domingo, 28 de junho de 2026

OS AMORES DE CIBELE.

                                                 OS AMORES DE CIBELE.

No edifício ao lado, dois corpos estão se atraindo; ela uma jovem senhora possuidora de todos atributos sonhado por qualquer homem sexualmente normal, Descrever este corpo bonito, seria um sacrilégio esquecer de mencionar algumas dessas qualidades nessa linda e super atraente, como eu poderia dizer, menina mulher, já com experiência conjugal, noivo mora juntos, ou sei lá é mau acompanhada de relacionamento muito liberal, cada um que faz de suas vidas o que queres.

Ele morava no mesmo condomínio que Cibele residia, mas do outro lado, em posição oposta, frente para outra rua, e apartamento, se dizia, e se achava o máximo, era irmão do porteiro desse condomínio, às vezes muito gabola, se achava muito além da realidade, na verdade ele era apenas um sujeito normal,

assim como eu, ou outro senhor humilde como deva ser, na hora de comparecer, resolve qualquer tarefa, se mostra capaz, fazendo com que ambos sintam -se satisfeitos.

Ele é um caso para se pensar. Bom de cama?... Será?... Então veremos a seguir se realmente confere o que ele tanto se auto promove.

Justamente naquele momento, ela no banho enquanto deixava a água morna escorrer por aquela vastidão de corpo bonito e bem convidativo, movimentando quadris enquanto trabalhava as mãos durante o exercício de se esfregar a pele,

Súbito o seu telefone toca, era seu vizinho; o mais novo na área.

Quando ele chegou de mudanças ela já botou os olhos compridos, e fantasiava toda a depravação e sexo sem limite.

Já fazia suas projeções para o futuro, pegar esse homem e dilacerar como um cão estraçalha um bichinho de pelúcia, imaginava isso ela ele em atos pecaminosa com esse macho, quer dizer; malhar o duro até sair o caldo.

Através de seus aposentos, havia uma vasta visão para o prédio desse seu recém-chegado vizinho, coincidência ou não, era nele que ela pensava na hora do banho, enquanto ela masturbava e imaginava que transar com ele era seu maior sonho de consumo.

CIBELE não deixava passar um, todos ela fazia sua marca de pegadora e esse rapaz aproximava de tudo isso acontecer.

--Alô querida CIBELE, você nem imagina quem está falando nesse momento contigo.

Essa voz não me é estranha... Deixe me recobrar minha memória... Parece que já ouvi esse som dessas palavras. Não seria esse mais novo vizinho?

--Você é muito observadora e atenta para as pequenas coisas, sim sou eu mesmo;

-- Ah... Já imaginava isso.

--Meu nome é Carlão Pit bull, a seu dispor, mas, não se preocupes e tenha a certeza que não vou lhe oferecer nenhum perigo, as minhas mordidas não transmite nenhuma moléstia, apenas mordidas de amores, sou um cão adestrado.

--Por favor, Carlão, me liga outra hora, estou terminando meu banho, de saída vou buscar minha filha no colégio, me ligue outra hora, talvez nós combinemos uma saidinha, estou mesmo carente, quem sabe a gente para em algum desses barezinhos da avenida, preciso levantar meu astral, você chegou à boa hora, só que precisamos aguardar esse momento oportuno.

--Tudo bem... Ficarei nessa expectativa.

-- Então... Tudo que é muito gostoso não acontece assim tão fácil. Espere que se há de acontecer, acontecerá.

--Não há problema, tenho todo tempo do mundo só para você minha linda e encantadora vizinha.

--Abaixe a bola aí rapaz, você está muito convicto, você pode se decepcionar com um não, não há muitas molezas comigo, você ainda não me ganhou.

--Gostaria que você soubesse que dês de quando passei a morar aqui é só você que povoa meus pensamentos eróticos, estou fantasiando milhões de besteiras com você.

--Bem... Garoto sonhador... Não penses você que as coisas são muito fáceis, tenho lá minhas restrições, fique sabendo que não vou me entregar assim tão fácil nesse primeiro encontro, você passara por uma avaliação, se eu achar por bem, quem sabe faremos um amor gostoso, mas porem eu peço que você não vá contando com vitória alcançada, vou pensar nestas suas possibilidades, terá que estar à altura de minhas exigências.

--Sim aceito estas regras desse seu jogo, aposto que você será surpreendida com o meu desempenho e ficarei ansioso por este momento.

-- Á proposito, diga-me, por favor, quem passou meu telefone e minhas particulares informações?

--Foi o rapaz da portaria do condomínio, ele é meu irmão, mas não se preocupe, sou da paz.

--Quanto à paz tudo bem, caso contrário eu tenho lá meus recursos contra esses maníacos, minhas autodefesas, acho que não vou precisar abrir mãos destas minhas forças.

--Lógico que não, eu faço amor, não faço violências.

--Ah tá, vou pensar no seu caso... Quem sabe?

--Tchau amor, um beijo na sua bochecha. Até lá.

--Tá... Vejamos em que se dará isso.

--Tchau, até...

E assim termina esse diálogo pelo telefone.

SEGUNDA PARTE

Cibele nessa manhã de domingo se dirige a casa de seus avôs que mora em uma de suas propriedades na zona rural dessa cidade, não ficava muito longe do período urbano, como dizia os nativos dessa região: logo ali.

A estrada, depois de um trecho de planície, mas logo próximo a uns seis quilômetros começaria um pedaço desse trajeto bem íngreme, vencendo esses mais ou menos oitocentos metros retomaria a um trecho de calmaria sem solavancos, a partir desse ponto de quilômetros, voltava a rodar nessa estrada plana, mas, toda calçada de cascalho, tipo de calçamento para conservar esse leito carroçável, essa distância não era longa, mas demoraria chegar devido as condições de rodagem, apesar de boa para dirigir, não podia descuidar dos buracos que os pneus teriam que trafegarem rodando nessas pedrarias, enquanto que Cibele continuava firme no volante, apressada para chegar e se descansar, dirigia com cuidado para não atropelar os bichinhos que atravessava a pista de rodagem, enquanto tudo transcorria na maior tranquilidade, veja que deu com a mão em sentido de pegar uma carona, Cibele frena o veículo e pergunta ao caroneiro – Para onde vai, para que posso te ajudar?

-- A mais uns dozes quilômetros a frente. Se me ajudar a chegar até lá, eu fico agradecido.

Para evitar a poeira da estrada, Cibele estava com óculos escuros e um lenço na cabeça, completamente irreconhecível, nessas condições, somente seu marido conseguiria reconhece-la, mas não possui essas vocações por casamentos, no momento retirou os óculos para poder enxergar melhor com quem estava falando,

-- Veja, as nuvens, está formando um temporal, só posso levá-lo na caçamba da camioneta, se acomode nessas sacas de cereais, rações para animais, vamos torcer que não chova até chegarmos lá, logo, depressa, a qualquer momento vai cair um toró, a chuva está aproximando.

-- Sim!... muito obrigado. (disse o rapaz agradecendo antecipadamente).

-- Não se importaria de se acomodar aí nesse compartimento de carga.

-- Não tem problema, moça, até aí já temo certeza de sua gentileza, vamos torcer para a chuva não nos alcançar.

Na verdade, Cibele ficou tentando se lembrar de onde viu esse personagem caroneiro.

-- logo a ficha cai, aí eu me recordarei.

Cibele apertava o pé no acelerador, muitas imagens da paisagem ficavam para trás, logo chegam, é logo ali.

À poucas horas havia passado um forte temporal, certeza, eram aquelas nuvens revolta muitas árvores foram tombadas, até derriçado muita plantação, nessas horas os avós de Cibele estão precisando de companhia, alguém para reparar os estragos da chuva; subir ao telhado, recolocar as telhas em seus devidos lugares, não que poderia molhar dentro de casa, impossível essa ação da chuva, a casa tinha laje e um terraço.

Quando Cibele dirigia o veículo tranquilamente, súbito um galho de uma árvore caiu atravessado na estradinha, Carlos desceu das acomodações e foi lá retirar o obstáculo do meio do leito carroçável, atendendo ao pedido de Cibele, enquanto a caminhoneta estava parada nessa estrada por esse imprevisto, ela aproveitou para fazer essa indagação.

Cibele pergunta ao rapaz onde ele desembarcaria.

-- É bem lá no topo dessa subida, quando passar os coqueiros da porteira azul, quando chegar lá peço que pare para eu continuar a pé esses cem metros, as casas do sítio ficam logo ali.

Ela chegou com o veículo no ponto indicado, pediu que ele abrisse a porteira, coincidência ou não, o destino de Cibele era o mesmo de Carlos, a casa dos avôs e parentes de Carlos ficava a uns duzentos metros fundos do sítio de Cibele, logo ela lembrou-se da memória acordou para a realidade, esse Carlos era o mesmo vizinho que de Cibele, aquele que vivia dando cantada a Cibele, aí ela descobriu a verdadeira identidade desse seu vizinho, lógico que ele não demostrava nenhuma importância, morava naquele apartamento somente para guardar, era de seu tio em tempos que chegava do interior à capital para ficar alguns dias, logo o tio de Carlão retornava para seus trabalhos em tempos de cultivos das lavoras, ele era um agropecuarista, na verdade Carlão não era tudo aquilo que se deixava transparecer, isso é o que se passa com as pessoas que o conhecia, uma pessoa simples que apenas possuía um carro simples, raras as vezes o dirigia para chegar à casa de seus parentes que morava na roça, e se tratava de meeiros, tipo assim arrendatários na propriedade dos pais de Cibele.

Depois das descobertas de Cibele, tudo ficou mais difícil de aceitar as cantadas de Carlão Pit Bull, ela nunca havia topada frente a frente com Carlão, fez contato por telefone com esse rapaz, quando atendia seus telefones, foram as coincidências... 21/6/26------------------------------------------------

...que fizeram Cibele ficar sabendo de tudo desse contato, ela não chegou a vias de fatos, até agora Carlão ficou só nas conversas por telefone, Cibele respira aliviada e faz um barulho com a boca, exclama bocejando, como se estivesse jogando palavras aos ventos, diz só para si

–Ainda bem, estou livre de cair nesse engano, ele é mesmo um desqualificado, será mesmo desqualificado? Carlão não é o que estão pensando dele, na verdade pensam errado, ele é outra pessoa, mora naquele apartamento somente para tomar conta, o apartamento pertence ao seu Tio que visita a cidade a cada quinzenas, agropecuarista que mora muito longe da cidade, Carlão faz faculdade, estuda a arte da computação, nesse período de férias ele faz um pouco de Educação física na academia mais perto dali, se Cibele alcançou o na estrada, não pense ela que o cara é um desprovido de todo recursos de se locomover, ele visitaria a casa de seus familiares, aproveitou para fazer uma caminhada, ele tinha muito zelo pelo seu corpo, seu físico, quando ele aceitou a carona, não foi para se livrar do cansaço, na verdade ele sentia medo do temporal que se aproximava.

Quando Carlão usava aquelas estradinhas da fazenda de manhã, em um momento inesperado, topa de cara com Cibele nesses mesmos trajetos, para Carlão não se considerava surpresa, ele já sabia que ela estava por ali, enquanto Cibele deu início um longo diálogo.

-- Bom dia... parece-me que já te conheço, foi você a quem dei carona em um desses dias quando vinha para cá, certeza, foi você. “Cibele”

--Sim foi eu, imagine como é pequena essa cidade do interior, os mesmos se encontram com os iguais, “Carlão”

-- Mas eu sim, moro na cidade, sou uma cidadã, me benefício das comodidades oferecido por um Executivo, Judiciário e Legislativo, não sou uma ninguém, tenho posses, meus namorados também são ricos, agora conte-me de você, já que você mora lá no mesmo condomínio que moro, agora conversando livremente com você, não te conheço quase nada, comesse falar de você. “Cibele”

-- Para que você me conheça bem, teria que contar uma longa história, moro com esse meu Tio, me tem como um filho, me faz todos esses gostos, paga meus estudos, já estou perto de terminar minha faculdade, ele já foi casado, pelo que já ouvi às escondidas, percebi que ele é meu legitimo pai, é que na separação, eu fiquei morando com ele, minha avó me ensinou a sempre o tratar de Tio Aroldo... Algumas vezes esse meu tio canta como dupla sertaneja, não leva a sério essa vocação. Não tem isso como renda, ele é muito rico, nem precisa disso, canta só por gostar desse meio artístico, Aroldo é uma pessoa surpreendente. Você precisa conhece-lo.” disse Carlão” .

--Nossa!... que história emocionante, agora estou ciente, você também é realmente surpreendente, peço me desculpe se lhe fui indelicada, esse seu tio, até agora era um personagem oculto, como é mesmo o nome dele, talvez eu conheço, já estive muitas vezes com esse pessoal sertanejo, junto com os das músicas sertaneja, lá que eles dizem; Sertanejo Universitário...os shows dos Modãos sertanejos, meu noivo é dono de uma produtora, presta serviços para muitos dessas duplas artistas cantor, nesse meio Artísitico. ”Cibele em diálogo com Carlão”

--Sim, Aroldo é o nome do meu pai, na verdade eu o tenho como Tio, mas ele me tem como filho, assim vamos levando a vida.

Aroldo é possuidor de várias propriedade, além de plantador de soja, criador de um enorme rebanho de gado de corte, ele é um grande produtor rural, eu me apresento assim dessa maneira tão simples, mas minhas riquezas ainda está com meu pai, tudo seus bens será meu por herança, lógico que não desejo a morte a meu pai-tio, mas isso é certo, tudo isso poderá ser meu, eu gostaria que você conhecesse esse meu Tio Aroldo, ele aparenta muito jovem, vive em meio as finanças e negócios por meio de onde os grãos de sojas nascem e também milhos, combustível etanol colhido dessas lavouras de ricos grãos.... segue

---------------------------------------------23/5/2026.

-- Alô Carlão, amanhã estarei chegando por aí, você arruma tudo as minhas coisas, lá pelas quinze horas, mais ou menos, entendido?... E você, onde está nesse momento?...

-- Veja aí Cibele, transição de pensamentos.

--Alô... ah tá, é isso aí tio Aroldo, continuando... Na casa de meus avós, aqui na fazendinha, amanhã bem cedo, volto para completar o serviço que não acabei, quando você chegar, certeza estará tudo arrumado, estou aqui com uma pessoa que gostaria de te conhecer.

--É homem ou mulher? “perguntou Aroldo.

-- Surpresa, aguarde.

Carlão naquela mesma tarde volta para cidade, tinha uma pequena reforma para terminar no apartamento, se apressou para que seu tio não percebesse essa diferença no aspecto, no ambiente. pronto para receber seu tio.

Cibele estava ali nas proximidades, ouviu todo o diálogo pelo telefone, até o que Aroldo falava do outro lado da linha para seu dito sobrinho, na verdade ela ficou muito curiosa, só imaginava como seria esse senhor Aroldo, certeza, Aroldo não deixará passar despercebida. Para Cibele, Aroldo seria uma bela figura formando um par.

Sexta feira a tarde, a corrente de ar soprava em direção das águas marítimas, clima ótimo para tomar umas cervejinha, chopinho, mesa de bar, ambiente invadido de fumaças de um bom churrasquinho, esse era o costume da rapaziada das cintas largas, bota de vaqueiro e chapéu, para diversão sadia, o dia de sábado era a maior desculpa para esse divertimento, Aroldo estaria chegando por ali em boas horas, a conquista da garota mais linda estava para acontecer nessas festas Cowtry, se Cibele aparecer desacompanhada, não terminará sozinha, ficará com quem? Não se sabe, porque Aroldo estará na área, Carlão não participará de nenhuma festa, ele tem outros a fazeres nessa mesma hora.

25/6/26

Antônio Herrero Portilho.

TERCEIRA PARTE

Em autos sons ali rolava a festa, além do som ao vivo, uma dupla sertaneja fazia as vezes quando o par faltava, a festa já estava começando, o espaço era muito amplo nessa área de lazer, instalada nesse mesmo condomínio, o churrasco feito pela colaboração de todos, a carne e a cerveja, chopinho é para servir todos com abundância, Aroldo acabara de chegar, já reencontrou com a turma, logo que chegou tratou de se apossar de um violão e microfone, antes de chegar o parceiro musico, Aroldo dá início a uma música, faz uma introdução, da uma treinada na voz, pronto para fazer barulho aguarda o parceiro se acomodar com o instrumento, no mesmo instante e já começa o barulho.

Naquelas horas Cibele estaria chegando da fazendinha, retorno de onde se descansou bastante, nesse sábado ela estava se preparando para sair, o destino era lá na área de lazer, local onde todos os fins de semanas aconteciam aquela balada da hora, os jovens daquelas vilas usavam desse local para fazerem seus lazeres, no pátio do condomínio, coincidência, mas Aroldo e Cibele estarão respirando os mesmos ares, juntamente com os cheiros de fumaças dos assados. A partir daí a noite vira uma criança, muitas badalações, churrascos e cervejinhas, dupla sertaneja avançando noite a dentro.

Quando Cibele chega a esse recinto festeiro, Aroldo lá dos fundos flechou com seus olhares, parece que dentro de seu íntimo assinalou, é com essa que vou, pelo jeito que dizia Aroldo. Cibele pensava com sigo, esse é Aroldo, e é nesse que vamos, tentou se aproximar do Galã Aroldo. Carlão chegou por ali nesses meios, assistiu seu Tio quando aproximou e começaram um papo, não demora nada os dois pombinhos já estão juntos, dançaram uma seleção de músicas lentas, a partir daí já se consideram amantes.

A noite já ia a diante das meias noites, por lei do condomínio, era a hora de terminar com o barulho, desligar o som, respeitar o silêncio, ordem expostas pela as normas do residencial, para quem começou lá pelas dezenove horas, esses divertimentos já está na hora de parar e devolver o silêncio, Carlão passou as vistas nos pessoal ali presente, percebeu que seu tio e Cibele já havia evadido do local, deixaram a festa e subiram lá para o apartamento de Cibele, conforme sabem, Aroldo é rápido no gatilho, assim nessas altura dos acontecimentos, O tio de Carlão já está de braços e abraços escrevendo mais uma história de amor, Aroldo dormiu por ali mesmo, apartamento de Cibele, depois quando é dia ele volta para seu apartamento, o mesmo que moram juntos, Tio e Sobrinho.

O tio de Carlão volta para lavoura e criação de Gado, Cibele visita o apartamento em que agora Carlão está sozinho, enquanto o Tio Aroldo está distante, Carlão e Cibele saem juntos para seus bels prazer, na verdade Aroldo divide Cibele com Carlão, nesse próximo domingo Carlão e Cibele faram mais uma visita para seus avós e parentes, logo retornam para suas residências, precisam recepcionar o senhor Aroldo.

Antônio Herrero Portilho

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