sábado, 26 de setembro de 2026

Um dia de cão.

 

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UM TRÂNSITO INFERNAL

       Gente andava apressados, aguardavam o semáforo as luzes acender, liberando a passagem, transeuntes corriam rápido, pra chegar do outro lado, um congestionamento terrível, um trânsito que andava lento, motoristas estressados, palavrões pra todos lados, difícil entender, entediadas de mãos atadas, agindo como dementes indo aos abraços da morte, desfazendo-se da sorte, sem rumo, sem norte, se apressando pra morrer.

Em meio a este tumulto, um fato interessante vinha  acontecer, enquanto os seres humanos, agiam em violência, se gradeavam e se apegavam em brigas de mal querência, de posse de suas máquinas assassinas e valentes, dos escapamento a fumaça, fazendo poluição, os barulhos ensurdeciam em altas acelerações, um pobre cão vira lata  cruzava na contra mão, tão inocente precavido arriscava sua vida atravessando pelo chão, buscava o outro lado, em meio à confusão, não se dava conta de nada, do perigo que ocorria, sem medo a amedrontar,  no outro lado da rua, em triunfo e alegria, sua vida foi salvar.

 

Motores aceleravam, buzinas gritando em berros, motoristas falavam alto, exaltando estressados, alguns com revólver nas mãos, dirigiam a outrem, palavras de baixo calão, que o fulano de tal, teria que levar ferro, gesticulavam mostrando dedos, dizendo imoralidades, e que o motorista do lado, fosse tomar no cu, pedindo que sigam avante, o condutor que estava à frente, resvalou o para choque, amassando o carro azul.

Tinha um cara corintiano com um feio chapéu de pano, com a estampa do timão, sujeito mal educado ameaçava todo mundo com dois porretes nas mãos, nos comandos de um carro todo velho e enferrujado do modelo corcel dois, dos anos oitenta e um, em meio as desavenças queriam porque queria ultrapassar a camionete, este fraco ignorante motorista incompetente, ainda não se dava conta de sua fraca potência.

Agora a paz vai reinar, as ruas silenciaram, só restaram as luzes acesas, já são mais de meia noite, as vias estão vazias, mas o as cores dos semáforos não param de piscar, vai até o outro dia aguardando iniciar, o cãozinho vira lata atravessou a avenida sem barulhos de buzinas nem carros acelerar.

Ali naquela marquise, aos braços de seu amigo catador de recicláveis, acomoda bem quentinho e no outro dia cedinho para o sono despertar, e estes monstros de latas se põem novamente às ruas, as leis ignorar, se faz donos do asfalto, exibindo seus carrões, prontos a trafegar, és o palco da discórdia, brigando até matar, esquecendo do amor urgente, por deus hão de se dar, astutos passando à frente, ferindo os mais humildes, cheios de preconceitos, se achando absoluto, proprietário do lugar.

(Antônio Herrero Portilho)

Enviado em 17/07/2013 08:12 BRT

 

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

A GAROTA DA PRAIA

 

A GAROTA DA PRAIA

PRIMEIRA PARTE

Ela também tinha uma história de amor para contar, lógico que já viveu grandes paixões, amou como qualquer mulher já amou alguém.

Seu Jorge era a pessoa mais importante na vida da tão sonhadora jovem cheia de planos para o futuro, como todas as garotas que imagina um casamento com um bom moço que possa oferecer conforto, tranquilidade e segurança, este seria os requisitos a preencher pelo futuro esposo.

O velho pescador agora tinha uma companhia, levava a menina por todos os lugares, ela tinha o maior orgulho de falar a todos que ele era seu grande paizão, falava do amor paterno ao qual seu Jorge a dedicava com aquele carinho de pai que nunca possuiu devido os desencontros da vida.

Seu suposto paizão a recolheu do relento, dormia sobre a cobertura do orvalho da noite, o frio lhe causava um tormento que arrepiava a pele fazendo doer até os ossos de tão intenso, sem o calor de uma família; a perdeu ainda muito pequena, às vezes aparecia alguém para lhe oferecer um pouco de alimento que logo saciava sua fome e posteriormente se desmanchava em sono por causa do abatimento e cansaço por persistir em viver tristes tormentos.

 

Agora Amelinha está muito bem protegida e não corre mais os perigos que a noite pode causar, há muitos homens mal intencionados que poderia decapitara-la e até lhe causar uma violência sexual, qual quer um poderia encantar-se com este corpo formoso de mulher que apesar de tão jovem ela era possuidora.

 

Hoje os pescadores não adentraram ao mar para seus trabalhos, suas jangadas e embarcações estão ancoradas na praia, é dia de negociar o resultado da pesca, já chegaram os compradores de outras cidades para levarem os produtos das pescas para outros consumidores do grande comércio.

 

Os peixes e os frutos marítimos resultados dos trabalhos de todos os pescadores jangadeiro da aquela colónia beira mar, estão armazenados em câmaras frigoríficos para conservara-los em condição de consumo e serem apreciados pelos os compradores.

Em umas das idas a cidade grande seu Jorge comprou para a menina algumas roupas e calçados, agora ela está bem servida, com uma boa quantidade de vestimenta escolhida a dedo, que usou de todo bom gosto e preferência.

Quando chegou lá pelas nove horas da manhã já estavam pelo caminho em direção a associação de pescadores com o intuito de entregar os pescados em troca de um bom dinheirinho que lhe proporcionaria alguns confortos, os amigos do velho pescador diziam que ele era um pescador de sorte, sempre tinha mais para vender, suas pescarias sempre foram mais abundantes.

Depois de caminharem alguns mil metros sobre a praia contornando as margens oceânicas chegaram ao local onde já estavam todos os companheiros do velho pescador, aguardando o momento de receber seus valores em cifras, resultados de longas horas sobre o sol causticante impiedoso que queima e fere qualquer tipo de pele.

 

O velho pescador se reunia com seus amigos de aventura contando suas proezas dizendo ter vividas em momentos que navegava com sua velha jangada e relatava afirmando momentos de perigos sobre as ondas destemidas.

Enquanto isso Amelinha aproveitava para rever seus velhos amigos, e até eis namorados de algumas datas passadas; desaparecia por aquelas ruas tortuosas e becos sem saída da aldeia de caiçaras.

 

Dentre aqueles jovens que por ali habitavam, um daqueles moços era o motivo de seus encontros, não que ela tinha grandes paixões, mas era dele que ela precisava para lhe completar com seus anseios de se relacionar como mulher, o sexo na vida de uma garota desta idade acaba sendo muito exigido, as vontades do corpo suplicavam.

 

Ao passar algumas horas Amélia aparece para acompanhar seu Jorge em suas conversações e ajudar em algo que precisar assim como pesar algumas espécies de fruto marítimo que estavam à venda, embalar e até outros serviços como de limpeza do local que ocupara com o pescado.

 

O senhor negociante que chegara da cidade vizinha para comprar a produção dos pescados também trouxe seu filho que também estava na faixa da mesma idade da pequena menina Amélia. Durante a tarde toda enquanto a menina trabalhava o rapaz não tirava os olhos de seus movimentos e trocavam longos papo e galanteios, parece que estava surgindo um sentimento e era recíproco e por ai poderá surgir um grande romance, insinuava que estava gostando da conversa e aguardava a iniciativa do rapaz.

 

Já quase na hora de Amélia tomar o caminho de volta para casa, pois o serviço já por pouco terminava, o filho do comprador de pescados jovem um tanto atraente e de um aparência muito jovial, tomado de encanto com a beleza da morena Amélia, não pensou duas vezes e tomou a decisão de lhe revelar suas intenções, e propôs o desejo de  que fosse sua namorada e disse a ela, Amelinha deu uma longa pausa nas conversações e disse a ele que lhe daria uma resposta decisiva assim que ela retornasse do banho, precisava se livrar da aquele cheiro de peixe e que ele aguardasse alguns minutos.

O local onde se encontrava o banheiro, distanciava alguns metros do pátio, local de trabalho, o moço permaneceu alguns quinze minutos por ali enquanto esperava pela a decisão, não demorou nada e logo apareceu, foi em direção do rapaz e aproximou bem dele e deu-lhe um abraço e um longo beijo depois olhos nos olhos sem pronunciar nenhuma palavra, apenas balançou a cabeça confirmando o que lhe havia pedido

.

Por entre os dois pavilhões estabelecidos para o comércio; lugar onde lhes parecia longe dos olhos de curiosos eles se ajeitaram e acomodaram por entre algumas caixas de acondicionar produto de venda, neste instante este moço mostrou-lhe seus atributos em práticas habilidosa e brindaram este encontro com um grande amasso.

Muitos encontros apaixonados aconteceram entre eles.

 Um novo amor


Já era a metade do dia do domingo, havia um silencio enorme nesse  imensidão de cenário à céu aberto,

 

A estas horas do dia parece que não existe nenhum ser vivo nesse lugar de completa solidão, até as gaivotas no momento abrigavam sobre alguma sombra, de mostrava que o mar continuava em completa calmaria, só se ouvia as pequenas ondas que se desfaziam nas areias provocando aquele barulho de murmurar. 

Um pouco adiante próximo a praia, as ondas tocavam aqueles pequenos rochedos arquitetados naturalmente pela a ação do tempo ao longo de algumas centenas de anos, o vento impulsionou as águas, enquanto formava fortes correntezas que chocaram contra estas pequenas elevações rochosas, esculpindo e modelando, dando formas a estes monumentos tal quais as mãos de um oleiro sobre a liga da argila.

As montanhas edificadas sobre a linha do horizonte aprimoravam ainda mais a tão estupenda geografia desse paraíso esplendoroso.

 As pedras tomavam vários formatos, esboçando vários traços nesta pintura divinal nesse ambiente de total beleza, e fazia presença algo que provocava ainda mais encantamento dessa obra prima da natureza. Sobre a superfície plana de um destes rochedos alguém deliciava deste sol ardente de início de verão. Ali expunha seu lindo corpo a usufruir desses privilégios gratuitos; oferecido gentilmente pela a mãe natureza, dando uma cor dourada nessa pele morena.

A margem oceânica dessa praia quase deserta se fazia caminho para as pessoas se dirigirem ao povoado mais próximo, ali era a rota dos transeuntes e até veículos de tração apropriados para o tráfego em areias, usavam-se o mesmo caminho para chegar até as colônias que próximo dali existia, um pequeno ponto de localização no mapa mundial com poucos habitantes; gente que escolheram a lida de pescador, trabalho ardoroso de jangadeiro e profissional do ramo, que navegam com suas embarcações pesqueiras, a fim de buscar seus sustentos com seus honrados trabalhos.

Na colônia que Amelinha morava, todos moradores ficaram surpresos com o barulho de um veículo que trafegava pelas ruas estreitas da aldeia, não era de costume alguém transitar de carros por aquelas vias pequenas.

Chegou nessa tarde alguém de grande estima vista pela solitária garota que admirava muito, o coração desta menina sonhadora palpitava em batidas emocionadas em pensar neste seu grande amor. Tratava se do rapaz que esteve com ela no dia em que houve a grande feira de pescado, o senhor comprador de peixes trouxe com ele o filho para ajudar nos trabalhos de negociação, ficaram se conhecendo, essa menina que agora é sua paixão mais recente, tudo ficaram acertados, agora seriam namorados por um longo espaço de tempo.

O rapaz indagava a todas as pessoas que encontrava, perguntava insistentemente sobre o paradeiro de sua linda e meiga Amelinha, queria vê-la por todas as maneiras.

A moradia de Amelinha ficava um pouco afastada das casas junto-posta da colônia, seu Jorge construiu uma moradia muito bem arquitetada, toda de alvenaria, espaçosa com muito conforto e segurança, bem próximo da praia, lar o qual a garota da praia foi acolhida sobre os cuidados deste seu grande amigo; pai adotivo desta criatura que outrora vivia desprotegida sobre as desventuras lastimável, a menina era uma pequena patriota não reconhecida pela sua terra natal.

Quase ninguém pode informar onde estaria a menina, depois de ter perguntados a todos ainda restou uma residência,  aquela casa que ficava localizada as margens da praia sobre a sombra de vários coqueiros, aposentos apropriados para pescadores, residência singela e aconchegante, não havia mais nenhuma pessoa para informar a respeito da garota e a resposta positiva poderia estar ali nessa casa.

Ele fez uma curva de uns noventa graus e redirecionou o veículo para esta casa que estava ali bem próximo a alguns metros e chegando neste local ele foi recebido pelo o velho pescador que permanecia por ali; seu Jorge o recebeu com os cumprimentos cordiais desejando boa tarde e perguntou ao rapaz se podia ajudar em alguma coisa.

- Sim estou procurando por uma moça a qual conheci no comércio de peixes em um dia desses, o senhor poderia me informar por onde anda esta pessoa?

- Se você dizer o nome da moça quem sabe poderei lhe encaminhar para o referido local de onde possa encontrar.

 - O nome completa não sei lhe dizer, mas chamam a de Amelinha estou procurando dês das primeiras horas desta tarde.

- Ela é minha afilhada, filha por consideração, saiu a algumas horas, disse que iria se expor ao sol da tarde, neste momento encontra-se naqueles rochedos.

  O velho levantou o braço e apontou com o dedo a direção do local e disse confirmando.

- Deve estar deitada sobre aquela pedra plana local onde de costume se refugia para meditar e ao sol se bronzear.

Rapidamente despediu do velho pescador, agradeceu pela informação colhida. e mais que depressa tomou o rumo ao qual o pai adotivo de sua menina havia lhe informado, e foi a caminho do local indicado com muita urgência, desejoso de localizar sua garota, agora na certeza de encontrar, depois de muitas procuras.

Amélia se deliciava dos raios solares, deitada sobre o lajeado tão sonolenta que quase não ouviu a buzina insistente de um carro ali estacionado as margens das águas, foi preciso acionar o som da corneta várias vezes até que ela se despertou ouvindo, olhou, mas não deu muita atenção, achava que seria algum bisbilhoteiro que de hábito sempre fazia presença por ali dizendo besteiras desnecessárias.

Em um dado momento ouviu se com muita clareza que alguém se aproximava fazendo barulhos nas águas no momento que mudavam os passos,  resolveu prestar atenção, pois temia algum perigo, devido vestida com trajes bem amenos, em um momento inaudito, e não esperava por isto, mas  confirmou com toda a certeza, era o rapaz que abalou a estrutura tão fragilizada desta menina linda,  se atirou bruscamente da pedra que estava repousando e com o nível da água demarcando a altura dos joelhos, mas insistiu em caminhar ao encontro deste seu grande amado que ao se aproximar de sua Amelinha querida, não se conteve, os impulsos destes corações apaixonados, os levaram aos limites intoleráveis das paixões, os beijos e os abraços seriam apenas uma pequena mostra do que viera a acontecer com este amor recíproco cheio de sensualidades.

Antônio Herrero Portilho

09 de novembro de 2011 de Antônio Herrero Portilho

 

domingo, 6 de setembro de 2026

OS AMORES DE CIBELE. (2)

 


OS AMORES DE CIBELE (2)

PARA ADULTO

 

No edifício ao lado, dois corpos estão se atraindo; ela uma jovem senhora possuidora de todos atributos sonhado por qualquer homem sexualmente normal; hétero.

Descrever esse corpo bonito, seria um sacrilégio esquecer de mencionara algumas das qualidades nessa linda e super atraente, como eu poderia dizer, menina mulher, mas, casada má amada.

 

Do outro lado em outro apartamento ele que se dizia e se achava o máximo, era irmão do porteiro deste condomínio, às vezes muito gabola, se achava muito além da realidade, na verdade ele era apenas um sujeito normal assim como eu ou outro senhor humilde assim como eu. Eu e outro sim, na hora de comparecer resolve e ambos se satisfazem. Ele é um caso para se pensar. Bom de cama?... Será?... Então veremos a seguir se realmente confere o que ele tanto se auto promove.

 

Justamente naquele momento ela no banho enquanto deixava a água morna escorrer pela a aquela vastidão de corpo bonito e bem convidativo, movimentando

quadris enquanto trabalhava as mãos durante o exercício de se esfregar a pele, jogava para trás seus cabelos molhados, neste momento íntimo ninguém conseguiria atestar este espetáculo de corpo feminino formado por lindo bumbum, cintura, pernas roliças dês dos pés até estas virilhas; esta todinha depilada deixando a vista uma delícia de xereca lisinha como a pele de bebê, esta bichinha demostrava muita fome e desejos de ser comida com muita intensidade.

 

Entre quatro paredes do box de vidros, neste momento só ela o sabonete e a bucha poderiam perceber esta imagem íntima de completa maravilha.

 

Suas mãos deslizavam por toda aquela geografia, massageava aqueles lindos peitinhos apetitosos e firmes de bicos e auréolas roxas de desejos.

 

Naquele momento só queria mesmo é ter um homem só para ela, e enquanto delirava em desejos de se sentir penetrada por um membro bem enrijecido vermelho em sangue, pronto para explodir e banhar estas entranhas com este leite viscoso e másculo jactando dentro de sua vagina; isto era tudo que ela queria.

 

Pensava nisto enquanto a espuma do shampoo descia pelo ralo. Cidoca sentia seu corpo incendiar de prazeres enlouquecidos, mas, porem se controlava para não chegar ao orgasmo, achava que este momento sagrado deveria ser reservado somente para este homem ao qual ela estava em pensamento.

Súbito o seu telefone toca, era seu vizinho; o mais novo na área. Quando ele chegou de mudanças ela já botou os olhos compridos, e fantasiava toda a depravação e sexo sem limite.

Já fazia suas projeções para o futuro, pegar este homem e dilacerar como um cão estraçalha um bichinho de pelúcia, imaginava isto ela ele em atos pecaminosa com este macho, quer dizer; malhar o duro até sair o caldo.

 

Através de seus aposentos, havia uma vasta visão para o prédio deste seu recém-chegado vizinho. Coincidência ou não, era nele que estava pensando na hora do banho enquanto ela masturbava e imaginava que transar com ele era seu maior sonho de consumo.

 

Cidoca não deixava passar um, todos ela deixava sua marca de pegadora e este rapaz estava próximo de tudo isso acontecer.

 

-- Alô querida Cidoca, você nem imagina quem está falando neste momento contigo.

 

--Está voz não me é estranha... Deixe me recobrar minha memória... Parece que já ouvi este som destas palavras. Não seria este mais novo vizinho?

 

-- Você é muito observadora e atenta para as pequenas coisas, sim sou eu mesmo;

 

 --Ah... Já imaginava isso.

Meu nome é Carlão Pit bull , a seu dispor, mas, não se preocupes e tenha a certeza que não vou lhe oferecer nenhum perigo, as minhas mordidas não transmite nenhuma moléstia, apenas mordidas de amores, sou um cão domesticado.

 

Por favor, Carlão, me liga outra hora, estou terminando meu banho e estou de saída, vou buscar minha filha no colégio, me ligue outra hora, talvez nós combinemos uma saidinha, estou mesmo carente, quem sabe a gente para em algum destes barezinhos da avenida, preciso levantar meu astral, você chegou à boa hora, só que precisamos aguardar este momento oportuno.

 

--Tudo bem... Ficarei nesta expectativa.

 

Então... Tudo que é muito gostoso não acontece assim tão fácil. Espere que se haja de acontecer, acontecerá.

 

--Não há problema, tenho todo tempo do mundo só para você minha linda e encantado, abaixe a bola ai rapaz, você está muito convicto, você pode se decepcionar com um não, não há muitas molezas comigo, você ainda não me ganhou.

 

--Gostaria que você soubesse que dês de quando passei a morar aqui é só você que povoa meus pensamentos eróticos, estou fantasiando milhões de besteiras com você.

 

--Bem... Garoto sonhador... Não penses você que as coisas são muito fáceis, tenho lá minhas restrições, fique sabendo que não vou me entregar assim tão fácil neste primeiro encontro, você passara por uma avaliação, se eu achar por bem, quem sabe faremos um amor gostoso, mas porem eu peço que você não vá contando com vitória alcançada, vou pensar nestas suas possibilidades, terá que estar à altura de minhas exigências.

 

--Sim aceito estas regras deste seu jogo, aposto que você será surpreendida com o meu desempenho e ficarei ansioso por este momento.

 

Á proposito, diga-me, por favor, quem passou meu telefone e minhas particulares informações?

 

--Foi o rapaz da portaria do condomínio, ele é meu irmão, mas não se preocupe, sou da paz.

 

--Quanto à paz tudo bem, caso contrário eu tenho lá meus recursos contra estes maníacos, tenho minhas autodefesas, acho que não vou precisar abrir mãos destas minhas forças.

 

--Lógico que não, eu faço amor, não faço violências.

 

--Ah tá, vou pensar no seu caso... Quem sabe?

 

--Tchau amor, um beijo na sua boceta. Até lá.

 

--Tá... Vejamos em que se dará isso.

 

--Tchau, até...

 

E assim termina este diálogo pelo telefone. (continua...)

Aguarde a segunda parte.

 

Antônio Herrero Portilho - AUTOR

01 de setembro/2015.

terça-feira, 1 de setembro de 2026

O essencial do Auto ajuda

 

1º - O essencial do Auto ajuda

 (Antônio Herrero Portilho)

Um sonho as vezes nos leva para muito longe, até atravessa terrenos pantanoso, bom quando aportamos em um lugar seguro, com os pés firmes plantado em terras densas dando nos equilíbrios e sustentação, quando nossos objetivos são alcançados, aí sim nos vens aquela sensação de conforto quando as aspirações estão realizadas, Muitas vezes as nossa mentes intuitivas, nos mostram a direção a seguir, devemos pausar nossos movimentos, porém devemos buscar a razão e os primeiros passos a seguir, mesmo que descemos ao mais profundo abismo, quando voltarmos a superfície terrestre, começar elaborar nossos objetivos com firmeza e determinação, em seguida construir nossos caminhos ou uma estrada na nossa imaginação, com o leito limpo sem obstáculos, arquitetar pontes de larguras confortáveis, evitar olhar para o abismo intransponível pensando já superado pelas nossas insistências, com determinação, persistir assim de cabeça erguida em toda essa nossa caminhada.

Nossa mente enquanto serena feito calmaria, como o mar calmo longe das tempestades, construiremos nossos ideais passo a passo, as realizações surgirá em momento exato, como um corcel em galope nos rochedos de pradarias, vejo que valeu a calma e perspicácia, assim a inspiração surge como um barco veloz nessas superfícies, formando ondas e riscando essas águas, como um vinco quebrando a monotonia desses pensamentos desgastados mas reflexivo, nos dando uma visão ampla e inspiradora, dês do horizonte até nossos olhos observadores, enquanto pestanejamos buscando um foco em uma imagem límpida e cristalina.

Presenciar a distância, bem onde o céu azul, se fundindo com infinito extinguindo a linha que divide esses dois mundos por assim dizer, a imagem brota em nossa imaginação assim como uma teleobjetiva, os brilhos das espadas lampejam como espelhos refletores, aparecem do nada, uma enormidade de soldados Romanos em lutas de espadas, prontos para uma batalha.

     Nesse mesmo momento Nero incendeia Roma, ele comete essa insanidade somente para compor uma canção para tocar com seu violino.

Nero percebeu o momento exato da inspiração, lógico que não devemos sair por aí cometendo loucuras para facilitar nossas inspirações, nem cortar o pescoço dos personagens vivos com espadas flamejantes, precisamos deixar isso somente na imaginação desses leitores.

O sonho de Nero causou um grande prejuízo em um cenário de guerra sangrenta, ele enquanto executava sua música caiu em seu próprio abismo por ele mesmo criado, antes navegou por ondas impetuosas, se desequilibrou caindo no vazio de sua imaginação, não criou suas pontes de transposição, assim os seus admiradores lhes debocharam, como grande comédia, seus sonhos não viajaram para lugares distantes assim como a inspiração nos levam. 01/9/26


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