terça-feira, 1 de setembro de 2026

O essencial do Auto ajuda

 

1º - O essencial do Auto ajuda

 (Antônio Herrero Portilho)

Um sonho as vezes nos leva para muito longe, até atravessa terrenos pantanoso, bom quando aportamos em um lugar seguro, com os pés firmes plantado em terras densas dando nos equilíbrios e sustentação, quando nossos objetivos são alcançados, aí sim nos vens aquela sensação de conforto quando as aspirações estão realizadas, Muitas vezes as nossa mentes intuitivas, nos mostram a direção a seguir, devemos pausar nossos movimentos, porém devemos buscar a razão e os primeiros passos a seguir, mesmo que descemos ao mais profundo abismo, quando voltarmos a superfície terrestre, começar elaborar nossos objetivos com firmeza e determinação, em seguida construir nossos caminhos ou uma estrada na nossa imaginação, com o leito limpo sem obstáculos, arquitetar pontes de larguras confortáveis, evitar olhar para o abismo intransponível pensando já superado pelas nossas insistências, com determinação, persistir assim de cabeça erguida em toda essa nossa caminhada.

Nossa mente enquanto serena feito calmaria, como o mar calmo longe das tempestades, construiremos nossos ideais passo a passo, as realizações surgirá em momento exato, como um corcel em galope nos rochedos de pradarias, vejo que valeu a calma e perspicácia, assim a inspiração surge como um barco veloz nessas superfícies, formando ondas e riscando essas águas, como um vinco quebrando a monotonia desses pensamentos desgastados mas reflexivo, nos dando uma visão ampla e inspiradora, dês do horizonte até nossos olhos observadores, enquanto pestanejamos buscando um foco em uma imagem límpida e cristalina.

Presenciar a distância, bem onde o céu azul, se fundindo com infinito extinguindo a linha que divide esses dois mundos por assim dizer, a imagem brota em nossa imaginação assim como uma teleobjetiva, os brilhos das espadas lampejam como espelhos refletores, aparecem do nada, uma enormidade de soldados Romanos em lutas de espadas, prontos para uma batalha.

     Nesse mesmo momento Nero incendeia Roma, ele comete essa insanidade somente para compor uma canção para tocar com seu violino.

Nero percebeu o momento exato da inspiração, lógico que não devemos sair por aí cometendo loucuras para facilitar nossas inspirações, nem cortar o pescoço dos personagens vivos com espadas flamejantes, precisamos deixar isso somente na imaginação desses leitores.

O sonho de Nero causou um grande prejuízo em um cenário de guerra sangrenta, ele enquanto executava sua música caiu em seu próprio abismo por ele mesmo criado, antes navegou por ondas impetuosas, se desequilibrou caindo no vazio de sua imaginação, não criou suas pontes de transposição, assim os seus admiradores lhes debocharam, como grande comédia, seus sonhos não viajaram para lugares distantes assim como a inspiração nos levam. 01/9/26


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