OS AMORES DE CIBELE (2)
PARA ADULTO
No
edifício ao lado, dois corpos estão se atraindo; ela uma jovem senhora
possuidora de todos atributos sonhado por qualquer homem sexualmente normal;
hétero.
Descrever
esse corpo bonito, seria um sacrilégio esquecer de mencionara algumas das
qualidades nessa linda e super atraente, como eu poderia dizer, menina mulher,
mas, casada má amada.
Do
outro lado em outro apartamento ele que se dizia e se achava o máximo, era
irmão do porteiro deste condomínio, às vezes muito gabola, se achava muito além
da realidade, na verdade ele era apenas um sujeito normal assim como eu ou
outro senhor humilde assim como eu. Eu e outro sim, na hora de comparecer
resolve e ambos se satisfazem. Ele é um caso para se pensar. Bom de cama?...
Será?... Então veremos a seguir se realmente confere o que ele tanto se auto
promove.
Justamente
naquele momento ela no banho enquanto deixava a água morna escorrer pela a
aquela vastidão de corpo bonito e bem convidativo, movimentando
quadris
enquanto trabalhava as mãos durante o exercício de se esfregar a pele, jogava
para trás seus cabelos molhados, neste momento íntimo ninguém conseguiria
atestar este espetáculo de corpo feminino formado por lindo bumbum, cintura,
pernas roliças dês dos pés até estas virilhas; esta todinha depilada deixando a
vista uma delícia de xereca lisinha como a pele de bebê, esta bichinha
demostrava muita fome e desejos de ser comida com muita intensidade.
Entre
quatro paredes do box de vidros, neste momento só ela o sabonete e a bucha
poderiam perceber esta imagem íntima de completa maravilha.
Suas
mãos deslizavam por toda aquela geografia, massageava aqueles lindos peitinhos
apetitosos e firmes de bicos e auréolas roxas de desejos.
Naquele
momento só queria mesmo é ter um homem só para ela, e enquanto delirava em
desejos de se sentir penetrada por um membro bem enrijecido vermelho em sangue,
pronto para explodir e banhar estas entranhas com este leite viscoso e másculo
jactando dentro de sua vagina; isto era tudo que ela queria.
Pensava
nisto enquanto a espuma do shampoo descia pelo ralo. Cidoca sentia seu corpo
incendiar de prazeres enlouquecidos, mas, porem se controlava para não chegar
ao orgasmo, achava que este momento sagrado deveria ser reservado somente para
este homem ao qual ela estava em pensamento.
Súbito
o seu telefone toca, era seu vizinho; o mais novo na área. Quando ele chegou de
mudanças ela já botou os olhos compridos, e fantasiava toda a depravação e sexo
sem limite.
Já
fazia suas projeções para o futuro, pegar este homem e dilacerar como um cão
estraçalha um bichinho de pelúcia, imaginava isto ela ele em atos pecaminosa
com este macho, quer dizer; malhar o duro até sair o caldo.
Através
de seus aposentos, havia uma vasta visão para o prédio deste seu recém-chegado
vizinho. Coincidência ou não, era nele que estava pensando na hora do banho
enquanto ela masturbava e imaginava que transar com ele era seu maior sonho de
consumo.
Cidoca
não deixava passar um, todos ela deixava sua marca de pegadora e este rapaz
estava próximo de tudo isso acontecer.
--
Alô querida Cidoca, você nem imagina quem está falando neste momento contigo.
--Está
voz não me é estranha... Deixe me recobrar minha memória... Parece que já ouvi
este som destas palavras. Não seria este mais novo vizinho?
--
Você é muito observadora e atenta para as pequenas coisas, sim sou eu mesmo;
--Ah... Já imaginava isso.
Meu
nome é Carlão Pit bull , a seu dispor, mas, não se preocupes e tenha a certeza
que não vou lhe oferecer nenhum perigo, as minhas mordidas não transmite
nenhuma moléstia, apenas mordidas de amores, sou um cão domesticado.
Por
favor, Carlão, me liga outra hora, estou terminando meu banho e estou de saída,
vou buscar minha filha no colégio, me ligue outra hora, talvez nós combinemos
uma saidinha, estou mesmo carente, quem sabe a gente para em algum destes
barezinhos da avenida, preciso levantar meu astral, você chegou à boa hora, só
que precisamos aguardar este momento oportuno.
--Tudo
bem... Ficarei nesta expectativa.
Então...
Tudo que é muito gostoso não acontece assim tão fácil. Espere que se haja de
acontecer, acontecerá.
--Não
há problema, tenho todo tempo do mundo só para você minha linda e encantado, abaixe
a bola ai rapaz, você está muito convicto, você pode se decepcionar com um não,
não há muitas molezas comigo, você ainda não me ganhou.
--Gostaria
que você soubesse que dês de quando passei a morar aqui é só você que povoa
meus pensamentos eróticos, estou fantasiando milhões de besteiras com você.
--Bem...
Garoto sonhador... Não penses você que as coisas são muito fáceis, tenho lá
minhas restrições, fique sabendo que não vou me entregar assim tão fácil neste
primeiro encontro, você passara por uma avaliação, se eu achar por bem, quem
sabe faremos um amor gostoso, mas porem eu peço que você não vá contando com
vitória alcançada, vou pensar nestas suas possibilidades, terá que estar à
altura de minhas exigências.
--Sim
aceito estas regras deste seu jogo, aposto que você será surpreendida com o meu
desempenho e ficarei ansioso por este momento.
Á
proposito, diga-me, por favor, quem passou meu telefone e minhas particulares
informações?
--Foi
o rapaz da portaria do condomínio, ele é meu irmão, mas não se preocupe, sou da
paz.
--Quanto
à paz tudo bem, caso contrário eu tenho lá meus recursos contra estes maníacos,
tenho minhas autodefesas, acho que não vou precisar abrir mãos destas minhas
forças.
--Lógico
que não, eu faço amor, não faço violências.
--Ah
tá, vou pensar no seu caso... Quem sabe?
--Tchau
amor, um beijo na sua boceta. Até lá.
--Tá...
Vejamos em que se dará isso.
--Tchau,
até...
E
assim termina este diálogo pelo telefone. (continua...)
Aguarde
a segunda parte.
Antônio Herrero Portilho - AUTOR
01
de setembro/2015.
Nenhum comentário:
Postar um comentário