Boto só aguarda o assovio misterioso para que ele saia a campo.
Os
relógios marcavam as dez horas da noite, em
volta de uma fogueira acontecia o encontro dos dançarinos antecipando o momento
que o salão dava o início do grande evento festivo, festa dos deuses da
floresta, assim o zabumbo não cessava com as batidas no couro esticado nesse
instrumento de fazer alegrias, alguns festeiros preferiam ficar por ali mesmo
fora do clube feito para esses personagens dançantes. Esses populares, se acalentando do calor do
fogo enquanto saboreava da comida própria dessa região, comiam e bebericavam
repetindo os pratos dessas iguarias.
Logo
o espírito da floresta deu um sinal, o Boto Cor de Rosa capitou a convocação,
foram três assovio chamativo, ele já estava quase desistindo da ida a essa
festa, mas logo com obediência foi atender os pedidos das vozes da floresta, se
vestiu com elegância de mostrando um belo jovem com aparências de homem de
ricas posses, o Boto Cor de Rosa se transformou em um jovem sedutor, se
aproximou da festa vindo fazendo remanse nas águas quando movimentava a
canoa e os remos, chegou à beira do barranco, saltou fora da canoa, amarrou a
em um palanque feito para essa finalidade, andou de sandálias de couro cru até
um arbusto ali existente, retirou de um saco plástico um par de sapatos do
modelo mocassim masculino, tirou dos pés as sandálias artesanais, trocou para
esse belo calçado de valores altíssimo, passou o terno branco com as mãos
terminando por arrumar o cinto, vendo que estava todo paramentado para seus
devaneios, deu início os primeiros passos em direção do ambiente festivo,
quando ele fez presença todas dos sexos femininos respiraram fundo demostrando
grande admiração.
Aquelas
lindas mulheres festeiras que fazia presença ficaram de assanhamentos se
oferecendo para uma contra dança.
O
Boto se localizava em um lugar mais alto do salão, dali ele observava tudo e
admirou como nesse ambiente havia tantas mulheres lindas e simpáticas, escolhia
com os olhos aquela que seria sua companheira por essa longa noite, percebiam
que muitas damas daquelas, até se oferecia, mas o Boto Cor de Rosa escolheu a
mais bela dessas garotas, não se importando tanto pela timidez e ingenuidade da
moça, para dançar nesse salão, tudo se tornava mais harmônico vendo que essa
moça media as mesmas alturas do moço Boto Cor de Rosa, a escolhida do Boto se
chamava Suzete, moça muito pacata, muito bonita, corpo lindo de se ver, cheia
de pureza que ainda não namorou, só algumas bolinação de íntimos amigos de
escola, mas continuava virgem como uma santa imaculada.
Suzete,
ao lado de sua mãe e pai adentrou para dentro do ambiente de danças, ela e sua
mãe estavam em trajes lindos com tudo em harmonia e combinação para essas
vestimentas, seu pai exibia um longo bigode bem penteado, de mostravam muita
elegância esse trio fazendo parte da pequena família, visível que Suzete era
filha única, muito protegida por pai e mãe.
O
Boto fixava os olhares nessa beldade de nome Suzete.
Em
dado momento o sedutor das águas Amazônicas se levanta e parte em direção dessa
presa que ele julga fácil, mas, nem sempre é o que parece, Suzete tinha
de seu lado dois severos guardiões; seu pai e sua mãe, não será muito fácil
romper essa barreira, esse rapaz sempre conseguiu o que desejava, tudo indica
que não será agora que suas investidas resultará em fracasso, ele desceu de sua
atalaia enquanto arredava com as mãos os populares que fazia presença naquele
salão, apesar da grande multidão, o Rapaz sedutor chegou bem próximo da moça,
parou como se estivesse procurando alguém, na pista de dança naquele momento
terminava aquela seleção de música dançante, os dançarinos se dispersaram
aguardando a próxima exibição dos casais no salão, Geraldino começou observar a
estratégica do belo, o pai de Suzete percebeu à aproximação, ficou certo que o
rapaz estava mesmo interessado em sua filha, mas vendo que se tratava de um
jovem muito bem vestido e de boa aparência, não fez mau gosto, deixou que esse
encontro acontecesse, Geraldino fez que não percebia, achou que já estava na
hora de Suzete namorar e até casar, assim ficou só assistindo a possível
conquista a sua filha.
Esse possível sogro caiu nos gostos do namoro,
se é que poderá acontecer, por enquanto só se percebe os olhares de flerte.
Depois
de alguns goles e comes da comida típica da região, os minutos de intervalo
chegaram ao fim, em meio ao barulho da multidão, já se ouve um som de
instrumentos conferindo as notas musical a seguir, certo que o ritmo a seguir
seria de guarânia executado em teclado, ótimo para casais dançarem mais
aproximados, hora de sentir o calor dos corpos, veio cair bem nas intenções do
rapaz das águas profundas; o Boto, mal a música começou a ser executada, o
salão se encheu de dançarinos, o moço misterioso movimentou alguns passos em
aproximando de Suzete, momento percebeu certeza da reciprocidade em que os
olhares se encontraram, chegando bem próximos aos ouvidos de Suzete, o rapaz a
convidou para dançar, nesse momento tudo conspirava para um início de romance,
mesmo que fosse por uma única noite, Geraldino o pai da moça se encheu de
ciúme, junto de sua esposa mãe de Suzete lançou aqueles olhares de adeus às
inocências e as disciplinas para bom comportamento de uma moça de família assim
como eles diziam, sentiu que poderia ser agora o desprendimento dessa
cria muito mimada, Geraldino pelas experiência de vida, percebeu que sua filha
agora estaria caindo nos braços do homem que tanto procurava para namorado,
noivo ou até marido, preocupado pelo que poderia acontecer com a virgindade da
moça filha, senhor Geraldino cuidava do casal de namorados com olhares fixos,
assim mesmo perceberam que Suzete e o Boto fazia um par perfeito, certo que
daria um lindo e perfeito casal, ficava com os sentimentos divididos, apreciava
e aprovava os comportamentos do moço, mas, porém, com tudo, alimentava um ciúme
obsessivo de pai de filha muito bonita e mimada, a mãe de Suzete percebendo
esses sentimentos de pai, Geraldino, ainda tentava acalmá-lo, dona Jacinta mãe
de Suzete dirigia palavras a fim de conforta-lo, ela conhecia o marido que
tinha, seu Geraldino quando sentia perca de algo, no caso sua mimada filha, se
sentia momento de histerias, passando os dedos no bigode, coçava a cabeça, nem
piscava de tanta fixação doentia, situações que poderia acontecer com a mãe da
moça, isso pelo fato de ser mulher e conhecer bem o universo feminino, natural
do sexo frágil, preocupados com essa primeira vez da filha, outrora pacata,
tímida e ingênua, mas ciente que essa hora acontecia, Suzete a qualquer hora presente
passaria para essa condição de mulher feita, prosseguir para o longo da
vida.
Em
um momento de descuido, senhor Geraldino perdeu de vista sua filha, certo que
esse pai a qualquer momento não conseguiria guardá-la com tanta insistência,
saiu do lado da esposa por alguns instantes para tentar localizar Suzete, mas
ficou certo que no salão Suzete não se encontrava, passou para o lado de fora
do ambiente de danças, olhou ao redor, quando firmou as vistas para a beira as
margens do rio, ali aproximado uns cinquenta metros percebeu um casal bem
juntos aos beijos e abraços, ainda não estava certo que se tratava de Suzete,
até que parecia bastante, a iluminação pública não favorecia muito,
ignorou essa constatação do casal, virou as costas e voltou para o salão, se
juntou com dona Jacinta sua esposa, nesse momento dona Jacinta reafirmou o que
estava acontecendo, disse que havia procurado por todos os lugares, e não viu,
o casal de namorados Suzete e o rapaz Boto cor de Rosa, por momento
desapareceram, quem sabe não seria aquele casal que o senhor Geraldino viu aos
abraços e beijos, juntos as margens do rio que passava por ali perto.
Os
pais de Suzete, não tem conhecimento, mas muitos mistérios poderão acontecer
com sua filha mimada, com certeza aquele casal de namorados que o senhor
Geraldino viu em meio aos coqueirais poderá ser sim a moça filha do senhor,
mas, porém, isso não importa, se é ou não é, o certo que esse casal a essas
horas estão por aí bem escondidos longe das fúrias e ciúme.
Depois
que o casal estava desaparecido, de surpresa surge lá não sei de onde, certeza!
que esses dois namorados não praticavam de comum acordo com seus pais, na
verdade, por assim dizer, Suzete estaria virando uma página de sua vida, o
inevitável aconteceu para as contrariedades de seus pais, certo que o rapaz
Boto mergulhou nessas profundezas do ser feminino de Suzete em vida, a
transformando em mulher completa nas essências.
Suzete
e Boto estão juntos, bem ali sobre esse pequeno tablado de embarque e
desembarque quando precisarem deslocar passageiros e até grandes objetos.
Ela
e Boto movimentaram alguns passos adiante do tablado, em momento muito
românticos apreciava os formatos da lua que no momento estava redonda e
cintilante quando refletia naquele espelho d’água cheio de magia mostrando as
maravilhas dos espírito do rio Amazonia, apesar de algumas lâmpadas acesa messe
ponto, mas no momento não favorecia em quase nada para a claridade, pouca
iluminação, eram justamente por nesse lugar que os festeiros chegavam a esses
eventos, se aportavam de suas canoas, subiam uma curta rua um pouco alcantilado
quando buscava o rio ou para chegar ao clube.
Seu
Geraldino finalmente localizou sua filha, apesar de meio escuro, mas por
momento Suzete estava em um plano mais baixo, ainda ouviu o chamado de seu pai,
mas ainda ficou por mais alguns minutos por ali na companhia do Boto enquanto
se encantava com o rio no reflexo do claro da lua, no instante que seu namorado
dizia das profundidade das águas no mesmo local, Suzete estava de costas
envolvida em outras novidades em que ela descobria, afastado a uns dez metros,
a moça ouviu um barulho n'água, como se algum bicho do mato tivesse caído, ou
dado um mergulho, ficou preocupada, procurava pelo boto mas não via nada, ele
misterioso desapareceu naquelas águas profunda, mas ainda ficou ali sua canoa,
dentro suas sandálias de couro cru, enfiada pelos dois remos, os mesmos que
chegou até aqui remando fazendo remanse nas águas, Suzete ainda perguntou para
alguns populares que circulava por ali nesse pequeno embarcadouro, se caso
teria visto um jovem assim nessas formas, foi explicando tudo bem detalhado,
mas as respostas só foram não.
Suzete
saiu desse local muito frustrada, seu namorado desapareceu misteriosamente,
saiu das águas do rio seduziu a garota, ficaram longas horas juntos, Suzete
safou-se das amarras de seu pai que tanto a prendia impedindo seus namoros ou
noivados.
Subiu
a pista Íngreme até chegar a companhia de seus pais, sua mãe e seu pai
perguntou do namorado, ela respondeu que se foi, que morava longe, que temia
possível enchente, poderia chover muito, que um outro dia volta para mais
encontro, do próximo teremos que receber em nossa casa, ele me disse que me
pediria em casamento, com o consentimento de meu pai, noivaremos, e logo
casaremos.
Suzete
em meio a tanta frustração disse aos seus pais a fins de se conter dos nervosos
crise de histeria.
Antônio
Herrero Portilho / 01/11/25
OS
AMORES DE CIBELE.
No
edifício ao lado, dois corpos estão se atraindo; ela uma jovem senhora
possuidora de todos atributos sonhado por qualquer homem sexualmente normal,
Descrever este corpo bonito, seria um sacrilégio esquecer de mencionar algumas
dessas qualidades nessa linda e super atraente, como eu poderia dizer, menina
mulher, já com experiência conjugal, noivo mora juntos, ou sei lá é mau
acompanhada de relacionamento muito liberal, cada um que faz de suas vidas o
que queres.
Ele
morava no mesmo condomínio que Cibele residia, mas do outro lado, em posição
oposta, frente para outra rua, e apartamento, se dizia, e se achava o máximo,
era irmão do porteiro desse condomínio, às vezes muito gabola, se achava muito
além da realidade, na verdade ele era apenas um sujeito normal,
assim
como eu, ou outro senhor humilde como deva ser, na hora de comparecer, resolve
qualquer tarefa, se mostra capaz, fazendo com que ambos sintam -se satisfeitos.
Ele é
um caso para se pensar. Bom de cama?... Será?... Então veremos a seguir se
realmente confere o que ele tanto se auto promove.
Justamente
naquele momento, ela no banho enquanto deixava a água morna escorrer por aquela
vastidão de corpo bonito e bem convidativo, movimentando quadris enquanto
trabalhava as mãos durante o exercício de se esfregar a pele,
Súbito
o seu telefone toca, era seu vizinho; o mais novo na área.
Quando
ele chegou de mudanças ela já botou os olhos compridos, e fantasiava toda a
depravação e sexo sem limite.
Já
fazia suas projeções para o futuro, pegar esse homem e dilacerar como um cão
estraçalha um bichinho de pelúcia, imaginava isso ela ele em atos pecaminosa
com esse macho, quer dizer; malhar o duro até sair o caldo.
Através
de seus aposentos, havia uma vasta visão para o prédio desse seu recém-chegado
vizinho, coincidência ou não, era nele que ela pensava na hora do banho,
enquanto ela masturbava e imaginava que transar com ele era seu maior sonho de
consumo.
CIBELE
não deixava passar um, todos ela fazia sua marca de pegadora e esse rapaz
aproximava de tudo isso acontecer.
--Alô
querida CIBELE, você nem imagina quem está falando nesse momento contigo.
Essa
voz não me é estranha... Deixe me recobrar minha memória... Parece que já ouvi
esse som dessas palavras. Não seria esse mais novo vizinho?
--Você
é muito observadora e atenta para as pequenas coisas, sim sou eu mesmo;
--
Ah... Já imaginava isso.
--Meu
nome é Carlão Pit bull, a seu dispor, mas, não se preocupes e tenha a certeza
que não vou lhe oferecer nenhum perigo, as minhas mordidas não transmite
nenhuma moléstia, apenas mordidas de amores, sou um cão adestrado.
--Por
favor, Carlão, me liga outra hora, estou terminando meu banho, de saída vou
buscar minha filha no colégio, me ligue outra hora, talvez nós combinemos uma
saidinha, estou mesmo carente, quem sabe a gente para em algum desses
barezinhos da avenida, preciso levantar meu astral, você chegou à boa hora, só
que precisamos aguardar esse momento oportuno.
--Tudo
bem... Ficarei nessa expectativa.
--
Então... Tudo que é muito gostoso não acontece assim tão fácil. Espere que se
há de acontecer, acontecerá.
--Não
há problema, tenho todo tempo do mundo só para você minha linda e encantadora
vizinha.
--Abaixe
a bola aí rapaz, você está muito convicto, você pode se decepcionar com um não,
não há muitas molezas comigo, você ainda não me ganhou.
--Gostaria
que você soubesse que dês de quando passei a morar aqui é só você que povoa
meus pensamentos eróticos, estou fantasiando milhões de besteiras com você.
--Bem...
Garoto sonhador... Não penses você que as coisas são muito fáceis, tenho lá
minhas restrições, fique sabendo que não vou me entregar assim tão fácil nesse
primeiro encontro, você passara por uma avaliação, se eu achar por bem, quem
sabe faremos um amor gostoso, mas porem eu peço que você não vá contando com
vitória alcançada, vou pensar nestas suas possibilidades, terá que estar à
altura de minhas exigências.
--Sim
aceito estas regras desse seu jogo, aposto que você será surpreendida com o meu
desempenho e ficarei ansioso por este momento.
-- Á
proposito, diga-me, por favor, quem passou meu telefone e minhas particulares
informações?
--Foi
o rapaz da portaria do condomínio, ele é meu irmão, mas não se preocupe, sou da
paz.
--Quanto
à paz tudo bem, caso contrário eu tenho lá meus recursos contra esses maníacos,
minhas autodefesas, acho que não vou precisar abrir mãos destas minhas forças.
--Lógico
que não, eu faço amor, não faço violências.
--Ah
tá, vou pensar no seu caso... Quem sabe?
--Tchau
amor, um beijo na sua bochecha. Até lá.
--Tá...
Vejamos em que se dará isso.
--Tchau,
até...
E
assim termina esse diálogo pelo telefone.
SEGUNDA
PARTE
Cibele
nessa manhã de domingo se dirige a casa de seus avôs que mora em uma de suas
propriedades na zona rural dessa cidade, não ficava muito longe do período
urbano, como dizia os nativos dessa região: logo ali.
A
estrada, depois de um trecho de planície, mas logo próximo a uns seis
quilômetros começaria um pedaço desse trajeto bem íngreme, vencendo esses mais
ou menos oitocentos metros retomaria a um trecho de calmaria sem solavancos, a
partir desse ponto de quilômetros, voltava a rodar nessa estrada plana, mas,
toda calçada de cascalho, tipo de calçamento para conservar esse leito
carroçável, essa distância não era longa, mas demoraria chegar devido as
condições de rodagem, apesar de boa para dirigir, não podia descuidar dos
buracos que os pneus teriam que trafegarem rodando nessas pedrarias, enquanto
que Cibele continuava firme no volante, apressada para chegar e se descansar,
dirigia com cuidado para não atropelar os bichinhos que atravessava a pista de
rodagem, enquanto tudo transcorria na maior tranquilidade, veja que deu com a
mão em sentido de pegar uma carona, Cibele frena o veículo e pergunta ao
caroneiro – Para onde vai, para que posso te ajudar?
-- A
mais uns dozes quilômetros a frente. Se me ajudar a chegar até lá, eu fico
agradecido.
Para
evitar a poeira da estrada, Cibele estava com óculos escuros e um lenço na
cabeça, completamente irreconhecível, nessas condições, somente seu marido
conseguiria reconhece-la, mas não possui essas vocações por casamentos, no
momento retirou os óculos para poder enxergar melhor com quem estava falando,
--
Veja, as nuvens, está formando um temporal, só posso levá-lo na caçamba da
camioneta, se acomode nessas sacas de cereais, rações para animais, vamos
torcer que não chova até chegarmos lá, logo, depressa, a qualquer momento vai
cair um toró, a chuva está aproximando.
--
Sim!... muito obrigado. (disse o rapaz agradecendo antecipadamente).
--
Não se importaria de se acomodar aí nesse compartimento de carga.
--
Não tem problema, moça, até aí já temo certeza de sua gentileza, vamos torcer
para a chuva não nos alcançar.
Na
verdade, Cibele ficou tentando se lembrar de onde viu esse personagem
caroneiro.
--
logo a ficha cai, aí eu me recordarei.
Cibele
apertava o pé no acelerador, muitas imagens da paisagem ficavam para trás, logo
chegam, é logo ali.
À
poucas horas havia passado um forte temporal, certeza, eram aquelas nuvens
revolta muitas árvores foram tombadas, até derriçado muita plantação, nessas
horas os avós de Cibele estão precisando de companhia, alguém para reparar os
estragos da chuva; subir ao telhado, recolocar as telhas em seus devidos
lugares, não que poderia molhar dentro de casa, impossível essa ação da chuva,
a casa tinha laje e um terraço.
Quando
Cibele dirigia o veículo tranquilamente, súbito um galho de uma árvore caiu
atravessado na estradinha, Carlos desceu das acomodações e foi lá retirar o
obstáculo do meio do leito carroçável, atendendo ao pedido de Cibele, enquanto
a caminhoneta estava parada nessa estrada por esse imprevisto, ela aproveitou
para fazer essa indagação.
Cibele
pergunta ao rapaz onde ele desembarcaria.
-- É
bem lá no topo dessa subida, quando passar os coqueiros da porteira azul,
quando chegar lá peço que pare para eu continuar a pé esses cem metros, as
casas do sítio ficam logo ali.
Ela
chegou com o veículo no ponto indicado, pediu que ele abrisse a porteira,
coincidência ou não, o destino de Cibele era o mesmo de Carlos, a casa dos avôs
e parentes de Carlos ficava a uns duzentos metros fundos do sítio de Cibele,
logo ela lembrou-se da memória acordou para a realidade, esse Carlos era o
mesmo vizinho que de Cibele, aquele que vivia dando cantada a Cibele, aí ela
descobriu a verdadeira identidade desse seu vizinho, lógico que ele não
demostrava nenhuma importância, morava naquele apartamento somente para
guardar, era de seu tio em tempos que chegava do interior à capital para ficar
alguns dias, logo o tio de Carlão retornava para seus trabalhos em tempos de
cultivos das lavoras, ele era um agropecuarista, na verdade Carlão não era tudo
aquilo que se deixava transparecer, isso é o que se passa com as pessoas que o
conhecia, uma pessoa simples que apenas possuía um carro simples, raras as
vezes o dirigia para chegar à casa de seus parentes que morava na roça, e se
tratava de meeiros, tipo assim arrendatários na propriedade dos pais de Cibele.
Depois
das descobertas de Cibele, tudo ficou mais difícil de aceitar as cantadas de
Carlão Pit Bull, ela nunca havia topada frente a frente com Carlão, fez contato
por telefone com esse rapaz, quando atendia seus telefones, foram as
coincidências... 21/6/26------------------------------------------------
...que
fizeram Cibele ficar sabendo de tudo desse contato, ela não chegou a vias de
fatos, até agora Carlão ficou só nas conversas por telefone, Cibele respira
aliviada e faz um barulho com a boca, exclama bocejando, como se estivesse
jogando palavras aos ventos, diz só para si
–Ainda
bem, estou livre de cair nesse engano, ele é mesmo um desqualificado, será
mesmo desqualificado? Carlão não é o que estão pensando dele, na verdade pensam
errado, ele é outra pessoa, mora naquele apartamento somente para tomar conta,
o apartamento pertence ao seu Tio que visita a cidade a cada quinzenas,
agropecuarista que mora muito longe da cidade, Carlão faz faculdade, estuda a
arte da computação, nesse período de férias ele faz um pouco de Educação física
na academia mais perto dali, se Cibele alcançou o na estrada, não pense ela que
o cara é um desprovido de todo recursos de se locomover, ele visitaria a casa
de seus familiares, aproveitou para fazer uma caminhada, ele tinha muito zelo
pelo seu corpo, seu físico, quando ele aceitou a carona, não foi para se livrar
do cansaço, na verdade ele sentia medo do temporal que se aproximava.
Quando
Carlão usava aquelas estradinhas da fazenda de manhã, em um momento inesperado,
topa de cara com Cibele nesses mesmos trajetos, para Carlão não se considerava
surpresa, ele já sabia que ela estava por ali, enquanto Cibele deu início um
longo diálogo.
--
Bom dia... parece-me que já te conheço, foi você a quem dei carona em um desses
dias quando vinha para cá, certeza, foi você. “Cibele”
--Sim
foi eu, imagine como é pequena essa cidade do interior, os mesmos se encontram
com os iguais, “Carlão”
--
Mas eu sim, moro na cidade, sou uma cidadã, me benefício das comodidades
oferecido por um Executivo, Judiciário e Legislativo, não sou uma ninguém,
tenho posses, meus namorados também são ricos, agora conte-me de você, já que
você mora lá no mesmo condomínio que moro, agora conversando livremente com
você, não te conheço quase nada, comesse falar de você. “Cibele”
--
Para que você me conheça bem, teria que contar uma longa história, moro com
esse meu Tio, me tem como um filho, me faz todos esses gostos, paga meus
estudos, já estou perto de terminar minha faculdade, ele já foi casado, pelo
que já ouvi às escondidas, percebi que ele é meu legitimo pai, é que na
separação, eu fiquei morando com ele, minha avó me ensinou a sempre o tratar de
Tio Aroldo... Algumas vezes esse meu tio canta como dupla sertaneja, não leva a
sério essa vocação. Não tem isso como renda, ele é muito rico, nem precisa
disso, canta só por gostar desse meio artístico, Aroldo é uma pessoa
surpreendente. Você precisa conhece-lo.” disse Carlão” .
--Nossa!...
que história emocionante, agora estou ciente, você também é realmente
surpreendente, peço me desculpe se lhe fui indelicada, esse seu tio, até agora
era um personagem oculto, como é mesmo o nome dele, talvez eu conheço, já
estive muitas vezes com esse pessoal sertanejo, junto com os das músicas
sertaneja, lá que eles dizem; Sertanejo Universitário...os shows dos Modãos
sertanejos, meu noivo é dono de uma produtora, presta serviços para muitos
dessas duplas artistas cantor, nesse meio Artísitico. ”Cibele em diálogo com
Carlão”
--Sim,
Aroldo é o nome do meu pai, na verdade eu o tenho como Tio, mas ele me tem como
filho, assim vamos levando a vida.
Aroldo
é possuidor de várias propriedade, além de plantador de soja, criador de um
enorme rebanho de gado de corte, ele é um grande produtor rural, eu me
apresento assim dessa maneira tão simples, mas minhas riquezas ainda está com
meu pai, tudo seus bens será meu por herança, lógico que não desejo a morte a
meu pai-tio, mas isso é certo, tudo isso poderá ser meu, eu gostaria que você
conhecesse esse meu Tio Aroldo, ele aparenta muito jovem, vive em meio as
finanças e negócios por meio de onde os grãos de sojas nascem e também milhos,
combustível etanol colhido dessas lavouras de ricos grãos.... segue
---------------------------------------------23/5/2026.
--
Alô Carlão, amanhã estarei chegando por aí, você arruma tudo as minhas coisas,
lá pelas quinze horas, mais ou menos, entendido?... E você, onde está nesse
momento?...
--
Veja aí Cibele, transição de pensamentos.
--Alô...
ah tá, é isso aí tio Aroldo, continuando... Na casa de meus avós, aqui na
fazendinha, amanhã bem cedo, volto para completar o serviço que não acabei,
quando você chegar, certeza estará tudo arrumado, estou aqui com uma pessoa que
gostaria de te conhecer.
--É
homem ou mulher? “perguntou Aroldo.
--
Surpresa, aguarde.
Carlão
naquela mesma tarde volta para cidade, tinha uma pequena reforma para terminar
no apartamento, se apressou para que seu tio não percebesse essa diferença no
aspecto, no ambiente. pronto para receber seu tio.
Cibele
estava ali nas proximidades, ouviu todo o diálogo pelo telefone, até o que
Aroldo falava do outro lado da linha para seu dito sobrinho, na verdade ela
ficou muito curiosa, só imaginava como seria esse senhor Aroldo, certeza,
Aroldo não deixará passar despercebida. Para Cibele, Aroldo seria uma bela
figura formando um par.
Sexta
feira a tarde, a corrente de ar soprava em direção das águas marítimas, clima
ótimo para tomar umas cervejinha, chopinho, mesa de bar, ambiente invadido de
fumaças de um bom churrasquinho, esse era o costume da rapaziada das cintas
largas, bota de vaqueiro e chapéu, para diversão sadia, o dia de sábado era a
maior desculpa para esse divertimento, Aroldo estaria chegando por ali em boas
horas, a conquista da garota mais linda estava para acontecer nessas festas
Cowtry, se Cibele aparecer desacompanhada, não terminará sozinha, ficará com
quem? Não se sabe, porque Aroldo estará na área, Carlão não participará de
nenhuma festa, ele tem outros a fazeres nessa mesma hora.
25/6/26
Antônio
Herrero Portilho.
TERCEIRA
PARTE
Em
autos sons ali rolava a festa, além do som ao vivo, uma dupla sertaneja fazia
as vezes quando o par faltava, a festa já estava começando, o espaço era muito
amplo nessa área de lazer, instalada nesse mesmo condomínio, o churrasco feito
pela colaboração de todos, a carne e a cerveja, chopinho é para servir todos
com abundância, Aroldo acabara de chegar, já reencontrou com a turma, logo que
chegou tratou de se apossar de um violão e microfone, antes de chegar o
parceiro musico, Aroldo dá início a uma música, faz uma introdução, da uma
treinada na voz, pronto para fazer barulho aguarda o parceiro se acomodar com o
instrumento, no mesmo instante e já começa o barulho.
Naquelas
horas Cibele estaria chegando da fazendinha, retorno de onde se descansou
bastante, nesse sábado ela estava se preparando para sair, o destino era lá na
área de lazer, local onde todos os fins de semanas aconteciam aquela balada da
hora, os jovens daquelas vilas usavam desse local para fazerem seus lazeres, no
pátio do condomínio, coincidência, mas Aroldo e Cibele estarão respirando os
mesmos ares, juntamente com os cheiros de fumaças dos assados. A partir daí a
noite vira uma criança, muitas badalações, churrascos e cervejinhas, dupla
sertaneja avançando noite a dentro.
Quando
Cibele chega a esse recinto festeiro, Aroldo lá dos fundos flechou com seus
olhares, parece que dentro de seu íntimo assinalou, é com essa que vou, pelo
jeito que dizia Aroldo. Cibele pensava com sigo, esse é Aroldo, e é nesse que
vamos, tentou se aproximar do Galã Aroldo. Carlão chegou por ali nesses meios,
assistiu seu Tio quando aproximou e começaram um papo, não demora nada os dois
pombinhos já estão juntos, dançaram uma seleção de músicas lentas, a partir daí
já se consideram amantes.
A
noite já ia a diante das meias noites, por lei do condomínio, era a hora de
terminar com o barulho, desligar o som, respeitar o silêncio, ordem expostas
pela as normas do residencial, para quem começou lá pelas dezenove horas, esses
divertimentos já está na hora de parar e devolver o silêncio, Carlão passou as
vistas nos pessoal ali presente, percebeu que seu tio e Cibele já havia evadido
do local, deixaram a festa e subiram lá para o apartamento de Cibele, conforme
sabem, Aroldo é rápido no gatilho, assim nessas altura dos acontecimentos, O
tio de Carlão já está de braços e abraços escrevendo mais uma história de amor,
Aroldo dormiu por ali mesmo, apartamento de Cibele, depois quando é dia ele
volta para seu apartamento, o mesmo que moram juntos, Tio e Sobrinho.
O tio
de Carlão volta para lavoura e criação de Gado, Cibele visita o apartamento em
que agora Carlão está sozinho, enquanto o Tio Aroldo está distante, Carlão e
Cibele saem juntos para seus bels prazer, na verdade Aroldo divide Cibele com
Carlão, nesse próximo domingo Carlão e Cibele faram mais uma visita para seus
avós e parentes, logo retornam para suas residências, precisam recepcionar o
senhor Aroldo.
ANTONIO HERRERO PORTILHO
Sheila
chega da academia quando o sol já estava começando a queimar a pele humana ao
deixar ser atingida por esses raios de forte intensidade, alguns anos ela
praticava esse culto ao corpo, está tomando formas de completa beleza, seus
espelhos que a diga, Sheila pode se apresentar como uma super fêmea, as horas
correm pelo mostrador do relógio da sala, ela vê a necessidade de tomar o
caminho de seu plantel, a cadeira da diretoria dessa empresa ainda está vazia,
mas não é pela falta de pessoa para comandar essa empresa de logística, ela
ainda está para chegar e dar início a essa jornada de trabalho, seu esposo,
senhor Otávio antes de falecer ensinou todos os macetes de como conduzir as
finanças dessa empresa, ela aprendeu com riqueza de detalhes, hoje essa empresa
cresce e desenvolve como nunca, senhor Otávio era sempre e foi um empresário de
muita competência, mas sua esposa deixada viúva está a frente desses negócios
fazendo dias melhores, já vivida á alguns anos acompanhando o marido no dia a
dia, conseguiu aprender tudo sobre esse ramo de atividade, logo toma seu café
da manhã e se prepara para um dia de intensas atividades, não era muito perto a
distância da sua casa até onde estava instalada a empresa de propriedade
da mais nova empresária Sheila, terminando sua refeição matinal, deixa as
ordens para os empregados domésticos, deixou bem claro que viria para o almoço,
pretendia trazer para almoçar em casa seu gerente geral, Sheila teria muitos
assuntos a tratar com esse seu colaborador, Danilo era um empregado
recém-contratado, ela ainda não tinha muito conhecimento e nada sabia a
respeito de sua eficiência, Sheila precisava de saber como trabalhava esse seu
mais novo empregado, com esse cargo de muitas responsabilidades.
Precisamente
as nove horas e quinze minutos, ela entra pela portaria da firma, no mesmo
momento em que estacionou em sua vaga privativa nesse abrigo tipo garagem,
assim que desceu do carro percebeu nos fundos, onde localizava a plataforma de
cargas e descargas, tinha estacionado um caminhão tipo furgão, já estava
carregando aquelas mercadorias para dentro desse veículo de transporte, ela
andou uns cinquenta metros, chegou até a plataforma de embarque para presenciar
esses trabalhos de perto, Danilo já havia saído dali a alguns minutos, passou
as coordenadas para os empregados que acondicionava aqueles volumes na
carroceria desse veículo de cargas a ser transportados, ela pediu a
documentação da carga; nota fiscal, guia de imposto, romaneio de cargas e toda
a papelada que acompanha na viagem, principalmente valor de frete e diária de
motorista e ajudante para seguir esses itinerários rumo ao interior do estado,
essa mulher botava as vistas em tudo que acontecia dentro desse plantel nessa
empresa, de sua propriedade, enquanto ela verificava tudo, aproximou Danilo,
trouxe uma prancheta presa a alguns documentos para assinar, se afastou a
alguns setenta metros dos trabalhadores para conversar um pouco, saber sobre o
que acontecia com o andamento da produção dessa
firma...-----------------------------------------------------------
—
Seu nome mesmo… como é? qual o nome posso te chamar, não faz muito tempo que
tomei a direção dessa empresa, acho que você já sabe do ocorrido, esse sinistro
aconteceu a pouco tempo, apesar de conhecedora de todos departamento de nossa
firma, mas porem preciso saber do nome de nossos colaboradores e suas funções.
disse Sheila
—
Sou Gerente nesse departamento, além de coordenar o setor de embarque e
desembarque, meu nome é Danilo, parece que já nos vimos por aí, foi tudo tão
superficial que acho que você nem se lembra.
---Parece
que tenho uma vaga lembrança, foi em um congresso em um desses eventos em
palestras motivacionais... deve ter sido isso. Completou a fala Sheila
---
Fui a última contratação que seu esposo fez, acontecimento que muito me chocou,
seu esposo era muito amigo de meu pai, meu pai acho que foi ele que me indicou,
eles se reuniam aqui para bate-papo, o assunto era frete, a fábrica de meu pai
sempre conduziu a produção a ser transportada por esses seus veículos de
serviços de transportes, ele estava sempre por aqui conversando com senhor
Otávio, talvez até você o conheça, meu pai também empresário, mas de um ramo um
pouco diferente de sua firma, ele é do ramo calçadista. Danilo prolongando o
diálogo,
---Devo
telo visto por aí... certeza. Diz Sheila.
Sheila
com o passar dos dias se aproximou mais de Danilo, muitos dos problemas que foi
acontecendo na rotina de cada dia, Danilo ajudava Sheila a resolver, esses dois
ficaram até muito amigos, ela chama Danilo em sua sala e apresenta a esse seu
colaborador todos os planos de Otávio, construção e mudanças de endereços dessa
empresa, estava em gavetas todos os projetos e obras do senhor Otávio.
Ela
tem um projeto de ampliação dos tempos do falecido senhor Otávio, pretendia
pô-lo em prática, adquirir mais alguns caminhões e aumentar em dobro a área de
trabalho, Otávio seu esposo adquiriu um terreno de grandes extensões,
observando as medidas, verifica-se que media o dobro dessa ampliação atual.
Danilo
e Sheila estão horas estudando esse projeto, o desenho está na mesa, eles
comentam e estuda todas as possibilidades de dar início urgente nessa obra,
pois as movimentações estão crescendo e há necessidade de adquirir espaço, esse
atual armazém está ficando cada vez pequeno para o crescimento dos negócios da
grande empresária Sheila.
Chegando
a hora do intervalo para o almoço, Danilo depois que aceitou o convite, usaram
o mesmo veículo, a viúva ofereceu seu carro, Danilo conduziria o veículo até a
casa de sua amiga e patroa, a casa da empresária ficava do outro lado da
cidade, teria que enfrentar o trânsito naquele horário de pique, enquanto isso
Sheila e Danilo trocavam ideias a cerca dessa nova construção de ampliação dos
espaços dessa empresa, dentro de poucos meses já estarão protos construídos em
amplas acomodações, Danilo almoça com a mais bem sucedida empresária Sheila de
Freitas Del Rio, ela já estava com esses documentos de ampliação desses
negócios dês de quando Otávio estava em vida, já com os dias marcados para essa
reunião, mas a morte de Otávio causou esse desarranjo, mas agora ela tem um
amigo companheiro para trocar esses assuntos, Sheila percebeu que Danilo é um
colaborador muito prestativo, tem opinião própria, na empresa trabalha na mesma
sala, Danilo é um parceiro nos negócios de Sheila, comanda todos os setores nesse
plantel comercial.
Logo
no momento que chegaram de volta ao setor de trabalho, a viúva tratou de entrar
em contato com uma equipe de engenheiros, mandou que sua secretária tomasse
providência de localizar uma companhia de construção civil para que logo
acertasse o mais rápido possível a construção dessa obra, pediram que o
escritórios de engenheiros fizesse uma visita até a diretoria das empresas de
dona Sheila, se reuniram e colocaram o projeto em estudo, ela deixou bem claro
o que queria, verificaram o prazo de entrega e inauguração dessa obra, depois
de algumas conversações com a equipe desses arquitetos e engenheiros, ela e seu
amigo e auxiliar nas decisões e assuntos especiais.
Danilo
e Sheila questionou o prazo de entrega da obra, achou muito curto, dizia que
impossível entregar nesse espaço de tempo.
—A
meu ver esse prazo de entrega dessa obra é muito breve, mesmo que para nós
quanto mais rápido terminar, melhor para as empresas de dona Sheila.
O
engenheiro mestre interrompeu no meio diálogo e foi logo expondo seus pontos de
vistas.
--
Esse modelo de construção será levantado tudo em concreto pré-moldado, o que
mais demorará aí será a fundação desses pilares, com adaptações em estrutura
metálicas, depois da fundação e pilares, as peças de vigamentos serão feitas em
formas de concreto e ferragens depois conduzidas em grandes veículos de cargas,
caminhão carretas próprio para esse tipo de transportes, no canteiro da obra,
depois levantadas em guinchos de alta potência, tudo vai rápido, nossos planos
serão esses, caso fique confirmado, começaremos ainda na próxima semana, vocês
verão que esse modelo de construção é rápido e bem estruturado, quando Sheila
pensar que estamos começando, estaremos terminando.
—Bem…
assim fica mais rápido, eu não havia pensado nessas possibilidades. Disse
Danilo concordando com as propostas do engenheiro chefe.
Sheila
ainda pensou por alguns minutos, concluiu que se tratava de uma companhia
construtora muito idônea, aceitou o contrato, assinou e logo estará dando
início a essa obra. Danilo auxiliou Sheila em todas decisões.
Parte 2
Danilo
e Sheila já tiveram um encontro, em outra ocasião, ela nesse momento está
deixando a memória fazer suas próprias descobertas, trazendo à tona todo esse
passado de breves fatos acontecidos, foi a mais ou menos uns seis anos em um
evento feitos em palestras em um desses ambientes locados para esses eventos,
Danilo sobre outros patrões, Sheila idem, quando no intervalo de uma
palestrante e outra a proferir esses discursos, havia uma grande procura para
os lanches, refrigerantes Hot-Dogs, nessa hora acontecia os bate-papos e
começos de grandes amizades, faziam presença nesse ambiente de eventos, algumas
empresas que enviavam seus funcionários para adquirir mais capacidade em cada
ramos de atividade, muitos jovens se reuniam nesses acontecimentos, as empresas
assumiam todas as despesas com esses seus funcionários a fim de melhoria de
relacionamentos de entre amigos de trabalhos, técnicas em vendas e
produtividade. Sheila conheceu Danilo quando foi enviado pelo seu pai para esse
acontecimento, os pais de Danilo pensavam em dar uma boa formação e dinâmica
para esses trabalhos nessa sua fábrica calçadista, mas o propósito de Danilo
seria trabalhar fora das proximidades de seu pai, pretendia andar com seus
próprios passos, recusou as oportunidades oferecidos pelos seus pais.
Nesse
rápido encontro foram poucas palavras trocadas com Sheila, mas pelo que se
parece, foram deixadas boas impressões, algumas vezes bateram ombros a ombros,
trocaram alguns olhares, se dependesse de Danilo isso daria início algum
relacionamento, mesmo que fosse coisa rápida, ele sempre fazia esses casos
esporádicos, casos passageiro, dessa vez Sheila e Danilo não deu liga, ficou em
apenas insinuações, Otávio cruzou o caminho de Danilo, embora que nada
demostrava grandes importâncias, nada a concretizar em futuros relacionamentos
de Sheila e Danilo.
Passaram
esses três dias de discursos, palestras, demonstrações e encenação de como
teria que esses assistentes deveria comportar-se nesses dias a dia em cada ramo
de atividade, vídeos, muitas fotos, chamados a frente para dar seus
depoimentos, de como foram aceitas essas ditas aulas de comportamento e
disciplinas, para melhoria e aperfeiçoamento em cada local de trabalho.
Otávio
que havia levado alguns de seus funcionários para esse evento, aproveitou para
também tirar alguns proveitos das falas desses palestrantes, ele era o único de
cabelos brancos apesar de sua idade não estar nessas alturas, há umas três
horas antecipando o término, Sheila esbarra com esse rapaz com cara de senhor
de cabelos grisalhos, nessa sua idade das procuras, a moça parece que sentiu um
toque no peito, Otávio a segurou pelo braço no momento que houve um
desequilíbrio, parece que foi um piso falso, coisa muito insignificante, mas
para qualquer urgência Otávio estava ali segurando firme até que Sheila
recupera a postura, daí foi dada a largada, os papos fluíram bem, Otávio e
Sheila estão trilhando esses caminhos aos quais Danilo se desviou, mas por falta
de oportunidade, agora Otávio abriu os braços para liberdade de construir um
relacionamento com Sheila, em momento da conversa, quanto o diálogo estava mais
íntimos, os mesmos braços de Otávio que a alguns minutos atrás foram
abertos, segurar a moça devido esse passamento de leve natureza, agora se
fixaram em um longo abraço, a moça deixou ser levada por esses apegos, no
momento só carisma, mas logo brotará o sentimento de amor, ela se sentiu
protegida nos envolvimentos dos braços desse que até agora só demostrava amigo,
logico que os pensamentos dos dois só resumia em um relacionamento duradouro,
Sheila ainda não sabe de nada desse rapaz, pensa que é mais um que veio
assistir essas palestras, mal sabe que Otávio é um empresário de destaque nesse
meio de comércio.
SEGUE
/ 25/2/26
Um
casal de namorados que estavam dando um pontapé inicial nesse tão glorioso jogo
do amor.
Ela
estava saindo de um relacionamento de alguns anos vivido, mas ainda solteira,
seu parceiro e companheiro era casado, Sheila cansou de ser a segunda opção,
ainda mais, nem parecia formas de amar, havia uma guerra de ciúmes, não nas
mesmas proporções, mas, ela também contribuía com uma pequena pitada desse
destempero, sentiu que essas intrigas amorosas estava chegando a situações
insustentáveis, agora tudo terminado entre Sheila e Gustavo, tudo ficou no
passado, daqui pra frente construirão uma nova história de amor, outro romance.
Dias
depois Otávio já está pisando nos terrenos de solo fertilizados para esse
romance, apesar de comecinho mas parece bem firmes, eles estão juntos e
entrelaçados, vivendo a maior parte do dia, as vezes as noites também, Otávio e
Sheila nas condições de um para o outro, vivendo um amor aderente e bem
solidificado, tudo que Otávio gostaria ter uma namorada fixa e deixar aquela
vida de pular de galho em galho, por isso esse relacionamento tem tudo para dar
certo, ainda mais, existe muita reciprocidade, os dois se combinam quando o
assunto é ir ao cinema, viajes ao litoral, tomar um chope naqueles ambientes de
barzinhos ou lanchonetes, eles são um casal harmônico por assim dizer. (C)
Otávio
contrata sua namorada e em breve esposa, Sheila começa trabalhar nas empresas
de Otávio, eles viviam um relacionamento harmonioso, ela tinha formação em
administração de empresas, conhecia essa profissão, Otávio trabalha ao lado de
sua agora esposa, ela pensando somente em ajudar o marido se interessa, em
estar opar de todos os departamento dessa firma de transporte e venda de
entregas rápidas, ela fica conhecedora de todas atividades desse ramo de
comércio, já estão vivendo nessa feliz união a quase cinco anos, Senhor Otávia
passava todo o tempo envolvido com esses negócios de sua empresa, Sheila as
vezes até reclamava com esse seu esposo, exigia mais tempo para eles dois.
--Do
jeito que vai as coisas nunca conseguiremos fazer um herdeiro, nossas
atividades sexuais estão muito desinteressantes, parece que nossos
relacionamentos só se dão nos dias vinte e nove do mês de fevereiro, precisamos
de mais tempo para nossas vidas, parece que seus negócios são mais importantes
que sua esposinha, Otávio meu esposo, precisamos viver um pouco para nós. Assim
dizia Sheila ao seu esposo senhor Otávio chamando atenção por essas faltas.
--
Concordo com você, mas aguarde alguns dias, logo estaremos fazendo uma viaje
para qualquer local desse globo terrestre, mas porem, alguém terá que ficar nos
controles das empresas, se assim não for, para tudo, aí teremos que fechar a
firma para viaje, assim sendo a nossas empresas abre falência, mas na verdade
eu tenho uma carta nas mangas, há alguns quase ano, contratei um rapaz para a
vaga de gerente, ele é filho de um amigo meu, amigo do setor das fábricas de
calçados , se eu não me engano o nome dele é Danilo, já observei ele, me parece
muito promissor, caso precisamos deixar as empresas nas responsabilidades dele,
acho que não haverá problema, assim podemos fazer nossas viagens, Danilo
assumirá toda a empresa, mas acho melhor contratar mais um funcionário para não
deixar a carga tudo nas costas dele. Disse Otávio em diálogo com sua esposa.--
Também acho, precisamos fortalecer nosso casamento. concordando com as
propostas de sua esposa... (Continua)-27/2/26
Sheila
e Otávio nesse fim de semana, reserva esse dia somente para arrumar as malas e
bolsas, facilitar e acondicionar no bagageiro desse veículo de transporte
familiar, Otávio terá que dirigir longas horas, porque esse percurso será muito
longo, muitas cidades turísticas estarão na rota desse casal vividos de poucas
viagens, mas agora recobrando essas faltas de viajar pelo seu país, agora
percorrendo estradas e pistas que comandam esse interior, os pontos turísticos
de maior destaques serão visitados, deixando milhares de quilometragem para
trás, Sheila e Otávio agora está descobrindo muitos horizontes, diferentes
nascer do sol, passando pela janela do carro imagens de lavouras, rios e
montanhas, vilarejos de gente simples que vivem do trabalho de cultivo de
terras, os lugares turísticos de grandes relevâncias e pequenos em quantidades
de habitantes, aldeias de povos nativos, em algumas dessas localidades, param
para abastecer, descansar e provar dessas iguarias de paladares interioranos...
eles estão acostumados a perceber esses distantes locais, somente pela mídia
televisivas, filmes e cartazes de empresas turísticas, agora conferindo com
seus próprios olhares, o pó dessa terra é pouco para quem quer sair das mesmice
e botar o pé na estrada, eles agora estão juntando terra vermelha no solado dos
calçados, para Sheila os mais adequados é um tênis macios, se assim não for,
poderá até machucar nas pedras que encontrarão nesses caminhos, onde precisarem
caminharem pelos chão quando deixarem o confortos do carro cheio de recursos
superes modernos, quando forem caminhar pela praia de alguma cidade dessas
localidades turísticas.
Enquanto
isso as empresas do senhor Otávio transcorre na maior tranquilidade, Danilo e
mais seu novo amigo de trabalho está tocando todos os departamentos dessa firma
com grande profissionalismo e competência, Danilo está apto para assumir toda a
empresa sem nenhum problema, já se passaram trinta dia desse passeio,
pelos cronogramas elaborados por contas próprias, hoje eles estão chegando no
último ponto turístico, o casal hospeda em um hotel cinco estrela, assim como
dizia na reserva, os planos seria visitar as praias, saborear da comida típica
do lugar, fazer algumas visitas cultural, museus locais históricos e mais que
depressa voltar para o ponto de partida, reservaram dois dias para essa
finalização desse roteiro, a próxima viajem já está programada, será fora do
país, essa foi só o começo das muitas outras que virão acontecer, caso o
destino não pregar nenhuma peça na vida desses dois marido e mulher.
Hoje
logo de manhãzinha, Sheila antes da primeira refeição está pretendendo fazer
algumas movimentações nesses seu belo corpão, exercício nem precisava, ela
estava com tudo no lugar certo no seu corpão, só gostaria mesmo de apreciar o
pôr do sol, e fazer algumas caminhada a beira mar, chamou Otávio, mas ele não
quis ir, preferiu ficar mais um tempo na cama, reclamou de um pouco de cansaço,
continuou dormindo, Sheila desceu os poucos degraus que descia de seu quarto,
andou com seus próprios passos até bem a beira d’água, procura o melhor ponto
para se posicionar, e bem de manhãzinha lá estava ela contemplando o sol nessas
poucas horas dessa manhã, ela estava convicta que hoje era o último dia de
passeio turístico, a partir de amanhã, pé na estrada, caminho de volta às
Empresas desse casal.
Já
são quase as nove horas dessa manhã, depois de fazer uma caminhada de uns
quinhentos metros, ela resolve voltar para seus aposentos temporários, se
sentiu muito revigorada, ela percebeu como uma caminhada pela manhã faz tão
bem, seus aposentos ficava bem ali à uns cem metros, logo chega, dirige-se até
onde ela deixou Otávio que dizia cansado, mas demostrando muita saúde, Sheila
chega até o quarto, com sua chave, roda a maçaneta, entra e foi logo saber de
seu marido, como estava, se havia descansado daquelas fadigas físicas, ela
ficou surpresa com a palidez quando presenciou, parece que algo não estava bem,
chamou pelo seu nome por umas três ou quatro vezes, não ouve respostas, ela sai
corredor fora falando alto pedindo socorro, preciso de socorro urgente, chamem
os médicos, parece que algo não está bem com meu marido.
A
direção do Hotel providenciou uma equipe de médicos, esses profissionais da
saúde, tinha a certeza que se tratava de algum mau súbito, chegaram ao quarto,
Sheila ficou de fora, nos corredores, enquanto os médicos faziam contato com o
possível doente, mas logo foi constatado o que Sheila previa, o caso era mais
sério que esperava. Hoje
01 de março de 2026
Na
verdade o cansaço que Otávio estava sentindo, era o prenúncio desse mal súbito
que Otávio se queixava, nada mais seria no momento que recusou a companhia para
os exercícios essa manhã, apesar dessa longa viagem, muitas horas dirigindo não
seria motivos para estar cansado, ouve um intervalo para esse descanso, Otávio
sentia alguns sinais de que estava se colapsando, início de algum infarto, isso
foi constatado pela equipe médica prestando socorro à essa vítima, nem precisou
muita verificação para esse jaz, foi a óbito conclui que se deu à algumas
duas horas, deixando Sheila viúva com apenas poucos anos de vida conjugal,
lamentável, agora é só providenciar o translado do corpo até sua cidade onde
localiza suas empresas de transportes e logísticas. S recente viúva seguira de
via aérea, seu carro ficará estacionado na garagem do Hotel para depois um de
seus empregados providencie a ida para trazer de volta para a vaga na garagem
da empresa, fim de uma viagem trágica, devido a esse imprevisto, sinistro essa
viúva assume a presidência das empresas do já falecido senhor Otávio, Sheila
enviuvou, mas pelo que se vê, não ficará sozinha por muito tempo, logo outro
companheiro fará par com essa mulher poderosa de pulsos firmes.
Essa
empresária recentemente viúva tem por si que esse cadáver já esfriou, mesmo que
por pouco tempo enlutada, de Otávio só sobrou esses poucos motivos para
recordação, uma plaquinha fixada na cabeceira de um jazigo, na verdade uma
história de poucas páginas, sobre o mármore frio uma escrita, um curto texto em
letras feitas de negrito dizendo; “Agora jaz”
Enquanto
isso a construção das ampliações do novo prédio se aproxima para final, não
demorará muito essa nova edificação estará pronta, as novas instalações
deixarão tudo mais bonito com bastante acessibilidade, assemelhando com a cara
de Sheila de Freitas Del Rio.
Ela
nunca pensou em golpe do baú como dizem os populares, namorava com Otávio mesmo
sem saber dessas suas grandes posses, dono de uma empresa grandiosa e das
primeiras no ramo de transporte, seus bens imobiliário e empresarial, passava
das barreiras dos milionários, mas ele não deixava transparecer, não ostentava,
sempre humilde, foi assim que Sheila o conheceu, só ficou sabendo dessas ricas
posses depois que soube de suas empresas, enquanto Sheila trabalhava com o
senhor Otávio, aí ela soube de tudo a respeito da vida desse seu patrão
milionário, Sheila recebeu de herança todo esse patrimônio em troca dessa
viuvez.
Danilo
é um empregado de confiança de Sheila, depois dela somente Danilo dava a
palavra final, a vida de Sheila e Danilo caminhavam como duas linhas paralelas,
havia prenúncios de acontecer uma sólida relação amorosa, lembrem se que isso
já poderia ter acontecido bem antes de Otávio cruzar os caminhos dessa
grandiosa mulher, nem se pode dizer encontro entre Sheila e Danilo, tudo
imperceptível, nada de grandes relevâncias; poucas palavras, alguns sorrisos de
simpatia, troca de olhares a distância, nada que pudesse dizer... encontro,
apenas alguns lampejos, mas não deu liga.
As
coincidências, esses acontecimentos durante uma trajetória, aquela grande
mulher que Danilo conheceu, agora está aqui bem pertinho vivendo esses
dia a dia, agora esses olhares não apenas se cruzam, as insinuações de
Sheila e Danilo se confirmam em um relacionamento, já a alguns meses estão em
namoro, e o casamento não demorará acontecer, Danilo assumira as vezes do
falecido Otávio, essa união tem tudo para prosperar, eles estão firmes nessa
união, ainda mais, fortalecidos em um amor recíprocos e verdadeiros, esse
casamento está para acontecer.
A
secretária que trabalhava para os dois já foi noiva de Danilo, ainda continua
com intrigas, ela ainda não deu conta que seu romance com Danilo já é coisa do
passado, Agora Danilo está a alguns passos para chegar a condições de esposo de
Sheila, a es de Danilo não suporta essa perca para a empresária Sheila,
continua com muitas intrigas a ponto de ser demitida, a es de Danilo ficou
revoltada com essa atitude extrema tomada pela Sheila; Demissão, difícil
aceitar ser demitida pela rival, uma decisão necessária, agora os caminhos está
livre para Sheila e Danilo.
O
construtor da obra de ampliação das empresas de Sheila já está nos finalmente,
esses engenheiros e construtores entram em contato com Sheila e informa que ela
já pode marcar o dia da inauguração, faltam poucos detalhes, algumas portas
para instalar maçanetas, alguns vitrô, algumas torneiras a adaptar..., caso
quisesse inaugurar amanhã já poderia, mas quero aproveitar esses eventos para
outra situação muito especial.
Danilo
e Sheila nesses últimos dias comentavam entre eles o casamento, mas Sheila
tinha essa sugestão guardada em segredo, se casarem no dia da inauguração das
novas instalações dessa grande empresa, agora de Sheila e Danilo. Nesses mesmos
dias que prossegue, tudo fica acertado, a inauguração acontece e nesse mesmo
ato, é feito a união de Danilo e Sheila, o cartório fez presença e a partir de
agora pode se considerarem marido e mulher, foi feita a cerimônia de casamento
frente a fachada das empresas da agora Sheila e Danilo, A viúva havia mandado
confeccionar uma placa em bronze e um ato solene foi assentado no gramado do
jardim na entrada para essa grande edificação uma placa com as medidas de
setenta por cinquenta descrita como um memorial, nas descrições essa viúva
enaltecia que para ela foi uma grande personalidade. OTÁVIO LOUZADA BENTECUT.
Entre
outras pautas escrito -- Meus agradecimentos pelos ensinamentos nessa vida –
Sua esposa que sempre esteve ao seu lado SHEILA FREITAS DEL RIO.
Nesse
momento uma calorosa salva de palmas. Todos ali presente aplaudiram pela
iniciativa de firmar eternizando o nome de seu falecido marido.
Sheila
e Danilo saíram para uma curta viagem para retorno no começo da próxima semana.
03/03/26
- Antônio Herrero Portilho
FIM
A FARRA DAS MULHERES
HISTÓRIA
PARA ADULTO
Em busca do endereço de sua tia e
parentes que residiam na capital, a interiorana caminha por aquelas ruas, de
vestido longo calçando um par de sandálias das mais simples, as bolsas não era
de grandes volumes, parou de frente um barzinho onde alguns beberrões ainda
estavam festejando algo, talvez a vitória do Palmeira sobre o Corinthians, o
relógio marcava as dez e quarenta, estava super cansada, viajou a noite toda,
vinha de uma cidade muito distante, deixou pai e mãe e foi procurar melhorias
na vida, morar com uma tia até arrumar a situação, isso só por enquanto, depois
ela arruma as coisas, os rapazes chamaram ela para se sentar na companhia
deles, mas ela não aceitou, preferiu tomar um gole d’água, estava com muita
sede, perguntou para alguns daqueles rapazes se poderia informar onde ficaria
aquele endereço, ainda disse não conhecer nada, nada daquele lugar.
O rapaz leu a papeleta e disse. --
Sei sim, é logo ali, moro lá perto, se precisar posso te levar até lá.
– Não se preocupe, vou sozinha
mesmo.
Fez conforme fora informada, seguiu
até o endereço, dizia ser de sua tia, chegando ao portão, tocou a campainha,
não era novidade, sua tia já sabia dessa chegada, a mãe de Carmélia já havia se
conversadas, entrou, nem conseguiu conversar direito, foi logo para o banheiro,
estava trincando de vontade de mijar, logo se desocupou e foi cumprimentar sua
tia que tanto a esperava, tudo ficou acertada, ficaria morando na casa de sua
tia até arrumar um emprego, depois tomaria outro rumo.
Quando saiu do interior, era maior
de idade, já conhecia muito bem da vida, depois de um namoro de mais ou menos
um ano e meio de duração, apesar de ainda menina, dizia ela que noivou, até
quase se casou, ela tinha rodado muitos quilômetros de vida sexual, quando
terminou esse relacionamento resolveu se mudar para a capital, morar na casa de
sua tia, se alojar ali por algum tempo, dizia para que não se preocupasse,
poderia ficar quantos dias fosse precisa. ela agradeceu a gentileza.
Logo Carmélia perguntou a respeito
dos outros membros da família, em um diálogo muito longo descreveu os
acontecimentos.
-- Bem,,, vou começar pelo seu tio,
tivemos que nos separar, nosso casamento durante alguns dez anos até que ia
muito bem, mas esse meu esposo acabou por destruir toda a relação, enveredou
pelos caminhos da bebedeira procurando relações fora de nosso casamento, hoje
vive por aí, diz que trabalha como corretor de imóveis, arrumou outra família,
mas, algumas vezes vem aqui fazer uma visita, sempre deixa um bom dinheirinho,
diz que está muito bem financeiramente falando, um dia desses ele apareceu por
aqui, você não chegou a ver, mas a qualquer hora dessa, certeza, você vai
trombar com ele.
-- Caso eu me encontre com ele por
aqui, não conheceria, passava despercebido, esse seu marido meu tio é mesmo um
frequentador das orgias, tudo indica. – disse a sobrinha – perguntando.
-- Verdade! Exclamou a tia.
E os outros dois, onde andas...
esses meus primos.
--Vivem por aí, minha filha se
juntou com um rapaz e está morando muito distante daqui, não nos visitam a
anos, acho que está muito bem, segundo as informações que já tive. Disse a tia
da moça.
Também perguntou de seu primo, aí a
notícia foi péssima
-- Pedro infelizmente entrou para o
vício, nem parece ser meu filho, não sei dizer se ele está consumindo drogas,
ou se a droga está o consumindo, atualmente está levando uma vida de mendigo,
por mais que nós tentamos resgatar dessa vida, mas ele não quer, infelizmente
essa é uma realidade, faze o que? Disse a tia de Camélia, expressando muita dor
e sofrendo ao relatar as notícias de seu filho Pedro.
--É lamentável, sinto muito. As
drogas possuem um poder de destruição violento, muitos dizem que frequentou
essas casas de recuperação, mas não se percebem cura nenhuma, se regeneram por
algum tempo, depois volta tudo como era, como um porco que tiramos da lama,
lavamos limpamos da sujeira, mas, porém, ele volta de novo para a lama da
perdição. (Carmélia).
Assim sendo a tia de Carmélia acabou
ficando sozinha, mas fará companhia por alguns tempos.
No próximo dia a moça interiorana
sai a campo a procura de emprego, assim começa a procura nesse dia a dia, bate
em várias portas se oferecendo para o trabalho, mas, felizmente a procura chega
ao fim, depois de muitas insistências conseguiu assinar sua carteira de
trabalho, já fazem uns dez meses, que a moça está empregada e rapidamente, até
já foi promovida, falta realizar mais um sonho, arrumar um namorado rico para
melhor custear suas despesas em roupas, cosméticos e calçados, ela nunca ficou
um período tão longo sem dar umas namoradinha, não demorou muito que tudo veio
acontecer, ela era uma moça muito bonita, tinha tudo para agradar, a sorte está
com ela, já caiu em sua rede, um coroa esperto cheio de vitalidade, parece que
agora vai dar liga, bem do jeito que ela escolheu, um galã holiwudiano cruza
seu caminho; caminho nos outros sentidos da palavra, agora além de seu emprego,
ela arrumou um amante, banca todas as despesas na vida de Carmélia
Todas tardes depois do expediente
Carmélia cumpria com sua rotina, seu amante sempre encontrava para essas
saidinhas do prazer.
Muitas vezes acontecia o igual,
fazia o mesmo percurso de sempre, ele parava o carro frente à casa estabelecida
ali naquela rua, muitos transeuntes quando passava em frente daquela casa
apontava com o dedo dizendo ali ser uma casa de prostituição, muito discreto
esse ambiente parece uma casa de moradia, palácio, ambiente familiar, recinto
para prazer de usuários ricos, havia muitas garotas a servir os homens que ali
as escondidas frequentava, precisava de ser assim, se tratavam de muitos casos
sexuais impróprios, muitos diziam ser um cabaré, mas não havia aparência de
Cabaré, tudo acontecia em muito silêncio quando as portas se fechavam, aí
rolava de tudo e Carmélia também atuava nesse roteiro de histórias eróticas,
Carmélia e seu amante frequentava sempre esse local de nome Taverna do Amor,
construída nos fundos desse terreno, ar retirada da testada uns cinquenta
metros, cercado de muito sigilo, amplo espaço para estacionamento, ninguém
sabia o que acontecia entre aquelas paredes, só se sabe que rolava muito sexo,
Carmélia e seu amante secreto, deitavam e se relaxavam sobre aquelas roupas de
cama nesses leitos, ainda que pesava sua culpa em imaginar que esses seus atos
seria em condições pecaminosos, algo semelhante com um incesto, mas esses dois
pombinhos não sabia desse parentesco entre eles.
Nessa manhã Carmélia recebeu uma
mensagem, era para uma transa, no momento não podia atender senhor X, tudo
ficou acertado para a parte da tarde, ela estava muito atarefada, na loja que
ela trabalhava, apareceu um problema no acerto do caixa, as somas de saída não
batia, Carmélia ficou muito nervosa, se descabelava e chegava, o mau humor
tomou conta desse corpo, isso era certo, com esse clima destemperado, não dava
para fazer amor, mas logo passa, era gerente de uma dessas grandes lanchonetes
de dezenas de filiais espalhadas nesse estado.
Passou o dia quase todo calculando e
conferindo esses relatórios, fez tudo essa trabalheira quase sem o auxílio dos
recursos da eletrônica, mas, para a felicidade de Carmélia, agora está tudo
certo, tudo está batendo no total conferido.
As mensagens insistem, repete a todo
instante, ela pega a bolsa e retira o celular de dentro, atende com rápidas
palavras.
--Tudo bem, já estou livre, posso
ir, só vou deixar algumas ordens para minhas auxiliares, e estarei indo... vou
esperar no mesmo lugar de sempre, até logo. Thau... beijos...
Conferiu a bolsa para ver se está
tudo dentro, desceu a rua meio apressada, de óculos escuro e lenço florido na
cabeça, logo carro de seu secreto amante a alcança, ela embarca nesses
confortadíssimos bancos do carona e toca para o palácio dos prazeres, o mesmo
que outras pessoas chamam de “A casa de Irene”
Depois que Carmélia acomodou o
bumbum no banco desse luxuoso caro, esse seu amante foi logo fazendo algumas
exigências, não quero ouvir nomes de parentes nenhum aqui, a partir desse
portão fica proibido pronunciar a palavra; Cunhado, primo, sobrinho e tio...Principalmente
Tios e Sobrinhos, aqui ninguém é de ninguém, e não tenho explicações. Mas ao
pronunciar esses nomes, sinto que me baixa a tesão, pode ser a mais linda
garota que estiver me acompanhando, assim esfria minha temperatura.
Ela foi levada para seu recinto de
fazer amor, logo fora servido vários drinks, não durou nada, o calor aqueceu
aquele ambiente, Carmélia foi beijada, acariciada desabotoada, soltada os
ganchos, colchetes e até estendido elásticos que prende roupas íntimas,
primeiro a se apresentar saltando aos olhos desse amante endoidecido de prazer,
foram os peitos de Carmélia, perfeitos como ninguém pode ver outro igual, ainda
apresentando formatos original, seu secretíssimo amante conferiu com seus
próprios olhos, ainda parecia peito de mocinha, as auréolas desenhava com arte
fazendo um círculo de tezão, exibindo os mamilos obtusos e provocante, na
verdade Carmélia deixava ser levada por esses caminhos do prazer, suspirava
fundo de mostrando momento de completa perdição, relaxada que já estava nesse
momento, deixou que seu amante adentrasse até o altar sagrado de seu corpo de
mulher, assim se sentiu preenchida por esse pedaço dessa ferramenta do pecado,
nesses momentos de prazeres ela deu glorias ao misterioso amante, Carmélia foi
aos céus, seu namorado se fez obediente, no momento que seus orgasmos parecia
aflorar das profundezas d’alma, todos encontros de Carmélia e seu namorado X
terminava moldurados de muitas glorias.
Terminando todas as comemorações de
Carmélia e seu amante secreto, se entregaram em um sono dos mais prazeroso, das
quatro horas da tarde até as cinco e quarenta foram reservados para dormir,
amigo X de Carmélia acordou assustado, viu que já estava um pouco atrasado, se
banharam rapidamente, tomaram o carro e voltaram novamente para a civilização,
passaram pelo portão do palácio dos prazeres rumo a cada um de seus
estabelecimentos, precisavam estar lá quando as três moças trocasse o turno,
quando Carmélia já havia chegado a loja, recebeu uma mensagem dizendo assim,
“Ah, já ia me esquecendo, amanhã precisamos resolver uns probleminhas no
cartório, sua presença é muito importante, não atrase” Thau amor. Beijos, nesse
nosso último encontro, você foi ótima, quero oficializar esses nossos
encontros, repartir minhas posses com você, quanto a mim eu afirmo, você é só
minha, o que é meu, pertence também a você, mas para isso precisa de
fidelidade, e sinceridade nesse relacionamento.
Venâncio e Carmélia estão tendo um
caso, mas ambos não se dá conta que se trata de tio e sobrinha, Carmélia chega
do interior para morar com sua tia em uma cidade localizada na capital de seu
estado, nessa ocasião sua tia estava separada do esposo, suposto tio de
Carmélia, assim que chegou tratou de buscar trabalho, felizmente depois de
algumas buscas e insistências foi contratada para trabalhar em uma dessas
lanchonetes de filiais estabelecida por todo o interior, depois de alguns meses
de duros trabalhos e insistente inteligente e determinada, aprendeu muito sobre
aquele ramo de atividade, foi promovida a gerente de vendas, tudo começou a
melhorar na vida dessa moça interiorana, arrumou muitas amizades, algumas
outras amigas aventureiras, vindo do interior também a fazer parte desse
grupinho de amigas de Carmélia que agora estão alojadas na mesma casa, Carmélia
já está morando em sua própria casa, mas sua tia e seu tio foram que doaram,
ela só conhece bem sua tia, seu tio ainda é pessoa desconhecida pela moça
interiorana, a tia de Carmélia foi quem organizou tudo para essa estadia de
Carmélia aqui na capital, acomodou em uma casa confortável, feita doação, ela
ainda acolhe mais três de suas amigas nessa mesma casa, todas trabalhadoras do
período noturno no comércio dessa cidade capital, vivem em uma espécie assim de
Republica de moças.
Hoje a moça interiorana está em alto
astral, depois de longas horas junto ao seu namorado coroa, o mesmo que banca
todas suas despesas, esses dois estão superes interligados, nesse romance essas
doses de puro amor estão divididas em doses iguais, empate nesse jogo do amor.
Desembarcou da condução coletiva no
ponto bem ali perto de sua casa, ansiosa e aflita, apressada para chegar em
casa, tomar seu banho e se descansar dessa vida agitada; dar conta do serviço e
atender esse seu homem faminto para fazer amor, mas agora já estou livre, só me
resta chegar à casa rever minhas adoradas amigas que também logo estará
voltando para o trabalho, pegar firme no batente e dar continuidade ao círculo
de vida, trabalhar para custear suas idas e vindas.
Segunda
Parte
A moça chega ao seu lar doce lar,
muito cansada, mas aliviada por seus cálculos no relatório de saídas do caixa
deu tudo certo, via a necessidade de entregar corretíssimo as contas do
movimento de vendas, ela era novata nesse cargo, ainda estava em experiência,
antes de se acomodar no sofá da sala, dá-se um começo de relaxamento, sentindo
que esse dia foi intenso. Em conversa com suas amigas, Carmélia pergunta a
Rosiane com ar de brincadeira e cheia de curiosidade.
-- Onde pensa que vais, garota nota
dez, nem precisa exagerar tanto nos cosméticos, você é lindona sim, se eu fosse
um rapaz eu me namoraria com você, minha gostosa, também preciso saber se você
me aceitaria como seu noivo.
Rosiane respondeu com tom de humor
--Acho que você não tem a mínima
chance de me ter, você não carrega consigo aquilo que mais procuro para meus
momentos de prazer, você é parede lisa, não consigo galgar, para meus prazeres
preciso de algo que me sustenta, eu me equilibro sobre o tesão hetero, preciso
de um membro; algo que me aprofunde no meu ser feminino, certeza! só um homem
pode me oferecer, eu e você seriámos apenas pão com pão, e logo se vê, pão com
pão não dá sanduíche, desculpe minha amiga Carmélia, essa nossa conversa é só
brincadeirinha para descontrair.
--É uma pena né minha linda, imagine
quanta sacanagens faríamos juntos. “Disse Carmélia ditando palavras sem nenhuma
preocupação de errar”
-- Ah... querida, estou em dúvida
quanto esse possível nosso romance, (risos) eu tenho muitos outros planos para
o futuro, talvez eu não aceitaria, casamento, muito menos noivados não estaria
em minhas visões futurista, ainda mais, arrumei um amante formidável, ele está
louquinho por mim, é muito mão aberta, me dá tudo que eu quero, ele tem muito
dinheiro e eu tenho a meu dispor uma caixa eletrônica e um cartão de limite de
cinco mil reais $ para todos as ocasiões, se tudo der certo dentro de três a
quatro anos estarei rica dona de meu nariz, não precisarei trabalhar de
lanchonete nunca mais, não vou vender uma hora se quer de meu trabalho para
ninguém, esse meu amante me dá de tudo que quero. (disse Rosiane em uma longa
resposta)
Todos os dias a rotina, trabalho,
condução e retorno a casa sentindo dever cumprido, lógico que essas garotas
também namoravam, tinham seus casos; Carmélia e Venâncio e seus relacionamentos
secretos, Rosiane tinha um caso com um senhor Oriental adaptado ao idioma desse
nosso país, mas vindo recentemente de sua terra natal, Japão, ele gostava de
ser abusado por essa sua namoradinha de Nome Rosiane, ele gostava muito dela,
pois ela alimentava todas as suas fantasias, o japonês gostava de ser abusado,
praticavam mil fantasias sexuais, ela atendia cordialmente sem negar nada,
enquanto Rosiane se divertia desses loucos amores.
A quarta garota que se juntaram a
morar na mesma republica de Carmélia, Marcinha, Marcinha ainda não deixou o
costume de namorar com homens do trabalho pesado, dês dos tempos do interior,
seus namorados eram mesmo da área da construção civil, elas são todas amigas,
passeiam juntas, voltam para casa todas juntas, em seus fuxicos relatam muitas
história vividas nesses dias dia, Rosiane quando conta suas experiências com
seu Oriental, faz todas rirem, para elas tudo isso era divertimento, Marcinha
também falava de seu namorado pedreiro, acostumado a jogar o reboco na parede,
também sempre de costume enciste em prensar Marcinha contra a parede, um dia
desses eles fizeram amor nas alturas, era um dia de domingo, não tinha ninguém
nesse ambiente, o pedreiro estava de folga nesse dia, mas levou Marcinha para
conhecer a construção que ele trabalhava, entraram no elevador que utilizava
para o trabalho nesse prédio em construção e subiram até o décimo oitavo andar,
ainda em construção, despiram, nus contemplava toda a cidade aos seus pés,
apesar das alturas muitos que passavam lá em baixo reconheciam que ali estava
um casal nus fazendo amor. Marcinha quando falava dessa sua experiência para
suas amigas, Carmélia e Roseane, ambas ficaram emocionadas, planejando também realizar
esse mesmo sonho.
Essas garotas se divertiam, tanto
quando ia para o serviço, quanto vinham do serviço.
Era assim, os arbustos ali plantados
somente para efeito de jardinagem e arborização, dificultavam a gente enxergar
quando a condução chegava, de costume acionava um sonoro e estridente apito
dando sinal que já havia chegado, Carmélia soltou toda a pressão da respiração
que estava represada, bocejou relaxando os lábios, esticou os braços bem a
frente, para o alto até onde não impedia o teto dessa condução, disse algumas
palavras vulgar desnecessária, seguiu o corredor dando saída pelos fundos,
essas garotas demostrava bem o que a noite passada foi feita, essas três
garotas graciosas deixava transparecer como passaram essa noite, certeza, foi
intensa, desse trio de beldades, Carmélia era a que mais sobressaía, enquanto
trocavam os passos ainda dentro dessa condução, movimentava os quadris
reboleando a bunda por aquele corredor apertado daquele veículo coletivo, agora
de rodas paradas até quando o desembarque desses passageiros seja terminado, em
seguida elas saltaram fora desse vagão; as três moças mais sex moradora dessa
vila nessa capital.
Andando a pé até chegar no endereço
de casa, moravam em grupo, tipo assim, república, mas porem ambiente muito bem
arejado, residência emprestada por um tio de Carmélia, senhor muito bem
arrumado financeiramente, a casa das meninas localizava nessa periferia,
trabalhavam nas lanchonetes e praças de alimentação de shopping estabelecidos
naquela cidade, mas moravam na periferia.
Nessa manhã nos primeiros claros do
dia, regressam para o lar doce lar, a madrugada foi intensa, muito movimentação
nesses bares, lanchonete e casa de alimentação.
Enquanto caminhavam nesse curto
percurso do ponto do coletivo até a casa que residiam, gastavam o tempo
enquanto caminhavam até que chegavam em casa.
Terceira Parte
Quando os papos rolavam entre elas,
de costume diziam algumas piadinhas, e umas conversas bobas para descontrair e
relaxar, Carmélia saía com as maiores zombarias, até diziam palavrões, mas nada
era levado a sério.
--Oh!! vejo que você está segura de
si, descobriu um tesouro? Divida comigo, também quero ajudar você desenterrar
esse baú, vou entrar com minha picareta, diz onde localiza nesse mapa. “disse
Carmélia a Roseane brincando com as palavras, gestos e boca”
--Eu diria um tesouro sim, é minha
fonte de ganhar meu dinheirinho, lógico de origem oriental, esse meu amante é
um imigrante oriental, tem muito dinheiro e eu felizarda realizo todas suas
fantasias, ele é um amor de pessoa, ele me disse que se pudesse viveria o resto
de sua vida juntinho comigo, não sou de me apegar com os homens que relaciono,
mas esse está até me virando a cabeça, apesar de que ele comparece pouco nas
relações íntimas, mas eu dou tudo de mim, e ele fica cada dia mais apaixonado a
cada encontro.
– SEGUE
Marcinha e Roseane foram direto para
o chuveiro, para elas somente depois do banho toda aquela canseira estaria
vencida, foi uma noite de abalar, Marcinha fez três programa depois do horário
da jornada de trabalho, agora ela está com sua bolsinha super recheada de notas
de duzentos $
--Essas três saidinhas foram as
melhores do mês, vou depositar, poupar para quando a fonte da belezura secar,
aí estarei com meus celeiros abastecidos, amanhã vou repousar essa minha joia
de fazer amor, muita cautela enquanto estou tão jovem. Carmélia estava muito
apressada para entrar para o banheiro enquanto as duas beldades demorando o
desnecessário, infelizmente o segundo banheiro estava para reformar, totalmente
impróprio para o uso, a única saída seria arrancar as duas belezuras de debaixo
do chuveiro, Carmélia partiu para essa ação desastrosa, abriu a porta a força e
retirou as duas garotas ainda nuas e todas molhadas, certas que não havia
ninguém na casa, terminaram de enxugar seus corpos ali mesmo na sala.
Carmélia logo que saiu de seu banho,
tratou de constatar um pedreiro e dar início a reforma dessa construção, depois
do telefonema logo o profissional chega e dão início a conversação, tudo
combinado, começa amanhã, mesmo que seja final de semana, quando for a tarde
tudo estará concluído, Carmélia pediu para que esse construtor aguardasse mais
alguns dias que seu tio será o pagador dessa conta, pelo fato de seu tio ser
muito amigo desse profissional, assim ficou acertado, Venâncio Super tio de
Carmélia, virá até aqui para verificar essa obra e confirmar se tudo está nas
conformidades.
No
dia seguinte, Venâncio chegou a casa da sobrinha, incluiu algumas horas desse
dia para acertar as contas com o pedreiro da reforma do banheiro, o tio de
Carmélia precisava de conferir se tudo estava feito conforme fora combinado,
chegou e foi entrando, alertando sua chegada, assim foi anunciando para não
surpreender ninguém em poucos trajes: - Tem alguém? Já vou entrando, estão
todas vestidas?
Quando
Venâncio entrou, todas as moças já estavam levantadas a tempo, cada uma
cuidando de seus próprios afazeres, Carmélia estava na área de serviço lavando
algumas roupinhas pequenas, ainda gritou lá do fundo.
--
Pode entrar, pode ficar à vontade meu tio, confira aí o serviço do pedreiro, se
está dentro do combinado... estou ocupada agora, aguarde uns minutos, já vou te
atender. Disse Carmélia se desculpando do incomodo... Pronto!!!... já estou
indo.
Logo exigiu a presença da sobrinha e
perguntou:
--Para você está satisfeita? minha
sobrinha ficou como desejava que ficasse, o banheiro está tudo bem? Quando
Venâncio disse isso, ele estava de cócoras periciando o cano da pia lavatório
verificando, se tudo fora feito conforme o combinado, naquele momento Carmélia
estava numa posição meio desconfortada, não conseguia enxergar o rosto do tio,
para ela tinha em mente que nunca havia visto seu tio, mas quando Venâncio
virou de frente, face a face, ela tomou um grande susto, Venâncio era seu
amante, Carmélia ficou sem voz, viu que o destino pregou uma peça, Venâncio
também ficou chocado em perceber que era sua amante e sobrinha, depois dessa
descoberta, Venâncio e Carmélia combinaram de se sentar para conversar,
marcaram uma hora antes do expediente na Lanchonete, esse tio e sobrinha teria
que colocar essa situação em pratos limpos, assim ficou combinado, terão de
encerrar esse relacionamento ou dar prosseguimentos apesar dessas verdades
serem confirmadas, infelizmente esses dois estão superes apaixonados reciprocamente,
a dissolução dessa história de amor será complicada, seus momentos de transa
foram intensos e marcante, veremos como será os entretanto desse casal de
namorados ligados por um elo parentesco
Ela ainda se segurou nas palavras,
assustada mais ainda conseguiu levar o diálogo até a conclusão, ficou
completamente descontrolada, mas ainda respondeu para seu tio levando adiante o
assunto da reforma da construção, ela teria que dizer que estava satisfeita,
afinal por enquanto se tratava de um imóvel em doação em que Carmélia e suas
amigas moravam, mas apesar dos pesares certeza tudo será acertado, essas
arestas serão aparadas certinho. repetiu para seu tio e amante, fingia que
estava tudo normal, que não aconteceu nada de extraordinário.
Dando prosseguimento a esse diálogo,
apesar da crise do momento, tentava se segurar, mas a língua conseguia
articular aquelas palavras.
-- Eu estou satisfeitíssima, nem
precisava tanto, agora os dois banheiros com banheira cheia de conforto, gostei
meu Tio, acho que você está me acostumando mal, querendo nos despejar daqui e
alugar esse imóvel por um preço de um valoroso aluguel. (Carmélia em conversa
com seu Tio.)
-- Nem precisa se preocupar com essa
pequena bobagem, não preciso desse dinheiro, já mais faria isso, com meus
rendimentos anuais compraria outros imóveis, essa quantia aí nem sentira no
bolso, aliás, estou até pensando em passar as escrituras dessa propriedade em
seu nome, você teria mais tempo para administrar esse imóvel que eu, vivo
ocupado o dia inteiro com essas minhas finanças, qualquer hora dessas vou levar
você ao cartório e registrar tudo isso em seu nome, não preciso disso, terreno
grande, dá até pra que você construa outros estabelecimentos, faço essa doação
com muito prazer, somos uma família muito unida, sua mãe é uma irmã que eu amo
muito, minha irmã querida, assim eu farei sua avó muito feliz, logo você vai
morar no que é seu, “disse Venâncio Super Tio de Camrélia”.
Carmélia aguardava seu tio Venâncio
em seu horário de serviço, de qualquer forma esse assunto terá que ser
solucionado, Tio e sobrinha amantes não pode continuar assim, a cabeça de
Carmelita estava fervendo, ela estava em uma encruzilhada de decisões, pensava
com ela e seus botões.
--O certo é acabar com tudo isso,
não quero ver mais meu tio na minha frente, preciso acabar com essa encrenca de
vez, não tem importância que eu perco essa moradia, alugaremos outro imóvel, o
importante que aliviaremos esse peso de consciência, só estou aguardando ele
chegar para dar um cabo nesse relacionamento. No mesmo tempo que Camrélia
pensava, Venâncio chegou, sentou se sobre uma das mesas para receber cliente,
pediu que se aproximasse, para acabar com aquele assunto, Venâncio vinha com a
mesma proposta de Carmélia, acabar tudo aquele romance, mas primeiro vamos
resolver a doação da casa que eu prometi, já redigi uma procuração a sua tia,
minha êx—esposa, ela vai tratar de todo esse assunto, será lavrada em cartório
uma escritura de propriedade a Carmélia, você será a legítima proprietária,
assim como eu te prometi, vou embora dessa cidade, confesso que não quero te
ver mais em sua frente, Thau, adeus.
Carmelita voltou para casa na
companhia de suas amigas, logo estará com um namorado novo e tocando a vida em
frente.
Antônio Herrero Portilho/15/5/26
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