domingo, 6 de setembro de 2026

OS AMORES DE CIBELE. (2)

 


OS AMORES DE CIBELE (2)

PARA ADULTO

 

No edifício ao lado, dois corpos estão se atraindo; ela uma jovem senhora possuidora de todos atributos sonhado por qualquer homem sexualmente normal; hétero.

Descrever esse corpo bonito, seria um sacrilégio esquecer de mencionara algumas das qualidades nessa linda e super atraente, como eu poderia dizer, menina mulher, mas, casada má amada.

 

Do outro lado em outro apartamento ele que se dizia e se achava o máximo, era irmão do porteiro deste condomínio, às vezes muito gabola, se achava muito além da realidade, na verdade ele era apenas um sujeito normal assim como eu ou outro senhor humilde assim como eu. Eu e outro sim, na hora de comparecer resolve e ambos se satisfazem. Ele é um caso para se pensar. Bom de cama?... Será?... Então veremos a seguir se realmente confere o que ele tanto se auto promove.

 

Justamente naquele momento ela no banho enquanto deixava a água morna escorrer pela a aquela vastidão de corpo bonito e bem convidativo, movimentando

quadris enquanto trabalhava as mãos durante o exercício de se esfregar a pele, jogava para trás seus cabelos molhados, neste momento íntimo ninguém conseguiria atestar este espetáculo de corpo feminino formado por lindo bumbum, cintura, pernas roliças dês dos pés até estas virilhas; esta todinha depilada deixando a vista uma delícia de xereca lisinha como a pele de bebê, esta bichinha demostrava muita fome e desejos de ser comida com muita intensidade.

 

Entre quatro paredes do box de vidros, neste momento só ela o sabonete e a bucha poderiam perceber esta imagem íntima de completa maravilha.

 

Suas mãos deslizavam por toda aquela geografia, massageava aqueles lindos peitinhos apetitosos e firmes de bicos e auréolas roxas de desejos.

 

Naquele momento só queria mesmo é ter um homem só para ela, e enquanto delirava em desejos de se sentir penetrada por um membro bem enrijecido vermelho em sangue, pronto para explodir e banhar estas entranhas com este leite viscoso e másculo jactando dentro de sua vagina; isto era tudo que ela queria.

 

Pensava nisto enquanto a espuma do shampoo descia pelo ralo. Cidoca sentia seu corpo incendiar de prazeres enlouquecidos, mas, porem se controlava para não chegar ao orgasmo, achava que este momento sagrado deveria ser reservado somente para este homem ao qual ela estava em pensamento.

Súbito o seu telefone toca, era seu vizinho; o mais novo na área. Quando ele chegou de mudanças ela já botou os olhos compridos, e fantasiava toda a depravação e sexo sem limite.

Já fazia suas projeções para o futuro, pegar este homem e dilacerar como um cão estraçalha um bichinho de pelúcia, imaginava isto ela ele em atos pecaminosa com este macho, quer dizer; malhar o duro até sair o caldo.

 

Através de seus aposentos, havia uma vasta visão para o prédio deste seu recém-chegado vizinho. Coincidência ou não, era nele que estava pensando na hora do banho enquanto ela masturbava e imaginava que transar com ele era seu maior sonho de consumo.

 

Cidoca não deixava passar um, todos ela deixava sua marca de pegadora e este rapaz estava próximo de tudo isso acontecer.

 

-- Alô querida Cidoca, você nem imagina quem está falando neste momento contigo.

 

--Está voz não me é estranha... Deixe me recobrar minha memória... Parece que já ouvi este som destas palavras. Não seria este mais novo vizinho?

 

-- Você é muito observadora e atenta para as pequenas coisas, sim sou eu mesmo;

 

 --Ah... Já imaginava isso.

Meu nome é Carlão Pit bull , a seu dispor, mas, não se preocupes e tenha a certeza que não vou lhe oferecer nenhum perigo, as minhas mordidas não transmite nenhuma moléstia, apenas mordidas de amores, sou um cão domesticado.

 

Por favor, Carlão, me liga outra hora, estou terminando meu banho e estou de saída, vou buscar minha filha no colégio, me ligue outra hora, talvez nós combinemos uma saidinha, estou mesmo carente, quem sabe a gente para em algum destes barezinhos da avenida, preciso levantar meu astral, você chegou à boa hora, só que precisamos aguardar este momento oportuno.

 

--Tudo bem... Ficarei nesta expectativa.

 

Então... Tudo que é muito gostoso não acontece assim tão fácil. Espere que se haja de acontecer, acontecerá.

 

--Não há problema, tenho todo tempo do mundo só para você minha linda e encantado, abaixe a bola ai rapaz, você está muito convicto, você pode se decepcionar com um não, não há muitas molezas comigo, você ainda não me ganhou.

 

--Gostaria que você soubesse que dês de quando passei a morar aqui é só você que povoa meus pensamentos eróticos, estou fantasiando milhões de besteiras com você.

 

--Bem... Garoto sonhador... Não penses você que as coisas são muito fáceis, tenho lá minhas restrições, fique sabendo que não vou me entregar assim tão fácil neste primeiro encontro, você passara por uma avaliação, se eu achar por bem, quem sabe faremos um amor gostoso, mas porem eu peço que você não vá contando com vitória alcançada, vou pensar nestas suas possibilidades, terá que estar à altura de minhas exigências.

 

--Sim aceito estas regras deste seu jogo, aposto que você será surpreendida com o meu desempenho e ficarei ansioso por este momento.

 

Á proposito, diga-me, por favor, quem passou meu telefone e minhas particulares informações?

 

--Foi o rapaz da portaria do condomínio, ele é meu irmão, mas não se preocupe, sou da paz.

 

--Quanto à paz tudo bem, caso contrário eu tenho lá meus recursos contra estes maníacos, tenho minhas autodefesas, acho que não vou precisar abrir mãos destas minhas forças.

 

--Lógico que não, eu faço amor, não faço violências.

 

--Ah tá, vou pensar no seu caso... Quem sabe?

 

--Tchau amor, um beijo na sua boceta. Até lá.

 

--Tá... Vejamos em que se dará isso.

 

--Tchau, até...

 

E assim termina este diálogo pelo telefone. (continua...)

Aguarde a segunda parte.

 

Antônio Herrero Portilho - AUTOR

01 de setembro/2015.

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